segunda-feira, 3 de novembro de 2025

Fotografias Históricas com 797 Fotografias

797
Cartão Postal 
Rua Direita, Atual Avenida Barão do Rio Branco
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Esta fotografia é uma das mais emblemáticas da transição urbana de Juiz de Fora, capturando a Rua Direita (hoje Avenida Barão do Rio Branco) em um momento em que ela deixava de ser uma via colonial para se tornar o eixo monumental da "Manchester Mineira".
A imagem mostra a avenida ainda com características de "estrada", com terra batida e uma arborização jovem. 
Um detalhe fascinante é o poste de fiação com inúmeras travessas de isoladores. 
Ele simboliza a vanguarda de Juiz de Fora, que foi a primeira cidade da América do Sul a ter uma usina hidrelétrica de grande porte (Marmelos Zero, 1889). Esse emaranhado de fios era o sinal máximo de progresso para a época.
À direita vemos um grupo de pessoas, incluindo crianças com vestidos brancos armados, típicos da moda infantil europeia do início do século XX. 
O contraste entre a sofisticação das roupas e a rua de terra resume bem o Brasil daquele período.
Note a assinatura no canto inferior direito. Refere-se ao fotógrafo ou editor da imagem original.
Este registro é fundamental para entender como o poder político e a infraestrutura elétrica se concentraram na Rio Branco desde cedo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
796
Cartão Postal 
Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Avenida Barão do Rio Branco
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O Edifício: Sanatório Doutor Villaça
Origem: Inaugurado em 1898, foi uma das primeiras grandes estruturas hospitalares da região. Inicialmente, o foco era o tratamento de doenças pulmonares, especialmente a tuberculose, que era o grande flagelo da época.
O estilo neoclássico e eclético, com os três corpos principais interconectados, era típico das grandes instituições do final do século XIX, projetadas para garantir ventilação e luz solar (essenciais para os "sanatórios").
Uma homenagem ao Doutor José de Villaça, médico de grande relevância que lutou pela melhoria das condições sanitárias da cidade.
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora já existia como instituição, mas funcionava em sedes mais modestas. Com o tempo e a necessidade de expansão, a estrutura do Sanatório Villaça foi absorvida e integrada ao complexo hospitalar.
O prédio que vemos na foto foi demolido posteriormente para dar lugar às alas modernas e verticais que conhecemos hoje na Avenida Rio Branco. Ver essa imagem de 1903 é ver o "DNA" arquitetônico que permitiu à Santa Casa se tornar o gigante regional que é atualmente.
Note que em 1903, a vegetação e o terreno ao redor eram muito mais rústicos. A "Lembrança de Juiz de Fora" impressa no topo indica que a cidade já se orgulhava de ser um polo de modernidade e saúde para o Brasil.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
795
Cartão Postal 
Teatro Juiz de Fora construído por Alfredo Ferreira Lage na Rua Espirito Santo.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O teatro foi construído por Alfredo Ferreira Lage (fundador do Museu Mariano Procópio). Ele foi um grande entusiasta das artes e da preservação histórica.
Situava-se na Rua Espírito Santo, entre as ruas Batista de Oliveira e a Avenida Rio Branco. 
Era o centro do entretenimento refinado da cidade na época.
A fachada, visível na foto, apresenta um estilo eclético com elementos neoclássicos. Note o letreiro "THEATRO" no frontão e as sacadas trabalhadas, que a sua colorização ajudou a destacar maravilhosamente.
A "Manchester Mineira": Em 1903, Juiz de Fora vivia uma explosão de riqueza vinda da indústria e do café. 
O teatro era o ponto de encontro da elite, recebendo companhias líricas europeias e grandes concertos.
A Rua Espírito Santo: No início do século XX, essa rua era uma das mais elegantes.
A foto mostra o calçamento de pedras (pé-de-moleque) típico do período.
O teatro original infelizmente não existe mais (foi demolido para dar lugar a novas construções), o que torna este postal um documento visual raríssimo da arquitetura desaparecida da cidade.
Muitas das fotos dessa época foram feitas pelo próprio Alfredo Ferreira Lage ou por fotógrafos contratados por ele (como Francisco Sancassani, cujo nome aparece discretamente no canto inferior direito de alguns postais da época, como visto na sua imagem).
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
794
Cartão Postal 
Vista Parcial da cidade visto da Academia de Comercio
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
A foto foi tirada das dependências da Academia de Comércio (30 de março de 1891.). Naquela época, a Academia era um dos pontos mais altos e imponentes da mancha urbana. 
A vista privilegiada permitia contemplar o crescimento do Centro em direção ao que hoje conhecemos como o bairro Granbery e a parte baixa da cidade.
Note como a cidade era quase inteiramente composta por casas térreas e sobrados. 
Não havia prédios altos; o destaque ficava para as torres das igrejas e os grandes casarões de famílias ligadas ao café e à indústria.
A predominância de telhas coloniais dá esse tom avermelhado/terroso que a colorização ajuda a destacar, contrastando com o verde intenso das encostas, que ainda eram muito preservadas.
A "Manchester Mineira"
Em 1903, Juiz de Fora estava no auge de sua efervescência industrial. 
Poucos anos antes (1889), havia sido inaugurada a Usina de Marmelos, e a cidade era o principal polo econômico de Minas Gerais.
A ferrovia Estrada de Ferro Central do Brasil já era o coração das exportações.
O estilo arquitetônico visível na foto reflete a transição do colonial para o eclético, trazido pela influência dos imigrantes europeus (especialmente italianos e alemães) que ajudaram a construir a cidade.
Em 1903, o atual Parque Halfeld já existia com o desenho projetado por  Miguel Antônio Lallemant  por volta de 1879, com obras de Julio Monfá e André Alfeld. O local passou por uma grande remodelação em 1901 pela Cia. Pantaleone Arcuri & Spinelli, financiada por Francisco Mariano, e a Rua Halfeld já se consolidava como o centro nervoso do comércio, embora na foto ela apareça apenas como uma das linhas que cortam o casario.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
793
Cartão Postal
Vista Parcial do Bairro Mariano Procópio
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
A fotografia mostra o bairro Mariano Procópio ainda com uma fisionomia muito próxima de uma chácara ou zona rural, com caminhos de terra e muita vegetação. 
É o registro de uma Juiz de Fora que começava a se expandir para além do núcleo central.
As construções térreas com telhados de barro aparentes são típicas do século XIX, refletindo a ocupação da região influenciada pela presença da família Ferreira Lage e pela Estrada União e Indústria.
Um detalhe fascinante é a presença do poste com isoladores e fios à direita. 
Em 1903, Juiz de Fora já vivia a era da eletricidade (graças à Companhia Mineira de Eletricidade.
Esse contraste entre o caminho de terra batida e a fiação elétrica era o símbolo máximo da modernidade na época.
A pessoa caminhando em destaque no primeiro plano ajuda a dar a escala da paisagem e registra o cotidiano e a vestimenta da virada do século.
O bairro Mariano Procópio era o portão de entrada para quem vinha pela União e Indústria. 
A fotografia captura uma "vista parcial" que, hoje, seria impossível de reconhecer sem esses registros, devido à densa urbanização e verticalização da região.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
792
Cartão Postal
Antiga companhia Mineira de Eletricidade na Rua Espirito Santo
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Essa imagem é um registro histórico fantástico da Companhia Mineira de Eletricidade (CME), um dos grandes marcos do pioneirismo de Juiz de Fora. Essa fotografia de 1903 captura a essência da "Manchester Mineira" no auge de sua inovação tecnológica.
A CME, fundada por Bernardo Mascarenhas em 1889, foi a responsável pela criação da Usina de Marmelos, a primeira grande central hidroelétrica da América do Sul. 
O prédio na Rua Espírito Santo funcionava como sede administrativa e estratégica no centro da cidade.
O estilo do edifício é eclético, com elementos que remetem a pequenas fortificações (as torres laterais ou "guaritas"), o que dava uma sensação de solidez e importância à companhia que trazia a "modernidade" (a luz) para a cidade.
A assinatura no canto inferior direito refere-se a Francisco Soucasaux, um dos fotógrafos e engenheiros mais importantes daquele período em Minas Gerais. Ele registrou o progresso do estado com uma estética técnica e artística muito refinada.
Na legenda do postal, lê-se "Distribuidora de Eletricidade". Naquela época, o sistema de fiação era muito rudimentar comparado ao atual, e esses edifícios centrais eram o coração da operação urbana.
A presença das pessoas na fachada (incluindo a senhora na sacada e os homens à porta) ajuda a dar a escala do prédio e mostra o contraste das vestimentas da época com a robustez da construção em pedra.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
791
Inauguração do Mergulhão
A inauguração do Mergulhão, em 1982, representa um marco na engenharia e no planejamento urbano de Juiz de Fora, sendo uma das obras mais emblemáticas da gestão do prefeito Mello Reis.
A obra foi concebida para solucionar o gargalo histórico entre o tráfego de veículos e a linha férrea que corta o centro da cidade.
Seu objetivo principal era garantir que o fluxo da Avenida Barão do Rio Branco não fosse interrompido pela passagem dos trens, proporcionando maior agilidade ao trânsito local.
O Mergulhão permitiu a segregação de níveis, eliminando a espera nas passagens de nível naquela região central.
O prefeito Mello Reis é frequentemente reconhecido por priorizar obras de grande porte que visavam modernizar a infraestrutura urbana da cidade.
A construção do Mergulhão, iniciada em 22 de abril de 1980 e inaugurada em junho de 1982 durante a gestão de Mello Reis, contou com recursos provenientes do Governo Federal.
O financiamento federal foi essencial para viabilizar a transposição da linha férrea na Avenida Barão do Rio Branco, uma obra de engenharia complexa para a época.
O presidente do Brasil na época da inauguração do Mergulhão, em junho de 1982, era João Baptista Figueiredo (1979–1985).
A obra foi financiada com recursos federais, o que era comum para grandes intervenções de infraestrutura naquele período do Regime Militar, especialmente as que envolviam a malha ferroviária federal (na época sob responsabilidade da RFFSA - Rede Ferroviária Federal S.A.).
A obra foi projetada com o suporte do IPPLAN (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Juiz de Fora), que estudou as soluções para o tráfego de veículos e a integração com a malha ferroviária federal.
Esse modelo de parceria com a União para obras de transposição férrea serviu de precedente para intervenções posteriores na cidade, como os mergulhões e viadutos viabilizados décadas depois via convênios com o DNIT e o Ministério dos Transportes.
A execução desse projeto consolidou sua imagem como um realizador de intervenções estruturais complexas para a época.
Essas imagens colorizadas ajudam a preservar a memória visual de um período de grande expansão e mudanças físicas em Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Eduardo Tipotti
790
Foto Histórica Cartão Postal Brescia
Italianos em Juiz de Fora
Maestro Bisaglia Jácomo Comentou: Inauguração do Consulado Italiano e da Casa D'Italia
Na Foto Pantaleone Arcuri, Nardelli, Embaixador Giacomo Bisaglia, Cônsul Professor Di Giacomo, (Um dos Construtores do Palace Hotel), Cautiero, (Avo de Itamar Franco), Rômulo Bisaglia, (Pai do Ministro Hildebrando Bisaglia, Scartelli, Bisagio, Spinelli, Palleta, Lagrota, Bigi, Bellini, Bicaglio, Bellei.
E muitos outros Cujos descendentes Poderão Identificar.
Em minhas Pesquisas encontrei estas informações: Essa Fotografia é uma relíquia.
A presença de nomes como Pantaleone Arcuri e a família Bisaglia em uma mesma moldura resume o que foi a força motriz de Juiz de Fora no início do século XX.
A inauguração da Casa d’Italia, (e a presença do corpo consular) não era apenas um evento social, mas um marco de afirmação da colônia italiana. Juiz de Fora foi um dos maiores núcleos receptores de imigrantes italianos em Minas Gerais, muitos vindo para trabalhar na indústria têxtil e, claro, na construção civil. A Casa d’Italia tornou-se o coração cultural e o ponto de união dessas famílias.
Ver Pantaleone Arcuri nessa foto é ver o homem que, literalmente, deu o rosto moderno a Juiz de Fora. Através da Pantaleone Arcuri & Spinelli (repare que o nome Spinelli também consta na sua lista de identificados), eles foram responsáveis por ícones como o Edifício Pantaleone Arcuri e influenciaram diretamente a estética do Palace Hotel.
A menção ao Senhor Cautiero, avô de Itamar Franco, é um detalhe fascinante. 
Isso reforça como a árvore genealógica da política brasileira tem raízes profundas na imigração italiana em Juiz de Fora. Itamar, embora nascido em águas territoriais brasileiras, carregava esse DNA da laboriosa colônia local.
O fato de o acervo vir do Maestro Bisaglia faz todo o sentido. 
A música e a ópera eram os grandes elos culturais dos italianos na cidade. O Maestro foi uma figura central na vida erudita de Juiz de Fora, e a família Bisaglia, o Ministro Hildebrando, transitou com excelência entre a arte e a vida pública.
As bandeiras ao fundo (a da Itália com o brasão da Casa de Saboia) e os trajes formais indicam um evento de altíssima relevância diplomática.
Pela composição e pelas figuras presentes, é muito provável que este registro date da década de 1930, período de grande efervescência das associações italianas antes das restrições impostas pela Segunda Guerra Mundial.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Maestro Bisaglia Jácomo  
789
Construção do prédio e antena da TV Industrial, no alto do Morro do Cristo.
Essa imagem é um registro poderoso e, ao mesmo tempo, melancólico de um dos pontos mais altos — literal e figuradamente — da história da comunicação em Juiz de Fora. 
A construção da sede e da antena da TV Industrial no topo do Morro do Imperador (Morro do Cristo) representa o pioneirismo de uma era que hoje, infelizmente, sucumbe ao descaso.
Fundada em 1964 por Geraldo Mendes e Gudesteu Mendes os grandes responsáveis por essa empreitada histórica. 
Eles não apenas fundaram a TV Industrial, mas também consolidaram o império de comunicação que incluía a Rádio Industrial, deixando um legado que moldou a identidade da nossa cidade por décadas., a TV Industrial foi a primeira emissora de televisão de Juiz de Fora e a primeira do interior do Brasil.
Geraldo Mendes: Foi o grande articulador e visionário, conhecido por seu dinamismo e pela capacidade de realizar projetos que pareciam impossíveis para a época.
Gudesteu Mendes: Companheiro de jornada, ajudou a estruturar o que viria a ser a primeira emissora de TV do interior do Brasil, um feito que colocou Juiz de Fora no mapa tecnológico e cultural do país em 1964.
A escolha do Morro do Cristo não foi apenas técnica (pela altitude para propagação do sinal), mas simbólica. A antena metálica que você restaurou na imagem tornou-se um novo marco visual na silhueta da cidade, ao lado do monumento ao Cristo Redentor.
A estrutura de metal era uma proeza da engenharia para a época, projetada para suportar os fortes ventos do topo do morro e sustentar os pesados equipamentos de transmissão.
O prédio da TV Industrial possui uma arquitetura singular, com suas linhas que acompanham a topografia do morro. Vê-lo em ruínas é ver uma parte da identidade da cidade se apagar.
Ver um local com imenso potencial turístico e cultural ser entregue ao vandalismo e à deterioração, em vez de ser transformado em um museu da imagem e do som ou um centro de memória.
A foto restaurada serve como um manifesto visual.
Devolver o brilho metálico à antena e as cores vivas à construção, você provoca uma reflexão:
Pelos visionários como Geraldo Mendes e Gudesteu Mendes, que colocaram Juiz de Fora na vanguarda da comunicação nacional.
Do valor histórico daquele espaço, que não é apenas "um prédio velho", mas o berço da TV no interior mineiro.
Se houve capacidade para construir algo tão complexo em 1964, deveria haver vontade política para preservar e ressignificar esse espaço hoje.
É triste ver que uma estrutura que servia para conectar as pessoas através da tela hoje esteja desconectada do cuidado público.
Curiosidade: Ela foi projetada com uma tecnologia modular que permitia uma estabilidade de sinal em grandes altitudes e sob condições de vento extremo. Naquela época (1964), não existiam estruturas desse porte e estilo técnico fora das grandes metrópoles sul-americanas.
Primeira de TV no Interior: É consenso histórico que a TV Industrial foi a primeira emissora de TV do interior do Brasil (e consequentemente da América do Sul). Como a antena foi construída especificamente para essa emissora, ela herda esse título de pioneirismo.
A "Torre Eiffel" de Minas
Na época da inauguração, a imprensa local e regional frequentemente utilizava o termo "a primeira do estilo na América do Sul" para ressaltar a modernidade do projeto. Era uma forma de dizer que Juiz de Fora estava tecnologicamente à frente de muitas capitais do continente.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
788
Avenida Barão do Rio Branco
Finalizações das obras de construção do Mergulhão
Essa é uma imagem emblemática para a memória urbana de Juiz de Fora. 
Pontos históricos e contextuais sobre esse registro de 1982:
A Avenida Barão do Rio Branco e o Mergulhão
A construção do Mergulhão (oficialmente Complexo Viário Engenheiro Nicolau de Castro Meirelles) foi uma das obras mais ambiciosas da época. 
O objetivo era eliminar o gargalo no trânsito causado pela passagem em nível da ferrovia com a Avenida Rio Branco, o principal eixo da cidade.
Antes do Mergulhão, o trânsito parava completamente toda vez que um trem atravessava a avenida, gerando caos no coração de Juiz de Fora.
A foto mostra a fase de finalização, onde já é possível ver as estruturas de suporte e a organização do canteiro de obras que mudaria o visual da região central.
O Trem Xangai é uma das maiores recordações afetivas dos juiz-foranos.
Era o trem de subúrbio que ligava Benfica à região central (e até Matias Barbosa em certos períodos).
Na restauração e colorização, Foi aplicado o azul clássico dos vagões e o vermelho "enfumaçado" da locomotiva, que era a marca registrada desse transporte que carregava milhares de trabalhadores diariamente. 
Ver o Xangai passando sobre a estrutura do Mergulhão em 1982 é registrar o fim de uma era de convivência direta do trem com a rua.
Detalhes como o vestuário dos operários e os prédios ao fundo (como o icônico prédio da esquina) tornam-se muito mais nítidos.
A locomotiva vermelha soltando fumaça sobre o concreto novo do Mergulhão — é o retrato perfeito do progresso juiz-forano na década de 1980.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Márcio Assis
787
Corrida de Automobilística em pleno Centro de Juiz de Fora
Rua Halfeld com a Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Podemos ver o Prédio da Caixa Econômica Federal
Fotografia com dedicatória e autografo de piloto de circuito em Juiz de Fora de 08 de Março de 1945.
Circuito de Juiz de Fora, uma era em que a "Manchester Mineira" se transformava em uma pista de corrida de rua, atraindo multidões e os melhores pilotos da época.
O cruzamento da Rua Halfeld com a Avenida Getúlio Vargas.
Este edifício de linhas sóbrias, que ainda hoje marca presença na esquina, servia como um "camarote" natural. Note o público debruçado na marquise e nas janelas; era comum que as pessoas ocupassem todos os espaços possíveis para ver os carros passarem em alta velocidade.
O contraste entre os prédios históricos e os carros de corrida (como o MG verde em destaque, possivelmente um MG TC ou similar da série T) mostra como a cidade respirava modernidade e adrenalina.
A Data: 08 de Março de 1945
Esta data é particularmente simbólica por dois motivos:
Em março de 1945, o mundo vivia os meses finais da guerra. 
No Brasil, o automobilismo começava a ganhar uma força incrível com o retorno das competições que haviam sido restritas pelo racionamento de combustível.
Juiz de Fora era um dos pontos principais do calendário automobilístico nacional, junto com o Rio de Janeiro (Gávea) e São Paulo (Interlagos). As corridas de rua eram o padrão, já que autódromos fechados eram raridade.
Muitos desses pilotos eram verdadeiros heróis locais ou nomes nacionais (como Chico Landi, que correu diversas vezes em circuitos de rua nessa época).
A dedicatória transforma o objeto de um simples registro visual em um documento biográfico, conectando a máquina, o homem e a geografia da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis 
786
Saudade em Cores: O Coração do Bairro Borboleta nos Anos 70
Bairro Borboleta
Um dos redutos mais tradicionais da imigração alemã em Juiz de Fora. 
A foto captura uma atmosfera de tranquilidade e organização e a limpeza e o significado da saudade.
O ponto central da imagem é a Igreja de São Vicente de Paulo. 
A fotografia registra um momento de transição estrutural:
É visível o estado de intervenção na fachada, pois explica a evolução arquitetônica da paróquia. 
Muitas vezes, em igrejas antigas, a parte nova era construída para suportar a comunidade enquanto a antiga (frontal) passava por reformas ou, como citado, enfrentava problemas estruturais.
A arquitetura singela da igreja, com sua torre central, é o coração do bairro e reflete a forte religiosidade da comunidade local.
O Calçamento: O piso de pedras poliédricas (pé-de-moleque) está impecável, reforçando a imagem de um bairro bem cuidado.
À esquerda e à direita, vemos casas típicas da época: construções simples, mas com recuos que permitiam os jardins.
O muro baixo e a cerca de madeira à direita trazem uma sensação de vizinhança acolhedora e segura.
Ao fundo, as colinas verdes mostram que o bairro ainda era cercado por muita natureza, antes da densa ocupação urbana que veríamos nas décadas seguintes.
O Borboleta não é apenas um bairro, é um centro cultural. 
Na época desta foto, as tradições germânicas já estavam profundamente enraizadas, preparando o terreno para o que viria a ser a Deutsches Fest (Festa Alemã), que hoje atrai milhares de pessoas.
Voltamos hoje ao bairro da imigração alemã, o querido Borboleta, em um registro do final da década de 1970. 
A imagem nos mostra a Igreja de São Vicente de Paulo em um momento histórico de obras.
A fotografia já exibe o acréscimo nos fundos, parte fundamental da evolução estrutural do templo.
Mas o que mais encanta nesta fotografia não é apenas a igreja, mas o conjunto da obra: o calçamento limpo, as casas com seus jardins e a paz que parece emanar das ruas.
"só quem viveu ali entende o significado da saudade".
O Borboleta mudou muito, cresceu e se tornou o palco da nossa tradicional Festa Alemã, mas registros como este nos permitem reencontrar a essência desse lugar tão especial.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
785
Elegância e Tradição na Rua Halfeld: A L’astorina & Cia
Rua Halfeld - 615
Telefone - 41
Carmem Benevenuto comentou: Fábrica de meias e gravatas do meu Bisavô Francesco L'astorina e em 1923 esta empresa foi premiada.
A informação de Carmem Benevenuto sobre a fábrica de meias e gravatas de seu bisavô, Francesco L’astorina, é preciosa. 
Naquela época, a "Manchester Mineira" não era feita apenas de grandes tecelagens, mas também de manufaturas especializadas de alta qualidade.
O prêmio recebido em 1923 provavelmente refere-se à Exposição Internacional do Centenário da Independência (ou exposições estaduais de destaque), onde produtos de Juiz de Fora eram frequentemente laureados pela qualidade técnica e sofisticação, competindo com produtos importados da Europa.
A fachada é riquíssima em detalhes. 
Note o frontão trabalhado com brasões e os balcões em ferro batido. É o estilo que dava à Rua Halfeld a fama de "Paris mineira".
Os toldos (que colorizamos em um tom de vinho clássico) serviam tanto para proteção solar quanto para convidar o cliente a apreciar as vitrines. A presença de cavalheiros vestidos de branco e chapéu palheta (estilo boater) indica a elegância do cotidiano da época.
À esquerda, vemos parte de um prédio com a inscrição "RCIO" (provavelmente Comércio), mostrando a densidade de negócios vizinhos.
Elegância e Tradição na Rua Halfeld: A L’astorina & Cia.
Voltamos à década de 1920 para contemplar a fachada da L’astorina & Cia, situada na Rua Halfeld, 615. Com o telefone de número "41", a empresa era um símbolo de prestígio no centro comercial de Juiz de Fora.
Fundada por Francesco L’astorina, a casa era especializada na fabricação de meias e gravatas, produtos que rendiam à empresa reconhecimento nacional, incluindo uma importante premiação em 1923.
É fascinante observar a elegância dos transeuntes e a arquitetura detalhada que, infelizmente, muitas vezes se perde sob letreiros modernos. 
Um agradecimento especial a Carmem Benevenuto, bisneta do fundador, por compartilhar as memórias que dão vida a este registro.
Provavelmente década de 1920
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carmem Benevenuto
784
Avenida Presidente Getúlio Vargas
A Avenida 15 de Novembro (batizada assim em homenagem à Proclamação da República) foi, e continua sendo sob o nome de Avenida Presidente Getúlio Vargas, uma das artérias mais pulsantes do "Manchester Mineira".
Nessa época, a avenida já refletia o desejo de modernização da elite cafeeira e industrial.
Como se nota na foto, o calçamento era de paralelepípedos ou pedras irregulares, essenciais para suportar o peso das carroças e dos primeiros veículos motorizados que começavam a circular.
As fachadas que você vê à esquerda mostram o estilo eclético, com platibandas escondendo os telhados e adornos nas janelas, substituindo o estilo colonial mais simples do século anterior.
O Cotidiano na Década de 1910
Meios de Transporte: É fascinante notar a convivência entre as carroças de tração animal e a infraestrutura elétrica. Note os postes de iluminação e fiação (Juiz de Fora foi pioneira na América do Sul com a Usina de Marmelos em 1889), que permitiam que a vida noturna na 15 de Novembro fosse mais ativa do que em outras cidades.
A avenida era o coração comercial. Ali se concentravam alfaiatarias, armazéns de secos e molhados, e as primeiras grandes lojas de tecidos.
A alteração do nome ocorreu décadas depois, como parte de uma tendência nacional de homenagear o presidente Getúlio Vargas após a Revolução de 30 e seu longo período no poder. 
A avenida passou por diversos alargamentos ao longo dos anos para comportar o tráfego moderno, perdendo parte dessas árvores e do casario original que vemos no seu registro.
Homens de chapéu e terno, e mulheres com vestidos longos e escuros, mesmo sob o sol, mostrando o rigor social da Belle Époque mineira.
O poste em primeiro plano é um exemplar clássico do mobiliário urbano daquela virada de século, com o braço em arco característico.
Esta imagem é um testemunho da época em que Juiz de Fora se consolidava como o maior polo industrial de Minas Gerais.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
783
Avenida dos Andradas
Descendo para a Rua Mariano Procópio, podemos ver o Quartel General, (Q.G), parte do Museu Mariano Procópio.
À esquerda, vemos uma belíssima construção de estilo eclético, com uma varanda avarandada e detalhes em madeira que eram típicos das residências de alto padrão da virada do século XIX para o XX. 
A cor terracota/ocre escolhida na restauração combina perfeitamente com a estética daquela época. 
Ao fundo, na descida, a vegetação densa e as palmeiras imperiais denunciam a proximidade com o Parque do Museu Mariano Procópio. O Quartel General (Q.G.) da 4ª Região Militar, que se consolidou nessa área, é um vizinho histórico do museu. 
Essa região sempre teve uma importância estratégica e cultural enorme para a cidade.
Note como os trilhos do bonde dominam o centro da via, pavimentada com paralelepípedos. 
Esses trilhos levavam ao coração do bairro Mariano Procópio e à estação ferroviária. 
O fato de a rua estar quase deserta, com apenas um pedestre e sem carros, sugere que a foto pode ser do início do século XX (possivelmente entre 1920 e 1940).
As palmeiras que aparecem à direita são símbolos do período imperial e marcam a entrada da propriedade de Mariano Procópio Ferreira Lage. Elas dão uma verticalidade elegante à foto e contrastam com o céu azul capturado na colorização.
Ao fundo, o morro ainda com pouca ocupação reforça como Juiz de Fora cresceu ao redor desses vales. 
A nitidez da restauração permite ver até os fios da rede elétrica/bonde, que eram a "alta tecnologia" daquele tempo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
782
Arquibancadas e Parte do Campo do Estádio Doutor José Procópio Teixeira ou Estádio Sport Clube Juiz de Fora em 1958.
A arquibancada do Estádio Doutor José Procópio Teixeira, inaugurada em 1954 (pouco antes da data dessa foto de 1958), é de fato considerada a primeira arquibancada de concreto armado coberta do estado de Minas Gerais.
Enquanto os grandes estádios da capital (como o Independência, inaugurado para a Copa de 50) ainda utilizavam estruturas diferentes ou eram parcialmente descobertos, o Sport trouxe uma modernidade técnica impressionante. O vão livre e a cobertura em concreto eram símbolos de vanguarda da engenharia na época.
A construção dessa arquibancada não foi apenas um projeto de engenharia, mas um símbolo do poder econômico e social de Juiz de Fora na metade do século XX. O clube era frequentado pela elite e pela classe média industrial da cidade, que financiou essa modernização para colocar o "Verde e Branco" no topo do cenário estadual.
O "Maracanã" de Juiz de Fora
Pela sua imponência e modernidade, o estádio era frequentemente citado como um dos melhores do interior do Brasil. 
Na foto a nitidez permite ver como a estrutura era robusta e "limpa", sem os desgastes que o tempo e a poluição urbana trouxeram décadas depois.
Naquela época, o Sport recebia frequentemente os grandes times do Rio de Janeiro (Fluminense, Flamengo, Vasco, Botafogo) para amistosos e jogos de exibição, justamente porque oferecia uma das melhores infraestruturas de Minas Gerais, muitas vezes superior às da capital Belo Horizonte antes da era Mineirão.
Estádio Doutor José Procópio Teixeira (sede do Sport Club) em um momento de transição e modernidade para a época.
Em 1958, o estádio do "Verde e Branco" já era uma referência na região. 
A foto destaca a arquibancada coberta, que exibe linhas arquitetônicas arrojadas para o final da década de 50, com o uso do concreto armado que marcou o crescimento urbano de Juiz de Fora. 
Note o gramado bem cuidado e os refletores, indicando que o clube já possuía estrutura para jogos noturnos de grande porte.
A silhueta da Igreja da Glória à direita é o ponto de orientação clássico dessa região. 
Naquele período, o bairro Morro da Glória ainda não tinha a densidade de prédios atual, o que permitia essa visão limpa da torre da igreja a partir do campo. 
Esse contraste entre o "templo do futebol" e o templo religioso é uma marca registrada das fotografias históricas do Sport.
No final dos anos 50, o futebol em Juiz de Fora era extremamente vibrante. 
O Sport Club disputava o protagonismo local com o Tupi e o Tupynambás.
O estádio não era apenas para futebol; era o coração social do bairro e da cidade, recebendo desfiles, eventos cívicos e grandes clássicos que paravam a Avenida Rio Branco.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
781
Vista Parcial de Chapéu D' uvas
Essa é uma imagem histórica fascinante. 
A localidade de Chapéu d'Uvas, hoje um distrito de Juiz de Fora, tem uma importância vital para a região, especialmente por sua ligação com o desenvolvimento ferroviário e o abastecimento de água.
A foto de Albino de Oliveira Esteves (1915) captura um momento em que a vila ainda preservava um ar bucólico, mas já estava integrada à modernidade da época através dos trilhos.
Igreja Matriz de São José Operário: Um marco central da comunidade. Em 1915, ela já se impunha na paisagem como o núcleo social e religioso do distrito. 
Sua arquitetura simples e elegante é típica das vilas mineiras do início do século XX.
Elemento fundamental que molda o relevo da região. 
Curiosamente, anos mais tarde (na década de 90), o cenário de Chapéu d'Uvas mudaria drasticamente com a construção da Represa de Chapéu d'Uvas, que represou as águas do Paraibuna para garantir o abastecimento de Juiz de Fora.
A presença dos trilhos na foto não é coincidência. 
Chapéu d'Uvas foi um importante ponto de passagem da Estrada de Ferro Central do Brasil. 
Era por ali que passava a produção cafeeira e o fluxo de passageiros que ligava o Rio de Janeiro ao interior de Minas.
O "Álbum do Município de Juiz de Fora" de 1915 é uma das fontes iconográficas mais ricas que temos. Ele foi encomendado para mostrar a pujança da "Manchester Mineira" e seus arredores.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
780
João Batista de Araújo Comentou: Casa construída na fenda do Morro do Cristo
Conheci esta casa por volta de 1960.
Voltei lá mais duas vezes, sempre acompanhado por um grande amigo.
Cada vez que voltava, ela estava mais destruída.
Em 1964 eu voltei lá novamente porém sozinho.
Foi quando eu fiz esta foto.
Na verdade eu fiz 4 fotos.
As outras, num "ataque" de fúria, eu rasguei.
Voltei em 2008 com um amigo e praticamente não tinha mais nada, apenas pedaços de madeira e de tijolos.
As fotos foram feitas com disparador automático.
Portanto quase nada sei sobre aquela casa.
Mauricio Comentou: A construção ficou conhecida por sua arquitetura peculiar, encravada diretamente na rocha do Morro do Imperador (Morro do Cristo), aproveitando a fenda natural da montanha.
Na década de 1960 a casa ainda preservava parte de sua estrutura original antes de sucumbir ao tempo e ao abandono.
As visitas subsequentes confirmam o histórico de degradação gradual que transformou a residência em apenas vestígios de tijolos e fundações, hoje integrados à vegetação do morro.
Fotografia de 1964
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Batista de Araújo, (In Memoriam).
779
Vista Parcial
Estação Ferroviária Central do Brasil
A cena reflete o cotidiano da década de 1930, 
período em que a estação era o principal ponto de conexão e desenvolvimento da cidade.
É possível observar a transição tecnológica da época, com a coexistência de carroças de tração animal e os primeiros veículos motorizados.
Ao fundo, destaca-se a imponente torre do relógio, característica marcante do complexo ferroviário da época.
A década de 1930 representou o auge da movimentação na Estação Central de Juiz de Fora, consolidando a cidade como um entreposto vital entre o Rio de Janeiro e o interior de Minas Gerais.
Mais do que um terminal, a estação era o "coração" da cidade, onde a elite e os trabalhadores se cruzavam para acompanhar a chegada do "Vera Cruz" (o famoso trem de luxo) ou para receber mercadorias vindas da capital.
Na década de 30, a estação era fundamental para o escoamento da produção das fábricas têxteis locais, alimentando o título de "Manchester Mineira" que a cidade ostentava.
O complexo contava com oficinas de manutenção, armazéns de carga e uma administração rigorosa controlada pela Estrada de Ferro Central do Brasil.
Homens de terno e chapéu, refletindo a formalidade da época mesmo em ambientes de trabalho e viagem.
A pavimentação ao redor da estação e a iluminação pública começando a moldar o centro comercial que conhecemos hoje.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis 
778
O Pioneirismo de Marmelos Zero
A edificação conhecida como Marmelos Zero, foi o berço da primeira usina hidrelétrica da América do Sul destinada à iluminação pública e força industrial.
Foi idealizada por Bernardo Mascarenhas, que precisava de energia para sua fábrica (a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas.
Como ele não encontrou apoio técnico no Brasil, buscou engenheiros americanos e equipamentos da empresa de Thomas Edison.
A escolha por alvenaria de tijolos e embasamento de pedra não era apenas estética; era necessária para suportar a vibração das primeiras turbinas e geradores (os famosos geradores de corrente alternada da Westinghouse).
A proximidade com a Estrada União e Indústria facilitou o transporte das pesadas máquinas que vinham do Rio de Janeiro, já que a estrada era o principal acesso para cargas pesadas antes da plena expansão ferroviária.
De Marmelos para o Mundo
Inaugurada em 5 de setembro de 1889 (apenas meses antes da Proclamação da República), a usina provou que era possível gerar energia a longas distâncias, transformando Juiz de Fora na "Manchester Mineira". Hoje, o prédio é tombado e abriga o Museu da Usina de Marmelos, preservando as máquinas originais.
Antes de Marmelos, as fábricas de Juiz de Fora dependiam de máquinas a vapor. A chegada da eletricidade em 1889 permitiu: Iluminação Pública: Juiz de Fora foi a primeira cidade do Brasil a ter iluminação pública residencial e comercial via hidrelétrica.
Verticalização: A energia elétrica possibilitou o uso de elevadores e máquinas mais potentes, mudando o perfil arquitetônico da cidade.
A "Marmelos Zero" hoje
O prédio com os lambrequins e tijolos aparentes é hoje o Museu Marmelos Zero, mantido pela CEMIG e pela UFJF.
No interior, ainda estão preservados os três geradores originais da Max-Schorch, que vieram da Alemanha posteriormente para substituir os primeiros, e as turbinas que mostram a escala da engenharia daquela época.
A arquitetura de tijolos maciços tornou-se um padrão para a CEMIG em suas subestações antigas, uma espécie de "identidade visual" que começou ali.
A inauguração foi um evento de gala que atraiu autoridades de todo o Brasil. Diz a lenda que, quando as luzes se acenderam no centro de Juiz de Fora, a população ficou em choque, pois nunca tinham visto uma luz tão clara e constante, muito superior aos lampiões a gás ou querosene.
Sem Marmelos, o centro histórico que conhecemos hoje não teria a mesma imponência.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
777
Bairro Benfica
Casamento da filha adotiva do Coronel Leônidas Martins Barbosa.
Leônidas Barbosa foi fundamental para o desenvolvimento local, doando terrenos para a construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição e para a infraestrutura que viria a consolidar o bairro como um núcleo urbano e industrial.
Casamentos em famílias de prestígio como a dos Barbosa eram grandes eventos comunitários. 
A quantidade de pessoas na foto — familiares, agregados, trabalhadores da fazenda e figuras ilustres da cidade — demonstra a importância social da família.
É muito provável que a foto tenha sido tirada na sede da fazenda ou em frente à capela que precedeu a atual matriz de Benfica.
Como era comum na época, o título de "Coronel" refletia seu poder político e econômico na região.
Provavelmente década de 1920
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
776
Enchente de 24 de Dezembro de 1940
A Enchente de 24 de Dezembro de 1940 é um dos episódios mais dramáticos e marcantes da história de Juiz de Fora. 
Ela ficou conhecida como a "Enchente de Natal", transformando o que deveria ser uma data de celebração em um cenário de caos e solidariedade.
Naquela véspera de Natal, uma chuva torrencial e prolongada atingiu a bacia do Rio Paraibuna. 
O rio, que na época ainda não era retificado (tinha muitas curvas e era mais raso), transbordou rapidamente. 
A água atingiu níveis impressionantes, invadindo o coração comercial e residencial da cidade.
A inundação não ficou restrita às margens. 
A água subiu tanto que atingiu pontos altos do Centro:
Avenida Getúlio Vargas Ficou completamente submersa, com a água chegando à altura das vitrines das lojas.
Rua Halfeld A parte baixa da rua mais famosa da cidade virou um rio navegável.
Praça da Estação, Onde hoje vemos o fluxo de trens e ônibus, o cenário era de barcos improvisados resgatando mercadorias e pessoas.
Como ocorreu na véspera de Natal, o comércio estava abastecido para as vendas de fim de ano. O prejuízo foi incalculável:
Muitos comerciantes perderam todo o estoque de presentes e alimentos.
Famílias ficaram desabrigadas e perderam móveis e ceias de Natal.
Essa enchente foi o "estopim" para que as autoridades percebessem que Juiz de Fora não poderia crescer sem domar o Paraibuna. 
Isso acelerou os planos para as obras de retificação e canalização do rio, que mudariam definitivamente a geografia da cidade décadas depois.
Note os homens de calções (apropriados para a situação) mas mantendo a camisa social e até gravata borboleta em um dos casos. Isso reflete o costume da época, onde mesmo em situações de emergência, mantinha-se um certo rigor no vestuário.
Apesar da gravidade da enchente, as expressões variam entre a preocupação e uma curiosidade quase "posada" para a câmara, algo típico dos primeiros registos de grandes catástrofes urbanas.
O veículo parece ser um modelo do final da década de 1930, possivelmente um Ford ou Chevrolet daquela era. 
A presença dele é um excelente indicador da profundidade da água: nota-se que a enchente cobre as rodas e atinge a base das portas, o que explica por que os homens na foto estão com a água acima dos joelhos. Ter um carro naquela época era um símbolo de status, e vê-lo abandonado na inundação reforça a rapidez com que a água subiu.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Vicente De Paulo Clemente 
775
Avenida Barão do Rio Branco
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
O Colégio Mineiro (Atual Fórum Benjamin Colucci)
O prédio imponente ao fundo é o Colégio Mineiro, fundado em 1894. 
Em 1934, ele ainda funcionava como uma das instituições de ensino mais prestigiadas do estado.
Sua fachada neoclássica dominava a perspectiva da Avenida Barão do Rio Branco. 
Em 1934, o Parque Halfeld já era o coração social da cidade. 
Note que o desenho dos canteiros e a densidade da vegetação eram diferentes. 
Era o local das retretas, dos encontros da elite local e dos passeios de domingo.
Naquela época, a integração do parque com a avenida era muito fluida, um verdadeiro jardim público de estilo europeu no meio da "Manchester Mineira".
Em 1934, os bondes elétricos eram os donos da avenida. 
O sistema de bondes de Juiz de Fora era um dos mais modernos do país.
A avenida ainda preservava um charme de Belle Époque, com luminárias trabalhadas e pouquíssimos automóveis. Os carros que circulavam eram modelos "calhambeques" (Fords Bigode e similares).
A cidade era horizontal. O horizonte era limpo, permitindo ver as montanhas ao redor com clareza.
Não havia os grandes edifícios de concreto que hoje cercam o Parque Halfeld. A paisagem era composta por telhados de barro e fachadas ornamentadas.
Esta imagem é o retrato de uma Juiz de Fora que ainda respirava o café e a industrialização têxtil, antes de se tornar a metrópole verticalizada que conhecemos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
774
Dirigentes do Sport visitam o terreno doado por Procópio Teixeira. 
Estava nascendo o estádio do Verdão, hoje felizmente tombado e preservado. 
Juiz de Fora ainda tinha poucas casas. 
Mais de cem anos de história
Márcio Guerra Comentou: O Sport foi fundado em 1916. 
Seu primeiro campo foi na Rua Santo Antônio, onde hoje é o MAMM. Imagino que essa foto seja dos anos 20. 
Mas como estava sem data, estou pesquisando.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Márcio Guerra
773
Bairro Nova Era 
Aero Clube de Juiz de Fora 
Vê-se na foto o momento em que a senhorita Jardelina fazia entrega da corbeile de flores à Miguel Luiz Detzi, Madrinha do «Cidade de Juiz de Fora».
Fundado em 1938, o Aero Clube era um centro de efervescência social e técnica. 
Naquela época, o batismo de novas aeronaves era um evento cívico importante, muitas vezes contando com a presença de autoridades e da elite local.
A Aeronave: O "Cidade de Juiz de Fora" mencionado provavelmente era um modelo de treinamento ou transporte (comum serem modelos Piper Cub ou Paulistinha naqueles anos) adquirido para a frota do clube.
A entrega da corbeille (cesta) de flores pela madrinha simbolizava o desejo de "boa sorte" e proteção aos pilotos que comandariam a máquina.
Na data da foto, a região ainda era muito rural e descampada, o que explica o solo de terra batida que vemos na imagem restaurada. O Nova Era se consolidou como um bairro residencial muito tempo depois, acompanhando o desenvolvimento industrial da Zona Norte.
Miguel Luiz Detzi: Nome de destaque na história da cidade, muitas vezes associado a cargos de liderança e ao desenvolvimento local. Sua presença como recebedor das flores reforça a importância institucional do evento.
Senhorita Jardelina: Atuando como madrinha, ela representava a face social do evento. Ser escolhida como madrinha de um avião era uma honraria reservada a jovens de famílias influentes ou ligadas à diretoria do Aero Clube.
Curiosidade Visual da Foto
Os homens majoritariamente de terno e gravata, mesmo sob o sol, e o estilo militar dos uniformes da aeronáutica da época.
O detalhe da hélice de madeira e o revestimento de tela (comum em aviões leves daquele período) dão o tom da tecnologia disponível em Novembro 1948.
Fotografia Extraída da Revista o Lince
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
772
Redação do jornal - O Pharol
O jornal O Pharol foi um marco absoluto na história da imprensa mineira e brasileira, sendo considerado o principal veículo de comunicação de Juiz de Fora entre o final do século XIX e o início do XX.
Foi fundado em 1866, tornando-se um dos jornais mais longevos e influentes do estado.
Ganhou o apelido de "O Pharol de Minas", pois servia como referência política e literária para toda a província, rivalizando em importância com os jornais da então capital, o Rio de Janeiro.
Sua redação e oficinas funcionavam em um prédio histórico em Juiz de Fora, muitas vezes representado em fotos de época como um ponto central da vida social urbana.
O jornal foi um forte defensor da abolição da escravidão e teve um papel fundamental na transição política para a República no Brasil.
Contava com a colaboração de grandes intelectuais e políticos. 
Nomes como Rui Barbosa e Joaquim Nabuco tiveram textos publicados em suas páginas.
Foi um dos primeiros jornais da região a adotar tecnologias modernas de impressão para a época, como as rotativas, o que permitia uma grande tiragem para atender aos leitores do interior de Minas.
O jornal circulou até meados da década de 1930 (com algumas breves interrupções e mudanças de nome ao longo dos anos).
Atualmente, as edições históricas de O Pharol são peças raras e fundamentais para pesquisadores. 
Grande parte desse material está digitalizada e disponível para consulta no Arquivo Histórico de Juiz de Fora e na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.
O casarão amarelo e verde que você viu na imagem restaurada, com o nome "O PHAROL" em destaque, ilustra como essas sedes de jornais eram imponentes e centrais para a identidade da cidade. 
Fotografia Extraída do Álbum do Município de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
771
Redação do Diário Mercantil 
O Diário Mercantil foi um dos jornais mais emblemáticos da história de Juiz de Fora, Minas Gerais, atuando como um importante registo da vida política e cultural da cidade durante grande parte do século XX.
Foi lançado a 23 de dezembro de 1912 e encerrou as suas atividades a 29 de novembro de 1983, após mais de sete décadas de circulação ininterrupta.
Foi criado por Antônio Carlos de Andrada e João Penido Filho, figuras proeminentes do Partido Republicano Mineiro (PRM). O jornal surgiu num contexto de disputa política, servindo inicialmente como órgão oficial do município.
Posteriormente, o jornal passou a integrar o grupo Diários Associados, de Assis Chateaubriand, juntamente com o Diário da Tarde.
A redação funcionou em locais icónicos do centro da cidade, incluindo um prédio na esquina da Rua Halfeld com a Rua Batista de Oliveira e, mais tarde, num edifício entre a Rua Santo António e a Avenida Rio Branco.
O jornal foi o maior da região em meados do século XX. Em 1964, por exemplo, cobriu de perto a marcha das tropas de Juiz de Fora em direção ao Rio de Janeiro durante o Regime Militar.
O seu encerramento em 1983 deveu-se a dificuldades financeiras da empresa em manter dois jornais em circulação. 
Atualmente, o seu vasto acervo fotográfico e as edições impressas são preservados pelo Arquivo Histórico de Juiz de Fora e pela UFJF, sendo fontes vitais para a memória da cidade.
Fotografia Extraída do Álbum do Município de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
770
Bairro Alto dos Passos
Patronato São José, O que era um "Patronato"?
Na época, o termo designava estabelecimentos destinados a abrigar, proteger e profissionalizar menores, (geralmente do sexo masculino). 
Diferente de um reformatório, o foco era:
Ensino básico e instrução religiosa, (frequentemente geridos por ordens católicas, como os Salesianos ou congregações locais).
Oficinas de marcenaria, sapataria, tipografia e alfaiataria eram comuns para que os jovens saíssem com um ofício.
Funcionava também como internato para alunos cujas famílias viviam longe ou não tinham condições de mantê-los.
A imagem revela detalhes importantes sobre a disciplina e a organização da época:
As crianças aparecem alinhadas e uniformizadas, o que era padrão para demonstrar ordem e igualdade social dentro da instituição.
O prédio de dois pavimentos com janelas simétricas e molduras brancas é típico das construções institucionais do início do século XX, projetadas para serem ventiladas e imponentes.
Na foto, há um nicho vazio, (ou moldura de altar), no centro do segundo andar, onde provavelmente ficava uma imagem de São José, o padroeiro dos trabalhadores e das famílias.
Essas instituições foram o braço direito do Estado em uma época em que não havia um sistema público de assistência social estruturado. 
O Patronato São José servia como um refúgio que evitava que crianças ficassem em situação de rua, oferecendo-lhes, além de teto, uma identidade através do trabalho.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira  
769
Presidente Epitácio Pessoa, em companhia de Arthur Bernardes e Raul Soares, visitando Juiz de Fora em 1922
Lançamento da pedra fundamental de uma suposta construção pública
Fundo Arquivo Público Mineiro.
Coleção: Artur da Silva Bernardes
Série: Governo de Minas
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
768
Bairro São Mateus 
Igreja de São Mateus 
Monsenhor Gustavo Freire foi uma figura central na assistência social de Juiz de Fora entre as décadas de 1940 e 1950. Além de seu papel na Igreja de São Mateus, ele era conhecido por liderar e apoiar obras de caridade voltadas para a saúde e o bem-estar de famílias carentes.
Contexto do Dispensário: Naquela época, os "Dispensários Infantis" eram braços fundamentais de assistência, focados no combate à mortalidade infantil e no fornecimento de leite e atendimento médico básico. O Monsenhor frequentemente visitava essas instituições para realizar batizados, celebrações e coordenar a distribuição de auxílios.
Provavelmente final da década de 1940 ou inicio da década de 1950.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
767
Bairro São Mateus 
Igreja de São Mateus 
Monsenhor Gustavo Freire e o Apostolado da oração em 29 de Junho de 1948.
O registro mostra o Monsenhor Gustavo Freire com membros do Apostolado da Oração da Igreja de São Mateus.
Humberto Ferreira Comentou: Rita de Andrade Santos, (Avó), na primeira fileira em pé, logo atrás do Monsenhor.
Maria José A. Santos (tia): segunda da esquerda para a direita.
Tia Zaira: na última fila em pé, a mais alta da esquerda para a direita.
Tia Zilah: posicionada no meio da foto, na direção do Monsenhor Gustavo Freire.
O Monsenhor Gustavo Freire foi uma figura central na Paróquia de São Mateus, sendo responsável por grande parte da estruturação da comunidade na metade do século XX.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira 
766
A explosão, nos paióis da FEEA
Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, uma tragédia, em Juiz de Fora, dividiu as manchetes dos jornais com as notícias do campo de batalha na Europa. Foi a explosão, nos paióis da FEEA - Fábrica de Espoletas e Armamentos - localizada em Benfica. O acidente tirou a vida de muitos e mutilou outros tantos trabalhadores da cidade. Ao todo, foram 14 mortos, além de vários feridos gravemente, naquele que foi, sem dúvida alguma, a maior tragédia já registrada em Juiz de Fora nestes 150 anos. A explosão levou para os ares os galpões da FEEA e foi ouvida em quase todo o município. Além disso, chegou a quebrar vidraças de casas no centro da cidade, numa distância de mais de 15 quilômetros do local da explosão. Como era época da Guerra Mundial, chegaram a falar em sabotagem, espionagem. Mas, na realidade, nunca se apurou se isto era realmente verdade ou não. O sepultamento dos 14 mortos aconteceu no Cemitério Municipal e, literalmente, parou a cidade. As pessoas que testemunharam o fato ainda se lembram, nos dias de hoje, da tristeza que se abateu sobre a população. Aquelas que trabalhavam na FEEA, naquela época, chegam a chorar ao recordar este momento de tristeza da história de Juiz de Fora. Atualmente, no local, está sediada a fábrica da Imbel, que passa por alterações trabalhistas, podendo, inclusive, ser privatizada.
Foto foi tirada em 07 de março de 1945, no interior da atual IMBEL
Nesse dia estava sendo inaugurado um obelisco como monumento em homenagem às 13 vítimas fatais da explosão ocorrida no ano anterior na antiga Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército - FEEA
Essa foi a maior tragédia da história de Juiz de Fora.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Maria José Silvério De Assis Silvério 
765
Colégio Stella Matutina, (Demolido).
No final da década de 1920, o colégio já era uma referência na educação feminina em Juiz de Fora. 
A instituição foi fundada por religiosas da Congregação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo.
O prédio imponente, que você possivelmente vê em fotos da época, é um marco da arquitetura educacional da cidade. 
Em 1927, Juiz de Fora passava por diversas obras de infraestrutura, incluindo melhorias em bondes e iluminação, o que facilitava o acesso a colégios localizados em áreas centrais.
Naquela época, o colégio oferecia desde o ensino primário até cursos voltados para a formação de normalistas, (professoras). 
A disciplina e a formação religiosa e moral eram pilares do ensino.
Alunas de diversas partes da região e até de outros estados estudavam lá, muitas vezes em regime de internato. 
O colégio era um ponto de encontro da elite intelectual e social da época.
Data Provável 1927/1928
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
764
Pedra Fundamental do Ginásio do Sport Clube Juiz de Fora
Ocorreu em setembro de 1958.
A cerimônia de lançamento aconteceu em setembro de 1958, marcando o início simbólico da construção da praça de esportes coberta do clube.
O espaço foi nomeado Ginásio Francisco Queiroz Caputo, em homenagem ao histórico dirigente que presidiu o Sport Club por 55 anos e entrou para o Guinness Book como o dirigente que por mais tempo comandou um clube esportivo.
Existem registros raros deste evento feitos pelo fotógrafo Bastos Barreto. 
Nas imagens da época, é possível avistar casas da Rua Maria Perpétua e, ao fundo, o bairro Bairú e a Escola Estadual Francisco Bernardino.
A construção da quadra poliesportiva do ginásio teve continuidade ao longo da década de 1960. 
Antes da construção deste ginásio, o clube já havia inaugurado uma quadra poliesportiva em 1940, destinada à prática de vôlei e basquete.
O ginásio faz parte do complexo esportivo do Sport Club Juiz de Fora, localizado na Avenida Barão do Rio Branco, uma das principais vias da cidade.
Este marco faz parte de uma série de grandes obras na história do "Verdão da Avenida", que incluem também a inauguração da primeira arquibancada coberta de Minas Gerais (1916) e a primeira piscina suspensa da América do Sul (1938).
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
763
A Antiga Igreja e a "Igreja Atual"
A devoção começou no século XIX, no então chamado "Morro da Gratidão" (hoje Morro da Glória). O terreno foi cedido por Mariano Procópio em agradecimento à cura de sua esposa.
Em 1894, os padres e irmãos Redentoristas holandeses chegaram a Juiz de Fora para atender os colonos alemães. Eles assumiram a pequena capela original.
A antiga capela foi destruída por um incêndio em 1923. A igreja atual, que vemos hoje, foi inaugurada em 1924. Ela foi projetada pelo Irmão Redentorista Veremfrido Vogels e é famosa por seu estilo neogótico e neorromânico.
Embora a paróquia seja administrada pelos Padres Redentoristas, ela é um centro nevrálgico do Movimento de Schoenstatt em Juiz de Fora.
As "Irmãs de Maria de Schoenstatt" pertencem a um Instituto Secular fundado pelo Padre José Kentenich na Alemanha.
Elas são conhecidas por difundir a devoção à Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Muitas gerações de fiéis da Glória cresceram sob a orientação espiritual e o trabalho pastoral das irmãs, especialmente na catequese e na formação de famílias.
Foi na Paróquia da Glória que o movimento da "Mãe Peregrina" ganhou muita força na cidade, levando as pequenas capelinhas de madeira para dentro das casas dos moradores.
Além da igreja monumental, o local guarda outros tesouros históricos:
Localizado logo atrás da igreja o Cemitério, é um dos mais antigos da cidade e possui uma ala luterana (para os colonos alemães) e uma católica.
Um trabalho social histórico realizado pela paróquia que atendeu a população carente por décadas.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Arquivo da Biblioteca Redentorista
762
Casa de Anita Garibaldi
Avenida Barão do Rio Branco - 1262
A Associação Cultural e Beneficente Ítalo-brasileira Anita Garibaldi (“Casa de Anita”) tem suas raízes fincadas em Juiz de Fora desde o início do século passado. Originada da fusão com a Associação Beneficente dos Irmãos Artistas, que tinha como principais finalidades socorrer seus associados nos casos de doenças, invalidez e auxílio aos necessitados, a entidade tem um histórico de beneficência.
Seu prédio sede, localizado à Av. Barão do Rio Branco, 1262 Juiz de Fora – MG) foi construído em 1925 pela firma de Jacob Kneip, segundo as premissas do estilo eclético, com fortes influências compositivas do repertório italiano. Sua inauguração deu-se em 17 de outubro de 1926, comemorando, hoje, 86 anos.
Com o fim da Associação Anita Garibaldi, em fins dos anos 60, sem causas conhecidas, o prédio foi praticamente abandonado. Em 1993 surge a “Casa de Anita”, constituindo-se uma nova diretoria da Associação e sendo reaberta ao público. Tinha por finalidade promover eventos culturais como shows, cursos, palestras, apresentações teatrais, caracterizando-se como um espaço aberto às diversas manifestações culturais.
O edifício foi tombado em 1999 (Decreto: 6466/16.06.1999), e a Associação recebeu Moção de Aplauso em 29/10/2010 (nº0254/2010).
Colaboração: Luciana Scanapieco
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
761
Projeto para a sede do Club Juiz de Fora de autoria de Rafael Arcuri de 1917
Foto extraído do livro Ornamento, Ponto e Nó de autoria de Marcos Olender, Pagina 221, Figura 192.
Editora: Universidade Federal de Juiz de Fora (FUNALFA), 2011.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
760
Praça Almirante Tamandaré
Atualmente Praça CEU
Uma rara publicação que tenho em minha biblioteca é o "ÁLBUM DO PRIMEIRO CENTENÁRIO DE JUIZ DE FORA", publicado no início dos anos 50.
A publicação traz 305 figurinhas/fotos de personalidades, lugares, igrejas, monumentos, escolas e outras imagens da cidade naquele momento
Uma delas é a que publico:a praça Almirante Tamandaré (erroneamente chamada no álbum de "Praça Rio Branco") onde foi construída a Praça C.E.U., em Benfica/Araújo, FEEA.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Vanderlei Dornelas Tomaz 
759
O cinema Polytheama foi contemporâneo do Cine-Theatro Paz.
Foi inaugurado no dia 05 de novembro de 1910 e era um simples barracão forrado de zinco, em forma de circo e acomodações precárias, com capacidade para 1500 espectadores, montado num terreno onde antes havia um velódromo, ou seja, um local de corridas de bicicletas bastante popular no início do século XX.
O cinema tinha a forma oval, que não apresentava nenhum conforto. Exibia filmes e espetáculos diversos.
Na edição nº 4347, no dia 04 de outubro de 1910, o Jornal do Comércio noticia, em uma pequena coluna, uma pequena nota noticiando a exibição de filmes dentro da sede do jornal, numa ação conjunta com a Sociedade Nacional de Agricultura.
Em 1895, Francisco Valladares era redator-chefe do Jornal do Comércio, a publicação diária de maior circulação no Estado de Minas Gerais. A sede do jornal era na rua Halfeld, nº 119, e tinha também sua representação na cidade do Rio de Janeiro, então Estado da Guanabara, no 1º andar do edifício localizado na rua da Alfândega nº 86.
Tratava-se de homem influente e politicamente forte de MG
O cinema concorria com os mais diversos gêneros de entretenimento. Eram comuns, àquela época, as corridas de touros e atrações como o popular Toureiro Periquito do Circo Universo.
No dia 02 de outubro de 1910, o Jornal do Comércio diz em nota, na coluna “onde se diverte”, que o Circo Pathé teria a exibição de filmes d´arte.
Em 1926, o Polytheama foi vendido pelo Deputado Francisco Valladares, o Chico Labareda, cacique de Juiz de Fora, que viria a ser o primeiro presidente da Companhia Central de Diversões (fundada um ano depois), para ser demolido e dar lugar à construção de “uma casa de espetáculos à altura das necessidades de Juiz de Fora”.
O fechamento do Polytheama aconteceu no dia 30 de março de 1929. (FRMG)
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/polytheama/ 
758
O Futebol nasceu em Juiz de Fora?
Alertado por um amigo, reproduzo dados de matéria publicada em 2015, que antecipa em dois anos a realização do primeiro jogo no Brasil
Escola de Minas Gerais tem registro de futebol antes da chegada de Charles Miller.
Sim, boquiaberto (a) leitor (a), documentos encontrados nos arquivos do Instituto Metodista Granbery, de Juiz de Fora (MG), atestariam que houve uma partida de futebol no dia 24 de junho de 1893 entre alunos daquela instituição, portanto dois anos antes do jogo que é considerado o primeiro da história do esporte no Brasil, entre funcionários da Companhia de Gás e da São Paulo Railway, em 14 de abril de 1895.
Ilustração: FP Rodrigues
Exclusivo Site: Luiz Ruffato
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Extraído do Facebook do prezado amigo Carlos Alberto Xavier De Vilhena 
757
Grupo de alunos do Colégio Lucindo Filho que funcionou na Rua Paleta 159
Atualmente Doutor Constantino Paleta
Na parte de baixo da foto nos temos o vice - diretor Carlos Machado ao lado de alunos
No andar de cima vemos Machado Sobrinho com sua primeira esposa, D.Anna Cândida Alves Machado e filhos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Coordenador: Helio Noronha Filho
Acervo: Memorial Machadense
756
A antena da TV Industrial foi a primeira em formato helicoidal da América do Sul. O projeto foi uma inovação técnica para a época (anos 60). Embora o plano original fosse construí-la em concreto, ela foi executada em metal vazado para garantir que a estrutura resistisse aos fortes ventos no topo do morro.
O edifício sede, que ainda está lá (embora em estado de abandono), é uma joia da arquitetura modernista brasileira. Projetado pelo engenheiro Armando Favato, o prédio tem um formato elíptico e helicoidal que parece "desenrolar" do solo em direção ao céu, culminando na torre.
O projeto integrava tudo em um só lugar: estúdios, auditório, redação e a própria torre de transmissão.
A TV Industrial foi inaugurada em 29 de julho de 1964. Um fato histórico curioso é que, na cerimônia de inauguração, foi celebrada pela primeira vez no Brasil uma missa inteiramente em português, conduzida pelo Arcebispo Dom Geraldo Maria de Morais Penido, transmitida ao vivo para a cidade.
A emissora foi fundada pelos irmãos Geraldo, Gudesteu e Sérgio Mendes. Eles foram verdadeiros visionários, transformando Juiz de Fora na primeira cidade do interior do Brasil a ter uma geradora de imagens própria. Antes disso, para construir a sede, eles precisaram literalmente "abrir caminho", criando a estrada de acesso ao morro que hoje é usada por turistas e moradores.
A TV Industrial operou de forma independente até 1980, quando foi vendida e tornou-se a TV Globo Juiz de Fora (hoje parte da Rede Integração). Naquela época, a emissora já era pioneira também na transmissão colorida no interior de Minas.
Atualmente, o prédio é tombado como patrimônio histórico, mas sofre com o desgaste do tempo. A antena original, que no passado era muito mais alta e imponente, tornou-se um símbolo da "silhueta" de Juiz de Fora que muitos veem de qualquer ponto da região central.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
755
Fazenda do Juiz de Fora em Ruínas
Era Localizada na Avenida Sete de Setembro
A Fazenda do Juiz de Fora, (também chamada de Fazenda Velha), ficava exatamente onde mais tarde funcionou a famosa Boate Sayonara, na margem esquerda do Rio Paraibuna.
consequentemente da cidade — surgiu porque o seu proprietário original, o Dr. Luiz Fortes de Bustamante e Sá, detinha o cargo de "Juiz de Fora" (um magistrado nomeado pela Coroa Portuguesa para atuar onde não havia juízes locais).
Naquela época (século XVIII), não havia cidades, apenas matas e o Caminho Novo. 
Os tropeiros e viajantes usavam a fazenda como ponto de referência. Eles diziam: "Vou fazer uma parada lá no Juiz de Fora" ou "Nos encontramos na fazenda do Juiz de Fora". Com o tempo, o cargo do proprietário virou o nome da localidade.
O Casarão: Era um sobrado imponente de arquitetura colonial. Ele foi o centro administrativo e social da região por décadas.
Infelizmente, esse marco histórico foi demolido na década de 1940. No local onde ficava o casarão, foi erguida anos depois a construção que abrigou a Boate Sayonara, um ícone da vida noturna de Juiz de Fora no século XX.
Atualmente, nem a fazenda nem a boate original existem mais da forma como eram, mas o terreno permanece como o "marco zero" histórico da identidade juiz-forana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
754
A Diligência da Estrada União e Indústria em 1864 representa o auge da sofisticação do transporte terrestre no Brasil Imperial. Inaugurada em 1861 por Mariano Procópio, a estrada ligava Petrópolis a Juiz de Fora e foi a primeira rodovia macadamizada, (pavimentada com pedras compactadas), da América Latina.
Abaixo, detalho o funcionamento desse sistema de transporte no ano de 1864.
Em 1864, o sistema de transporte estava plenamente estabelecido. A viagem entre Petrópolis e Juiz de Fora (cerca de 144 km) durava em média 12 horas.
As diligências tinham uma média de 16 a 20 km/h, uma velocidade impressionante para a época, possível graças à pavimentação de alta qualidade.
A cada 15 a 20 quilômetros, havia uma Estação de Muda. Ali, as mulas cansadas eram substituídas por animais descansados em apenas alguns minutos, garantindo que o ritmo da viagem não caísse.
As diligências eram veículos importados, (muitas vezes dos EUA ou Europa), com suspensão de couro para absorver os impactos, divididas em classes (como a 3ª classe, que incluía escravizados ou trabalhadores que viajavam descalços).
O ano de 1864 foi marcante para a Companhia União e Indústria devido ao Decreto nº 3.325, de 29 de outubro. Este documento renegociou a relação da empresa com o Governo Imperial:
A Companhia assumiu responsabilidades maiores de conservação da estrada e dos ramais.
Foi em 1864 que se decidiu a fundação da Escola Agrícola União Indústria, (inaugurada anos depois), visando modernizar a lavoura na região.
A Companhia passou a ter o contrato de condução das malas do Correio para a Província de Minas.
A mais famosa das diligências da companhia era a Mazeppa. Embora tenha ficado célebre por transportar D. Pedro II na inauguração em 1861, ela continuava em operação (ou como reserva de luxo) em 1864.
Hoje, a Mazeppa é a única diligência original remanescente daquela frota e está preservada no Museu Rodoviário, em Levy Gasparian (RJ).
A rotina das diligências nesse período foi eternizada pelo fotógrafo Revert Henry Klumb. Em 1864, ele já estava produzindo as imagens que comporiam o famoso guia "Doze Horas em Diligência". Suas fotografias mostram as estações, as curvas sinuosas da estrada e os passageiros da época.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Mauricio Lima Corrêa
753
Bondes em Juiz de Fora
Em 1880, Félix Schimidt e Eduardo Batista Roquete Franco, assinaram um contrato com o Governo Provincial para a construção e uso de uma linha Férrea para Bondes
Eles construíram a Companhia Ferro Carril Bondes de Juiz de Fora
A cidade foi a primeira de Minas Gerais a ter Bondes, em 1881, foi inaugurada a primeira linha com tração animal
O trajeto era: Rua do Imperador, Halfeld, Rua do Comércio, Espírito Santo e Rua Direita.
Em junho de 1906, começa a circular os primeiros Bondes elétricos trazidos pela Companhia Mineira de Eletricidade
Os Bondes pararam de circular no dia 09 de abril de 1969, e alguns poucos foram doados para clubes e escolas
Um dos Bondes que fazia a linha São Mateus e outro que transportava crianças para o jardim da infância foi levado para o Parque da Lajinha
Em 1988, estes bondes foram declarados de interesse cultural para o Município
Ponto final do Bonde em 1960 - entre a Avenida Barão do Rio Branco, Rua São João e Rua Santa Rita.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
752
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Machado Sobrinho ao fundo com seus alunos do curso de datilografia
Escola Remington que funcionava no Instituto Comercial Mineiro
Atualmente Fundação Educacional Machado Sobrinho
Década de 1920
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Coordenador Hélio Noronha Filho
Acervo: Memorial Machadense 
751
Construção da FEEA Atual IMBEL
Vista do prédio principal
Quase concluído e os pavilhões das futuras linhas de produção
em construção em 1937
Em 16 de Fevereiro de 1939 após a conclusão dos trabalhos de construção e organização foi extinto o Conselho de Administração, ficando o dia 1º Janeiro de 1939 como o início oficial da F.E.E.A como
Organização Militar, com vida econômico-financeira regida por
agentes executores diretos, tudo de acordo com o artigo 21 do então Regulamento de Administração do Exército.
Com o aviso do Ministro da Guerra de 15 de Abril de 1939, os Estabelecimentos Fabris
do Exército passaram a ser distinguidos pelo respectivo locativo, e assim a F.E.E.A.passou a ter a denominação de Fábrica de Juiz de Fora (FJF).
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Fotografia: Arquivo Imbel JF
Texto Fonte: http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/IMBELJF.pdf V
750
Veiculo da Companhia Mineira de Eletricidade
A companhia foi de extrema importância para a industrialização de Juiz de Fora que, no início do século XX, era a cidade mais rica e industrial de Minas.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: wawiltonaraujo
749
Jose Weiss Futuro Proprietário da Cervejaria Jose Weiss Com 8 Meses de idade em 1916
Foi um dos maiores empresários, que sem duvida que a cidade de Juiz de Fora possuiu e muito contribui para o crescimento da mesma.
Nelson Weiss, (In Memoriam), Filho de Jose Weiss comentou: Poxa Mauricio, esta nem eu tenho, legal.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
748
Ultima Viagem do Bonde em 10 de Abril de 1969
Gilson Costa comentou: Dia de péssima lembrança.
Abriram mão de um meio de transporte de suma importância para a população, em nome do famigerado progresso.
Com certeza os mais jovens não têm ideia da importância dos Bondes naquela época.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
747
Bairro de São Mateus
O Ginásio Bicalho foi fundado em 7 de janeiro de 1911. Seus fundadores foram o Capitão Torquato Bicalho e sua esposa, Dona Áurea Gregorina Bicalho.
Dona Áurea Bicalho: Foi a primeira diretora e uma figura extraordinária. Intelectual negra de destaque em uma época de imenso preconceito, ela foi uma educadora respeitadíssima, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora e homenageada diversas vezes pela sua contribuição à cultura e educação mineira.
O colégio funcionava no bairro São Mateus, na Rua São Mateus, entre as ruas Coronel de Barros e Pedro Escapim.
O prédio possuía uma arquitetura imponente para a época, com características que remetiam ao estilo neoclássico simplificado, comum em grandes casarões e escolas do início do século XX.
Diferente de muitas escolas da época que eram confessionais (ligadas à Igreja), o Ginásio Bicalho era uma instituição particular que se destacava pela qualidade do ensino secundário. Ele preparou gerações de jovens juiz-foranos para o ingresso em faculdades e para a vida pública.
Infelizmente, o prédio original do Ginásio Bicalho foi demolido. 
A demolição é frequentemente citada por historiadores locais como uma perda significativa para o patrimônio arquitetônico da cidade.
Próximo à área onde ficava o ginásio, no próprio bairro São Mateus, existe a Rua Engenheiro Bicalho. 
Embora o nome da rua homenageie o engenheiro Francisco Bicalho (que trabalhou na Comissão Construtora de Belo Horizonte), o sobrenome Bicalho é profundamente ligado à identidade dessa região do bairro devido à antiga presença do colégio.
Carteiras Escolar do Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
746
Bairro Fabrica
Companhia Cervejaria Weiss
Fundada em Primeiro de Setembro de 1876
Rua Bernardo Mascarenhas
Nelson Weiss comentou: Meu Pai assumiu a Fabrica em 1947
Data provável década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).
745
A Estação de Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG), é um marco fundamental da história ferroviária brasileira. 
Inaugurada em 20 de novembro de 1876 pela Estrada de Ferro Dom Pedro II (que se tornaria a Central do Brasil em 1889), ela originalmente se chamava Estação de Rio Novo. O nome foi alterado em 1881 para homenagear o Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage, o idealizador da Rodovia União e Indústria e diretor da ferrovia, que havia falecido anos antes.
A estação operava com bitola mista (três trilhos). Isso ocorria porque ela servia de ponto de integração entre duas ferrovias com padrões técnicos diferentes:
Bitola Larga (1,60m): Da Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.
Bitola Estreita (1,00m): Utilizada pelo ramal que partia dali em direção a Bom Jardim de Minas, operado inicialmente pela Viação Sapucaí (que depois se tornaria parte da Rede Mineira de Viação - RMV).
A foto que estamos trabalhando (do Álbum de Juiz de Fora de Albino Esteves, 1915) registra exatamente esse momento, mostrando os trilhos extras e, curiosamente, os bondes elétricos que passavam ao lado da estação, na Rua Mariano Procópio.
A estação não era apenas um ponto de carga; ela ficava estrategicamente próxima à Villa Ferreira Lage (hoje o Museu Mariano Procópio). No início do século XX, a área era um polo industrial e cultural, com fábricas de tecelagem e a proximidade do primeiro museu de Minas Gerais.
Com o tempo, o entroncamento para Bom Jardim de Minas foi deslocado para o norte (Benfica), e a bitola métrica foi retirada. A estação continuou atendendo passageiros, especialmente o famoso trem de subúrbio conhecido como Xangai, que ligava Matias Barbosa a Benfica. O serviço de passageiros foi extinto em 1996.
A cobertura metálica da plataforma (gare), que aparece na sua foto original, era considerada única em toda a Linha do Centro. Infelizmente, essa estrutura foi destruída por um acidente com um trem de carga em 2004 e não foi reconstruída durante as restaurações recentes do prédio.
Fotografia do Álbum de Juiz de Fora, Albino Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
744
Vista Aérea
Curva do Lacet
Ainda não existia o Bairro do cascatinha o acesso a 040, Shopping 
Paulo Medeiros Comentou: Bairro Cascatinha.
Atualmente temos a direita, o shopping Independência, no final da curva vista. Independência, Ascomcer e o Hospital Monte Sinai.
João Paulo Vieira comentou: Bairro Cascatinha ao fundo, curva do Lace à direita, Clube Cascatinha abaixo.
Luis Sergio Lucio Comentou: Legal, Os primeiros prédios do Bairro Cascatinha.
Marcos Kopschitz Xavier Bastos Comentou: Até meados da década de 70, 1976 certamente, o local era vazio. O loteamento que veio a ser o Bairro Cascatinha é de entre final dos 70 e início dos 80.
Pode ser vista a Curva do Lacet, construída para o novo acesso à UFJF (74 ou 75), hoje em frente à entrada principal do Shopping Independência, assim como a Av. Paulo Japiassu Coelho.
Como o bairro já está um pouco ocupado, mais provavelmente inicio dos anos 80.
Mais algumas observações interessantes sobre a foto.
Uma das primeiras ocupações foram os conjuntos habitacionais que se
destacam. À época, julgou-se que poderiam atrapalhar o desenvolvimento do bairro, o que acabou por não ocorrer.
O espaço entre a Curva do Lacet e um dos conjuntos é onde hoje está o Hospital ASCOMCER.
Abaixo da curva, à esquerda, o Salão Cristal do Clube Cascatinha.
Um "lacet", ou laço, é uma obra de engenharia rodoviária utilizada para se ganhar elevação de nível. Ficou o nome.
Provavelmente Final da década de 1970 ou Início da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
743
Vista interna da Capela do Colégio Stella Matutina
As Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo fundaram, em 08 de Setembro de 1902, a primeira casa da Congregação no país: o Colégio Stella Matutina.
A instituição funcionou primeiro em um antigo sobrado branco, em frente à Santa Casa de Misericórdia.
As primeiras aulas tiveram início em janeiro de 1903 e incluíam trabalhos manuais, estudos de música e pintura ministrados pelas irmãs. O Colégio funcionava em regime de internato e externato feminino.
Em 1905 o Colégio, com mais de 100 alunas, passou a funcionar em outra construção antiga, perto da Catedral Metropolitana. Em 1916, começou a atuar na formação de professores e foi equiparado à Escola Normal Modelo de Belo Horizonte.
No ano seguinte, no dia 08 de setembro de 1917, foi inaugurado um novo prédio na Avenida Independência.
O Stella funcionou normalmente neste local até a década de 70, quando parte do terreno foi desapropriado.
A medida fez com que a Avenida Independência dividisse o Colégio ao meio, passando no meio do pátio.
Para solucionar o problema e não interromper as atividades letivas, foi construída outra casa, onde hoje funciona Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html...
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo dos municípios brasileiros 
742
Fotografia Histórica
Vista Panorâmica do arraial de Matias Barbosa
Prédio onde Tiradentes pernoitou e capela onde fizeram orações quando foram enviados para o Rio de Janeiro para serem Justiçados
Marcelo Pascoalini comentou: Tem muita história nessa imagem...Dá pra imaginar quantas vezes Tiradentes passou e rezou nessa capela? Imaginem o sofrimento dos inconfidentes quando pernoitaram no casarão e rezaram nessa capela....Conseguem ouvir o som ensurdecedor dos cavalos de Duque de Caxias e sua tropa quando passaram por ali, durante a revolução de 1842?
É muita história!!!
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
741
Bairro São Mateus
Rua Chanceler Oswaldo Aranha
Berenice Bisaggio comentou: Nesta casa onde morei funcionou o consulado de Itália pois o meu avô era o vice- cônsul.
Não sei a época. Foi nossa até 1986
José Eduardo Araújo comentou: Esta foto é da época que o logradouro era chamado de Rua Itália, que depois da segunda guerra passou para o nome de Rua Chanceler Oswaldo Aranha
Gianne Bispo comentou: Essa é a Rua do bigode
A casa era da família dessa amiga, os Bisaggio numero 119
Atualmente, segundo ela, existe aquele prédio branco de 3 andares localizado ao lado do Sesc
Ao lado direito hoje tem outro prédio grande, mas ali era casa do Doutor Zaidan.
Eu lembro da casa do Zaidan porque morei no prédio branco há alguns anos
Provavelmente meados da década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Paula Bisaggio dos Reis 
740
Bairro São Mateus
Um Trecho da Rua São Mateus depois do Calçamento feito na Administração do Senhor Oscar Vidal.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
739
Bairro Santa Terezinha
Ponte sobre o Rio Paraibuna, (Ponte da Tapera).
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
738
Monumento de uma Águia Representando a Força Aérea Brasileira em 1948
Situa-se em frente à fábrica da IMBEL (Indústria de Material Bélico do Brasil) e ao lado da atual Praça CEU (Centro de Artes e Desportos Unificados).
Fica muito próxima à Avenida Juscelino Kubitschek (JK), a principal artéria que liga o centro de Juiz de Fora aos bairros da Zona Norte.
Homenagem à FAB: Historicamente, a praça abrigava um monumento de uma águia de bronze, inaugurado em 1948, representando a Força Aérea Brasileira. Devido ao seu valor histórico e ao risco de vandalismo, a peça original foi transferida para o interior das instalações da IMBEL para preservação.
Esta praça em Benfica também carrega a denominação em honra ao Pai da Aviação, reforçando a ligação da região com as forças militares e a história industrial.
Atualmente so Restou o Pedestal, a Águia foi retirada por seu valor financeiro por se tratar ser de Bronze, acredito que esteja guardada na Imbel.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
737
Industrial Mineira Foot-Ball Club 
Fundado em 1919
O Industrial Mineira Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade de Juiz de Fora (MG). O Tricolor Mariano Procópio e/ou “Campeão do Centenário” foi Fundado na quarta-feira, do dia 08 de Janeiro de 1919, por funcionários da Indústria de Fiação e Tecelagem Mineira.
A sua Sede e a Praça de Esportes, ficava localizado na Avenida dos Andradas, s/n, no bairro de Mariano Procópio, em Juiz de Fora. As suas cores (uma homenagem a bandeira da Grã-Bretanha): vermelho, azul e branco.
Em 1919, ingressou na Sub-Liga Mineira de Desportos Terrestres (SLMDT) de Juiz de Fora. Três anos depois, o Industrial Mineira foi campeão do Centenário do Campeonato Citadino de Juiz de Fora, em 1922. Nos Segundos Quadros se sagrou Tricampeão Citadino em 1922, 1923 e 1924. Nos terceiros Quadros ficou com o vice-campeão em 1923 (perdeu a final para o Sport Club Juiz de Fora por 3 a 1).  
Elenco do 1º Quadros – Campeão do Centenário de 1922: Durval Gama, Eduardo Xavier, Albino Amaro, Acyr, Alencar Martins, Guilherme Bragança, João Dore, João Acione, João Xavier, Francisco Gomes, Álvaro E. Varsal, Francisco José Lopes, Verydomar Bechtlufft, José C. Maranhas.
Foto rara do ano de 1928
FONTES: Pharol (MG) – A Noite (RJ) – Jornal do Commercio (RJ) – Site Toque de Bola – Museu Mariano Procópio – Livro “A Epopéia dos Vencedores” de Halber Alvim Pedrosa
Fotografia trabalhada e Restaurada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Cleber Franck Pessoa
736
A chegada da Estrada de Ferro Dom Pedro II, (que mais tarde se tornaria a famosa Central do Brasil), em território mineiro foi um divisor de águas na história do Brasil Imperial, marcando o início da integração de Minas Gerais com o porto do Rio de Janeiro de forma eficiente.
O Marco de 1º de Maio de 1869
Os trilhos cruzaram a fronteira entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais exatamente nessa data. O ponto de entrada foi a travessia sobre o Rio Paraibuna. A instalação do primeiro trilho em solo mineiro foi um evento de grande simbolismo, pois representava a vitória da engenharia sobre a Serra do Mar e a Mantiqueira.
A Chegada a Juiz de Fora (1875)
Embora os trilhos tenham entrado em Minas em 1869, a linha levou mais alguns anos para atingir os grandes centros urbanos da região.
A inauguração: A Estação de Juiz de Fora foi inaugurada em 16 de junho de 1875, com a presença do próprio Imperador Dom Pedro II.
Impacto Econômico: Antes do trem, o transporte de café e mercadorias era feito por tropas de mulas pela Estrada União e Indústria. O trem reduziu drasticamente o tempo de viagem e o custo do frete, consolidando Juiz de Fora como a "Manchester Mineira".
O Desafio da Engenharia
A "Pedro II" foi uma obra monumental para a época. Para chegar a Minas, foi necessário:
Vencer a Serra do Mar.
Construir o Túnel Grande, (Túnel 12), que na época foi uma das maiores obras de engenharia ferroviária do mundo.
Superar o desnível do vale do Rio Paraíba do Sul para o Rio Paraibuna.
De Dom Pedro II a Central do Brasil
Com a Proclamação da República em 1889, o nome da ferrovia foi alterado para Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB). Ela continuou se expandindo por Minas Gerais, atingindo cidades como Barbacena, Conselheiro Lafaiete e, eventualmente, ligando o Rio de Janeiro à nova capital, Belo Horizonte, e ao Rio São Francisco (em Pirapora).
O encontro com a União e Indústria
A ferrovia "matou" a primazia da Estrada União e Indústria, (a primeira estrada macadamizada do Brasil), que ligava Petrópolis a Juiz de Fora. Muitos dos acionistas da estrada de rodagem tiveram que se adaptar ou investir na própria ferrovia para não perderem seus negócios.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
735
Inauguração da primeira ponte do Ladeira em Novembro de 1911
Foto extraída da pagina Juiz de Fora da Depressão
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Envida por: Thaís 
734
Primeira sede da Região Militar de Juiz de Fora 
Pensão São Geraldo
Rua Espírito Santo, nº 1064. 
Humberto Ferreira comentou: Por último, ali funcionou a  Pensão São Geraldo de Ademar Baeta. 
Os filhos do Senhor Ademar e Dona Nair, Donos da pensão São Geraldo, Foram meus amigos.
Brincamos muito juntos ali na pensão.
Eram o Adalberto e Lilinho. 
Telefone era: 2390
Década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
733
Vista Panorâmica
Bairros Botanagua com o Vitorino Braga. 
Ao lado direto vê-se a antiga fábrica do Café Câmara e a esquerda a ponte da via ferra da Leopoldina. Bem ao fundo vê-se a Igreja de Nossa Senhora da Glória e o que tudo indica a foto foi tirada no Mirante São Bernardo.
Cássio Geovane Moreno Comentou:Em primeiro plano, vê-se a Avenida 07 de Setembro com a Rua Barão de Juiz de Fora(à direita) e, na sequência, vê-se tbm, as pontes da Leopoldina(primeiro) e da Benjamin Constant, (na foto ainda de madeira), com a própria Rua. O Bairro Mariano Procópio, está bem ao fundo da foto mais à esquerda, com difícil visualização do mesmo em 1925
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
732
Vista Panorâmica 
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Rua Espírito Santo.
Onde podemos observar a cadeia Municipal, castelinho da CEMIG, dentre outros, Juiz de Fora no início do Século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
731
Tiro de Guerra 17 em raid (marcha rápida) até a fazenda Salvaterra em 29 de Setembro de 1918.
O Tiro de Guerra 17 funcionava onde é hoje a Sopa dos Pobres
Rua Santo Antônio próximo a Rua Barão de Cataguases
A Fazenda Hotel Salvaterra ficava onde é hoje o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
730
Vista Aérea
De Fazenda a Bairro: A Evolução do Nova Era
Esta fotografia de 06 de novembro de 1937 captura o "vazio" que precedeu um dos bairros mais tradicionais de Juiz de Fora. 
É um registro do tempo em que a paisagem era dominada pela vida rural e por grandes projetos militares.
As Terras doadas: O terreno onde hoje pulsa o bairro foi doado ao Ministério da Guerra pelo Senhor Horácio Lemos, proprietário da Fazenda da Saudade e figura de destaque na economia local.
Na imagem, destacam-se as obras da FEEA, (atual IMBEL) e o Aero Clube de Juiz de Fora e o 4° GAC que não aparece na Fotografia, marcos que definiram a ocupação inicial daquela região.
A "Grota": Para quem viveu a época, como minha família que chegou em 1967, o local era carinhosamente chamado de "Grota".
Atualmente Nova Era ll.
O Nascimento do Bairro, (Anos 60) Embora a foto mostre apenas casas isoladas e caminhos de terra, o Bairro Nova Era tomou forma definitiva no início da década de 1960. 
Diferente de ocupações espontâneas, o bairro surgiu de um loteamento muito bem elaborado, com um traçado planejado que organizou o crescimento da região norte.
O Bairro Santa Cruz e Avenida Doutor Simeão de Faria: Olhando para a foto, é impressionante notar que o bairro Santa Cruz e a principal via de acesso atual, a Avenida Doutor Simeão de Faria, sequer existiam.
Onde hoje circulam os ônibus da Viação São Francisco, ficava a sede da fazenda e a criação de grande numero de gado holandês.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo Fotográfico: Vanderlei Dornelas Tomaz
729
Rua Halfeld
Inicio do Século XX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
728
Largo do Riachuelo
Saudoso Jardim da Infância Mariano Procópio
Demolido para dar lugar àquele ao Monumento das Forças Armadas, apelidado de Chapelão.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
727
Igreja da Glória que infelizmente foi consumida por incêndio
O padre Braz Delfino Vieira, CSsr, através de uma mensagem nos informa o seguinte:
"A construção da igreja da Glória dos Alemães começou 1878, e em 1879 foi solenemente consagrada (Tese de mestrado da Srta Paloma Rezende de Oliveira). Capelães: Frei Antônio Américo Hoffer Prags (1869 a 1883; Padre Roque Caetani (1883 a 1884) e Padre Adolfo Januska (de julho de 1889 até 19 de fevereiro de 1893 (data de sua morte).
Em 20 de fevereiro de 1904, assumiram os Redentoristas, sendo criado por Dom Silvério Gomes (bispo auxiliar De Dom Antônio Coreia de Sá e Benevides, bispo de Mariana, MG) o Curato de Nossa Senhora da Glória, no Morro dos Alemães."
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Texto: Padre Braz Delfino Vieira, Missionário Redentorista, da Paróquia Nossa Senhora da Glória.
Fonte: https://www.facebook.com/groups/194771340656735/?tn-str=*F
726
Avenida Barão do Rio Branco em 1934
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
725
Bairro Santa Luzia
Assim Nasceu o Bahamas uma das maiores empresas de Juiz de Fora e região que começou como um Botequim em Março de 1983.
O Supermercado Bahamas surgiu em março de 1983, em Juiz de Fora, por Jovino Campos Reis e Paulo Roberto Lopes, começando como um pequeno bar no Bairro Santa Luzia que, com o tempo e trabalho duro, se transformou em uma mercearia e, depois, em uma grande rede de supermercados, crescendo para outras regiões de Minas Gerais e se tornando uma das maiores redes do estado e do Brasil. 
Baú de Lembranças de 31 de Maio de 2007.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Tribuna de Minas
724
Maquinário bem delineado da maquina de fabricar a Coca-Cola 
Podia de ver o Maquinário pela a Avenida Barão do Rio Branco apenas por um vidro, era a alegria da garotada.  
A Fábrica era Localizada abaixo das Arquibancadas do Estádio Doutor José Procópio Teixeira,`(Estádio do Sport Club Juiz de Fora).
Provavelmente década de 1950
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pela Senhora Neyde Nascif.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Senhora Neyde Nascif 
723
Cartão Postal
Praça João Penido ou Praça da Estação como e conhecida popularmente, Casa Cruz Vermelha em 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia do livro "Sianinhas e Saudades: Armarinhos e Tecidos Tradicionais no Centro Histórico de Juiz de Fora".
722
Bairro  Mariano Procópio
Estação Ferroviária de Mariano Procópio
Antônio Nunes comentou: Este de branco logo na parte de baixo é meu pai, José Roberto da Silva Oliveira, que trabalhou na Central do Brasil por 46 anos
Fotografia de aproximadamente 1910.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Antônio Nunes
721
Locomotiva a Vapor, (Maria Fumaça).
Estação Ferroviária Central do Brasil mais conhecida como Praça da Estação
As locomotivas a vapor apelidadas de "camelo" foram as últimas a serem baixadas. Segundo registros, a 700, teria sido uma das últimas a serem baixadas. 
Mas já estavam relegadas a serviços secundários de manobras, na foto a "camelo" 712
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru 
720
Academia de Comércio
Frontispício outro aspecto
Fachada principal de um edifício
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
719
Academia de Comércio
Salão Nobre
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
718
Academia de Comércio
Parte do Laboratório de Química
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira.
717
Avenida Barão do Rio Branco - 179 em 1911
Esta é a casa onde Pedro Nava morou na Rua Direita No livro" Baú de Ossos", Nava se refere à casa de sua avó Maria Luísa, (Casada com Halfeld - Terceira esposa), como um sobrado na Rua Direita - 179 onde morou
Sua avó era proprietária de outras casas na Rua Direita que davam fundo para a atual Rua Santo Antônio A casa 179 pelo que se entende no livro do autor ficaria próxima do Largo Riachuelo e da Mecânica Mineira e a antiga Rodoviária Régis Bittencourt atualmente Cesama.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
716
José Eduardo Araújo comentou: Na frente de mãos nos bolsos Vice Prefeito Arlindo Leite, Dom Justino José de Santana primeiro Bispo Diocesano de Juiz de Fora.
Prefeito Adhemar Rezende de Andrade de mãos juntas. Atrás Professor Fernando de Paiva Mattos, Vereador Albertino Vieira e na parte superior direita Luiz Stheling, conhecido como Lambari e do seu lado Hipólito Caron publicitário dos Associados em Juiz de Fora As pessoas que consegui identificar
Começo da primeira Administração do Prefeito Adhemar Rezende de Andrade em 1955 até 1958.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz
715
Os Senhores Carlos Cruz, Bento Caldas, Carlos Becker, Oscar Meurer, Antônio Werneck, Joaquim G. da Silva, Rodolpho Freer, Reynaldo Fress, Francisco Faulhaber, Lindolpho Rocha, Franklin Santos, José Santos Silva, Pedro Krambeck, Nello Selmo Dei, Mario de Andrade, Balthazar Lins, Severo Dantas, Julio Lopes, Raul Pinheiro, Motociclistas que Tomaram parte na Excursão: Juiz de Fora a Petrópolis e de Petrópolis a Juiz de Fora.
Fotografia Tirada especialmente para a Revista Fon-Fon em Juiz de Fora 
Provavelmente na Rua Santo Antônio em Frente as escadarias da Igreja São Sebastião em 11 ou 12 de Outubro de 1913.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
714
Próximo à Praça da Doutor João Penido ou Praça da Estação
Possivelmente uma Greve Geral, Onde tivemos Intervenção da Força Pública, Policia Militar e bem como do Exército. 
O período viu o crescimento de uma classe operária emergente e, inclusive, movimentações e greves de trabalhadores que foram reprimidas na época.
Provavelmente meados década de 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
713
Imperou o comércio de calçados em Juiz de Fora, por décadas.
Uilmara Machado de Melo comentou: Quando o imigrante italiano Domênico Delmonte chegou ao Brasil, em 1880, jamais poderia imaginar que, no futuro, seus descendentes ocupariam um espaço tão marcante no comércio de Juiz de Fora.
Domênico Delmonte nasceu na pequena comuna de Arcole, na região de Vêneto, no norte da Itália e emigrou para o Brasil, em 1880, acompanhado de sua esposa Dona Natalina. Radicou-se em Matias Barbosa/MG e trabalhou na construção civil como pedreiro. Um de seus serviços foi a construção do muro do cemitério da cidade.
Seu filho, João Delmonte, nasceu em 1890 e, quando jovem, mudou-se para Juiz de Fora/MG, para trabalhar como operário na “Fábrica dos Ingleses” no Morro da Gratidão (atual Morro da Glória) e foi morar bem pertinho, na (atual) Avenida dos Andradas, nº 854, quase esquina com Rua da Glória. Enquanto labutava na fábrica, também aprendia com o pai a profissão de “Artesão Sapateiro”.
Quando tinha 31 anos de idade (1921), já casado com Dona Ana, se estabeleceu por conta própria na Rua Mariano Procópio, nº 1.510, fabricando e consertando sapatos masculinos e femininos, com destaque para o modelo Luiz VX, que era muito procurado à época. Fabricou, também, pederneiras para a infantaria do exército. Assim surgiu a Primeira Loja Delmont.
Os filhos de João Delmonte: Paulo, (1918), Romeu, (1920), Domingos, (1921), Fernando, (1925), Aristeu, (1927) e Benito, (1935) foram criados, literalmente, “atrás do balcão”, visto que, seguindo os costumes da época, a moradia da família se enleava com os negócios, no mesmo prédio.
Em 1938, João Delmonte transferiu os negócios para os filhos.
Três anos depois, Paulo, Romeu e Domingos alcançaram o centro da cidade com uma filial, à Rua Batista de Oliveira, nº 483.
João Delmonte, o sapateiro do Mariano Procópio, seus filhos e netos criaram mais de 40 empresas do ramo de calçados, em Juiz de Fora/MG, muitas delas em plena atividade e marcando forte presença no comércio da cidade, nesse início do século XXI.
A Família Delmonte sempre esteve à frente do comércio da cidade, no que diz respeito à técnica de vendas e inovações: foram os pioneiros a eliminar os degraus nas portas das lojas, na informatização comercial e adotaram o crediário com pagamento em carnês, logo que essa modalidade de vendas surgiu.
Fragmentos do Texto do Depoimento de Romeu Gerkem Delmonte.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Pedro Delmonte 
712
Estação Telefônica
Avenida Barão do Rio Branco em frente a Praça do Riachuelo 
Atualmente neste local o prédio da Oi.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
711
Rua Halfeld
Hotel Rio de Janeiro em 1915
Uma característica marcante deste hotel, que confirma a identidade na foto, são as estátuas de dois leões sobre os pilares do portão lateral/entrada. 
Este Hotel foi inaugurado em 07 de Julho de 1888 com um grande banquete presidido pelo Senhor Fonseca Hermes.
O Hotel era de propriedade do Senhor Gustavo Pereira da Cruz.
Era o local preferido da elite e de políticos. 
Registros indicam que hospedou presidentes da República e figuras importantes em visitas a Juiz de Fora, (algumas fontes citam visitas em 1904). O cartaz "TAVORA" pode fazer referência a alguma campanha política, (talvez Juarez Távora, o que dataria a foto mais para a década de 1920/30), ou um anúncio comercial local da época.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
710
A “Associação dos Cegos em Juiz de Fora” foi criada por um deficiente visual, Sr. LUIZ DE FREITAS e sua esposa. Residentes no Rio de Janeiro, vieram à nossa cidade com a intenção de fundar uma “Associação” para prestar assistência ao cego idoso e carente. Contou com o apoio de um grupo de pessoas de boa vontade e de renome na sociedade Juizforana.
Em 05/10/1939, foi eleita a primeira Diretoria, que passou a considerar esta data como a de fundação da Entidade.
Vencendo dificuldades financeiras, a primeira diretoria da Associação adquiriu uma pequena casa, em um ponto privilegiado da cidade, até hoje sede da Entidade. Depois de inúmeras alterações e aquisições de terrenos vizinhos, a casa foi ampliada, constituindo um patrimônio formado por dois prédios, um com quatro e o outro com seis andares, além de uma área de lazer. Com a ampliação da casa, foi ampliada também a assistência aos cegos, sendo admitidos deficientes de todas as faixas etárias.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
709
Companhia de Estrada de Ferro D. Pedro II
A Usina de Marmelos Zero foi idealizada por Bernardo Mascarenhas e construída pela CME, (Companhia Mineira de Eletricidade), sendo inaugurada em 05 de Setembro de 1889
Foi a Primeira Usina Hidro elétrica da América do Sul e inicialmente atendia somente Juiz de Fora e parte da Zona da Mata
Em 1980, foi incorporada pela CEMIG
A inauguração desta Usina veio se somar ao pioneirismo desta cidade que começou a ser escrito, primeiramente quando o Bandeirante Garcia Dias Paes traçou o chamado Caminho Novo que passava pela margem esquerda do Rio Paraibuna, que ligava o porto do Rio de Janeiro até a principal região mineradora (Vila Rica).
Ao logo deste Caminho, às margens do Paraibuna, foram erguidos pequenos povoados, como o Morro da Boiada, atual Bairro Santo Antônio, sendo locais de descanso dos tropeiros que passavam pela região
Foi através deste Caminho que efetivamente a História de Juiz de Fora se inicia
Juiz de Fora prosperou grandemente devido à cafeicultura; havia grandes fazendas de café que eram a base da economia local
Com a cafeicultura, novos investimentos foram trazidos para a cidade, como a Rodovia União Indústria, construída por Mariano Procópio Ferreira Lage e pela Companhia União Indústria
Com a inauguração desta Rodovia em 1861, ela trouxe consigo a mão de obra qualificada dos imigrantes; estes, após a conclusão da Rodovia, iniciaram o desenvolvimento do processo industrial da cidade, com a inserção de algumas fábricas
Posteriormente, com a construção da Estrada de Ferro “D. Pedro II” houve uma facilitação da comunicação entre a cidade e a Corte, que ficava neste momento no Rio de Janeiro
Outro beneficio da estrada foi a melhoria no escoamento da produção cafeeira da Zona da Mata Mineira até o porto do Rio.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
708
Bloco Carnavalesco Domésticas de Luxo 
Rua Halfeld no Carnaval de 1964
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
O bloco foi um dos mais tradicionais de Juiz de Fora e foi até declarado Hors Concours, (fora de competição), pelo ex-prefeito Itamar Franco, após vencer o carnaval da cidade diversas vezes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
707
Funcionou na Rua da Gratidão, (Morro da Gloria).
Atualmente Avenida dos Andradas.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
706
Cervejaria Kremer / Germania / Americana
Alguns exemplos de comércio estabelecidos em Juiz de Fora - MG, ainda nos permitem adentrar no ambiente que marcou esta parte da cidade, entre a segunda metade do século XIX e o início do XX.
Em 1867, nas imediações da Igreja da Glória foi fundada a filial da Cervejaria Augusto Kremer & Cia, uma das mais antiga fábrica de cerveja de Petrópolis - RJ, datada de 1858.
Construída num amplo terreno no Morro da Gratidão, na avenida dos Andradas (antiga Rua da Gratidão), adquirido à Cia. União e Indústria numa área desmembrada da Colônia Dom Pedro II (correspondente hoje aos terrenos do Jardim Glória, inclusive onde se situam as instalações do laticínio).
A fábrica Kremer era um local de lazer para os juizdeforanos, onde se realizavam festividades e banquetes.
Em 31 de agosto de 1876, na Cervejaria Augusto Kremer & Cia separam-se comercialmente matriz e filial, ficando Frederico Guilherme Lindscheid com a fábrica de Petrópolis que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja Nacional e Augusto Kremer com a fábrica de Juiz de Fora que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja e Águas Mineraes de Augusto Kremer & Cia.
Em 1878, com a morte de Augusto Kremer, seu sócio e gerente José Weiss decidiu deixar a fábrica que passou a ser dirigida pela viúva, que altera o nome para Cervejaria Germânia e amparada por bons auxiliares continua em crescente desenvolvimento.
A partir de 1914 passa a se chamar cervejaria Americana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira  
705
Cervejaria Kremer / Germania / Americana
Alguns exemplos de comércio estabelecidos em Juiz de Fora - MG, ainda nos permitem adentrar no ambiente que marcou esta parte da cidade, entre a segunda metade do século XIX e o início do XX.
Em 1867, nas imediações da Igreja da Glória foi fundada a filial da Cervejaria Augusto Kremer & Cia, uma das mais antiga fábrica de cerveja de Petrópolis - RJ, datada de 1858.
Construída num amplo terreno no Morro da Gratidão, na avenida dos Andradas (antiga Rua da Gratidão), adquirido à Cia. União e Indústria numa área desmembrada da Colônia Dom Pedro II (correspondente hoje aos terrenos do Jardim Glória, inclusive onde se situam as instalações do laticínio).
A fábrica Kremer era um local de lazer para os juizdeforanos, onde se realizavam festividades e banquetes.
Em 31 de agosto de 1876, na Cervejaria Augusto Kremer & Cia separam-se comercialmente matriz e filial, ficando Frederico Guilherme Lindscheid com a fábrica de Petrópolis que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja Nacional e Augusto Kremer com a fábrica de Juiz de Fora que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja e Águas Mineraes de Augusto Kremer & Cia.
Em 1878, com a morte de Augusto Kremer, seu sócio e gerente José Weiss decidiu deixar a fábrica que passou a ser dirigida pela viúva, que altera o nome para Cervejaria Germânia e amparada por bons auxiliares continua em crescente desenvolvimento.
A partir de 1914 passa a se chamar cervejaria Americana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira  
704
Avenida dos Andradas
Construção da Igreja Nossa Senhora da Glória, provavelmente em 1924.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia Extraída do Facebook de Edith Vaz de Araújo
703
Cartão Postal 
Rua São João Nepomuceno
É provável que ela tenha sido nomeada em homenagem a São João Batista, um santo popular, e tenha se desenvolvido junto com o crescimento da cidade de Juiz de Fora. A associação de comerciantes da rua foi fundamental para sua modernização e revitalização recente. 
Podemos ver ao Fundo Academia de Comércio.
Inicio do século
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
702
Primeira Capela que foi consumida por um incêndio e depois veio a ser Igreja da Glória.
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915 
Foto anterior a 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
701
Largo do Riachuelo 
Vista Fotográfica das cinco casas que pertenceu a Francisco Albino da Costa Freitas.
Eram Localizadas no Largo do Riachuelo, sendo quatro ligadas pela mesma Cumeeira, (Telhado).
E uma afastada do alinhamento do mesmo Largo em 21 de julho de 1896.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
700
Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ).
Bairro São Mateus
Rua Bairro São Mateus
Fundação da Maternidade: 1º de Dezembro de 1926.
Transformação em Hospital Geral: A partir de 2005, a instituição se tornou um hospital geral, mantendo a maternidade.
Atendimento: Oferece atendimento completo em diversas especialidades, incluindo maternidade, exames, pronto atendimento e cirurgias de pequeno, médio e grande porte. É referência em UTI Neonatal e cirurgias cardíacas em crianças.
O hospital é uma Organização Social de Saúde (OSS) sem fins lucrativos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
699
Família Imperial em Visita a Residência de Mariano Procópio Ferreira Lage em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria.
Ao Fundo o Jardim do atual Museu Mariano Procópio.
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
698
Família Imperial em Visita a Residência de Mariano Procópio Ferreira Lage em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria.
Ao Fundo o Jardim do atual Museu Mariano Procópio.
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
697
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo e foi feito 25 anos antes do que o Monumento da cidade do Rio de Janeiro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
696
Residência de Padres Redentoristas.
Provavelmente 1870/1890.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Redentorista
695
Cartão Postal 
Estrada de Ferro Central do Brasil, em Juiz de Fora em  de 26 de Dezembro de 1906.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Ferroviário 
694
Provavelmente em 1905 pois o mesmo foi inaugurado em 1906, 25 anos antes do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro e com isso afirmo que nossa cidade foi pioneira neste tipo de construção
O nome Morro do Imperador é uma homenagem ao Imperador Dom Pedro II que, em suas visitas a Juiz de Fora, sempre subia a montanha para, de lá, vislumbrar a cidade que se formava
São 25 metros de capela e torre e 3,75 metros de estátua.
Foi o comerciante e empreendedor Francisco Baptista de Oliveira que implantou pela primeira vez em solo nacional a ideia de ter uma imagem cristã abençoando a cidade sob seus pés
Ele faleceu prematuramente e não conseguiu ver o projeto concluído
A construção foi iniciada em 1902.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva 
693
O coronel Manuel Vidal Barbosa Lage foi Diretor da Estrada de Ferro Juiz de Fora-Piau, de 1881 a 1888
Vereador de 1881/1884
Pecuarista da Ribeirão da Boa Vista”, no distrito da cidade
Titular de Rua e de subúrbio na cidade
Investidor imobiliário.” (J. Procópio filho Gente Juiz Forana).
Além da fazenda de Ribeirão da Boa Vista, era proprietário das fazendas São Pedro, Monte Belo, Vale Maria e Quinta da Lage
Foi fundador e um dos organizadores da Companhia Estrada de ferro do Juiz de Fora-Piau
E ex-diretor da Companhia Ferrocarril Bondes de juiz de Fora
Faleceu em 24 de Maio de 1888
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
692
Rua Halfeld
Final do Século XIX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
691
Projeto do Jardim da praça Coronel Francisco Halfeld
Atualmente Parque Halfeld.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia: Louise Torga
Acervo: Arquivo Histórico de Juiz de Fora  
690
Cartão Postal 
Parque Halfeld 
Biblioteca Municipal, (Demolida).
A criação de uma biblioteca pública em Juiz de Fora foi proposta em 1888, pelo vereador Fonseca Hermes e inaugurada oficialmente em 28 de dezembro de 1897, no prédio da Câmara Municipal.
É considerada a instituição cultural mais antiga em funcionamento na cidade e no ano de 1982 recebeu o nome de Biblioteca Municipal Murilo Mendes em homenagem ao poeta juiz-forano.
A Biblioteca passou por diversas sedes até que, em 1996, instalou-se definitivamente no complexo do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, na Avenida Getúlio Vargas, 200, centro.
Em 2001 foi criada a Associação de Amigos da Biblioteca Municipal Murilo Mendes – AABIM – MM, que implementa ações para a revitalização dos serviços da Biblioteca.
Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/biblioteca/historia.php. Acesso em: jan. 2016.
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Desde a sua criação constitui-se como um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Situado entre as suas principais ruas - Halfeld, Marechal Deodoro e Av. Barão do Rio Branco - pode ser considerado, além de área de lazer, um centro político e religioso da cidade.
Com o nome de Largo Municipal, foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome de Juiz de Fora. A área foi adquirida pela Câmara Municipal, em 1854, do engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e nessa época o parque não contava com calçamento.
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e a segunda intervenção urbanística aconteceu em 1901, quando o Largo Municipal foi completamente remodelado pela Cia. Pantaleone Arcuri e Spinelli com o financiamento de Francisco Mariano Halfeld, filho do engenheiro Henrique Halfeld , passando, em virtude disso, a chamar-se Parque Halfeld.
Fizeram levantamento de canteiros, abertura de ruas, fechamento de outras, um pavilhão central, uma casa para o guarda do jardim, repuxos, lagos, pontes e casas rústicas, reforma do gradil, entre outros. O pavilhão, construído em estilo eclético, foi mais tarde sede da Biblioteca Municipal.
Novas reformas paisagísticas aconteceram durante as décadas de 50 e 60 tendo a última ocorrido em 1981, quando o Parque Halfeld teve diversas árvores derrubadas e sua área de terra e areia substituídas por novos passeios de pedra portuguesa. Os únicos elementos remanescentes do projeto de 1901 são a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu e o lago.
O Parque foi tombado pela Prefeitura em 29 de dezembro de 1989.
Disponível em: http://pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/parque_halfeld.php.
Provavelmente década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
689
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Parque Halfeld
Inauguração da Sede da Segunda Biblioteca Municipal, Pois a Primeira foi Demolida.
Discurso do Doutor João Penido Filho em Outubro de 1934.
Esta também Demolida no Final dos anos de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira
688
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Era localizada no interior do Parque Halfeld.
A Biblioteca Municipal foi redesenhada pelo arquiteto Raphael Arcuri, em estilo art-déco, sendo inaugurada em meados da década de 1930. 
Não há informações precisas de quando esta edificação foi demolida. "Era um prédio lindo, com arquitetura que tinha arabescos e remetia à cultura árabe", Demolida antes desta que esta na Fotografia!
Como disse anteriormente demolida no final da década de 1960.
Ainda encontramos elementos da época da inauguração, como as pontes com corrimão em formato de árvore, algumas estátuas, o monumento que antes ficava na frente e agora fica próximo à Igreja de São Sebastião na Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
687
Vista Panorâmica 
Parece irreconhecível, mas está é a Manchester Mineira
Podemos ver o Parque Halfeld “pelado”, tendo o prédio da Câmara ao lado e a Igreja de São Sebastião.
A atual Avenida Barão do Rio Branco, a Rua Halfeld, mais embaixo, (descendo), e a antiga Rua da Imperatriz , atualmente Presidente Getúlio Vargas.
Provavelmente em 1900.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Arquivo Público Mineiro
686
Exposição de costuras, trabalhos manuais e quadros de contabilidade do Instituto Comercial Mineiro em 1919.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
685
Avenida Barão do Rio Branco
Administração Municipal Prefeito Itamar Franco
Derrubada do terminal central dos Bondes próximo do Parque Halfeld
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração pública cometeu, com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S.
Final da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
684
Interior da Casa da América em 1917
Localizada na  Rua Halfeld - 657
Era especializada em ferragens e louças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
683
Localizada na  Rua Halfeld - 657
Era especializada em ferragens e louças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
682
Histórico da Catedral Metropolitana
A primeira capela de Santo Antônio, origem remota da Catedral, teria existido no Morro da Boiada e pouco tempo depois, desmoronado. Em 1741, uma segunda capela foi construída no mesmo local, (fazenda de Antônio Vidal). Já em 1812, com a venda da propriedade, o novo dono, Antônio Dias Tostes, pediu autorização ao Governo do Império para transferir a capela para outro local.
A autorização da construção foi dada em 1844 e três anos depois, passou a funcionar em frente à Estrada Geral, (hoje, avenida Barão do Rio Branco). O espaço tinha cerca de 100m de extensão. No mesmo local construiu-se o primeiro cemitério.
Com a emancipação do nosso município, em 31 de maio de 1850, a capela foi transformada na primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única até 1900. Somente com a chegada dos padres da Congregação dos Redentoristas é que novas paróquias foram instaladas.
O templo teve logo que ser ampliado, pois se tornou pequeno para o grande número de fiéis que participavam das celebrações. Em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma nova. Um ano depois, o cemitério foi transferido para as proximidades da Estrada União Indústria, hoje Cemitério Municipal.
A nova matriz foi inaugurada em 1866, com espaço maior e construída atrás do prédio original. Em 1924, Dom Justino, nosso primeiro bispo, realizou algumas reformas no prédio, como o novo piso, ampliação do presbitério, nova pintura, novo púlpito, altar de mármore, além da reforma do trono e do lustre de cristal.
Segundo a pesquisa histórica, a Catedral já foi protegida por um muro de pedras de cinco metros de altura. No entanto, no início do século XX, a parede foi demolida e as pedras foram reaproveitadas no calçamento de diversas ruas da cidade. O dinheiro arrecadado com a venda de parte destas pedras também foi utilizado para a construção do jardim e das vias existentes em volta da igreja.
Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a matriz, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e foi reinauguradas em 1966.
A igreja já passou por várias modificações até chegar ao prédio atual. E ela se destaca não só por sua estrutura física, mas também pela composição administrativa e organizacional. Em toda a sua história, mais de 80 padres, párocos e vigários paroquiais, já passaram por ela. Além disso, possui localização privilegiada: fica na avenida principal da cidade, ocupando uma posição geográfica central.
Data não informado
Texto Fonte: https://www.catedraljf.org.br/index.php/conheca-a-catedral/historico
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
681
Incêndio do Edifício Clube Juiz de Fora em 21 de Fevereiro de 1950
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Preto e Branco com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
680
Neste Local hoje funciona a Arpel
Rua Halfeld - 821 
Adão Lucio Souza Comentou: Podemos ver nas laterais propaganda de alguns políticos da época, inclusive Juscelino para presidente.
Data Provável: 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
679
Bonde da linha Bairro Alto dos Passos no final da parte baixa da Rua Halfeld quase esquina com a Avenida Francisco Bernadino podemos ver o Grande Hotel Renascença a direita.
Podemos do lado esquerdo o que parece ser uma bomba de Combustível.
Data provável final década de 1940.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
678
Viaduto Ferroviário
Quilometro 265,260
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
677
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Carro de transporte de funcionários em 1912.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Bianca Barreto
676
Provavelmente em 1900.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Arquivo Público Mineiro
675
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918.
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
674
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
673
Bairro Santa Terezinha
Rua Tenente Luís de Freitas
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
672
Rua Halfeld
Plano frontal do Hotel Rio de Janeiro
No terço superior no meio da foto pode se ver o famosíssimo Hotel Rio de Janeiro, (Sua entrada lateral era um portão com duas colunas encimadas por dois Leões um de frente para o outro).
Este Hotel foi inaugurado em 07 de Julho de 1888 com um grande banquete presidido pelo Senhor Fonseca Hermes.
O Hotel era de propriedade do Senhor Gustavo Pereira da Cruz.
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
671
Cartão Postal
Praça do Riachuelo ou Largo do Riachuelo em 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
670
Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Martha Braga comentou: Não sei preciso
Mas a inauguração e da década de 1940 ou 1950.
Marlene Damaceno Comentou: Mais um tesouro da nossa cidade que foi desfeito!
Nicia Moller Comentou: Minha mãe e minhas tias trabalharam na Santa Casa assim como era, a Igreja continua, o hospital precisava crescer para acolher.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
669
Estação Central do Brasil
A estação ferroviária central de Juiz de Fora tem uma história rica que se inicia com sua primeira edificação em 1884, parte da Estrada de Ferro Juiz de Fora ao Piau. Ela se tornou um ponto crucial para o desenvolvimento econômico da região, com o fluxo de café e mercadorias, levando à necessidade de um novo e maior prédio, inaugurado em 1905, que deu origem ao atual Museu Ferroviário. 
Primeira Estação e Chegada do Trem: A primeira estação foi inaugurada em 1884, pertencente inicialmente à Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau. A chegada do trem foi um marco de progresso, ligando Juiz de Fora a outras regiões e impulsionando a cidade, que ganhou o apelido de "Manchester Mineira".
Importância Econômica: Em um ano após a inauguração, a estação já era a quarta em importância na receita ferroviária, evidenciando seu papel fundamental no escoamento da produção, especialmente do café.
Nova Estação: Com o aumento do fluxo de passageiros e cargas, uma nova e mais moderna estação foi inaugurada em 1905, contando com salas para correio e botequim, além de uma longa plataforma coberta.
Transição para Museu: Em 1927/28, a estação primitiva deu lugar ao prédio atual de dois andares, que hoje abriga o Museu Ferroviário de Juiz de Fora.
Institucionalização: O museu foi inaugurado em 2003, após um convênio entre a Rede Ferroviária Federal S.A. e a Prefeitura de Juiz de Fora (através da Funalfa), com o objetivo de preservar e dar um uso cultural ao local.
Tombo Histórico: Tanto o acervo quanto a edificação da antiga estação estão tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA). 
Década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
668
A estação ferroviária central de Juiz de Fora tem uma história rica que se inicia com sua primeira edificação em 1884, parte da Estrada de Ferro Juiz de Fora ao Piau. Ela se tornou um ponto crucial para o desenvolvimento econômico da região, com o fluxo de café e mercadorias, levando à necessidade de um novo e maior prédio, inaugurado em 1905, que deu origem ao atual Museu Ferroviário. 
Primeira Estação e Chegada do Trem: A primeira estação foi inaugurada em 1884, pertencente inicialmente à Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau. A chegada do trem foi um marco de progresso, ligando Juiz de Fora a outras regiões e impulsionando a cidade, que ganhou o apelido de "Manchester Mineira".
Importância Econômica: Em um ano após a inauguração, a estação já era a quarta em importância na receita ferroviária, evidenciando seu papel fundamental no escoamento da produção, especialmente do café.
Nova Estação: Com o aumento do fluxo de passageiros e cargas, uma nova e mais moderna estação foi inaugurada em 1905, contando com salas para correio e botequim, além de uma longa plataforma coberta.
Transição para Museu: Em 1927/28, a estação primitiva deu lugar ao prédio atual de dois andares, que hoje abriga o Museu Ferroviário de Juiz de Fora.
Institucionalização: O museu foi inaugurado em 2003, após um convênio entre a Rede Ferroviária Federal S.A. e a Prefeitura de Juiz de Fora (através da Funalfa), com o objetivo de preservar e dar um uso cultural ao local.
Tombo Histórico: Tanto o acervo quanto a edificação da antiga estação estão tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA). 
Década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
667
Capella dos Nosso Senhor dos Passos e um pequeno trecho do Jardim
Localizada no Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
666
Atual Santa Casa de Misericórdia
Data provável 1900 a 1920
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
665
Bairro Benfica 
Antiga Várzea como era conhecida na época
Podemos ver a atual Rua Inês Garcia e parte do Córrego Três Pontes ainda sem o Canal de concreto.
Um pouco acima tínhamos uma ponte ou pinguela que só passava uma pessoa por vez, era de Madeira onde passávamos para ir a Escola Estadual Presidente Costa e Silva, (Polivalente), e também de uso dos moradores da Região.
A Ponte era localizada no final da Rua Evaristo da Veiga ou Rua da Feira Livre
Me recordo de amigos falando que alguém tinha caído da ponte ou pinguela da várzea, pois a mesma não possuía corrimão.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
664
Pantaleone Arcuri
Italiano que criou em Juiz de Fora uma agência da FIAT na década de 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
663
Cartão Postal 
Avenida Barão do Rio Branco 
Podemos ver a casa do Bispo, Catedral Metropolitana dentre outros.
Décadas prováveis 1920/1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
662
Biblioteca Municipal em estilo Manoelino era localizada no Parque Halfeld em 1915
Vicente De Paulo Clemente comentou: No intervalo para o almoço, ia lá, com um colega de trabalho para ver revistas e jornais...era um Oásis no centro do Parque.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
661
Parque Halfeld
Foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna. 
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. 
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e finalmente, em 1906 foi totalmente reformado passando a chamar Parque Halfeld.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
660
Bairro Nova Era 
Fazenda da Saudade 
Propriedade  do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
659
Bairro Nova Era 
Fazenda da Saudade 
Propriedade  do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
658
Bairro Nova Era 
Esta Cantina era nas proximidades da Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho, foi totalmente demolida, Era localizada na direção do meio campo do 4°GAC, (Era Linda).
A Estação que veio após fica a frente do Colégio Militar,  ao lado da Passarela, só ficou a base de concreto, Estruturas, Telhado e telhas já não existem mais, descaso com nossa história..Lamentavel
Foto extraída do livro História do 4º GAC
Autoria do Coronel Oswaldo Pereira Gomes
Livro doado gentilmente ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora em parceria com o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
657
Residência na Avenida Barão do Rio Branco a direita de quem vai para o Alto dos Passos na altura da Rua Sampaio, (Demolida).
João Carlos Da Silva Comentou: Acho que era essa que tinha um letreiro no portão grande.
Estamparia não lembro o nome e o dono era o pai do Fernando Fagundes Neto se não me engano, lembro de minha mãe dizer que era estilo italiano isso na década de 1940.
Marco Fagundes Comentou: Essa casa era do meu avô José Fagundes Netto.,ela ficava justamente onde é a entrada da Avenida Itamar Franco com a Rio Branco.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
656
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
655
PANIFICAÇÃO CENTRAL E TORREFAÇÃO DE CAFÉ 
Lygia Toledo comentou: Padaria Central, na parte baixa da Rua Marechal Deodoro era da Família de Francisco Falci e seus filhos (dentre eles Ângelo Falci)
Atenção para os carrinhos de entrega, em frente às 4 portas do estabelecimento.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Lygia Toledo
654
Interior do Cine Glória, que era localizado onde hoje é a atual Galeria Constança Valadares.
Demolido para construir a atual Galeria.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
653
Rua São Mateus esquina com Rua Padre Café, atual Galeria Doutor Dirceu de Andrade,(antigo diretor da Maternidade).
Maternidade Therezinha de Jesus
Segundo informações não oficiais o nome da Maternidade foi escolhido pelo nascimento da primeira criança na Maternidade com o nome de Therezinha de Jesus.
Meados da década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
652
Procissão de Nossa Senhora do Rosário, Saindo da respectiva Igreja em 1911.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
651
Podemos ver uma Panorâmica da cidade de Juiz de Fora
Provavelmente Inicio do Século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).
650
Obras de Engenharia Publica em 1922
Equipe de Engenheiros e Trabalhadores
Local não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
649
Local não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
648
Futuro Bairro Monte Castelo
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
647
Bairro Francisco Bernardino, atual Bahamas Mix.
Em Frente ao Antigo Moinho Vera Cruz 
Lanifício São Sebastião S.A.: Houve um lanifício tradicional e de destaque na cidade, chamado Lanifício São Sebastião S.A., localizado na zona norte. Esta fábrica foi a primeira indústria de tecelagem instalada naquela região e é parte importante da memória industrial de Juiz de Fora. 
No entanto, ela não está mais em operação como lanifício, tendo encerrado suas atividades há décadas.
Lanifício Significado: Um lanifício é uma fábrica ou indústria especializada na produção de tecidos e artigos de lã. 
A palavra se refere tanto ao local de fabricação quanto ao produto final, como tecidos, cobertores e fios de lã. 
Historicamente, os lanifícios eram locais importantes para a economia, produzindo itens que iam desde roupas civis até uniformes militares, como mencionado no caso do Lanifício São Pedro.  
Indústria têxtil: Um lanifício é um tipo de indústria têxtil focado na lã. 
Os processos envolviam a seleção e limpeza da lã, seguida pela fabricação de tecidos, cobertores, mantas e fios. 
Exemplos de produtos: A produção incluía casimiras, sarjas, diagonais, flanelas, ponchos, capas, cobertores, xales, fios para bordados e malharias. 
Importância histórica: Muitos lanifícios foram fundamentais para as economias locais, empregando um grande número de pessoas e fornecendo produtos para o mercado nacional e até para o exército. 
Sinônimos: Os sinônimos para lanifício incluem "fábrica de lã", "fábrica de artigos de lã", "fabricação de lã" e "fábrica de tecidos ou artefatos de lã". 
Fotografia datada do início de 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
646
É o fundador da Companhia Mineira de Eletricidade
inaugurada em 05 de Setembro de 1889.
Em 28 de agosto de 1898
pela primeira vez no Brasil
inaugura-se a instalação de dois motores elétricos aplicados à produção industrial.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
645
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Mechanica Mineira foi uma das mais importantes. Fundada pelo engenheiro Belizário Penna em 1889, a construção possuía maquinários para carpintaria, modelagem, fundição de ferro e bronze além de ferraria para montagem de máquinas e veículos de transporte. Em 1901, a firma possuía um potente motor elétrico construído no próprio local. Eclética, com elementos característicos da arquitetura industrial da cidade, a edificação chegou a ser adquirida tempos depois pela Companhia Industrial e pela Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli. No local funcionaria a oficina mecânica, ferraria e fundição da fábrica. No entanto, logo depois, a edificação foi novamente vendida. Ao longo da história, a construção também serviu de sede para os artistas do Núcleo Antônio Parreiras. O edifício foi demolido para a construção do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, inaugurado em maio de 1964.
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
644
A companhia Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895, destacou-se por suas oficinas onde produzia-se carroças, telhas de amianto, portas, janelas, ladrilho hidráulico, chegando a ter, na década de 1920 uma representação de automóveis FIAT importados da Itália.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
643
Garganta do Dilermando antes de ser aberta para o transito.
Sérgio Vianna comentou: Lembro da Garganta desse jeito. 
Um tio meu, irmão de minha mãe, morava ao lado, e eu o visitava bastante. Minha mãe me levava nos finais de semana, e lá tinha 10 primos e primas. Sempre foi uma festa nessa ladeira.
Carlos Innocencio Comentou: Me lembro bem do Mandinho Promovia grandes festas juninas.
Simpatia em pessoa!
Nasci bem lá no alto! 
Morei um bom tempo de minha infância e graças a Deus, como fui feliz!
Provavelmente inicio da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ismael Matheus
642
Foto Rara Com o Parque Halfeld Fechado Por Muros
Parque Halfeld Murado e Gradeado
Atualmente Câmara Municipal
Emanuel Almeida Silva Comentou: Juiz de Fora é de 31 de maio de 1850, (Data comemorativa do aniversário), portanto creio que o prédio da foto seja do final da segunda metade do século XIX e não do início.
Bela foto, as palmeiras ainda estão jovens.
Chama atenção a cruz que aparece na foto.
Alguém sabe dizer aonde é aquele local?
Francisco Barroso Comentou: Emanuel Almeida Santos, a cruz que você se refere é na praça do Cruzeiro
José Eduardo Araújo Dos Santos Comentou: Prédio da atual Câmara Municipal de Juiz de Fora.
Talvez o início da construção do Parque Halfeld, cercado de muros e gradil e assim permaneceu por muitos anos. 
O Parque Halfeld no coração da Avenida Barão Rio Branco, foi a Praça Pública que recebeu desde 1950 diversas reformas até os dias atuais de todos Prefeitos que estiveram comandando a Cidade.
Agora falta a Prefeita Margarida fazer uma revitalização total no local através do Projeto BONITESA e cercar o Parque Halfeld através de um belo gradil e não permitir nenhuma atividade comercial no seu interior, ficando apenas para o lazer da população, pois e um bem tombado pelo Patrimônio Público.
Fazer uma manutenção nos Monumentos é no riacho existente com a volta do Manequinho.
Ao seu redor usar os passeios para a exposição de feiras de artesanato e outras atividades.
inicio do século XIX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Autoria: Albert Cohen
Acervo: Arquivo Público Mineiro
641
Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada
a população urbana ainda era diminuta e contava mais ou menos com seiscentos habitantes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
640
Maternidade Therezinha de Jesus 
A Maternidade Therezinha de Jesus foi fundada em 01 de Dezembro de 1926, pelos médicos José Dirceu de Andrade, Navantino Alves e Renato de Andrade Santos. Foi inaugurada em 01 de Janeiro de 1927, no prédio na Avenida Quinze de Novembro, atual Avenida Getúlio Vargas
Em 08 de Janeiro de 1927, às 19h, ocorre o primeiro nascimento, realizado pelo médico Dr. José Dirceu de Andrade: um bebê do sexo feminino, que recebeu o nome de Therezinha de Jesus.
Em 1931, após doação do Governo de Minas Gerais, a Instituição passou a funcionar na Rua São Mateus
Em 1955, foi construído um anexo, onde foi instalada uma lavanderia. Este anexo foi alugado à Obra Social Santa Mônica, destinando-se também ao abrigo de mães desamparadas, sem famílias constituídas, que tinham permissão para trabalhar no local. 
Em 1978 a Maternidade foi transferida para a atual sede, à Rua Dr. Dirceu de Andrade.
A Instituição estabeleceu convênio com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, para o ensino da disciplina de Obstetrícia. 
Desde 1967, mantém um ambulatório de planejamento familiar que atende a toda a população. 
Também faz parte do Centro de Biologia de Reprodução – CBR, onde realiza pesquisa na área de reprodução humana e animal desde 1970, para embasar o planejamento familiar.
A partir de 15 de setembro de 2005, a Instituição passou a ser co-gerida pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – Suprema (FCMS/JF), recebendo a partir de então a denominação de Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) e passando a prestar assistência à saúde, em âmbito geral, com diversas especialidades.
Disponível em: http://www.hmtj.org.br/2014/o-hospital/o-hospital-1/historico-4. Acesso em: dez. 2015.
Encontrado no link: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445351&fbclid=IwAR0H09H7QivZeYy6UB-UbxwwF090-pTNWmffZwrrZdzs6k7jisOxnpc1Hbo
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
639
Provavelmente década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sergio Matos Vale "Ótica Globo"
638
Bairro Barreira do Triunfo
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Carlão Miranda comentou: A informação é que faz parte do álbum "Cópia das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do estado de MG em 1939", segundo o MAPRO.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio.
637
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Solange Pereira Gama comentou: Esta foto e de meu primo Pepp Assis: Esta foto é outra raridade
E a primeira Escola da Barreira
Acho que é essa que falam que era a Escola da Dona Cira Guedes Guimarães
Esta Escola depois foi a casa da Dona Heroína, que hoje também não existe mais
Na foto podemos encontrar vários antepassados nossos que estudavam nesta época em que Julieta de Assis já era a professora
Eu não cheguei a conhecer este casarão
Julieta era uma senhora que eu chamava de tia. Ela faleceu com mais de 90 anos
Agora fui descobrir ela era minha prima.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama 
636
Bairro Barreira do Triunfo
Solange Comentou: Meu avô ajudou a construir
Data não informada
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama  
635
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto do lado da primeira Igreja da Barreira que era no cemitério
Solange Pereira Gama comentou: Das três meninas da frente minha Mãe era a do meio, Dulce de Souza Silva
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama  
634
Bairro Barreira do Triunfo
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama  
633
Era Localizada na Rua Halfeld - 112.
Data não Informado 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
632
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
631
Cartão Postal 
Parque Halfeld em 06 de Janeiro de 1907
Ao Fundo a Biblioteca e o Chafariz da planta original do Parque.
Esta Biblioteca e citada e mostrada no Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
630
Avenida dos Andradas - 222
Foi Inaugurado em 1908.
Demolido após o término da construção do Palácio da Saúde.
Meados da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
629
Com 02 torres e o prédio que deu origem ao Sanatório para tuberculosos, (Sanatório Villaça), Construído pelo Doutor Hermenegildo Rodrigues Villaça estava anexo à Santa Casa de Misericórdia
Foi fundada em 06 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
628
Estação Ferroviária Coronel Felício Lima, (Demolida), Para a Construção do Acesso Norte, Foi Inaugurada em 1938.
Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue em 1858, da estação Dom Pedro II até Belém (Japeri) e daí subiu a serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em 1864. Daqui a linha seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875. A intenção era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará. Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro Leopoldo em 1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São Francisco, em 1910. A ponte ali construída foi pouco usada: a estação de Independência, aberta em 1922 do outro lado do rio, foi utilizada por pouco tempo. A própria linha do Centro acabou mudando de direção: entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi construído um ramal para Montes Claros que acabou se tornando o final da linha principal, fazendo com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de Pirapora. Em 1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde havia a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador. Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até Barra do Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho, estações onde tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes desta última, porém, havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica, na estação de Conselheiro Lafayete. Na baixada fluminense andam até hoje os trens de subúrbio. Entre Japeri e Barra Mansa havia o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes Claros e Monte Azul esses trens sobreviveram até 1996, restos do antigo trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe... para trens cargueiros.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa  
627
Provavelmente década de 1950/1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
626
foi uma iniciativa criada em 1940 pelo governo Vargas que visava melhorar as condições de vida dos trabalhadores através da oferta de refeições acessíveis em restaurantes populares e da promoção da educação alimentar. Ele também incluía a divulgação de princípios de nutrição para os trabalhadores e seus empregadores, além de realizar pesquisas e fornecer apoio técnico. O serviço foi extinto em 1967. 
Restauração e alimentação: O SAPS instalou e operou uma rede de restaurantes e refeitórios populares que ofereciam refeições nutritivas a preços baixos.
Educação alimentar: Promovia um programa educacional para divulgar as vantagens de uma alimentação científica e econômica, criticando hábitos alimentares populares e orientando sobre a nutrição adequada.
Ação técnica: Mantinha laboratórios para pesquisar alimentos brasileiros, incluindo análise de vitaminas e métodos de conservação e produção, e possuía uma cozinha-escola para o treinamento de profissionais.
Extinção: Após quase três décadas de funcionamento, o SAPS foi extinto em 1967, com a transferência de seus bens e serviços para outros órgãos, conforme o Decreto-Lei nº 224 de 28 de fevereiro de 1967. 
Avenida dos Andradas
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
625
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade, era de Propriedade do Coronel Horácio Lemos, (Demolida).
Atualmente neste Local, a Garagem da Empresa de Ônibus São Francisco.
Observação: Em 1930 não existia o Bairro Nova Era, Ele Foi Fundado no Final da década de 1950 ou início da década de 1960, e a fazenda ficava dentro do Bairro Nova Era.
Fotografia datada de 26 de Outubro de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
624
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade, era de Propriedade do Coronel Horácio Lemos, (Demolida).
Atualmente neste Local, a Garagem da Empresa de Ônibus São Francisco.
Observação: Em 1930 não existia o Bairro Nova Era, Ele Foi Fundado no Final da década de 1950 ou início da década de 1960, e a fazenda ficava dentro do Bairro Nova Era.
Fotografia datada de 26 de Outubro de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
623
Vista Panorâmica
Primórdios do Aeroclube de Juiz de Fora era localizado no Bairro Nova Era
Podemos ver a esquerda da Fotografia os Prédios do Aero Clube, como hangar e etc.
Acredito que já existia o Campo de Futebol do 1/4 RO - Regimento de Obuses atual 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Podemos ver o que se parece com Baias ou cocheiras os prédios em primeiro plano, pois na época o principal meio de transporte eram Cavalos.
Neste local atualmente é o Colégio Militar de Juiz de Fora
Provavelmente meados da década de 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
622
Ao fundo, a atual Câmara Municipal 
Do projeto do Parque desta época, restam elementos
como o quiosque e a rampa que se vê à direita.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
621
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, (Catedral de Santo Antônio). 
No final do século XIX e início do XX é descrever o coração espiritual e geográfico de uma cidade que estava se tornando a "Manchester Mineira".
Nesse período, a Catedral era muito diferente da estrutura monumental que vemos hoje. Aqui estão os pontos principais daquela época:
A Estrutura da Época (O Templo de 1864)
A "Terceira" Igreja: O prédio que existia na virada do século foi concluído por volta de 1864-1866. Ele substituiu uma capela anterior que era considerada pequena para o crescimento da cidade.
Sem as Torres Atuais: No final do século XIX, a igreja era mais simples. 
Ela não possuía a grande cúpula e as torres imponentes que vemos hoje; essas são intervenções mais tardias, (especialmente das reformas que começaram em 1950).
O Muro de Pedras: Um detalhe fascinante do início do século XX era um muro de pedras de cerca de 5 metros de altura que cercava e protegia o templo. Curiosamente, esse muro foi demolido no início dos anos 1900, e suas pedras foram vendidas para pavimentar diversas ruas de Juiz de Fora.
Elevação a Catedral (1924): Embora o prédio já fosse antigo, ele só se tornou oficialmente "Catedral" em 1924, quando foi criada a Diocese de Juiz de Fora. Antes disso, era a Matriz de Santo Antônio.
Localizada na principal avenida (Avenida Rio Branco, então chamada de Estrada Geral), ela era o ponto de referência para procissões e festividades que reuniam a elite industrial e os operários das fábricas.
Até meados do século XIX, o cemitério da cidade ficava ao lado da igreja. Com o crescimento urbano e por questões sanitárias, ele foi transferido para o Poço Rico em 1865, permitindo que a área central se tornasse estritamente religiosa e administrativa.
Nessa época, o interior já abrigava imagens históricas, como a de Santo Antônio, o padroeiro, trazida pelos fundadores da cidade. 
Muitas das pinturas e vitrais que admiramos hoje foram doações de famílias influentes feitas ao longo das décadas seguintes.
A Catedral passou por uma metamorfose. 
No início do século XX, ela tinha traços mais coloniais e neoclássicos simplificados, evoluindo para o estilo romano, (com arcos plenos e cúpula), que define sua silhueta atual.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
620
Avenida Barão do Rio Branco 
Colégio Stella Matutina com sua Arquitetura ainda imponente em 1940 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
619
Rua Direita - 151
Atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld e que posteriormente veio a ser a prefeitura de Juiz de Fora
Historia:
O Prédio na esquina das ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld ), foi adquirido pela administração publica de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao Paço Municipal
Projetado pelo Arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco foi concluído em 1918
O Edifício tomou o formato que e conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada
Uma ultima ampliação ocorreu em 1944 na parte interna , e o prédio enfim foi finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo Município em 19 de Janeiro de 1983 e deixou de abrigar a sede da Prefeitura
Provavelmente século XIX
Fonte Fotografia no Museu Mariano Procópio
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
618
Avenida Barão do Rio Branco Esquina com Rua Halfeld
Data provável década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
617
Podemos ver o inicio do Morro da Gloria como também a Igreja de São Roque
Inicio do século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
616
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Inicio do século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
615
Parque Halfeld
Esta é uma das mais belas imagens que conheço do Parque Halfeld. 
Reproduzi de um livro raro que possuo: "Impressões do Brazil no Século XX", publicado na Inglaterra em 1913
Várias de suas mil páginas são dedicadas a Juiz de Fora
Vemos o prédio que abrigou a biblioteca municipal no centro do parque e mais adiante o chafariz.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Vanderlei Dornelas Tomaz
614
Visita da Família Imperial à Juiz de Fora em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
613
Visita da Família Imperial à Juiz de Fora em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: Livro Lo Stato de Minas Geraes de Filippo Grossi de 1911.
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
612
Marcelo Pascoalini comentou: Esta foto e muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
611
Cartão Postal 
Parque Halfeld
Foto tirada do alto da igreja São Sebastião em 1912
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
610
A estação de Juiz de Fora foi inaugurada em 1875
A cidade já existia desde o século XVIII; a estrada de rodagem União e Indústria, aberta seis anos antes e ligando-a à Capital Federal (Rio de Janeiro) e agora a ferrovia, fazendo a mesma ligação de forma mais rápida, trouxeram um grande crescimento à cidade a partir de então. Juiz de Fora ficou mais ligada ao Rio que a Belo Horizonte até meados do século XX exatamente por isso
A cidade, já uma das mais importantes da Província e do Brasil naquela época, certamente agora teria mais riquezas a receber
Ali chegaram trens de passageiros da Central e depois da RFFSA até 1996, quando o último deles, o chamado Xangai, foi extinto
Em frente à estação, do outro lado das linhas, existia a estação de Juiz de Fora da E. F. Leopoldina, de onde saíam, de 1884 até 1974, os trens para o ramal de Juiz de Fora, seguindo até São Geraldo, na linha de Caratinga dessa ferrovia.
Juiz de Fora - EFCB.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
609
1ª Usina Hidrelétrica da América do Sul
geração de energia elétrica com a Companhia Mineira de Eletricidade, (1889), e a sua posterior aplicação como força-motriz à indústria, contribui para o estabelecimento de novos empreendedores.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
608
Observe a igreja Matriz ao fundo. A primeira construção, à esquerda, era o antigo Posto São Jorge, do Senhor Joanico. 
Está no início da Rua Tomé de Souza
A atual Avenida JK era chamada de BR3. Não existia a BR040. 
Para chegar a Belo Horizonte, era preciso passar por Benfica.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Vanderlei Dornelas Tomaz
607
Aldeia da Colônia D. Pedro II em 1872
O estabelecimento da sede da Cia. União Indústria
a introdução dos imigrantes e a criação
da Colônia D. Pedro II, vão ser um forte estímulo ao crescimento urbano.
Com a inauguração da rodovia União e Indústria, em l861
Juiz de Fora se transformou no entreposto por excelência da Zona da Mata.
Com isto intensificaram-se os processos
de divisão social do trabalho e de troca de mercadorias
tendo como resultado a diversificação da economia
e a inauguração de uma nova fase de crescimento urbano acelerado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
606
Foto Histórica da época do império
"Nessa viagem, o imperador e sua comitiva passearam de barco pelo lago da Quinta dos Lage, indo até o rio Paraibuna, através de um canal que contornava a colina onde está a ”Vila“. Segundo a reportagem publicada no ”Jornal do Comércio“, do Rio de Janeiro, na edição de 27 de junho de 1869, ”durante o passeio de Suas Majestades, os alemães da colônia da Companhia formavam em torno do lago uma linha de archotes cujos fogos refletiam nas águas prateadas pelo clarão da lua“. Vinte anos depois, exatamente no dia 15 de novembro de 1889, depois de muitos conflitos entre monarquistas e republicanos, a República era proclamada.E a família imperial, dois dias depois, era embarcada sigilosamente para Portugal, encerrando-se assim 67 anos de monarquia no Brasil. No dia 5 de dezembro de 1891, Dom Pedro II morria em Paris, onde estava exilado"
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
605
O nome Juiz de Fora vem de um magistrado chamado "juiz de Fora", um juiz nomeado pela Coroa Portuguesa que atuava em locais onde não havia um juiz de direito fixo. 
A versão mais aceita é que um desses juízes se hospedou em uma fazenda na região, que passou a ser conhecida como a "Sesmaria do Juiz de Fora". O povoado que surgiu próximo a essa fazenda deu origem à cidade. 
Cargo histórico: O "juiz de fora" era um magistrado que, por vir de fora da localidade, supposedamente garantiria mais imparcialidade na aplicação da justiça.
Origem do nome: A fazenda, e posteriormente a área ao seu redor, ficou conhecida por abrigar esse magistrado. O nome "Juiz de Fora" era usado para se referir à fazenda e, com o tempo, a um povoado que se desenvolveu ali, culminando no nome atual da cidade. 
Esta fazenda foi demolida na década de 1940, era localizada onde funcionava a Sayonara que também foi demolida.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
604
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
603
Residência em primeiro Plano de Propriedade do Senhor Coronel Ludovino Martins Barbosa 
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
602
Ao Fundo o Edifício Clube Juiz de Fora que foi consumido por incendio no carnaval de 1950, e no mesmo ano começou a construção do atual Edifício Clube Juiz de Fora.
Tropas Militares em desfile em comemoração ao primeiro Centenário da Independência,1822/1922
Fotografia de 1922  
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Valéria Faria 
601
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão
600
Vista da Estrada que vai para Benfica, Onde se encontra o Arraial que esta sendo construido pelo Senhor Oscar Vidal.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
599
Já tivemos um clube de natação o “Clube Noronha”, como era conhecido e que funcionava às margens do Rio Paraibuna, sob a ponte Arthur Bernardes, na Rua Halfeld
Foi criado no dia 28 de Abril de 1930
João Batista de Souza, presidente; Antônio Nascimento, tesoureiro; Genésio Pinheiro da Rocha, secretário; sócio benfeitor, Senhor João Noronha.
Mas o “Clube Noronha” não existe mais
Aquelas barcas a vapor que no Paraibuna navegavam, desapareceram, não se vê mais nadadores sob a ponte e ninguém se atira mais de seu parapeito ao rio Paraibuna
Texto do livro Futebol, Futebolistas e etc. de Arides Braga
Década de 1930
Colorizada por Marcelo Pascoalini  
Acervo: Humberto Ferreira
598
Hotel Central, (Demolido).
Era de Propriedade de Aristides Maldonado.
Possuía 80 Quartos, Ficava aberto ate as 2:00 Da Manhã e Possuía Guias Turisticos com especialidades sobre a cidade de Juiz de Fora 
Provavelmente Século XIX
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Colorizada por Marcelo Pascoalini 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
597
Entre os imigrantes chegados no início de 1856, incluía-se um leque variado de especialistas: mecânicos, ferreiros e técnicos em construções de pontes.
A fixação dos imigrantes na cidade, concluído o prazo dos contratos, organizando pequenas indústrias (cervejarias, oficinas de carroças, máquinas agrícolas e de reparos), serrarias, curtumes, fábrica de implementos agrícolas, casas de comércio ou dedicando-se ao setor de serviços, significou, por um lado, a existência de um mercado consumidor para o qual destinavam produtos de suas especializações e, por outro lado, mediante sua incorporação como produtores, a ampliação do mercado consumidor local.
Colorizada por Marcelo Pascoalini  
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
596
Lagoa do Gratidão, (foto ao lado), onde hoje se localiza a Faculdade Vianna Júnior e o antigo Mercado Municipal.
“Existia uma lagoa naquela região que já tinha o uso de sua água condenado pela Saúde Municipal. 
Os colonos foram alojados em barracas ao redor dela e, por causa das condições precárias de higiene e utilização da água contaminada, o tifo se propagou e causou a morte de cerca de 10% dos imigrantes”, explica o historiador Roberto Dilly.
Segundo o pesquisador, um processo jurídico foi movido contra a Companhia União e Indústria. “Além de não distribuírem os terrenos para os alemães e austríacos, a Companhia pagava os salários com atraso, o que obrigava os imigrantes a comprarem alimentos, muitas vezes deteriorados, no armazém da própria empresa”, conta. 
O colono Stanislau Baiser foi um dos principais líderes do movimento. 
Em menos de dois meses ele havia perdido seus três filhos, vítimas das precárias condições.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
595
Essa Rua abaixo com a Carruagem é Avenida Barão do Rio Branco em 1885
Largo do Riachuelo
Vejam de outro ângulo a Mecânica Mineira onde atualmente esta o Prédio da CESAMA e aquela construção na esquina com os dois arcos é nas proximidades da Rua São Sebastião 
Marcelo Pascoalini comentou:aquela casa que se destaca a direita, bem ao fundo, é a casa em que morava a avó de Pedro Nava
Maria Luiza foi a terceira esposa de Halfeld e faleceu em 1918.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini 
594
Inauguração dos Bondes
A história dos Bondes em Juiz de Fora tem início em 1880, quando os Senhores Félix Schmidt e Eduardo Batista Roquete Franco, assinam contrato com o Governo Provincial, para construção e uso de uma linha férrea para carrís urbanos(Bondes) com tração animal, com privilégio exclusivo por 60 anos.
Eles constituíram a Companhia Ferrocarril Bondes de Juiz de Fora, e enviaram requerimento a câmara municipal, solicitando licença para instalação de trilhos, requerimento que foi deferido pela câmara naquele mesmo ano.
A primeira linha foi inaugurada em 15 de novembro de 1881, utilizando bondes puxados por burro, o trajeto compreendia as ruas do Imperador, Halfeld, do Comércio, Espírito Santo e Direita
Em 1882, a linha foi expandida em direção a Estação Mariano Procópio.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
593
Fotografia Histórica
Foto extraída do Livro Industrialização de Juiz de Fora 1850/1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e autoria: Domingos Giroletti
592
Essa Rua abaixo com a Carruagem é Avenida Barão do Rio Branco em 1885
Largo do Riachuelo
Vejam de outro ângulo a Mecânica Mineira onde atualmente está o Prédio da CESAMA e aquela construção na esquina com os dois arcos é nas proximidades da Rua São Sebastião.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini 
591
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: Livro Lo Stato de Minas Geraes de Filippo Grossi de 1911
590
Visita da Família Imperial à Juiz de Fora em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: Livro Lo Stato de Minas Geraes de Filippo Grossi de 1911
589
Vista Panorâmica
Podemos ver a esquerda da Fotografia os Prédios do Aero Clube, como hangar e etc.
Ao Fundo a Caixa Caixa D'Água da FEEA atual IMBEL e as torres das igrejas do Bairro Benfica.
Acredito que já existia o Campo de Futebol do 1/4 RO - Regimento de Obuses atual 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Podemos ver o que se parece com Baias ou cocheiras os prédios em primeiro plano, pois na época o principal meio de transporte eram Cavalos.
Neste local atualmente é o Colégio Militar de Juiz de Fora
Provavelmente meados da década de 1930.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
588
Rua Halfeld
Inicio do Século XX
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
587
Bairro Fabrica
Provavelmente 1920/1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
586
Primeira usina hidrelétrica da América Latina para se ter uma ideia da importância desta usina na época Paris não tinha Energia elétrica e Juiz de fora foi pioneira no Brasil na Distribuição de eletricidade usada para serviço de utilidade pública
A Usina de Marmelos Zero entrou em funcionamento em 5 de Setembro de 1889, com dois geradores monofásicos de 125kW cada, com tensão de 1000 volts e frequência de 60 hertz
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
585
Clube Juiz de Fora
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Fotografia: Alberto Surerus Moutinho
584
Bairro Vila Ideal 
Atualmente Abrigo Santa Helena na Vila Ideal
O Abrigo Santa Helena foi fundado em 10 de outubro de 1915, por José Procópio Teixeira e Edgar Quinet de Andrade Santos, hoje é uma instituição civil e filantrópica que objetiva abrigar, sob regime de internamento, pessoas idosas carentes.
O popular asilo de meninas
Data provável 1895 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
583
Antigo Fórum da cidade de Juiz de Fora 
inicio do seculo XIX
Autoria: Albert Cohen
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
582
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Marcelo Pascoalini comentou: Esta foto e muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
581
Vista Parcial de Chapéu D' uvas
Podemos ver a Igreja Matriz de São José Operário e o Rio Paraibuna.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
580
Vista Panorâmica
Mirante do Morro do Cristo
Podemos ver uma Panorâmica da cidade de Juiz de Fora
Provavelmente Inicio do Século XX.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).
579
Bonde de tração animal
Em 15 de Novembro de 1881 é inaugurado o serviço de Transporte de passageiros por Bondes de tração animal em Juiz de Fora
Foram usados inicialmente dois veículos
A imagem mostra um flagrante da inauguração do serviço.
Fonte: radialistaleodeoliveira
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
578
Fotografia feita por Alfredo Ferreira Lage para Exposição
Data não informado
Acervo: Museu Mariano Procópio
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: ufjf.br
577
Papelaria Central
Atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld e que posteriormente veio a ser a prefeitura de Juiz de Fora, (Paço Municipal).
Historia
O Prédio na esquina das ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld ), foi adquirido pela administração publica de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao Paço Municipal
Projetado pelo Arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco foi concluído em 1918
O Edifício tomou o formato que e conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada
Uma ultima ampliação ocorreu em 1944 na parte interna , e o prédio enfim foi finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo Município em 19 de Janeiro de 1983 e deixou de abrigar a sede da Prefeitura
Provavelmente século XIX.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: Fotografia no Museu Mariano Procópio. 
Acervo: Marcelo Pascoalini
576
A Estação de Mariano Procópio tinha bitola mista em 1915
Partindo do ramal para Bom Jardim de Minas, da Viação Sapucaí, (depois RMV).
Mais tarde construíram o ramal partindo mais ao norte, de Benfica, em bitola larga, e o ramal alcançou apenas Lima Duarte, O traçado ferroviário foi aberto até Bom Jardim de Minas e nunca recebeu Trilhos.
Podemos ver os Bondes à direita na Rua Mariano Procópio nas proximidades do Museu Mariano Procópio.
Foto do Álbum de Juiz de Fora, Albino Esteves de 1915
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
575
Cachoeira de Marmelo
Companhia de Estrada de Ferro D. Pedro II
A Usina de Marmelos Zero foi idealizada por Bernardo Mascarenhas e construída pela CME (Companhia Mineira de Eletricidade), sendo inaugurada em 05 de setembro de 1889
Foi a Primeira Usina Hidro elétrica da América do Sul e inicialmente atendia somente Juiz de Fora e parte da Zona da Mata
Em 1980, foi incorporada pela CEMIG
A inauguração desta Usina veio se somar ao pioneirismo desta cidade que começou a ser escrito, primeiramente quando o Bandeirante Garcia Dias Paes traçou o chamado Caminho Novo que passava pela margem esquerda do Rio Paraibuna, que ligava o porto do Rio de Janeiro até a principal região mineradora (Vila Rica).
Ao logo deste Caminho, às margens do Paraibuna, foram erguidos pequenos povoados, como o Morro da Boiada, atual Bairro Santo Antônio, sendo locais de descanso dos tropeiros que passavam pela região
Foi através deste Caminho que efetivamente a História de Juiz de Fora se inicia
Juiz de Fora prosperou grandemente devido à cafeicultura; havia grandes fazendas de café que eram a base da economia local
Com a cafeicultura, novos investimentos foram trazidos para a cidade, como a Rodovia União Indústria, construída por Mariano Procópio Ferreira Lage e pela Companhia União Indústria
Com a inauguração desta Rodovia em 1861, ela trouxe consigo a mão de obra qualificada dos imigrantes; estes, após a conclusão da Rodovia, iniciaram o desenvolvimento do processo industrial da cidade, com a inserção de algumas fábricas
Posteriormente, com a construção da Estrada de Ferro “D. Pedro II” houve uma facilitação da comunicação entre a cidade e a Corte, que ficava neste momento no Rio de Janeiro
Outro beneficio da estrada foi a melhoria no escoamento da produção cafeeira da Zona da Mata Mineira até o porto do Rio.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
574
Construção da Avenida Barão do Rio Branco em 1905
Em 1836 o engenheiro alemão Henrique Halfeld construiu a Estrada do Paraibuna como parte de um projeto para criar uma via alternativa ao Caminho Novo e ligar Vila Rica (atual Ouro Preto) ao Rio de Janeiro. 
A estrada acabou por desempenhar um papel importante no desenvolvimento local, desviando o núcleo original do povoamento (que surgira em torno da velha fazenda do juiz de fora) e tornando-se o centro do poder político e administrativo do nascente município.
A Estrada do Paraibuna foi o eixo que orientou o desenvolvimento de Juiz de Fora. Num traçado transversal e paralelo à estrada projetada por Halfeld, foram abertas as primeiras ruas do povoado, em terras que pertenceram ao tenente Antônio Dias Tostes e que hoje compreendem a região central da cidade.
Por determinação da Lei Provincial de 31 de maio de 1850, é criado o município de Santo Antônio do Paraibuna. A câmara municipal é instalada em 1853 numa construção adquirida de Halfeld, próximo ao largo onde seria construído pouco depois o Jardim Municipal (atual Parque Halfeld).
A vila é elevada à categoria de cidade em 1856, enquanto prossegue o desenvolvimento urbano em torno do centro do poder. Em 1860, com a Estrada do Paraibuna já renomeada para Rua Direita, a câmara encomenda um plano para “desenhar a cidade tal qual ela se acha edificada” e “traçar o plano da mesma tal qual deve ser para o futuro edificada”, incluindo o projeto de que “as ruas perpendiculares à rua Direita fossem abertas até a serra adjacente à cidade” (no caso o Morro do Imperador).
Texto Fonte: https://rodovias.org/avenida-rio-branco-juiz-de-fora/https://rodovias.org/avenida-rio-branco-juiz-de-fora/
Foto extraída do Livro Industrialização de Juiz de Fora 1850/1930.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Autor: Domingos Giroletti
573
Parque Halfeld
Foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna. O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e finalmente, em 1906 foi totalmente reformado passando a chamar Parque Halfeld.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
572
Podemos ver ao fundo os Grupos Centrais e a Catedral Metropolitana
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
571
Edson Luiz Ribeiro comentou: Sim, é aquela ponte próxima ao Demlurb, com certeza. Eu nasci e passei a minha infância ali naquela região e eu a conheço na palma da mão. Essa foto parece ter sido tomada do lado do bairro de Lourdes ou, do morro onde hoje é o Santa Tereza. Observa-se que naquela época o rio Paraibuna ainda corria serenamente o seu leito original, praticamente margeando todo o Poço Rico. Entretanto, devido às constantes enchentes em Juiz de Fora, por volta de 1940, o seu leito foi retificado para o lado do campo do Tupynambás, próximo ao bairro de Lourdes. Para isso, o governo retirou os moradores do antigo bairro Fantasma, que residiam em barracos de lonas, e levou-os para outros locais de propriedade do município. O meu avô trabalhava na prefeitura por volta dessa época e foi um dos moradores retirados do bairro Fantasma, tendo a sua família sido transferida para um canil da prefeitura que funcionava atrás de onde hoje é o Demlurb. Ali eu nasci e vivi a minha infância e é com lágrimas que digo: ali, naquele pequeno paraíso que era naqueles tempos, eu vivi os dias mais felizes da minha vida.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão 
570
Coreto e primeira Igreja Igreja que era no cemitério
Solange Comentou: Meu avô ajudou a construir
Data não informada
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama  
569
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves, do mesmo ano.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
568
Vista Panorâmica 
Parece irreconhecível, mas está é a Manchester Mineira
Podemos ver o Parque Halfeld “pelado”, tendo o prédio da Câmara ao lado e a igreja de São Sebastião...
A atual Avenida Barão do Rio Branco, a Rua Halfeld, mais embaixo, (descendo) e a antiga Rua da Imperatriz , atualmente Presidente Getúlio Vargas
provavelmente em 1900.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Arquivo Público Mineiro
567
Edifício dos Grupos Escolares
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Braz Bernardino, em 1915
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
566
Vista Parcial
Junto às palmeiras, a casa que se destaca é o Palácio Episcopal ,que pertenceu a João Penido e posteriormente à Joaquim Ribeiro de Oliveira que posteriormente a transferiu por doação à Mitra Arqui diocesana para sede episcopal
Atualmente funciona o Bahamas, (ao lado do Cenáculo na Avenida Barão do Rio Branco).
À direita do palácio desenvolve-se Avenida Barão do Rio Branco
Na extremidade esquerda da foto, vemos um gramado entrecortado por caminhos
É o gramado da Catedral Metropolitana
Final do século XIX
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
565
Nas Proximidades do Bairro Retiro
Provavelmente Inicio da década de 1900.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
564
Chegada dos colonos em Juiz de Fora
Entre os imigrantes chegados no início de 1856, incluía-se um leque variado de especialistas: mecânicos, ferreiros e técnicos em construções de pontes.
A fixação dos imigrantes na cidade, concluído o prazo dos contratos, organizando pequenas indústrias (cervejarias, oficinas de carroças, máquinas agrícolas e de reparos), serrarias, curtumes, fábrica de implementos agrícolas, casas de comércio ou dedicando-se ao setor de serviços, significou, por um lado, a existência de um mercado consumidor para o qual destinavam produtos de suas especializações e, por outro lado, mediante sua incorporação como produtores, a ampliação do mercado consumidor local.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
563
Cartão Postal 
Rua Halfeld 
Data não informado 
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
562
Praça ou Largo do Riachuelo em 21 de Julho de 1896 
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
561
Cartão Postal
Parque Halfeld
Ao Fundo a Biblioteca em estilo Art. Déco e chafariz ambos demolidos
Provavelmente década de 1920.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
560
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade
Comando Revolucionário em 1930
Atualmente neste Local a Garagem da Empresa de Ônibus São Francisco.
Observação: Em 1930 não existia o Bairro Nova Era, Por isso aparece na Legenda da Fotografia como sendo o Bairro Benfica, O Bairro Nova Era Foi Fundado no Final da década de 1950 ou início da década de 1960, e a fazenda ficava dentro do Bairro Nova Era.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: José Leite
559
Família Surerus
Provavelmente em 1905
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Alberto Surerus Moutinho
558
Igreja Santo Antônio em 1847
Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada em Cidade de Santo Antônio do Paraibuna, a população urbana ainda era diminuta: contava mais ou menos com seiscentos habitantes.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
557
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Museu Mariano Procópio 
556
Esse templo foi reformado na década de 1930. 
É uma das três primeiras igrejas construídas ao longo do Caminho Novo, citado no Codice Matoso, em 1749, quando passou no então Engenho do Mato, atual Paula Lima, o Ouvidor Geral, Caetano da Costa Matoso. 
Sua construção remonta ainda os finais do século XVII.
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Museu Mariano Procópio 
555
Parque Halfeld
Foto tirada do alto da igreja São Sebastião em 1912
Foto enviada da Alemanha para Martha de Castro, por sua amiga Roberta.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Alberto Surerus Moutinho
554
Ulisses Mascarenhas e família 
A de chapéu a Miss Juiz de Fora, Maria Luiza Paletta Ekmam
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira
553
Palácio Episcopal que pertenceu ao político juiz-Forano Doutor João Penido
A casa ao alto junto às palmeiras é o Palácio Episcopal que pertenceu ao político juiz-Forano João Penido.
Posteriormente foi herdado por Maria Assis de Oliveira e Irene de Assis Vilaça (sobrinhas da esposa de Penido).
Durante anos foi residência de Joaquim Ribeiro de Oliveira que a transferiu por doação à Mitra Arqui diocesana para sede episcopal.
Foi construída nos fins do século XIX e era dotada de um horto florestal que ia até às proximidades do morro do Cristo.
Foi demolida ainda durante processo de tombamento onde construiu-se um prédio comercial (Bahamas ao lado da igreja do Cenáculo).
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Ramon Brandão
552
Estrada de Ferro Dom Pedro II  
Estação de Juiz de Fora em 1881 - 
Inaugurada em 30 de dezembro de 1875. 
Essa foi a primeira estação localizada no centro de Juiz de Fora, à Avenida Francisco Bernadino em frente à Rua Marechal Deodoro. 
Estima-se que ela foi demolida na década de 1950.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
551
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Museu Mariano Procópio 
550
Museu Mariano Procópio
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
549
Avenida Barão do Rio Branco, (Alto dos Passos).
3.470 = Casa à direita - Hoje é o Grand Classic Residence (a casa antiga que aparece na foto foi demolida e deu lugar ao edifício supracitado)
3.480 = Clube Sírio e Libanês (a casa antiga à esquerda que aparece na foto foi demolida e deu lugar ao edifício/clube supracitado)
Li, um dia, que o Clube Sírio e Libanês promovia a distribuição de alimentos e cobertores para as pessoas carentes, mas me esqueci onde foi e como e porque havia essa distribuição (por causa da pobreza e/ou por causa de enchentes).
Década de 1960
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
548
Avenida Barão do Rio Branco (Alto dos Passos)
3.408 = Hospital Municipal - Prefeitura de JF – HPS - Hospital de Pronto Socorro Dr. Mozart G. Teixeira - antigo COTREL (a casa antiga que aparece na foto permanece de pé, mas, provavelmente sofreu reformas em seu interior)
3.428 = Procuradoria - Seccional da Fazenda Nacional (a casa antiga que aparece na foto foi demolida)
3.444 = Igreja Viva – Assembleia de Deus do Gramacho (não sei dizer se a casa antiga que aparece na foto foi reformada ou demolida)
3.460 = Arquivo Central da Universidade Federal de Juiz de Fora (a casa antiga que aparece na foto permanece de pé, aparentemente, sem reformas – segundo a minha sogra, essa casa já abrigou o Jardim de Infância Mariano Procópio – meu marido estudou nele - 1975)
3.470 = Grand Classic Residence (a casa antiga que aparece na foto foi demolida e deu lugar ao edifício)
3.480 = Clube Sírio e Libanês (a casa antiga que não aparece na foto foi demolida e deu lugar ao edifício).
Uilmara Machado de Melo comentou: Li, um dia, que o Clube Sírio e Libanês promovia a distribuição de alimentos e cobertores para as pessoas carentes, mas me esqueci onde foi e como e porque havia essa distribuição (por causa da pobreza e/ou por causa de enchentes).
Década de 1960
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
547
Avenida Barão do Rio Branco
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
546
Serviço Médico-escolar de Chácara
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
545
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
544
Represa João Penido
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
543
Cartão Postal 
2° Congresso Eucarístico em Comemoração ao Centenário de Juiz de Fora, em Maio de 1950.
Acervo: Gutemberg Gomes
542
Rio Paraibuna com corredeiras 
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
541
Vila operária da Fazenda Floresta e Fábrica São João Evangelista
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
540
Distrito de Paula Lima
Esse templo foi reformado na década de 1930. 
É uma das três primeiras igrejas construídas ao longo do Caminho Novo, citado no Codice Matoso, em 1749, quando passou no então Engenho do Mato, atual Paula Lima, o Ouvidor Geral, Caetano da Costa Matoso. 
Sua construção remonta ainda os finais do século XVII.
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
539
Cidade de Chácara
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
538
Praça Riachuelo - Largo do Riachuelo
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias da Fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado -1939
Acervo: Museu Mariano Procópio 
537
Praça João Penido, (conhecida como Praça da Estação).
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias da Fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado -1939
Acervo: Museu Mariano Procópio 
536
Parque Halfeld
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
535
Praça Antônio Carlos
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio 
534
Cartão Postal 
Praça João Penido ou Praça da Estação como e conhecida popularmente, Casa Cruz Vermelha em 1920.
Fotografia do livro "Sianinhas e Saudades: Armarinhos e Tecidos Tradicionais no Centro Histórico de Juiz de Fora". 
533
Bairro Barreira do Triunfo
Primeira Escola do Bairro 
Carlão Miranda comentou: A informação é que faz parte do álbum "Cópia das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do estado de MG em 1939", segundo o MAPRO.
Acervo: Museu Mariano Procópio.
532
O eterno e cativante parque Halfeld, local ideal para uma fotografia.
Humberto Ferreira Comentou:  Turma dos Bondes,(Motorneiros e Cobradores).
Ao Olhar a Fotografia, O primeiro á Direita, Agachado de terno Branco, é o Borracha, cunhado do Congo, o Borracha não era dos Bondes e sim Chauffer de Praça, do ponto do Parque Halfeld.
Década de 1960
Acervo: Humberto Ferreira 
531
Parque Halfeld 
Garotinho não identificado 
Os Meninos que aparecem no Monumento ao Fundo estavam no local de Origem.
Vejam ao fundo da Fotografia 
Observando Melhor, dá para ver o Antigo Edifício Clube de Juiz de Fora.
Provavelmente década de 1940 ou 1950.
Acervo: Humberto Ferreira 
530
Interior da Casa da América em 1917
Rua Halfeld lado direito sentido Rua Batista Oliveira
Quase em frente ao Banco Brasil
Sergio Ibraim Bechara comentou: Pertenceu a família de Alfredo Monteiro
Maria José Monteiro Zeze comentou: Casa da América 
Rua Halfeld 657 
Logo abaixo do Cine Central 
Telefones na época 1098 e 1001 
Loja de ferragens e louças
Tradicional por muitos anos em nossa cidade
Acervo: Elton Belo Reis
529
Interior da Casa da América em 1917
Rua Halfeld lado direito sentido Rua Batista Oliveira
Quase em frente ao Banco Brasil
Sergio Ibraim Bechara comentou: Pertenceu a família de Alfredo Monteiro
Maria José Monteiro Zeze comentou: Casa da América 
Rua Halfeld 657 
Logo abaixo do Cine Central 
Telefones na época 1098 e 1001 
Loja de ferragens e louças
Tradicional por muitos anos em nossa cidade
Acervo: Elton Belo Reis
528
Preparação para a Construção da Usina 4
Humberto Ferreira comentou: O Engenheiro Assinalado e o Doutor Ernani de Andrade, Meu Tio 
Provavelmente 1856
Acervo Humberto Ferreira 
527
Fotografia Autografada por Santos Dumont em Visita a Juiz de Fora
Julio Modesto Simões comentou: A foto era de meu pai, Natalino Modesto de Almeida, recebeu das mãos de Santos Dumont
Provavelmente década de 1920
Acervo Julio Modesto Simões
526
Museu Mariano Procópio
07 de Dezembro de 1940
Pagina 30
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
525
Vista Parcial 
Na fotografia podemos ver o Jardim Municipal, Atual Parque Halfeld, área descampada ao centro 
À direita, o prédio do Fórum, inaugurado em 20 de Março de 1878. hoje Palácio Barbosa Lima, Atual Camara de Vereadores
Provavelmente do final do século XIX
Fonte: https://jfhistoria.wordpress.com/author/jfhistoria/
524
Revista O Cruzeiro
05 de Junho de 1929
Página 17
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
523
Revista O Cruzeiro 
02 de Abril de 1932 
Pagina 33
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
522
Museu Mariano Procópio
Revista O Cruzeiro
07 de Dezembro de 1940
Pagina 30-31
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
521
Museu Mariano Procópio
Revista O Cruzeiro
07 de Dezembro de 1940
Pagina 30-31
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
520
Museu Mariano Procópio
Revista O Cruzeiro
07 de Dezembro de 1940
Pagina 30-31
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
519
O Dia da Guerra em Ubá
Tropa da Aliança Liberal chega de Juiz de Fora onde hoje é a Praça Guido para sitiar-se em Ubá em 03 de outubro de 1930.
Batalhão da Polícia sediado em Juiz de Fora, não podendo enfrentar as forças da 4ª Região Militar, comandada por Getúlio Vargas, retirou-se para Ubá, alojando-se na Fazenda das Palmeiras de propriedade da família do Dr. Levindo Coelho, contrário ao golpe. Lá ficaram acampadas as tropas do exército da Aliança Liberal enquanto o Comando ficou alojado no antigo Grand Hotel, na Praça da Guido Marliére. 
Fonte: https://www.jornalonoticiario.com.br/noticia/2985/3-de-outubro-de-1930-o-dia-da-guerra-em-uba
Acervo e Fotografia: Celidônio Mazzei
518
Fotografia extraída da Revista O Cruzeiro de 07 de Março de 1931, pagina 2.
Descrição na Fotografia 
Acervo Daniel Moratori
517
Os Carriços 
Pai e Filho subindo a Rua Halfeld como Repórteres 
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira 
516
Foto tirada do Morro do Cristo
Uilmara Machado de Melo comentou: deve ser entre 1947 e 1950.
Governo Municipal do Doutor Dilermando Cruz e, se olharmos a foto ampliada, conseguimos ver que o prédio dos Correios já existia (35/44/65 - construção e ampliações) e o Edifício Clube Juiz de Fora, ainda existia (pegou fogo em 21 de fevereiro de 1950) - Corrijam-me, se eu estiver enganada!
Na placa está escrito: Sob os Auspícios do Prefeito Doutor Dilermando Cruz e sob iniciativa e administração do Vereador Ribeiro de Sá, eu não consegui entender/decifrar o restante.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
515
Tenente Fassheber e sua seção reunidos na área da Remonta, em 1930.
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora devido a uma parceria entre ambos.
Fonte: História do 4° GAC (Coronel Oswaldo Pereira Gomes).
514
Rua Halfeld e Avenida Presidente Getúlio Vargas 
Tropa da 1ª/4º GAMTM. 
Ao fundo vê-se o prédio do Banco de Crédito Real de Minas Gerais. Destaca-se na primeira montaria o Tenente Fassheber em 1930.
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora devido a uma parceria entre ambos.
Fonte: História do 4° GAC, (Coronel Oswaldo Pereira Gomes).
513
Rua Halfeld
O Prédio colorizado de Rosa que aparece no meio da fotografia e o famosíssimo Hotel Rio de Janeiro.
Década de 1930 
Acervo Humberto Ferreira 
512
José Ribeiro de Resende nasceu em Lagoa Dourada em 27 de Dezembro 1808, Faleceu em Juiz de Fora em 28 de janeiro 1888.
Primeiro e único Barão de Juiz de Fora, foi um político e proprietário rural da cidade de mesmo nome.
Serviu como presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora entre 1853 e 1856, foi juiz de paz e Tenente-coronel da Guarda Nacional. 
Recebeu de D. Pedro II, em 15 de junho de 1881, o título de Barão do Juiz de Fora. 
Doou o terreno onde foi construído o primeiro cemitério público da cidade, o Cemitério Municipal de Juiz de Fora.
Foi filho do Coronel Geraldo Ribeiro de Resende com de dona Esmênia Joaquina de Mendonça sobrinho paterno de Marquês de Valença. 
Casou-se pela primeira vez com dona Senhorinha Carolina de Miranda Reis tendo com ela, dentre os onze filhos, Geraldo Augusto de Resende, Barão do Retiro e José Augusto de Resende, o segundo Barão do Rio Novo. 
Contraiu segundo matrimônio em 10 de julho de 1858 com dona Camila Francisca Ferreira de Assis Armond, viúva do capitão Cândido Ferreira da Fonseca, filha do primeiro Barão do Pitangui e irmã do segundo Barão de mesmo título e do conde de Prados.
Foi proprietário de terras em Engenho do Mato posteriormente denominado Chapéu D'Uvas. 
Adquiriu, depois, a fazenda de café Fortaleza, em Caeté, pertencente aos herdeiros do capitão Pedro Teixeira de Carvalho e de Maria Lucinda da Apresentação. 
Doou terrenos para os cemitérios de Santana do Deserto e Caeté.
Foi homenageado em Juiz de Fora com uma rua em seu nome, a Rua Barão de Juiz de Fora.
Acervo Elton Belo Reis 
511
Bairro Nova Era 
Fazenda da Saudade 
Revolução de 1930 
Voluntários da Revolução de 1930 acampados na Fazenda.
Outubro de 1930
Imagem do Fundo Correio da Manhã.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
510
Avenida Barão do Rio Branco
Rua Direita em 1889
Podemos ver o antigo colégio dos jesuítas e a casa da direita é o do colégio Vianna júnior. 
A Fotografia está na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Antônio Carlos.
A esquerda podemos observar a Catedral Metropolitana
Colorização não informado 
Acervo Edson Luiz Ribeiro
509
Primeiro Automóvel de Juiz de Fora 
Local e pessoa não informado 
Data Provável: 1926 ou 1928
Acervo Myriam Brandão
508
Bairro Poço Rico 
Quadro de H. Caron
Extraído do Almanak de Juiz de Fora de 1891
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
507
Bairro Fabrica 
Collegio São Salvador 
Atualmente 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, (10º BIL). 
Extraído do Almanak de Juiz de Fora de 1891
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
506
Propaganda A Importadora
Casa Especial de Bicyclettes
Rua Direita - 150
Atualmente Avenida Barão do Rio Branco 
Extraído do Almanach de 1899
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
505
Propaganda da Grippi & Irmãos
Deposito De Byciclettes
Venda de Objectos de Caça 
Loja Premiada na Exposição de Juiz de Fora 
Rua Halfeld - 143
Extraído do Almanach de 1899
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
504
Propaganda da Pantaleone Arcuri, Timponi & Companhia 
Rua Espirito Santo -  Nº 1 - 3 
Telephone - 50
Empresa Premida na Exposição de Turim em 1898
Extraído do Almanach de 1899
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
503
Propaganda da Lithographia a Vapor Biancovilli
Extraído do Almanach de 1899
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
502
Henrique Surerus & Irmão
Rua Do Imperador - 88
Atual Avenida Presidente Getúlio Vargas 
Extraído do Almanach de 1899
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
501
Obras de Construção do Cine Theatro Central 
O projeto foi arquiteto Raphael Arcuri,
O ponto de partida para a construção do cineteatro foi a fundação da "Companhia Central de Diversões" em junho de 1927, pela sociedade formada por Químico Correia, Francisco Campos Valadares, Diogo Rocha e Gomes Nogueira. 
A escolha do local foi entre as Ruas São João e Califórnia (hoje Halfeld), onde se situava o teatro Polytheama, demolido para ceder lugar ao Central.
As obras duraram um ano e quatro meses, e a inauguração finalmente ocorreu em 30 de março de 1929.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
500
Parque Halfeld
Obras de Reforma da Biblioteca Municipal que funcionou no interior do Parque Halfeld e que foi demolida no final da década de 1960.
Data provável inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
479
Parque Halfeld
Obras de Reforma da Biblioteca Municipal que funcionou no interior do Parque Halfeld e que foi demolida no final da década de 1960.
Data provável inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
478
Parque Halfeld
Obras de Reforma da Biblioteca Municipal que funcionou no interior do Parque Halfeld e que foi demolida no final da década de 1960.
Data provável inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
477
Autorização do Decreto n° 10.317 para o funcionamento da Agencia do Banco de Credito Real de Minas Geraes Pelo Imperador Dom Pedro Segundo em 22 de Agosto de 1889.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
476
Autorização do Decreto n° 10.317 para o funcionamento da Agencia do Banco de Credito Real de Minas Geraes Pelo Imperador Dom Pedro Segundo em 22 de Agosto de 1889.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
475
A Maternidade Therezinha de Jesus foi fundada em 01 de Dezembro de 1926, pelos médicos José Dirceu de Andrade, Navantino Alves e Renato de Andrade Santos. Foi inaugurada em 01 de Janeiro de 1927, no prédio na Avenida Quinze de Novembro, atual Avenida Getúlio Vargas. Em 08 de Janeiro de 1927, às 19h, ocorre o primeiro nascimento, realizado pelo médico Dr. José Dirceu de Andrade: um bebê do sexo feminino, que recebeu o nome de Therezinha de Jesus.
Em 1931, após doação do Governo de Minas Gerais, a Instituição passou a funcionar na Rua São Mateus. Em 1955, foi construído um anexo, onde foi instalada uma lavanderia. Este anexo foi alugado à Obra Social Santa Mônica, destinando-se também ao abrigo de mães desamparadas, sem famílias constituídas, que tinham permissão para trabalhar no local. Em 1978 a Maternidade foi transferida para a atual sede, à Rua Dr. Dirceu de Andrade.
A Instituição estabeleceu convênio com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, para o ensino da disciplina de Obstetrícia. Desde 1967, mantém um ambulatório de planejamento familiar que atende a toda a população. Também faz parte do Centro de Biologia de Reprodução – CBR, onde realiza pesquisa na área de reprodução humana e animal desde 1970, para embasar o planejamento familiar.
A partir de 15 de setembro de 2005, a Instituição passou a ser co-gerida pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – Suprema (FCMS/JF), recebendo a partir de então a denominação de Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) e passando a prestar assistência à saúde, em âmbito geral, com diversas especialidades.
Disponível em: http://www.hmtj.org.br/2014/o-hospital/o-hospital-1/historico-4. Acesso em: dez. 2015.
Fonte: IBGE
Acervo Mauricio Lima Corrêa
474
Bairro Costa Carvalho 
Vista interna da Igreja São José do Botanágua 
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1950
Fonte: IBGE
473
Vista interna da Capela do Colégio Stella Matutina 
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1950
Fonte: IBGE
472
Capela do Instituto Santos Anjos
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1950
Fonte: IBGE
471
Bairro Santa Terezinha 
Entrada lateral do "Stadium" Salles Oliveira
Estádio do Tupy
Memorial Carijó 
Acervo Léo Lima JF
470
Construção da barragem Doutor João Penido para o novo abastecimento de água para Juiz de Fora em 14 de Junho de 1936. 
Acervo Mauricio Lima Corrêa
469
Inicio do Transporte em Juiz de Fora 
Em 1880, foram  tomadas as iniciativas para dotar Juiz de Fora de um serviço de Bondes, por determinação de Feliz Schmidt e Eduardo Batista Roquete Franco. 
Os trabalhos começaram em 1881 e, já em 1883, duas eram as linhas disponíveis – Alto dos Passos/Estação e Rua do Espírito Santo/Mariano Procópio. 
Os Bondes eram movidos à tração animal. 
Com o progresso e o sucesso do emprego da energia elétrica, produzido pela usina pioneira na América do Sul os Bondes passaram a serem movidos a eletricidade.
Acervo e Texto Wilton Araújo
468
Construção da Igreja Nossa Senhora da Glória, provavelmente em 1924.
Fotografia Extraída do Facebook de Edith Vaz de Araujo
467
Estação Central do Brasil
Ferrovia D.Pedro II
Final de 1890
Acervo e Restauração Mauricio Lima Corrêa
466
Rua Mariano Procópio
4º Região Militar, (Quartel General).
Atualmente 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha 
Brigada 31 de Março
Portão das Armas, (Desativado).
Hoje o acesso a esta conceituada Organização Militar e feita pelo antigo portão lateral.
Provavelmente década de 1930
Acervo Mauricio Lima Corrêa
465
Usina de Marmelos 
1ª usina hidroelétrica da América do Sul em 1958
Barragem do rio Paraibuna.
Autor: Guerra, Antonio Teixeira, 1924-1968; Jablonsky, Tibor
Fonte: IBGE
464
Bairro Grama em 1948
Relevo com plantação de café no caminho de Grama 
Autor: Costa, Osvaldo Gilson Fonseca, Valverde, Orlando, 1917-2006
Fonte: IBGE
463
O futebol nasceu em Juiz de Fora?
Alertado por um amigo, reproduzo dados de matéria publicada em 2015, que antecipa em dois anos a realização do primeiro jogo no Brasil
Escola de Minas Gerais tem registro de futebol antes da chegada de Charles Miller.
Sim, boquiaberto (a) leitor (a), documentos encontrados nos arquivos do Instituto Metodista Granbery, de Juiz de Fora (MG), atestariam que houve uma partida de futebol no dia 24 de junho de 1893 entre alunos daquela instituição, portanto dois anos antes do jogo que é considerado o primeiro da história do esporte no Brasil, entre funcionários da Companhia de Gás e da São Paulo Railway, em 14 de abril de 1895.
Ilustração: FP Rodrigues
Exclusivo Site: Luiz Ruffato
Extraido do Facebook do prezado amigo Carlos Alberto Xavier De Vilhena
462
Companhia Dias Cardoso
Antônio Jose Apolinário Apolinário Comentou: Estou lhe enviando esta foto que tirei, pois talvez seja de importância. 
Este livro que possuo tem 103 anos que foi publicado e o primeiro dono o comprou na Companhia Dias Cardoso em nossa cidade. 
Deixei no detalhe da foto o selo da referida Companhia.
Acervo Antônio Jose Apolinário Apolinário
461
Fazenda Salvaterra em Abril de 1937
Fotografia Anônimo
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
460
Fazenda Salvaterra em Abril de 1937
Fotografia Anônimo
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
459
Vista Panorâmica 
Aeroclube de Juiz de Fora era localizado no Bairro Nova Era 
Podemos ver a esquerda da Fotografia os Prédios do Aero Clube, como hangar e etc.
Ao Fundo a Caixa Caixa D'Água da FEEA atual IMBEL e as torres das igrejas do Bairro Benfica.
Acredito que já existia o Campo de Futebol do 1/4 RO - Regimento de Obuses atual 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Podemos ver o que se parece com Baias ou cocheiras os prédios em primeiro plano, pois na época o principal meio de transporte eram Cavalos.  
Neste local atualmente é o Colégio Militar de Juiz de Fora 
Provavelmente meados da década de 1930.
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
458
Projeto do Jardim da praça Coronel Francisco Halfeld
Atualmente Parque Halfeld
Foto Louise Torga
Acervo Arquivo Histórico de Juiz de Fora  
457
Bairro São Mateus
Abrigo de Bondes
Provavelmente Inicio da década de 1950
Acervo Humberto Ferreira
456
Família de José Marques de Mello
Inah De Mello Wanderley Teixeira comentou: Aí estão  meus avós portugueses radicados em Juiz de Fora.
Foram muito conhecidos como Senhor Mello e Dona Aninha. 
Moraram muitos anos na residência atrás da Igreja de São Sebastião. 
Meu avô chegando de Portugal foi para Juiz de Fora e criou a Padaria Rio Branco e Padaria Seres.
Na foto estão  suas filhas Benilde, Irmã, Zulma e Inah.
Ai está minha bisavó também com a criança  no colo que sou eu!
Esta foto deve ser de 1945.
Meu avô Era conhecido por Senhor Mello e consta do livro Portugueses em Juiz de Fora.
Acervo: Inah De Mello Wanderley Teixeira
455
Vista Panorâmica
Vista da cidade de Juiz de Fora em 1905 
Ao Fundo podemos ver a Catedral Metropolitana 
Fonte: http://www.ibamendes.com/2017/08/fotos-antigas-de-cidades-coisas-e_13.html
454
O Colégio “Nossa Senhora do Carmo” de Juiz de Fora pertence à Congregação das Irmãs Carmelitas da Divina Providência, Congregação brasileira fundada em 1889.
Em 1942, havia, em Juiz de Fora, um colégio leigo, o Instituto Santos Anjos. Quis a Providência que pessoas da cidade oferecessem à Congregação a direção do referido Instituto. Era um educandário só para a infância.
O Instituto Santos Anjos tornou-se um grande estabelecimento para a educação da infância. 
Frequência numerosa, ensino de alta qualidade, educação esmerada e uma direção eficiente. Foi um grande colégio. Nele, estudaram grandes homens e mulheres da Juiz de Fora de hoje. Funcionava na Avenida Barão do Rio Branco, n° 2296. Suas salas se estendiam até a Rua Santo Antônio.
A partir de 1973, a Congregação uniu o Instituto Santos Anjos, que funcionava desde 1942, ao Colégio do Carmo, passando a funcionar na Rua Dona Maria Helena Teixeira, 112.
Fotografia e Texto: http://carmojf.com/novo/historico
453
DEPOSITO DE MOVEIS LTDA, (Demolido). 
Avenida Barão do Rio Branco, Esquina com a Rua Espirito Santo
Antigo prédio dos Telégrafos e Bar Redentor em 1964
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
452
Menelick de Carvalho, prefeito de Juiz de Fora discursando na reinauguração da Biblioteca Pública, localizada no centro do Parque Halfeld. 03/10/1934.
Menelick de Carvalho (1897 — 1949) foi um político brasileiro. Formado em advocacia, em 1925 tornou-se Delegado Geral de Polícia de Juiz de Fora. Em 1933, foi eleito prefeito do município. Atuou também nos cargos de diretor da Secretaria do Interior do Estado e diretor da Companhia Mineira de Eletricidade.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
451
Estrada de Ferro Central do Brasil 
Viaduto Ferroviário do Bairro Retiro em 1933
Juiz de Fora 
Hugo Caramuru  comentou: Observemos que ali houve dois pontilhões, o antigo, motivo da foto principal, visto ao fundo... e o que foi o ultimo, usado nos encostos/cabeceiras que ainda estão lá.
Acervo Hugo Caramuru 
450
Estrada de Ferro Central do Brasil 
Juiz de Fora em 1928
Descrição na própria Fotografia 
Acervo Hugo Caramuru 
449
Construção da Piscina Suspensa do Sport Club em 1937
Construção realizada pela Companhia Pantaleone Arcuri 
Fonte coleção Recortes de Jornais,(https://www2.ufjf.br/arquivocentral/2021/08/07/apresentacao-fundo-pantaleone-arcuri/?fbclid=IwAR0PtsHFH8zXzydbps18ZOjsfCTGIj-f9TDvtxV7dtI55jIKn1TUSE2SwFQ).
448
Grupo de Revolucionários logo-após terem-se-aquartelado em Juiz de Fora posando para Fotografia
Revolução em 1930
Fonte: https://picryl.com/media/revolucao-de-1930-grupo-de-revolucionarios-logo-apos-terem-se-aquartelado-em-55a3b8
447
Estação Ferroviária Central do Brasil, em foto anterior a 1906 
Nesse ano, colocou-se a atual torre no prédio. 
Autor desconhecido
Acervo Mauricio Lima Corrêa
446
Trecho do Mapa do Caminho Novo publicado em 1812 por John Mawe, em Londres.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
445
Barragem do Rio Paraibuna 
Marmelos 01ª Usina Hidroelétrica da América do Sul em 1958
Acervo Mauricio Lima Corrêa
444
Histórico do 4° D Sup
Em 1875, a implantação de uma ferrovia interligando a província de Minas Gerais à capital do império, com um traçado paralelo à estrada União e Indústria, fez com que o entorno da estação ferroviária passasse a ser considerado porta de entrada da cidade de Juiz de Fora, sendo necessária a criação de uma alfândega seca, com a finalidade de fiscalizar os produtos que entravam ou saíam da província.
Em 1893, numa área aterrada próxima à confluência do Córrego da Independência com o Rio Paraibuna, foram iniciadas as obras de construção da Alfândega Ferroviária das Minas Gerais, dando conformação à Praça Presidente Antônio Carlos, futuramente conhecida popularmente como "Praça do Canhão".
Em 1927, as instalações foram cedidas ao Exército Brasileiro, que as ocupou a partir de 07 de junho de 1931, com o Serviço de Subsistência Militar da 4ª RM.
Em 07 de junho de 1931, logo após, portanto, à Revolução de 1930, iniciaram-se as atividades do Serviço de Subsistência Militar da 4ª Região Militar, tendo como pioneiro o Major Sebastião Teixeira da Rocha.
Em 1941, devido à reestruturação do Exército, a organização militar foi transformada em posto avançado do Estabelecimento de Subsistência do Rio de Janeiro, sob a denominação de Entreposto de Subsistência, o qual foi extinto em julho daquele mesmo ano.
A importância e número de unidades apoiadas e a distância do órgão provedor determinaram que, dois anos depois, em 1º de outubro de 1943, nas mesmas instalações do antigo entreposto, fosse criado o Estabelecimento Regional de Subsistência da 4ª Região Militar.
Além do aspecto operacional de aproximação do apoio logístico, o reinício das atividades foi aclamado pela população local, pois no prédio, denominado Palácio de Cristal, funcionou o primeiro armazém reembolsável da região, com um sistema de auto-serviço nos moldes adotados atualmente pelos mais modernos supermercados.
No final de 1975, o Estabelecimento passou a designar-se Depósito de Subsistência e, em 1º de janeiro de 1991, com a integração do Depósito Regional de Material de Intendência, do Depósito Regional de Armamento e do 4º Pelotão de Remuniciamento, conforme Portaria Ministerial nº 028–Res, de 05 de dezembro de 1990, foi transformado em 4º Depósito de Suprimento.
Fonte: https://4dsup.eb.mil.br/index.php/en/historico-4dsup
443
Envelope endereçado a Alfredo Ferreira Lage, proveniente do Rio de Janeiro, datado de 20 de Junho de 1892. 
Destaque para o selo denominado "Tintureiro", famoso no meio filatélico.
Acervo David Tavares Ladeira - Filatelista 
442
10° Regimento de Infantaria atual 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha,(10º BIL). 
Reinaldo Franchini Servindo ao Exército Brasileiro em 1940 
Acervo Família Franchini
Fotografia doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
441
Republicando com melhor qualidade 
Dirigentes do Sport visitam o terreno doado por Procópio Teixeira. 
Estava nascendo o estádio do Verdão, hoje felizmente tombado e preservado. 
Juiz de Fora ainda tinha poucas casas. 
Mais de cem anos de história
Márcio Guerra Comentou: O Sport foi fundado em 1916. 
Seu primeiro campo foi na Rua Santo Antônio, onde hoje é o MAMM. Imagino que essa foto seja dos anos 20. 
Mas como estava sem data, estou pesquisando.
Acervo e Texto Márcio Guerra
440
Lembrança Escolar 
Alunas do Colégio Stella Matutina 
Aluna n° 12 e Zilah de Andrade Santos 
Data Provável 1927/1928
Acervo Humberto Ferreira 
439
Lembrança Escolar 
Alunas do Colégio Stella Matutina 
Aluna n° 06 e Zilah de Andrade Santos 
Data Provável 1925/1926
Acervo Humberto Ferreira 
438
Neca Venâncio 
Brunner Venâncio Lopes comentou: Neca Venâncio, (Manoel Venâncio Sobrinho, meu bisavô).
Rua Halfeld.
Fazendeiro importante na região foi o Neca Venâncio que se tornou uma figura folclórica pelas atitudes matreiras. Seu filho Rubens que era funcionário do estado, relatou os “Causos” a seguir;
Certo dia Neca Venâncio se dirigiu a gerencia do Banco de Credito Real, na esquina da Rua Halfeld com Getúlio Vargas e perguntou quanto tinha de saldo na conta e simultaneamente solicitou a retirada de todo dinheiro. Foi um corre danado, pois era uma quantia muito grande e o banco não tinha os numerários em sua totalidade na agência, tendo que recorrer a outros bancos para suprir a retirada. Muitos cafezinhos foram servidos e muita conversa foi jogada fora enquanto se tomavam as providências para atender o cliente e provavelmente, houve uma demora significativa. Depois desse trabalhão todo o gerente entregou os recursos ao correntista que imediatamente se dirigiu a um canto da agência e vagarosamente contou todo aquele dinheiro. Depois de algum tempo o Senhor Neca Venâncio chama o gerente e simplesmente diz parar ele: pode guardar o dinheiro de novo, só queria conferir se ele estava bem guardado!
Foi um dia importante aquele, que Juiz de Fora recebeu Getúlio Vargas, Presidente da República. Hospedado na Fazenda São Mateus, o presidente estava cercado de correligionários e muitos políticos de toda a região. Muitas festas, muita pompa e vários documentos importantes para serem assinados Provavelmente para obras em toda a região. Lá estava Neca Venâncio um homem analfabeto, mas muito rico e forte politicamente que num determinado momento foi convidado a assinar como testemunha em um desses papéis importantes. Sentou- se à mesa e passou a rabiscar alguma coisa no lugar indicado por algum assessor presente. Nesse momento alguém chega por traz e dá uma tapinha em suas costas para saudá-lo e ele vira para traz e diz: “O! seu filho da p...., agora não sei se estou no NECA ou no VENÂNCIO.A pessoa que bateu nas suas costas era o presidente Getúlio Vargas.
Certo dia Neca Venâncio se dirigiu ao centro da cidade com seu automóvel e estacionou-o na em um lugar proibido, Rua Batista de Oliveira, próximo à esquina da Rua Halfeld. Deu uma “saidinha” e foi fazer alguma coisa por perto. Quando voltou um guarda Civil estava próximo de seu veículo, “anotando” sua placa, o que gerou uma discussão entre as partes e certo nervosismo ao Neca. Venâncio voltou à sua fazenda, deixou o carro, montou em um cavalo retornando ao local onde havia acontecido o entrevero,” estacionou” o animal exatamente no mesmo local e quando o guarda se aproximou, levantou o rabo do cavalo e disse “anota aí” !!!
Havia uma grande novidade na época: “o concreto armado”, Neca Venâncio, muito “progressista” resolveu fazer uma obra em sua fazenda e utilizar essa novidade. No dia marcado, num domingo, orientado por alguém, combinou com um número grande de pessoas para “encher a laje”. Cedo esses contratados foram chegando e na hora de começar o senhor Neca Venâncio convidou as pessoas a iniciar o trabalho e disse “bom amigos, agora vamos encher a laje, vai ser muito fácil, pois, durante a semana, fui adiantando e misturando o concreto, agora é só colocar no lugar”.
Dizem que Neca Venâncio, revoltado, vendeu uma de suas fazendas para Geraldo Lopes, porque ia passar uma estrada asfaltada dentro da mesma e iria incomodar suas vacas. A fazenda se localizava onde é hoje o bairro bandeirantes e cercanias.
Infelizmente não sei quem foi o autor da foto.
Década de 1930 
Acervo Brunner Venâncio Lopes
437
Rozi Borges comentou: Campo do Clube Tupynambás, Presidente Senhor  Arcanjo Jacobuci, (não sei se é assim que escreve o nome dele). Foi Fundador da primeira piscina do Clube, ele é o segundo da direita para esquerda todo de branco com as pernas abertas.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
436
FOTO RARÍSSIMA DA ESCOLA ESTADUAL PROFESSOR LOPES, DE BENFICA.
Esta é uma imagem de 1957 
São alunos da Primeira Série do Grupo Escolar Professor Lopes. 
Na ocasião, a escola ficava no prédio da Rua Martins Barbosa, esquina com Rua Marília.
O primeiro aluno, junto à cerca, é o Dr João César Novais.
A professora é a Dona Marta.
Você conhece mais alguém?
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
435
Maestro e Professor Emilio Soares de Gouvêa Horta Junior
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Meu trisavô Materno, o Maestro e Professor Emilio Soares de Gouvêa Horta Junior, se transferiu com a família de Ouro Preto para Juiz de Fora em Junho de 1886, após se aposentar em 1885 como Inspetor Geral da Instrução Pública de Minas Gerais. 
Foi Professor na Academia de Comércio de Juiz de Fora, fundada em 1891. 
Faleceu em Juiz de Fora a 30 de Março de 1907. 
Está sepultado no Cemitério Municipal Nossa Senhora Aparecida, no Bairro Poço Rico.
Acervo Humberto Rodrigues de Sá
434
Senhor José Dias Tavares 
David Tavares Ladeira comentou: Foto de família de José Dias Tavares então proprietário de parte das terras na atual Região Norte de Juiz de Fora e que deu nome ao atual distrito de Dias Tavares
Foto data provável entre 1900 e 1910
Acervo David Tavares Ladeira 
433
Maternidade Therezinha de Jesus 
A Maternidade Therezinha de Jesus foi fundada em 01 de Dezembro de 1926, pelos médicos José Dirceu de Andrade, Navantino Alves e Renato de Andrade Santos. Foi inaugurada em 01 de Janeiro de 1927, no prédio na Avenida Quinze de Novembro, atual Avenida Getúlio Vargas. 
Em 08 de Janeiro de 1927, às 19h, ocorre o primeiro nascimento, realizado pelo médico Dr. José Dirceu de Andrade: um bebê do sexo feminino, que recebeu o nome de Therezinha de Jesus.
Em 1931, após doação do Governo de Minas Gerais, a Instituição passou a funcionar na Rua São Mateus. 
Em 1955, foi construído um anexo, onde foi instalada uma lavanderia. Este anexo foi alugado à Obra Social Santa Mônica, destinando-se também ao abrigo de mães desamparadas, sem famílias constituídas, que tinham permissão para trabalhar no local. 
Em 1978 a Maternidade foi transferida para a atual sede, à Rua Dr. Dirceu de Andrade.
A Instituição estabeleceu convênio com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, para o ensino da disciplina de Obstetrícia. 
Desde 1967, mantém um ambulatório de planejamento familiar que atende a toda a população. 
Também faz parte do Centro de Biologia de Reprodução – CBR, onde realiza pesquisa na área de reprodução humana e animal desde 1970, para embasar o planejamento familiar.
A partir de 15 de setembro de 2005, a Instituição passou a ser co-gerida pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – Suprema (FCMS/JF), recebendo a partir de então a denominação de Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) e passando a prestar assistência à saúde, em âmbito geral, com diversas especialidades.
Disponível em: http://www.hmtj.org.br/2014/o-hospital/o-hospital-1/historico-4. Acesso em: dez. 2015.
Encontrado no link: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445351&fbclid=IwAR0H09H7QivZeYy6UB-UbxwwF090-pTNWmffZwrrZdzs6k7jisOxnpc1Hbo
432
Interior da Fábrica do Café Apollo 
Rua Marechal Deodoro 
Elton Belo Reis comentou: Renato Massena fundou em 1926 o famoso Café Apollo, toda a fábrica com máquinas de torrefação foi construída por ele manualmente 
Renato Massena e o que aparece de óculos 
Acervo Elton Belo Reis
431
Bairro Mariano Procópio 
Família Imperial em Casa Próximo ao Museu Mariano Procópio onde ficaram hospedados em 1861 onde vieram para inauguração da estrada União Industria
Elisângela Esteves Mendes disse: D.Pedro II estava em Juiz de Fora nesta ocasião para a inauguração do "castelo" dos Ferreira Lage construído para recebe-los, mas que não ficou totalmente pronto a tempo. A Família Imperial se hospedou então nesta casa, que era a fazenda de Mariano. Seu filho, Frederico, anos mais tarde irá demolir a casa e construir a que hoje abriga o quartel.
E o castelo dos Ferreira Lage é hoje o Museu, doado por Alfredo Ferreira Lage ao município.
Colorizada por Rafael Loureiro
Foto enviada por Francisco Barroso
430
Largo do Riachuelo em 1896
Fonte: skyscrapercity
Foto Colorizada por Fabiano Quixaba 
Acervo Ramon Brandão
429
Bairro Manoel Honório
Fatonir De Mello Santos comentou: Parece ser no Manoel Honório.
Neste terreno murado seria o atual Bahamas e a mata a direita, nos fundos pode ser onde hoje é a garagem da Transur e Unida e o terreno pertencia a família destas duas empresas. Atrás desta mata no topo do morro foi construído o Colégio Sebastião Patrus de Souza.A Rua do outro lado do Rio seria a Rua Américo Lobo.
Minha base é pela linha de Bonde e com o Rio perto. Acho que aqui em Juiz de Fora, único lugar em que os Bondes circulavam bem próximo ao Rio era ali.
Adão Lucio Souza comentou: não restam dúvidas, olha a tranquilidade que era naquele tempo, parecia que estava na roça em pleno Manoel Honório,e ainda de sobra, acredito que se ouviam os apitos da Leopoldina que passava no Bairro Nossa Senhora Aparecida etc , nem imaginavam o que se tornariam estes locais nos dias de hoje.
Provavelmente inicio da década de 1950
Foto Colorizada por Fabiano Quixaba 
Acervo Mauricio Lima Corrêa
428
Bairro Manoel Honório
Fatonir De Mello Santos comentou: Parece ser no Manoel Honório.
Neste terreno murado seria o atual Bahamas e a mata a direita, nos fundos pode ser onde hoje é a garagem da Transur e Unida e o terreno pertencia a família destas duas empresas. Atrás desta mata no topo do morro foi construído o Colégio Sebastião Patrus de Souza.A Rua do outro lado do Rio seria a Rua Américo Lobo.
Minha base é pela linha de Bonde e com o Rio perto. Acho que aqui em Juiz de Fora, único lugar em que os Bondes circulavam bem próximo ao Rio era ali.
Adão Lucio Souza comentou: não restam dúvidas, olha a tranquilidade que era naquele tempo,parecia que estava na roça em pleno Manoel Honório,e ainda de sobra, acredito que se ouviam os apitos da Leopoldina que passava no Bairro Nossa Senhora Aparecida etc , nem imaginavam o que se tornariam estes locais nos dias de hoje.
Provavelmente inicio da década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa
427
Bairro Santa Terezinha 
Hospedaria Horta Barboza
Prédio anterior a 1888, já 1888 começou a funcionar a Hospedaria para receber Pedintes e imigrantes que vinha para Juiz de Fora a procura de trabalho. 
A maioria vinham do Rio  de Janeiro 
Funcionou até a primeira década do século XX 
Depois passou a ser o atual 2° batalhão da Policia Militar 
Acervo de Júlio Sarchis
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
426
Praça Antônio Carlos
Ao Fundo a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas, Podemos ver ainda um posto de combustível em 1934
Acervo Mauricio Lima Corrêa

425
Largo do Riachuelo
Jardim da Infância em 1925
Acervo Mauricio Lima Corrêa

424
Baile Infantil de Carnaval na sede do Sport Club Juiz de Fora
José Eduardo Araújo comentou: Foto histórica, Doutor Fábio Neri, advogado, odontólogo e político no baile infantil do Sport, ao lado da esposa comandando o trio mirim do Comando B3.
Grande colaborador do Rádio e do Jornalismo local foi Vice Prefeito de Juiz de Fora ao lado do Prefeito Adhemar Rezende de Andrade.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

423
Bairro  Mariano Procópio
Estação Ferroviária de Mariano Procópio
Antonio Nunes comentou: Este de branco logo na parte de baixo é meu pai, José Roberto da Silva Oliveira, que trabalhou na Central do Brasil por 46 anos
Foto aproximadamente de 1910
Acervo Antonio Nunes

422
Imagem de Menina
Photographia Moraes & Brand  
Juiz de Fora Provavelmente 1900
Acervo Elton Belo Reis

421
Tenente Antonio Dias Tostes
O Verdadeiro Fundador de Juiz de Fora, pai da Maria Antonia Claudiana de Moraes
Proprietário das Fazendas, Retiro, Juiz de Fora, Fortaleza, Marmelo e Graminha, pediu autorização para transferência da capela em ruínas da sua fazenda (Distrito da Boiada) para o local onde está Catedral da cidade, inclusive doando os terrenos.
Acervo e Texto Jarbas D'utra Jr.

420
Bairro São Mateus
Paulo Cesar Teixeira Comentou: Este bonde, acho que está em frente à Fundação João de Freitas
Mais abaixo está a Rua Mamoré, onde morei em 1951 a 1955
Provavelmente inicio da década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
419
Pedra Fundamental do Ginásio do Sport Clube Juiz de Fora
José Eduardo Araújo comentou: Foto bem antiga
Local onde foi construído as dependências do Sport Club Juiz de Fora
Avenida Barão do Rio Branco já com a Bandeira do Club tremulando.
Acima o Bairro Megeolario, hoje Nossa Senhora Aparecia em Setembro de 1958
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
418
Bairro Nova Era
Esta Cantina provavelmente era nas proximidades da Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho parcialmente demolida onde só existe o patamar da mesma
Foto extraída do livro História do 4º GAC
Autoria do Coronel Oswaldo Pereira Gomes
Livro doado gentilmente ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora em parceria com o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha
Detalhes na própria legenda da Fotografia  
417
Igreja da Glória que infelizmente foi consumida por incêndio
O padre Braz Delfino Vieira, CSsr, através de uma mensagem nos informa o seguinte:
"A construção da igreja da Glória dos Alemães começou 1878, e em 1879 foi solenemente consagrada (Tese de mestrado da Srta Paloma Rezende de Oliveira). Capelães: Frei Antônio Américo Hoffer Prags (1869 a 1883; Padre Roque Caetani (1883 a 1884) e Padre Adolfo Januska (de julho de 1889 até 19 de fevereiro de 1893 (data de sua morte).
Em 20 de fevereiro de 1904, assumiram os Redentoristas, sendo criado por Dom Silvério Gomes (bispo auxiliar De Dom Antônio Coreia de Sá e Benevides, bispo de Mariana, MG) o Curato de Nossa Senhora da Glória, no Morro dos Alemães."
Texto: Padre Braz Delfino Vieira, Missionário Redentorista, da Paróquia Nossa Senhora da Glória.
Fonte: https://www.facebook.com/groups/194771340656735/?tn-str=*F 
416
Entrada da Escola Normal
Localizada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, S/Nº
Escola Normal, mas não identifico época e evento
Mas muitos religiosos na foto
Não identifiquei ninguém
Provavelmente o evento só usou o prédio
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
415
Bairro Benfica ou Avenida Rosa atualmente Bairro Araújo
Rua Maria Eugênia
Residência era situada paralelamente entre a linha do Trem e o Rio Paraibuna e terminando no córrego.
Bem ao fundo a esquerda podemos ver parte da Estação Ferroviária
Esta casa foi demolida, onde morou a Dona Floricena
Jose Maria Tomaz comentou:esta casa e a que morou o Jaime, já falecido.
Ela foi construída na década de 1930
á pouco tempo depois que a Ibor comprou o terreno
Provavelmente nas décadas de 1950/1960
Acervo Mauricio Lima Correa  
414
Família Pantaleone Arcuri provavelmente no interior de sua Residência em 1921
Gerson Occhi comentou: o Doutor Pantaleone Arcuri deve ser o de braço cruzado, Porque ele ficava muito assim e o Doutor Ricardo Arcuri deve ser o de olhinhos azuis.
O outro menino e o Doutor Nísio Arcuri 
Vovó Isa e Dona Rosita Mãe do Doutor Pantaleone
Dos Filhos do Doutor Nísio, sim Dona Rosita
Família muito simpática, todos foram um pai para nós.
Saudades do tempo em que trabalhamos com ele!
Este depoimento e de minha esposa que esta em São José dos Campos     
Miriam Arcuri comentou: essa é a família Raphael Arcuri, quando moravam na casa dos Bracher, construido pela Companhia Pantaleone.
Meu avô Raphael, em pé e minha avó Isabella (Isa) Arcuri.
Da esquerda para direita, os filhos Tio Hugo, Tio Pantaleone, Tia Nella (Christina), meu pai Ricardo e, ao lado da vovó, Tia Lydia
Foto colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Gerson Occhi 
413
Família Pantaleone Arcuri provavelmente no interior de sua Residência em 1921
Gerson Occhi comentou: o Doutor Pantaleone Arcuri deve ser o de braço cruzado, Porque ele ficava muito assim e o Doutor Ricardo Arcuri deve ser o de olhinhos azuis.
O outro menino e o Doutor Nísio Arcuri 
Vovó Isa e Dona Rosita Mãe do Doutor Pantaleone
Dos Filhos do Doutor Nísio, sim Dona Rosita
Família muito simpática, todos foram um pai para nós.
Saudades do tempo em que trabalhamos com ele!
Este depoimento e de minha esposa que esta em São José dos Campos     
Miriam Arcuri comentou: essa é a família Raphael Arcuri, quando moravam na casa dos Bracher, construido pela Companhia Pantaleone.
Meu avô Raphael, em pé e minha avó Isabella (Isa) Arcuri.
Da esquerda para direita, os filhos Tio Hugo, Tio Pantaleone, Tia Nella (Christina), meu pai Ricardo e, ao lado da vovó, Tia Lydia
Acervo Gerson Occhi 
412
Em 1880, foram  tomadas as iniciativas para dotar Juiz de Fora de um serviço de bondes, por determinação de Feliz Schmidt e Eduardo Batista Roquete Franco. Os trabalhos começaram em 1881 e, já em 1883, duas eram as linhas disponíveis – Alto dos Passos/Estação e Rua do Espírito Santo/Mariano Procópio. Os bondes eram movidos à tração animal. Com o progresso e o sucesso do emprego da energia elétrica, produzido pela usina pioneira na América do Sul
Acervo e Texto Wilton Araújo 
411
TV Industrial
Programa de auditório
Imagem extraída do documentário "Cidades Possíveis", roteiro e direção de Cristina Musse e Cristiano Rodrigues, FACOM, UFJF, 2009.
Décadas 1960/1970
Acervo Paulo Motta‎ 
410
Photo M. Santos
Era localizada na Rua Halfeld - 300
Telephone - 378
Fernando Cerqueira comentou: no final de 1800, década 1890, teve um antepassado de minha mãe que teve um laboratório fotográfico aí em Juiz de Fora.
O nome dele não sei, me parece Luiz, mas assinava só o sobrenome Winter.
Acervo Fernando Cerqueira 
409
Câmara Municipal
Identificado:A esquerda o Doutor Joaquim Vianna Júnior
Provavelmente inicio da década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
408
Medalha de Bronze
Societa Italiana di Mutuo Soccorso e Beneficenza 
Juiz de Fora de 1887
Acervo Elton Belo Reis 
407
Medalha de Bronze
Societa Italiana di Mutuo Soccorso e Beneficenza 
Juiz de Fora de 1887
Acervo Elton Belo Reis 
406
Medalha de Bronze de 1887
Societa Italiana di Mutuo Soccorso Beneficenza Juiz de Fora província di Minas
Acervo Elton Belo Reis 
405
Medalha de Bronze de 1887
Societa Italiana di Mutuo Soccorso Beneficenza Juiz de Fora província di Minas
Acervo Elton Belo Reis 
404
Parque Halfeld
Chafariz do Parque Halfeld
Podemos ver a Câmara Municipal e parte do quiosque
Provavelmente década de 1910
Foto Colorizada por Yuri Rezende
Acervo Humberto Ferreira  
403
Jornal o Pharol
Sexta Feira 19 de Agosto de 1892
Acervo Humberto Ferreira 
402
Rua Halfeld Parte Alta
Provavelmente 1920/1930
Acervo Humberto Ferreira  
401
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Cara de Medalha Mariano Procópio Ferreira Lage 1821/1872
Recebida por Machado Sobrinho da comissão promotora do monumento em 12 de Maio de 1912
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
400
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Coroa de Medalha Mariano Procópio Ferreira Lage 1821/1872
Recebida por Machado Sobrinho da comissão promotora do monumento em 12 de Maio de 1912
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
399
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Cara de Medalha Mariano Procópio Ferreira Lage 1821/1872
Recebida por Machado Sobrinho da comissão promotora do monumento em 12 de Maio de 1912
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
398
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Coroa de Medalha da Academia Mineira de letras agraciada a Machado Sobrinho em 24 de Janeiro de 1915
machado Sobrinho foi o fundador e secretario da Academia Mineira de letras nos seus cinco primeiros anos, antes de ser transferida para Belo Horizonte
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
397
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Cara de Medalha da Academia Mineira de letras agraciada a Machado Sobrinho em 24 de Janeiro de 1915
machado Sobrinho foi o fundador e secretario da Academia Mineira de letras nos seus cinco primeiros anos, antes de ser transferida para Belo Horizonte
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
396
Bairro Floresta
Antonio Carlos Andrada e sua Esposa Julieta, na sua Fazenda no Bairro no Bairro Floresta
Foto antes de se mudarem para Barbacena
Junto a eles o Genro Francisco Batista de Oliveira, Doutor Menelick de Carvalho,(De terno Branco, no alto da Fotografia), Doutor Rocha Lagoa e o Senhor Teodorico de Assis, com os Filhos
Provavelmente final da década de 1930
Acervo Humberto Ferreira 
395
Bairro São Mateus
Rua Monsenhor Gustavo Freire - 75
Garagem de bondes onde é hoje a CESAMA
Acredito que seja uma oficina de manutenção da Frota de Bondes
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
394
Bairro São Mateus
Rua Monsenhor Gustavo Freire - 75
Garagem de bondes onde é hoje a CESAMA
Acredito que seja uma oficina de manutenção da Frota de Bondes
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
393
Fotografia Raríssima
Estação Ferroviária João Ayres
Município de Antonio Carlos próximo a Barbacena
Elton Belo Reis comentou: Está foto é da estação de sitio, hoje Antônio Carlos
Este hotel a esquerda foto demolido recentemente
Década de 1920
Acervo Humberto Ferreira    
392
Porta retratos duplo em metal espessurado a prata com fotos de G. Huebner Amaral & C. Rio do Sr Francisco Eugenio de Rezende (filho do Barão de Juiz de Fora) e esposa com dedicatórias aos filhos datado de 1917.
José Ribeiro de Rezende foi presidente da Câmara Municipal de Juiz de Fora, fazendeiro da região, juiz de paz e tenente-coronel.
Recebeu de D. Pedro II, em 1881, o título de Barão do Juiz de Fora. Doou o terreno onde foi construído o primeiro cemitério público da cidade, o Cemitério Municipal de Juiz de Fora
Sobrinho paterno de Marquês de Valença e filho do coronel Geraldo Ribeiro de Resende e de Esmênia Joaquina de Mendonça, casou com Senhorinha Carolina de Miranda Resende, tendo filhos, dentre eles Geraldo Augusto de Resende (posteriormente conhecido como Barão do Retiro) e o José Augusto de Resende (Barão do Rio Novo). Após o falecimento da primeira esposa, casou-se novamente, desta vez com Camila Ferreira de Assis, falecida a 25 de abril de 1892, viúva de Cândido Ferreira da Fonseca e irmã do Conde de Prados, sem gerar filhos.
Morou por muito tempo no Engenho do Mato, e lá exercia o cargo de Juiz de paz.
Acervo Elton Belo Reis 
391
Fotografia Cabinet Portrait Hess
Irmãos crianças
Otto Friedrich Wilhelm Karl Hees (Petrópolis, RJ, 1870 - idem, 1941). Fotógrafo, funcionário público, militar e político. Filho do fotógrafo alemão Pedro Hees (1841-1880).
Inicia seus estudos no Colégio Alemão, em Petrópolis
Ainda criança, aprende fotografia com seu pai, que morre quando Otto tem dez anos
Poucos anos depois, em meados da década de 1880, inicia a carreira de fotógrafo, ainda em Petrópolis
Em outubro de 1889 abre outro estúdio, em Juiz de Fora, Minas Gerais
Nas histórias da fotografia brasileira do XIX, Otto Hees tem seu nome invariavelmente vinculado ao de seu pai, o também fotógrafo Pedro Hees.
Século XIX
Acervo Elton Belo Reis 
390
Letra de Câmbio passada no Rio de Janeiro em 1896 e em Juiz de Fora em 1887
Acervo Elton Belo Reis  
389
Letra de Câmbio passada no Rio de Janeiro em 1896 e em Juiz de Fora em 1887
Acervo Elton Belo Reis  
388
Interior do Parque Halfeld
Foto extraída do Álbum de Juiz de Fora de 1929
Acervo Mauricio Lima Correa  
387
Plenário da Câmara Municipal de Juiz de Fora
Identificado: Padre Pimenta, da Academia de Comercio à esquerda
José Eduardo Araújo comentou: Plenário da Câmara Municipal. Vereadores Amílcar Padovani, Doutor Olavo Lustosa, Wilson Jabour e Ignácio Halfeld.
Na plateia Padre Pimenta, Professor Hargreves, Jeferson Rodrigues, Dr. Sílvio de Abreu, Fábio Neri entre outras presenças.....
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
386
Primeiro Tenente Pedro Ângelo do 57º Batalhão de caçadores de Juiz de Fora em 1918
Acervo Mauricio Lima Correa 
385
Vista Aérea
Área Central de Juiz de Fora em 30 de Maio de 1930
Acervo Vicente De Paulo Clemente 
384
Vista Aérea
Podemos ver o Bairro Manoel Honório
Do lado de lá, à direita é o Museu, e a Rua Mariano Procópio cheinha de árvores, a Igreja da Glória, o cemitério atrás, mais à esquerda.
A Rua subindo à esquerda é a Dom Lasagna, que na esquina dá pra ver a torre do Colégio Santa Catarina
João Paulo Vieira comentou: Ainda não tem a Avenida Brasil, não tem a subida para o Santa Catarina/Jardim Glória.
Provavelmente década de 1930
Acervo Vicente De Paulo Clemente 
383
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Titulo de Eleitor de Antonio Vieira de Araujo Machado Sobrinho
Datado de 10 de Março de 1933
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
382
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Antônio Vieira de Araújo Machado Sobrinho ao centro com seus alunos do Instituto comercial Mineiro
Década de 1920
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
381
Fundação Educacional Machado Sobrinho
No centro da foto nós temos o professor e vice diretor do Instituto Comercial Mineiro Carlos Machado ,ao seu lado esquerdo, de preto, Lygia Machado Sobrinho e a segunda do lado direito é Elazir Salles Oliveira ,membros da diretoria do time de basquete
Década de 1920
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
380
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Antônio Vieira de Araújo Machado Sobrinho participando de uma colação de grau
Provavelmente no final da década de 1920
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
379
Fundação Educacional Machado Sobrinho
O segundo a esquerda esta o Diretor Antonio Vieira de Araujo Machado Sobrinho, participando de uma colação de grau do instituto Comercial Mineiro
Década de 1920
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
378
Bairro Santa Terezinha 
Entrada Histórica do 2º Batalhão de Polícia Militar
Data não informado
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro  
377
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Machado Sobrinho ao centro, no seu lado direito, os filhos Luiz de Gonzaga Machado Sobrinho e Píndaro José Alves Machado Sobrinho com o grupo de professores do Instituto Comercial Mineiro em 1936
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
376
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Professor Machado Sobrinho juntamente com alunos do Instituto Comercial Mineiro em 1919
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
375
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Colégio Lucindo Filho em 1909 
Hoje colégio Machado Sobrinho
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
374
Colégio Stella Matutina em 1932
Acervo Elton Belo Reis   
373
Grupo de alunos do Colégio Lucindo Filho que funcionou na Rua Paleta 159 
Atualmente Doutor Constantino Paleta
Na parte de baixo da foto nos temos o vice - diretor Carlos Machado ao lado de alunos
No andar de cima vemos Machado Sobrinho com sua primeira esposa,D.Anna Cândida Alves Machado e filhos
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
372
Colégio Lucindo Filho (segunda sede à Rua Doutor Palleta - 159
Atualmente Doutor Constantino Paleta
No centro da foto nos temos Antônio Vieira de Araújo Machado Sobrinho com a esposa Anna Cândida Alves Machado Sobrinho e filhos juntamente com professores e alunos do colégio
Década de 1910
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
371
Academia de Comércio
Parte do Laboratório de Física
Década de 1930
Acervo Humberto Ferreira  
370
Academia de Comércio
Parte do Laboratório de Química
Década de 1930
Acervo Humberto Ferreira  
369
Parque Halfeld
Detalhe do chafariz e da edificação, que chegou a abrigar a Biblioteca Municipal.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa 
368
Inauguração dos Bondes
A história dos Bondes em Juiz de Fora tem início em 1880, quando os Senhores Félix Schmidt e Eduardo Batista Roquete Franco, assinam contrato com o Governo Provincial, para construção e uso de uma linha férrea para carrís urbanos(Bondes) com tração animal, com privilégio exclusivo por 60 anos.
Eles constituíram a Companhia Ferrocarril Bondes de Juiz de Fora, e enviaram requerimento a câmara municipal, solicitando licença para instalação de trilhos, requerimento que foi deferido pela câmara naquele mesmo ano.
A primeira linha foi inaugurada em 15 de novembro de 1881, utilizando bondes puxados por burro, o trajeto compreendia as ruas do Imperador, Halfeld, do Comércio, Espírito Santo e Direita
Em 1882, a linha foi expandida em direção a Estação Mariano Procópio.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa
367
Terceira Sede do Colégio Machado Sobrinho
Rua Constantino Paleta - 203
Data não informado
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense 
366
Avenida Barão do Rio Branco,sem o Mergulhão
Podemos ver a esquerda o Sport Club Juiz de Fora e a Frente o Senai
Do lado direito este magnifico Jardim onde atualmente se encontra o Mergulhão
Provavelmente final da década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
365
Cervejaria Americana em 1930
Avenida dos Andradas
Morro Da Gloria
Atualmente no local é a Universo
Acervo Elton Belo Reis   
364
Verso de Cartão Postal
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Raro postal circulando na Europa, Precisamente na França: Une Fabrique de Tissus a Juiz de Fora Minas Gerais,(Fábrica de Tecidos em Juiz de Fora Minas Gerais).
Imagem com Bonde elétrico e pessoas
Esta imagem prova que a Avenida Presidente Getúlio Vargas já teve circulação de Bondes
Década de 1920
Acervo Elton Belo Reis   
363
Ponte do Krambeck
Provavelmente década de 1930
Foto Santos
Acervo Elton Belo Reis  
362
Carro de combate usado na Revolução de 1932
Em Frente a Ciampi & Filho Chevrolet
Avenida Barão do Rio Branco em frente ao Parque Halfeld
Foto data 05 de Agosto de 1932
Acervo Mauricio Lima Correa 
361
Residência do Juiz de Fora em 1925
Neste local se encontra a Boite Sayonara Nigth Club
Acervo Elton Belo Reis  
360
Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Ao Fundo o Edifício Juiz de Fora
Tropas Militares em desfile em comemoração ao primeiro Centenário da Independência ,1822/1922
Foto de 1922
Acervo Valéria Faria 
359
Cervejaria Americana em 1925
Avenida dos Andradas
Morro Da Gloria
Carlos Marcelino DE Oliveira Marcelino comentou: Sim. Avenida dos Andradas
Depois passou para a Indústrias Reunidas Estrela Branca. Leite, leite em pó, Manteiga, etc. Aliás a manteiga estrela branca e ótima
Posteriormente, foi incorporada pela CCPL (cooperativa central dos produtores de leite, +/-1965), cuja logomarca tive a oportunidade de desenhar, quando lá trabalhei de 1964 a 1968
Hoje é a Universo.
Acervo Elton Belo Reis   
358
Primeiro título de eleitor da cidade de Juiz de Fora neste modelo de 04 de Dezembro de 1930
Beatriz Paiva comentou: Meu avô Doutor Hugo de Andrade Santos que morou até seu falecimento em 1940, na residência que mandou construir na Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do cine Excelsior
Foi Juiz de Direito nesta mesma cidade
Acervo Beatriz Paiva 
357
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Inauguração da primeira fase do Prédio da Prefeitura em 1917
Homenagem ao Doutor Jose Procópio Teixeira pelo seu segundo ano de Administração e inauguração de diversas obras em Juiz de Fora
Acervo Elton Belo Reis  
356
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Inauguração da primeira fase do Prédio da Prefeitura em 1917
Acervo Elton Belo Reis 
355
Avenida Barão do Rio Branco
Proximidades do Parque Halfeld
Populares chegando em carruagens para a inauguração da primeira fase do Prédio da Prefeitura em 1917
Acervo Elton Belo Reis  
354
Conde D`Eu visita Juiz de Fora em 1920
Anos após a Republica ser implantada no Brasil, recebido por muitos Republicanos de sangue Imperial
Acervo Elton Belo Reis  
353
Conde D`Eu visita Juiz de Fora em 1920
Anos após a Republica ser implantada no Brasil, recebido por muitos Republicanos de sangue Imperial
Acervo Elton Belo Reis   
352
Conde D`Eu visita Juiz de Fora em 1920
Anos após a Republica ser implantada no Brasil, recebido por muitos Republicanos de sangue Imperial
Acervo Elton Belo Reis  
351
Humberto Rodrigues de Sá comentou:Francisco Bernardino Rodrigues da Silva (16/10/1853 - 07/04/1920), casado com Dona Maria Perpétua Vidal Lage da Silva, pais de Cypriano Lage
É o homenageado pela Avenida Francisco Bernardino 
Exéquias ao Doutor Francisco Bernardino Rodrigues da Silva pai de Cypriano Lage em 1920
Exéquias são ritos e orações com os quais a comunidade cristã acompanha seus mortos e os encomenda a Deus
Em todos os povos e em todos os tempos encontram-se ritos relacionados com os defuntos e com os que choram a morte de algum familiar
Também conhecido por "Ritual de Exéquias".
Acervo Elton Belo Reis  
350
Doutor Oscar Vidal presidente da Câmara Municipal e sua esposa e parentes na fazenda de sua propriedade Fazenda Riberãs em 1914
Acervo Elton Belo Reis  
 349
Foto Histórica
Inauguração do Prédio  da Prefeitura
Com grande participação Popular
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia(respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de Janeiro de 1983
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura JF Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Texto Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%A7o_Municipal_de_Juiz_de_Fora
Acervo Elton Belo Reis  
348
Interior da Casa da América em 1917
Acervo Elton Belo Reis  
347
Interior da Casa da América em 1917
Acervo Elton Belo Reis  
346
Interior da Casa da América em 1917
Acervo Elton Belo Reis 
345
Interior da Casa da América em 1917
Acervo Elton Belo Reis 
344
Foto rara e de grande valor histórico
Foto de Alberto Santos Dumont em Palmira em 1916
Quando foi localizar e comprar a casa que nasceu
Acervo Carlos Moreira
343
Estação Ferroviária Central
Chegada de Getúlio Vargas a Juiz de Fora em 1931
Foto arquivo publico Mineiro
Acervo Carlos Moreira  
 342
Registros Escolares em 1915
Descrição na Fotografia
Acervo Elton Belo Reis 
341
Chegada do Doutor Francisco Valladares em 1914
Detalhes na legenda da Própria Fotografia
Acervo Elton Belo Reis 
340
Entrada da Estação Ferroviária Central do Brasil
Carlos Moreira comentou:Esta foi publicada na revista FON_FON de   de 1916
Mostrando a visita de Alberto Santos Dumont
Nesse mesmo dia ele veio para reconhecer e comprar a casa  que nasceu em Cabangu (Santos Dumont).
Esta casa acabou sendo doada para ele (hoje é um museu).
Mais detalhes na legenda da própria Fotografia
Acervo Carlos Moreira 
339
Cartão Postal
Fórum de Juiz de Fora
Atualmente  Câmara  Municipal
Rua Halfeld - 955
Data não informado
Editado por L. de Rennes
Acervo Elton Belo Reis  
338
Vista Panorâmica do Museu Mariano Procópio
Museu Mariano Procópio é o primeiro museu surgido em Minas Gerais
Fundado em 1915 por Alfredo Ferreira Lage, abriga um dos principais acervos do país, com aproximadamente 50 mil peças.
Seu conjunto arquitetônico compreende dois edifícios: a Villa Ferreira Lage, construída entre 1856 e 1861, e o Prédio Mariano Procópio, inaugurado em 1922
Atualmente, a Villa Ferreira Lage encontra-se em reformas, estando fechada para visitação pública
A Galeria Maria Amália encontra-se disponível para a visitação com a exposição "Esplendor das formas".
Além do conjunto histórico, conta com um acervo natural de grande importância ecológica, valorizando em seus jardins a exótica flora brasileira
A história do museu está ligada ao surgimento da Estrada União e Indústria, que une Juiz de Fora a Petrópolis.
Mariano Procópio, engenheiro e responsável pela estrada, mandou construir a Villa Ferreira Lage para abrigar Dom Pedro II, que inauguraria a rota
Para a construção Mariano escolheu um terreno situado no coração da nova localidade que fizera surgir, defronte ao hotel que atenderia os usuários da União e Indústria
Como a construção não ficou pronta a tempo, ele teve de hospedar a família imperial em sua própria residência.
Somente em sua segunda visita à cidade em 1869 o imperador pôde conhecer a Villa
Texto Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Mariano_Proc%C3%B3pio
Acervo Mauricio Lima Correa
337
Família Mitterhofer               
Foto Extraída de panfleto da gazeta Germânica de 02 de Agosto de 1998
Fonte Instituto Teuto-Brasileiro William Dilly
Acervo Humberto Ferreira   
336
Família Mitterhofer               
Foto Extraída de panfleto da gazeta Germânica de 02 de Agosto de 1998
Fonte Instituto Teuto-Brasileiro William Dilly
Acervo Humberto Ferreira  
335
Família Mitterhofer                
Foto Extraída de panfleto da gazeta Germânica de 02 de Agosto de 1998
Fonte Instituto Teuto-Brasileiro William Dilly
Acervo Humberto Ferreira  
334
Família Mitterhofer                
Foto Extraída de panfleto da gazeta Germânica de 02 de Agosto de 1998
Fonte Instituto Teuto-Brasileiro William Dilly
Acervo Humberto Ferreira 

333
Interior da Câmara Municipal de Juiz de Fora
Podemos ver ao centro o Presidente da Câmara, Doutor Oscar Vidal e Vereadores
No canto a pintura de Tiradentes esquartejado de autoria do pintor Pedro Américo
Provavelmente final da década de 1910
Acervo Elton Belo Reis   
332
Foto histórica e rara
Crianças de Juiz de Fora
Provavelmente final da década de 1910
Acervo Elton Belo Reis   
331
Propaganda de Restaurante
Morro da Gratidão atual Morro da Gloria em 1919
Acervo Elton Belo Reis   
330
Fabrica de Cerveja Dous Leões
Era de propriedade de Senhor Carlos Stibler em 1905
Acervo Elton Belo Reis  
329
Grupo de Alunas do Colégio Stella Matutina em 1906
Acervo Elton Belo Reis  
328
Sociedade Alemã de Beneficência em 1910
Descrição na própria Fotografia
Acervo Elton Belo Reis 
327
Estação Ferroviária Central
Presidente Wenceslau Brás foi recebido com grande honra em Juiz de Fora em 1910
Flagrante de seu retorno para Belo Horizonte na estação ferroviária
Acervo Elton Belo Reis  
326
Expansão férrea de Juiz de Fora a Piau em 1912
Acervo Elton Belo Reis  
 325
Parque Halfeld 
Comitê Acadêmico em 1913
Ao fundo podemos ver a Biblioteca
Acervo Elton Belo Reis  
324
Grupo de Atletas
Clube Gymnastico em 1914
Acervo Elton Belo Reis   
323
Pantaleone Arcuri & Spinelli em direção a usina Hidrelétrica em 1914 para realizar um piquenique
Acervo Elton Belo Reis 
322
Retiro espiritual ocorrido em Juiz de Fora em 1915
Eminentes da Igreja Católica Apostólica Romana
Acervo Elton Belo Reis  
321
Grupo de Elite do Tiro 17 de Juiz de Fora em 1915
Ao centro o instrutor Tenente Jose Garcia de Lacerda
Acervo Elton Belo Reis  
320
Torcedores do Sport em Partida de Futebol em 1917
Acervo Elton Belo Reis  
319
Liga Mineira pelos aliados em 1917
Doutor Souza Brandão presidente da Câmara Municipal, abraçando o Doutor Pedro Carlos presidente da Liga Mineira pelos Aliados
Acervo Elton Belo Reis 
318
Populares diante o prédio da liga mineira pelos aliados em 1917
Acervo Elton Belo Reis 
317
Corpo docente da Academia do Comercio de Juiz de Fora em 1918
Ao centro o Padre Guilherme Porter
Acervo Elton Belo Reis  
316
Grupo de Alunos do Colégio Mineiro de Juiz de Fora em 1918 
Ao centro da Fotografia a diretora e professoras
Acervo Elton Belo Reis   
 315
57° Batalhão de Caçadores em ordem unida em 21 de Abril de 1919
Acervo Elton Belo Reis 
 314
Capitão Portella recebendo ordens do Coronel Erasmo comandante do 57° Batalhão de Caçadores em 21 de Abril de 1919
Acervo Elton Belo Reis 
313
Juramento a Bandeira
Cento e oitenta e oito conscritos e voluntários em 21 de Abril de 1919
Acervo Elton Belo Reis 
312
Visita do eminente Candidato a Presidente Arthur Bernardes visitando  Hospital de Tuberculose em Juiz de Fora em 1921
Acervo Elton Belo Reis 
311
Visita do eminente Candidato a Presidente Arthur Bernardes visitando Fabrica de tecidos em Juiz de Fora em 1921
Acervo Elton Belo Reis 
310
Primeiro time Sport Club de Juiz de Fora em 1921
Vencedor da Sub Liga Mineira de Desportos Terrestres
Acervo Elton Belo Reis 
309
Interior do Parque Halfeld
Biblioteca em 1923
Acervo Elton Belo Reis 
308
Instituto Metodista Granbery em 1925
Photo Santos
Acervo Elton Belo Reis
307
Parque Halfeld
Campanha política Pro-Ruy Barbosa pelo Comitê Acadêmico em propaganda Civilista em 1913
Detalhe na lateral onde podemos ver parte da Primeira Biblioteca que foi construída no interior do Parque
Acervo Elton Belo Reis 
306
Parque Halfeld
Inauguração da Sede da Segunda Biblioteca Municipal
Discurso do Doutor João Penido Filho em Outubro de 1934
Acervo Humberto Ferreira  
305
Escola Normal anexa ao Ginásio de Minas em 1913 em momento de aula de Educação e Física Sueca feminina
Acervo Elton Belo Reis 
304
Escola Normal anexa ao Ginásio de Minas em 1913 em momento de aula de Educação e Física Sueca feminina
Acervo Elton Belo Reis 
303
Escola Normal anexa ao Ginásio de Minas em 1913 em momento de aula de Educação e Física Sueca feminina
Acervo Elton Belo Reis 
302
Museu Mariano Procópio 
Conde D'Eu, Militares e Personalidades
Provavelmente década de 1920
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves    
301
Fundação dos Correios de Juiz de Fora
Posse dos funcionários 
Fotos marcadas 1 - Senhor Doutor Francisco Brant administrador dos Correios para Minas Gerais
2 - Doutor Oscar Vidal presidente da Câmara
3 - Coronel Manoel Vidal Barbosa Lage que foi empossado como sub administrador
Os demais foram funcionários empossados em diversas funções em 20 de Setembro de 1913
Acervo Elton Belo Reis
300
Palacete do Ex Vice Cônsul italiano por ocasião de comemoração da Guerra da Farroupilha em 20 de Setembro de 1913
Acervo Elton Belo Reis
299
Bairro Retiro
Viaduto Ferroviário da Estrada de Ferro Dom Pedro II
Provavelmente Inicio da década de 1900
Acervo Elton Belo Reis 
298
Sociedade de Medicina de Juiz de Fora em 1913
Conferencia realizada no Salão da Câmara Municipal de Juiz de Fora Dirigida pelo Doutor Miguel Pereira, tema Atrophyas Musculares
Na mesa da esquerda para a direita: Doutor Cícero Tristão, Secretario Doutor Duarte de Abreu, Orador Doutor Edgard Quinet, Presidente Doutor Miguel Pereira e Doutor Oscar Vidal presidente da Câmara
Reuniu médicos de varias regiões de Juiz de Fora e outros estados
Acervo Elton Belo Reis 
297
Auxiliares dos Correios de Juiz de Fora em Janeiro de 1914
Fotografia M. Santos
Acervo Elton Belo Reis
296
Bairro São Mateus
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho,(Demolido).
Fundado em 7 de Janeiro de 1911, pelo Capitão Torquato Bicalho e Dona Áurea Gregorina Bicalho, que foi a primeira diretora
Acervo dos Municípios Brasileiros 
 295
Praça Doutor João Penido
Visita do Presidente e Vice Presidente em 1902
Acervo Elton Belo Reis 
 294
Rua Halfeld
Visita do Presidente e Vice Presidente em 1902
Acervo Elton Belo Reis 
293
Academia de Comércio
Rogerio Carrasco comentou: Quadros de formaturas dos meus tios Jose de Oliveira Malta e Luiz Gonzaga Malta em 1929
Acervo Rogerio Carrasco  
292
Academia de Comércio
Rogerio Carrasco comentou: Quadros de formaturas dos meus tios Jose de Oliveira Malta e Luiz Gonzaga Malta em 1929
Acervo Rogerio Carrasco 
 291
Foto de grande valor Histórico
Grupo centrais
O prédio foi construído no final da década de 1850 pelo Comendador Manoel do Vale Amado, rico proprietário rural que desejava homenagear Dom Pedro II quando de sua primeira visita à Juiz de Fora
Batizado de Palacete Santa Mafalda, a construção foi erguida num ponto nobre da cidade, na esquina das Ruas Braz Bernardino e Principal a Avenida Barão do Rio Branco
Ao chegar à cidade em 1861 para a inauguração da Companhia União Indústria, o imperador utilizou o casarão, todo ornamentado com mobiliário importado de Paris, para a assinatura de importantes documentos, e também para a cerimônia do Beija-mão, em que recebia os convidados e pessoas que tinham audiências marcadas. Recusou, porém, a oferta do Comendador para que ficasse com o imóvel de presente, dizendo que só aceitaria se ele fosse doado ao estado para abrigar uma escola ou obra de caridade
Magoado, Manoel do Vale Amado decidiu que a casa jamais seria habitada, desejo que foi respeitado por seu filho, o Barão de Santa Mafalda
O local só foi reaberto em 1904, ocasião em que foi doado à Santa Casa de Misericórdia e teve todo seu acervo leiloado
Adquirido pelo estado, foi transformado em 1907 no primeiro grupo escolar de Minas Gerais, função que ocupa até os dias de hoje, abrigando a Escola Estadual Delfim Moreira
Integra o patrimônio de Juiz de Fora desde 1983, quando foi tombado pela municipalidade
Foto  datada de 1907
Acervo Elton Belo Reis 
290
Foto Histórica
Tirada em 1919 por M. Santos 
Conde Bosdari transitando pela Rua Halfeld ao seu lado o Doutor José Procópio Teixeira e o Coronel Joviano de Mello representando o Presidente do Estado
Elton Belo Reis comentou:O Conde Bosdari foi Embaixador da Itália.
Acervo Elton Belo Reis
 289
Viagem de Juiz de Fora a Petrópolis ida e volta em um Auto Tarkat Mirin de 30 cavalos, a 75 km por hora
João Adão Brük proprietário da Garagem,João Uchoa da Cruz empregado do commercio, Lourenço Bernardo ,agricultor, João Seabra da Cruz Sobrinho negociante em 1915
Acervo Elton Belo Reis 
288
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade era de propriedade do Coronel Horácio Lemos
Seu terreno abrangia desde a Represa Doutor João Penido ate as Proximidades da BR 040
O Coronel foi um dos homens mais ricos de Juiz de Fora e tinha uma criação de Bois Zebu pura sangue
Na descrição esta como Estação de Benfica pois o Bairro Nova Era ainda era a Fazenda e não existia
A sede de fazenda serviu como um quartel para os Revolucionários em 1930
Atualmente neste local se encontra a Garagem da Viação São Francisco
Provavelmente década de 1910
Texto Mauricio Lima Correa
Acervo Elton Belo Reis 
287
HEES IRMÃOS PETRÓPOLIS
Fotografia de músicos alemães de um navio que naufragou em águas brasileiras, colada em cartão, albumina, com texto explicativo e carimbo do fotógrafo no verso, c.1900
No verso da foto consta que a banda tocava nas ruas do Rio e de Petrópolis e, que, pelo menos um dos participantes fixou residência nesta cidade, onde constituiu família. Otto Friedrich Wilhelm Karl Hees (Petrópolis, 1870 - idem, 1941) foi fotógrafo, funcionário público, militar e político. Filho do fotógrafo alemão Pedro Hees (1841-1880). Ainda criança, aprende fotografia com seu pai, que morre quando Otto tem dez anos. Poucos anos depois, em meados da década de 1880, inicia a carreira de fotógrafo, ainda em Petrópolis. Em 1889 abre outro estúdio, em Juiz de Fora, Minas Gerais. Alguns dias antes da Proclamação da República, em novembro de 1889, faz a última fotografia da família imperial antes da deposição e exílio. No início de 1890, associa-se a seu irmão, Numa Hees, mudando o nome da sua empresa para Irmãos Hees. Em 1903, fotografa o Barão do Rio Branco e outras personalidades logo após assinarem o Tratado de Petrópolis, que incorpora ao Brasil o território correspondente ao Acre. À diferença da produção de Pedro, seu pai, mais divulgada, pois espalhada em acervos públicos brasileiros, as fotografias de Otto, na maioria retratos, ainda são pouco conhecidas, pois ainda permanecem em coleções privadas. Foi, no entanto, uma única fotografia a responsável por dar fama ao fotógrafo. Justamente em Petrópolis, onde toda a família imperial passava suas férias de verão e fins de semana, o jovem, então com 19 anos, produz a última imagem dos monarcas e seus descendentes antes que fossem exilados, em decorrência da Proclamação da República, em fins de 1889
A presente fotografia de Otto foge do padrão da maioria, que é de retratos.
Acervo Elton Belo Reis 
286
Scuola Italiana Humberto 1°.
Data e local não informado
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves 
285
Desenho Original do Painel de Cândido Portinari de 1948
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves 
284
Catálogo da Fábrica de Ladrilhos Bargiona, Irmão & Companhia
Data e local não informado
Acervo Elton Belo Reis  
283
Foto Autografada por Santos Dumont em Visita a Juiz de Fora
Julio Modesto Simões comentou: A foto era de meu pai, Natalino Modesto de Almeida, recebeu das mãos de Santos Dumont
Provavelmente década de 1930
Acervo de meu Primo Julio Modesto Simões 
282
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
 281
Hotel Rio de Janeiro a visita do Presidente da Republica entre outros políticos em 1904
Era Localizado na Rua Halfeld
Acervo Elton Belo Reis 
280
Construção da arquibancada do Sport Club em 13 de Outubro de 1946
Acervo Helena Habel 
 279
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Foto Colorizada por Marcelo Pascoalini
Acervo Mauricio Lima Correa      
278
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
277
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
276
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
275
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
 274
Papelaria Central
Rua Direita - 151
Atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld e que posteriormente veio a ser a prefeitura de Juiz de Fora
Historia
O Prédio na esquina das ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld ), foi adquirido pela administração publica de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao Paço Municipal
Projetado pelo Arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco foi concluído em 1918
O Edifício tomou o formato que e conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada
Uma ultima ampliação ocorreu em 1944 na parte interna , e o prédio enfim foi finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo Município em 19 de Janeiro de 1983 e deixou de abrigar a sede da Prefeitura
Provavelmente século XIX
Acervo Marcelo Pascoalini
Fonte Fotografia no Museu Mariano Procópio. 
273
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
272
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Marcelo Pascoalini comentou:Esta foto e muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
271
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa    
270
Planta da Guarita
Ponte Paraibuna de 1836
Corte da Fachada
Roberto Dilly comentou: esta imagem é de autoria do Engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e ilustra o 2º Capitulo do meu livro "O Infatigável Halfeld" que se encontra em edição.
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
269
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa      
268
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa       
267
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa   
266
Fazenda São Matheus
Da esquerda para direita Getúlio Dornelles Vargas e João de Resende Tostes
Juiz de Fora em 19 de Abril de 1934
Acervo Fundação Getúlio Vargas  
265
Vereadores da Câmara Municipal de Juiz de Fora
Presidente da Câmara Senhor Doutor Oscar Vidal Barbosa Lage
Vanderlei Dornelas Tomaz Comentou: Até 1930 não existia o voto proporcional para o parlamento.
A representação no legislativo se dava por meio do voto distrital. Por conta disso, havia vereador em Chapéu D'Uvas, Rosário, Sarandira, Torreões (São Francisco de Paula), etc. Os lugares citados na foto ainda não eram cidades. Eram todos distritos de Juiz de Fora
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa 
264
Carregamento no armazém da alfândega 
Praça Antonio Carlos
Provavelmente década de 1910
Fonte:http://images.comunidades.net/jui/juizdeforasempre/Juiz_de_Fora_antiga_Carregamento_no_armaz_m_da_alf_ndega.jpg
263
Parque Halfeld
Esta é uma das mais belas imagens que conheço do Parque Halfeld. Reproduzi de um livro raro que possuo: "Impressões do Brazil no Século XX", publicado na Inglaterra em 1913
Várias de suas mil páginas são dedicadas a Juiz de Fora
Vemos o prédio que abrigou a biblioteca municipal no centro do parque e mais adiante o chafariz.
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz 
262
Atual Rua Bernardo Mascarenhas; “Colônia do Meio”
Atual Bairro Borboleta e “Colônia de Cima” 
Atual Bairro São Pedro
Em meados do século XIX, a Cidade do Paraibuna (atual Juiz de Fora) possuía, em sua área urbana, cerca de 600 habitantes
No ano de 1858, com a chegada, em um curto intervalo de tempo, dos 1.193 imigrantes germânicos, essa população praticamente triplicou.
Para abrigar os colonos, Mariano Procópio adquiriu uma vasta extensão de terras, incluindo o Bairro Borboleta, São Pedro, Morro do Cristo e Rua Bernardo Mascarenhas.
Essa região foi dividida em “prazos” e vendida aos colonos quando foram contratados ainda na Alemanha.
Largo do Riachuelo, na Lagoa do Gratidão (foto ao lado), onde hoje se localiza a Faculdade Vianna Júnior e o antigo Mercado Municipal.
“Existia uma lagoa naquela região que já tinha o uso de sua água condenado pela Saúde Municipal. Os colonos foram alojados em barracas ao redor dela e, por causa das condições precárias de higiene e utilização da água contaminada, o tifo se propagou e causou a morte de cerca de 10% dos imigrantes”, explica o historiador Roberto Dilly.
Segundo o pesquisador, um processo jurídico foi movido contra a Companhia União e Indústria. “Além de não distribuírem os terrenos para os alemães e austríacos, a Companhia pagava os salários com atraso, o que obrigava os imigrantes a comprarem alimentos, muitas vezes deteriorados, no armazém da própria empresa”, conta. O colono Stanislau Baiser foi um dos principais líderes do movimento. Em menos de dois meses ele havia perdido seus três filhos, vítimas das precárias condições.
Após o processo, as terras destinadas aos alemães foram distribuídas e constituíram a “Colônia Agrícola Alemã D. Pedro II”, dividida em três partes: “Villagen” – atual Rua Bernardo Mascarenhas; “Colônia do Meio” – atual Bairro Borboleta e “Colônia de Cima” – atual Bairro São Pedro
Fonte:https://juizdeforaonline.wordpress.com/arquivo/150anos/patria/
261
Cartão Postal Colorizado
Inauguração da Estação Ferroviária, Estrada de Ferro Central do Brasil, em Juiz de Fora
Lembrança de 26 de Dezembro de 1906
Acervo Museu Ferroviário  
260
Conselheiro Ruy Barbosa em Juiz de Fora em 1910 por ocasião de sua campanha política para o Governo Brasileiro
Acervo Elton Belo Reis 
259
Conselheiro Ruy Barbosa em Juiz de Fora em 1910 por ocasião de sua campanha política para o Governo Brasileiro
Acervo Elton Belo Reis 
258
Conselheiro Ruy Barbosa em Juiz de Fora em 1910 por ocasião de sua campanha política para o Governo Brasileiro
Acervo Elton Belo Reis 
257
Jornal Juiz de Fora de 1889
Trazia como Manchete
Declara Extincta a Escravidão No Brazil
Lei N:3353 de 13 de Maio de 1888
Edição comemorativa de um ano da Lei Áurea
Ele traz na capa a transcrição da Lei
Acervo Mauricio Lima Correa  
256
Praça da Estação Final da década de 1930
Foto Extraída do Livro Juiz de Fora em 2 Tempos
Livro Publicado pelo Jornal Tribuna de Minas
Acervo Mauricio Lima Correa 
255
Jardim do largo do Riachuelo
Reformado em 1934 pelo então Prefeito Menelick de Carvalho
Foto Extraída do Livro Juiz de Fora em 2 Tempos
Livro Publicado pelo Jornal Tribuna de Minas
Acervo Mauricio Lima Correa 
254
Foto Histórica
Vista Panorâmica do arraial de Matias Barbosa
Prédio onde Tiradentes pernoitou e capella onde fizeram orações quando foram enviados para o Rio de Janeiro para serem Justiçados
Marcelo Pascoalini comentou:Tem muita história nessa imagem...Dá pra imaginar quantas vezes Tiradentes passou e rezou nessa capela? Imaginem o sofrimento dos inconfidentes quando pernoitaram no casarão e rezaram nessa capela....Conseguem ouvir o som ensurdecedor dos cavalos de Duque de Caxias e sua tropa qdo passaram por ali, durante a revolução de 1842?
É muita história!!!
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa  
253
Pedro Ernesto (Primeiro da esquerda para direita) e outros durante a Revolução de 1930
Juiz de Fora em Outubro de 1930
Fonte http://www.fgv.br/cpdoc/guia/detalhesfundo.aspx?sigla=PEB 
252
Último de Carvalho(Primeiro da esquerda./direita) e outros por ocasião da ocupação de Juiz de Fora durante a Revolução em 29 de Outubro de 1930
Fonte http://www.fgv.br/cpdoc/guia/detalhesfundo.aspx?sigla=UC  
 251
Colégio Stella Matutina
Grupo de Alunas em aula de Química
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira 
250
Colégio Stella Matutina
Sala de aula
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira 
249
Colégio Stella Matutina
Alunas na sala de aula
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira 
248
Colégio Stella Matutina
Grupo de Alunas estudando musica
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira
247
Colégio Stella Matutina
Alunas em aula de pintura
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira 
246
Colégio Stella Matutina
Alunas do Curso primário
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira 
245
Colégio Stella Matutina
Dormitório
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira 
244
Colégio Stella Matutina
Alunas fazendo ginástica
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira
243
Colégio Stella Matutina
Alunas do Curso Normal
Datas prováveis década de 1920 ou 1930
Acervo Humberto Ferreira
242
Alunos do Instituto de Ensino Primeiro Ano Comercial de Juiz de Fora em 1928
A,F.Henning
Acervo Elton Belo Reis  
241
Alunos do Instituto de Ensino Primeiro Ano Comercial de Juiz de Fora em 1928
A,F.Henning
Acervo Elton Belo Reis  
240
Liga Católica na Igreja da Glória em Juiz de Fora
Data não informado
Fonte Instituto Teuto-Brasileiro William Dilly 
239
Recibo provincial 1890 mesmo sendo da antiga Republica tinha o emblema da velha Monarquia
Acervo Elton Belo Reis  
238
Avenida Barão do Rio Branco onde podemos ver o Prédio do demolido Colégio Mineiro onde atualmente se encontra as instalações do Fórum Benjamin Colucci
Podemos ainda ver o saudoso Bonde trafegando na avenida
Ao fundo a Igreja da Gloria
Provavelmente década de 1930
Acervo Mauricio Lima Correa  
237
Explicação para Foto anterior
Foto Raríssima
Exéquias de Dom Pedro II
Santa Casa de Misericórdia
Igreja Senhor dos Passos em 1891
Acervo Newton Barbosa de Castro 
236
Foto Raríssima
Exéquias de Dom Pedro II
Santa Casa de Misericórdia
Igreja Senhor dos Passos em 1891
Acervo Newton Barbosa de Castro 
 235
Construção da Avenida Barão do Rio Branco em 1905
Foto extraída do Livro Industrialização de Juiz de Fora 1850/1930
Autor Domingos Giroletti 
234
Essa Rua abaixo com a Carruagem é Avenida Barão do Rio Branco em 1885
Largo do Riachuelo
Vejam de outro ângulo a Mecânica Mineira onde atualmente esta o Prédio da CESAMA e aquela construção na esquina com os dois arcos é nas proximidades da Rua São Sebastião 
Marcelo Pascoalini comentou:aquela casa que se destaca a direita, bem ao fundo, é a casa em que morava a avó de Pedro Nava
Maria Luiza foi a terceira esposa de Halfeld e faleceu em 1918
Acervo Marcelo Pascoalini 
233
Avenida Barão do Rio Branco
Visão lateral do Parque Halfeld
Podemos ver ao fundo a Biblioteca em estilo Manoelino atualmente demolida
Década de 1930
Acervo Humberto Ferreira  
232
Foto Rara
Time de Futebol Ítalo Brasileiro Football Club em 1914
Fotos Históricas
História do Futebol
Minas Gerais
Acervo Sérgio Mello
 231
Família de Pantaleone Arcuri na casa de hóspedes da fabrica dos ingleses(Ferreira Guimarães).
Data provável década de 1920
Acervo João Carlos Da Silva 
230
Carnaval
Rua Halfeld
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
229
Rua Batista de Oliveira
Final do século XIX
Acervo João Carlos Da Silva  
228
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
227
Rua Marechal Deodoro em 1906
Observações: Nominada anteriormente de Rua da Imperatriz. Situada no Centro de JF. Observa-se casario, destacando-se o Jornal O Pharol, um bonde puxado a cavalo, rede elétrica, arborização e transeuntes.
Local da Foto: Rua Marechal Deodoro
Fotógrafo: F. Soucasans
Código: AFT-JF-032
Localização: Caixa 04 – Envelope 02
Descrição conforme arquivo no Grambery
Acervo João Carlos Da Silva  
226
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Próximo ao Extinto Cine Popular
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
225
Vista Panorâmica
Mirante do Morro do Cristo
Provavelmente Inicio do Século XX
Acervo Nelson Weiss, (In Memoriam). 
224
Carnaval de Juiz de Fora
Rua Halfeld tendo ao fundo, à esquerda ,o prédio do Cine Palace
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
223
Bairro Granbery
Ato Religioso saindo da Igreja do Rosário em 1911
Acervo Elton Belo Reis  
222
Carnaval
Wilma Trigo comentou:Era corço na época de carnaval....o círculo era feito Marechal Deodoro, Rua Halfeld e Praça da Estação
Participei várias vezes
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
221
Vista Panorâmica
Academia de Comercio
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
220
Praça Antonio Carlos
Escola Normal antes da abertura da avenida Independência atualmente Avenida Presidente Itamar Franco
Década provável 1930 ou 1940
Acervo João Carlos Da Silva 
219
Parque Halfeld
Podemos ver a Biblioteca que existiu em seu interior bem como o lindo Chafariz
Data não informado
Acervo Marcos Vilela  
218
Bairro Santa Luzia
Assim Nasceu o Bahamas uma das maiores empresas de Juiz de Fora e região que começou como um Botequim em Março de 1983
Acervo Tribuna de Minas 
Baú de Lembranças de 31 de Maio de 2007 
217
Fazenda Salvaterra
Ao ilustre Presidente e Grande Mineiro Exmo Senhor Doutor Olegario Maciel , como lembrança de vossa passagem pela Fazenda Salvaterra
Os seus Proprietários vos oferecem esta Fotographia
Juiz de Fora em 07 de Abril de 1933
Amalia Campos
Fonte Arquivo Público Mineiro 
216
Os políticos fundadores do Partido Progressista, Olegário Maciel e Gustavo Capanema, entre amigos na Fazenda Salvaterra em Juiz de Fora e 07 de Abril de 1933
Fonte Arquivo Público Mineiro 
215
Alumnos do Collegio Grambery em 1908
Ato Cívico
Acervo Elton Belo Reis 
214
História e Memória do Esporte em Juiz De Fora: Constituição e Pesquisas do Centro de Memória do Esporte e da Educação Física de Juiz De Fora (CEMEF-JF): Projeto financiado pela FAPEMIG que visa estudar a história e a memória do Esporte, do Lazer e da Educação Física em Juiz de Fora, bem como organizar o CEMEF-JF.
Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
Fonte http://www.ufjf.br/gephefe/fotos/grupos-juiz-de-fora/  
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História e Memória do Esporte em Juiz De Fora: Constituição e Pesquisas do Centro de Memória do Esporte e da Educação Física de Juiz De Fora (CEMEF-JF): Projeto financiado pela FAPEMIG que visa estudar a história e a memória do Esporte, do Lazer e da Educação Física em Juiz de Fora, bem como organizar o CEMEF-JF.
Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
Fonte http://www.ufjf.br/gephefe/fotos/grupos-juiz-de-fora/  
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História e Memória do Esporte em Juiz De Fora: Constituição e Pesquisas do Centro de Memória do Esporte e da Educação Física de Juiz De Fora (CEMEF-JF): Projeto financiado pela FAPEMIG que visa estudar a história e a memória do Esporte, do Lazer e da Educação Física em Juiz de Fora, bem como organizar o CEMEF-JF.
Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
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Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
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Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
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Fonte http://www.ufjf.br/gephefe/fotos/grupos-juiz-de-fora/  
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Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
Fonte http://www.ufjf.br/gephefe/fotos/grupos-juiz-de-fora/  
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História e Memória do Esporte em Juiz De Fora: Constituição e Pesquisas do Centro de Memória do Esporte e da Educação Física de Juiz De Fora (CEMEF-JF): Projeto financiado pela FAPEMIG que visa estudar a história e a memória do Esporte, do Lazer e da Educação Física em Juiz de Fora, bem como organizar o CEMEF-JF.
Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
Fonte http://www.ufjf.br/gephefe/fotos/grupos-juiz-de-fora/  
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História e Memória do Esporte em Juiz De Fora: Constituição e Pesquisas do Centro de Memória do Esporte e da Educação Física de Juiz De Fora (CEMEF-JF): Projeto financiado pela FAPEMIG que visa estudar a história e a memória do Esporte, do Lazer e da Educação Física em Juiz de Fora, bem como organizar o CEMEF-JF.
Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
Fonte http://www.ufjf.br/gephefe/fotos/grupos-juiz-de-fora/ 
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História e Memória do Esporte em Juiz De Fora: Constituição e Pesquisas do Centro de Memória do Esporte e da Educação Física de Juiz De Fora (CEMEF-JF): Projeto financiado pela FAPEMIG que visa estudar a história e a memória do Esporte, do Lazer e da Educação Física em Juiz de Fora, bem como organizar o CEMEF-JF.
Esporte, Lazer e Modernidade em Juiz de Fora (1880-1930): Projeto vinculado a Rede CEDES do Ministério do Esporte que estuda a história do Esporte e do Lazer em Juiz de Fora entre 1880 e 1930
Educação, Corpo e Modernidade em Juiz de Fora – Minas Gerais (1880-1930): O projeto possui interface na História da Educação e na História da Educação Física. Nossa ideia é investigar o processo de desenvolvimento das práticas corporais educativas em Juiz de Fora a partir de seu cotidiano em variadas instituições, bem como os discursos de diversas ordens que as influenciaram e fortaleceram. Nossos subprojetos analisam as práticas corporais no Clube Ginástico de Juiz de Fora (1909), nos Grupos Escolares (1907), no pensamento produzido pelos agentes da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora (1889), nos jornais impressos juizforanos, nos Clubes Esportivos criados a partir da década de 1910 e na literatura produzida na cidade.
Fonte http://www.ufjf.br/gephefe/fotos/grupos-juiz-de-fora/  
204
Rua Direita atual Avenida Barão do Rio Branco
Almanaque de Juiz de Fora de 1891
Acervo Humberto Ferreira 
203
Foto Rara
Obras do Estádio José Procópio Teixeira, de Juiz de Fora (MG), em 1947
O Estádio José Procópio Teixeira, de propriedade do Sport Club de Juiz de Fora começou a ser erguida a partir da fundação da agremiação em 1916. Em sua segunda fase, foi construída uma arquibancada. A obra, executada por José Procópio Teixeira, foi inaugurada em primeiro de maio de 1921, com a visita do time do Botafogo do Rio de Janeiro
Fonte http://cacellain.com.br/blog/?p=86815&utm_campaign=shareaholic&utm_medium=facebook&utm_source=socialnetwork
Acervo enviado por Gil Carlos Ferreira  
202
Foto Rara
Obras do Estádio José Procópio Teixeira, de Juiz de Fora (MG), em 1947
O Estádio José Procópio Teixeira, de propriedade do Sport Club de Juiz de Fora começou a ser erguida a partir da fundação da agremiação em 1916. Em sua segunda fase, foi construída uma arquibancada. A obra, executada por José Procópio Teixeira, foi inaugurada em primeiro de maio de 1921, com a visita do time do Botafogo do Rio de Janeiro
Fonte http://cacellain.com.br/blog/?p=86815&utm_campaign=shareaholic&utm_medium=facebook&utm_source=socialnetwork
Acervo enviado por Gil Carlos Ferreira  
201
Foto Rara
Obras do Estádio José Procópio Teixeira, de Juiz de Fora (MG), em 1947
O Estádio José Procópio Teixeira, de propriedade do Sport Club de Juiz de Fora começou a ser erguida a partir da fundação da agremiação em 1916. Em sua segunda fase, foi construída uma arquibancada. A obra, executada por José Procópio Teixeira, foi inaugurada em primeiro de maio de 1921, com a visita do time do Botafogo do Rio de Janeiro
Fonte http://cacellain.com.br/blog/?p=86815&utm_campaign=shareaholic&utm_medium=facebook&utm_source=socialnetwork
Acervo enviado por Gil Carlos Ferreira 
200
Fachada do Mercado Municipal
Avenida dos Andradas
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
 199
Santa Casa de Misericórdia
Data provável 1900 a 1920
Acervo João Carlos Da Silva  
 198
Sanatório Doutor Villaça
Martha Braga comentou:Não sei preciso
Mas a inauguração e da década de 1940 ou 1950
Acervo João Carlos Da Silva 
197
Dispensário Eduardo de Menezes que foi demolido após o término da construção do Palácio da Saúde
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
196
Interior do Mercado Municipal
Avenida dos Andradas
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva  
195
Avenida Barão do Rio Branco
Provavelmente década de 1940
Acervo João Carlos Da Silva  
194
Vista Parcial de parte da Praça da Estação
Data Provável 1940/1950
Acervo João Carlos Da Silva  
 193
Foto e pesquisa enviado por Eliane Miranda Miranda
Escravos colhendo café
De 1850 a 1870, Juiz de Fora vivenciou expansão da economia cafeeira, juntamente com a tendência regional, tornando-se o principal produtor de café da Zona da Mata mineira em torno de 1855, posto que abandonou somente nas primeiras décadas do século XX.
Assim, ao logo do século XIX, a cidade que era ponto de parada de tropeiros transformou-se em grande centro cafeeiro.
A mão-de-obra destas lavouras foi composta predominantemente por escravos crioulos, fazendo a população apresentar alta concentração de cativos durante a segunda metade do século XIX, como, por exemplo, 62,25% da população composta por escravos em 1853.
Assim, a cidade tornou-se também um importante centro escravista, destacando-se na Zona da Mata e possuindo um contingente escravo que equilibrou-se com o da província do Espírito Santo nos anos 50, 60 e 70 do século XIX.
Após esta expansão, houve coexistência de fazendas cafeeiras de grande porte escravocratas, predominantes, com outras de pequeno e médio portes, o que criava uma hierarquia econômica e social intensa.
O progresso do capital cafeeiro tornou a cidade em uma cidade de Barões do Império, tendo sido visitada 12 vezes pelo imperador.
Em 1850 a Câmara Municipal é fundada.
Ao mesmo tempo, a cidade passou por diversos problemas no período, como alastramento de epidemias, baixo número de casas populares e alto de cortiços, aumento do custo de vida, entre outros.
Muitas famílias de outras regiões de Minas e do país chegam à cidade a partir de meados do século XIX, ampliando as redes de negócio, o fluxo comercial e o comércio escravista.
Também chegam os imigrantes alemães, italianos, portugueses, espanhóis, sírios-libaneses e algumas famílias inglesas.
As primeiras famílias alemãs começam a se mudar para a cidade em 1856, e desde o início ocupam diversas profissões.
O fim do tráfico de escravos na década de 1850 gerou valorização da mão-de-obra escrava, elevando os preços e dificultando seriamente a sobrevivência de uma economia baseada unicamente em relações de produção escravistas.
Com a crescente necessidade de mão-de-obra para as lavouras cafeeiras, adotou-se o tráfico intra e interprovincial como medida provisória, e em seguida uma política imigrantista, no Brasil.
Estas condições é que levaram à inserção das famílias imigrantes alemãs na área urbana da cidade.
Juiz de Fora, na segunda metade do século XIX, foi um importante entreposto comercial para a mercadoria escrava, tanto pelo estado desenvolvido de suas lavouras cafeeiras quanto por sua posição geográfica privilegiada na Zona da Mata e seus vínculos com o Rio de Janeiro.
Mesmo muito tempo depois do fim do tráfico internacional de escravos o comércio de escravos de Juiz de Fora tinha forte vinculação com o Rio de Janeiro  
192
Alunos do Colégio Americano Granbery em 1922
Rua do Comercio atual Rua Batista de Oliveira
Acervo Granberyense  
191
Residência onde Doutor Lander e Welling iniciaram o ministério das aulas
Santo Antonio com Largo São Sebastião
Data não informado
Acervo Granberyense  
 190
Antiga Escola Bíblica e depois Faculdade de Teologia
Esta Construção foi erguida em 1924
Provavelmente década de 1920
Acervo Granberyense  
189
Sociedade Recreativa Industrial Mineira
Posteriormente Faculdade de Medicina de Juiz de Fora
Década de 1920
Acervo Marcio Leal  
188
Mercado Municipal em 1916
Avenida Dos Andradas - 156
Almanach de Juiz de Fora de Albino Esteves.
Acervo Marcelo José Lemos
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
187
Chuva de Granizo
Após cerca de 20 minutos de água e ventos de 90 km/h, chuva de granizo muda cenário de Juiz de Fora. A cidade assumiu paisagem europeia, com ruas, telhados e morros brancos, cobertos de gelo.
No alto, do pátio do Colégio Academia; ao lado, a Avenida Itamar Franco (antiga Independência); à direita o Parque Halfeld em 05 de Setembro de 1985
Acervo e Fotografia Márcio Brigatto e Humberto Nicoline  
186
Chuva de Granizo
Após cerca de 20 minutos de água e ventos de 90 km/h, chuva de granizo muda cenário de Juiz de Fora. A cidade assumiu paisagem europeia, com ruas, telhados e morros brancos, cobertos de gelo.
No alto, do pátio do Colégio Academia; ao lado, a Avenida Itamar Franco (antiga Independência); à direita o Parque Halfeld em 05 de Setembro de 1985
Acervo e Fotografia Márcio Brigatto e Humberto Nicoline  
185
Chuva de Granizo
Após cerca de 20 minutos de água e ventos de 90 km/h, chuva de granizo muda cenário de Juiz de Fora. A cidade assumiu paisagem europeia, com ruas, telhados e morros brancos, cobertos de gelo.
No alto, do pátio do Colégio Academia; ao lado, a Avenida Itamar Franco (antiga Independência); à direita o Parque Halfeld em 05 de Setembro de 1985
Acervo e Fotografia Márcio Brigatto e Humberto Nicoline 
184
Ao que parece ser a Estação Ferroviária Central do Brasil atual Praça da Estação ainda sem a torre principal.
A direita vemos uma chaminé que parece ser da Fiação e Tecelagem Bernardo Mascarenhas
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
183
Repartições Municipais
Podemos ver parte da Câmara Municipal bem como do Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Aloysio Marinho Moraes comentou:Foto magnífica! Seguramente feita a partir do terraço do Edifício Ciampi, inaugurado em 1930
Provavelmente década de 1930  
182
Ônibus da Linha Juiz de Fora a cidade de Chácara
Adilson Ramos comentou:Foto raridade , baú de família
Meu avô Sebastião Mendes Ferreira, todo estiloso, fazendo pose para fotografia (provavelmente um fotógrafo lambe lambe") na década de 1930, com seu ônibus de madeira tipo "Jardineira".
Ele foi um jovem pioneiro como Chofer
Aqui nesta foto - "linha Juiz de Fora / Chácara".
(pela data da foto, 1930, ele estaria com 24 anos.)
Acervo Adilson Ramos  
181
Vista Parcial
Uma visão antiga
Rua Espírito Santo
Pode se ver o Granbery ao fundo e ainda a Igreja do Rosário,Fabrica Meurer e Castelinho dos Bracher
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
180
Barragem da Represa Doutor João Penido em 1936
Acervo Humberto Ferreira  
 179
Início das obras da Escola Normal Oficial de Juiz de Fora
As obras da Escola Normal tiveram início em 23 de julho de 1928,e sua execução ficou a cargo da Companhia Pantaleone Arcuri, uma importante construtora da época que já havia realizado relevantes obras no município, como os edifícios das Repartições Municipais, o Clube Juiz de Fora, o Banco do Brasil, a Associação Comercial, o colégio Granbery e o Cine Teatro Central entre tantas outras. A iluminação do edifício ficou sob-responsabilidade da firma Sangiorgi & Oliveira. A pintura ficou sob encargo do artista Ângelo Bigi. A cor predominante na fachada era o cinza e internamente o verde claro e o bege. O prédio foi inaugurado em 14 de agosto de 1930, sendo um dos primeiros edifícios de Juiz de Fora a se beneficiar de elevador. Segundo Baeta Neves, “[...] haverá também um grupo de elevadores de serviço e, para ocasiões especiais, estabelecido na mesma caixa da escada principal e das que lhe ficam superpostas”.
Após a inauguração ainda foram realizadas as obras do pátio, Jardim de Infância e classes anexas.
Pesquisa de Matheus Teutschbein (UFJF).
Fonte:Foto consultada na Divisão de Patrimônio Cultural de Juiz de Fora (DIPAC).
Acervo IEE News  
178
Praça Doutor João Penido
Logo a direita esta o Hotel Avenida
Esquina da Praça da Estação com Rua Halfeld
Ja existia o Prédio do Credi-Real (Ver no meio da Foto a direita)
Década de 1930 ou 1940  
177
Fabrica  de Cimento
Denise Pessoa comentou:construção da Fabrica de cimento em Juiz de Fora na década de 1920 do meu Avô Eng Saint Clair de Miranda Carvalho
Foi uma das primeiras no Brasil e em Juiz de Fora a primeira
Acervo Denise Pessoa  
176
Vista Parcial
Rua Espírito Santo onde podemos ver no alto a esquerda Castelinho dos Bracher
Provavelmente década de 1920
 175
Vista Parcial
Rua Espírito Santo onde podemos ver no alto a esquerda Castelinho dos Bracher
Provavelmente década de 1920
 174
Museu Mariano Procópio,1821-1872
Fonte http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/bras/714  
173
Capela e Estação da Companhia União Indústria e parte do Jardim de Ferreira Lage
Klumb, Revert Henrique, fl. 1855-1880 ( 1860 )
Fonte http://brasilianafotografica.bn.br/brasiliana/handle/bras/714  
172
Escola das Irmãs de Santa Catharina
Morro da Gratidão atual Morro da Gloria
Foto extraída de: OLIVEIRA, Paloma Rezende de. "Vinde a mim os pequeninos: políticas de educação e assistência às infâncias." Juiz de Fora: Funalfa, 2012
Data não informado  
171
Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (primeira construção).
Foto extraída do livro: OLIVEIRA, Paloma Rezende de. "Vinde a mim os pequeninos: políticas de educação e assistência às infâncias." Juiz de Fora: Funalfa, 2012
Página 89
Data não informado 
170
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver a direita o Colégio dos Santos Anjos e acima as palmeiras do Palácio Episcopal
Primeiras décadas do século XX
Acervo Humberto Ferreira  
169
Cine Theatro Popular João Carriço
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Uilmara Machado comentou:"João Carriço inaugura na noite de 14 de Agosto de 1927, o Cine Theatro Popular, situado à Rua 15 de Novembro atual Avenida Presidente Getúlio Vargas - 890
Foi grande a repercussão na imprensa
Fragmento retirado do Artigo de Adriano Medeiros da Rocha e Anderson Medeiros da Rocha - FAMINAS
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
168
Museu Mariano Procópio
Galeria de Belas Artes do museu, em foto de 1922
Memória preservada
Fonte em.com  
167
Alberto Santos Dumont em Juiz de Fora
Escadaria da Câmara Municipal
Datas Prováveis 1904 a 1907
Acervo Humberto Ferreira  
166
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Marechal Floriano Peixoto
Imagem do prédio quando abrigava a E.E.J.F
Data na informado
Foto:Faculdade Engenharia UFJF/
Acervo Fonte:antiga_eejf_acervo_faculdade
 165
USINA DE MARMELOS
A construção teve início em Fevereiro de 1889, com uma pequena edificação em alvenaria de tijolos maciços aparentes, embasamento de pedra, telhas francesas e beirais ornamentados por lambrequim sendo erguida às margens do Rio Paraibuna, próximo à Estrada União e Indústria. O projeto da usina foi feito pela pela firma americana Max Nothman & Co., e os equipamentos necessários para seu funcionamento importados da Westinghouse.
A geração de energia teve início em agosto de 1889, e no mês seguinte, em 5 de setembro, a usina foi inaugurada.
Marmelos era guarnecida por uma barragem de 51 metros de largura e 2,4 de comprimento, que desviava água em um canal no banco sudoeste do rio, no curso da construção. A princípio, a usina utilizava dois geradores de 125 kW que operavam alternadores monofásicos em uma frequência de 60 hertz. No ano seguinte, a hidrelétrica fornecia energia a 180 lâmpadas. Com o passar do tempo, um terceiro gerador foi adicionado à usina, que passou a fornecer energia a mais de 700 lâmpadas e contribuir em projetos industriais e de utilidade pública.
Fonte juizdeforasempre.comunidades  
164
USINA DE MARMELOS
A construção teve início em Fevereiro de 1889, com uma pequena edificação em alvenaria de tijolos maciços aparentes, embasamento de pedra, telhas francesas e beirais ornamentados por lambrequim sendo erguida às margens do Rio Paraibuna, próximo à Estrada União e Indústria. O projeto da usina foi feito pela pela firma americana Max Nothman & Co., e os equipamentos necessários para seu funcionamento importados da Westinghouse.
A geração de energia teve início em agosto de 1889, e no mês seguinte, em 5 de setembro, a usina foi inaugurada.
Marmelos era guarnecida por uma barragem de 51 metros de largura e 2,4 de comprimento, que desviava água em um canal no banco sudoeste do rio, no curso da construção. A princípio, a usina utilizava dois geradores de 125 kW que operavam alternadores monofásicos em uma frequência de 60 hertz. No ano seguinte, a hidrelétrica fornecia energia a 180 lâmpadas. Com o passar do tempo, um terceiro gerador foi adicionado à usina, que passou a fornecer energia a mais de 700 lâmpadas e contribuir em projetos industriais e de utilidade pública.
Fonte juizdeforasempre.comunidades  
 163
USINA DE MARMELOS
A construção teve início em Fevereiro de 1889, com uma pequena edificação em alvenaria de tijolos maciços aparentes, embasamento de pedra, telhas francesas e beirais ornamentados por lambrequim sendo erguida às margens do Rio Paraibuna, próximo à Estrada União e Indústria. O projeto da usina foi feito pela pela firma americana Max Nothman & Co., e os equipamentos necessários para seu funcionamento importados da Westinghouse.
A geração de energia teve início em agosto de 1889, e no mês seguinte, em 5 de setembro, a usina foi inaugurada.
Marmelos era guarnecida por uma barragem de 51 metros de largura e 2,4 de comprimento, que desviava água em um canal no banco sudoeste do rio, no curso da construção. A princípio, a usina utilizava dois geradores de 125 kW que operavam alternadores monofásicos em uma frequência de 60 hertz. No ano seguinte, a hidrelétrica fornecia energia a 180 lâmpadas. Com o passar do tempo, um terceiro gerador foi adicionado à usina, que passou a fornecer energia a mais de 700 lâmpadas e contribuir em projetos industriais e de utilidade pública.
Fonte juizdeforasempre.comunidades  
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Na madrugada de 31 de Março de 1964, o general Mourão Filho, comandante da Quarta Região Militar e da Quarta Divisão de Infantaria, tomou a decisão mais estratégica para o sucesso da intervenção Militar de 1964 
161
Dias antes da manhã de 31 de Março de 1964, jornalistas de Juiz de Fora já sentiam que algo grave estava para acontecer. Abertamente, reuniões entre o general Olympio Mourão Filho, comandante da 4ª Região Militar, o governador Magalhães Pinto (UDN-MG) e o comandante da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel José Geraldo, se sucediam no aeroporto da cidade. Policiais vigiavam integrantes do Partido Comunista, e prisões de oficiais que eram contra a conspiração — até então não revelada ao país — haviam sido efetuadas, como a de Roberto Neves, irmão de Tancredo.
No dia 29 de março, dois dias antes de as tropas saírem da cidade em direção ao Rio de Janeiro, onde pretendiam anunciar a “revolução” e prender o presidente João Goulart, postos de gasolina foram obrigados a limitar a venda do combustível. Então capitão da PM, Edmar Moreira, hoje deputado e conhecido por não ter declarado à Justiça Eleitoral um castelo de R$ 25 milhões, era o responsável pela fiscalização. Para que as tropas pudessem se deslocar sem imprevistos e com o tanque cheio, ele controlava o racionamento.
— Cheguei perto do aeroporto, numa dessas reuniões. Estava ao lado do secretário de Segurança, Monteiro de Castro, e perguntei: “O que está acontecendo?”. Ele me respondeu: “Ah, rapaz, vá cuidar de sua vida!” — diz Wilson Cid, então repórter do “Diário Mercantil” e do “Diário da Tarde”, ambos os veículos sediados em Juiz de Fora e pertencentes ao grupo dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand.
Parte das tropas de Mourão saiu dos quartéis às 4h do dia 31 de março, para vistoriar o caminho e tomar os postos de fiscalização perto do Rio Paraibuna. Nos quartéis da 4ª Região, o ritmo era puxado. Joaquim Gomes de Faria, então com 19 anos, era soldado no 10º Regimento de Infantaria.
— No dia 31, a programação foi cancelada. Fomos para um exercício de campo. Por volta das 11h chegou a ordem para voltarmos imediatamente. Quando chegamos ao quartel, metade da tropa já tinha sido deslocada — diz ele.
Faria era motorista profissional e dirigia um Studio B-42, caminhão que havia sido usado na Segunda Guerra Mundial. De Juiz de Fora, “carregando munição, gênero alimentício e soldados”, foi para as margens do rio Paraibuna, na divisa de Minas Gerais com o Rio de Janeiro.
Até hoje o bancário aposentado Humberto Ferreira, com 14 anos em 1964, guarda um folheto com as palavras de Mourão. Ele estava saindo da escola na rua Halfeld quando avistou um avião cruzar o céu. Papéis caíam pela cidade. Era o discurso do general, que ele guarda em uma pasta até hoje. No momento, antevia que a folha fazia parte da História.
O local onde as tropas pernoitaram no dia 31 era estratégico. Comandante do contingente, Mourão Filho esperava enfrentar, antes de chegar ao Palácio Laranjeiras, o Regimento Sampaio, que estava sob o comando do coronel Raimundo Ferreira de Souza. O destacamento vinha do Rio de Janeiro (1º Regimento de Infantaria), e poderia estar, segundo o diário do general, ainda fiel a Jango e com ordens de atacá-lo.
Também soldado à época, Luiz de Faria era filho do dono da maior parte das terras às margens do lado mineiro do Rio Paraibuna. A propriedade, perto da ponte que liga um estado a outro, serviu de estadia, à noite, ao general Mourão Filho. Luiz ajudou a apontar canhões, em sua fazenda, para a Pedra de Paraibuna, paredão rochoso de 500 metros de altura. Ao pé da montanha, em Levy Gasparian (RJ), está a estrada pela qual marcharia a 1ª Infantaria para o combate, caso não aderisse ao golpe desencadeado por Mourão.
Explosivos foram fixados na ponte de Paraibuna para que a implosão evitasse o avanço dos adversários. Nada disso, porém, aconteceu, pois Raimundo Ferreira de Souza aderiu à marcha golpista. De uma oficina mecânica, Mourão disse ao marechal Odilio Denys, um dos articuladores do movimento, que estava ao telefone representando o 1º regimento de infantaria e que o golpe estava em curso.
De Paraibuna, as tropas seguiram para Areal. O movimento estava articulado em outros estados do país. No caminho para o Rio, Mourão Filho ficou sabendo que o general Arthur da Costa e Silva, no comando do Exército, nomearia o general Octacilio Ururahy para chefiar o I Exército, cargo que achava que tinha o direito de ocupar.
Ao chegar à Guanabara, quando Jango já havia fugido e decidido não derramar sangue, na madrugada do dia 2, às 2h da manhã, Mourão Filho acordou o general para tirar satisfações. Suas tropas se acomodaram nas imediações do estádio do Maracanã, cedido pelo governador Carlos Lacerda. Um pouco depois, no mesmo dia, o presidente da Câmara dos Deputados, Ranieri Mazzilli, assumia a presidência da República.
“Meu humor não podia ser pior (...) Costa e Silva pediu como amigo que eu aguardasse uns poucos dias (para a nomeação) porque a situação ainda não estava segura. Aí começou a desgraça do Brasil. Eu tirara a nação de um abismo e a empurrava a outro”, anotou Mourão em seu diário.
160
Bonde de tração animal
Em 15 de novembro de 1881 é inaugurado o serviço de transporte de passageiros por Bondes de tração animal em Juiz de Fora
Foram usados inicialmente dois veículos
A imagem mostra um flagrante da inauguração do serviço
Fonte radialistaleodeoliveira  
159
Ônibus de Entre Rios a Juiz de Fora
O auto-ônibus apresentado realizava o percurso entre a cidade de Juiz de Fora e Entre Rios no ano de 1935.
É um veículo de carroceria nacional e mecânica americana de marca International modelo 1934, provavelmente do tipo C-1
Fonte museudantu
158
Cavaleiros no Bairro São Pedro
Vicente De Paulo Clemente comentou:Antiga casa de Sebastião Peters e Ana Müller na "Colônia de cima". Sebastião Peters foi neto de Sebastian Kunz, imigrante alemão que doou as terras de frente para a construção da Igreja de São Pedro
Data não informado
Créditos Roberto Dilly
Acervo Vicente De Paulo Clemente
157
Vista Panorâmica
Parece irreconhecível, mas está é a Manchester Mineira
Salvo melhor juízo, a praça me parece ser o Parque Halfeld “pelado”, tendo o prédio da Câmara ao lado e a igreja de São Sebastião
A atual Avenida Barão do Rio Branco, a Rua Halfeld mais embaixo (descendo) e a antiga Rua da Imperatriz (Atualmente Avenida Presidente Getúlio Vargas).
Data provável 1900
Acervo do Arquivo Público Mineiro  
156
Primeira conferencia anual da Igreja Metodista realizada em Juiz de Fora em 15 de agosto de 1890
Historicamente, Juiz de Fora foi a primeira cidade do Estado de Minas Gerais a receber os missionários metodistas
O trabalho missionário que ali se iniciou, ainda no século XIX, surgiu como uma iniciativa do Distrito do Rio de Janeiro
Nessa conjuntura, estavam reconhecidos como distritos da missão metodista o do Rio de Janeiro e o de São Paulo
A cidade de Juiz de Fora era apontada como estratégica para o estabelecimento de uma Igreja e de um Colégio
Fonte ometodismonoestadodeminas  
155
Bairro Grama
Estação do Grama em 1915
Fonte juizdeforasempre  
 154
Famoso chafariz que existiu no Parque Halfeld a partir de 1901
Ao fundo, a atual Câmara Municipal
Do projeto do Parque desta época, restam elementos
como o quiosque e a rampa que se vê à direita
Fonte jfemfoco  
153
Bairro Mariano Procópio
Vista Panorâmica do Museu Mariano Procópio
Villa Ferreira Lage
Data não informado
Acervo Instituto Moreira Salles  
152
Início das obras de construção da barragem da Usina Hidrelétrica Marmelos-Zero, localizada na cachoeira Marmelos, Rio Paraibuna
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
151
Estação Ferroviária de Juiz de Fora
Anterior a 1906 nesse ano colocou-se a atual torre no prédio
Acervo Humberto Ferreira
150
Almanaque Minas Ilustrada de Junho de 1921
Avenida Barão do Rio Branco, a começar do Largo do Riachuelo, em 1854 e 1921
A photographia que se encontra representa um trecho da rua Direita, hoje avenida Rio Branco, a começar do Largo Riachuelo, em 1921
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
149
Almanaque Minas Ilustrada de Junho de 1921
Avenida Barão do Rio Branco, a começar do Largo do Riachuelo, em 1854 e 1921
A photographia que se encontra representa um trecho da Rua Direita, atual avenida Barão do Rio Branco, a começar do Largo Riachuelo, em 1854
148
Colônia Dom Pedro II
Nesta foto onde aparece umas casas em meio a uns morros é Juiz de Fora em 1872
Época do Império, quando tinha o nome de Colônia Dom Pedro II, sendo que os moradores eram imigrantes alemães
Acervo Bianca Barreto
147
Fazenda Quinta da lage do Senhor Manoel Vidal Barbosa Lage
O coronel Manuel Vidal Barbosa Lage foi Diretor da Estrada de Ferro Juiz de Fora-Piau, de 1881 a 1888
Diretor do Banco territorial e Mercantil de Minas Gerais
Vereador de 1881/1884
Pecuarista da Ribeirão da Boa Vista”, no distrito da cidade
Titular de Rua e de subúrbio na cidade
Investidor imobiliário.” (J. Procópio filho Gente Juiz Forana).
Além da fazenda de Ribeirão da Boa Vista, era proprietário das fazendas São Pedro, Monte Belo, Vale Maria e Quinta da Lage
Foi fundador e um dos organizadores da Companhia Estrada de ferro do Juiz de Fora-Piau
E ex-diretor da Companhia Ferrocarril Bondes de juiz de Fora
Faleceu em 24 de Maio de 1888
Acervo Humberto Ferreira  
146
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Floriano Peixoto em 1895
O primeiro prédio a direita e a antiga Maçônica Fidelidade Mineira
Na época os Bondes tinham tração animal ou seja eram puxados por cavalos
Acervo Humberto Ferreira  
145
Diligência da Estrada União Indústria em 1864
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
144
Usina Hidrelétrica de Marmelos III em 21 de Abril de 1927
Acervo Mirian Venturini
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
 143
A Religião dos Colonos
Instituto Teuto-Brasileiro William Dilly
A chegada dos imigrantes germânicos em 1858 causou uma situação inesperada: a presença marcante de luteranos, pois até então havia poucos “acatólicos”, como eram denominados, no estado de Minas Gerais. Sem uma igreja específica e sem um pastor, os luteranos (foto ao lado) ficaram sem amparo religioso por um período, até que um pastor foi contratado.Sem saber como agir, o então vigário da Cidade do Paraibuna, Padre Thiago Mendes Ribeiro, ordenou que o cemitério fosse dividida em duas partes: uma para os católicos e outra para os luteranos, o que pode ser ainda conferido nos cemitérios da Glória e de São Pedro.Intolerante, a Igreja Católica somente permitia o casamento entre membros das duas religiões com a seguinte condição: a parte luterana deveria assinar um documento afirmando que passaria a frequentar a Igreja Católica, que não tentaria “converter” o cônjuge ao protestantismo e que os filhos deveriam ser educados na fé católica.“Mesmo depois de tudo isso, o casamento não podia ser feito na igreja. A celebração acontecia na casa da noiva ou na sacristia”, declara Roberto Dilly
142
Largo do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco
Publicação do Almanach de Juiz de Fora de 1914
141
Lemos Photografo amador
Inicio do Século XX
Acervo Humberto Ferreira  
140
Vista Panorâmica
Final do século XIX ou princípio de XX
Acervo Xixa M. Carelli 
139
Rua Halfeld
Futura Sede do Edifício Sulacap
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
 138
Palácio Barbosa Lima em 1891
Acervo Humberto Ferreira 
137
CASA BARATEZA
Foi Francisco Baptista de Oliveira quem inaugurou a casa da Barateza em 1882 na Rua direita , atual Avenida Barão do Rio Branco
Primeiro prédio da casa
Acervo Humberto Ferreira
 136
Antigo Fórum de Juiz de Fora
Atualmente Câmara Municipal ,Palácio Barbosa Lima
Podemos ver o Quiosque a direita da foto com toda sua beleza da época
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
135
Adro da Igreja da Gloria
Avenida dos Andradas
Data não informado
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista
134
Adro da Igreja da Gloria
Vicente De Paulo Clemente comentou:O Salão de São Geraldo a Frente
Avenida dos Andradas
Data não informado
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista.
 133
Vista da Igreja da Glória
Data não informado
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista
132
Inauguração da Escola Normal em 14 de agosto de 1930
Em 14 de agosto de 1930, a Escola Normal deixou o prédio da Rua Espírito Santo onde, mais tarde, funcionaria a Faculdade de Farmácia e Odontologia da UFJF
Transferindo-se para o prédio definitivo na confluência das Ruas Espírito Santo e Avenida XV de Novembro, atualmente Presidente  Getúlio Vargas, a escola foi inaugurada com a presença do Presidente do Estado, Doutor Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, do construtor do Edifício, Engenheiro Lourenço Baeta Neves, do Presidente da Câmara Municipal, o senador Luiz Pena, do Inspetor Geral da Instrução, Mário Cassassanta, recepcionados pelo Diretor da Escola, Professor João Augusto de Massena
Acervo Arquivo histórico da página IEE News
131
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão  
130
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão 
129
Família Imperial em Casa Próximo ao Museu Mariano Procópio onde ficaram hospedados em 1861
Elisângela Esteves Mendes comentou: D.Pedro II estava em Juiz de Fora, nesta ocasião para a inauguração do "castelo" dos Ferreira Lage construído para recebe-los, mas que não ficou totalmente pronto a tempo
A Família Imperial se hospedou então nesta casa, que era a fazenda de Mariano. Seu filho, Frederico, anos mais tarde irá demolir a casa e construir a que hoje abriga o Quartel
E o castelo dos Ferreira Lage é hoje o Museu, doado por Alfredo Ferreira Lage ao Município.
Acervo Francisco Barroso 
128
Religiosa de São Vicente recém chegada a Juiz de Fora Congregação feminina presente desde 1935
Fonte Arquidiocese de Juiz de Fora 
127
Projeto do Jardim da praça Coronel Francisco Halfeld
Atualmente Parque Halfeld
Foto Louise Torga
Acervo Arquivo Histórico de Juiz de Fora 
126
Capela de São Roque
Procissão
Avenida dos Andradas
Inicio do século XX
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista 
 125
Bairro Jardim Esperança
Casa de imigrantes Alemães que receberam os primeiros Missionários Redentoristas
Final do século XIX
Rua Padre Michelloto

Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista 
124
Igreja da Glória
Irmãs de Maria
Data não informado
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista  
123
Igreja da Glória
Interior da antiga Capela anterior à Igreja da Glória
Data não informado
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista  
122
Igreja da Glória
Data não informado
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista
121
Igreja da Glória
Rua Padre Mathias
Data não informado
Acervo Arquivo da Biblioteca Redentorista  
120
Foto Histórica
Italianos em Juiz de Fora
Inauguração do Consulado Italiano e da Casa D'Italia
Na Foto Pantaleone Arcuri ,Nardelli, Embaixador Giacomo Bisaglia, Cônsul Professor Di Giacomo(Um dos Construtores do Palace Hotel),Cautiero(Avo de Itamar Franco),Rômulo Bisaglia(Pai do Ministro Hildebrando Bisaglia, Scartelli, Bisagio, Spinelli, Palleta, Lagrota, Bigi, Bellini , Bicaglio,Bellei,
E muitos outros Cujos descendentes Poderão Identificar
Acervo Maestro Bisaglia Jacomo  
Data não Informado 
119
ESCOLA NORMAL
Exposição e Semana Pedagógica em Setembro de 1935
Bem no centro da foto sentado e de terno mais claro Américo Repetto (diretor).
Exhibition and week of Pedagogy. September 1935
Acervo da Biblioteca do Instituto Estadual de Educação de Juiz de Fora.
Fonte IEE News
118
Litografia de Pietro Angelo Biancoville de 1909
Acervo Vanderlei Dornelas Tomaz  
117
Vista parcial da cidade de Juiz de Fora
Data e Autoria não informado
Acervo Arquivo Público Mineiro
116
Chegada do Doutor Penido em Juiz de Fora em 31 de Maio de 1886
Autor Albert Cohen
Acervo Arquivo Público Mineiro  
115
Praça da Estação em 1915
Pesquisa por Mauricio Lima Correa
A Praça da Estação foi considerada por longos anos lugar de fascínio e vida noturna exuberante. Um lugar de encontros e despedidas entre os casais e as famílias. Conheça um pouco da história desta praça quando ainda era conhecida como Largo da Estação.
A Praça Doutor João Penido, conhecida também como Praça da Estação de Juiz de Fora, pode ser considerada um elemento urbano importante, considerada reflexo do desenvolvimento da cidade, impulsionado pela Estrada de Ferro desde o final do século XIX.
Inicialmente a Praça surgiu como um largo na frente da parada de trem, chamada de estribo, por não chegar a ser considerada ainda uma estação. A ferrovia chegou à Juiz de Fora devido à iniciativa de Mariano Procópio, que foi nomeado pelo Imperador Dom Pedro II, diretor geral da Estrada União Indústria.
Mariano Procópio possuía o desejo de levar todas as construções para o mais próximo possível de suas propriedades, localizadas no atual bairro da cidade que leva seu nome. Assim, não foi diferente com a ferrovia, ele doou um terreno e logo iniciou a construção da primeira Estação Ferroviária a ser instalada em Juiz de Fora. Porém, segundo Lessa (1985), a população se revoltou, eles consideravam que a construção iria dificultar a vida dos habitantes, pelo fato da estação ser construída a quase 3 km do centro da cidade.
Esteves (1915) relata que diversas pessoas da cidade fizeram doações para a Câmara Municipal para que, primeiro, desapropriasse as casas que estavam construídas no local escolhido e, mais tarde, pudesse ser construída a Estação Ferroviária. Em 1880, a Câmara doou um terreno à Estrada de Ferro Dom Pedro II para que pudesse nascer o Largo da Estação.
Com uma área de aproximadamente 3760 m², fazendo divisa a leste com a Rua Paulo de Frontin, ao sul com a Rua Halfeld e a oeste com a Avenida Francisco Bernardino, a Praça da Estação possui em seu entorno uma série de edifícios históricos, alguns já foram relatados aqui no blog, que são importantes para a cidade, pois eles possibilitam o resgate de uma percepção da cidade pertencente ao final do século XIX.
O local onde foi instalada a estação foi considerado por longos anos lugar de fascínio e vida noturna exuberante. Era considerado lugar de encontros e despedidas, entre os casais e as famílias. Porém, a partir de 1985, com o fim das linhas de passageiros que faziam o trajeto Rio de Janeiro – Belo Horizonte, que eram consideradas de grande atração na cidade, e também o fim do fascínio pela população, veio à decadência dessa região da cidade. Assim, a Praça da Estação, no centro da cidade, passou a ser, popularmente conhecida, como “parte baixa” da cidade, pela população local. Até hoje, a praça guarda este aspecto de ser um local que no período diurno é utilizado como um local de passagem pelo juizforano e à noite é constantemente utilizada por segmentos marginalizados pela sociedade, considerados o “baixo meretrício” do município, como, os travestis, as garotas de programa e os mendigos..
Para a classe política a região, ainda é considerada como um dos locais favoritos para a realização dos comícios em campanhas eleitorais, por ter uma posição simbólica do passado e por sua dimensão. Um dos grandes acontecimentos políticos que já aconteceram nesse espaço, podemos citar o movimento das “Diretas Já”, como já foi apresentado nos informativos anteriores.
114
Parque Halfeld
Antigo Fórum da cidade de Juiz de Fora atualmente Câmara Municipal
inicio do século XIX
Autoria Albert Cohen
Acervo Arquivo Público Mineiro  
113
Presidente Getúlio Vargas , Antonio Carlos de Andrada e o Bispo Don Justino a mesa com Eclesiásticos , Militares e outros em Juiz de Fora 
Década de 1950
Acervo Autoria Arquivo Público Mineiro
112
Prédio da cadeia pública de Juiz de Fora em 1903
Hoje no local funciona o Instituto Estadual de Educação de Juiz de Fora
Esquina da Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Espírito Santo
Em frente ao prédio existia um terreno desocupado
O prédio da cadeia foi demolido para a construção do prédio definitivo do IEE que foi inaugurado em 14 de Agosto de 1930  
111
Parte do "Acampamento do Vau" em Juiz de Fora.
Fundo: Arquivo Público Mineiro.
Coleção: Nelson Coelho de Senna.
Autor: Hygino e Paschoal - Retratistas
Data provável 1880-1900
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Construção da Ponte da Rua Halfeld
Década de 1920 
109
Companhia Mineira de Eletricidade e Construtora Arcuri
Data não informado 
108
Capela do Cristo
Morro do Imperador
Década de 1930
Acervo Ramon Brandão 
107
Avenida Barão do Rio Branco
Atualmente é a abertura da Rua Mister Moore em 1910 funcionava a loja La Parisienne
Acervo Rogério Gomes  
106
Vista Panorâmica
Esta é uma imagem raríssima da cidade (tenho a ilustração original). Trata-se de uma litografia de Pietro Biancoville, o pioneiro mineiro nessa arte. Vejam a atual Escola Normal (antiga cadeia), a fábrica do Bernardo Mascarenhas (atual CCBM), a Catedral Metropolitana... Enfim, uma bela ilustração que merece ser reproduzida e virar pôster, postal, capa de livro
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz 
105
Início das obras da Escola Normal Oficial de Juiz de Fora
As obras da Escola Normal tiveram início em 23 de julho de 1928, (FOTO) e sua execução ficou a cargo da Companhia Pantaleone Arcuri, uma importante construtora da época que já havia realizado relevantes obras no município, como os edifícios das Repartições Municipais, o Clube Juiz de Fora, o Banco do Brasil, a Associação Comercial, o colégio Granbery e o Cine Teatro Central entre tantas outras. A iluminação do edifício ficou sob-responsabilidade da firma Sangiorgi & Oliveira. A pintura ficou sob encargo do artista Ângelo Bigi. A cor predominante na fachada era o cinza e internamente o verde claro e o bege. O prédio foi inaugurado em 14 de agosto de 1930, sendo um dos primeiros edifícios de Juiz de Fora a se beneficiar de elevador. Segundo Baeta Neves, “[...] haverá também um grupo de elevadores de serviço e, para ocasiões especiais, estabelecido na mesma caixa da escada principal e das que lhe ficam superpostas”. (ESCOLA..., 1927).
Após a inauguração ainda foram realizadas as obras do pátio, Jardim de Infância e classes anexas. Pesquisa (UFJF)
Fonte: Foto consultada na Divisão de Patrimônio Cultural de Juiz de Fora (DIPAC).
104
Enchente em 16 de Janeiro de 1906
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Revista o Lince
Acervo Ramon Brandão 
103
José Bettim, lutou em Monte Castelo, Itália
Tomada de Monte Castelo na segunda guerra mundial 
José Bettim faleceu em 31 de Dezembro de 1970 vitima de um aneurisma cerebral,morava no Bairro JK
Acervo Alexandre Bettim Souza
102
José Bettim, lutou em Monte Castelo, Itália
Tomada de Monte Castelo na segunda guerra mundial 
José Bettim faleceu em 31 de Dezembro de 1970 vitima de um aneurisma cerebral,morava no Bairro JK
Acervo Alexandre Bettim Souza
101
José Bettim, lutou em Monte Castelo, Itália
Tomada de Monte Castelo na segunda guerra mundial 
José Bettim faleceu em 31 de Dezembro de 1970 vitima de um aneurisma cerebral,morava no Bairro JK
Acervo Alexandre Bettim Souza
100
José Bettim, lutou em Monte Castelo, Itália
Tomada de Monte Castelo na segunda guerra mundial 
José Bettim faleceu em 31 de Dezembro de 1970 vitima de um aneurisma cerebral,morava no Bairro JK
Acervo Alexandre Bettim Souza
99
Vista Panorâmica
Academia de Comércio em 1909  
 98
Capela Sagrada Família
Academia de Comércio em 1909  
97
Capela Sagrada Família
Academia de Comércio em 1909  
96
Capela Sagrada Família
Academia de Comércio em 1909  
95
Capela Sagrada Família
Academia de Comércio em 1909  
94
UMA IMAGEM CURIOSA DA REGIÃO
O lugar é a Fazenda Saudade do Coronel Horácio José de Lemos em 1912
A sede da fazenda ficava na entrada para o Bairro Santa Lúcia , próximo à garagem dos ônibus e Próximo ao Bairro Nova Era 
O evento mostrado é do lançamento da pedra fundamental de um matadouro-frigorífico que seria construído onde se encontra hoje o quartel do 4º G.A.C
Na imagem aparecem o Ministro da Fazenda, o Presidente do Estado (hoje, governador), prefeito de Juiz de Fora  vereadores, jornalistas e o Coronel Lemos
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz  
93
Avenida Barão do Rio Branco em 1934
Acervo Marcelo Lemos  
92
Avenida dos Andradas
Data provável década de 1920 
91
Palácio Episcopal que pertenceu ao político juiz-Forano Doutor João Penido
A casa ao alto junto às palmeiras é o Palácio Episcopal que pertenceu ao político juiz-Forano João Penido.
Posteriormente foi herdado por Maria Assis de Oliveira e Irene de Assis Vilaça (sobrinhas da esposa de Penido).
Durante anos foi residência de Joaquim Ribeiro de Oliveira que a transferiu por doação à Mitra Arqui diocesana para sede episcopal.
Foi construída nos fins do século XIX e era dotada de um horto florestal que ia até às proximidades do morro do Cristo.
Foi demolida ainda durante processo de tombamento onde construiu-se um prédio comercial 
(Bahamas ao lado da igreja do Cenáculo).
Acervo Ramon Brandão
90
Santa Casa em 1890
Acervo Ramon Brandão  
89
Largo do Riachuelo em 1934
Livro Juiz de Fora em Dois Tempos
Acervo Agnaldo Rocha Marliere  
88
Largo do Riachuelo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão  
87
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
86
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
85
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
84
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
83
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
82
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira  
81
Décimo Batalhão de Infantaria
Data não informado
Acervo Ramon Brandão  
80
Colégio São Salvador
Escola Agrícola União e Indústria
Data não informado
A primeira do Brasil
Inaugurada por D. Pedro II em 24 de junho 1869 Segundo informações este local e onde hoje esta o Décimo Batalhão de Infantaria
Acervo Xixa M. Carelli  
 79
Colégio São Salvador
Escola Agrícola União e Indústria
Data não informado
A primeira do Brasil
Inaugurada por D. Pedro II em 24 de junho 1869 Segundo informações este local e onde hoje esta o Décimo Batalhão de Infantaria
Acervo Xixa M. Carelli  
 78
Colégio São Salvador
Escola Agrícola União e Indústria
Data não informado
A primeira do Brasil
Inaugurada por D. Pedro II em 24 de junho 1869 Segundo informações este local e onde hoje esta o Décimo Batalhão de Infantaria
Acervo Xixa M. Carelli  
77
Presidio,Fabrica e Tecelagem Bernardo Mascarenhas
Início do século XX 
76
Construção do Cristo de Juiz de Fora em 1906
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo e foi feito 25 anos antes do que o Monumento da cidade do Rio de Janeiro 
75
Academia de Comércio em 1909   
74
Academia de Comércio em 1909   
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Academia de Comércio em 1909  
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Academia de Comércio parece ser Festa Junina em 1909  
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Academia de Comércio parece ser Festa Junina em 1909  
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Academia de Comércio parece ser Festa Junina em 1909  
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Academia de Comércio parece ser Festa Junina em 1909  
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Academia de Comércio parece ser Festa Junina em 1909  
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Academia de Comércio parece ser Festa Junina em 1909  
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Academia de Comércio em 1909  
65
Academia de Comércio em 1909  
64
Avenida Barão do Rio Branco em 1934
Ao fundo a esquerda da foto o Colégio Mineiro onde hoje esta o Fórum Benjamin Colucci
63
Vagão de passageiros
Ultimo trem de passageiros a passar pela estação de Rio Novo em 30 de janeiro de 1972
Acervo Manoel Monachesi  
62
Usina de Marmelos em 1903
61
Família Surerus
Data provável 1905
Acervo Alberto Surerus Moutinho  
 60
Parque Halfeld
Foto tirada do alto da igreja São Sebastião em 1912
Foto enviada da Alemanha para Martha de Castro, por sua amiga Roberta
Acervo Alberto Surerus Moutinho  
59
Vista Parcial
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Espírito Santo
Provavelmente início do século XX
Não se vê na foto,Escola Normal construída em 1932, Pantaleone Arcuri, 1923 e o Cristo Redentor de 1906, mas se vê a Fábrica Bernardo Mascarenhas de 1888 e o Castelinho da CEMIG de 1890
Acervo Bianca Barreto 
58
Vista panorâmica de Juiz de Fora,
Final do século XIX ou princípio de XX
Acervo Xixa M. Carelli  
57
Em comemoração ao dia da Independência, foi realizado em 1915 no “Ground” do Prado Mineiro, em Belo Horizonte, um amistoso intermunicipal entre o Atlético Mineiro contra o Granberyense de Juiz de Fora, conforme fotografia rara e ficha técnica abaixo: Belo Horizonte – 07/09/1915
Amistoso
Local: Prado Mineiro
Árbitro: Moacir Chagas
Público estimado: 1000
Atlético: Ferreira; Moretzsohn e Cuthbert; Coutinho, Lé e Testi; Paula Dias, Leon, Mattos, Afonso Coutinho e Rose. Treinador: Chico Neto.
Granberyense: Gusmão, Jaime e Cesário; Couto (Cabaça), Tavares e Benevides; Morgan, Leal, Cesarino, Perez e Rangel.
Gols: Paula Dias, Afonso Coutinho e Cuthbert.
Cordiali Saluti
Claudio
Fontes Revista A Vida de Minas
56
La Saigne em seu trilho móvel
Rio de Janeiro a Juiz de Fora em "apenas" 13 horas e 46 minutos em 1920
55
La Saigne em seu trilho móvel
Rio de Janeiro a Juiz de Fora em "apenas" 13 horas e 46 minutos em 1920
54
La Saigne em seu trilho móvel
Rio de Janeiro a Juiz de Fora em "apenas" 13 horas e 46 minutos em 1920
53
Sessão na Câmara Municipal
Data não informado
Podemos ver a direita a pintura de Tiradentes esquartejado de Autoria de Pedro Américo  
52
Visita dos Presidentes Getúlio Vargas e Antônio Carlos de Andrada à Juiz de Fora em 1931
Acervo Bianca Barreto 
51
Chegada do Presidente Epitácio Pessoa na Estação Central do Brasil em 1922 
50
Academia de Comercio
Fundada em 5 de dezembro de 1891
e transferida em 22 de fevereiro de 1910 para
a Sociedade Propagadora de Ciências e Artes
dirigida pelos revmos
padres da Congregação do Verbo Divino
Data não informado
49
Biblioteca Municipal
Parque Halfeld
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
48
Avenida Francisco Bernadino em 1910  
47
Estrada de Ferro D.Pedro II em 1881
Linha central
Viaduto próximo ao Bairro retiro
Quilometro 265,260
46
Palácio Episcopal
Inicio do século XX
O Palácio Episcopal é a casa ao alto junto às palmeiras, e pertenceu ao político juiz-forano João Penido. Construída no final do séc. XIX, era dotada de um horto florestal que ia até as proximidades do Morro do Imperador.
Posteriormente foi herdada por Maria Assis de Oliveira e Irene de Assis Vilaça (sobrinhas da esposa de Penido). Durante anos foi residência de Joaquim Ribeiro de Oliveira, que a transferiu por doação à Mitra Arquidiocesana para sede episcopal.
Foi demolida ainda durante processo de tombamento, e no terreno construiu-se um prédio comercial onde atualmente está o Bahamas Empório, ao lado da Igreja do Cenáculo
Acervo Ramon Brandão
45
Avenida Barão do Rio Branco em seus primórdios
Data não informada  
44
Henrique Surerus e Irmãos
Rua Batista de Oliveira em 1914
Acervo Alberto Surerus Moutinho  
43
Escola Agrícola de Juiz de Fora em 1900 à 1920
Neste local hoje esta as instalações do Décimo Batalhão de Infantaria
Acervo Bianca Barreto  
42
Uma das pontes da Rodovia União e Indústria, nome da estrada que foi inaugurada por Dom Pedro II em 23 de junho de 1861
Ligava Juiz de Fora ao Rio de Janeiro
41
Visita da Família Imperial à Juiz de Fora em 1861
Don Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu
Fotos do Livro Lo Stato de Minas Geraes de Filippo Grossi de 1911
40
Avenida Barão do Rio Branco
Comentando sua visita a Juiz de Fora, em 1867, Richard Burton nos diz que em 1825, ainda era "povoação", em 1850, foi promovida a freguesia e vila, "em 1856, tornou-se cidade, e, em 1864, o município contava com 23.916 almas, inclusive 1.993 votantes e 33 eleitores. Tal é o progresso no Brasil, onde a situação é favorável e - nota bene - onde foram abertas comunicações." O destaque dado à União Indústria é mais do que justo, pois se Juiz de Fora nasceu graças a Henrique Guilherme Fernando Halfeld e à sua estrada velha do Paraibuna, floresceu e atingiu a maturidade graças a Mariano Procópio Ferreira Lage e sua rodovia.
Foto e texto do álbum da Estrada União e Indústria, CONCER.
Acervo Sérgio Brasil  
39
Colônia Dom Pedro II
Nesta foto onde aparece umas casas em meio a uns morros é Juiz de Fora - MG, em 1872, época do Império, quando tinha o nome de Colônia Dom Pedro II, sendo que os moradores eram imigrantes alemães.
Acervo Bianca Barreto  
38
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Provavelmente virada do século 19 para 20
A casa a direita, com 3 toldos, é a esquina da Rua Halfeld, onde está o Edifício Clube Juiz de Fora
Acervo Bianca Barreto
37
Academia de Comércio
Padres do Verbo Divino em 1909
Balneário Redentor
Alunos e Padres do Verbo Divino, hoje, Academia de Comércio
Essa área fica abaixo da estrada que vai para o Bairro São Pedro, na altura da casa noturna Privilegie
36
Academia de Comércio
Padres do Verbo Divino em 1909
Balneário Redentor
Alunos e Padres do Verbo Divino, hoje, Academia de Comércio
Essa área fica abaixo da estrada que vai para o Bairro São Pedro, na altura da casa noturna Privilegie
 35
Academia de Comércio
Padres do Verbo Divino em 1909
Balneário Redentor
Alunos e Padres do Verbo Divino, hoje, Academia de Comércio
34
Academia de Comércio
Padres do Verbo Divino em 1909
Balneário Redentor
Alunos e Padres do Verbo Divino, hoje, Academia de Comércio
33
Academia de Comércio
Padres do Verbo Divino em 1909
Balneário Redentor
Alunos e Padres do Verbo Divino, hoje, Academia de Comércio
 32
Foto Histórica Turma de 1921 perfilada em frente ao Pátio da Estação Ferroviária do Bairro Benfica  
 31
Um dos Juízes que vieram de Fora
Data provável 1920
O primeiro distrito foi criado onde hoje e a Estação do Bairro Mariano Procópio , Tendo ali o primeiro Cartório e Juiz de paz
Mas o Povoado que cresceu foi o Vizinho Santo Antonio do Paraibuna , hoje Juiz de Fora e já na época era um centro de convergência comercial para toda região
Ali uma vez por mês comparecia o Juiz da Comarca vizinha existente , para regularizar a vida legal do povo
O Caminho Novo passava pela Zona da Mata Mineira e, desta forma, permitiu maior circulação de pessoas pela região, que, anteriormente, era formada de mata fechada, habitada por poucos índios das tribos Coroados e Puris
Às suas margens surgiram diversos postos oficiais de registro e fiscalização de ouro, que era transportado em lombos de mulas, dando origem às cidades de Barbacena e Matias Barbosa
Outros pequenos povoados foram surgindo em função de hospedarias e armazéns, ao longo do caminho, como o Santo Antônio do Paraibuna, que daria origem, posteriormente, à cidade de Juiz de Fora.
Acervo Mauricio Lima Correa
 30
Praça Antônio Carlos pode se ver a Pantaleone Arcuri e Escola Normal em 1932
Acervo Ramon Brandão  
29
Museu Mariano Procópio
Data não informada
Do Anuário do Museu Imperial de Petrópolis de
Acervo José Leite
28
Praça Antônio Carlos
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Data provável 1900
Foto extraída de um livro sobre Bernardo Mascarenhas
Acervo Humberto Ferreira
27
Avenida Barão do Rio Branco
Décadas prováveis 1920 ou 1930
26
Construção da Prefeitura de Juiz de Fora
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local.
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918.
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil.
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura de Juiz de Fora
Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Data provável 1917
Fonte wikipedia.org
25
Parque Halfeld
Data não informado  
24
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Final do século XIX ou início do século XX
23
O Tiro de Guerra 17 funcionava onde é hoje a Sopa dos Pobres, na Rua Santo Antônio próximo a Rua Barão de Cataguases
A Fazenda Hotel Salvaterra ficava onde é hoje o trevo da Avenida  Deusdedth Salgado com a BR 040 
22
O Tiro de Guerra 17 funcionava onde é hoje a Sopa dos Pobres, na Rua Santo Antônio próximo a Rua Barão de Cataguases
A Fazenda Hotel Salvaterra ficava onde é hoje o trevo da Avenida  Deusdedth Salgado com a BR 040
21
Rua Batista de Oliveira 
Inicio do século  
Acervo Hugo Ribeiro de Almeida
20
Hotel União e Indústria
Era localizado no Bairro Mariano Procópio
Data provável 1890-1900
Acervo Nelson Coelho de Senna
Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais
19
Bairro Mariano Procópio
Data provável 1880- 1890
Acervo Nelson Coelho de Senna
18
Vista Parcial de Juiz de Fora
Final do século XIX
17
A companhia Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895, destacou-se por suas oficinas onde produzia-se carroças, telhas de amianto, portas, janelas, ladrilho hidráulico, chegando a ter, na década de 1920 uma representação de automóveis FIAT importados da Itália. 
16
Parque Halfeld em 1901
15
Rua São João em 1900
Podemos ver a Academia de Comercio ao Fundo
14
Largo do Riachuelo em 1896
13
Rua Halfeld em 1880
Acervo Arquivo Publico Mineiro 
12
Rua Espírito Santo década de 1920
Atual Castelinho da CEMIG
11
Avenida dos Andradas
Morro da Gloria
(antiga Rua da Gratidão) em 1920
10
1ª Usina Hidrelétrica da América do Sul
geração de energia elétrica com a Companhia Mineira de Eletricidade (1889) e a sua posterior aplicação como força-motriz à indústria, contribui para o estabelecimento de novos empreendedores
 09
Inauguração do Fórum em 1878
Atual Câmara Municipal  
08
Aldeia da Colônia D. Pedro II em 1872
O estabelecimento da sede da Cia. União Indústria
a introdução dos imigrantes e a criação
da Colônia D. Pedro II, vão ser um forte estímulo ao crescimento urbano.
Com a inauguração da rodovia União e Indústria, em l861
Juiz de Fora se transformou no entreposto por excelência da Zona da Mata.
Com isto intensificaram-se os processos
de divisão social do trabalho e de troca de mercadorias
tendo como resultado a diversificação da economia
e a inauguração de uma nova fase de crescimento urbano acelerado
07
Documento histórico da época do império
Em 1872 demorava 12 horas a viagem entre Juiz de Fora e Petrópolis de diligência
06
Foto Histórica da época do império
"Nessa viagem, o imperador e sua comitiva passearam de barco pelo lago da Quinta dos Lage, indo até o rio Paraibuna, através de um canal que contornava a colina onde está a ”Vila“. Segundo a reportagem publicada no ”Jornal do Comércio“, do Rio de Janeiro, na edição de 27 de junho de 1869, ”durante o passeio de Suas Majestades, os alemães da colônia da Companhia formavam em torno do lago uma linha de archotes cujos fogos refletiam nas águas prateadas pelo clarão da lua“. Vinte anos depois, exatamente no dia 15 de novembro de 1889, depois de muitos conflitos entre monarquistas e republicanos, a República era proclamada.E a família imperial, dois dias depois, era embarcada sigilosamente para Portugal, encerrando-se assim 67 anos de monarquia no Brasil. No dia 5 de dezembro de 1891, Dom Pedro II morria em Paris, onde estava exilado"
05
Casa do Juiz de Fora
Este nome tão característico - Juiz de Fora - gera muitas dúvidas quanto a sua origem
Na verdade, o Juiz de Fora era um magistrado, do tempo colonial, nomeado pela Coroa Portuguesa, para atuar onde não havia Juiz de Direito
Data não informado  
04
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Foto de 1903
Usina de Marmelos a primeira usina Elétrica da América latina
Obs :Paris não tinha Energia Elétrica e nossa Cidade já tinha ... orgulho para nossa cidade e esquecida na Historia  
03
Obras e Usina de marmelos primeira da América do sul no fornecimento de energia elétrica data 1900 e 1950 
Acervo Ramon Brandão    
02
Obras e Usina de marmelos primeira da América do sul no fornecimento de energia elétrica data 1900 e 1950
Acervo Ramon Brandão  
01
Obras e Usina de marmelos primeira da América do sul no fornecimento de energia elétrica data 1900 e 1950 
Acervo Ramon Brandão   

6 comentários:

  1. Estou apaixonada!! Lindas fotos!! Parabéns por seu trabalho!!

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    Respostas
    1. Bom dia
      Muito obrigado pela participação e agradecemos o carinho
      Volte sempre
      Um abraço

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  2. A foto 427 mostra que os pedintes ficavam bem instalados quando visitavam nossa cidade.

    A foto 415 mostra a Rua Maria Eugênia, que não mudou muita coisa nos últimos 100 anos. Nessa rua existem casas quase centenárias. Tem um gramado logo no início da rua, defronte a uma casa baixa, onde galinhas ciscavam despreocupadamente até uns 4 anos atrás. Gordinhas e apetitosas, certamente algumas foram roubadas e foram parar na panela.

    A foto 393 mostra uma cidade que é grande produtora de pêssegos e morangos, entretanto durante muito tempo abrigou pacientes em seus hospícios, locais que se assemelhavam a campos de concentração. Inclusive tem estudos sobre isso.

    A foto 369 mostra o prédio da biblioteca que existia no Parque Halfeld. Construção de extremo bom gosto, demolida de forma insensível. Hoje o Parque Halfeld é um antro de prostituição e de vagabundagem. Retiraram os livros e os substituiram por vagabundos!
    Fica a pergunta: demoliram esse prédio majestoso por qual motivo?

    A foto 361 mostra a foto onde morou o tal juiz que deu nome à cidade. O apelido "Princesa de Minas" está tão ultrapassado quanto "Manchester Mineira". Que raio de princesa é essa, toda suja, esburacada, que não conserva seu patrimônio arquitetônico?
    Só ser for "princesa das trevas"!

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  3. FOTO 128: a freira parece que está com a Taça Jules Rimet na cabeça! Ela deve ser do mesmo convento da Noviça Voadora (seriado que passou na TV nos anos 70).

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    1. Religiosa de São Vicente recém chegada a Juiz de Fora Congregação feminina presente desde 1935
      Fonte Arquidiocese de Juiz de Fora

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