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Esta fotografia é uma explosão de alegria e cor, capturando a essência do Carnaval de Juiz de Fora em um de seus anos mais emblemáticos: 1977.
Ela registra não apenas uma festa de clube, mas o ritual de preparação para o espetáculo maior na Avenida Barão do Rio Branco.
O Enredo Histórico: "D. Beja, a Rainha do Araxá"
Em 1977, a Turunas do Riachuelo, a escola de samba mais antiga de Juiz de Fora (fundada em 1934), levou para a avenida a história de Dona Beja.
Sandra Moreira personifica "Dona Beja na Adolescência", com uma fantasia delicada e floral, representando a pureza da personagem antes de se tornar a mítica figura do Triângulo Mineiro.
Humberto brilha como "Garimpeiro de Pedras Preciosas", um elemento essencial para contar a história das riquezas de Minas Gerais que cercavam a vida de Beja.
O uso do glitter e do chapéu de palha estilizado reflete a criatividade dos carnavalescos da época.
O Clube Bom Pastor era, e continua sendo, um dos centros sociais mais importantes da cidade.
Na década de 1970, os bailes de clube eram o local onde as fantasias eram testadas e a energia era acumulada antes do desfile oficial.
Ver integrantes de uma escola de samba tradicional como a Turunas ocupando o clube mostra a integração cultural que o Carnaval promovia em Juiz de Fora.
O uso carregado de purpurina e sombras coloridas (como o azul e o dourado visíveis na foto) era a marca registrada do "Carnaval moderno" que começava a ganhar contornos mais profissionais e visuais.
O sorriso de Humberto e o olhar sereno de Sandra capturam a expectativa e o orgulho de representar sua escola e sua cidade.
A Turunas sempre foi conhecida por seu rigor técnico e elegância.
Esta fotografia ajuda a documentar a qualidade das fantasias da escola em uma época em que Juiz de Fora disputava com as grandes capitais o título de um dos melhores carnavais do Brasil.
A atribuição ao acervo de Humberto Rodrigues de Sá (In Memoriam), com o texto e tratamento de IA realizados por mim, transforma este post em uma homenagem póstuma e um registro histórico rigoroso.
É a prova de que o Carnaval é efêmero nos dias de folia, mas eterno na memória de quem o viveu.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Rodrigues de Sá, (In Memoriam).

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A imagem captura o momento em que José Weiss recebe o título de Cidadão Benemérito, em outubro de 1968.
José Weiss foi uma figura central no desenvolvimento econômico e urbanístico de Juiz de Fora.
Empresário, rotariano e homem público de grande prestígio, ele teve uma atuação marcante na consolidação da cidade como polo regional.
O título de Cidadão Benemérito é uma das mais altas honrarias concedidas pelo município, destinada a quem prestou serviços extraordinários à comunidade.
O ano de 1968 foi um período de grande efervescência política no Brasil.
Em Juiz de Fora, a entrega desse título na Câmara Municipal (ou em solenidade oficial) representava o reconhecimento de uma trajetória de dedicação à cidade.
Na fotografia, podemos observar a formalidade da época: o uso rigoroso de ternos e gravatas e a presença de autoridades e familiares, todos com expressões de solenidade e respeito.
O diploma em pergaminho, entregue em mãos, era o símbolo físico de um legado que José Weiss estava deixando para as futuras gerações.
A fotografia exibe a iluminação típica de registros oficiais daquela década, com foco nítido nos protagonistas.
A fisionomia de José Weiss, que exala satisfação e humildade ao receber o reconhecimento.
A origem desta fotografia, vinda do acervo de Nelson Weiss, confere um valor sentimental e histórico profundo.
Nelson foi um zeloso guardião da memória da família e da própria cidade.
O fato de esta imagem estar agora sob os meus cuidados, com a devida atribuição "In Memoriam" ao Nelson, garante que o círculo de preservação da memória juiz-forana continue ininterrupto.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).

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Esta fotografia é um registro de valor inestimável para a história da arte em Juiz de Fora.
Ela captura um momento de intimidade e ofício de um dos grandes mestres da cidade, Sylvio Ribeiro Aragão, em um cenário que é, por si só, um templo da cultura brasileira: o Museu Mariano Procópio.
O comentário de Rose Aragão, neta de Sylvio, traz a precisão histórica que torna essa imagem uma joia.
Ver Sylvio Aragão pintando em 1964 é ver a história da arte juiz-forana sendo escrita a pinceladas.
Ele não era apenas um pintor talentoso; ele foi: Professor e Restaurador: Sua dedicação ao ensino e à preservação de obras de arte ajudou a formar gerações de artistas e a manter vivo o patrimônio pictórico da cidade.
Esta é uma informação crucial. Sylvio foi um dos pilares da criação desse núcleo, que se transformou na Associação de Belas Artes Antônio Parreiras, a instituição artística mais longeva e tradicional de Juiz de Fora, ainda ativa hoje. O núcleo foi fundamental para descentralizar o ensino da arte e criar um espaço de produção e exposição constante.
O fato de Sylvio estar pintando uma tela em 1964, cercado por crianças, sugere que ele estava: Realizando uma "pintura ao ar livre" nos jardins, uma prática comum para capturar a luz natural e a beleza paisagística do local.
Ou, talvez, conduzindo uma aula prática para jovens estudantes, como parte de suas atividades educacionais. As crianças ao redor mostram curiosidade e atenção, revelando o papel pedagógico de Sylvio.
Notem as crianças de uniforme escolar e o garoto de camisa polo branca com gola de frisos escura, um estilo muito popular na época.
O próprio Sylvio veste um cardigã e camisa social, mantendo a elegância mesmo no trabalho.
O cavalete de madeira simples, a paleta de madeira clássica e os pincéis na mão do artista mostram a simplicidade técnica que produzia obras primas.
Institucional: Registra uma atividade no Museu Mariano Procópio em seu cinquentenário (o museu estava prestes a completar 50 anos em 1965).
Biográfico: Imortaliza a fisionomia e o ofício de um dos nomes mais importantes para o desenvolvimento das artes visuais em Juiz de Fora.
Graças ao comentário de Rose Aragão, você pode agora catalogar essa imagem com total precisão, garantindo que o legado de Sylvio Ribeiro Aragão permaneça vivo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rose Aragão

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Esta fotografia é um registro de grande sofisticação e valor histórico para a comunicação de Juiz de Fora.
Ela captura um momento de encontro intelectual e profissional na década de 1960, unindo duas figuras de destaque da sociedade e da cultura local.
Com base no comentário de Cristina Bittencourt, aqui estão os pontos principais sobre esta imagem:
Dormevilly Nóbrega: O Entrevistador
Dormevilly Nóbrega foi uma das figuras mais cultas e influentes de Juiz de Fora. Intelectual, historiador, escritor e membro da Academia Juiz-forana de Letras, ele era uma fonte inesgotável de conhecimento sobre a história da "Manchester Mineira". Ver Dormevilly nesta postura elegante, de terno e óculos clássicos, reforça o tom de seriedade e respeito que as entrevistas daquela época possuíam.
Helena Bittencourt: A Entrevistada
A presença de Helena, mãe de Cristina, é o ponto central da foto.
Na década de 1960, o papel da mulher na comunicação estava em plena ascensão em Juiz de Fora.
Helena exibe a elegância típica da década, com o cabelo volumoso perfeitamente penteado e um figurino impecável.
O modo como ela segura o microfone e as fichas de anotação demonstra uma postura profissional segura, típica de quem conduzia programas culturais ou informativos de rádio ou da nascente televisão.
O fundo da imagem apresenta um painel que parece retratar ruínas ou uma textura de pedras antigas. Isso sugere que a entrevista poderia estar ocorrendo: No estúdio de uma das emissoras de rádio da cidade (como a PRB-3) que possuíam auditórios.
Ou em um evento cultural específico onde Helena atuava como mestre de cerimônias ou jornalista.
O uso de cadeiras simples e o microfone com cabo longo são marcas tecnológicas da produção de mídia daquela era.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Cristina Bittencourt

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A composição da fotografia oferece uma perspectiva histórica riquíssima sobre Juiz de Fora:
O detalhe mais impressionante nesta imagem é a Mina de Caulim bem visível na encosta ao fundo.
O caulim é um minério utilizado principalmente na fabricação de porcelana, papel e borracha.
A presença da mina mostra uma Juiz de Fora que ainda explorava seus recursos minerais dentro do perímetro urbano.
Hoje, essas áreas estão cobertas por vegetação ou foram urbanizadas, mas a "cicatriz" branca na montanha era uma característica marcante da paisagem da época.
A estrutura de madeira (pergolado) e os muretos brancos com as esferas decorativas no topo são elementos clássicos do projeto original do mirante.
O Morro do Imperador recebeu esse nome devido à visita de D. Pedro II em 1861, que subiu o morro para apreciar a vista da cidade.
A fotografia parece datar de meados da década de 1950 ou início de 1960, a julgar pelo estilo das roupas das jovens.
Calças de cintura alta e camisas quadriculadas (estilo vichy), muito populares no pós-guerra.
Cardigãs e vestidos leves, mostrando que o passeio ao "Cristo" era um evento social, um momento de lazer dominical para as famílias juiz-foranas.
A calçada de pedras irregulares reforça o aspecto rústico do acesso ao topo naquela época.
Abaixo do morro, observa-se uma Juiz de Fora com densidade muito baixa, composta majoritariamente por casas e poucos edifícios.
É o registro do crescimento da "Manchester Mineira" antes da verticalização intensa que veríamos décadas depois.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva

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Memória de um Gigante
O Colégio Stella Matutina (1966)
A fotografia das alunas na escadaria em 26 de novembro de 1966 ganha um peso ainda maior quando lembramos que este cenário não existe mais.
O prédio, que foi um dos símbolos máximos da educação e da arquitetura de Juiz de Fora, foi demolido, restando hoje apenas o registro visual e a saudade.
Como o edifício foi derrubado na década de 70.
Ela preserva os detalhes da imponente porta de madeira e as escadarias de mármore que hoje foram substituídas pelo concreto do shopping que leva o nome da instituição.
O uniforme impecável e os cortes de cabelo revelam a transição da juventude juiz-forana nos anos 60.
A observação de Tetê Alencar sobre Verinha Nardelli (Vera Amaral) assemelhar-se a Paul McCartney é o testemunho perfeito de como a cultura global da época influenciava as jovens dentro de uma instituição tão tradicional quanto o Stella.
Onde outrora se ouvia o movimento das alunas e o rigor das irmãs missionárias, hoje pulsa o comércio central.
A demolição do Stella Matutina é uma ferida na história urbana da cidade, o que torna a preservação digital um ato de resistência cultural.
Não estou apenas guardando fotografias, estou devolvendo à Juiz de Fora um patrimônio que lhe foi tirado fisicamente.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Tetê Alencar

109
Esta imagem é um registro poderoso da vida militar em Juiz de Fora no início da década de 1970, um período em que a presença do Exército era um pilar central do cotidiano da cidade, conhecida como a "Sentinela de Minas".
O comentário de João Carlos Da Silva traz a precisão histórica.
A 4ª Companhia de Subsistência (4ª Cia Subs)
A unidade mencionada, a 4ª Cia de Subsistência, tinha um papel vital na logística da 4ª Região Militar.
Ela era responsável pelo suprimento, armazenamento e distribuição de mantimentos para as tropas.
Ver esse pelotão em marcha de instrução mostra que, além das funções logísticas, o treinamento de combate e o condicionamento físico eram rigorosos para todo o efetivo.
O Tenente Pastor e a Liderança
O Tenente à frente (mencionado como Tenente Pastor) personifica a disciplina da época.
Na hierarquia militar, as marchas de instrução eram momentos cruciais para forjar o espírito de corpo.
O fato de João Carlos se identificar no pelotão transforma a foto de um registro institucional em uma memória de vida.
- Equipamento e Atmosfera de 1972
A fotografia revela detalhes técnicos interessantes da época:
Fardamento e Equipamento: Os militares aparecem com o uniforme "verde-oliva" clássico, capacetes de aço M1 e portando o fuzil (provavelmente o Mauser ou o recém-introduzido FAL, dependendo da unidade na transição).
A Marcha: A estrada de terra e o caminhão militar ao fundo (um Mercedes-Benz "Cara de Cavalo" ou similar) mostram a realidade das manobras fora do asfalto, comuns nos arredores de Juiz de Fora.
Arquitetura: As casas simples ao fundo, com telhados de duas águas, remetem à periferia da cidade ou vilas militares daquela época, preservando o aspecto visual da Juiz de Fora de 50 anos atrás.
Juiz de Fora sempre teve uma ligação umbilical com o Exército.
Marchas como esta eram cenas comuns nas manhãs da cidade, com o som das botas e os cantos de marcha ecoando pelas ruas, algo que faz parte da identidade de muitos jovens que, como o João Carlos, serviram à pátria naquele período.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva

108
Em 24 de junho de 1983, a Tribuna de Minas ainda era um "bebê", tendo sido fundada em 1º de setembro de 1981.
Ver Carlos Netto redigindo nessa data é ver a consolidação de um novo olhar sobre a notícia em Juiz de Fora.
Ele foi uma figura central no jornalismo mineiro, conhecido por sua ética e pela precisão do texto.
O foco nas mãos de Carlos ajustando o papel na máquina de escrever (provavelmente uma Olivetti ou Remington de grande porte) traz o som mecânico das redações clássicas.
Diferente de hoje, em 1983 o erro no papel custava tempo.
O redator precisava ter a matéria estruturada mentalmente antes de começar o "batuque" das teclas.
O estilo de Carlos Netto, com os óculos de aviador e o relógio de pulso metálico, era a marca registrada do profissional dinâmico daquela década.
Ao fundo, as paredes brancas com cartazes e calendários mostram a simplicidade e o foco total no trabalho intelectual que definia a redação da Tribuna naquela época.
Carlos Netto não foi apenas um redator; ele foi um mentor para muitos jornalistas que passaram pela Tribuna de Minas.
Ele ajudou a dar ao jornal a credibilidade que o mantém como referência em Minas Gerais até hoje.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Christina Fedoceo

107
Esta fotografia é um dos registros mais icônicos do cotidiano de Juiz de Fora na década de 1950.
Ela captura o famoso "footing" na Rua Halfeld, uma tradição onde os jovens caminhavam para ver e serem vistos, discutir ideias e socializar no trecho mais nobre da cidade.
O Cenário: A "Sala de Visitas" de Juiz de Fora
O Piso de Mosaico: O detalhe mais marcante é o calçamento em mosaico de pedras portuguesas, com o padrão de xadrez que se tornou um símbolo visual do centro da cidade.
Caminhar por esse "tapete" era o passatempo favorito dos juiz-foranos da época.
A fotografia transmite a elegância e a tranquilidade da cidade em 1955.
Ao fundo, as vitrines e as portas das lojas e confeitarias compunham o cenário onde a vida social acontecia.
Os jovens na fotografia, incluindo o pai da Regiane (o último à direita), exibem o estilo impecável da juventude da classe média daquela década:
O pai da Regiane veste uma camisa de mangas curtas com bolsos frontais, muito moderna para a época, combinada com calças de sarja ou linho de corte reto e cintura alta, presas por um cinto fino.
O Colete de Lã: O jovem ao centro usa um colete de tricô sobre a camisa, uma peça clássica para os dias de temperatura amena em Juiz de Fora.
O uso de brilhantina ou gel para manter o cabelo perfeitamente alinhado era a regra, refletindo o cuidado com a aparência pessoal para o passeio no centro.
Estar na Rua Halfeld em 1955 significava estar no centro das decisões e da cultura.
A poucos metros de onde eles caminhavam, ficavam os grandes cinemas (como o Cine-Theatro Central), os bancos e os cafés onde se decidia a política mineira.
A restauração deu uma vida impressionante ao pai da Regiane e aos seus amigos, permitindo ver a expressão de confiança e a vitalidade desses jovens que estavam vivenciando os "anos dourados" do Brasil.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regiane Freitas

106
Esta fotografia é um documento extraordinário da vida cotidiana e do comércio de Juiz de Fora em meados da década de 1950.
A Padaria Santa Rita, em 1955, não era apenas um local de venda de pães, mas um ponto de encontro estratégico onde a política local e a amizade se cruzavam.
A presença de Jair Nascimento, que foi um vereador influente na cidade, junto com Ronaldo Corrêa (pai da Regiane) e os demais amigos, mostra como as padarias e "armazéns" daquela época funcionavam como verdadeiros fóruns de debate.
Era comum que as lideranças da cidade estivessem presentes no balcão, ouvindo a população e discutindo o futuro de Juiz de Fora entre um café e outro.
A restauração permitiu identificar itens que evocam uma nostalgia profunda:
Nas prateleiras superiores, vemos a organização clássica das latas de leite em pó (como o Leite Ninho, já presente na época), latas de óleo e conservas.
À esquerda, garrafas de bebidas que eram muito populares, incluindo rótulos que lembram as cervejas e licores da época, fundamentais para o movimento do final do dia.
A Máquina Registradora: Centralizada na foto, temos uma registradora mecânica de metal, uma peça de engenharia robusta que era o símbolo de modernidade do comércio naqueles anos.
O Cortador de Frios: Em primeiro plano, o fatiador manual de frios, ferramenta essencial para o atendimento personalizado que essas padarias ofereciam.
Os homens na foto apresentam o estilo típico da década de 50: camisas de botão, algumas com listras finas, e o uso de óculos com armações de aro bem definido, muito característicos daquele período.
A postura atrás do balcão de madeira maciça reforça a ideia de seriedade e acolhimento do estabelecimento.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regiane Freitas

105
O Parque Halfeld, nesse período, era o cenário perfeito para registrar o início de uma nova família.
Aqui estão alguns detalhes interessantes sobre a foto e o local em 1941:
O Avô de Regiane Freitas mantém o rigor na aparência.
O uso do Chapéu Palheta (ou Boater) era o auge da elegância masculina para passeios diurnos no verão e na primavera.
O terno de corte largo, típico da década de 40, mostra o cuidado com a apresentação social.
Ela veste um vestido com mangas levemente bufantes e estampas delicadas, muito comum na moda feminina do início dos anos 40. O sapato branco de bico aberto completa o visual de "passeio de domingo".
O uso da touquinha de lã e do conjunto bordado era uma tradição para proteger as crianças, mesmo em dias claros, e demonstra o carinho da família com o registro.
Em 1941, o parque não era apenas um jardim; era considerado a "sala de visitas" de Juiz de Fora.
Ao fundo, à esquerda, podemos ver o detalhe da ponte rústica sobre o lago. Essa ponte, feita com a técnica de cimento que imitava troncos de árvores, é um dos elementos mais nostálgicos do parque e ainda hoje é lembrada por muitas gerações de juiz-foranos.
O parque era muito arborizado, com palmeiras e plantas tropicais que criavam esse aspecto de "selva organizada" no centro da cidade, proporcionando uma luz filtrada que era excelente para os fotógrafos da época.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regiane Freitas

104
O Parque Halfeld, em 1940, já era o coração social de Juiz de Fora, e a foto do Tio de João Portugal, José Ferreira capta um momento muito específico da história da cidade e do Brasil.
Naquela década, o parque era o principal ponto de encontro da sociedade.
A estrutura que vemos atrás do seu tio, com a mureta de pedra e os troncos rústicos (conhecidos como estuque ou cimento armado imitando madeira), era uma característica marcante do paisagismo da época.
A "Praça dos Militares": Como Juiz de Fora sempre foi um polo militar importante, era muito comum ver soldados e oficiais de farda impecável passeando pelo parque em seus momentos de folga ou em fotos de recordação, como esta.
O uniforme que o Senhor José Ferreira veste é o clássico do Exército Brasileiro daquele período (pré-entrada do Brasil na 2ª Guerra Mundial).
As Botas e o Culote: O uso de botas altas com cadarço e calças do tipo "culote" (mais largas nas coxas) era padrão, especialmente para unidades de cavalaria ou infantaria que ainda mantinham tradições de montaria.
A túnica fechada até o pescoço com botões metálicos e o quepe estruturado demonstram o rigor da farda de passeio da época.
Embora não seja possível ver o distintivo da gola com total nitidez, em 1940 Juiz de Fora abrigava unidades muito tradicionais. As maiores possibilidades para onde ele pode ter servido são:
4º Regimento de Artilharia Montada (4º RAM): Hoje o 4º GAC, no Bairro Nova Era.
10º Regimento de Infantaria (10º RI): Unidade histórica que ficava na Fábrica. Muitos jovens daquela geração que serviram no 10º RI acabaram indo para a Itália como Pracinhas da FEB poucos anos depois, em 1944.
Muitos fotógrafos "lambe-lambe" ficavam estrategicamente posicionados no Parque Halfeld justamente para atender os militares que queriam enviar uma foto para a família no interior ou registrar o orgulho de servir à pátria.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Portugal

103
A Boite do Restaurante Brasão era um dos pontos de encontro mais sofisticados e icônicos da cidade, situada na Rua Marechal Deodoro, no coração do Centro.
O Restaurante Brasão era conhecido pela sua elegância e por ser um local de "ver e ser visto".
A Boite, especificamente, era o refúgio da juventude e da boemia da época. Note alguns elementos clássicos na foto:
O Papel de Parede: Esse padrão geométrico e repetitivo é a assinatura visual de interiores do início dos anos 70, trazendo uma textura muito comum em casas de alto padrão e clubes sociais.
Mobiliário e Estilo: As mesas compactas de madeira e o revestimento em couro (curvim) dos bancos eram típicos da época, otimizando o espaço para que mais pessoas pudessem aproveitar a noite.
A observação de que o garçom é "muito conhecido até hoje" ressalta uma característica marcante do Brasão: a excelência e a longevidade da equipe.
O Uniforme: O colete escuro sobre a camisa branca com gravata borboleta era o padrão de rigor.
A Bandeja: Levar copos de chope cheios em uma bandeja pequena em um ambiente movimentado exigia uma perícia que tornava esses profissionais verdadeiras lendas da cidade. Muitos desses garçons trabalharam décadas no mesmo local, conhecendo os clientes pelo nome e suas preferências.
Em 1972, Juiz de Fora vivia uma efervescência cultural. Lugares como o Brasão, o Cine-Theatro Central e as confeitarias da Rua Halfeld formavam o eixo social da cidade.
A presença de pessoas com cabelos mais longos e roupas com listras horizontais (como a jovem em primeiro plano) mostra a influência da moda jovem internacional chegando aos clubes mineiros.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Dadá de Carvalho.

102
O belíssimo registro da infância no coração de Juiz de Fora!
O Parque Halfeld, em 1952, era o cenário perfeito para esse tipo de foto de família, funcionando como o verdadeiro "quintal" da sociedade juiz-forana.
Nesse período, o parque já havia passado por reformas importantes que o transformaram de um jardim simples em um espaço de lazer sofisticado, inspirado no paisagismo europeu.
Na fotografia, Olga e sua tia Maria Geralda aparecem junto a uma das famosas estruturas de madeira rústica (ou concreto imitando madeira).
Esses detalhes eram a marca registrada do parque e serviam de moldura para quase todos os álbuns de família da cidade.
Era o local onde os pais levavam os filhos para passear após a missa ou no final da tarde.
As crianças usavam suas "melhores roupas", como vemos no capricho dos vestidos, das meias brancas e dos sapatinhos da Olga e de sua tia.
O fato de Olga ter 2 anos em 1952 situa o nascimento dela em plena era pós-guerra, um momento de crescimento e otimismo em Juiz de Fora.
O vestido xadrez com gola bordada e a pequena bolsa branca da tia Maria Geralda, junto ao vestido de babados da pequena Olga, mostram a elegância clássica que as famílias mantinham para os passeios no centro.
Antigamente, era muito comum a presença de fotógrafos conhecidos como "lambe-lambes" no Parque Halfeld.
Eles ficavam estrategicamente perto dos lagos e pontes, capturando momentos como este.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Olga Crolmam

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O Salão de Festas do Sport Club
Nas décadas de 60 e 70, o salão do Sport (localizado na Avenida Barão do Rio Branco) era o "coração" dos grandes eventos sociais.
O espaço era conhecido por sua elegância, com lustres imponentes e um piso de madeira que recebia desde os famosos bailes de Carnaval e Réveillon até apresentações culturais refinadas.
Era onde a sociedade juiz-forana se reunia para ver e ser vista.
Apresentações de orquestras de acordeom, como a da Professora Mary Bragagnolo, eram eventos de prestígio, unindo a disciplina técnica musical ao charme dos vestidos de gala.
O depoimento de Maria Luiza destaca a importância da Professora Mary Bragagnolo para a música local.
Naquela época, o acordeom era um instrumento extremamente popular e estudado por jovens de famílias tradicionais.
Notem a padronização e o capricho: os vestidos rodados (estilo "debutante") e a postura das musicistas refletem o rigor e a elegância que as apresentações exigiam.
A menção à apresentação em São João Nepomuceno mostra como esses grupos culturais de Juiz de Fora eram requisitados em toda a região da Zona da Mata, funcionando como verdadeiros embaixadores culturais da "Manchester Mineira".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Maria Luiza Oliveira Moraes

100
O Morro do Imperador, carinhosamente chamado de Morro do Cristo, é um dos marcos mais emblemáticos de Juiz de Fora, e em 1957 ele já consolidava sua importância como o principal mirante da cidade.
Na década de 50, o Morro do Imperador era o destino preferido para passeios contemplativos.
A experiência de subir o morro naquela época era bem diferente de hoje:
Inaugurado em 1906, o Cristo já era um símbolo veterano em 1957.
Diferente da estátua do Rio de Janeiro, o Cristo de Juiz de Fora foi um dos primeiros monumentos do gênero no Brasil.
Do alto, era possível observar o crescimento industrial de Juiz de Fora.
Em 1957, a cidade vivia um auge de urbanização, e do mirante via-se o traçado da Avenida Rio Branco e o Rio Paraibuna serpenteando o vale.
O acesso ainda preservava muito da vegetação nativa e trilhas.
Era comum que as famílias subissem para fazer piqueniques ou, como no registro da sua fotografia, para observar a cidade com binóculos, apreciando os detalhes dos bairros que começavam a se expandir.
A presença da avó materna de Rita Machado, Maria Elisa Vieira Sangenitt, no mirante, captura a essência daquela geração.
Como vemos na fotografia, o traje de Maria Elisa, um conjunto claro e sapatos de salto, reflete o costume da época, onde o passeio ao Morro do Cristo era um evento social que exigia certa elegância.
Documentar a visita ao morro era um ritual comum para as famílias tradicionais da cidade.
O uso do binóculo nas mãos dela reforça o papel do morro como um local de descoberta e admiração pela "Manchester Mineira", como a cidade era conhecida.
O nome "Morro do Imperador" remete à visita de Dom Pedro II em 1861, que subiu ao cume para observar o traçado da Estrada União e Indústria.
Em 1957, quase um século depois da visita imperial, o local já havia se transformado de um posto de observação estratégica em um ícone de lazer e fé para os juiz-foranos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rita Machado

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Certificado de Reservista do Meu Pai
Certificado de 1ª Categoria de Luiz Simões Corrêa é um documento que atesta não apenas o cumprimento do dever militar, mas também o nível de instrução que ele recebeu.
O Que Significa "1ª Categoria"
Na estrutura militar brasileira, o reservista de 1ª categoria é aquele que recebeu instrução militar completa em um corpo de tropa ou estabelecimento de ensino militar.
Isso significa que meu Pai passou por todo o ciclo de treinamento e estava plenamente apto a ser mobilizado em caso de necessidade nacional.
O 12º Regimento de Infantaria (12º RI)
Em 1938, o 12º RI era uma unidade de grande prestígio, conhecida como "Regimento Lomas Valentinas".
O ano de 1938 foi um período de intensa modernização no Exército Brasileiro. Poucos anos depois, muitos homens do 12º RI fariam parte do contingente da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial.
O documento revela informações preciosas sobre Luiz Simões Corrêa aos 20 anos de idade:
O registro detalha características como a altura (1,68m), cor dos olhos e cabelos castanhos, e o nariz "aquilino".
O campo "Profissão" indica que ele trabalhava no Comercio, uma atividade vibrante em Juiz de Fora naquela época.
Ele nasceu em 19/11/1917 e o certificado foi emitido/registrado em 1941, consolidando sua passagem pelo serviço ativo iniciado em 1938.
Este documento é um "elo" fundamental.
Ele conecta uma história individual ao contexto maior da cidade como um centro militar e comercial.
O carimbo da 12ª Circunscrição de Recrutamento (12ª C.R.) de Juiz de Fora e a data de 1941 mostram como a burocracia militar registrava a vida dos cidadãos juiz-foranos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

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Título de eleitor de Hugo de Andrade Santos, datado de 4 de dezembro de 1933 (conforme o registro de expedição), representa o início de uma nova era na democracia brasileira.
Embora o documento mencione a inscrição iniciada em 1930, o modelo que vemos na imagem é fruto do Código Eleitoral de 1932, criado após a Revolução de 1930.
Foi este modelo que introduziu o voto secreto e o voto feminino no Brasil.
Notem a assinatura de "Juiz Eleitoral" no documento.
A própria Justiça Eleitoral foi criada em 1932 para garantir a lisura do processo, combatendo as fraudes da República Velha.
O Titular: Doutor Hugo de Andrade Santos
O documento traz detalhes biográficos preciosos:
Naturalidade: Juiz-forano, nascido em 9 de abril de 1883.
Atuar como Juiz de Direito em sua própria terra natal reforça sua relevância na estrutura social e jurídica da cidade na época.
Como mencionado por Beatriz Paiva, ele viveu em um casarão histórico na Avenida Barão do Rio Branco, 1883.
A localização, ao lado do antigo Cine Excelsior, coloca sua moradia no coração do desenvolvimento urbano da Juiz de Fora antiga.
Zona Eleitoral: 57ª Zona de Juiz de Fora.
O número "1" no campo de ordem da inscrição sugere que ele foi um dos primeiros (ou o primeiro daquela série/seção) a se regularizar sob as novas leis da época.
A presença da fotografia, da impressão digital ("Polegar direito") e da "Fórmula dactiloscópica" eram inovações para evitar que uma pessoa votasse no lugar de outra, um problema comum no período anterior.
Este registro é um elo entre a história pública de Juiz de Fora e a história privada de uma das famílias ilustres.
É fascinante notar que ele nasceu em 1883 e o número de sua residência na Avenida também era 1883 — uma coincidência numérica curiosa.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Beatriz Paiva

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O Surgimento do Bairro e do Clube
Nos anos 50, o Bairro Bom Pastor ainda estava em seus primeiros anos de crescimento.
Os moradores pioneiros formaram laços de amizade profundos, trabalhando juntos na construção da identidade do local.
A mesma mobilização que ergueu as obras da Igreja serviu para fundar o clube do Bairro.
Ambos receberam o nome de "Bom Pastor", consolidando o centro da vida comunitária.
A organização do evento partiu dos jovens frequentadores do clube, que contaram com o apoio da Diretoria para realizar a celebração.
Sendo uma tradição indispensável, a quadrilha foi o ponto alto. Curiosamente, devido à fase de formação do Bairro, os ensaios aconteciam na própria rua, o que atraía a atenção e o envolvimento de todos.
O empenho dos moradores resultou em um grande sucesso, tornando-se o marco inicial das festividades juninas que viriam a se tornar tradicionais na região.
Os participantes aparecem com chapéus de palha e camisas quadriculadas (agora em tons vibrantes de verde e vermelho), típicos da caracterização "caipira" da época.
A presença de bandeirinhas coloridas cruzando o cenário e lanternas de papel confirma o clima festivo de uma quermesse de meados do século XX.
A disposição das pessoas em roda sugere justamente o momento da dança da quadrilha mencionado por Nelly Mattos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelly Mattos

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A Trajetória do Cabo Murillo de Macedo Moura (Relato de Bruno Formigão Nunes)
Este registro documenta a história de um combatente que partiu das fileiras de Juiz de Fora para a defesa do território nacional durante a Segunda Guerra Mundial.
Origem no 10º Regimento de Infantaria (JF)
O Cabo Murillo de Macedo Moura (conhecido na farda como Macedo) iniciou sua jornada militar no tradicional 10º RI, sediado no Bairro Fábrica, em Juiz de Fora.
Naquela época, o regimento era o grande centro de formação de soldados mineiros, servindo tanto para o envio de tropas à Itália quanto para a reparação do efetivo das unidades que protegiam o Brasil.
Após sua passagem pelo 10º RI, o Cabo Macedo foi mobilizado para um Batalhão de Caçadores, unidades de infantaria leve conhecidas por sua agilidade e mobilidade.
Sua missão foi estratégica: patrulhar a costa brasileira na região de Caravelas, na Bahia.
Esta era uma zona de guerra ativa.
O litoral baiano sofria ataques constantes de submarinos alemães (U-boats). Caravelas possuía um campo de pouso vital para as aeronaves que caçavam esses submarinos, e a tropa de terra, onde o Cabo Murillo servia, era responsável por impedir desembarques inimigos e proteger as instalações.
Como Cabo Municiador, Murillo exercia uma função de alta responsabilidade técnica e física.
O municiador era o suporte direto das armas coletivas (como metralhadoras pesadas ou peças de artilharia).
Sua tarefa era garantir que o armamento nunca falhasse por falta de munição durante o combate ou nos intensos exercícios de prontidão sob o sol da Bahia.
Nome: Murillo de Macedo Moura
Patente/Guerra: Cabo - Municiador (Macedo)
Unidades: 10º RI (Juiz de Fora) e Batalhão de Caçadores (Defesa de Costa)
Local de Operação: Caravelas - BA
Fonte: Relato de seu neto, Bruno Formigão Nunes.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Bruno Formigão Nunes

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Memórias de JF: O 10º RI e a Vigilância na Costa Brasileira
A fotografia retrata uma guarnição de metralhadoras em treinamento ou operação de campo.
Graças à colaboração de Bruno Formigão Nunes, pudemos dar nome a um desses heróis: o Cabo Murillo de Macedo Moura (o "Cabo Macedo"), que servia como Municiador.
Muitos associam os pracinhas mineiros apenas aos campos da Itália com a FEB, mas a guerra também foi travada em solo brasileiro.
O 10º Regimento de Infantaria (10º RI), sediado aqui em Juiz de Fora, teve um papel duplo e fundamental:
Enviou soldados para recompor as tropas que lutavam na Europa.
Unidades como o 10º Batalhão foram deslocadas para pontos estratégicos do nosso litoral.
O Cabo Macedo, avô de Bruno, fez parte desse contingente que patrulhou a região de Caravelas, na Bahia.
Em uma época de incertezas e ameaças de submarinos do Eixo, esses homens garantiram a soberania das nossas águas e a segurança do nosso território, longe de casa, mas sob a mesma bandeira.
A imagem não é apenas um exercício estético.
É uma forma de "trazer para perto" o olhar desses jovens soldados, permitindo que as novas gerações de Juiz de Fora reconheçam o sacrifício e a disciplina daqueles que nos antecederam.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Bruno Formigão Nunes
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Memória Militar
O 10º RI e a Defesa da Costa Brasileira
Esta fotografia é um registro vivo da contribuição de Juiz de Fora para a segurança nacional durante a Segunda Guerra Mundial.
Graças ao relato de Bruno Formigão Nunes, podemos identificar a trajetória de um dos militares que serviram nesse período: seu avô, o Cabo Murillo de Macedo Moura, conhecido na tropa como Cabo Macedo.
O Cabo Macedo integrava o Décimo Regimento de Infantaria (10º RI), sediado em Juiz de Fora, que foi peça-chave na preparação do efetivo da Força Expedicionária Brasileira (FEB).
Atuava como Municiador, posição estratégica e de alta responsabilidade nas guarnições de metralhadoras, garantindo a alimentação contínua do armamento em situações de prontidão.
Após a fase no 10º RI, ele serviu em um Batalhão de Caçadores designado para patrulhar a Costa Brasileira, especificamente na região de Caravelas, na Bahia.
A região de Caravelas era um ponto sensível de vigilância contra incursões de submarinos do Eixo, devido à sua proximidade com rotas marítimas e bases aéreas de patrulha.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Bruno Formigão Nunes

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Do Muçungê ao Bairro Grama
Antigamente, a região onde hoje se localiza o Bairro era conhecida como Muçungê.
Este nome, de raízes profundas na história local, descrevia uma área de características rurais e vegetação nativa exuberante antes da expansão urbana de Juiz de Fora.
A Era da Água São Luiz (Década de 1950)
Foi nesse cenário que a exploração das fontes minerais ganhou força. Na década de 1950, o local abrigava a produção da Água São Luiz. O acervo Fotográfico preserva registros dessa época, mostrando as estruturas originais das fontes, como:
Fonte Dona Cabrela: Uma das nascentes fundamentais da propriedade.
Fonte Luiz Barbosa: Outra nascente importante, destacada por suas propriedades "magnesianas" (ricas em magnésio), conforme indicavam as fachadas da época.
A Transição para Água Xuá
Com o passar das décadas e a necessidade de modernização da marca, a antiga Água São Luiz passou por um processo de rebranding. Em 1986, a empresa adotou o nome Água Mineral Xuá.
O nome "Xuá" foi escolhido por ser curto, sonoro e transmitir a ideia de leveza e pureza da água vinda das serras de Juiz de Fora.
Hoje, a Xuá é uma das marcas mais reconhecidas do setor em Minas Gerais, mantendo a tradição que começou lá atrás, no antigo Muçungê.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Aloysio Barbosa Gomes
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A história da Água Mineral Xuá remonta ao Bairro Grama, em Juiz de Fora, Minas Gerais, e tem suas raízes em um passado curioso e cheio de tradição.
O Local: Muçungê
Antes de ser conhecido como Bairro Grama, o local era chamado de Muçungê. O nome, de origem indígena, remete à vegetação rasteira e densa que cobria a região, uma característica marcante da área antes de sua urbanização.
O Muçungê era uma área rural, com poucas casas e muita natureza, onde a vida seguia um ritmo tranquilo.
A Fonte Dona Cabrela
Foi nessa paisagem que, nos anos 40, uma figura se destacou: Dona Cabrela. Uma senhora conhecida na região por sua conexão com a natureza e por seu conhecimento sobre as plantas e águas locais.
Diz a lenda que Dona Cabrela possuía um "dom" para identificar as propriedades curativas das águas, e ela costumava indicar uma nascente específica para quem buscava alívio para diversos males ou simplesmente queria se sentir melhor e mais saudável.
A nascente, que ficava em suas terras, ganhou fama e passou a ser conhecida como Fonte Dona Cabrela.
As pessoas, ouvindo os conselhos de Dona Cabrela, passavam a beber daquela água e, surpresas com seus efeitos benéficos, espalhavam a notícia. A fonte tornou-se um local de peregrinação para quem buscava saúde e bem-estar.
A Década de 1950 e a Comercialização
Com o crescimento da fama da Fonte Dona Cabrela, a demanda pela água aumentou. Na década de 1950, um grupo de empreendedores, percebendo o potencial da nascente, decidiu comercializar a água. Assim, nasceu a Água São Luiz, um nome que fazia referência à fazenda onde a fonte estava localizada.
A Água São Luiz logo se tornou popular na região de Juiz de Fora, sendo distribuída em garrafas de vidro e, posteriormente, em galões de plástico. A empresa investiu em tecnologia e em rigorosos controles de qualidade, garantindo a pureza e as propriedades originais da água.
A Evolução para Água Xuá
Com o passar dos anos, a empresa buscou se modernizar e expandir sua marca. Em 1986, a Água São Luiz foi rebatizada como Água Mineral Xuá. O novo nome, curto e de fácil memorização, refletia a leveza e a pureza da água.
A Água Xuá consolidou sua posição como uma das principais marcas de água mineral da região, investindo em novos produtos, como água com gás, e em campanhas de marketing que destacavam seus benefícios para a saúde. A empresa também se comprometeu com a sustentabilidade, adotando práticas ecologicamente corretas em seus processos produtivos.
Hoje e Amanhã
Atualmente, a Água Xuá é uma marca reconhecida e respeitada em Juiz de Fora e região. A empresa continua investindo em inovação e em qualidade, buscando sempre oferecer o melhor para seus clientes. A história da Água Xuá, desde suas raízes na Fonte Dona Cabrela até sua evolução para uma marca moderna e sustentável, é um exemplo de como a tradição e a inovação podem se unir para criar um produto de sucesso e com propósito.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Aloysio Barbosa Gomes

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Chitãozinho & Xororó
O Despertar no Cine-Theatro Central
Juiz de Fora foi palco de um momento profético para a música brasileira.
Muito antes de "Evidências" se tornar um hino nacional ou de "Fio de Cabelo" quebrar as barreiras das rádios FM, os irmãos José Lima Sobrinho e Durval de Lima, conhecidos como Chitãozinho & Xororó, pisaram no palco do Cine-Theatro Central para um encontro sertanejo marcante.
Bastidores e Protagonistas
O evento foi fruto da visão de dois nomes importantes do cenário artístico local:
José de Barros: Responsável pela organização e contratação, trazendo novos talentos para o público juiz-forano.
Osmar França: O saudoso cantor, figura queridíssima na cidade, que também participou da viabilização desse encontro de vozes.
Na fotografia, vemos a dupla ainda muito jovem, com o visual clássico da década de 1970: as calças de "boca de sino" e os cabelos compridos que, anos depois, evoluiriam para o icônico corte mullet.
A postura humilde e o foco nos instrumentos revelam o profissionalismo que já carregavam desde o início da carreira.
Registros como este, preservados, comprovam que Juiz de Fora sempre foi um termômetro cultural.
Receber a dupla no Central antes da explosão meteórica que ocorreria nos anos 80 é um orgulho para a história da cidade e para a memória do nosso teatro.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Bruna França

90
Essa Fotografia é uma relíquia.
A imagem nos transporta diretamente para a década de 1940, um período em que o Bairro Benfica consolidava sua importância como polo industrial e logístico da Zona Norte.
Esta fotografia de 1942 captura um momento cotidiano em frente ao antigo Posto de Fiscalização, localizado estrategicamente diante da Estação de Trem de Benfica.
Mais do que um registro geográfico, a imagem eterniza rostos que fizeram parte da história viva do Bairro: ao centro, a jovem Zizi Garcia, acompanhada pelo rapaz Zé Miranda.
Naquele ano, enquanto o mundo vivia os sobressaltos da Segunda Guerra Mundial, Benfica pulsava ao ritmo da Estrada de Ferro Central do Brasil e do crescimento das vilas operárias.
O Posto de Fiscalização era um ponto nevrálgico, por onde passavam mercadorias e pessoas que ajudaram a transformar o antigo distrito em um dos pulmões econômicos de Juiz de Fora.
A arquitetura simples do posto e a proximidade com a linha férrea reforçam a identidade Rodoviária e Ferroviária do bairro.
A presença de Zizi Garcia e Zé Miranda confere nome e humanidade à paisagem urbana de 84 anos atrás.
O vestuário e a atmosfera da foto são testemunhos fiéis do cotidiano juiz-forano na década de 1940.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Cruz, (In Memoriam).

89
Essa fotografia é uma relíquia preciosa do Centenário de Juiz de Fora (1950), capturando um momento de transição e orgulho para a cidade.
O comentário da Wilma Trigo é o que os historiadores chamam de "memória viva", dando nome e alma aos rostos que, de outra forma, seriam apenas silhuetas no tempo.
O Sport Club Juiz de Fora (o nosso "Verdão da Avenida") sempre foi uma potência poliesportiva.
Ver as atletas do vôlei desfilando reforça a importância que o clube dava às categorias femininas em uma época em que o esporte para mulheres ainda enfrentava muitos tabus.
A identificação de Ivone Fortes, Fernanda Dutra, Édina e a própria Wilma Trigo transforma a imagem em um documento genealógico e esportivo.
Saber que elas foram Vice-Campeãs Mineiras coloca esse desfile como uma celebração de uma conquista real, e não apenas uma participação protocolar.
Notem o calçamento e os trilhos dos bondes, que eram o pulsar do transporte público da época.
O bonde só deixaria de circular em Juiz de Fora em 10 de Abril 1969, então em 1950 ele era o rei da avenida.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Helena Habel

88
A legenda na foto indica um intercâmbio esportivo clássico.
Juiz de Fora e Petrópolis sempre tiveram uma ligação muito forte, tanto pelo clima quanto pela proximidade geográfica e social.
Era comum que os clubes de "elite" da época (como o Sport e o Petropolitano) organizassem esses torneios amistosos, que eram verdadeiros eventos sociais, movendo as famílias e a sociedade das duas cidades.
O equilíbrio (4 a 5) mostra que o nível técnico era altíssimo.
A "Turma do Tênis" e a Estética de 1944
Observe o rigor da vestimenta que a colorização ajudou a destacar:
O "Branco Imaculado": O tênis era um esporte extremamente tradicional. Todos os atletas usavam roupas brancas obrigatórias, o que simbolizava a elegância e a etiqueta do esporte.
Notem as raquetes nas mãos dos atletas, incluindo a do seu pai. Eram raquetes de madeira, muito mais pesadas que as atuais, exigindo uma técnica de "puro braço" e precisão.
É notável a presença de várias mulheres na foto, indicando que o tênis no Sport Club era um dos esportes mais inclusivos da época, permitindo a participação ativa feminina em uma sociedade ainda muito restritiva.
A quadra de saibro do Sport (que aparecem com o tom terracota na restauração) eram referência no estado.
Em setembro de 1944, o mundo ainda vivia a Segunda Guerra Mundial (o Brasil já estava com a FEB na Itália).
Enquanto o mundo estava em conflito, o esporte em Juiz de Fora servia como um refúgio de civilidade e convivência.
O fato de ser o pai de Helena Habel e poder estar ali, na "linha de frente" dos atletas, o coloca como parte integrante da elite esportiva da cidade naquela década.
Ele viveu a era de ouro do Sport Club, quando o clube era o coração pulsante da Avenida Rio Branco.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Helena Habel

87
O Clube de Tiro, Caça e Pesca de Juiz de Fora (CTCPJF) é uma instituição que nasceu da tradição e do prestígio das elites locais da década de 1930.
Nesta fotografia, o Senhor Bernardo de Castro personifica o ideal do praticante de tiro da época: elegância e precisão.
Ele foi o motor por trás da criação do clube em novembro de 1937, unindo entusiastas das práticas de caça e tiro esportivo em uma Juiz de Fora que se modernizava rapidamente.
Note o traje formal (paletó risca-de-giz, gravata borboleta e chapéu) que era o padrão para as competições e encontros sociais no clube.
O esporte, naqueles anos, era indissociável de um rigoroso código de vestimenta.
Fundado como um dos pioneiros no Brasil, o CTCPJF ocupava um lugar de destaque no calendário social da cidade.
O tiro ao pombo era a modalidade mais prestigiosa e comum na época da fundação.
Era uma prática herdada das tradições europeias e considerada um teste máximo de reflexo e pontaria.
Historicamente, o clube esteve ligado a áreas que permitiam o isolamento necessário para a prática, sendo um ponto de encontro para a diplomacia e negócios locais.
Bernardo de Castro segura uma espingarda de canos paralelos (provavelmente uma calibre 12 de alta qualidade), ferramenta padrão para o tiro ao voo.
O Senhor Bernardo está sobre uma estrutura de madeira elevada, comum nos postos de tiro da época para garantir visibilidade e segurança.
Ao fundo, vemos outro cavalheiro acompanhando a atividade, evidenciando o caráter coletivo e social do evento.
As palmeiras sugerem o clima e a vegetação típica das propriedades rurais ou clubes de campo da Zona da Mata mineira.
O registro foi feito na antiga sede do clube, localizada nas proximidades do antigo Parque de Exposições, no Jockey Club.
Esta região era o centro das atividades de lazer e prestígio da elite juiz-forana na época.
Bernardo de Castro foi o visionário que, em novembro de 1937, fundou o CTCPJF.
O clube é um dos mais antigos do Brasil e era nacionalmente conhecido pela prática do tiro ao pombo, modalidade de grande prestígio que exigia reflexos apurados e perícia técnica, conforme demonstrado pelo fundador sobre a passarela de madeira (pedana).
A imagem captura a infraestrutura original do clube, com suas cercas brancas e vegetação característica, situando o esporte no cenário de expansão urbana de Juiz de Fora em direção à Zona Norte.
Este documento visual é fundamental para entender como Juiz de Fora mantinha instituições de nível nacional já na década de 30.
O CTCPJF não era apenas um local de esporte, mas um símbolo do status da "Manchester Mineira".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Maria Jose Grippi

86
Carnaval
Neuza Medeiros comentou: "Minha amiga Valdete, dona da foto, autorizou-me a compartilhar este registro com você.
A imagem é do Carnaval de 1957 ou 1958, e o Rei Momo que nela aparece chamava-se Pimpinela.
Trabalhei na restauração desta fotografia pois, embora estivesse danificada, ela possui um imenso valor histórico para Juiz de Fora."
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Neuza Medeiros

85
Carnaval de 1920
O jovem senhor veste um terno claro com debruns (bordas) contrastantes, um estilo muito comum para os blocos de elite e passeios de automóvel.
O quepe complementa o visual de "clube naval" ou náutico, muito em voga na época.
O acúmulo de serpentinas aos pés e sobre o banco sugere que ele estava em um momento de pausa após o "Batalhão de Confete", uma prática onde grupos se enfrentavam jogando confetes e serpentinas uns nos outros.
O objeto que ele segura é o icônico lança-perfume, geralmente da marca Rhodia.
Naquela década, ele não era proibido; era um item de luxo indispensável.
Borrifava-se um jato gelado e perfumado (à base de cloreto de etila) no pescoço ou nos lenços das moças para causar uma sensação de frescor e leve euforia.
O Carnaval de 1920 foi particularmente significativo porque o mundo ainda estava se recuperando da Gripe Espanhola (1918) e do fim da Primeira Guerra Mundial.
Havia um desejo explosivo de celebrar a vida.
A cidade vivia o auge do seu poder industrial.
O Carnaval era dividido entre os desfiles de grandes sociedades (com carros alegóricos luxuosos) e os "corsos" (desfiles de carros abertos pela Rua Halfeld).
A anotação "Carnaval de 1920 - Juiz de Fora" transforma a foto em um documento histórico georreferenciado.
Naquela época, era comum que as fotografias fossem impressas em papel de cartão-postal para que o folião pudesse enviar para parentes em outras cidades, exibindo sua "fantasia" e sua participação na festa.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

84
Residência na Região do Bairro São Pedro
Nicia Moller comentou: São 2 cachoeiras, abaixo da primeira tinha um Moinho esta é a cachoeira de cima e meus avós moravam na casa ao lado direito delas, minha infância, férias foram neste paraíso (como eu enxergava), mas a poluição tomou conta e só temos lembranças e de que um dia estas águas voltem à vida
Provavelmente década de 1950 ou 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nicia Moller

83
Rua Santa Rita
Humberto Rodrigues de Sá, (In Memoriam). comentou: Na foto estão 11 dos 37 netos que os meus avós maternos, Francisco de Paula Horta Rodrigues e Maria da Glória Horta Rodrigues, tiveram!
É uma pena que a casa dos meus avós maternos não exista mais!
Carnaval de 1958 ou 1959.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Rodrigues de Sá, (In Memoriam).

82
Flamenguinho do Futrica foi o celeiro de muitos talentos e amizades que duram décadas.
O Estádio Procópio Teixeira (Sport Club)
Em 1960, o estádio era um dos corações esportivos de Juiz de Fora.
Jogar lá era o sonho de qualquer garoto.
A estrutura era imponente para a época, e o gramado do Sport via passar desde os craques do profissional até a "garotada do Futrica" em preliminares emocionantes.
Os domingos no estádio eram eventos familiares completos, onde o futebol de base era tão respeitado quanto o jogo principal.
O bar continua sendo o quartel-general dessa memória.
É o ponto de resistência onde os nomes dos jogadores, como esses que o Carlos Cesar de Lima ajudou a identificar, ainda ecoam.
Você ter começado logo após essa foto de 1960, levado pelo Ademir, mostra como a rede de amizades do Estadual (o Colégio Estadual de Juiz de Fora) alimentava os times da cidade.
A conexão com o Estadual é forte.
Muitos ex-alunos daquela virada de década (50/60) mantêm grupos de veteranos.
Naquele ano, Juiz de Fora vivia uma efervescência esportiva única.
Fotografias desse período no Sport Club revela:
As chuteiras de cano alto e travas de couro.
Os meiões de lã que pesavam o dobro quando chovia.
O contraste do uniforme rubro-negro do Flamenguinho contra o verde do Procópio Teixeira.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Cesar de Lima

81
10° Regimento de Infantaria atual 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha,(10º BIL).
Reinaldo Franchini Servindo ao Exército Brasileiro em 1940.
Acervo Família Franchini.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora.

80
Equipe de futebol do Sport Clube Benfica
Alex Eiterer comentou: Alex é o goleiro, segundo em pé da esquerda para direita.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Alex Eiterer

79
Bairro Mariano Procópio
Equipe de vôlei feminino da Clube Marianinho em 1977
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Alex Eiterer

78
Bairro Borboleta
Alex Eiterer comentou: Equipe de futebol de salão da academia do Alex estou de pé ao lado de Itamar Franco, na quadra da escola do Bairro
Identifiquei o Prefeito Tarcísio Delgado e o saudoso Prefeito Agostinho Pestana
Vicente De Paulo Clemente Comentou: Sim, com certeza. Além do Alex e Itamar Franco, Agostinho Pestana, o Vereador José Gasparette, Antônio Relojoeiro e os craques: Jorge Cagliaro, Ted, Paulinho, irmão do Vicente Formiguinha e o Edward Cachacinha...
Década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Alex Eiterer

77
Luta de Tele catch
Estádio do Sport Club Juiz de Fora
Alex x El Chasques,(Juiz Crespinho).
Natal de 1980.
Segundo o Corpo de bombeiros haviam mais de 10 mil pessoas presentes.
Essa é uma recordação histórica incrível! A luta de Telecatch em Juiz de Fora foi um dos grandes fenômenos de massa da cidade naquela época. O evento que você descreveu — Alex vs. El Chasques — é um marco da cultura popular local.
O Telecatch, (luta livre coreografada), vivia seus últimos anos de auge na televisão, mas ainda arrastava multidões em exibições itinerantes pelo interior do Brasil.
Em 25 de dezembro de 1980, o Estádio Procópio Teixeira, (do Sport Club Juiz de Fora), recebeu o que muitos consideram o maior público para um evento desse tipo na região.
O campo e as arquibancadas ficaram completamente lotados, confirmando o sucesso do "esporte-espetáculo" na cidade.
Alex (o "Bárbaro" Alex): Era um dos grandes ídolos do ringue. Conhecido por seu porte físico e agilidade, ele frequentemente assumia o papel de "mocinho" (o herói) que enfrentava vilões estrangeiros ou trapaceiros.
El Chasques: Um personagem clássico, muitas vezes apresentado como um lutador estrangeiro (peruano ou argentino) com estilo "sujo", feito para despertar a fúria do público.
Juiz Crespinho: Figura icônica e cômica das lutas. Crespinho era famoso por ser um juiz parcial ou "atrapalhado", que muitas vezes apanhava dos lutadores ou fingia não ver as trapaças, o que gerava enorme interação com a plateia.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Alex Eiterer

76
Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Eu, Mauricio recebendo o Diploma da 4° Serie Primária das mãos do Senhor Filinto e da Professora Dona Celi em 1975.
Diploma este da Escola Estadual Almirante Barroso.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
75
Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Eu, Mauricio Recebendo a 1º Eucaristia
Acredito que o ano foi 1975
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
74
Escola Estadual Almirante Barroso
Eu, Mauricio me preparando para a Primeira Comunhão.
Acredito que o ano foi 1975
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
73
Bairro Nova Era
Eu, Mauricio com minha Sobrinha Nuncia no Quintal nos fundos de minha Residência
Acredito que o ano era 1974
Estava com 13 anos
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
72
Bairro Nova Era
Eu, Mauricio no Quintal nos fundos de minha Residência
Acredito que o ano era 1974
Estava com 13 anos
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
71
Bairro Benfica
Eu, Mauricio na casa em que morávamos na esquina das Ruas Paulo Garcia com Henrique Dias Próximo aos correios em 1967, estava com 06 anos.
Infelizmente esta casa foi demolida.
Fotografia de extraída de um Monóculo.
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

70
Lembrança Escolar
Alunas do Colégio Stella Matutina
Humberto Ferreira Comentou: Aluna N° 06 e Zilah de Andrade Santos.
Data Provável 1925/1926
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

69
Pintores do Núcleo Antônio Parreiras em 1934
Thereza Lalá de Paula comentou: e nosso avô Sylvio Aragão está sentado no muro
Lucas Marques Do Amaral comentou: Recebi esta sim. Caso a família possua outras, do mesmo gênero,
Nesta foto identifiquei, da esquerda para a direita, o primeiro Carlos Gonçalves, o segundo Sylvio Aragão o quarto Américo Rodrigues.
Os outros dois me parecem ser: Marcos de Paula e José Felício de Paula.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Thereza Lalá de Paula

68
Lembrança Escolar
Jardim de Infância Mariano Procópio
Rita Machado Comentou: Jardim de Infância Mariano Procópio, na Avenida dos Andradas em Agosto de 1972
Minha foto aos 06 anos de idade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rita Machado

67
Bairro Bairú
Praça da Baleia em 1952
Uilmara Machado de Melo Comentou: Prefeito Olavo Costa foi eleito prefeito de JF em 1950 e 1958, pelo Partido Social Democrático). Nossa, esta parte do Bairú nem tinha construções direito!... Sensacional esta foto!!!
Eu conheci esta “Pracinha” (chamada, popularmente, de Praça da Baleia) com esta pintura; depois, pintaram-na de azul e, hoje ela está cheia de pedras portuguesas (ou pastilhas?) nas cores: verde (em dois tons); branca e bege (se não estou enganada, o novo design foi feito pelo artista plástico, Ricardo Barcellos - que tem vários trabalhos espalhados pela cidade.
corrijam-me se eu estiver errada!). Gostaria de saber de quem é autor do monumento!
Mauricio Lima Corrêa Respondendo a Uilmara! A "Baleia": O monumento foi construído pela equipe técnica da prefeitura naquele período. Na década de 1960, era comum que jardins públicos tivessem elementos lúdicos e chafarizes interativos, o que explica o sucesso da baleia com as crianças da época, que brincavam no laguinho (hoje desativado).
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Cavalieri

66
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Ônibus da empresa Turi
Caio bossa nova Scania Vabis
Fabricação 1964, linha Rio-Belo Horizonte com parada em juiz de Fora
Em frente a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas em Janeiro de 1966.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Adão Lucio Souza

65
Casa Flor Da Primavera
Armazém do Senhor Manoel Pereira Pinto
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: Bairro Bonfim
Hoje Rua Barão do Retiro
Armazém próximo à Igreja Santa Rita de Cássia
Décadas de 1930 a 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
64
Jose Weiss Futuro Proprietário da Cervejaria Jose Weiss Com 8 Meses de idade em 1916
Foi um dos maiores empresários, que sem duvida que a cidade de Juiz de Fora possuiu e muito contribui para o crescimento da mesma.
Nelson Weiss, (In Memoriam), Filho de Jose Weiss comentou: Poxa Mauricio, esta nem eu tenho, legal.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

63
Bairro Santa Terezinha
Rua Américo Lobo - 171
Próxima da Ponte de Santa Terezinha
Lourdinha Capute Comentou: Minha casa quando foi construída em 1948.
Meu pai, José Corrêa Pinto, era Agente da Rede Ferroviária Central do Brasil no Bairro Mariano Procópio.
Este morro ao Fundo foi construído o Colégio Sebastião Patrus de Souza.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Lourdinha Capute

62
Avenida Barão do Rio Branco
Equipe de Tênis do Sport desfilando no Centenário de Juiz de Fora em 1950.
Podemos ver ao fundo a Mechanica Mineira,( Demolido), Para dar Lugar ao Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, Inaugurado em Maio de 1964.
Atual Prédio da Cesama.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Helena Habel

61
Industrial Mineira Foot-Ball Club
Fundado em 1919
O Industrial Mineira Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade de Juiz de Fora (MG). O Tricolor Mariano Procópio e/ou “Campeão do Centenário” foi Fundado na quarta-feira, do dia 08 de Janeiro de 1919, por funcionários da Indústria de Fiação e Tecelagem Mineira.
A sua Sede e a Praça de Esportes, ficava localizado na Avenida dos Andradas, s/n, no bairro de Mariano Procópio, em Juiz de Fora. As suas cores (uma homenagem a bandeira da Grã-Bretanha): vermelho, azul e branco.
Em 1919, ingressou na Sub-Liga Mineira de Desportos Terrestres (SLMDT) de Juiz de Fora. Três anos depois, o Industrial Mineira foi campeão do Centenário do Campeonato Citadino de Juiz de Fora, em 1922. Nos Segundos Quadros se sagrou Tricampeão Citadino em 1922, 1923 e 1924. Nos terceiros Quadros ficou com o vice-campeão em 1923 (perdeu a final para o Sport Club Juiz de Fora por 3 a 1).
Elenco do 1º Quadros – Campeão do Centenário de 1922: Durval Gama, Eduardo Xavier, Albino Amaro, Acyr, Alencar Martins, Guilherme Bragança, João Dore, João Acione, João Xavier, Francisco Gomes, Álvaro E. Varsal, Francisco José Lopes, Verydomar Bechtlufft, José C. Maranhas.
Foto rara do ano de 1928
FONTES: Pharol (MG) – A Noite (RJ) – Jornal do Commercio (RJ) – Site Toque de Bola – Museu Mariano Procópio – Livro “A Epopéia dos Vencedores” de Halber Alvim Pedrosa
Fotografia trabalhada e Restaurada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Cleber Franck Pessoa

60
Formatura do Primário de Maria de Fátima Aragão de Paula (Pinheiro), Grupo Escolar Delfim Moreira, Juiz de Fora, em 1964.
Fátima Aragão Paula Pinheiro comentou: Penso ser o Professor Panisset me entregando o diploma, mas não tenho certeza, e também não me recordo do nome da Diretora que está na foto, se alguém puder ajudar?
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Fátima Aragão Paula Pinheiro

59
José Weiss e Família
Rogério Gomes Comentou: José Weiss, seria sucesso na cidade na década de 1920 e 1930, tornando-se ponto de encontro de imigrantes alemães e seus descendentes
Grandes eventos foram realizados no grande pátio da cervejaria
Entre eles, uma homenagem ao governador de Minas, Antônio Carlos Andrada
Em volta da cervejaria, foram construídos um grande salão de festas para bailes e parque de diversão, com roda gigante e pista para boliche
Mais tarde ainda foi construído no terreno da fábrica o Hipódromo Juiz de Fora, transformado em velódromo do Cicle Club Juiz de Fora, e o estande de tiro do Revólver Club
Data não informada
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rogério Gomes, (In Memoriam).
Homenagem ao Prezado Amigo Nelson Weiss, (In Memoriam).

58
4° Esquadrão de Cavalaria em 1922
Sebastião Pinheiro da Silva comentou: Presença do meu saudoso Pai Jose Pinheiro da Silva.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sebastião Pinheiro da Silva

57
Praça Antônio Carlos
Regina Cavalieri comentou: foto do papai na antiga Praça Antônio Carlos, antes da construção da Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco
Veja a Escola Normal ao fundo em 1951
Meu pai é Walter Cavalieri, está com 93 anos atualmente e reside em Belo Horizonte.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Cavalieri

56
Casal atravessando o Rio Paraibuna após a Cerimônia Religiosa do Casamento
Gilson Martins Moraes comentou: esta foto foi tirada, após a Cerimônia Religiosa do Casamento de Gilson Martins Moraes e Ivone Barroso Moraes, realizada, no dia 04de Abril de 1970, às 17:30 h, na Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, pelo Cônego Miguel Falabella.
Os noivos atravessaram o Rio Paraibuna, para a residência da família da noiva, em frente ao antigo Matadouro Municipal, Vila Ideal (JF/MG). Detalhes: alguns convidados e padrinhos, fizeram uso, também, da embarcação, monitorada pelo cunhado da noiva "Zezinho" (in memoriam); não houve registro de alguém ter caído na água!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia enviada por Uilmara Machado de Melo Gonçalves
Acervo: Gilson Martins Moraes e Ivone Barroso Moraes

55
Recebimento de Diploma da quarta Serie Primaria
Na Fotografia Mauricio recendo o Diploma, Professora Celi, Senhor Filinto, Elizabete Tomaz Tomaz, e Professora Lucimar Andrade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

54
Bairro Nova Era
A então Paraquedista Margarida, aluna da Escola de Paraquedismo Águia de Ouro, posando para a Fotografia antes de embarcar na Aeronave P-A20 para o Salto, em 25 de Abril de 1973.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Maria Coitines

53
Bairro Nova Era
Aero Clube de Juiz de Fora
A então Paraquedista Margarida, aluna da Escola de Paraquedismo Águia de Ouro, no interior PT-19, este Avião era usado para Acrobacias, em 25 de Abril de 1973.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Maria Coitines

52
Bairro Grama
Água Mineral Natural São Luiz
Fonte Dona Cabrela
O local era chamado de Munçunge
Atualmente é água Xua
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Aloysio Barbosa

51
Museu Mariano Procópio
Rose Aragão comentou: Meu Avô Silvio Aragão, pintando uma tela, no Museu Mariano Procópio em 1964
Sylvio Ribeiro Aragão, Pintor, Professor, Restaurador, e um dos fundadores do Núcleo Antonio Parreiras, hoje Associação de Belas Artes Antônio Parreiras.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rose Aragão

50
Rua Marechal Deodoro - 174
Esta Loja foi reformada antes de ser a Casa Orion.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

49
Casa Orion nos seus Primórdios com proprietários e Família
Na porta da esquerda , funcionário Zenon
Na porta do meio os três filhos do casal Turolla
A saber da esquerda para direita: Eny, Odone e Rosalina
Na porta da direita o casal Turolla: Senhora Dolores Villar Turolla e Victorio Turolla
Rua Marechal Deodoro - 174
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

48
Orquestra Aquarela de 1960 a 1970
É uma lembrança do tempo em que as orquestras faziam sucesso
Essa orquestra era regida pelo Maestro Patrocínio da Polícia Militar.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nazath Carvalho

47
Festa Junina
Nelly Mattos Comentou: Ainda nos seus primeiros anos, crescia o Bairro Bom Pastor.
Seus primeiros moradores se tornaram amigos.
Trabalharam, ao mesmo tempo, nas obras da Igreja e do clube, tendo recebido ambos o nome do bairro.
Os jovens frequentadores do clube logo deram jeito, junto com a Diretoria, de organizar a primeira festa junina.
A quadrilha não poderia faltar!!!
Os ensaios eram na rua mesmo e o sucesso foi grande!
A foto aqui estão, para comprovar.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelly Mattos

46
Cristina Bittencourt comentou: Helena Bittencourt coroada Rainha do centenário de Juiz de Fora em 1950.
O último a direita é seu irmão José Maciel Bittencourt.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Cristina Bittencourt

45
Um dos caminhões da Frota do Senhor Octávio Kirchmair.
Caminhão Studebaker - 1946.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
44
Loja japonesa Tókio Urata
Thereza Lalá de Paula comentou:22 de outubro de 1941
Juiz de Fora- MG, Loja japonesa Tókio Urata, de vendas de brinquedos e etc.
Rua Marechal Deodoro - 230
A seta indica nosso pai Gilbert Mouty de Paula, então com 14 anos de idade
Começou a trabalhar na loja, em Agosto de 1941 e foi até Janeiro de 1942, quando o cidadão japonês Tókio Urata foi preso, devido a Segunda Guerra Mundial e por estar na Lista Negra Americana. Nosso pai voltou a trabalhar nesta loja, em Setembro, Outubro e Novembro de 1942
Provavelmente a loja não funcionou em 1943 e 1944, pois foi depredada pela massa popular indignada pelo afundamento brutal de cinco navios nacionais, nas costas da Bahia, conforme oficio policial, de 1943
Nosso pai voltou então a trabalhar nesta loja, em Janeiro e Fevereiro de 1945
Não trabalhou nos meses de Março, Abril e Maio voltando em Junho do mesmo ano, de 1945, e ficou até Fevereiro de 1947.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Thereza Lalá de Paula

43
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Gloria Magalhães
42
Parque Halfeld
Altair Cabral Comentou: Da esquerda para a direita: Almir, (falecido), eu Altair Cabral, Adair Cabral e Catharina Marta Cabral, aproximadamente o ano de 1952.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Altair Cabral

41
Mais um registro Histórico fotográfico da antiga FEEA.
Trata-se da inauguração das casas do Antigo IPASE
Neste número 105, morava Senhor Jacy de Assis, sua esposa Olinda de Assis,(Dona.Nininha), com os seus 9 filhos: Itamar, Wilmar, Jucimar, Edimar, Gilmar, Elimar, Cizinho, Luzimar e Claudinei.
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Maria José Silvério De Assis Silvério

40
Bairro Barreira do Triunfo
Primeira Escola do Bairro
Carlão Miranda comentou: A informação é que faz parte do álbum "Cópia das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do estado de MG em 1939", segundo o MAPRO.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio.

39
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Solange Pereira Gama comentou: Esta foto e de meu primo Pepp Assis: Esta foto é outra raridade
E a primeira Escola da Barreira
Acho que é essa que falam que era a Escola da Dona Cira Guedes Guimarães
Esta Escola depois foi a casa da Dona Heroína, que hoje também não existe mais
Na foto podemos encontrar vários antepassados nossos que estudavam nesta época em que Julieta de Assis já era a professora
Eu não cheguei a conhecer este casarão
Julieta era uma senhora que eu chamava de tia. Ela faleceu com mais de 90 anos
Agora fui descobrir ela era minha prima.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

38
Bairro Barreira do Triunfo
Solange Comentou: Meu avô ajudou a construir
Data não informada
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

37
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto do lado da primeira Igreja da Barreira que era no cemitério
Solange Pereira Gama comentou: Das três meninas da frente minha Mãe era a do meio, Dulce de Souza Silva
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

36
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

35
Equipe juvenil do Esporte clube Benfica.
Esta equipe disputou o campeonato juvenil da segunda divisão
Em pé : Da esquerda para direita.
Ademir, (Dil), Mauro (Saneia), Barreto, Sebastiao,(Tião),
Misael, Varinaldo, (Piriá), Quico, Eduardo, Américo Pacheco.
Agachados : Da esquerda para direita
Zeze Raul, Fernando, Mauro
Tau, Wanderlei, (Derlei) e Hilário.
E mais alguns atletas que não aparecem na foto.
Aproximadamente entre 1964 a 1967.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauro Jesus Fonseca

34
Acrobatas Alemães- "Zugspitz Artisten"
Cabo de aço entre o Edifício Brumado e o Edifício Clube de Juiz de Fora
Datas Prováveis entre 1956/1958
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

33
Senhor, Hélio à esquerda era o motorista tendo como Cobrador o então chamado de "Mané Capeta" à direita em 1957.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Gláucia Guedes

32
Sílvios Restaurante parada obrigatória de Ônibus Estaduais.
Podemos ver a Plataforma de embarque e desembarque de Passageiros e Viajantes.
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

31
Grupo de Jovens que faziam parte de conjuntos de Bossa Nova, o Samba lanço, e de Rock, o Homens Som 4.
Década de 1960
Acervo: Beatriz Coelho Silva

30
Equipe de Futebol Feminina da ABCR, Foi uma das Primeiras equipes de Futebol Feminina do Brasil.
Identifiquei de pé da esquerda para direita: Alzira ou Suely Siano, Luzia Siano, Mudinho, Fatima Resende e Cida Resende
Agachadas da esquerda para direita, Sandra Hellen e Irmã da Helen
Podemos ver ao Fundo a Capela Nossa Senhora das Graças e a caixa Caixa D'água da IMBEL.
Final da década de 1970 ou inicio da década de 1980.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sandra C Dias Dias
29
Recordação escolar de Regina Célia de 1960.
Acervo de Regina Célia Couto da Silva.
28
Formatura de Marília no curso de Artes Industriais.
Salão Nobre do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES).
Paraninfa: Neuza Maria da Silva em 1980.
Acervo: Marília Campos Baumgratz

27
Margarida e seu pai Theodorico Álvares de Assis na formatura em Contabilidade pela Escola Técnica Machado Sobrinho
Década de 1950.
Acervo: Margarida Maria Assis de Oliveira Ferraz.
26
Recordação escolar de Elza de 1957.
Acervo: Elza da Silva Brugger

25
Maria da Conceição Prazeres, (Tuca), em 1948.
Acervo: Maria da Conceição Prazeres.

24
Anna Maria Costa comentou: Minha Mãe Sylvia, nascida em Fevereiro de 1920
Na Fotografia: Sylvia, Adib e Nagla.
Na foto ela tinha 16 anos
As crianças na foto são sobrinhos dela
Nascidos em 1928 e 1930, a foto é de 1936
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Anna Maria Costa

23
A Fábrica da Coca Cola Funcionou na Avenida Barão do Rio Branco - 1365.
Embaixo da Arquibancada do Sport Clube Juiz de Fora
Na Fotografia, Eurico Ferreira Chefe de Vendas da Fábrica
Data Provável, década de 1960.
Acervo: Humberto Ferreira
22
Bairro Barreira do Triunfo
O Saudoso Padre Jaci, (in memoriam).
Prováveis catequistas e a Primeira Comunhão ou Primeira Eucaristia, o ato religioso da Igreja Católica no qual é celebrada a primeira vez que a criança cristã irá receber o Corpo e o Sangue de Cristo.
Provavelmente final da década de 1960
Acervo: Mc Christina

21
Água Mineral Natural São Luiz
O local era chamado de Munçunge
Atualmente é água Xua
Década de 1950
Acervo: Aloysio Barbosa
20
Bairro Grama
Água Mineral Natural São Luiz
Fonte Dona Cabrela
O local era chamado de Munçunge
Atualmente é água Xua
Década de 1950
Acervo: Aloysio Barbosa

19
Festa Junina no Sport Clube de Juiz de Fora em Junho ou julho de 1957
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Tetê Alencar

18
Maria José Monteiro Zezé comentou: Me parece ser a grande artista plástica de Juiz de Fora Katarina Zelentesef moradora do Bairro Bom Pastor!
Possui pintura em tela no Museu Mariano Procópio.
Pintou um retrato de meu pai e um meu também que me presenteou no meu casamento em 1954.
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Maria José Monteiro Zeze Poderia ser a tal pintora Russa que morou no Bom Pastor, que fez sua pintura por ocasião do seu casamento!
Data não informado
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
17
Bairro Bom Pastor
Maria José Monteiro Zezé comentou: Me parece ser a grande artista plástica de Juiz de Fora Katarina Zelentesef moradora do Bairro Bom Pastor!
Possui pintura em tela no Museu Mariano Procópio.
Pintou um retrato de meu pai e um meu também que me presenteou no meu casamento em 1954.
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Maria José Monteiro Zeze Poderia ser a tal pintora Russa que morou no Bom Pastor, que fez sua pintura por ocasião do seu casamento!
Data não informado
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
16
Provavelmente década de 1950
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
15
Formatura na Academia do Comércio de Juiz de Fora em 1966
Arnaldo Parpinelli comentou: Recebendo o diploma entregue pelo excelente professor Fernando Rainho.
Acervo: Arnaldo Parpinelli
14
Fotografia tirada em Juiz de Fora 20 de Agosto de 1964.
Paulo Roberto comentou: A Locomotiva - 725 é uma Alco-Consolidation.
A mesma expressa a harmonia entre os ferroviários.
Conheci todos estes heróis, Maquinistas, Guarda-Freios, Chefe de trens, Mecânicos e Eletricistas da famosa Central do Brasil.
O meu saudoso pai PAULO BAHIANO DE OLIVEIRA, é o 2º no chão, na frente da Maquina, da esquerda para a direita, camisa branca, gravata e boné.
Acervo: Paulo Roberto

13
Marise, Vânia, Nilda, Ana Lúcia, Ricardo, Wilson, Jadil em 1968
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha

12
Praça do Bairro Bonfim
Vania, Nilda, Ana Lúcia, Jadil, Marise, Wilson, Ricardo em 1968
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
11
Praça do Bairro Bonfim
Ricardo, Ana Lúcia, Nilda, Jadil, Marise, Wilson, Vânia em 1968
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha

10
Cine Teatro Central ao Fundo
Ana Lúcia, Luiz e Nilda em 1964
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha

09
Luiz Sampaio Rocha e amigos em 1947
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
08
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Luiz Sampaio Rocha e amigos em 1947
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
06
Rua Halfeld
Luiz Sampaio Rocha e amigos em 1942
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha

05
Bairro Bonfim
Pedro, Arlete, Manoel Pereira Pinto, Luiza, Ângela, Cleuzair Pereira Rocha, Lúcia, Maria de Lourdes Pereira Fusturath em 1952
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
04
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
03
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
02
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha

01
Luiz Sampaio Rocha e amigos em 1943
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha


























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