217
Cartão-Postal
Praça Antônio Carlos (Décadas de 1940/1950)
Este registro fotográfico captura a Praça Antônio Carlos em seu auge clássico, consolidada como o centro cívico e social de Juiz de Fora.
A imagem é um testemunho da transição da "Manchester Mineira" para uma metrópole regional moderna.
O grande destaque da composição é o busto de Bernardo Mascarenhas, obra do renomado escultor Zaco Paraná.
Diferente do nome da praça (homenagem ao político Antônio Carlos), a estátua celebra o pioneiro da industrialização e da energia elétrica na América Latina.
O monumento está estrategicamente voltado para a área que abrigava seu império têxtil, simbolizando a vigilância e o legado do homem que transformou a vocação econômica da cidade.
A praça exibe jardins de inspiração francesa, com arbustos rigorosamente podados e caminhos simétricos, típicos do planejamento urbano das décadas de 40 e 50.
Os postes ornamentais de ferro fundido e o observador solitário com vestimentas típicas da época (calça de alfaiataria e camisa clara) reforçam a atmosfera de ordem e elegância do centro urbano.
Nesta época, a Praça Antônio Carlos não era apenas um local de passagem, mas o palco principal de comícios, desfiles militares e o "footing" dominical.
A presença do busto de Mascarenhas no coração da praça reafirmava, para cada cidadão que ali passava, a identidade de Juiz de Fora como uma cidade de vanguarda, trabalho e progresso técnico.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

216
Cartão Postal
A Bela Fotografia nos transporta para a esquina da Rua Espírito Santo com a Avenida Barão do Rio Branco, em 1927, apresentando o imponente Solar dos Quinet de Andrade.
O casarão, pertencente à família do Doutor Quinet de Andrade, é um exemplar magnífico do ecletismo que dominava a estética da elite cafeeira e industrial da época.
Notam-se elementos clássicos, como as colunas que sustentam a varanda superior e o frontão triangular, misturados a detalhes mais robustos e ornamentados típicos das construções de prestígio do início do século XX.
A fotografia revela uma Juiz de Fora em pleno desenvolvimento, mas ainda guardando a tranquilidade de outros tempos: Os trilhos do bonde, visíveis no calçamento de paralelepípedos, eram a espinha dorsal do transporte público da "Manchester Mineira". Na restauração, é possível ver o bonde verde ao fundo, símbolo icônico da cidade.
A fiação elétrica e os postes de madeira mostram a modernidade chegando, enquanto as montanhas ao fundo, hoje muito mais ocupadas, emolduravam o horizonte de forma limpa.
A presença de pedestres com trajes da época (ternos e vestidos longos) reforça a formalidade do centro da cidade naquele período.
Infelizmente, como muitos outros palacetes da Barão do Rio Branco, o Solar dos Quinet de Andrade não resistiu ao tempo e ao avanço imobiliário, dando lugar a edificações modernas.
É através de registros como este que conseguimos entender a escala humana e a elegância arquitetônica que definiram a identidade de Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

215
Cartão Postal
O Despertar da Rua Marechal
Um Mergulho no Início do Século XX
Esta belíssima composição, capturada pela lente de R. Pinto, nos transporta para uma Juiz de Fora que ainda tateava a modernidade.
Entre 1900 e 1920, a antiga Rua Imperatriz , recém-batizada como Rua Marechal Deodoro, exibia um cenário de tranquilidade e elegância, muito distante do frenesi comercial que a caracteriza hoje.
Ao fundo da ladeira de terra e pedregulhos, vislumbramos uma face ainda bucólica do Parque Halfeld.
A área à direita, onde hoje encontramos os banheiros públicos do parque, era então preenchida por jardins abertos e uma arborização densa, protegida por grades baixas que delimitavam o espaço de lazer da elite e do povo.
A presença da carroça, os transeuntes com seus chapéus e os primeiros postes de fiação elétrica compõem um quadro vivo da "Manchester Mineira" em sua infância urbana.
A nitidez recuperada permite observar as fachadas dos casarões que moldaram a identidade da região central.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Coelho de Senna

214
Cartão Postal
Praça do Riachuelo
Ao fundo o Jardim da Infância
Provavelmente entre 1920 ou 1930.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rogério Gomes, (In Memoriam).

213
Cartão Postal
A foto captura o cruzamento mais icônico da cidade.
À esquerda, vemos o imponente Edifício do Clube Juiz de Fora, com sua arquitetura eclética e sacadas trabalhadas.
À direita, o Edifício Santa Helena, que foi um marco da modernidade e do comércio na época.
O Bonde visível na imagem era o coração do transporte público.
No final dos anos 30, o sistema de bondes de Juiz de Fora (gerido pela Companhia Mineira de Eletricidade) estava em plena operação, conectando os bairros ao centro.
A fiação aérea, que aparece cruzando o céu na foto, era uma característica marcante da paisagem visual da Rio Branco.
O primeiro plano da foto mostra a borda do Parque Halfeld.
Naquela época, o parque era o jardim central da elite e da população, com uma vegetação muito bem cuidada (que realçamos na restauração). A Avenida Rio Branco ainda possuía um tráfego calmo, com carros de luxo da época — modelos que hoje seriam itens de colecionador — e pedestres vestidos formalmente, de terno e chapéu.
Cartões-postais desse período eram usados para "vender" a imagem de Juiz de Fora como a "Manchester Mineira".
A cidade precisava parecer limpa, organizada e progressista.
Por isso, as fotos eram tiradas de ângulos que valorizavam a altura dos prédios e a largura da avenida, que já se consolidava como uma das maiores vias em linha reta do país.
É interessante notar as toldos das lojas no térreo do Santa Helena. Naquela época, essas lojas eram o que havia de mais sofisticado em termos de moda e utilidades, refletindo o poder de compra gerado pela indústria têxtil e cafeeira da região.
Final da década de 1930
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
212
Estação Central do Brasil
O prédio da Estação Central que servia à Estrada de Ferro D. Pedro II foi construído por iniciativa dos vereadores da Câmara. Sua construção foi resultado de uma longa luta. Embora a construção tenha se iniciado em 1871, diversos entraves burocráticos adiaram a conclusão da obra até 1877, quando foi inaugurada juntamente com as estações de Sobragy, Cedofeita, Retiro,Matias Barbosa.
O prédio, um dos mais significativos cartões postais de Juiz de Fora, foi e continua sendo um dos cenários preferidos para a realização de obras de artistas da cidade e de outras regiões. O edifício original da "Estação do Centro", inaugurado em 7 de julho de 1877, sofreu sua primeira intervenção de ampliação em 1883. Em 1902, ele adquiriu sua conformação atual seguindo esquemas compositivos da virada do século.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

211
Cartão Postal
Rua Do Comercio
Atual Rua Batista de Oliveira
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Observe o casario baixo com fachadas ornamentadas.
À esquerda, destaca-se um edifício com arcos marcantes, típico das construções comerciais elegantes da época.
A rua ainda não possuía calçamento asfáltico; vemos o chão de terra batida ou pedregulhos, com a presença marcante de uma carroça de tração animal, o principal meio de transporte de carga naqueles anos.
Ao fundo, a silhueta do Morro do Imperador, emoldura a rua, uma constante na paisagem de Juiz de Fora que ajuda a situar geograficamente o observador.
A mudança do nome foi uma homenagem ao Doutor Batista de Oliveira, figura importante na política e medicina local.
Naquela época, a Rua do Comércio era o centro pulsante da vida econômica, concentrando armazéns de secos e molhados, farmácias e escritórios que atendiam à crescente elite cafeeira e industrial.
Note as figuras humanas na cena; os homens geralmente usavam chapéus (palhetas ou de feltro) e paletós, mesmo em situações informais, refletindo os costumes da Belle Époque.
A presença de postes com fios indica que a cidade já estava em pleno processo de modernização e eletrificação, sendo Juiz de Fora pioneira com a Usina de Marmelos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
210
Cartão Postal
Estação Central
Estrada de Ferro Central do Brasil
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
A fotografia mostra a estação em sua configuração clássica.
Inaugurada originalmente em 1875 por D. Pedro II, a estação passou por reformas para atender ao crescente fluxo de café e passageiros.
O prédio que vemos é um exemplo da arquitetura ferroviária da época, com linhas sóbrias, mas imponentes.
A inscrição visível na fachada reforça o papel vital da estação como o "coração logístico" de Juiz de Fora. Era por ali que a produção industrial e agrícola se conectava com o Rio de Janeiro e o interior de Minas.
A presença da carroça de tração animal em primeiro plano, contrastando com a grandiosidade da ferrovia, ilustra bem a transição de eras que o Brasil vivia em 1903.
A sigla C.F. Central - Brazil (Estrada de Ferro Central do Brasil) no frontão é um marco de identidade nacional.
A estação ficava no que hoje conhecemos como a Praça Doutor João Penido (Praça da Estação).
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

209
Cartão Postal
Parque Halfeld
O Quiosque e da Planta Original do Parque.
Ao Fundo Igreja de São Sebastião
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Fotografia de 1903
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

208
Cartão Postal
Antigo Fórum
Atualmente Câmara Municipal
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O Palácio Barbosa Lima, atual sede da Câmara Municipal de Juiz de Fora (Rua Halfeld, 955), foi inaugurado em 20 de março de 1878 com a presença do Imperador D. Pedro II.
A construção, um marco histórico, foi viabilizada por uma campanha popular liderada pelo juiz de direito Joaquim Barbosa Lima a partir de 1876.
O edifício é um dos maiores expoentes do ecletismo em Minas Gerais.
Note a riqueza de detalhes: as estátuas no topo (que representam a Justiça e a Lei), as sacadas com balustradas e o imponente relógio central. A colorização ajuda a destacar os adornos em relevo que conferem a ele uma aura de poder e solenidade.
O Antigo Fórum: Em 1903, o prédio era o centro da justiça na Manchester Mineira. O movimento de carruagens e pessoas em trajes de época ao seu redor (como se vê em outros registros da sua coleção) mostrava a importância do local.
Na década de 1970, com a construção do novo Fórum Benjamin Colucci no Parque Halfeld, o Palácio Barbosa Lima passou a ser a sede do Poder Legislativo municipal, função que exerce até hoje com extrema elegância.
Parque Halfeld
O prédio fica posicionado de frente para o Parque Halfeld, na Rua Halfeld.
Na época da foto (1903), o parque ainda estava sendo remodelado e o prédio era o grande destaque visual daquela área.
Observe no postal os jardins baixos e as palmeiras imperiais, que eram símbolos de prestígio e urbanismo moderno para a época.
O prédio passou por restaurações importantes ao longo dos anos para manter as características que você vê nesta imagem colorizada.
Naquela época, seguindo a influência do urbanismo francês, era comum que os jardins públicos fossem cercados por luxuosos gradis de ferro trabalhado. Eles não serviam apenas para delimitação, mas eram verdadeiras peças de arte que conferiam um ar de sofisticação ao centro da "Manchester Mineira".
O parque tinha horários rigorosos para abrir e fechar, e o gradil ajudava a manter a preservação dos jardins e do mobiliário interno durante a noite.
Mais tarde, com as reformas urbanas que visavam tornar os espaços públicos mais acessíveis e integrados à circulação de pessoas, as grades foram removidas. Isso mudou completamente a dinâmica do parque, transformando-o no espaço aberto e democrático que conhecemos hoje, integrado às calçadas da Rua Halfeld e da Avenida Rio Branco.
Os jardins baixos e a organização do espaço em frente ao edifício mostram exatamente essa transição.
O gradil ajudava a criar uma moldura para a arquitetura imponente do Fórum e da vizinha Igreja de São Sebastião.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
207
Cartão Postal
Alfândega
4° Deposito de Suprimentos do Exército
Nas Proximidades da Praça Antônio Carlos
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
4º Depósito de Suprimentos do Exército (4º D Sup.).
No início do século XX, Juiz de Fora era um entreposto comercial tão vibrante que justificava a presença de uma Alfândega.
O prédio era responsável pelo controle de mercadorias que circulavam pela Estrada de Ferro Central do Brasil, conectando Minas ao Rio de Janeiro e ao mundo.
O edifício apresenta linhas clássicas e funcionais, típicas das construções governamentais da virada do século.
Sua estrutura robusta era necessária para o armazenamento de grandes volumes de carga.
Com o tempo, a vocação do prédio mudou, passando a integrar o patrimônio do Exército Brasileiro.
Como 4º D Sup., tornou-se o coração logístico da 4ª Região Militar, sendo responsável por abastecer diversas unidades militares com mantimentos, fardamento e equipamentos.
Sua localização estratégica, próxima à linha férrea, era o que permitia a eficiência no recebimento e distribuição de suprimentos.
Situado em uma área que hoje compreende o entorno da Praça Antônio Carlos, o prédio ficava no núcleo de expansão urbana e industrial da cidade.
Naquela época, a região era o epicentro da modernidade juiz-forana, próxima à Estação Ferroviária e a grandes fábricas têxteis, como a Bernardo Mascarenhas.
A foto original captura a cidade em um momento de plena expansão da "Manchester Mineira", onde o governo federal investia pesado na cidade devido à sua força econômica.
Este prédio é um dos poucos daquela lista de 1903 que ainda mantém grande parte de sua volumetria original preservada devido ao uso militar.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

206
Cartão Postal
Cadeia demolida
Atualmente o Instituto Estadual de Educação, (Escola Normal).
Rua Espirito Santo
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Como você pode notar na imagem, o prédio tinha um ar austero e sólido, com uma torre central que ostentava um relógio — um elemento de destaque para a época, ajudando a organizar o tempo da vizinhança.
O prédio serviu à segurança pública até que o crescimento da cidade e as novas demandas educacionais exigissem uma mudança.
A estrutura foi demolida para dar lugar a um projeto que refletisse o título de "Atenas Mineira".
A substituição de uma cadeia por uma escola é um símbolo poderoso do ideal de progresso daquela época em Juiz de Fora.
A educação passava a ser a prioridade absoluta para o desenvolvimento da Manchester Mineira.
No local, foi erguido o majestoso prédio da Escola Normal, inaugurada em 1930, foi projetada pelo engenheiro Lourenço Baeta Neves no estilo Art Déco. A execução da obra ficou a cargo da empresa Pantaleone Arcuri, resultando em um edifício icônico no centro da cidade, na interseção da Rua Getúlio Vargas com a Avenida Independência.
inaugurado na década de 1920. É um dos exemplares mais bonitos da arquitetura eclética da cidade, com suas escadarias e colunas icônicas na esquina das ruas Espírito Santo e Rio Branco.
Em 1903, a Rua Espírito Santo ainda era cercada por grandes terrenos e tinha um movimento muito pacato.
A presença de poucas pessoas e a rua de terra batida no postal reforçam essa atmosfera de uma cidade que estava "começando" a se tornar metrópole.
Essa foto é uma "relíquia de transição". Ela mostra uma Juiz de Fora que muitos nem imaginam que existiu, onde o centro das decisões educacionais de hoje era, no passado, o centro da repressão policial.
Muitos moradores antigos ainda guardam histórias ou ouviram relatos sobre a "transferência" dos detentos quando a cadeia foi desativada para a construção da escola.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

205
Cartão Postal
Sociedade Italiana Umberto I
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Sociedade Italiana Umberto I, localizada na antiga Rua 15 de Novembro (hoje a movimentada Avenida Getúlio Vargas).
Fundada em 1885, foi uma das primeiras e mais importantes associações de imigrantes da cidade. O nome é uma homenagem ao rei Humberto I da Itália.
Assim como a Sociedade Portuguesa, a Umberto I funcionava como uma rede de apoio mútuo para os italianos, oferecendo assistência médica, social e um espaço para preservar a cultura e o idioma da pátria de origem.
O prédio era um belo exemplo da influência europeia na arquitetura de Juiz de Fora, com linhas clássicas e simetria que conferiam elegância à paisagem urbana da época.
A Rua 15 de Novembro foi renomeada para Avenida Presidente Getúlio Vargas, e ao longo do século XX, tornou-se uma das principais artérias comerciais e de transporte da cidade.
Este registro captura a via ainda no início de seu desenvolvimento, com o casarão da Sociedade Italiana destacando-se em meio a uma Juiz de Fora que crescia rapidamente com o apoio da mão de obra e do empreendedorismo imigrante.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
204
Cartão Postal
Banco de Crédito Real de Minas Gerais
Primeira sede do Banco
Parte alta da Rua Halfeld
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
O Banco de Crédito Real de Minas Gerais
Fundação e Importância: Fundado em 1889 por decreto do Imperador D. Pedro II, o Crédito Real foi o primeiro banco de emissão e crédito agrícola de Minas Gerais.
Ele foi fundamental para o financiamento da lavoura cafeeira, que impulsionou o crescimento da cidade no final do século XIX.
O prédio visto na imagem de 1903 ficava na Rua Halfeld e apresentava a elegância da arquitetura eclética que começava a dominar o centro de Juiz de Fora.
Era uma estrutura que simbolizava a solidez e a modernidade da instituição frente ao desenvolvimento urbano.
Em 1903, a Rua Halfeld já se consolidava como o principal eixo comercial e administrativo da cidade. A "parte alta" (subindo em direção ao Parque Halfeld) era o local preferido para instituições de prestígio.
O Museu do Crédito Real: Anos depois, o banco construiria uma sede ainda mais monumental no cruzamento da Rua Halfeld com a Avenida Getúlio Vargas, onde hoje funciona o Museu do Crédito Real. O museu preserva o acervo histórico dessa instituição.
Este postal faz parte daquela série histórica que permitiu aos juiz-foranos comparar a cidade do presente com a pujança do início do século XX.
Capturada apenas 14 anos após a fundação do banco, a imagem mostra a rua ainda com calçamento de pedras e a tranquilidade de uma época em que o café era o "ouro verde" que financiava esses casarões imponentes.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

203
Cartão Postal
Real Sociedade Auxiliadora Portuguesa
Prédio era localizado na Rua Batista de oliveira
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
A Real Sociedade Auxiliadora Portuguesa
Fundada para prestar assistência mútua, saúde e suporte social aos imigrantes portugueses que chegavam a Juiz de Fora, a sociedade era um ponto de encontro cultural e de preservação das tradições lusitanas.
O prédio, como visto na foto de 1903, exibia uma arquitetura imponente e detalhada, refletindo o prestígio da instituição.
Note os detalhes ornamentais na fachada e a presença da bandeira, elementos comuns em sedes de sociedades estrangeiras da época.
O prédio ficava na Rua Batista de Oliveira, uma das vias mais tradicionais do centro de Juiz de Fora.
Naquela época, a rua ainda mantinha um caráter que misturava residências elegantes com o início do comércio pujante.
Infelizmente, assim como muitos outros marcos arquitetônicos da "Manchester Mineira", o prédio original não existe mais nos moldes de 1903, tendo sido demolido ou profundamente transformado ao longo das décadas para dar lugar ao adensamento comercial do centro.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
202
Cartão Postal
Colégio Andrés, Internato Católico
Avenida dos Andradas
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Essa é uma peça riquíssima da memória urbana de Juiz de Fora.
Essa imagem captura um momento de transição e elegância da Avenida dos Andradas no início do século XX.
O Colégio Andrés (ou Internato Andrés) foi uma instituição de ensino católica de prestígio. Em 1903, Juiz de Fora já se consolidava como o "Atenas Mineira", atraindo famílias de toda a região que buscavam educação de elite para seus filhos.
A imagem revela o estilo eclético típico da época, com detalhes em pedra na fachada e as clássicas venezianas de madeira. O ambiente de "internato" exigia essas grandes estruturas que mesclavam residência e salas de aula.
Observe que em 1903 a via ainda era de terra batida, frequentada por charretes e cavalos, como bem ilustra o detalhe do veículo à direita.
A arborização era vasta e o clima era quase de uma "chácara urbana".
O colégio ficava em uma área que viria a ser o coração estudantil e residencial da cidade, próximo ao que hoje é o Complexo do Museu Mariano Procópio e outras instituições tradicionais.
Essa imagem é um testemunho de uma Juiz de Fora que crescia sob a influência da Igreja e da elite cafeeira, antes da explosão industrial e verticalização da região central.
O letreiro "COLLEGIO ANDRES" no frontão da entrada ajuda a datar e localizar com precisão o imóvel, algo que nem sempre é fácil em fotos de rua daquele período.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
201
Cartão Postal
Parque Halfeld, com prédio onde funcionaram um Restaurante, uma Biblioteca e uma Radio .
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Esta é uma das imagens mais icônicas da história do Parque Halfeld.
Esse pavilhão de estilo eclético (com toques góticos, como vemos nas janelas em arco da imagem restaurada) ficava localizado onde hoje é a parte central/baixa do parque e foi o coração social de Juiz de Fora por décadas.
O prédio foi inaugurado por volta de 1901-1902, durante a grande reforma que transformou o antigo Largo do Campo em um jardim de estilo inglês.
O Parque Halfeld, em Juiz de Fora, não teve um único arquiteto idealizador original, mas sua configuração marcante de início do século XX foi realizada pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, contratada pelo Coronel Francisco Mariano Halfeld em 1901.
A área, adquirida em 1854 do engenheiro Henrique Halfeld, foi reformada e inaugurada com novas características paisagísticas em 1902.
No início do século XX, abrigou um luxuoso café e restaurante, ponto de encontro da elite cafeeira e de políticos.
Era o símbolo do cosmopolitismo da "Manchester Mineira".
Posteriormente, o prédio passou a abrigar a primeira sede da Biblioteca Municipal de Juiz de Fora, antes de sua transferência definitiva.
Um dos capítulos mais charmosos é a instalação da Rádio Industrial (PRB-3) no pavilhão.
Os alto-falantes espalhados pelo parque transmitiam a programação para quem passeava pelos jardins, criando uma atmosfera única na cidade.
Infelizmente, esse prédio foi demolido em meados do século XX para dar lugar a uma visão mais "limpa" e aberta do parque, restando apenas as fotografias e cartões postais para contar essa história.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
200
Cartão Postal
Antigo Fórum
Palácio Barbosa Lima
Atual sede da Câmara municipal com vista da Rua Halfeld
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
O prédio que hoje abriga a sede do Poder Legislativo de Juiz de Fora (Palácio Barbosa Lima), frequentemente referido como o antigo Fórum/Câmara, foi inaugurado em março de 1878.
A construção, localizada no Parque Halfeld, foi viabilizada por campanha liderada pelo Juiz de Direito Joaquim Barbosa Lima em 1876.
História: O local serviu originalmente como Fórum e Câmara.
Após períodos em outros locais (como a rodoviária em 1965), a Câmara Municipal retornou ao prédio na década de 1970.
É um exemplar magnífico do Ecletismo, com forte influência neoclássica.
Note o frontão trabalhado, as colunas decorativas e a estátua no topo da fachada (a Justiça), que reforçava sua função como Fórum.
Ao contrário de muitos prédios daquela época que foram demolidos,
o Palácio Barbosa Lima continua de pé e ativo, sendo a sede da Câmara Municipal de Juiz de Fora.
Um detalhe fascinante da foto de 1903 é ver a Rua Halfeld ainda sem calçamento, apenas terra batida.
É o contraste entre a sofisticação arquitetônica do prédio e a infraestrutura urbana que ainda estava por vir.
As palmeiras que aparecem na imagem já mostravam o imponente paisagismo que acompanhava os prédios públicos da Manchester Mineira, conferindo um ar de "capital" à cidade.
Ao fundo, vemos as encostas que hoje são densamente habitadas, mas que em 1903 ainda exibiam muita vegetação original.
Do lado direito podemos ver que o parque Halfeld era gradeado.
Seguindo a moda dos jardins europeus da época, o parque era cercado por esse gradeamento de ferro trabalhado (muito provavelmente fundido em locais como a própria Mechanica Mineira ou importado).
O objetivo era proteger o jardim e dar um ar de exclusividade e ordem ao espaço público.
Se observarmos o canto direito da imagem, logo após a calçada, o gradil delimitava claramente a fronteira entre a rua de terra (Rua Halfeld) e o refúgio arborizado do parque.
Essas grades foram removidas décadas depois, em um processo de modernização que visava tornar o parque mais "aberto" e integrado à circulação da cidade, seguindo novas tendências urbanísticas.
O fato de o parque ser gradeado em 1903 mostra que Juiz de Fora tratava o lazer público com um rigor quase monumental.
O Parque Halfeld não era apenas um "quadrado de árvores", mas um jardim planejado para a contemplação da elite e da população local.
Note que, na calçada do lado direito (onde ficaria o gradil), o passeio já parece ter um princípio de pavimentação, contrastando com o leito da rua onde passavam as carroças e os primeiros veículos.
É fascinante notar essas mudanças físicas na estrutura da cidade.
Ver o Parque Halfeld com grades nos transporta para uma Juiz de Fora muito mais "cerimoniosa".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
199
Cartão Postal
Vista Panorâmica de Juiz de Fora
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Esta vista panorâmica de 1903 é um dos registros mais impressionantes de Juiz de Fora.
Ela nos permite entender a geografia urbana de Juiz de Fora antes da verticalização, quando a cidade ainda era dominada por telhados de barro e muitas áreas verdes.
A Igreja Matriz (Destaque à Direita)
O elemento mais marcante é a antiga Igreja Matriz de Santo Antônio (onde hoje fica a Catedral Metropolitana).
Observe que, em 1903, ela possuía torres com agulhas bem pontiagudas, um estilo que mudou com as reformas posteriores.
Ela era o ponto focal da cidade, erguida sobre a colina para ser vista de longe.
Note como a vegetação nativa abraçava a cidade, que se concentrava no vale do Paraibuna e subia suavemente as encostas.
A imagem revela uma cidade composta quase inteiramente por casarões coloniais e ecléticos.
Não havia prédios altos; o horizonte era definido pelas torres das igrejas e chaminés das fábricas.
Para a época, Juiz de Fora já era considerada uma cidade muito densa e "europeia" em sua organização, fruto da riqueza trazida pelo café e pela industrialização.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

198
Cartão Postal
Mechanica Mineira Fundada em 1889
Fundição de ferro entre Avenidas Presidente Getúlio Vargas e Avenida Barão do Rio Branco.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Mechanica Mineira, um dos pilares do parque industrial que deu a Juiz de Fora o título de "Manchester Mineira", esse era o coração tecnológico da cidade no século XIX.
Fundada em 1889, o mesmo ano da Usina de Marmelos e da Proclamação da República.
Foi criada para suprir a necessidade de máquinas e peças para as outras indústrias que surgiam, especialmente as têxteis e as de café.
O engenheiro Belizário Penna foi quem Fundou, idealizou e colocou a fundição em funcionamento em 1889.
Ele era um técnico de altíssimo nível, o que explica a qualidade das máquinas e das peças produzidas ali, que eram premiadas em exposições.
A empresa foi essencial para que Juiz de Fora produzisse seus próprios equipamentos de moagem de café e peças de reposição para as fábricas têxteis, garantindo a autonomia tecnológica da cidade.
Era uma fundição de ferro e oficina mecânica de precisão.
Fabricava desde implementos agrícolas e portões de ferro trabalhado até máquinas complexas.
Grande parte do ferro que vemos em casarões antigos de Juiz de Fora saiu dessa fábrica.
A fábrica ocupava um terreno privilegiado no encontro das duas principais artérias da cidade: a Avenida Presidente Getúlio Vargas (antiga Rua da Imperatriz) e a Avenida Barão do Rio Branco (antiga Rua Direita).
Atualmente o cenário é completamente diferente, dominado por prédios comerciais e o intenso tráfego do centro, mas a estrutura imponente que vemos na foto de 1903 dominava a paisagem urbana da época.
Arquitetura Industrial: Note o estilo eclético com toques germânicos (o "enxaimel" visível nas partes superiores laterais).
A fachada principal com o frontão decorado mostra que, na época, as fábricas eram verdadeiros monumentos de prestígio.
Bem à frente da entrada, na restauração, destaca-se um lampião de ferro trabalhado, símbolo do pioneirismo da iluminação pública que discutimos anteriormente.
A fotografia de 1903 mostra as avenidas ainda em terra batida, contrastando a modernidade da fábrica com a infraestrutura urbana que ainda estava se desenvolvendo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

197
Cartão Postal
Bairro Fábrica
Parque da Fabrica de cerveja de Jose Weiss
Rua Bernardo Mascarenhas
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
O bairro recebeu este nome justamente devido à concentração de indústrias na região.
Fundada pelo imigrante alemão José Weiss, a cervejaria não era apenas uma unidade fabril.
Seguindo a tradição europeia dos "Biergartens" (jardins de cerveja), Weiss criou um parque arborizado anexo à fábrica.
A fábrica e o parque localizavam-se nesta importante via, que homenageia o idealizador da Usina de Marmelos e da Companhia Mineira de Fiação e Tecelagem (que ficava logo em frente).
Um dos detalhes mais incríveis desta foto de 1903 é a estrutura de madeira à esquerda. Trata-se de uma das primeiras rodas-gigantes da cidade. O parque oferecia entretenimento, música e, claro, o consumo das cervejas produzidas no local.
Note as figuras humanas na imagem: homens de terno e chapéu e mulheres com vestidos longos e escuros, típicos da era eduardiana.
O parque era um espaço de convivência onde a "modernidade" industrial se encontrava com o lazer.
O cuidado com o paisagismo (cerquinhas de madeira branca e árvores ornamentais) mostra que Juiz de Fora buscava mimetizar os padrões europeus de urbanidade.
Essa imagem é um exemplo perfeito de como Juiz de Fora era avançada não só na indústria (como vimos na Usina de Marmelos), mas também na cultura e no entretenimento urbano.
A Roda-Gigante de Madeira: Observe a complexidade da estrutura.
Em 1903, ter um brinquedo mecânico desse porte em um jardim de cervejaria era o ápice da modernidade.
Ela simboliza o "espírito técnico" que Juiz de Fora respirava.
Com a restauração, as silhuetas no centro da imagem ganham vida.
Os chapéus e os cortes dos paletós indicam que o local era frequentado por pessoas que queriam "ser vistas".
Enquanto ao redor as chaminés fumegavam, dentro do Parque do Weiss o ar era de jardim europeu.
As cercas brancas (estilo picket fence) e as coníferas mostram o esforço em criar um "oásis" alemão em plena Minas Gerais.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
196
Cartão Postal
Usina de Marmelos a primeira usina Elétrica da América Latina
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Inaugurada em 05 de setembro de 1889 pelo industrial Bernardo Mascarenhas, ela é reconhecida como a primeira grande usina hidrelétrica da América do Sul (muitas vezes referida como a primeira da América Latina em termos de fornecimento público).
A edificação que vemos na imagem, em estilo arquitetônico simples de pedra, abrigava os grupos geradores que utilizavam a queda d'água do Rio Paraibuna.
Sua construção transformou Juiz de Fora na "Manchester Mineira", permitindo que as fábricas de tecidos abandonassem o uso do vapor e adotassem a energia elétrica, o que acelerou drasticamente a industrialização local.
O registro original de 1903 mostra a usina em plena operação.
Note a passarela ou canal que conduzia a água acima da casa de máquinas e a densa mata atlântica ao redor, preservada na encosta.
Atualmente o local onde funcionava a "Marmelos Zero" abriga o Espaço Cultural Marmelos Zero, mantido pela CEMIG e pela UFJF. É um museu que preserva as máquinas originais e a história dessa epopeia tecnológica.
Quando Bernardo Mascarenhas inaugurou a Usina de Marmelos em 1889, Juiz de Fora realmente saiu na frente de quase todo o continente.
Foi a primeira usina hidrelétrica de grande porte para uso público e industrial da América do Sul.
Juiz de Fora teve iluminação pública elétrica antes de muitas capitais brasileiras e de cidades importantes do mundo que ainda dependiam do gás.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

195
Cartão Postal
Rua Halfeld
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O casarão em destaque mostra o uso de toldos coloridos (que a restauração destacou em tons de verde e bordô).
Esses toldos eram essenciais para proteger as vitrines e os clientes do sol, conferindo um charme europeu à rua.
A foto registra figuras típicas da época.
Vemos homens de terno e chapéu, fundamentais na etiqueta social do início do século XX.
À direita, um jovem observa a câmera.
A presença de crianças e trabalhadores nas fotos de rua daquela época ajuda a dar uma escala real ao movimento cotidiano, que era muito mais calmo e silencioso do que o frenesi atual do Calçadão.
Naquela época, a Rua Halfeld era o local onde as notícias circulavam primeiro, onde os grandes contratos eram assinados e onde a sociedade se encontrava para ver e ser vista.
Ver essa imagem com nitidez e cor permite sentir a textura das paredes e a atmosfera de uma cidade que estava na vanguarda da modernização do Brasil.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

194
Cartão Postal
Rua Espirito Santo
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Diferente das fotos anteriores que mostravam terra batida, aqui já vemos o calçamento de paralelepípedos (pedras irregulares), indicando que esta era uma via de tráfego importante e que recebeu melhorias urbanas precocemente.
Os casarões à direita, com dois pavimentos, janelas em arco e platibandas decoradas, mostram o padrão da elite e do comércio sofisticado da virada do século. Note a presença de palmeiras e jardins, que eram comuns nas residências mais abastadas da região central.
Ao fundo, a imagem revela a silhueta das montanhas de Juiz de Fora.
O grupo de crianças em primeiro plano é o coração desta foto.
Elas estão vestidas com o rigor da moda europeia da época: vestidos claros, chapéus e sapatos sociais.
Essas figuras ajudam a dar escala aos prédios e mostram o cotidiano da infância nas classes mais altas da Juiz de Fora.
A Rua Espírito Santo sempre foi conhecida por abrigar importantes instituições e ser um eixo de ligação vital.
Ver esta imagem limpa e colorida permite imaginar o silêncio e o ritmo muito mais lento daquela Juiz de Fora, onde o barulho mais alto provavelmente era o das rodas das charretes sobre as pedras.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
193
Cartão Postal
Rua Marechal Deodoro da Fonseca
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O Bonde de Tração Animal
O elemento mais chamativo é o bonde puxado por burros (ou mulas). Juiz de Fora utilizou esse sistema de tração animal até a chegada dos bondes elétricos, que foram inaugurados pouco depois, em 1906.
Note que o bonde é aberto, ideal para o clima e para a rápida subida e descida de passageiros.
A rua é de terra batida, mas já apresenta postes de fiação elétrica e telegráfica, reforçando o pioneirismo da cidade na eletrificação (graças à Usina de Marmelos).
O edifício em primeiro plano, com suas janelas sequenciais e estilo sóbrio, é típico das construções de uso misto (comércio no térreo e, às vezes, residência ou escritórios no pavimento superior) que dominavam o centro.
A foto olha em direção à parte baixa da cidade ou em direção à Rua Direita (Rio Branco). Ao fundo, é possível ver o contorno das montanhas que cercam Juiz de Fora, uma marca registrada da topografia local que permanece imutável.
O interessante desse projeto foi justamente mostrar como locais que hoje são extremamente densos e barulhentos, como a Marechal, já foram espaços de relativa tranquilidade e escala humana.
Em 1903, a Marechal Deodoro já era um ponto de convergência de quem vinha da estação ferroviária em direção ao centro comercial e financeiro.
Ver esse bonde parado ou passando em frente a esses prédios ajuda a entender a dinâmica de movimento que deu origem ao atual e áreas de intenso comércio.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

192
Cartão Postal
Rua Direita, Atual Avenida Barão do Rio Branco
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Esta fotografia é uma das mais emblemáticas da transição urbana de Juiz de Fora, capturando a Rua Direita (hoje Avenida Barão do Rio Branco) em um momento em que ela deixava de ser uma via colonial para se tornar o eixo monumental da "Manchester Mineira".
A imagem mostra a avenida ainda com características de "estrada", com terra batida e uma arborização jovem.
Um detalhe fascinante é o poste de fiação com inúmeras travessas de isoladores.
Ele simboliza a vanguarda de Juiz de Fora, que foi a primeira cidade da América do Sul a ter uma usina hidrelétrica de grande porte (Marmelos Zero, 1889). Esse emaranhado de fios era o sinal máximo de progresso para a época.
À direita vemos um grupo de pessoas, incluindo crianças com vestidos brancos armados, típicos da moda infantil europeia do início do século XX.
O contraste entre a sofisticação das roupas e a rua de terra resume bem o Brasil daquele período.
Note a assinatura no canto inferior direito. Refere-se ao fotógrafo ou editor da imagem original.
Este registro é fundamental para entender como o poder político e a infraestrutura elétrica se concentraram na Rio Branco desde cedo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
191
Cartão Postal
Grande Hotel Reinaissance
Construção do final do século XlX.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Esta imagem é outro registro fascinante da Juiz de Fora da "Belle Époque", capturando o Grande Hotel Renaissance, um símbolo do luxo e do cosmopolitismo da cidade na virada do século.
Grande Hotel Renaissance
Inaugurado no final do século XIX (por volta de 1890), o hotel ficava localizado na atual Praça Doutor João Penido, (Praça da Estação).
Era um belo exemplar da arquitetura eclética com influências neoclássicas.
O nome francês ("Renaissance") não era por acaso; Juiz de Fora vivia o auge do ciclo do café e da industrialização, sendo chamada de "Manchester Mineira", e buscava espelhar o requinte europeu.
No início do século XX, o Renaissance era o ponto de encontro da elite mineira, políticos e viajantes de negócios que chegavam pela Estrada de Ferro Central do Brasil. Seu restaurante, destacado na fachada, era um dos mais sofisticados da região.
Note as figuras humanas — pessoas trajando paletós e chapéus, reforçando o caráter formal e elegante que o entorno do hotel exigia.
Hoje, o prédio original não existe mais em sua forma original, tendo sido vítima das intensas transformações urbanas que Juiz de Fora sofreu ao longo do século XX. Por isso, fotografias como esta são os únicos testemunhos da imponência arquitetônica daquela era.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

190
Cartão Postal
Teatro Juiz de Fora construído por Alfredo Ferreira Lage na Rua Espirito Santo.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O teatro foi construído por Alfredo Ferreira Lage (fundador do Museu Mariano Procópio). Ele foi um grande entusiasta das artes e da preservação histórica.
Situava-se na Rua Espírito Santo, entre as ruas Batista de Oliveira e a Avenida Rio Branco.
Era o centro do entretenimento refinado da cidade na época.
A fachada, visível na foto, apresenta um estilo eclético com elementos neoclássicos. Note o letreiro "THEATRO" no frontão e as sacadas trabalhadas, que a sua colorização ajudou a destacar maravilhosamente.
A "Manchester Mineira": Em 1903, Juiz de Fora vivia uma explosão de riqueza vinda da indústria e do café.
O teatro era o ponto de encontro da elite, recebendo companhias líricas europeias e grandes concertos.
A Rua Espírito Santo: No início do século XX, essa rua era uma das mais elegantes.
A foto mostra o calçamento de pedras (pé-de-moleque) típico do período.
O teatro original infelizmente não existe mais (foi demolido para dar lugar a novas construções), o que torna este postal um documento visual raríssimo da arquitetura desaparecida da cidade.
Muitas das fotos dessa época foram feitas pelo próprio Alfredo Ferreira Lage ou por fotógrafos contratados por ele (como Francisco Sancassani, cujo nome aparece discretamente no canto inferior direito de alguns postais da época, como visto na sua imagem).
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

189
Cartão Postal
Vista Parcial da cidade visto da Academia de Comercio
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
A foto foi tirada das dependências da Academia de Comércio (30 de março de 1891.). Naquela época, a Academia era um dos pontos mais altos e imponentes da mancha urbana.
A vista privilegiada permitia contemplar o crescimento do Centro em direção ao que hoje conhecemos como o bairro Granbery e a parte baixa da cidade.
Note como a cidade era quase inteiramente composta por casas térreas e sobrados.
Não havia prédios altos; o destaque ficava para as torres das igrejas e os grandes casarões de famílias ligadas ao café e à indústria.
A predominância de telhas coloniais dá esse tom avermelhado/terroso que a colorização ajuda a destacar, contrastando com o verde intenso das encostas, que ainda eram muito preservadas.
A "Manchester Mineira"
Em 1903, Juiz de Fora estava no auge de sua efervescência industrial.
Poucos anos antes (1889), havia sido inaugurada a Usina de Marmelos, e a cidade era o principal polo econômico de Minas Gerais.
A ferrovia Estrada de Ferro Central do Brasil já era o coração das exportações.
O estilo arquitetônico visível na foto reflete a transição do colonial para o eclético, trazido pela influência dos imigrantes europeus (especialmente italianos e alemães) que ajudaram a construir a cidade.
Em 1903, o atual Parque Halfeld já existia com o desenho projetado por Miguel Antônio Lallemant por volta de 1879, com obras de Julio Monfá e André Alfeld. O local passou por uma grande remodelação em 1901 pela Cia. Pantaleone Arcuri & Spinelli, financiada por Francisco Mariano, e a Rua Halfeld já se consolidava como o centro nervoso do comércio, embora na foto ela apareça apenas como uma das linhas que cortam o casario.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

188
Cartão Postal
Vista Parcial do Bairro Mariano Procópio
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
A fotografia mostra o bairro Mariano Procópio ainda com uma fisionomia muito próxima de uma chácara ou zona rural, com caminhos de terra e muita vegetação.
É o registro de uma Juiz de Fora que começava a se expandir para além do núcleo central.
As construções térreas com telhados de barro aparentes são típicas do século XIX, refletindo a ocupação da região influenciada pela presença da família Ferreira Lage e pela Estrada União e Indústria.
Um detalhe fascinante é a presença do poste com isoladores e fios à direita.
Em 1903, Juiz de Fora já vivia a era da eletricidade (graças à Companhia Mineira de Eletricidade.
Esse contraste entre o caminho de terra batida e a fiação elétrica era o símbolo máximo da modernidade na época.
A pessoa caminhando em destaque no primeiro plano ajuda a dar a escala da paisagem e registra o cotidiano e a vestimenta da virada do século.
O bairro Mariano Procópio era o portão de entrada para quem vinha pela União e Indústria.
A fotografia captura uma "vista parcial" que, hoje, seria impossível de reconhecer sem esses registros, devido à densa urbanização e verticalização da região.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

187
Cartão Postal
Antiga companhia Mineira de Eletricidade na Rua Espirito Santo
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Essa imagem é um registro histórico fantástico da Companhia Mineira de Eletricidade (CME), um dos grandes marcos do pioneirismo de Juiz de Fora. Essa fotografia de 1903 captura a essência da "Manchester Mineira" no auge de sua inovação tecnológica.
A CME, fundada por Bernardo Mascarenhas em 1889, foi a responsável pela criação da Usina de Marmelos, a primeira grande central hidroelétrica da América do Sul.
O prédio na Rua Espírito Santo funcionava como sede administrativa e estratégica no centro da cidade.
O estilo do edifício é eclético, com elementos que remetem a pequenas fortificações (as torres laterais ou "guaritas"), o que dava uma sensação de solidez e importância à companhia que trazia a "modernidade" (a luz) para a cidade.
A assinatura no canto inferior direito refere-se a Francisco Soucasaux, um dos fotógrafos e engenheiros mais importantes daquele período em Minas Gerais. Ele registrou o progresso do estado com uma estética técnica e artística muito refinada.
Na legenda do postal, lê-se "Distribuidora de Eletricidade". Naquela época, o sistema de fiação era muito rudimentar comparado ao atual, e esses edifícios centrais eram o coração da operação urbana.
A presença das pessoas na fachada (incluindo a senhora na sacada e os homens à porta) ajuda a dar a escala do prédio e mostra o contraste das vestimentas da época com a robustez da construção em pedra.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

186
Cartão Postal
Bairro Fabrica
10º Regimento de Infantaria (10º RI) é preservada e continuada pelo 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, (10º BIL) — o famoso "Batalhão Marechal Guilherme Xavier de Souza".
A história do 10º Regimento de Infantaria (10º RI) em 1920, sediado em Juiz de Fora, Minas Gerais, é um capítulo fundamental para entender a importância militar e social da "Manchester Mineira" no início do século XX.
Naquela época, a cidade era um dos polos industriais e políticos mais vibrantes do Brasil, e a presença do regimento consolidava Juiz de Fora como um ponto estratégico de defesa e influência estatal.
Em 1920, o 10º RI já estava estabelecido em seu imponente quartel no bairro Fábrica.
A arquitetura do prédio, de estilo eclético, era um símbolo de modernidade e ordem. O regimento era parte da 4ª Região Militar, que tinha sua sede em Juiz de Fora.
O regimento era composto majoritariamente por jovens conscritos da região, tornando-se uma instituição de "civilização" e alfabetização para muitos mineiros.
Os oficiais do 10º RI eram figuras centrais na elite juiz-forana, frequentando clubes e participando ativamente da vida política local.
A década de 1920 foi marcada por intensas tensões políticas no Brasil (o período do Tenentismo).
Embora a Revolta do Forte de Copacabana só tenha ocorrido em 1922, em 1920 o clima já era de reorganização interna no Exército sob a influência da Missão Militar Francesa.
Em 1920, o 10º RI estava em pleno processo de modernização tática.
A Missão Francesa, que chegou ao Brasil em 1919, começou a implementar novas doutrinas que transformaram o regimento:
O uso de novas metralhadoras e táticas de infantaria.
Maior rigor na formação de sargentos e oficiais.
Diferente de uma força isolada, o regimento era o coração dos desfiles cívicos na Rua Halfeld.
Em 1920, as celebrações do 07 de Setembro em Juiz de Fora eram dominadas pela banda de música do 10º RI, considerada uma das melhores da região.
O 10º RI viria a ganhar fama nacional anos depois, durante a Revolução de 1930 e, mais tarde, ao fornecer o contingente principal para a formação do 11º Regimento de Infantaria sediado na cidade de São João Del Rey, que lutou na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.
O 10º BI não é apenas um prédio; ele é o sucessor de unidades que lutaram na Guerra do Paraguai e em outros conflitos que consolidaram as fronteiras do Brasil.
Em Juiz de Fora, o termo "Décimo" é sinônimo de respeito.
Ser a quarta unidade Militar na ordem de antiguidade significa que, quando o Brasil ainda estava se formando como nação, os antecessores dessa unidade já estavam em marcha.
Além da antiguidade, o batalhão se tornou referência na especialização de montanha, adaptando-se perfeitamente ao relevo da Zona da Mata mineira.
Texto de Autoria do Veterano: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

185
Cartão Postal
Paço Municipal
Sede da Antiga Prefeitura de Juiz de Fora
Esquina com a Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Final da década de 1920
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

184
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio e Capela do Stella Matutina em 1940, (Demolido).
Data do final do século XIX a criação de escolas secundárias e, posteriormente, de escolas superiores, destinadas a formação de mão de obra.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

183
Cartão Postal
Avenida Presidente Getúlio Vargas nas proximidades da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil
Ao fundo o Edifício Banco Brasileiro de desconto.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Adão Lucio Souza

182
Cartão Postal
Rua Marechal Deodoro
Provavelmente em 1957
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

181
Cartão Postal
Bairro Poço Rico
Praça da República ou Praça da Caveira em 1957.
A Praça da República em Juiz de Fora, embora hoje menos citada pelo nome oficial, é um local de enorme importância histórica e artística para a cidade e para o Brasil. Localizada no bairro Poço Rico, na área central, ela abriga o Marco do Centenário de Juiz de Fora.
O Marco do Centenário, Inaugurado em 1951 para celebrar os 100 anos da cidade, (completados em 1950), o monumento na praça é uma joia do modernismo brasileiro.
Colaboração de Gênios: O projeto foi assinado pelo arquiteto Arthur Arcuri, mas contou com a indicação de Oscar Niemeyer para que o artista Emiliano Di Cavalcanti criasse o mosaico.
Pioneirismo: É considerado o primeiro mural modernista em pastilhas de vidro instalado em praça pública no Brasil.
Simbologia: O painel de Di Cavalcanti retrata o trabalho e o desenvolvimento da "Manchester Mineira", com figuras que simbolizam a força da indústria e do povo juiz-forano.
A "Praça das Caveiras"
Curiosamente, a Praça da República ficou popularmente conhecida por um apelido mórbido: "Praça das Caveiras".
Isso se deve à sua localização estratégica logo em frente ao Cemitério Municipal. Nos anos 40 e 50, o local era um ponto de referência para quem visitava o cemitério, e o nome popular acabou "pegando" entre os moradores mais antigos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

180
Cartão Postal
Praça João Penido ou Praça da Estação como e conhecida popularmente, Casa Cruz Vermelha em 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia do livro "Sianinhas e Saudades: Armarinhos e Tecidos Tradicionais no Centro Histórico de Juiz de Fora".

179
Cartão Postal
É provável que ela tenha sido nomeada em homenagem a São João Batista, um santo popular, e tenha se desenvolvido junto com o crescimento da cidade de Juiz de Fora. A associação de comerciantes da rua foi fundamental para sua modernização e revitalização recente.
Podemos ver ao Fundo Academia de Comércio.
Inicio do século
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

178
Cartão Postal
Inauguração da Torre e da nova Estação Ferroviária
Estrada de Ferro Central do Brasil, em Juiz de Fora em de 26 de Dezembro de 1906.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Ferroviário

177
Cartão Postal
Parque Halfeld
Biblioteca Municipal, (Demolida).
A criação de uma biblioteca pública em Juiz de Fora foi proposta em 1888, pelo vereador Fonseca Hermes e inaugurada oficialmente em 28 de dezembro de 1897, no prédio da Câmara Municipal.
É considerada a instituição cultural mais antiga em funcionamento na cidade e no ano de 1982 recebeu o nome de Biblioteca Municipal Murilo Mendes em homenagem ao poeta juiz-forano.
A Biblioteca passou por diversas sedes até que, em 1996, instalou-se definitivamente no complexo do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, na Avenida Getúlio Vargas, 200, centro.
Em 2001 foi criada a Associação de Amigos da Biblioteca Municipal Murilo Mendes – AABIM – MM, que implementa ações para a revitalização dos serviços da Biblioteca.
Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/biblioteca/historia.php. Acesso em: jan. 2016.
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Desde a sua criação constitui-se como um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Situado entre as suas principais ruas - Halfeld, Marechal Deodoro e Av. Barão do Rio Branco - pode ser considerado, além de área de lazer, um centro político e religioso da cidade.
Com o nome de Largo Municipal, foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome de Juiz de Fora. A área foi adquirida pela Câmara Municipal, em 1854, do engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e nessa época o parque não contava com calçamento.
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e a segunda intervenção urbanística aconteceu em 1901, quando o Largo Municipal foi completamente remodelado pela Cia. Pantaleone Arcuri e Spinelli com o financiamento de Francisco Mariano Halfeld, filho do engenheiro Henrique Halfeld , passando, em virtude disso, a chamar-se Parque Halfeld.
Fizeram levantamento de canteiros, abertura de ruas, fechamento de outras, um pavilhão central, uma casa para o guarda do jardim, repuxos, lagos, pontes e casas rústicas, reforma do gradil, entre outros. O pavilhão, construído em estilo eclético, foi mais tarde sede da Biblioteca Municipal.
Novas reformas paisagísticas aconteceram durante as décadas de 50 e 60 tendo a última ocorrido em 1981, quando o Parque Halfeld teve diversas árvores derrubadas e sua área de terra e areia substituídas por novos passeios de pedra portuguesa. Os únicos elementos remanescentes do projeto de 1901 são a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu e o lago.
O Parque foi tombado pela Prefeitura em 29 de dezembro de 1989.
Disponível em: http://pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/parque_halfeld.php.
Provavelmente década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

176
Cartão Postal
Interior do Cine Theatro Central em 1940
Sua capacidade é de 1,881 espectadores
O projeto, do arquiteto Raphael Arcuri, é uma das primeiras referências locais à influência do art déco, ao passo que a decoração interna, da autoria de Ângelo Biggi, mantém-se fiel à tradição muralista italiana com temas clássicos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

175
Cartão Postal
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

174
Revenda Fiat
Italiano que criou em Juiz de Fora uma agência da FIAT na década de 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
173
Cartão Postal
Vista Parcial
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver em destaque o Rocha Hotel
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

172
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver a casa do Bispo, Catedral Metropolitana dentre outros.
Décadas prováveis 1920/1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

171
Cartão Postal
Provavelmente final da década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

170
Cartão Postal
Parque Halfeld em 06 de Janeiro de 1907
Ao Fundo a Biblioteca e o Chafariz da planta original do Parque.
Esta Biblioteca e citada e mostrada no Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

169
Cartão Postal
Tupynambás Futebol Clube, (Demolido).
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

168
Cartão Postal
Foto tirada do alto da igreja São Sebastião em 1912
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

167
Data provável década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa

166
Cartão Postal
Parque Halfeld
Podemos ver ao Fundo a Sede da 1º Biblioteca Municipal e o antigo chafariz, Ambos Demolidos.
Podemos ver a placa de Proibido apanhar as flores, Com multa caso ocorresse e se desse o devido flagrante no Meliante.
Já hoje tudo e festa......
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão
165
Cartão Postal
Parque Halfeld
Podemos ver ao Fundo a Sede da 1º Biblioteca Municipal e o antigo chafariz, Ambos Demolidos.
Podemos ver a placa de Proibido apanhar as flores, Com multa caso ocorresse e se desse o devido flagrante no Meliante.
Já hoje tudo e festa......
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão

164
Cartão Postal
Praça do Riachuelo ou Largo do Riachuelo
Ao fundo o Jardim da Infância
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rogério Gomes, (In Memoriam).

163
Cartão Postal
Praça do Riachuelo ou Largo do Riachuelo, ao fundo o Jardim da Infância
Data provável 1928
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Alberto Surerus Moutinho
162
Cartão Postal
Praça do Riachuelo ou Largo do Riachuelo em 1930.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

161
Cartão Postal
Colégio Stella Matutina em 1940, (Demolido).
Data do final do século XIX a criação de escolas secundárias e, posteriormente, de escolas superiores, destinadas a formação de mão de obra.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

160
Cartão Postal
Interior do Cine Theatro Central em 1940
Sua capacidade é de 1,881 espectadores
O projeto, do arquiteto Raphael Arcuri, é uma das primeiras referências locais à influência do art déco, ao passo que a decoração interna, da autoria de Ângelo Biggi, mantém-se fiel à tradição muralista italiana com temas clássicos.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
159
Cartão Postal
Provavelmente em 1957
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

158
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver a casa do Bispo, Catedral Metropolitana dentre outros.
Décadas prováveis 1920/1930.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

157
Cartão Postal
Atual Avenida Presidente Getúlio Vargas em 1939
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

156
Cartão Postal Campos
Catedral Metropolitana
Data provável década de 1950/1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
155
Cartão Postal
Capela de Nossa Senhora aparecida a Frente uma estatua em tamanho natural, em homenagem ao 1º Bispo de Juiz de Fora Dom Justino José de Sant'Ana (1924/1958).
E acima a Centenária Catedral Metropolitana
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

154
Cartão Postal
Residência de Doutor Ulisses e Dona Lourdes, (Castelinho).
Avenida Barão do Rio Branco - 3029
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
153
Cartão Postal
Catedral Metropolitana em 1913
Em 1850, aconteceu a emancipação do Município
Desta forma a igreja foi transformada na Paróquia Santo Antônio
Até a chegada dos Padres Redentoristas em 1900, a igreja foi a única da cidade
Com o crescimento do Município, o Templo começou a ficar pequeno para o número de fiéis
Assim, em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma maior e um ano depois, em 1865, o cemitério foi transferido para a estrada União e Indústria, onde hoje é o Cemitério Municipal, no Bairro Poço Rico.
A Catedral possuía um muro de pedras de cerca de cinco metros de altura, que a protegia
Mas, no início do século XX, ele foi demolido e o material aproveitado no calçamento de diversas Ruas do Município
Os recursos obtidos pela venda das pedras foram aplicados na construção das Ruas e dos jardins em torno do templo
Após dois anos de construção, a nova matriz foi inaugurada, com espaço mais amplo e na parte superior do prédio original
Em 1924, o então arcebispo, Dom Justino José de Sant'Ana, realizou algumas reformas na igreja. Na década de 1940, ele lançou a ideia de transformar a igreja numa "Catedral Gótica".
Porém, não conseguiu a verba necessária e fez apenas algumas obras, como as varandas da porta central, a cúpula e ampliação das laterais
Foram dezesseis anos de obras, de 1950 a 1966.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

152
Cartão Postal
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

151
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio Stella Matutina, (Demolido).
A história do Colégio "Stella Matutina" começou em oito de setembro de 1902. As Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo fundaram em Juiz de Fora a primeira casa da Congregação no país: o Colégio "Stella Matutina". A instituição funcionou primeiro em um antigo sobrado branco, em frente à Santa Casa de Misericórdia. As primeiras aulas tiveram início em janeiro de 1903 e incluíam trabalhos manuais, estudos de música e pintura ministrados pelas irmãs. O Colégio funcionava em regime de internato e externato feminino.
Em 1905 o Colégio, com mais de 100 alunas, passou a funcionar numa outra construção antiga, perto da Catedral Metropolitana. Em 1916, começou a atuar na formação de professores e foi equiparado à Escola Normal Modelo de Belo Horizonte. No ano seguinte, no dia 8 de setembro de 1917, foi inaugurado um novo prédio na Avenida Independência.
O Stella funcionou normalmente neste local até a década de 70 quando parte do terreno foi desapropriado. A medida fez com que a Avenida Independência dividisse o Colégio ao meio, passando no meio do pátio. Para solucionar o problema e não interromper as atividades letivas, foi construída outra casa, onde hoje funciona Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Um século depois, o Colégio instalado na Avenida Independência, continua sua missão pautada nas bases da Filosofia Humanista-Libertadora. Atende alunos de várias religiões e conta com uma infraestrutura completa e cursos extracurriculares.
Fotografia de 1939
Fonte texto: quasetudo
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

150
Cartão Postal
Parque Halfeld
Ao Fundo a Biblioteca em estilo Art. Déco e chafariz ambos demolidos
Provavelmente década de 1920.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

149
Cartão Postal Brescia
Imagem de Nossa Senhora da Glória
O Studio Fotográfico era localizado na Rua Halfeld - 545
Provavelmente década de 1930 ou 1940
Acervo: Humberto Ferreira

148
Cartão Postal
Palácio Barbosa Lima, em seus Primórdios
A pontinha lá em cima parece ser o Cristo Redentor. Essa foto foi tirada em 1907 e o Cristo Redentor de juiz de Fora foi inaugurado 08 de Julho de 1906.
Acervo: Humberto Ferreira

147
Cartão Postal
2° Congresso Eucarístico em Comemoração ao Centenário de Juiz de Fora, em Maio de 1950.
Acervo: Gutemberg Gomes

146
Cartão Postal
Praça João Penido ou Praça da Estação como e conhecida popularmente, Casa Cruz Vermelha em 1920.
Fotografia do livro "Sianinhas e Saudades: Armarinhos e Tecidos Tradicionais no Centro Histórico de Juiz de Fora".

145
Avenida Barão do Rio Branco com seus Jalões, (Árvores).
Podemos ver a Catedral Metropolitana e ao fundo A cada do Bispo
Década de 1930 ou 1940
Acervo: Humberto Ferreira

144
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco, "Rua Direita" a principal Avenida da cidade.
A vista é o sul, em direção a Passos, a Pista era única, com "afluência" a cada poucos quarteirões onde os Bondes vão em direções opostas poderiam passar.
Juiz de Fora foi a primeira cidade de Minas Gerais a ter Bondes.
Podemos ver a direita a Catedral Metropolitana e ao fundo onde se vê algumas palmeiras era palácio Episcopal, "Atual Empório Bahamas".
Data provável 1920 ou 1930.
Colorização não informado
Fotografia extraída de Fotos Antigas
Texto: Mauricio Lima Corrêa

143
Cartão Postal Colombo
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Histórico
A primeira capela de Santo Antônio, origem remota da Catedral, teria existido no Morro da Boiada e pouco tempo depois, desmoronado. Em 1741, uma segunda capela foi construída no mesmo local (fazenda de Antônio Vidal). Já em 1812, com a venda da propriedade, o novo dono, Antônio Dias Tostes, pediu autorização ao Governo do Império para transferir a capela para outro local.
A autorização da construção foi dada em 1844 e três anos depois, passou a funcionar em frente à Estrada Geral (hoje, avenida Barão do Rio Branco). O espaço tinha cerca de 100m de extensão. No mesmo local construiu-se o primeiro cemitério.
Com a emancipação do nosso município, em 31 de maio de 1850, a capela foi transformada na primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única até 1900. Somente com a chegada dos padres da Congregação dos Redentoristas é que novas paróquias foram instaladas.
O templo teve logo que ser ampliado, pois se tornou pequeno para o grande número de fiéis que participavam das celebrações. Em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma nova. Um ano depois, o cemitério foi transferido para as proximidades da Estrada União Indústria, hoje Cemitério Municipal.
A nova matriz foi inaugurada em 1866, com espaço maior e construída atrás do prédio original. Em 1924, Dom Justino, nosso primeiro bispo, realizou algumas reformas no prédio, como o novo piso, ampliação do presbitério, nova pintura, novo púlpito, altar de mármore, além da reforma do trono e do lustre de cristal
Segundo a pesquisa histórica, a Catedral já foi protegida por um muro de pedras de cinco metros de altura. No entanto, no início do século XX, a parede foi demolida e as pedras foram reaproveitadas no calçamento de diversas ruas da cidade. O dinheiro arrecadado com a venda de parte destas pedras também foi utilizado para a construção do jardim e das vias existentes em volta da igreja.
Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a matriz, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e foi reinauguradas em 1966.
A igreja já passou por várias modificações até chegar ao prédio atual. E ela se destaca não só por sua estrutura física, mas também pela composição administrativa e organizacional. Em toda a sua história, mais de 80 padres, párocos e vigários paroquiais, já passaram por ela. Além disso, possui localização privilegiada: fica na avenida principal da cidade, ocupando uma posição geográfica central.
Final da década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa

142
Cartão Postal
Parque e Lago
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa

141
Cartão Postal
Interior da Catedral Metropolitana
Década de 1950
Acervo Humberto Ferreira

140
Cartão Postal
Praça da Estação ou Doutor João Penido
Podemos ver ao Fundo o Grande Hotel Renaissance
Atualmente Grande Hotel Renascença
Data não informado
Fotografia Colorizada por Fabiano Quixaba
Acervo Mauricio Lima Corrêa
139
Cartão Postal emitido pelos Correios Brasileiros em Março de 1934. Interessante a Visão Panorâmica de Juiz de Fora com destaque para a Academia de Comércio e a Catedral Metropolitana.
Acervo David Tavares Ladeira - Filatelista
138
Cartão Postal
Rua Marechal Deodoro
Provavelmente em 1957
Acervo Elton Belo Reis

137
Cartão Postal de Vista Panorâmica
Catedral Metropolitana em 1966
Cartão Colorizado por Fabiano Quixaba
Acervo Mauricio Lima Corrêa

Cabinet Portrait
Photographia e Phototypia de Ehrhard Brand & Companhia
Juiz de Fora
Data não informado
Colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Elton Belo Reis

135 Photographia e Phototypia de Ehrhard Brand & Companhia
Juiz de Fora
Data não informado
Colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Elton Belo Reis

Cartão Postal
Clube Palmeirense na Cidade de Santos Dumont
Data não Informado
Acervo Elton Belo Reis

133 Clube Palmeirense na Cidade de Santos Dumont
Data não Informado
Acervo Elton Belo Reis

Cartão Postal tipo fotografia: Imagem de um jovem senhor
com trajes carnavalescos, com lança-perfume e com as anotações
manuscritas: Juiz de Fora - Carnaval de 1920
Acervo Elton Belo Reis

132Acervo Elton Belo Reis

Postal da Santa Casa de Misericórdia de 29 de Novembro de 1936
Um pouco de sua Historia
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.
Texto Fonte: https://www.jfminas.com.br/portal/historia/historia-da-santa-casa-de-misericordia-de-juiz-de-fora
Acervo Elton Belo Reis

131 Um pouco de sua Historia
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.
Texto Fonte: https://www.jfminas.com.br/portal/historia/historia-da-santa-casa-de-misericordia-de-juiz-de-fora
Acervo Elton Belo Reis

Cartão Postal
Foto Campos
Vista Panorâmica da Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Data não Informado
Acervo Elton Belo Reis

130 Foto Campos
Vista Panorâmica da Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Data não Informado
Acervo Elton Belo Reis

Postal tipográfico Circulado em 1905 no Estado de Minas
Gerais (Ouro Preto/Juiz de Fora), com dedicatória manuscrita ao - Ilmo
Senhor Lindolpho Gomes
Redacção do Pharol Juiz de Fora com a assinatura do ator, Joaquim de Oliveira, (Actor).
Acervo Elton Belo Reis

129 Redacção do Pharol Juiz de Fora com a assinatura do ator, Joaquim de Oliveira, (Actor).
Acervo Elton Belo Reis

Postal tipográfico Circulado em 1905 no Estado de Minas
Gerais (Ouro Preto/Juiz de Fora), com dedicatória manuscrita ao - Ilmo
Senhor Lindolpho Gomes
Redacção do Pharol Juiz de Fora com a assinatura do ator, Joaquim de Oliveira, (Actor).
Acervo Elton Belo Reis

Redacção do Pharol Juiz de Fora com a assinatura do ator, Joaquim de Oliveira, (Actor).
Acervo Elton Belo Reis

128
Primeira sede da "Pantaleone Arcuri & Spinelli
Cartão postal circulado de Juiz de Fora para Petrópolis em 04 de Fevereiro de 1914
Acervo David Tavares Ladeira
Cartão postal circulado de Juiz de Fora para Petrópolis em 04 de Fevereiro de 1914
Acervo David Tavares Ladeira
127
Carte de Cabinete, com representação de senhora, pelo fotógrafo A. Campos, ativo na Cidade de Juiz de Fora
Provavelmente década de 1900.
Foto colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Elton Belo Reis
Provavelmente década de 1900.
Foto colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Elton Belo Reis
126
Cartão Postal
Parque Halfeld
Década de 1920
Acervo Elton Belo Reis
Parque Halfeld
Década de 1920
Acervo Elton Belo Reis
125
Carte de Cabinete, com representação de senhora, pelo fotógrafo A. Campos, ativo na Cidade de Juiz de Fora
Provavelmente década de 1900.
Acervo Elton Belo Reis
Provavelmente década de 1900.
Acervo Elton Belo Reis
124
Cartão Postal
II Congresso Eucarístico Nacional
Centenário de Juiz de Fora em 1950
Acervo Elton Belo Reis
II Congresso Eucarístico Nacional
Centenário de Juiz de Fora em 1950
Acervo Elton Belo Reis
124
Cartão Postal
Rodoviária Miguel Mansur
Data não informado
Rodoviária Miguel Mansur
Data não informado
Fotografia de Autoria: Antônio C. da Silva
Acervo Elton Belo Reis
123
Cartão Postal
Rua Halfeld
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
122
Cartão Postal
Bairro Mariano Procópio
Parque do Museu Mariano Procópio
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Bairro Mariano Procópio
Parque do Museu Mariano Procópio
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
121
Cartão Postal
Vista Panorâmica
Palmyra ao fundo o Sanatório desta cidade
Atual cidade de Santos Dumont
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Vista Panorâmica
Palmyra ao fundo o Sanatório desta cidade
Atual cidade de Santos Dumont
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
120
Cartão Postal
Fachada do Sanatório em Santos Dumont
Palmyra
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Fachada do Sanatório em Santos Dumont
Palmyra
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
119
Cartão Postal
Cidade de Santos Dumont
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Cidade de Santos Dumont
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
118
Cartão Postal
Cidade de Santos Dumont
Jardim Municipal
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Cidade de Santos Dumont
Jardim Municipal
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
117
Cartão Postal
Cidade de Santos Dumont
Papelaria Ideal
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Cidade de Santos Dumont
Papelaria Ideal
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
116
Cartão Postal Tipográfico
Palmyra atual cidade de Santos Dumont
Avenida 15 de Novembro
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Palmyra atual cidade de Santos Dumont
Avenida 15 de Novembro
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
115
Cartão Postal
Bairro Poço Rico
Praça da República ou Praça da Caveira em 1957
Acervo Elton Belo Reis
Bairro Poço Rico
Praça da República ou Praça da Caveira em 1957
Acervo Elton Belo Reis
114
Cartão Postal
Bairro Mariano Procópio
Lago do Museu Bairro Mariano Procópio em 1950
Acervo Elton Belo Reis
Bairro Mariano Procópio
Lago do Museu Bairro Mariano Procópio em 1950
Acervo Elton Belo Reis
113
Verso de Cartão Postal
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Raro postal circulando na Europa, Precisamente na França: Une Fabrique de Tissus a Juiz de Fora Minas Gerais,(Fábrica de Tecidos em Juiz de Fora Minas Gerais).
Imagem com Bonde elétrico e pessoas
Esta imagem prova que a Avenida Presidente Getúlio Vargas já teve circulação de Bondes
Década de 1920
Acervo Elton Belo Reis
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Raro postal circulando na Europa, Precisamente na França: Une Fabrique de Tissus a Juiz de Fora Minas Gerais,(Fábrica de Tecidos em Juiz de Fora Minas Gerais).
Imagem com Bonde elétrico e pessoas
Esta imagem prova que a Avenida Presidente Getúlio Vargas já teve circulação de Bondes
Década de 1920
Acervo Elton Belo Reis
112
Anverso de Cartão Postal
Raro postal circulando na Europa, Precisamente na França: Une Fabrique de Tissus a Juiz de Fora Minas Gerais,(Fábrica de Tecidos em Juiz de Fora Minas Gerais).
Década de 1920
Acervo Elton Belo Reis
Raro postal circulando na Europa, Precisamente na França: Une Fabrique de Tissus a Juiz de Fora Minas Gerais,(Fábrica de Tecidos em Juiz de Fora Minas Gerais).
Década de 1920
Acervo Elton Belo Reis
111
Cartão Postal
Avenida Presidente Getúlio Vargas nas proximidades da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil
Ao fundo o Edifício Banco Brasileiro de desconto
Provavelmente década de 1950
Acervo Adao Lucio Souza
Avenida Presidente Getúlio Vargas nas proximidades da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil
Ao fundo o Edifício Banco Brasileiro de desconto
Provavelmente década de 1950
Acervo Adao Lucio Souza
110
Cartão Postal
Praça Antonio Carlos
Provavelmente décadas de 1940/1950
Acervo Elton Belo Reis
Praça Antonio Carlos
Provavelmente décadas de 1940/1950
Acervo Elton Belo Reis
109
Cartão Postal
Fórum de Juiz de Fora
Atualmente Câmara Municipal
Rua Halfeld - 955
Data não informado
Editado por L. de Rennes
Acervo Elton Belo Reis
Fórum de Juiz de Fora
Atualmente Câmara Municipal
Rua Halfeld - 955
Data não informado
Editado por L. de Rennes
Acervo Elton Belo Reis
108
Cartão Postal Colorizado
Residência da Família de Henrique Surerus e Irmãos em 1886
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Acervo Elton Belo Reis
Residência da Família de Henrique Surerus e Irmãos em 1886
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Acervo Elton Belo Reis
107
Cartão Postal
Lembrança de Juiz de Fora
Vista Parcial e Rua Halfeld
Editado por Brescia
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
Lembrança de Juiz de Fora
Vista Parcial e Rua Halfeld
Editado por Brescia
Data não informado
Acervo Elton Belo Reis
106
Cartão Postal
Igreja de São Sebastião
Praça Doutor Hermenegildo Villaca
Provavelmente década de 1960
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Igreja de São Sebastião
Praça Doutor Hermenegildo Villaca
Provavelmente década de 1960
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
105
Cartão Postal
Igreja do Rosário
Bairro Granbery
Rua Antônio Dias
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Igreja do Rosário
Bairro Granbery
Rua Antônio Dias
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
104
Cartão Postal
Foto tirada do interior do Parque Halfeld em 1965
Ao Fundo podemos ver a Igreja Metodista
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Foto tirada do interior do Parque Halfeld em 1965
Ao Fundo podemos ver a Igreja Metodista
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
103
Cartão Postal Fotográfico
Escola Normal Santa Cruz
Diplomandas de 1919
Acervo Elton Belo Reis
Escola Normal Santa Cruz
Diplomandas de 1919
Acervo Elton Belo Reis
102
Repartições Municipais
Podemos ver os carros de praças estacionados em frente ao Parque Halfeld e ao Fundo a Câmara Municipal
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld em 1948
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Podemos ver os carros de praças estacionados em frente ao Parque Halfeld e ao Fundo a Câmara Municipal
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld em 1948
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
101
Cartão Postal Colombo
Repartições Municipais em 1950
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Repartições Municipais em 1950
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
100
Cartão Postal
Caixa Econômica Federal
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Rua Halfeld
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Caixa Econômica Federal
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Rua Halfeld
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
99
Cartão Postal Raro
Cadeia em 1914
Avenida Presidente Getúlio Vargas(Demolida)
No Local esta as instalações da Escola Normal
Acervo Elton Belo Reis
Cadeia em 1914
Avenida Presidente Getúlio Vargas(Demolida)
No Local esta as instalações da Escola Normal
Acervo Elton Belo Reis
98
Cartão Postal
Comemorativo pelo Centenário de Apolônia Pinto 1854-1954
Atriz brasileira, nasceu entre o segundo e terceiro ato da peça O tributo das cem donzelas, de J. da Silva Mendes Júnior, no camarim número 1 do teatro São Luís, no dia 21 de junho de 1854
De grande versatilidade e talento natural, estreou em cena aos dezesseis anos de idade, em 1866, no mesmo teatro, na mesma cidade de seu nascimento e na mesma peça em que a mãe atuava, quando do seu nascimento, A Ciganinha de Paris (Apolônia seria mais tarde delirantemente aplaudida no país e em Portugal, justamente no papel da ingênua, desse drama).
Transformando-se numa das maiores empresárias de sua época, levou pioneiramente o teatro brasileiro à Europa, sendo ovacionada em Portugal e na França. Em 1890, na cidade de Juiz de Fora (MG), Apolônia Pinto foi recepcionada na reinauguração do antigo Teatro Juiz de Fora, que fora rebatizado com o nome do famoso ator italiano Ermete Novelli. Em 1897, trouxe da Europa um projetor de cinema Lumière, que instalou no Teatro Lucinda, exibindo películas francesas, portuguesas e espanholas, juntamente com seus espetáculos de teatro. No século XX, trabalhou com Oduvaldo Viana. Morreu no Rio de Janeiro no Retiro dos Artistas
Apresenta Selo Comemorativo
Acervo Elton Belo Reis
Comemorativo pelo Centenário de Apolônia Pinto 1854-1954
Atriz brasileira, nasceu entre o segundo e terceiro ato da peça O tributo das cem donzelas, de J. da Silva Mendes Júnior, no camarim número 1 do teatro São Luís, no dia 21 de junho de 1854
De grande versatilidade e talento natural, estreou em cena aos dezesseis anos de idade, em 1866, no mesmo teatro, na mesma cidade de seu nascimento e na mesma peça em que a mãe atuava, quando do seu nascimento, A Ciganinha de Paris (Apolônia seria mais tarde delirantemente aplaudida no país e em Portugal, justamente no papel da ingênua, desse drama).
Transformando-se numa das maiores empresárias de sua época, levou pioneiramente o teatro brasileiro à Europa, sendo ovacionada em Portugal e na França. Em 1890, na cidade de Juiz de Fora (MG), Apolônia Pinto foi recepcionada na reinauguração do antigo Teatro Juiz de Fora, que fora rebatizado com o nome do famoso ator italiano Ermete Novelli. Em 1897, trouxe da Europa um projetor de cinema Lumière, que instalou no Teatro Lucinda, exibindo películas francesas, portuguesas e espanholas, juntamente com seus espetáculos de teatro. No século XX, trabalhou com Oduvaldo Viana. Morreu no Rio de Janeiro no Retiro dos Artistas
Apresenta Selo Comemorativo
Acervo Elton Belo Reis
97
Cartão Postal Colombo
Bairro Paineiras
Seminário São Domingos
Orlando Gonçalves comentou: joguei muita bola quando era o Dominicanos, depois Clínica Psiquiátrica
Existe uma estrada que sai lá no Bairro Serra Azul...
Provavelmente década de 1960
Acervo Elton Belo Reis
Bairro Paineiras
Seminário São Domingos
Orlando Gonçalves comentou: joguei muita bola quando era o Dominicanos, depois Clínica Psiquiátrica
Existe uma estrada que sai lá no Bairro Serra Azul...
Provavelmente década de 1960
Acervo Elton Belo Reis
96
Cartão Postal Colorizado
Inauguração da Torre e da nova Estação Ferroviária
Estrada de Ferro Central do Brasil, em Juiz de Fora
Lembrança de 26 de Dezembro de 1906
Acervo Museu Ferroviário
Inauguração da Torre e da nova Estação Ferroviária
Estrada de Ferro Central do Brasil, em Juiz de Fora
Lembrança de 26 de Dezembro de 1906
Acervo Museu Ferroviário
95
Cartão Postal
Rua Halfeld
Rua Halfeld
Década de 1930/1940
Acervo Elton Belo Reis
Acervo Elton Belo Reis
94
Cartão Postal
Eduardo de Menezes Filho,(1886 1958),foi um político brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, formou-se em advocacia
Mudou-se para Juiz de Fora, onde exerceu os cargos de vereador (1916 a 1927) e prefeito (1936-1937).
Foi também fundador da seção do Rotary Club local, além de Advogado Geral e Desembargador no Tribunal da Relação do Estado de Minas Gerais.Juiz de Fora ,1908
Acervo Elton Belo Reis
Eduardo de Menezes Filho,(1886 1958),foi um político brasileiro. Nascido no Rio de Janeiro, formou-se em advocacia
Mudou-se para Juiz de Fora, onde exerceu os cargos de vereador (1916 a 1927) e prefeito (1936-1937).
Foi também fundador da seção do Rotary Club local, além de Advogado Geral e Desembargador no Tribunal da Relação do Estado de Minas Gerais.Juiz de Fora ,1908
Acervo Elton Belo Reis
93
Verso do Postal reproduzindo o quadro o tropeiro de Alberto Delpino
Sobrescrito e assinado pelo pintor em 1905
Alberto André Feijó Delpino (Juiz de Fora, 10 de Agosto de 1864
Belo Horizonte, 15 de Março de 1942) foi um reputado pintor, desenhista, caricaturista, escultor, arquiteto e professor brasileiro.
Depois do estudo de humanidades realizado no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Delpino ingressou na Academia Imperial de Belas Artes de onde saiu formado em pintura, desenho, escultura e arquitetura. Teve por professores os artistas mais conceituados de sua época: Pedro Américo, Vitor Meireles, José Maria de Medeiros, Augusto Rodrigues Duarte, João Zeferino da Costa, os alemães Georg Grimm e Benno Treidler, Almeida Reis, Rodolfo Bernardelli, Francisco Joaquim Béthencourt da Silva e Giovanni Battista Pagani.
Retrato oficial de Tiradentes, pintura de Alberto Delpino
Artista plástico mineiro condecorado pelo Imperador D. Pedro II, cunhava as moedas do Império e foi o criador da célebre imagem do Tiradentes enforcado.
Mestre em artes, fundou a Escola de Arte de Ouro Preto.
Pai do homônimo, Alberto Delpino Junior, articulista do Movimento Modernista Mineiro e Organizador da Exposição Bar Brasil de 1939,e tio Avô de Pedro Henrique Colombini Delpino.
1864/1942
Acervo Elton Belo Reis
Sobrescrito e assinado pelo pintor em 1905
Alberto André Feijó Delpino (Juiz de Fora, 10 de Agosto de 1864
Belo Horizonte, 15 de Março de 1942) foi um reputado pintor, desenhista, caricaturista, escultor, arquiteto e professor brasileiro.
Depois do estudo de humanidades realizado no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Delpino ingressou na Academia Imperial de Belas Artes de onde saiu formado em pintura, desenho, escultura e arquitetura. Teve por professores os artistas mais conceituados de sua época: Pedro Américo, Vitor Meireles, José Maria de Medeiros, Augusto Rodrigues Duarte, João Zeferino da Costa, os alemães Georg Grimm e Benno Treidler, Almeida Reis, Rodolfo Bernardelli, Francisco Joaquim Béthencourt da Silva e Giovanni Battista Pagani.
Retrato oficial de Tiradentes, pintura de Alberto Delpino
Artista plástico mineiro condecorado pelo Imperador D. Pedro II, cunhava as moedas do Império e foi o criador da célebre imagem do Tiradentes enforcado.
Mestre em artes, fundou a Escola de Arte de Ouro Preto.
Pai do homônimo, Alberto Delpino Junior, articulista do Movimento Modernista Mineiro e Organizador da Exposição Bar Brasil de 1939,e tio Avô de Pedro Henrique Colombini Delpino.
1864/1942
Acervo Elton Belo Reis
92
Postal reproduzindo o quadro o tropeiro de Alberto Delpino
Sobrescrito e assinado pelo pintor em 1905
Alberto André Feijó Delpino (Juiz de Fora, 10 de Agosto de 1864
Belo Horizonte, 15 de Março de 1942) foi um reputado pintor, desenhista, caricaturista, escultor, arquiteto e professor brasileiro.
Depois do estudo de humanidades realizado no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Delpino ingressou na Academia Imperial de Belas Artes de onde saiu formado em pintura, desenho, escultura e arquitetura. Teve por professores os artistas mais conceituados de sua época: Pedro Américo, Vitor Meireles, José Maria de Medeiros, Augusto Rodrigues Duarte, João Zeferino da Costa, os alemães Georg Grimm e Benno Treidler, Almeida Reis, Rodolfo Bernardelli, Francisco Joaquim Béthencourt da Silva e Giovanni Battista Pagani.
Retrato oficial de Tiradentes, pintura de Alberto Delpino
Artista plástico mineiro condecorado pelo Imperador D. Pedro II, cunhava as moedas do Império e foi o criador da célebre imagem do Tiradentes enforcado.
Mestre em artes, fundou a Escola de Arte de Ouro Preto.
Pai do homônimo, Alberto Delpino Junior, articulista do Movimento Modernista Mineiro e Organizador da Exposição Bar Brasil de 1939,e tio Avô de Pedro Henrique Colombini Delpino.
1864/1942
Acervo Elton Belo Reis
Sobrescrito e assinado pelo pintor em 1905
Alberto André Feijó Delpino (Juiz de Fora, 10 de Agosto de 1864
Belo Horizonte, 15 de Março de 1942) foi um reputado pintor, desenhista, caricaturista, escultor, arquiteto e professor brasileiro.
Depois do estudo de humanidades realizado no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, Delpino ingressou na Academia Imperial de Belas Artes de onde saiu formado em pintura, desenho, escultura e arquitetura. Teve por professores os artistas mais conceituados de sua época: Pedro Américo, Vitor Meireles, José Maria de Medeiros, Augusto Rodrigues Duarte, João Zeferino da Costa, os alemães Georg Grimm e Benno Treidler, Almeida Reis, Rodolfo Bernardelli, Francisco Joaquim Béthencourt da Silva e Giovanni Battista Pagani.
Retrato oficial de Tiradentes, pintura de Alberto Delpino
Artista plástico mineiro condecorado pelo Imperador D. Pedro II, cunhava as moedas do Império e foi o criador da célebre imagem do Tiradentes enforcado.
Mestre em artes, fundou a Escola de Arte de Ouro Preto.
Pai do homônimo, Alberto Delpino Junior, articulista do Movimento Modernista Mineiro e Organizador da Exposição Bar Brasil de 1939,e tio Avô de Pedro Henrique Colombini Delpino.
1864/1942
Acervo Elton Belo Reis
91
Vista Parcial
Data não informada
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Data não informada
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
90
Cartão Postal antigo
Avenida Barão do Rio Branco.
Ronaldo Ferreira Comentou:Próximo ou em frente à Osvaldo Aranha. Ao fundo Capela Nossa.Senhora dos Passos
À esquerda o Castelinho,atualmente Clínica de R.X
Data não informada
Avenida Barão do Rio Branco.
Ronaldo Ferreira Comentou:Próximo ou em frente à Osvaldo Aranha. Ao fundo Capela Nossa.Senhora dos Passos
À esquerda o Castelinho,atualmente Clínica de R.X
Data não informada
89
Cartão postal do Parque Halfeld
Data não informada
Data não informada
88
Cartão Postal Catedral Metropolitana
Data provável 1966
Data provável 1966
87
Postal com a nova sede da companhia Pantaleone Arcuri
No centro , foto do próprio Pantaleone , seu diretor-presidente
Acervo Marcos Olender
No centro , foto do próprio Pantaleone , seu diretor-presidente
Acervo Marcos Olender
86
Cartão postal antigo
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Humberto Ferreira
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Humberto Ferreira
85
Cartão postal antigo
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Humberto Ferreira
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Humberto Ferreira
84
Instituto Metodista Granbery em 1946
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
83
Catedral Metropolitana
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
82
Vista Aérea em 1955
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
81
Vista Aérea
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
80
Vista Aérea
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
79
Catedral Metropolitana na década de 1950
Acervo Marcelo Lemos
Acervo Marcelo Lemos
78
Igreja do Rosário
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
77
Rua Halfeld em 1964
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
76
Rua Halfeld em 1964
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
75
Vista Aérea
Avenida Barão do Rio Branco
Jorge Fernandes Leão Comentou:Essa foto, é mais provavelmente 1967-1968, vê se a construção do Edifício Bancantil, lá próximo ao Cine Teatro Central e também a construção do Edifico Kennedy, Rio Branco com Gil Horta.
E também o Edifício esquina da Mister Moore com a Rio Branco,
Acervo Ramon Brandão
Avenida Barão do Rio Branco
Jorge Fernandes Leão Comentou:Essa foto, é mais provavelmente 1967-1968, vê se a construção do Edifício Bancantil, lá próximo ao Cine Teatro Central e também a construção do Edifico Kennedy, Rio Branco com Gil Horta.
E também o Edifício esquina da Mister Moore com a Rio Branco,
Acervo Ramon Brandão
74
Avenida Barão do Rio Branco em 1968
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
73
Edifício Club Juiz de Fora
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
72
Vista Panorâmica
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
71
Vista Panorâmica
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
70
Vista Parcial
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
69
Vista Parcial
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
68
Vista Parcial
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
67
Vista Parcial
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
Data não informada
Acervo Marcelo Lemos
66
Vista Panorâmica
Catedral Metropolitana e arredores
Acervo Ramon Brandão
Catedral Metropolitana e arredores
Acervo Ramon Brandão
65
Vista Aérea do Bairro Bom Pastor em 1960
64
Academia de Comércio em 1909
63
Praça Doutor João Penido
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
62
Praça Doutor João Penido
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
61
Rua Halfeld em 1967
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
60
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
59
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
58
Parque Halfeld em Janeiro de 1954
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
57
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
56
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
55
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
54
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
53
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
52
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
51
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
50
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
49
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
48
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
47
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
46
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
45
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
44
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
43
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
42
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
41
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
40
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
39
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
38
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
37
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
36
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
35
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
34
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
33
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
32
Catedral Metropolitana
Cartão Postal Colombo
Data provável década de 1950
Acervo Mauricio Lima Correa
Catedral Metropolitana
Cartão Postal Colombo
Data provável década de 1950
Acervo Mauricio Lima Correa
31
Rua Marechal Deodoro em 1920
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
30
Estádio do Sport Clube de Juiz de Fora
José Procópio Teixeira
Data não informada
Data não informada
O Sport Club Juiz de Fora apresenta, em suas dependências, a primeira piscina suspensa da América Latina
O presidente Francisco Queiroz Caputo escreveu seu nome no Guinness Book como o dirigente que por mais tempo dirigiu um clube esportivo: permaneceu por 52 anos consecutivos na direção do Sport Club Juiz de Fora
O presidente Francisco Queiroz Caputo escreveu seu nome no Guinness Book como o dirigente que por mais tempo dirigiu um clube esportivo: permaneceu por 52 anos consecutivos na direção do Sport Club Juiz de Fora
29
Morro do Cristo Redentor
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
28
Parque Halfeld
Prefeitura retratada do interior do Parque
Acervo Ubiratan Fassheber
Prefeitura retratada do interior do Parque
Acervo Ubiratan Fassheber
27
Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
26
Igreja São Sebastião, atrás do Parque Halfeld
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
25
Rua Halfeld
Década de 1960
Acervo Humberto Ferreira
Década de 1960
Acervo Humberto Ferreira
24
Vista Aérea de Juiz de Fora
Década de 1950
Acervo Ramon Brandão
Década de 1950
Acervo Ramon Brandão
23
Vista Aérea de Juiz de Fora
Década de 1950
Acervo Ramon Brandão
Década de 1950
Acervo Ramon Brandão
22
Bairro Santa Helena
Praça Menelick de Carvalho em 1955 a 1960
Acervo Ramon Brandão
Praça Menelick de Carvalho em 1955 a 1960
Acervo Ramon Brandão
21
Bairro Santa Helena
Praça Menelick de Carvalho em 1955 a 1960
Acervo Ramon Brandão
Praça Menelick de Carvalho em 1955 a 1960
Acervo Ramon Brandão
20
Bairro Santa Helena
Praça Menelick de Carvalho em 1955 a 1960
Acervo Ramon Brandão
Praça Menelick de Carvalho em 1955 a 1960
Acervo Ramon Brandão
19
Rua Halfeld em 1950
Próximo ao Cine Teatro Central
Acervo Ubiratan Fassheber
Próximo ao Cine Teatro Central
Acervo Ubiratan Fassheber
18
Vista Panorâmica
Década de 1950 ou princípio de 1960
Primeiro Cartão postal do "Foto Colombo"
Acervo Humberto Ferreira
Vista Panorâmica
Década de 1950 ou princípio de 1960
Primeiro Cartão postal do "Foto Colombo"
Acervo Humberto Ferreira
17
Parque Halfeld
Década de 1950
Acervo Humberto Ferreira
Década de 1950
Acervo Humberto Ferreira
16
Museu Mariano Procópio
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber
15
Vista aérea do Museu Mariano Procópio
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
14
Museu Mariano Procópio
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
13
Região da Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Halfeld em 1963
12
Bairro Bom Pastor em 1960
11
Foto Aérea de Juiz de Fora
Década de 1960
Década de 1960
10
Foto Aérea de Juiz de Fora
Década de 1950
Década de 1950
09
Bairro Santa Helena
Década de 1950
Década de 1950
08
Vista Aérea de Juiz de Fora em 1955
07
Vista Aérea de Juiz de Fora em 1950
06
Vista Parcial de Juiz de Fora em 1950
05
Região da Praça Antônio Carlos
Década de 1940
Década de 1940
04
Praça da Estação
Década de 1950
Década de 1950
03
Rua Halfeld em 1967
Postal Colombo
Postal Colombo
02
Parque Halfeld
Final da década de 1950
Rua Marechal Deodoro
Final da década de 1950
Rua Marechal Deodoro
01
Cartão postal raro
Restaurante da Represa João Penido
Data Provável década de 1970
Restaurante da Represa João Penido
Data Provável década de 1970
























































































































