domingo, 25 de maio de 2025

Carnaval com 258 Fotografias

258
Esta imagem de 01 de março de 1949 captura o auge da irreverência e da tradição do Carnaval de Juiz de Fora. 
Naquela Terça-feira de Carnaval, Luiz Sampaio Rocha e seus amigos participavam de uma das práticas mais democráticas e divertidas da época: o bloco de sujos ou a clássica brincadeira de homens se fantasiarem de mulher.
Sendo o último dia de folia, o clima era de "entrega total". Juiz de Fora, conhecida como a "Manchester Mineira", parava suas fábricas para que a elite e o operariado se misturassem nas ruas.
Veja o detalhe das roupas. 
Não eram apenas roupas femininas aleatórias; eles replicavam a moda da época com bolsas, colares de pérolas e chapéus. 
Essa inversão de papéis era uma válvula de escape social muito comum e aceita apenas durante os quatro dias de reinado de Momo.
O rapaz à esquerda usa um vestido listrado típico do final dos anos 40, enquanto o ao centro exibe um visual mais "festa", com saia rodada e pérolas. Luiz Sampaio Rocha, à direita, está impecável com uma fantasia de babados (estilo baiana ou camponesa estilizada) e segura o que parece ser uma pasta ou acessório da época.
O fundo com a parede de pedras rústicas e a calçada de cimento sugere os arredores de algum casarão antigo ou clube tradicional da cidade.
Lança-Perfume: Que na época era permitido e onipresente (as famosas ampolas metálicas de Rodouro).
O rádio tocava incessantemente "Chiquita Bacana" e "O Teu Cabelo Não Nega".
Esta fotografia é um testemunho da liberdade criativa de Luiz Sampaio Rocha e seus amigos. 
Em 1949, a fotografia ainda era um recurso caro, o que prova que este grupo dava grande importância ao registro de suas memórias
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
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Essa imagem é um registro precioso da identidade social da cidade na época. Aqui estão alguns pontos históricos que ajudam a contextualizar a foto de Luiz Sampaio Rocha, O figurino que vemos na foto, com penas, faixas na cabeça e túnicas claras, remete à imensa popularidade das "Tribos" no Carnaval de Juiz de Fora. Influenciados pelo sucesso de grupos como os Caciques do Rio, era muito comum que grupos de amigos em Juiz de Fora montassem suas próprias alas ou blocos temáticos de "índios".
Note que, mesmo fantasiados, há um cuidado com a estética. 
Naquela década, o Carnaval ainda guardava um ar de "evento social de rua", onde as famílias e grupos de amigos ocupavam o centro (especialmente a Rua Halfeld e a Avenida Getúlio Vargas) para ver e ser visto.
Luiz Sampaio Rocha era uma figura integrada à dinâmica cultural da cidade. 
Em 1949, o lazer em Juiz de Fora orbitava muito em torno dos clubes, mas a espontaneidade dos blocos de amigos, como o registrado na imagem, era o que dava vida ao asfalto.
Esses grupos costumavam se concentrar em pontos específicos do centro antes de "sair em desfile" ou se dirigir aos bailes noturnos. 
A arquitetura ao fundo da foto, com as portas de aço e as marquises de concreto, é típica das modernizações que o centro da cidade sofria naquele período.
Em 1949, o Carnaval brasileiro estava sob o impacto do samba-enredo e das marchinhas que dominavam as rádios. 
É muito provável que Luiz e seus amigos estivessem cantando sucessos daquela época, como "Chiquita Bacana" (lançada para o carnaval de 49 por Emilinha Borba), que foi um dos maiores hits daquele ano.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
256
Essa imagem é um documento histórico precioso.
Ela captura o Turunas do Riachuelo em 1946, um momento de transição fascinante onde o Carnaval de elite dos corsos (como o de 1929 que vimos antes) dava lugar à força popular das escolas de samba.
À direita, vemos Armando Toschi, o Ministrinho. 
Ele não era apenas um fundador; era o elo entre o samba que fervilhava no Rio de Janeiro (especialmente no bairro do Estácio) e a identidade operária de Juiz de Fora. 
O fato de ele estar segurando um instrumento e com o apito na boca reforça sua liderança rítmica e musical na agremiação.
Em 1946, o mundo ainda respirava o fim da Segunda Guerra Mundial. Note o detalhe do estandarte à esquerda: "Salve! Gloriosos da FEB".
Esta é uma homenagem direta aos pracinhas da Força Expedicionária Brasileira.
Muitos desses soldados eram mineiros e juiz-foranos. 
O Carnaval de 1946 foi marcado pelo sentimento de vitória e pelo retorno desses heróis, unindo o civismo à folia.
Os homens com camisas listradas e chapéus de palha ("canotier") remetem à malandragem carioca e à influência naval da época.
As mulheres e a jovem ao centro trazem o traje de "baiana estilizada", que se tornou obrigatório nas escolas de samba para homenagear as "tias" do samba. A riqueza dos colares e o brilho dos tecidos, que agora vemos em cores, mostram o esmero da comunidade do Riachuelo.
Ser a primeira escola de Minas e a quarta do Brasil coloca Juiz de Fora na vanguarda da cultura nacional. 
Em 1946, o Turunas já não era mais apenas um bloco; era uma instituição organizada, com hierarquia, estandarte e uma identidade visual própria.
O Turunas do Riachuelo ajudou a transformar a Rua Halfeld em um verdadeiro sambódromo décadas antes de muitas capitais. 
Essa foto é o registro do "pé no chão" e da elegância que definiu o samba de Juiz de Fora.
O Samba e a Vitória no Riachuelo
Feito para dançar, sorrir ou, com as melhores letras, até mesmo chorar, o samba veio para ficar em Juiz de Fora. Essa certeza é personificada por Armando Toschi, o Ministrinho (à direita na foto, com seu apito e instrumento), que junto aos seus irmãos fundou a Turunas do Riachuelo, a primeira escola de samba de Minas Gerais e a quarta em atividade no país.
Neste registro de 1946, a alegria do samba se funde ao orgulho nacional. 
À esquerda, destaca-se um estandarte com os dizeres "Salve! Gloriosos da FEB", uma homenagem direta e vibrante aos nossos Pracinhas, os heróis da Força Expedicionária Brasileira que haviam retornado recentemente da campanha na Itália.
Para a comunidade do Riachuelo, celebrar o Carnaval naquele ano era também celebrar a paz e a bravura dos filhos da terra que lutaram na Europa. 
A imagem sintetiza esse espírito: de um lado, o pioneirismo rítmico do Turunas, com suas baianas e malandros; do outro, o reconhecimento cívico aos soldados, unindo o som dos tamborins ao respeito à nossa história militar. 
O Turunas não apenas desfilava música, mas carregava no peito e nos estandartes o sentimento de toda uma nação.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
255
O Carnaval de 1929 representa o auge de uma era de ouro para a folia de rua no Brasil, e os corsos eram o coração pulsante dessa celebração. 
Para as famílias de Juiz de Fora e de outras grandes cidades, a preparação para o desfile de carros era um evento social tão importante quanto o próprio Carnaval.
A preparação começava semanas antes com a ornamentação dos carros (geralmente Ford Model T ou similares).
Os veículos eram cobertos por flores naturais, fitas de seda e papel crepom colorido.
O carro não era apenas um meio de transporte, mas uma "vitrine" social. 
Muitas vezes, o capô era baixado para que as jovens pudessem se sentar na borda do banco traseiro, ficando em destaque para o público.
Como vemos no belo registro, a moda de 1929 estava em plena transição para a era Garçonne, mas com o toque romântico do Carnaval:
Leves, de seda ou organdi, com cinturas baixas e cortes que permitiam o movimento.
O uso de flores artificiais presas aos ombros e cestas com pétalas reais ou confetes era essencial.
Eram a marca registrada da elegância feminina da década de 20, servindo tanto para o estilo quanto para a proteção contra o sol durante as longas tardes de desfile.
Rolos e mais rolos que, ao final do dia, formavam um tapete colorido nas ruas.
Lança-perfume: Na época, o uso do cloreto de etila era liberado e considerado um acessório sofisticado de diversão.
Batalha de Flores: Era comum que os foliões trocassem flores entre os carros, um flerte elegante e coreografado.
É fascinante imaginar esses carros subindo e descendo a Rua Halfeld ou a Rua Direita (atual Rio Branco). O corso de 1929 foi um dos últimos antes da Grande Depressão afetar o luxo dessas celebrações, marcando o fim de uma estética extremamente refinada e bucólica do Carnaval de rua.
Aquelas duas jovens na foto, prontas para sair, carregavam não apenas flores, mas o espírito de uma época que via no Carnaval a máxima expressão da modernidade e da alegria urbana.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
254
Liderança e Folia
Doutor Fábio Neri e o Comando B3 no Sport Club
O Carnaval de Juiz de Fora sempre foi um terreno onde a política e a vida social se encontravam de forma harmônica. 
Nesta memorável fotografia da década de 1960, resgatamos uma matinê infantil na sede do Sport Club Juiz de Fora, um dos pilares da nossa tradição clubística.
O registro ganha um valor inestimável com a identificação dos personagens. Vemos o Doutor Fábio Neri, figura polivalente que atuou como advogado, odontólogo e teve papel de destaque na política local. 
Ao seu lado, sua esposa ajuda a comandar o entusiasmo do trio mirim conhecido como "Comando B3", cujas camisetas listradas remetem ao clássico visual de marinheiro, tão querido nas matinês da época.
Doutor Fábio Neri não foi apenas um folião; ele foi um grande colaborador do rádio e do jornalismo de Juiz de Fora, vindo a servir a cidade como Vice-Prefeito durante a gestão de Adhemar Rezende de Andrade.
O azul das calças e as listras das camisetas do Comando B3 foram realçados, assim como o confete e a serpentina espalhados pelo chão de madeira, que agora ganham o brilho das cores originais.
Através da janela aberta, a restauração trouxe de volta o verde das montanhas de Juiz de Fora e o azul do céu, situando geograficamente o evento na nossa querida Manchester Mineira.
O microfone na mão do Doutor Fábio e o olhar atento dos meninos do trio foram limpos de ruídos, preservando a tensão alegre do momento da apresentação.
As matinês do Sport Club eram o ponto de encontro das famílias juiz-foranas. Era ali que as futuras lideranças da cidade davam seus primeiros passos na vida social, sob o olhar atento de figuras públicas que, como o Doutor Fábio Neri, entendiam o valor da cultura e da convivência comunitária.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
253
O Salão do Club Juiz de Fora nos Anos 60
Se existe uma imagem que sintetiza a sofisticação juiz-forana em meados do século XX, é esta. 
O salão do Edifício Club Juiz de Fora, projetado para ser o coração social da cidade, aparece aqui em sua plenitude, decorado para as festividades carnavalescas com uma estética nitidamente modernista.
O que mais impressiona nesta fotografia restaurada é a integração entre a arquitetura e a arte efêmera do Carnaval:
A decoração de fundo, com figuras estilizadas, astros e elementos celestes, evoca o estilo de artistas que dialogavam com o modernismo brasileiro. 
A paleta de cores, agora recuperada, revela tons de azul profundo, ocre e amarelo, transformando o salão em uma galeria de arte festiva.
As colunas monumentais do salão foram revestidas com padrões orgânicos e figuras humanas em trajes que remetem à mitologia e ao teatro, criando uma verticalidade elegante que impressionava os convidados.
A moda dos anos 60 trazia o corte "tubinho" para as mulheres e ternos com cortes mais secos para os homens. 
A colorização das cadeiras em tons de azul-petróleo e o realce dos vestidos em amarelo e verde limão mostram uma Juiz de Fora antenada com as tendências cromáticas da era Pop Art e da Bossa Nova.
A restauração dos painéis à direita, que estavam desbotados, agora permite ver a continuidade da narrativa visual que cercava os foliões.
Cada mesa posta, com suas toalhas brancas impecáveis, serve como testemunha da organização impecável dos bailes do Club Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
252
Carnaval nos Jardins 
O Círculo Militar em 1937
A edição de 06 de fevereiro de 1937 da revista O Cruzeiro continua a nos revelar os múltiplos cenários da folia em Juiz de Fora. 
Na página 05, além dos salões fechados, vemos a celebração ganhar os espaços abertos e jardins, como neste belíssimo registro do Círculo Militar.
Nesta fotografia, um grupo de jovens posa com uma variação sofisticada e estilizada das tradicionais baianas. 
Note como a moda da época interpretava os elementos regionais:
Os Detalhes: Turbantes brancos adornados com pequenos arranjos de frutas (antecipando o estilo que Carmen Miranda imortalizaria anos depois) e colares de contas que contrastam com o branco imaculado dos vestidos de babados.
Diferente das fotos de estúdio ou salão, aqui as foliãs aparecem em meio às samambaias e à vegetação dos jardins do Círculo Militar, trazendo um ar de "festa de jardim" (garden party) ao Carnaval mineiro.
A recuperação das rendas e bordados dos vestidos brancos, que agora exibem sua delicadeza original.
A nitidez devolvida aos rostos revela a alegria e a elegância das damas da sociedade de Juiz de Fora, com o ruge e o batom típicos da década de 30 perfeitamente destacados.
O verde vibrante das plantas ao fundo foi restaurado para recriar a atmosfera exata daquela tarde de fevereiro de 1937.
A presença constante de Juiz de Fora nas páginas de O Cruzeiro durante o Carnaval reafirma a posição da cidade como um centro de irradiação de moda e costumes. 
O Círculo Militar, com sua disciplina e elegância, mostrava que a folia na "Manchester Mineira" era feita de alegria, mas também de muito estilo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Daniel Moratori 
251
Marinheiros da Folia 
Os Carnavalescos de 1937
Dando continuidade ao nosso mergulho na edição histórica da revista O Cruzeiro (06 de fevereiro de 1937), chegamos à página 20. 
Se as páginas anteriores mostravam o luxo das fantasias de gala, aqui o registro é da alegria em movimento.
Nesta composição circular, que lembra a lente de uma luneta observando o tempo, vemos o Edifício Club Juiz de Fora tomado por "marinheiros" e casais em sintonia.
Na década de 1930, a fantasia de marinheiro era uma das favoritas entre os rapazes e moças de Juiz de Fora. 
Simbolizava liberdade, aventura e era uma escolha prática e elegante para aguentar o calor dos salões lotados.
O azul profundo das camisas e o branco impecável dos quepes foram realçados para destacar o contraste que dominava os salões.
A colorização nos permitiu focar nos rostos sorridentes, trazendo para o presente o olhar direto de um jovem folião que, há quase um século, celebrava a vida no coração de Minas Gerais.
O fato de O Cruzeiro dedicar múltiplas páginas (como a 05 e a 20) ao Carnaval juiz-forano reforça o que sempre defendemos, nossa cidade era uma das capitais da elegância brasileira. 
O Club Juiz de Fora conseguia unir a elite e a juventude em festas que paravam o estado.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Daniel Moratori 
250
O Esplendor do Carnaval de 1937 
Luxo e Tradição no Club Juiz de Fora
Em fevereiro de 1937, as páginas da revista O Cruzeiro, então a maior vitrine ilustrada do Brasil, voltaram seus olhos para a "Manchester Mineira". Na página 05 da edição do dia 06, o destaque não poderia ser outro: a efervescência social do Edifício Club Juiz de Fora.
A fotografia que hoje trazemos captura um grupo de jovens damas da sociedade local, prontas para um dos desfiles internos que marcavam as noites de gala. 
Trajando figurinos inspirados em uma estética europeia estilizada, com botas de cano alto, saias rodadas em padrões geométricos e lenços cuidadosamente amarrados, elas representavam a modernidade que Juiz de Fora exalava.
O Club Juiz de Fora, com sua arquitetura imponente na Rua Halfeld, servia de palco para uma festa onde o confete e a serpentina dividiam espaço com a sofisticação das orquestras.
Trazendo a Cor de Volta ao Passado
Graças às modernas técnicas de recuperação digital, conseguimos devolver a esta imagem a vivacidade que o tempo havia desbotado:
O verde profundo da vegetação (como a samambaia ao fundo) e o contraste do dourado nas fantasias revelam a riqueza visual da época.
A colorização dos rostos e braços permite notar a maquiagem característica dos anos 30, o batom escuro e as sobrancelhas marcadas, devolvendo a humanidade e a expressão a cada uma das foliãs.
Resgatar registros como este, publicados originalmente em O Cruzeiro, é reafirmar o papel de Juiz de Fora como um polo cultural e social de relevância nacional. 
Este Carnaval de 1937 foi um dos últimos grandes momentos de celebração antes das transformações que a Segunda Guerra Mundial traria à vida social global anos depois.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Daniel Moratori 
249
O Carnaval de 1937 
Elegância no Club Juiz de Fora
A fotografia captura um grupo de jovens moças, possivelmente de famílias tradicionais da elite local, trajando fantasias de "Pierrettes" ou variações estilizadas de trajes russos, que eram febre nos bailes de gala da década de 1930. 
O Club Juiz de Fora, localizado no icônico edifício na Rua Halfeld, era o epicentro da vida social mineira na época.
As fantasias foram restauradas para destacar o branco acetinado dos tecidos, adornados com aplicações em azul, vermelho e dourado. 
Os chapéus de pele sintética branca (estilo ushanka estilizado) e as botas brancas de cano alto reforçam a estética de "fantasia de luxo" comum nos concursos de blocos internos do clube.
Publicada em 06 de fevereiro, a poucos dias do Carnaval daquele ano, a reportagem de O Cruzeiro visava mostrar como o "interior" (embora Juiz de Fora fosse uma potência industrial) rivalizava com o Rio de Janeiro em termos de sofisticação.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Daniel Moratori 
248
O Carnaval de Gala no Clube Bancário 
Hoje compartilho com vocês mais uma relíquia, a Fotografia agora restaurada e colorizada, que nos transporta diretamente para o dia 1º de março de 1949. O inesquecível Clube Bancário, um dos bastiões da nossa vida social na "Manchester Mineira".
Graças à valiosa colaboração de Ana Lucia Pereira Rocha, conseguimos identificar as faces que sorriem para a posteridade nesta imagem. Vemos a elegância de Nilda Pereira Pinto, Aracy, Maria de Lourdes Pereira Fusturath e Cleuzair Pereira Rocha, cujos trajes de rendas e flores revelam o capricho das fantasias de salão daquela época.
Ao centro, o espírito irreverente da folia é personificado por Luiz Sampaio Rocha, em sua estilização de índio, cercado pelas serpentinas que caíam do teto do clube como molduras de alegria.
Esta fotografia não é apenas um registro de Carnaval; é um retrato das famílias que construíram a identidade de Juiz de Fora. É a prova de que, entre confetes e marchinhas, o que realmente ficava eram os laços de amizade e parentesco.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
247
Esta fotografia é um registro fascinante da irreverência que marca o Carnaval brasileiro, capturando Luiz Sampaio Rocha e seus amigos em 1º de março de 1949. 
O flagrante, provavelmente realizado em uma das ruas centrais de Juiz de Fora, cidade com uma tradição riquíssima em desfiles e blocos, revela o espírito do "Carnaval de outrora".
Em 1949, o Carnaval vivia uma transição entre os grandes bailes de gala e a crescente popularização dos blocos de rua. 
A prática de homens se fantasiarem de mulheres, como vemos na imagem, é uma das tradições mais antigas e persistentes da folia, simbolizando a "inversão de papéis" e a quebra temporária das normas sociais permitida durante os dias de festa.
Note o cuidado com os detalhes, o uso de colares de pérolas, bolsas, chapéus e até óculos escuros. 
Não era apenas uma brincadeira improvisada, mas uma caracterização planejada para "causar" no meio da multidão.
O cenário ao fundo, com a arquitetura característica do final dos anos 40, remete ao auge do desenvolvimento urbano da "Manchester Mineira". 
As marquises e os edifícios imponentes serviam de palco para o desfile espontâneo dos foliões.
Luiz Sampaio Rocha e seus amigos representam uma geração que via no Carnaval uma válvula de escape criativa e uma forma de reafirmar laços de amizade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
246
No coração do Bairro São Mateus, o Carnaval de Juiz de Fora encontrava sua tradução mais irreverente e sofisticada. 
Esta fotografia captura o exato momento em que o bloco Domésticas de Luxo tomava a Rua Padre Café, transformando a ladeira em um mar de gente e alegria.
Fundado no final dos anos 50, o bloco atingiu sua "era de ouro" na década de 1970. 
O estandarte azul e ouro, que vemos à frente da multidão, não era apenas um guia, mas um convite à liberdade. 
Homens fantasiados com o luxo satírico das "patroas" e das "domésticas" rompiam a seriedade do cotidiano, enquanto a vizinhança ocupava as janelas e as calçadas para aplaudir a passagem da banda.
Mais do que um simples registro de folia, a imagem é um documento histórico da ocupação urbana de Juiz de Fora. 
Note-se o policiamento da época, a iluminação pública característica e a moda setentista entre os foliões — um tempo em que o Carnaval de rua era feito de encontros espontâneos, sem cordas ou divisões.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
245
Matinê Carnavalesca de 1969, realizada no Auditório da F.E.E.A (Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia) e organizada pela A.B.C.R (Associação Beneficente Cultural e Recreativa).
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Anna Maria Costa  
244
As Luzes e Sombras da Belle Époque: O Carnaval de 1914 na Rua Halfeld
Existem registros que não são apenas fotografias, mas verdadeiras máquinas do tempo. 
Recentemente, trabalhei na restauração e colorização de um clichê raríssimo que retrata o último dia de Carnaval em 1914, na nossa emblemática Rua Halfeld.
Em 1914, Juiz de Fora vivia o auge da sua fase "Manchester Mineira". A imagem revela uma Rua Halfeld vibrante, iluminada pelos globos elétricos que eram o orgulho da modernidade local. 
No chão, a "neve" de confetes e serpentinas denunciava o fim de uma batalha festiva que envolvia toda a sociedade.
O que mais fascina nesta restauração é observar os detalhes da Belle Époque juiz-forana:
O mar de chapéus de palha e feltro entre os homens.
Mulheres com seus vestidos longos e sofisticados, ocupando o centro da cidade.
As sacadas repletas de famílias que assistiam ao desfile das grandes sociedades carnavalescas da época.
Este registro foi feito meses antes do início da Primeira Guerra Mundial, que mudaria o mundo para sempre. 
É o retrato de uma Juiz de Fora inocente, elegante e profundamente apaixonada pela folia.
Trazer cor a essa cena não é apenas um exercício estético; é devolver a vida a personagens que construíram a identidade da nossa terra. É permitir que o leitor de hoje sinta a energia daquela noite de terça-feira gorda há mais de um século.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
243
Carnaval
Neuza Medeiros comentou: "Minha amiga Valdete, dona da foto, autorizou-me a compartilhar este registro com você. 
A imagem é do Carnaval de 1957 ou 1958, e o Rei Momo que nela aparece chamava-se Pimpinela.
Trabalhei na restauração desta fotografia pois, embora estivesse danificada, ela possui um imenso valor histórico para Juiz de Fora."
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Neuza Medeiros 
242
Carnaval de 1920
O jovem senhor veste um terno claro com debruns (bordas) contrastantes, um estilo muito comum para os blocos de elite e passeios de automóvel. 
O quepe complementa o visual de "clube naval" ou náutico, muito em voga na época.
O acúmulo de serpentinas aos pés e sobre o banco sugere que ele estava em um momento de pausa após o "Batalhão de Confete", uma prática onde grupos se enfrentavam jogando confetes e serpentinas uns nos outros.
O objeto que ele segura é o icônico lança-perfume, geralmente da marca Rhodia.
Naquela década, ele não era proibido; era um item de luxo indispensável.
Borrifava-se um jato gelado e perfumado (à base de cloreto de etila) no pescoço ou nos lenços das moças para causar uma sensação de frescor e leve euforia.
O Carnaval de 1920 foi particularmente significativo porque o mundo ainda estava se recuperando da Gripe Espanhola (1918) e do fim da Primeira Guerra Mundial. 
Havia um desejo explosivo de celebrar a vida.
A cidade vivia o auge do seu poder industrial. 
O Carnaval era dividido entre os desfiles de grandes sociedades (com carros alegóricos luxuosos) e os "corsos" (desfiles de carros abertos pela Rua Halfeld).
A anotação "Carnaval de 1920 - Juiz de Fora" transforma a foto em um documento histórico georreferenciado. 
Naquela época, era comum que as fotografias fossem impressas em papel de cartão-postal para que o folião pudesse enviar para parentes em outras cidades, exibindo sua "fantasia" e sua participação na festa.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
241
Rua Santa Rita
Humberto Rodrigues de Sá, (In Memoriam). comentou: Na foto estão 11 dos 37 netos que os meus avós maternos, Francisco de Paula Horta Rodrigues e Maria da Glória Horta Rodrigues, tiveram! 
É uma pena que a casa dos meus avós maternos não exista mais!
Carnaval de 1958 ou 1959.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Rodrigues de Sá, (In Memoriam).
240
Carnaval  
Desfile de Corsos em 1929
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
239
Escola de Samba Turunas do Riachuelo
Paulo Cesar Teixeira comentou: Turunas do Riachuelo
Era muito famoso na época, por vestir se de baiana, ponto alto do desfile dos Turunas.
Grande destaques.
Ela possuía uma Academia de Dança que ficava no Posto 7 na Avenida Barão do Rio Branco
Uma figura ótima, uma lenda para os carnavalescos da minha idade era o Jairo, tradição do nosso Carnaval
Década 1950
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
238
Carnaval
Banda Bandida
Avenida Barão do Rio Branco
Sérgio Amaral Comentou: No último degrau antes do vazio segundo à direita, em pé, de camisa branca sem gola sou eu.
Detalhe para a montagens das arquibancadas.
A Banda Bandida é um dos nomes mais emblemáticos da história do Carnaval de Juiz de Fora, especialmente quando falamos do resgate da folia de rua e da irreverência que marcou as décadas de 1970 e 1980 na cidade.
A banda surgiu em um período de transição do carnaval juiz-forano. 
Enquanto os desfiles de escolas de samba se tornavam mais competitivos e formais, a Banda Bandida apareceu com o espírito de liberdade. 
Ela fazia parte de um movimento de "bandas de rua" que não queriam competir, mas sim arrastar o povo com marchinhas, frevos e muita sátira política e social.
Diferente de outros blocos que ficavam restritos a bairros, a Banda Bandida era famosa por seus desfiles na Avenida Barão do Rio Branco. 
Registros das décadas de 1970 mostram o bloco passando por entre as arquibancadas montadas para os desfiles oficiais, quebrando o protocolo e misturando os foliões de todos os estratos sociais.
Uma marca registrada da Bandida era o uso de fantasias criativas e, muitas vezes, o cross-dressing (homens vestidos de mulheres), algo muito comum nas bandas daquela época, como a Banda Daki (que ainda desfila). O nome "Bandida" carregava esse tom provocador e boêmio.
Ela ajudou a manter viva a tradição das charangas — bandas de sopro e percussão que tocam músicas tradicionais de carnaval. 
Em Juiz de Fora, a Banda Bandida é lembrada com nostalgia por quem viveu a "época de ouro" do carnaval de rua no centro, quando a Rua Halfeld e a Barão eram o coração da festa.
Curiosidade: Existe uma "Banda Bandida" muito famosa em São Luís do Maranhão, fundada em 1999, que muitas vezes é confundida nas pesquisas atuais, mas a de Juiz de Fora é uma precursora desse estilo de bloco de arrasto, com raízes muito mais profundas na história de Minas Gerais.
Década de 1970
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
237
Escola de Samba Turunas do Riachuelo
Estamos falando de uma figura icônica do Carnaval de Minas Gerais. 
Jairo de Castro (o Jairo da Baiana) não foi apenas um carnavalesco; ele foi um dos pilares que sustentaram a identidade das escolas de samba da cidade, especialmente na Real Grandeza e outras agremiações tradicionais.
Jairo era conhecido por sua criatividade extraordinária, transformando materiais simples em fantasias luxuosas e enredos inesquecíveis. 
Ele viveu a "era de ouro" do Carnaval de Juiz de Fora, quando a cidade era considerada uma das referências do samba no Brasil, competindo em brilho com os grandes centros.
O nome "A Baiana" ou sua ligação com as alas das baianas remete ao respeito que ele tinha pelas raízes e tradições do samba. 
No Carnaval, a Ala das Baianas é o coração da escola, e ter o nome de Jairo associado a essa força mostra a profundidade da sua influência.
Jairo, o teu nome é imortal". Para a comunidade do samba em Juiz de Fora, ele deixou de ser apenas uma pessoa para se tornar um símbolo de:
Resistência cultural: Manter o samba vivo em tempos difíceis.
Identidade local: Fortalecer o orgulho do povo juiz-forano através da arte.
Paixão: O amor incondicional pela bandeira da escola.
Década de 1950
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
236
Parque Halfeld e ao lado o prédio da Prefeitura.
José Eduardo Araújo comentou: Palanque da PRB-3 no Parque Halfeld durante o carnaval
Em pé Santiago, Teixeira Neto( tinha o programa de auditório Festa na Taba) e Mário Helênio
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
235
Avenida Barão do Rio Branco 
Desfile da Tradicional Banda Daki arrastando a multidão 
Década de 1970 
Acervo do saudoso amigo: Zé Kodak, (In Memoriam).
234
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Siqueira 
233
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Siqueira 
232
Carnaval 
Léo de Oliveira II comentou: No centro da foto o nosso famoso e querido Zé Kodak, o grande incentivador do nosso carnaval. 
À sua esquerda, o Rei Momo Pimpinela e à direita a Rainha do Carnaval daquele ano, Maria Aparecida Leite
Isto aconteceu a 45 anos atrás, quando tínhamos o melhor carnaval do interior do Brasil em 1980.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Léo de Oliveira II
231
Bloco Carnavalesco Domésticas de Luxo 
Rua Halfeld no Carnaval de 1964
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
O bloco foi um dos mais tradicionais de Juiz de Fora e foi até declarado Hors Concours, (fora de competição), pelo ex-prefeito Itamar Franco, após vencer o carnaval da cidade diversas vezes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
230
Carnaval no Edifício Clube Juiz de Fora
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
229
Carnaval
Rua Halfeld
Final do Século XIX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
228
Carnaval no Edifício Clube Juiz de Fora
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
227
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Acervo: Humberto Ferreira 
226
Carnaval  
225
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
224
Uma Noite no Havaí, promoção da Coluna Jovem de Arnaldo Parpinelli, lotou a boate Barbarella em Juiz de Fora em 1968
Acervo: Arnaldo Parpinelli
223
Redação dos Diários Associados 
Redigindo a reportagem sobre o carnaval de 1968 
Acervo: Arnaldo Parpinelli
222
Carnaval no Clube Bancários em 1950. 
Na Fotografia: Cleuzair e Luiz 
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
221
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
220
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
219
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
218
Carnaval
Rua Halfeld
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1941
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
217
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e Amigos em 01 de Março de 1949
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
216
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e Amigos em 01 de Março de 1949
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
215
Carnaval 
Luiz Sampaio Rocha e Cleuzair Pereira Rocha em 02 de Fevereiro de 1948
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
214
Carnaval no Centro de Juiz de Fora 
Luiz Sampaio Rocha e amigos em 01 de Março de 1949
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
213
Carnaval no Clube Bancário em Março de 1949
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: na Fotografia: Nilda Pereira Pinto, Aracy, Maria de Lourdes Pereira Fusturath, Cleuzair Pereira Rocha e Luiz Sampaio Rocha
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
212
Carnaval no Clube Bancário em Março de 1949
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: na Fotografia: Nilda Pereira Pinto, Aracy, Maria de Lourdes Pereira Fusturath, Cleuzair Pereira Rocha
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
211
Carnaval no Edificio Club Juiz de Fora 
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 05
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
210
Carnaval 
Revista O Cruzeiro 
20 de Fevereiro de 1937
Pagina 09
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
209
Carnaval no Edificio Club Juiz de Fora 
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 05
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
208
Carnavalescos
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 20
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
207
Carnaval no Circulo Militar 
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 05
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
206
Carnavalescos
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 20
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
205
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937
Pagina 20
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
204
Carnaval Sindicato dos Bancários
Luiz Sampaio Rocha e Cleuzair Pereira Rocha em 1950 
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
203
Carnaval 
Rua Halfeld 
Luiz Sampaio Rocha, Ângela Loures, Luiza Castilho, Wilson Pereira Pinto e Rafael Jose Moreno em 02 de Março de 1957
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
202
Carnaval 
Rua Halfeld
Luiz Sampaio Rocha e Amigos nem 01 de Março de 1949 
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
201
Tristeza pé no chão foi campeã e estourou na voz de Clara Nunes
Nascido em 24 de agosto de 1938.
Cantor e compositor, o torneiro mecânico Armando Fernandes Aguiar, conhecido como Mamão, começou sua história no samba aos 11 anos, quando desfilou na Escola de Samba Feliz Lembrança, da qual seu pai era vice-presidente. Sua primeira composição foi Água deu, água levou. Depois, escreveu sambas-enredos e, em 1968, resolveu participar do Festival de Música Popular Brasileira, de Juiz de Fora, com a música Adeus diferente, gravada pela cantora baiana Ellen de Lima. A canção ficou em quinto lugar.
Em 1972 sua composição Tristeza pé no chão foi campeã e estourou na voz de Clara Nunes. A música vendeu mais de 100 mil cópias e depois disso já foi regravada por diversos artistas, como Alcione, Tereza Cristina e Zeca Baleiro.
Em 1973, Mamão faturou novamente o primeiro lugar, desta vez com a música Baianeira. Ao longo de sua carreira, compôs mais de 200 sambas. No mesmo ano, Mamão criou, com um grupo de amigos, o Bloco do Beco, com a intenção de manter viva a tradição dos carnavais de rua, das décadas de 1950 e 1960. Ainda hoje, o bloco desfila pelas ruas de Juiz de Fora e arrasta multidões. Em 1996, lançou o CD Mamão com açúcar.
Mamão e Alessandra Crispim
Sei que jamais
Ei de esquecer esse sorriso
Pequeno céu, um paraíso
Entre as montanhas de Minas Gerais
Pelas manhas
A brisa fria da colina
Cai sobre o rosto da menina
A princesinha mais linda que há
Ainda te vejo criança
Radiante de esperança
Aos pés do morro do Imperador
É lindo te ver faceira
A mais bela cidade mineira
Abençoado pelo cristo Redentor
Ê Juiz de Fora!
Juiz de Fora é assim
Quem não conhece venha ver
A cada dia
Uma cidade melhor pra se viver
Sei que jamais
Ei de esquecer esse sorriso..
Biografia extraída do Facebook do prezado amigo: Luiz Antonio Stephan
200
Podemos ver ao Fundo o Cine Veneza
Bloco do Saco do JK/Bairro de Lourdes em 1980
Jorge Luiz de Freitas comentou: Eu na Avenida com 36 anos. 
"Anos Dourados dos grandes carnavais de Juiz de Fora". 
Acervo Jorge Luiz de Freitas
199
Ao que tudo indica parece ser no preparo de um desfile de uma Escola de Samba.
Maria José Monteiro Zeze Comentou: Nesta foto da direita para esquerda: Mário Heleno Lery Guimarães, (grande e querido radialista), Arides Braga,  jornalista e Bacuri, (grande carnavalesco),com Pimpinela formavam dupla que animava o Carnaval Populares na rua Halfeld.
Década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa
198
Carnaval 
Pedro Augusto de Pinho comentou: Meu irmão Luiz Guilherme de Pinho, (In Memoriam), num baile de carnaval
Imagino que seja no Clube Juiz de Fora.
Década de  1960
Acervo: Pedro Augusto de Pinho
197
Bloco Carnavalesco Domésticas de Luxo na Rua Halfeld em Fevereiro de 1964
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
196
Rua Santa Rita
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Na foto estão 11 dos 37 netos que os meus avós maternos, Francisco de Paula Horta Rodrigues e Maria da Glória Horta Rodrigues, tiveram! 
É uma pena que a casa dos meus avós maternos não exista mais!
Carnaval de 1958 ou 1959 
Acervo Humberto Rodrigues de Sá
195
Carnaval de 1964 no Sport Club Juiz de Fora.
Evandro Da Silva Lima comentou: Tenho quase certeza que estou no meio destas pessoas. Saudades.
Expedito Carlos Fernandes comentou: Duas ocasiões em que o Ginásio do Sport Club JF lotava: Bailes de carnaval e apuração das eleições que também ocorriam simultaneamente no Ginásio Esportivo do Colégio Academia.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
194
Avenida Barão do Rio Branco 
Desfile da Tradicional Banda Daki arrastando a multidão 
Década de 1970 
Acervo do saudoso amigo Zé Kodak,(In Memoriam).
193
Carnaval
Palanque Rádio PRB-3
Parque Halfeld em Fevereiro de 1964
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
192
Carnaval
Palanque Rádio PRB-3
Parque Halfeld em Fevereiro de 1964
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
191
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Acervo Regina Siqueira 
190
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Acervo Regina Siqueira 
189
Salão do clube Juiz de Fora decorado para o carnaval.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
188
Carnaval 
Ginásio do Sport Club Juiz de Fora 
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
187
Carnaval 
Ginásio do Sport Club Juiz de Fora 
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
186
Carnaval 
Ginásio do Sport Club Juiz de Fora 
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
185
Carnaval no Sport Clube Juiz de Fora
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

184
Carnaval
Fantasiados na Avenida Barão do Rio Branco
O ônibus era da Viação Lord (do italiano).
Ao fundo podemos ver o Edifício Brumado
Provavelmente final da década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

183
Baile Infantil de Carnaval na sede do Sport Club Juiz de Fora sempre no domingo e terça feira de Carnaval  
As rádios locais, Industrial, PRB 3 e Difusora realizavam transmissões dos bailes infantis, adultos e do Carnaval de Rua.
A chamada da PRB 3 era o Comando B3 e da Industrial A Girafa é a Maior
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

182
Baile Infantil de Carnaval na sede do Sport Club Juiz de Fora
José Eduardo Araújo comentou: Foto histórica, Doutor Fábio Neri, advogado, odontólogo e político no baile infantil do Sport, ao lado da esposa comandando o trio mirim do Comando B3.
Grande colaborador do Rádio e do Jornalismo local foi Vice Prefeito de Juiz de Fora ao lado do Prefeito Adhemar Rezende de Andrade.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

181
Baile Infantil de Carnaval na sede do Sport Club Juiz de Fora sempre no domingo e terça feira de Carnaval
As rádios locais, Industrial, PRB 3 e Difusora realizavam transmissões dos bailes infantis, adultos e do Carnaval de Rua.
A chamada da PRB 3 era o Comando B3 e da Industrial A Girafa é a Maior
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

 180
Baile Infantil de Carnaval na sede do Sport Club Juiz de Fora sempre no domingo e terça feira de Carnaval . As rádios locais, Industrial, PRB 3 e Difusora realizavam transmissões dos bailes infantis, adultos e do Carnaval de Rua.
A chamada da PRB 3 era o Comando B3 e da Industrial A Girafa é a Maior
Na foto no microfone o Pedro Paulo fazendo reportagem, sendo que também era o locutor mirim do Programa do Tio Teteco na parte das manhãs de domingo na PRB 3.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

179
Carnaval de 1977
Escola de Samba União de Santa Luzia
Rubens Dutra comentou: Ai sou eu e meu amigo Poeira com as meninas do Bairro.
Eu, Yara, Léa e meu amigo Gilson.
Acervo Rubens Dutra

 178
Cartão Postal tipo fotografia: Imagem de um jovem senhor com trajes carnavalescos, com lança-perfume e com as anotações manuscritas: Juiz de Fora - Carnaval de 1920
Acervo Elton Belo Reis

177
Carnaval
Menina fantasiada de Bailarina
Data e local não informado
Acervo Elton Belo Reis

176
Escola de Samba Turunas do Riachuelo
Paulo Cesar Teixeira comentou: A Baiana é o Jairo.
Jairo o teu nome é imortal
Década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

175
Bairro Mariano Procópio
Sede do Marianinho.
Baile de carnaval infantil com cobertura da PRB-3
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
174
Bairro Mariano Procópio
Sede do Marianinho.
Baile de carnaval infantil com cobertura da PRB-3, aparecendo os repórteres Aparício de Vita e Ismair Zagheuto
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
173
Escola de Samba Feliz Lembrança
José Eduardo Araújo Comentou: Foto histórica da Feliz Lembrança, Nancy de Carvalho segurando o estandarte da Escola ao lado de Nelson Silva o maior ídolo da Escola, compositor, sambista e ao lado de José Carlos de Lery Guimarães protagonizou o maior enredo do Carnaval de Juiz de Fora, a "MASCARADA VENEZIANA".
Tinha o pseudônimo nos sambas de quadra de fazia de " Tá no Vidrinho".
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
172
Porta Bandeira da Escola de Samba Feliz Lembrança, com o passista Roberto
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
171
Escola de Samba Unidos da Serra
Vejam como tudo era muito simples, puro prazer de sambar e fazer um bom carnaval. Aquele "Tio Sam" ali no meio podia ser uma crítica ao "imperialismo ianque" mas estava mais com cara do Tio Sam que veio conhecer a nossa batucada
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
170
Escola de Samba Feliz Lembrança
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
169
Escola de Samba Feliz Lembrança, componentes e a saudosa baiana Judith, símbolo do Carnaval de Juiz de Fora
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
168
Escola de Samba Pra Lá de Boa
Apresentando seu carro alegórico com a Rainha e o estandarte da Escola
Tinha reduto no Bairro Alto dos Passos e somente desfilou uma única vez no carnaval de Juiz de Fora
Década de 1950 quando encerrou suas atividades.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
167
Escola de Samba Pra Lá de Boa
Apresentando seu carro alegórico com a Rainha e o estandarte da Escola
Tinha reduto no Bairro Alto dos Passos e somente desfilou uma única vez no carnaval de Juiz de Fora
Década de 1950 quando encerrou suas atividades.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
166
Escola de Samba Turunas do Riachuelo
Paulo Cesar Teixeira comentou: Turunas do Riachuelo  
Era muito famoso na época, por vestir se de baiana, ponto alto do desfile dos Turunas.
Grande destaques.
Ela possuía uma Academia de Dança que ficava no Posto 7 na Avenida Barão do Rio Branco
Uma figura ótima, uma lenda para os carnavalescos da minha idade era o Jairo, tradição do nosso Carnaval
Década 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
165
Carnaval na antiga Sede Social do Tupi FC que ficava no terceiro andar no Prédio da Galeria Pio X, de frente para a Rua Halfeld.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
164
Carnaval na antiga Sede Social do Tupi FC que ficava no terceiro andar no Prédio da Galeria Pio X, de frente para a Rua Halfeld.
Observando os foliões brincarem o Diretor Calil Raad de chapéu preto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
163
Parque Halfeld e ao lado o prédio da Prefeitura.
José Eduardo Araújo comentou: Palanque da PRB-3 no Parque Halfeld durante o carnaval
Em pé Santiago, Teixeira Neto( tinha o programa de auditório Festa na Taba) e Mário Helênio
Década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
162
Carnaval
Maria Ferrari
Década de 1930
Foto colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Henrique Teixeira Martins
161
Carnaval
Maria Ferrari
Década de 1930
Acervo Henrique Teixeira Martins
160
Carnaval de Bairro
Bloco de Jovens em 1947
Acervo Rosimar Campos 
159
Carnaval de 1977
Escola de Samba União de Santa Luzia
Acervo Rubens Dutra 
158
Carnaval de 1977
Escola de Samba União de Santa Luzia
Acervo Rubens Dutra 
157
Carnaval de 1977
Escola de Samba União de Santa Luzia
Acervo Rubens Dutra 
156
Carnaval de 1977
Escola de Samba União de Santa Luzia
Acervo Rubens Dutra 
155
Carnaval de 1977
Escola de Samba União de Santa Luzia
Rubens Dutra comentou: Ai sou eu e meu amigo Poeira com as meninas do Bairro
Acervo Rubens Dutra 
154
Carnaval
Bloco Gregos Renegados
Rua Halfeld
identificados Ailton (tamborim), Chiquinho (estandarte) J Batista (atrás) Osmar.
Data provável 1961
Fotografia Extraída do Grupo Antiga Juiz de Fora
Acervo Villa-Real JB 
153
Escola de Samba Mirim os Inocentes somos nos
Fundada em 1958,pelo então árbitro de Futebol Balbino José dos Santos
Bairro Largo do Cruzeiro
Rua Redentor
Cleuza Santos comentou: ao lado do meu Pai está minha mãe, Maria Filomena dos Santos.
Entre os Componentes estão vários fundadores do Partido Alto, como Niltão, Zequinha, Velho, Isquere, Paulinho Maia e o Coração
Acervo Cleuza Santos 
152
Diretoria da Escola de Samba Feliz Lembrança em 1987, foi campeã
Acervo Rozi Borges
151
Escola de Samba Feliz Lembrança
Provavelmente 1987
Acervo Rozi Borges 
150
Escola de Samba Feliz Lembrança
Provavelmente 1987
Acervo Rozi Borges
149
Escola de Samba Feliz Lembrança
Provavelmente 1987
Acervo Rozi Borges 
148
Escola de Samba Feliz Lembrança
Provavelmente 1987
Acervo Rozi Borges
147
Escola de Samba Real Grandeza
Provavelmente 1987
Acervo Rozi Borges
146
Carnaval
Sport Club Juiz de Fora
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
145
Carnaval em 1972
Acervo Magno Rodrigues Monteiro
144
Ginásio do Sport
Concurso de Fantasias de Carnaval
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
143
Carnaval
Banda Bandida
Avenida Barão do Rio Branco
Detalhe para a montagens das arquibancadas
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
142
Carnaval em 1925
Acervo Elton Belo Reis   
141
Carnaval em 1925
Acervo Elton Belo Reis  
140
Carnaval de 1916
Elton Belo Reis 
 139
Carnaval no Clube dos Graphos em 1923
Acervo Elton Belo Reis 
138
Carnaval de 1914
Rua Halfeld noturna
Acervo Elton Belo Reis
137
Carnaval de 1949
Provavelmente no Clube Juiz de Fora antes do incêndio
Em primeiro plano Senhor e Senhora Pedro de Barros M. Falcão e meus pais Hilda e José Pinho
Acervo Pedro Augusto de Pinho
136
Na descrição da foto veio como Turunas em 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
 135
Carnaval de 1980
Léo de Oliveira II comentou: No centro da foto o nosso famoso e querido Zé Kodak, o grande incentivador do nosso carnaval. À sua esquerda, o Rei Momo Pimpinela e à direita a Rainha do Carnaval daquele ano, Maria Aparecida Leite. Isto aconteceu a 37 anos atrás, quando tínhamos o melhor carnaval do interior do Brasil.
Acervo Léo de Oliveira II
134
Rua Halfeld
Carnaval de 1955
Dede da Matta comentou:Papai Antônio Luís Horta e a mamãe Maria Horta no carnaval de 1955 na Rua Halfeld
Detalhe para os lanças perfumes nas mãos...eles usavam para perfumar as pessoas que por eles passavam
"Tempo bom que não volta mais"
Acervo Dede da Matta
 133
Carnaval
Clube Bom Pastor em 1977
Humberto Rodrigues de Sá comentou:e minha prima Sandra Moreira, no Clube Bom Pastor, em Juiz de Fora, MG, esquentando as turbinas para o desfile na Avenida Rio Branco pela Escola de Samba Turunas do Riachuelo, com o enredo "D. Beja, a Rainha do Araxá".
Eu, de "Garimpeiro de Pedras Preciosas" e ela, de "D. Beja na Adolescência".
Acervo Humberto Rodrigues de Sá 
132
Carnaval
Rua Halfeld
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva 
131
Carnaval de Juiz de Fora
Rua Halfeld tendo ao fundo, à esquerda ,o prédio do Cine Palace
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva 
 130
Carnaval
Wilma Trigo comentou:Era corço na época de carnaval....o círculo era feito Marechal Deodoro, Rua Halfeld e Praça da Estação
Participei várias vezes
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva 
129
Carnaval em Juiz de Fora em 1978
Humberto Rodrigues de Sá comentou:Carnaval na Rua Halfeld
Abertura - Sábado de Carnaval - Banda Daki
Ô saudade!
Eu havia chegado diretamente do Rio de Janeiro e os meus primos me pintaram a cara e me meteram nesse Jeep ...
Valeu "primaiada"! rsrsrs (Eu estou sentado no encosto do banco dianteiro, de camisa azul
Acervo Humberto Rodrigues de Sá  
 
128
Revista O LINCE em Março de 1966
Acervo Cássio Geovane Moreno 
127
Carnaval
Cássio Geovane Moreno comentou:Aqui, meu saudoso pai Vicente Moreno(esquerda) e seu amigo Pedro Tarcitano na Rua Halfeld, fantasiados de mulher no carnaval de 1959
Acervo Cássio Geovane Moreno  
 126
Carnaval
jbvreal comentou:Carnaval 1964 Bloco Gregos Renegados.
Nesta foto estão João Villa (compositor, fundador do Turunas do Riachuelo e Bloco Gregos Renegados) seus filhos Nilton, Gabriel, Carlos e João Batista
Foto tirada no Parque Halfeld num momento de descanso da folia
Acervo jbvreal  
125
Carnaval em 1975
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Saí na Turunas do Riachuelo diversas vezes
A primeira delas, em 1975
Segue foto. Eu, de "árvore" e a amiga Lucia, de "Flor" em plena Avenida Rio Branco, já no desfile, mas na área fora das arquibancadas, ainda sem a iluminação especial
Acervo Humberto Rodrigues de Sá 
124
Carnaval de 1960
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Onze dos netos mais velhos dos trinta e sete netos dos meus avós maternos, Francisco de Paula Horta Rodrigues e Maria da Glória Horta Rodrigues
Jardineiros, em frente à casa dos meus avós, na Rua Santa Rita
Estou na primeira fila, à direita
A casa não existe mais
Hoje é um prédio
Acervo Humberto Rodrigues de Sá  
123
Antiga Delegacia de Polícia
Rua Batista de Oliveira
Na foto esta como descrição carnaval de Juiz de Fora
Vicente De Paulo Clemente comentou:O radialista com fones aos ouvidos, parece ser o Carlos Netto, aquele da Ronda Policial
José Lopes De Oliveira Netto comentou:Antiga Delegacia de Polícia, rua Batista de Oliveira, mesa do plantonista, ficava à direita da porta de entrada, onde tinha um balcão e ali se encontravam as ocorrências dos fatos, quando alguém era detido, ali mesmo ficavam os objetos pertencentes ao detido, e o repórter policial Carlos Neto, anotava os BO para a ronda policial, servi como soldado nesta época.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo   
122
Carnaval de 1935
Garage e Officinas Santos Dumont
Avenida Barão do Rio Branco - 2056
Fonte Fotos Antigas
121
Foliões
Desfile carnavalesco em meados ou final da década de 1950 mostra foliões subindo a Rua Halfeld
Vicente De Paulo Clemente Comentou:Para se descer a Rua Halfeld nesses dias de MOMO, nesse apertamento, era muito difícil e demorado. Com lança-perfume nas mãos (os mais afortunados) e bisnaguinhas com água (os plebeus) era um tal de espirrar líquidos uns nos outros...era um empurra-empurra sem fim e aos poucos se chegava na Batista de Oliveira e começava a volta para a Avenida Barão do Rio Branco...como era bom o Carnaval
Acervo Humberto Ferreira  
120
Carnaval
Ao lado do sobrinho Fred e de um amigo chamado Antônio, Ziraldo desfila pela Escola de Samba de Juiz de Fora
Data não informada
Fonte uol 
 119
Bloco carnavalesco em 1960
Fonte galeria.cuiket 
118
Unidos dos Passos em 1977
Ala "Colhedores de Arroz"
Enredo Exaltação ao Rio São Francisco
Acervo Mônica Manganelli  
117
Unidos dos Passos
Abrindo o carnaval de 1977
O Prefeito Mello Reis fez uma homenagem a um rancho que existiu na cidade (Não venhas assim).
Acervo Mônica Manganelli 
 116
Unidos dos Passos em 1979
Ultimo ano em que a escola desfilou
Acervo Mônica Manganelli  
115
Unidos dos Passos em 1978
Ala noite de luar
Acervo Mônica Manganelli
114
Carnaval de 1973
Letra do Samba enredo do Partido Alto
Homenageando a estrada União e Indústria
Acervo Humberto Ferreira  
113
Carnaval em Fevereiro de 1958 
112
Carnaval
Data não informado
111
Carnaval
Data não informado
110
Carnaval na Rua Halfeld
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
109
Carnaval em Fevereiro de 1958 
108
Carnaval
Foliões
Data não informado
107
Carnaval
O rapaz no canto esquerdo da foto é Ivan Costa e ao lado dele de chapéu militar é José Leite
No centro da foto, em pé, de bigode, é o já falecido, Barbosa. Sentado de óculos é o saudoso Mário Helênio, todos com a camisa da Rádio PRB3.
Lucia Rocha comentou:Depois do que está de chapéu militar está o Walter Monachesi
Data não informado 
106
Bairro São Mateus
Rua Padre Café
Bloco das Domésticas de Luxo
 
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
105
Bloco de Miss
Jonas e Bloco Miss
Cuta
Provavelmente o antigo coreto do Parque Halfeld
Carnaval
Década de 1930
Acervo Ramon Brandão  
104
Bloco de Miss
Jonas e Bloco Miss
Cuta
Provavelmente o antigo coreto do Parque Halfeld
Carnaval
Década de 1930
Acervo Ramon Brandão 
103
Carnaval Auditório F.E.E.A
A.B.C.R  em 1969
Acervo Anna Maria Costa  
102
Foliões na Banda Daki
Avenida dos Andradas
Data prováveis 1998 ou 1999
Acervo Rafael Freesz  
101
Avenida dos Andradas, esquina com Rua Paula Lima Preparativos para desfile da Banda Daki em 2004
Acervo Rafael Freesz
100
Avenida Barão do Rio Branco às vésperas do Carnaval de 1975  
99
Carnaval do Sport 1964
Acervo Marcelo Lemos
98
Carnaval
Fevereiro de 1964
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
97
Houve uma época em que o carnaval de Juiz de Fora não se restringia apenas aos três dias de folia
É que antecedendo ao carnaval, existiam as batalhas de confete, como eram chamadas as festas pré-carnavalescas que animavam as ruas da cidade nas noites que antecipavam os dias oficiais de folia. Elas aconteciam em várias ruas, sempre organizadas por comerciantes ou moradores do local, como em Benfica e nas ruas Batista de Oliveira e São Mateus. Mas nenhuma delas tinha o brilho e a animação como as das ruas Halfeld (foto) e Marechal Deodoro
Por causa de uma grande rivalidade, cada uma procurava caprichar mais que a outra e garantir o desfile mais bonito. Pela Rua Halfeld, o organizador principal era o comerciante Cecílio Sampaio, proprietário da loja de tecidos Evolução e que, na ocasião, vendia também artigos de carnaval, como confetes, serpentinas e lança-perfumes. Seu rival na Rua Marechal Deodoro era o famoso "folião" Antônio Couri, dono da Casa Brasil, na parte baixa da rua onde a batalha acontecia. Couri, conhecido como folião número um da cidade, ajudava também na organização das batalhas de confetes em outras ruas e bailes, como os do Tupi, de que foi diretor social.
Créditos:Texto e áudio - Equipe de Jornalismo Rádio FM Itatiaia JF
Edição Internet e recursos digitais - Equipe JFService / ArtNet
Fonte:acessa
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Carnaval de 1966  
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Carnaval de 1966  
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Carnaval de 1966  
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Carnaval de 1966  
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Carnaval de 1966
O primeiro desfile oficial
Fonte colunaacontecendo
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Bar do Murilo
Rua Paula Lima
Região central de Juiz de Fora
João Vila Real fundador do Bloco Gregos e Troianos
TIM da Camisaria Central (canto direito)
e no canto superior esquerdo Jose Carlos de Lery Guimarães e Tim da Camisaria Central
Acervo Senhor Murilo  
90
Carnaval
Ministrinho (à direita) pela Escola Turunas do Riachuelo em 1946
Feito para dançar, sorrir ou, com as melhores letras, até mesmo chorar, o samba veio pra ficar. Essa é uma certeza destacada pelos talentos que representam o som em Juiz de Fora. Com harmonia, o samba chegou às avenidas da cidade em 1934, consequente à fundação da Turunas do Riachuelo, a primeira escola de samba de Minas Gerais e a quarta em atividade no país. O nome foi inspirado em um evento semanal do Rio de Janeiro que despertou a paixão do cantor, sambista e compositor Armando Toschi, o Ministrinho, que, junto aos irmãos, fundaram a agremiação
Foto Cezira Toschi/ Acervo Pessoal 
89
Carnaval
Turunas do Riachuelo em Fevereiro de 1964
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Rua Halfeld
Carnaval em Fevereiro de 1964
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval na Rua Halfeld
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
 
86
Foto Restaurada
Neuza Medeiros comentou:Minha amiga Valdete, dona da foto, me autorizou compartilhar uma foto dela com você
A foto é do carnaval de 1957 ou 1958 e o nome do Rei Momo da foto era Pimpinela
Trabalhei nesta foto tentando restaurar,pois a foto está danificada, mais tem seu valor histórico de Juiz de Fora
Acervo Neuza Medeiros 
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Foto Original
Neuza Medeiros comentou:Minha amiga Valdete, dona da foto, me autorizou compartilhar uma foto dela com você
A foto é do carnaval de 1957 ou 1958 e o nome do Rei Momo da foto era Pimpinela
Trabalhei nesta foto tentando restaurar,pois a foto está danificada, mais tem seu valor histórico de Juiz de Fora
Acervo Neuza Medeiros 
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Carnaval em Fevereiro de 1958 
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Carnaval em Fevereiro de 1958 
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Carnaval em Fevereiro de 1958 
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Carnaval em Fevereiro de 1958
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Carnaval em Fevereiro de 1958  
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Carnaval em Fevereiro de 1958 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1958 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1958 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1958 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1958
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Carnaval em Fevereiro de 1958
Rádio PRB3 cobrindo o carnaval em palanque montado no parque Halfeld
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Carnaval em Fevereiro de 1958  
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Carnaval em Fevereiro de 1958  
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Carnaval em Fevereiro de 1958  
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Carnaval em Fevereiro de 1958  
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Carnaval em Fevereiro de 1958  
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Carnaval em Fevereiro de 1958  
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Carnaval em Fevereiro de 1958 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1963 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1963 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1963 
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Carnaval em Fevereiro de 1963 
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Carnaval em Fevereiro de 1963 
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Carnaval em Fevereiro de 1963 
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Carnaval em Fevereiro de 1963 
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Carnaval em Fevereiro de 1963 
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Carnaval em Fevereiro de 1963
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1964 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1964 
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Carnaval no Sport Club em Fevereiro de 1964
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964 
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Carnaval em Fevereiro de 1964
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Preparação para saída nos corsos
Carnaval de 1929
Acervo Humberto Ferreira
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Preparação para saída nos corsos 
Carnaval de 1929
Acervo Humberto Ferreira 
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Policia Militar fazendo uma prisão em Fevereiro de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
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Carnaval de Juiz de Fora
Fevereiro de 1964 

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Carnaval de Juiz de Fora
Fevereiro de 1964 
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Março de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo    
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1956
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
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Carnaval de Juiz de Fora
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval de Juiz de Fora
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval de Juiz de Fora
Década de 1960 ou 1970 
O Rei Momo é Clério Pereira de Souza “Pimpinela”.
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval de Juiz de Fora
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval de Juiz de Fora
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval de Juiz de Fora
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora
Data e local não informado
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
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Carnaval de Juiz de Fora em Fevereiro de 1958
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
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Carnaval
Marcos Vinicus De Paula Silva comentou:Foto de 2008 
Pois a Rainha eu Conheço
Marchinha de Carnaval na Rua Halfeld 
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Rua Halfeld
Carnaval de Juiz de Fora
Fevereiro de 1958  
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Rua Halfeld
Carnaval de Juiz de Fora
Fevereiro de 1958  
02
Carnaval
Década de 1970
Desfile das Domesticas De Luxo
01
Bairro Benfica
Histórico
Escola de Samba Rivais da Primavera 
 A família Epiphânio, que veio de Lima Duarte, trazendo os instrumentos do antigo rancho carnavalesco "Estrela", foi quem fundou a Rivais da Primavera. A família foi morar em Benfica e fundou o bloco "Primavera", que desfilava no bairro até ser convidado, em 1971, a integrar o segundo grupo das escolas de samba. O nome Rivais da Primavera surgiu de uma brincadeira quando foram registrar a agremiação, pois um de seus fundadores também criou a "Escola de Samba Primavera", na cidade de Matias Barbosa.
Em 2010, a Escola do Grupo B entrou na avenida com o enredo "Miscigenação: Mistura das Raças". Em 2011, no Grupo C a Escola apresentará o enredo "Manifestação da Fé".
Acervo Mauricio Lima Correa