323
Cartão Postal
Grande Hotel Reinaissance
Construção do final do século XlX.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Esta imagem é outro registro fascinante da Juiz de Fora da "Belle Époque", capturando o Grande Hotel Renaissance, um símbolo do luxo e do cosmopolitismo da cidade na virada do século.
Grande Hotel Renaissance
Inaugurado no final do século XIX (por volta de 1890), o hotel ficava localizado na atual Praça Doutor João Penido, (Praça da Estação).
Era um belo exemplar da arquitetura eclética com influências neoclássicas.
O nome francês ("Renaissance") não era por acaso; Juiz de Fora vivia o auge do ciclo do café e da industrialização, sendo chamada de "Manchester Mineira", e buscava espelhar o requinte europeu.
No início do século XX, o Renaissance era o ponto de encontro da elite mineira, políticos e viajantes de negócios que chegavam pela Estrada de Ferro Central do Brasil. Seu restaurante, destacado na fachada, era um dos mais sofisticados da região.
Note as figuras humanas — pessoas trajando paletós e chapéus, reforçando o caráter formal e elegante que o entorno do hotel exigia.
Hoje, o prédio original não existe mais em sua forma original, tendo sido vítima das intensas transformações urbanas que Juiz de Fora sofreu ao longo do século XX. Por isso, fotografias como esta são os únicos testemunhos da imponência arquitetônica daquela era.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

322
Cartão Postal
Antiga companhia Mineira de Eletricidade na Rua Espirito Santo
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Essa imagem é um registro histórico fantástico da Companhia Mineira de Eletricidade (CME), um dos grandes marcos do pioneirismo de Juiz de Fora. Essa fotografia de 1903 captura a essência da "Manchester Mineira" no auge de sua inovação tecnológica.
A CME, fundada por Bernardo Mascarenhas em 1889, foi a responsável pela criação da Usina de Marmelos, a primeira grande central hidroelétrica da América do Sul.
O prédio na Rua Espírito Santo funcionava como sede administrativa e estratégica no centro da cidade.
O estilo do edifício é eclético, com elementos que remetem a pequenas fortificações (as torres laterais ou "guaritas"), o que dava uma sensação de solidez e importância à companhia que trazia a "modernidade" (a luz) para a cidade.
A assinatura no canto inferior direito refere-se a Francisco Soucasaux, um dos fotógrafos e engenheiros mais importantes daquele período em Minas Gerais. Ele registrou o progresso do estado com uma estética técnica e artística muito refinada.
Na legenda do postal, lê-se "Distribuidora de Eletricidade". Naquela época, o sistema de fiação era muito rudimentar comparado ao atual, e esses edifícios centrais eram o coração da operação urbana.
A presença das pessoas na fachada (incluindo a senhora na sacada e os homens à porta) ajuda a dar a escala do prédio e mostra o contraste das vestimentas da época com a robustez da construção em pedra.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

321
Vista Parcial
Estação Ferroviária Central do Brasil
A cena reflete o cotidiano da década de 1930,
período em que a estação era o principal ponto de conexão e desenvolvimento da cidade.
É possível observar a transição tecnológica da época, com a coexistência de carroças de tração animal e os primeiros veículos motorizados.
Ao fundo, destaca-se a imponente torre do relógio, característica marcante do complexo ferroviário da época.
A década de 1930 representou o auge da movimentação na Estação Central de Juiz de Fora, consolidando a cidade como um entreposto vital entre o Rio de Janeiro e o interior de Minas Gerais.
Mais do que um terminal, a estação era o "coração" da cidade, onde a elite e os trabalhadores se cruzavam para acompanhar a chegada do "Vera Cruz" (o famoso trem de luxo) ou para receber mercadorias vindas da capital.
Na década de 30, a estação era fundamental para o escoamento da produção das fábricas têxteis locais, alimentando o título de "Manchester Mineira" que a cidade ostentava.
O complexo contava com oficinas de manutenção, armazéns de carga e uma administração rigorosa controlada pela Estrada de Ferro Central do Brasil.
Homens de terno e chapéu, refletindo a formalidade da época mesmo em ambientes de trabalho e viagem.
A pavimentação ao redor da estação e a iluminação pública começando a moldar o centro comercial que conhecemos hoje.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

320
Cartão Postal
Bairro Fabrica
10º Regimento de Infantaria (10º RI) é preservada e continuada pelo 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, (10º BIL) — o famoso "Batalhão Marechal Guilherme Xavier de Souza".
A história do 10º Regimento de Infantaria (10º RI) em 1920, sediado em Juiz de Fora, Minas Gerais, é um capítulo fundamental para entender a importância militar e social da "Manchester Mineira" no início do século XX.
Naquela época, a cidade era um dos polos industriais e políticos mais vibrantes do Brasil, e a presença do regimento consolidava Juiz de Fora como um ponto estratégico de defesa e influência estatal.
Em 1920, o 10º RI já estava estabelecido em seu imponente quartel no bairro Fábrica.
A arquitetura do prédio, de estilo eclético, era um símbolo de modernidade e ordem. O regimento era parte da 4ª Região Militar, que tinha sua sede em Juiz de Fora.
O regimento era composto majoritariamente por jovens conscritos da região, tornando-se uma instituição de "civilização" e alfabetização para muitos mineiros.
Os oficiais do 10º RI eram figuras centrais na elite juiz-forana, frequentando clubes e participando ativamente da vida política local.
A década de 1920 foi marcada por intensas tensões políticas no Brasil (o período do Tenentismo).
Embora a Revolta do Forte de Copacabana só tenha ocorrido em 1922, em 1920 o clima já era de reorganização interna no Exército sob a influência da Missão Militar Francesa.
Em 1920, o 10º RI estava em pleno processo de modernização tática.
A Missão Francesa, que chegou ao Brasil em 1919, começou a implementar novas doutrinas que transformaram o regimento:
O uso de novas metralhadoras e táticas de infantaria.
Maior rigor na formação de sargentos e oficiais.
Diferente de uma força isolada, o regimento era o coração dos desfiles cívicos na Rua Halfeld.
Em 1920, as celebrações do 07 de Setembro em Juiz de Fora eram dominadas pela banda de música do 10º RI, considerada uma das melhores da região.
O 10º RI viria a ganhar fama nacional anos depois, durante a Revolução de 1930 e, mais tarde, ao fornecer o contingente principal para a formação do 11º Regimento de Infantaria sediado na cidade de São João Del Rey, que lutou na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.
O 10º BI não é apenas um prédio; ele é o sucessor de unidades que lutaram na Guerra do Paraguai e em outros conflitos que consolidaram as fronteiras do Brasil.
Em Juiz de Fora, o termo "Décimo" é sinônimo de respeito.
Ser a quarta unidade Militar na ordem de antiguidade significa que, quando o Brasil ainda estava se formando como nação, os antecessores dessa unidade já estavam em marcha.
Além da antiguidade, o batalhão se tornou referência na especialização de montanha, adaptando-se perfeitamente ao relevo da Zona da Mata mineira.
Texto de Autoria do Veterano: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

319
Vista Panorâmica
Colégio Santa Catarina
Baseado no documento histórico "Efemérides Juiz-foranas (1698-1965)", de autoria de Paulino de Oliveira e reeditado pela Câmara Municipal de Juiz de Fora, aqui estão informações relevantes sobre o Colégio Santa Catarina e o contexto histórico de instituições de ensino na cidade:
O colégio foi historicamente dirigido pelas Irmãs da Congregação de Santa Catarina.
A obra de Paulino de Oliveira destaca a importância de diversas instituições de ensino que moldaram a identidade cultural e educacional de Juiz de Fora ao longo das décadas, como a Academia de Comércio (fundada em 1891) e o Grupo Escolar Antônio Carlos (1909).
Instituições como o Colégio Santa Catarina fazem parte do rico mosaico histórico da cidade, cujos registros são fundamentais para a compreensão da evolução da sociedade juiz-forana.
A instituição funcionou historicamente como Escola Normal, sendo uma referência na formação de professoras sob a orientação das irmãs da congregação.
O colégio faz parte de uma rede de estabelecimentos de ensino tradicionais em Juiz de Fora mencionados na obra "Efemérides", como a Academia de Comércio (fundada em 1891) e o Grupo Escolar Antônio Carlos (1909), que ajudaram a consolidar a cidade como um polo educacional.
Final da década de 1950
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

318
DROGAFAR S/A
Esquina da Rua Halfeld com a Praça João Pessoa,(Cine Central).
Edifício Drogafar, é um dos pontos mais emblemáticos de Juiz de Fora justamente por sua localização privilegiada e pelo comércio que abrigou:
Ele fica exatamente na esquina da Rua Halfeld com a Praça João Pessoa, (onde se localiza o Calçadão).
O prédio está posicionado "cara a cara" com o Cine-Theatro Central, o que faz desta esquina uma das mais fotografadas e movimentadas da cidade.
A Drogafar S/A foi uma das farmácias mais tradicionais da região.
O letreiro, ("Às Suas Ordens") era uma marca registrada da empresa, que ocupou esse espaço por muitas décadas, tornando-se um ponto de referência para gerações de juiz-foranos.
A esquina com o Cine Central, esse prédio faz parte de um conjunto arquitetônico muito rico.
Enquanto o Cine Central é um exemplo magnífico do Ecletismo, (com interior monumental), o Edifício Drogafar representa o Art Déco:
Possui frisos verticais que sobem por toda a fachada, típicos da estética moderna da primeira metade do século XX.
Provavelmente década de 1960
Texto de Autoria de Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

317
Bairro Vila Ideal
Avenida Francisco Valadares, 2745
Abrigo Santa Helena e sua História
Com o nome de "Asilo de Mendigos" de Juiz de Fora foi fundado em 10 de outubro de 1915, por José Procópio Teixeira e Edgard Quinet de Andrade Santos. As palavras "asilo" e "mendigos", com o tempo tornaram-se incômodas e até deprimentes. Simultaneamente com passar dos anos, as administrações anteriores entenderam com muita razão mudar de "Asilo de Mendigos" para "Abrigo Santa Helena", não temos a data exata de quando o foi realizada a troca para "Abrigo Santa Helena", mas nos registros mostram que 1932 a mudança já teria sido realizada, e uns dos motivos especiais foi o de conservar o título inicial do projeto "Hospital Santa Helena" e também uma justa homenagem à "Sra. Maria Helena", esposa de um dos principais fundadores do Asilo o Dr José Procópio Teixeira.
O Abrigo Santa Helena é uma Instituição civil e filantrópica, considerada de utilidade pública municipal, estadual e federal, que tem o objetivo de abrigar com dignidade pessoas idosas, independente de raça, cor, sexo ou religião, sob regime de internamento.
Atualmente estamos com a capacidade máxima de 145 idosos, homens e mulheres abrigados em pavilhões que estão em padrões da ANVISA. Contamos com quartos coletivos, sala de TV, refeitórios, espaço para recreação e convivência, capela, postos de enfermagem, secretaria, sala administrativa, de contabilidade e da diretoria, entre outras dependências.
Por ser uma Instituição filantrópica e sem fins lucrativos; a experiência assistencial ao longo de sua história, sempre dependeu de convênios com o poder publico, doações da comunidade e de outras instituições para a execução de suas atividades e manutenção de um atendimento digno e humanizado aos idosos.
O atendimento aos usuários é do tipo asilar compreendendo intervenções de uma Equipe Técnica Interdisciplinar com: assistência nutricional, social, psicológica, fisioterápica, fonoaudiologia, medica ambulatorial, enfermagem, farmacêutica, educação física e atividades recreativas. O trabalho desenvolvido, baseia-se, sobretudo, na busca da humanização, da qualidade de vida e da segurança dos usuários, do bem-estar físico, mental e o convívio social. Estimulação cognitiva e comportamental, através de palestras temáticas, passeios, dinâmicas, vídeos e textos, com intuito de desenvolver a estimulação global do usuário. Incentivamos o autocuidado, a socialização e o desenvolvimento do relacionamento interpessoal e intrapessoal, o acesso a direitos sociais e benefícios. Realizamos oficinas artísticas, lúdicas e de recreação que fortalecem a atividade mental, a memória e a cognição. Passeios e visitas a instituições, parques e locais turísticos também são ofertados para conhecimento e significação do espaço social em que se encontram inseridos.
Texto Fonte: https://www.abrigosantahelena.com.br/about.html
Década de 1940
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

316
Cartão Postal
Paço Municipal
Sede da Antiga Prefeitura de Juiz de Fora
Esquina com a Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Final da década de 1920
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

315
Banco de Crédito Real
Uilmara Machado de Melo comentou: "O edifício eclético inicialmente de quatro pavimentos foi projetado pelo engenheiro arquiteto Luiz Signorelli, sendo construído entre os anos 1929 a 1931. As pinturas decorativas são de autoria do italiano Angelo Biggi. Os dois pavimentos acrescidos entre 1951 e 1952, são de autoria do engenheiro Reginaldo Arcuri.".
Se os dois pavimentos foram acrescidos entre 1951 e 1952, então esta foto é, obviamente, depois de 1952.
Fonte: Iepha.
Beth Brega Daibert comentou: Minha família Credireal, por um triz aí não nasci, porque minha mãe trabalhou mas teve que sair pra casar, depois dela vieram 2 irmãs e um primo, continuando mas do lado paterno, foi um primo e um tio q implantou o setor mecanizado, a linhagem terminou comigo que aí me aposentei. Amo esse prédio e sua história.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

314
Tiro de Guerra 17, (TG 17) é uma das mais antigas e simbólicas de Juiz de Fora, estando intimamente ligada ao desenvolvimento da cidade e ao civismo local desde o início do século XX.
O Tiro de Guerra 17 foi fundado em 1908, no contexto de uma campanha nacional para a criação de centros de instrução militar voltados para civis.
O grande idealizador da unidade em Juiz de Fora foi o então Tenente João Marcelino Ferreira da Silva, (que mais tarde se aposentaria como General de Reserva).
O objetivo era oferecer conhecimentos militares básicos aos cidadãos que se apresentassem voluntariamente, permitindo que fossem incluídos na reserva de 2ª categoria do Exército Brasileiro sem a necessidade de afastamento total de suas atividades civis.
A sede do TG 17 está localizada na Rua Santo Antônio, nº 110, no Centro. O prédio é um marco arquitetônico e cultural da cidade:
No frontispício, (fachada) do edifício, ainda é possível ver gravadas as Armas da República, o nome da instituição e a data de fundação (1908).
Devido à sua relevância histórica e social, o imóvel é um bem tombado pela Prefeitura de Juiz de Fora, (através da Funalfa), sendo reconhecido como patrimônio cultural do município.
Diferente de um quartel convencional de infantaria, o Tiro de Guerra funciona em parceria entre o Exército e a Prefeitura.
A prefeitura fornece as instalações e o suporte administrativo, enquanto o Exército entra com o fardamento, armamento e instrutores (geralmente sargentos).
Em Juiz de Fora, o TG 17 formou gerações de jovens, conhecidos como "atiradores". Além do treinamento militar, a instituição sempre teve um forte papel na educação cívica e em ações sociais, como campanhas de doação de sangue e apoio em situações de calamidade.
É importante notar que, ao longo dos anos, as numerações e organizações dos Tiros de Guerra podem sofrer alterações. Atualmente, a unidade é referenciada tecnicamente como TG 04-017 (o prefixo "04" refere-se à 4ª Região Militar, que abrange Minas Gerais).
O edifício sede recebeu o nome de um de seus antigos diretores, que foi reeleito oito vezes para o cargo, demonstrando a forte ligação que a sociedade civil de Juiz de Fora mantinha com a administração do clube de tiro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

313
Mercado Municipal
Avenida dos Andradas, 197, abrigou o primeiro Mercado Municipal da cidade, inaugurado em 31 de dezembro de 1904.
Estilo Eclético: O prédio é um exemplar clássico do ecletismo, estilo que dominava a arquitetura brasileira na virada do século. Note a fachada simétrica, a ornamentação rica em detalhes e os imponentes torreões que você pode ver na imagem.
Foi erguido pela firma Teperine, Sisto e Cia. Na época, o acordo com a Câmara Municipal foi curioso: a empresa construiu o edifício e, em troca, recebeu o direito de explorar o mercado comercialmente por 20 anos.
Na sua restauração, aparece o icônico bonde. A Avenida dos Andradas era uma das principais artérias da cidade, conectando o centro industrial, (como a Fábrica Mascarenhas), às áreas residenciais.
O mercado era o coração do comércio local antes da popularização dos supermercados. Ali se vendia de tudo: hortaliças, carnes, laticínios e produtos que vinham das fazendas da região.
Por volta de 1930, o mercado deixou de funcionar nesse local. O prédio foi vendido para Getúlio Nogueira de Carvalho, que o transformou em uma das primeiras grandes agências de veículos da cidade.
Atualmente, o prédio é tombado pelo patrimônio histórico (Decreto 6754/2000). Embora o interior tenha sido adaptado para fins comerciais e residenciais, a fachada que você colorizou permanece preservada, mantendo viva a memória da "Manchester Mineira".
Início do século XX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

312
Academia de Comercio em 1941
Vista Lateral
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

311
Bairro Remonta
A Fazenda Ribeirão das Rosas, em Juiz de Fora, é um marco histórico do século XVIII, construída por volta de 1770 por Manuel Vidal Lage, servindo como importante parada no Caminho Novo, e foi palco para a pernoitada de D. Pedro I e Imperatriz Dona Amélia em 1831; hoje é patrimônio tombado, de propriedade do Exército, e, apesar de seu valor arquitetônico e histórico, enfrenta desafios de conservação e restauro, com a sede de pau-a-pique e madeira sendo a segunda construção mais antiga da cidade.
Atualmente é propriedade do Exército Brasileiro, que a utiliza como campo de instrução.
Fotografia datada de Maio de 1987
Acervo: Marconi Moraes

310
Bairro Francisco Bernardino
Paróquia Nossa Senhora de Lourdes.
Adilson Ferreira De Paiva Paiva Comentou: A Rua que aparece na foto ao fundo, nivelando com a torre da Igreja e paralela à Avenida Juscelino Kubitschek é a Rua Comendador Francisco Álvares de Assis.
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Paróquia Nossa Senhora de Lourdes

309
Bairro São Mateus
Igreja de São Mateus
Rubens Dutra comentou: Igreja de São Mateus
Não chequei a frequentar, embora mora-se na Osvaldo Aranha, esquina com São Mateus.
Frequentei o cinema no prédio a esquerda da foto. assisti toda a série do Trinity naquele cinema. Sessão das Quintas, Um Cruzeiro
Provavelmente meados da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

308
Residência dos Irmãos Surerus em 1886
Avenida Presidente Getúlio Vargas
A Família Surerus em Juiz de Fora
Chegada e Empreendedorismo: Henrique Surerus e outros membros da família imigraram e chegaram a Juiz de Fora em 1861.
Negócios de Sucesso: Inicialmente, atuaram no ramo da construção civil.
Em 1886, expandiram seus negócios para o centro da cidade, estabelecendo-se com uma loja de artigos de construção, oficina, serraria e até uma fábrica de carroças.
Pioneirismo Industrial: A família Surerus é reconhecida por sua contribuição para o processo de industrialização de Juiz de Fora. Eles foram contemporâneos de outros grandes empreendedores locais, como Bernardo Mascarenhas.
A Residência (Casa Surerus)
A residência específica que se tornou notória era a "Casa Surerus de Henrique Surerus & Irmãos", localizada na Avenida Getúlio Vargas, e uma fotografia histórica datada de 1907 mostra o edifício.
A casa era um exemplo da arquitetura da época e da influência da família na paisagem urbana da cidade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

307
Bairro Mariano Procópio
Estação Ferroviária de Mariano Procópio
Antônio Nunes comentou: Este de branco logo na parte de baixo é meu pai, José Roberto da Silva Oliveira, que trabalhou na Central do Brasil por 46 anos
Fotografia de aproximadamente 1910.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Antônio Nunes

306
Praça da Estação ou Praça João Penido
Podemos ver a Imponente Torre da Estação e uma Guarita da Guarda Civil e próximo os carros de praças como eram chamado os atuais TÁXI.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

305
Praça da Estação ou Praça Doutor João Penido e Estação Ferroviária
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

304
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo e foi feito 25 anos antes do que o Monumento da cidade do Rio de Janeiro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

303
Cartão Postal
Inauguração da Torre e da nova Estação Ferroviária
Estrada de Ferro Central do Brasil, em Juiz de Fora em de 26 de Dezembro de 1906.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Ferroviário
302
Palacete dos Alves
Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira ou Castelinho da antiga CEG ou CJF
Atualmente Colégio Cave
Rua Floriano com Rua Tiradentes
Provavelmente década de 1950.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

301
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Rápido Bie nota se no meio da foto
Eram Limusines que faziam Juiz de Fora - Rio De Janeiro entre os anos de 1939 e 1945
Eram 4 Ford 0 KM o preço da passagem era de 20.000$, (réis).
Ao Fundo o Palace Hotel e o atual Museu do Crédito Real
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

300
Construção do Monumento do Morro do Cristo
(Morro do Imperador).
Provavelmente em 1905 pois o mesmo foi inaugurado em 1906, 25 anos antes do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro e com isso afirmo que nossa cidade foi pioneira neste tipo de construção
O nome Morro do Imperador é uma homenagem ao Imperador Dom Pedro II que, em suas visitas a Juiz de Fora, sempre subia a montanha para, de lá, vislumbrar a cidade que se formava
São 25 metros de capela e torre e 3,75 metros de estátua.
Foi o comerciante e empreendedor Francisco Baptista de Oliveira que implantou pela primeira vez em solo nacional a ideia de ter uma imagem cristã abençoando a cidade sob seus pés
Ele faleceu prematuramente e não conseguiu ver o projeto concluído
A construção foi iniciada em 1902.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva

299
Cartão Postal
Interior do Cine Theatro Central em 1940
Sua capacidade é de 1,881 espectadores
O projeto, do arquiteto Raphael Arcuri, é uma das primeiras referências locais à influência do art déco, ao passo que a decoração interna, da autoria de Ângelo Biggi, mantém-se fiel à tradição muralista italiana com temas clássicos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

298
A primeira capela de Santo Antônio, origem remota da Catedral, teria existido no Morro da Boiada e pouco tempo depois, desmoronado. Em 1741, uma segunda capela foi construída no mesmo local, (fazenda de Antônio Vidal). Já em 1812, com a venda da propriedade, o novo dono, Antônio Dias Tostes, pediu autorização ao Governo do Império para transferir a capela para outro local.
A autorização da construção foi dada em 1844 e três anos depois, passou a funcionar em frente à Estrada Geral, (hoje, avenida Barão do Rio Branco). O espaço tinha cerca de 100m de extensão. No mesmo local construiu-se o primeiro cemitério.
Com a emancipação do nosso município, em 31 de maio de 1850, a capela foi transformada na primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única até 1900. Somente com a chegada dos padres da Congregação dos Redentoristas é que novas paróquias foram instaladas.
O templo teve logo que ser ampliado, pois se tornou pequeno para o grande número de fiéis que participavam das celebrações. Em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma nova. Um ano depois, o cemitério foi transferido para as proximidades da Estrada União Indústria, hoje Cemitério Municipal.
A nova matriz foi inaugurada em 1866, com espaço maior e construída atrás do prédio original. Em 1924, Dom Justino, nosso primeiro bispo, realizou algumas reformas no prédio, como o novo piso, ampliação do presbitério, nova pintura, novo púlpito, altar de mármore, além da reforma do trono e do lustre de cristal.
Segundo a pesquisa histórica, a Catedral já foi protegida por um muro de pedras de cinco metros de altura. No entanto, no início do século XX, a parede foi demolida e as pedras foram reaproveitadas no calçamento de diversas ruas da cidade. O dinheiro arrecadado com a venda de parte destas pedras também foi utilizado para a construção do jardim e das vias existentes em volta da igreja.
Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a matriz, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e foi reinauguradas em 1966.
A igreja já passou por várias modificações até chegar ao prédio atual. E ela se destaca não só por sua estrutura física, mas também pela composição administrativa e organizacional. Em toda a sua história, mais de 80 padres, párocos e vigários paroquiais, já passaram por ela. Além disso, possui localização privilegiada: fica na avenida principal da cidade, ocupando uma posição geográfica central.
Data não informado
Texto Fonte: https://www.catedraljf.org.br/index.php/conheca-a-catedral/historico
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

297
Bairro Santa Terezinha
Rua Alencar Tristão - 360
Fazenda da Tapera
A construção do prédio da Antiga Alcaidemoria de Juiz de Fora tem sua história ligada à abertura do Caminho Novo realizado por Garcia Rodrigues Paes, ligando a corte à zona mineradora. Em 1701 Garcia iniciou a abertura de uma picada por iniciativa própria , investindo na mesma recursos próprios e mão de obra escrava. Para facilitar seu acesso ao mesmo, Garcia mudou-se de São Paulo para Rio de Janeiro, mas a carência de recursos e de mão de obra levaram-no a solicitar a ajuda do governador d. Álvaro.
A Coroa também possuía interesses na conclusão do Caminho que permitiria maior arrecadação, e por conseguinte; tributação. Impossibilitado economicamente e fisicamente de manter-se nos trabalhos, Garcia foi substituído por Domingos Rodrigues , que levou à cabo a tarefa de abertura da estrada que recebeu o nome de "Caminho Novo".
Apesar de não ter concluído a tarefa, Garcia foi contemplado pelo Rei com quatro sesmarias ainda mais uma para cada um de seus filhos, escolhidas ao largo do Caminho Novo e o coronel Domingos Rodrigues foi nomeado como Cobrador das Estradas e Provedor dos Quintos, tendo para isso estabelecido o Registro e fundando nele uma fazenda de criação e cultura que lhe permitiu lucros e uma vida abastada.
A abertura do Caminho atraiu vários aventureiros para as minas, advindo daí uma necessidade de maior patrulhamento e fisco por parte da Coroa, desejosa de evitar o contrabando. Os acontecimentos do ano de 1711 podem ser percebidos pela Carta de Manoel de Araújo, um dos comandantes da patrulha.
A fazenda passou à família de Custódio da Silveira Tristão, devido ao casamento de Custódio da Silveira Tristão com Josefina, cabendo a um de seus filhos, Cícero Tristão, o direito sobre a sede da fazenda como herança, que doou-a em testamento à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, por não possuir descendentes diretos Após a morte de Cícero Tristão em 1954, a Fazenda do Alcaide-Mor passou a pertencer à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, impondo como condições para efetivação da doação que Santa Casa mantivesse a casa como a recebeu; preservando assim o patrimônio histórico de Juiz de Fora e instalar no mesmo um serviço de assistência às crianças desamparadas e aos velhos doentes. Sabendo das condições impostas no testamento de Cícero, a Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer - ASCOMCER inaugurou na antiga fazenda o Instituto Dr. Cícero Tristão com o objetivo de amparar velhos desprovidos de recursos, que lá funcionou por dezoito anos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Foto extraída do livro Juiz de Fora em dois Tempos .
Acervo: Agnaldo Rocha Marliere

296
Grupo Central
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Braz Bernardino
Palacete Santa Mafalda, também conhecido como Grupos Centrais, é um edifício localizado na cidade de Juiz de Fora
Foi oferecido a D. Pedro II, mas recusado, e então o imperador aconselhou que fosse destinado a um abrigo de doentes ou uma escola
Foi ampliado na parte de trás e é Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Abrigou a Escola Normal de Juiz de Fora, que foi transferida para lá e onde José Rangel lecionou.
Em 4 de fevereiro de 1907 foi instalado no prédio o Primeiro Grupo Escolar, com 470 alunos e dirigido por José Rangel.
Em 23 de março do mesmo ano foi inaugurado o Segundo Grupo Escolar, de funcionamento noturno, com 396 alunos e administrado pelo diretor José Rangel e pelos servente e porteiro do Primeiro
Em 1915 os grupos foram renomeados, respectivamente, para Grupo José Rangel e Grupo Delfim Moreira
Ficou conhecido como Grupos Centrais devido à sua localização, de frente para a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, em um trecho nobre da cidade do século XX
Somente o Grupo Delfim Moreira está no prédio atualmente
O Grupo Escolar surgiu com o propósito de tornar os alunos bons trabalhadores e bons cidadãos, e por isto o discurso liberal era ofuscado pelos mecanismos disciplinadores, para que se formassem cidadãos submissos à classe dominante
O prédio foi construído no final da década de 1850 pelo Comendador Manoel do Vale Amado, rico proprietário rural que desejava homenagear Dom Pedro II quando de sua primeira visita à Juiz de Fora
Batizado de Palacete Santa Mafalda, a construção foi erguida num ponto nobre da cidade, na esquina das ruas Braz Bernardino e Principal (atual Avenida Rio Branco)
Ao chegar à cidade em 1861 para a inauguração da Companhia União Indústria, o imperador utilizou o casarão, todo ornamentado com mobiliário importado de Paris, para a assinatura de importantes documentos, e também para a cerimônia do Beija-Mão, em que recebia os convidados e pessoas que tinham audiências marcadas.
Recusou, porém, a oferta do Comendador para que ficasse com o imóvel de presente, dizendo que só aceitaria se ele fosse doado ao estado para abrigar uma escola ou obra de caridade
Magoado, Manoel do Vale Amado decidiu que a casa jamais seria habitada, desejo que foi respeitado por seu filho, o Barão de Santa Mafalda.
O local só foi reaberto em 1904, ocasião em que foi doado à Santa Casa de Misericórdia e teve todo seu acervo leiloado.
Adquirido pelo estado, foi transformado em 1907 no primeiro grupo escolar de Minas Gerais, função que ocupa até os dias de hoje, abrigando a Escola Estadual Delfim Moreira.
Integra o patrimônio de Juiz de Fora desde 1983, quando foi tombado pela municipalidade.
Fotografia de 1958
Fonte wikipedia.org
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

295
Vista Frontal da Câmara Municipal de Juiz de Fora em 1907
Vista do interior do Parque Halfeld.
Podemos ver em detalhes que o mesmo era Cercado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio

294
Capella dos Nosso Senhor dos Passos e um pequeno trecho do Jardim
Localizada no Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

293
Companhia Pantaleone Arcuri antes de 1930
Rua do Imperador, (atual Avenida Presidente Getúlio Vargas).
A história de Pantaleone Arcuri é a da Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri, uma empresa brasileira de construção civil fundada em 1895 em Juiz de Fora, Minas Gerais, por imigrantes italianos.
A empresa foi fundamental para o desenvolvimento da cidade, construindo marcos como o atual Paço Municipal, o Cine-Teatro Central e o pavilhão mourisco do Parque Halfeld.
A companhia encerrou suas atividades na década de 1940.
A empresa e suas contribuições
Fundação e fundadores: A Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895 por imigrantes italianos, com Pantaleone Arcuri como diretor-gerente. A família chegou ao Brasil em 1887.
Inovação: A empresa foi pioneira em diversas áreas, como a produção de cimento amianto e ladrilhos hidráulicos, além de ter uma grande oficina de carroças, telhas e portas. Também representou a marca de automóveis Fiat no Brasil na década de 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

292
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva

291
Catedral Metropolitana
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

290
Tecelagem Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Bernardo Mascarenhas consegue trazer em carros de bois os primeiros teares para Minas montando em 1888 a Tecelagem Bernardo Mascarenhas.
É o fundador da Companhia Mineira de Eletricidade
inaugurada em 05 de Setembro de 1889.
Em 28 de agosto de 1898
pela primeira vez no Brasil
inaugura-se a instalação de dois motores elétricos aplicados à produção industrial.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

289
A companhia Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895, destacou-se por suas oficinas onde produzia-se carroças, telhas de amianto, portas, janelas, ladrilho hidráulico, chegando a ter, na década de 1920 uma representação de automóveis FIAT importados da Itália.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

288
Bairro Granbery
A Igreja Nossa Senhora do Rosário no bairro Granbery, em Juiz de Fora, foi inaugurada em 1905 e é um marco do patrimônio histórico e cultural do município. Construída a partir de 1894, sua edificação foi um projeto da Companhia Pantaleone e Arcuri, e o lançamento da pedra fundamental em 1905 marcou sua inauguração com a presença de uma grande solenidade e procissão.
O projeto arquitetônico foi assinado por José de Magalhães, e sua estrutura acústica é considerada uma das melhores da cidade.
História da igreja
Período de construção: A construção da igreja, iniciada em 1894, teve a obra concluída em 1905.
Inauguração: A inauguração foi marcada por grande solenidade, com a presença do então Bispo de Juiz de Fora, Dom Eduardo de Oliveira, e a procissão que partiu da Matriz.
Patrimônio: A igreja é tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural do município desde 5 de dezembro de 2001.
Destaques: A igreja se destaca pelo seu projeto arquitetônico com tendência eclética, com ornamentos originários de várias fontes de estilo.
Sua estrutura acústica é uma das melhores da cidade, permitindo a realização de eventos como o Festival Internacional de Música Colonial.
Outros fatos: O primeiro pároco, Padre Aloísio Derossi, que faleceu em 1911, está enterrado no local.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

287
Museu Mariano Procópio em 1861.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

286
Cartão Postal
Instituto Metodista Granbery
Provavelmente final da década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

285
O Trem Xangai no embarque e desembarque, em 1978.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

284
Estação Ferroviária em Setembro de 1921.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

283
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, (Catedral de Santo Antônio).
No final do século XIX e início do XX é descrever o coração espiritual e geográfico de uma cidade que estava se tornando a "Manchester Mineira".
Nesse período, a Catedral era muito diferente da estrutura monumental que vemos hoje. Aqui estão os pontos principais daquela época:
A Estrutura da Época (O Templo de 1864)
A "Terceira" Igreja: O prédio que existia na virada do século foi concluído por volta de 1864-1866. Ele substituiu uma capela anterior que era considerada pequena para o crescimento da cidade.
Sem as Torres Atuais: No final do século XIX, a igreja era mais simples.
Ela não possuía a grande cúpula e as torres imponentes que vemos hoje; essas são intervenções mais tardias, (especialmente das reformas que começaram em 1950).
O Muro de Pedras: Um detalhe fascinante do início do século XX era um muro de pedras de cerca de 5 metros de altura que cercava e protegia o templo. Curiosamente, esse muro foi demolido no início dos anos 1900, e suas pedras foram vendidas para pavimentar diversas ruas de Juiz de Fora.
Elevação a Catedral (1924): Embora o prédio já fosse antigo, ele só se tornou oficialmente "Catedral" em 1924, quando foi criada a Diocese de Juiz de Fora. Antes disso, era a Matriz de Santo Antônio.
Localizada na principal avenida (Avenida Rio Branco, então chamada de Estrada Geral), ela era o ponto de referência para procissões e festividades que reuniam a elite industrial e os operários das fábricas.
Até meados do século XIX, o cemitério da cidade ficava ao lado da igreja. Com o crescimento urbano e por questões sanitárias, ele foi transferido para o Poço Rico em 1865, permitindo que a área central se tornasse estritamente religiosa e administrativa.
Nessa época, o interior já abrigava imagens históricas, como a de Santo Antônio, o padroeiro, trazida pelos fundadores da cidade.
Muitas das pinturas e vitrais que admiramos hoje foram doações de famílias influentes feitas ao longo das décadas seguintes.
A Catedral passou por uma metamorfose.
No início do século XX, ela tinha traços mais coloniais e neoclássicos simplificados, evoluindo para o estilo romano, (com arcos plenos e cúpula), que define sua silhueta atual.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

282
O prédio situado na esquina das ruas Direita e da Califórnia (Respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld), foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local.
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Rio Branco, foi concluído em 1918.
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil.
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura JF Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço.
Data provável 1917
Texto Fonte: wikipedia.org
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

281
Inauguração do Fórum em 1878
Atual Câmara Municipal de Juiz de Fora
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

280
Mais do que nas memórias, o Rei do Arroz permanece como referência geográfica no linguajar cotidiano de muitos juiz-foranos. Ao falarem sobre o ponto de ônibus na Avenida dos Andradas, defronte ao Palácio da Saúde, muitos ainda dizem “o ponto do Rei do Arroz”, em referência ao mercado que operou nos anos 1980 e foi à falência no início dos anos 1990. “Sempre que passo naquele trecho da Avenida dos Andradas, penso: ‘aqui era o Rei do Arroz’. Minha mãe sempre fazia compras lá, e eu costumava ir com ela quando criança. Boas lembranças” Raquel Duarte
Imagens Arquivo TM
Fonte http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

279
Cartão Postal Colombo
Data provável década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa

278
Castelinho da Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto conhecido como Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

277
Construção da Prefeitura de Juiz de Fora
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local.
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918.
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil.
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura de Juiz de Fora
Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Data provável 1917
Fonte wikipedia.org
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
276
Residência de Ulysses e Lourdes Villela de Andrade Mascarenhas
Avenida Rio Branco
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio

275
Capela dos passos e um pequeno trecho do Jardim
Localizada no Sanatório Doutor Villaça
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

274
Vista Panorâmica
Final da década de 1950
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

273
Cartão Postal
Paço Municipal
Sede da Antiga Prefeitura de Juiz de Fora
Esquina com a Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Final da década de 1920
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
272
Avenida Barão do Rio Branco em Junho de 1963
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

271
Cartão Postal
Interior do Cine Theatro Central em 1940
Sua capacidade é de 1,881 espectadores
O projeto, do arquiteto Raphael Arcuri, é uma das primeiras referências locais à influência do art déco, ao passo que a decoração interna, da autoria de Ângelo Biggi, mantém-se fiel à tradição muralista italiana com temas clássicos.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

270
Bairro Mariano Procópio
Antônio Nunes comentou: Este de branco logo na parte de baixo é meu pai, José Roberto da Silva Oliveira, que trabalhou na Central do Brasil por 46 anos
Foto aproximadamente de 1910.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Antônio Nunes

269
Biblioteca Municipal em estilo Manoelino era localizada no Parque Halfeld em 1915
Vicente De Paulo Clemente comentou: No intervalo para o almoço, ia lá, com um colega de trabalho para ver revistas e jornais...era um Oásis no centro do Parque.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

268
Paço Municipal
Prefeitura de Juiz de Fora
Avenida Barão do Rio Branco
Parque Halfeld
Placar Eleitoral instalado no Parque Halfeld
As eleições em Juiz de Fora em outubro de 1958
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
267
Antiga sede da Prefeitura de Juiz de Fora
Silvio Pensando JF comentou: Prédio da antiga Prefeitura por volta de 1965 devido a construção do Edifício do Banerj que podemos ver ao fundo.
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
266
Bairro Granbery
Rua Antônio Dias
Conjunto Arquitetônico
Miriam Arcuri Comentou: Ia Antônio Dias, a primeira casa era da Tia Rosita e do Tio Miguel Sirimarco, a segunda do meu avô Raphael Arcuri e a última o castelinho, onde nasceu meu pai e hoje pertence aos Bracher.
Lea Senra comentou: Quanta riqueza nesse conjunto de arquitetura
Pena que aos poucos tudo vai se acabando....
Por aí também morou o Doutor Gondim e Dona Madalena.
Christina Canedo Chain comentou: A primeira casa era de meus avós, a segunda do tio Rafael, da qual me lembro bem.
Havia uma área conjunta ao fundo onde a criançada brincava.
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
265
Bairro Granbery
Rua Antônio Dias
Conjunto Arquitetônico
Miriam Arcuri Comentou: Ia Antônio Dias, a primeira casa era da Tia Rosita e do Tio Miguel Sirimarco, a segunda do meu avô Raphael Arcuri e a última o castelinho, onde nasceu meu pai e hoje pertence aos Bracher.
Lea Senra comentou: Quanta riqueza nesse conjunto de arquitetura
Pena que aos poucos tudo vai se acabando....
Por aí também morou o Doutor Gondim e Dona Madalena.
Christina Canedo Chain comentou: A primeira casa era de meus avós, a segunda do tio Rafael, da qual me lembro bem.
Havia uma área conjunta ao fundo onde a criançada brincava.
Data não informado
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
264
Escola Normal antes da abertura da avenida independência atualmente Avenida Presidente Itamar Franco
Data prováveis 1930 ou 1940.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
263
Palacete de inspiração italiana, (Demolido).
Local não informado
Década de 1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
262
O coronel Manuel Vidal Barbosa Lage foi Diretor da Estrada de Ferro Juiz de Fora-Piau, de 1881 a 1888
Diretor do Banco territorial e Mercantil de Minas Gerais
Vereador de 1881/1884
Pecuarista da Ribeirão da Boa Vista”, no distrito da cidade
Titular de Rua e de subúrbio na cidade
Investidor imobiliário.” (J. Procópio filho Gente Juiz Forana).
Além da fazenda de Ribeirão da Boa Vista, era proprietário das fazendas São Pedro, Monte Belo, Vale Maria e Quinta da Lage
Foi fundador e um dos organizadores da Companhia Estrada de ferro do Juiz de Fora-Piau
E ex-diretor da Companhia Ferrocarril Bondes de juiz de Fora
Faleceu em 24 de Maio de 1888.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
261
Rua Espirito santo - 651
Solar construído em 1914 por Rafael Arcuri para a senhora Olympia Peixoto
Dez anos depois de construído foi vendido ao casal Jose Raphael e Iracema de Souza Antunes , então passou a se chamar-se Villa Iracema
Foi a primeira residência de Juiz de Fora com Piscina desde a sua construção
E bem tombado desde 18 de Agosto de 1999
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
260
Cartão Postal
Catedral Metropolitana em 1913
Em 1850, aconteceu a emancipação do Município
Desta forma a igreja foi transformada na Paróquia Santo Antônio
Até a chegada dos Padres Redentoristas em 1900, a igreja foi a única da cidade
Com o crescimento do Município, o Templo começou a ficar pequeno para o número de fiéis
Assim, em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma maior e um ano depois, em 1865, o cemitério foi transferido para a estrada União e Indústria, onde hoje é o Cemitério Municipal, no Bairro Poço Rico.
A Catedral possuía um muro de pedras de cerca de cinco metros de altura, que a protegia
Mas, no início do século XX, ele foi demolido e o material aproveitado no calçamento de diversas Ruas do Município
Os recursos obtidos pela venda das pedras foram aplicados na construção das Ruas e dos jardins em torno do templo
Após dois anos de construção, a nova matriz foi inaugurada, com espaço mais amplo e na parte superior do prédio original
Em 1924, o então arcebispo, Dom Justino José de Sant'Ana, realizou algumas reformas na igreja. Na década de 1940, ele lançou a ideia de transformar a igreja numa "Catedral Gótica".
Porém, não conseguiu a verba necessária e fez apenas algumas obras, como as varandas da porta central, a cúpula e ampliação das laterais
Foram dezesseis anos de obras, de 1950 a 1966.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

259
Cartão Postal
Palácio Barbosa Lima, em seus Primórdios
A pontinha lá em cima parece ser o Cristo Redentor. Essa foto foi tirada em 1907 e o Cristo Redentor de juiz de Fora foi inaugurado 08 de Julho de 1906.
Acervo: Humberto Ferreira

258
Paço Municipal, (Atual Sede da FUNALFA).
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio
256
Catedral de Juiz de Fora
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio

255
Escola Estadual Delfim Moreira (Palacete Santa Mafalda)
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”
Acervo: Museu Mariano Procópio

254
Vista a partir da calçada da Escola Normal. Onde inicia a Avenida Presidente Getúlio Vargas a partir da Rua Espírito Santo.
Podemos ver o Castelinho da CEMIG.
Isaias Laval comentou: Havia uma expressão, lá pelos cinquenta: "dobrar a Curva do Pantaleone", isto é, ser sepultado.
Década de 1960
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

253
Avenida Barão do Rio Branco
Prefeitura Municipal
Década de 1940/1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa

252
Museu Mariano Procópio
Revista O Cruzeiro
01 de Novembro de 1952
Página 23
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori

251
Palácio Episcopal
Maria José Monteiro Zeze comentou: Casa do Doutor Joaquim Ribeiro de Oliveira pai de minha colega no Stella Matutina, Lúcia,
Ele doou esta casa que era sua residência para a Igreja Católica que foi Sede do Bispado por muitos anos depois vendida a particulares, hoje onde é o Empório Bahamas na Avenida Barão do Rio Branco antes da Rua Osvaldo Aranha.
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

250
Combate a incêndio perto do prédio da Pantaleone Arcuri.
Mas não era no prédio.
As Ruas eram ainda em pedra.
Década de 1950.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
249
Interior do Parque Halfeld
Podemos ver ao fundo o Paço Municipal.
Década de 1950.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

248
Hospedaria Horto Barbosa
Atual 2º Batalhão de Polícia Militar
Rua Santa Terezinha em 1950.
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

247
Inauguração do antigo Edificio Club Juiz de Fora
Térreo do antigo Edificio Club Juiz de Fora que foi consumido por um incêndio no 3º dia de Carnaval em 1950
Foi construído pela Empresa Pantaleone Arcuri em 1903
Avenida Barão do Rio Branco - 2189 – esquina com Rua Halfeld.
Em seu lugar se foi feito um prédio de 16 andares, sendo os 3 últimos pavimentos, destinados ao Clube.
Foto Restaurada por Neuza Souza Medeiros
Data e evento não informado
Acervo Humberto Ferreira

246
Loja Maçônica Fidelidade Mineira
Avenida Barão do Rio Branco, quase esquina com a Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa

245
Fiação e Tecelagem Antônio Meurer
Rua Espírito Santo - 497
Vicente De Paulo Clemente comentou: Fábrica da Tecelagem Meurer, onde eu ia levar almoço para os trabalhadores daqui da Borboleta e ficava sentado na escadaria da Escola Normal, defronte, imaginando como seria bom um dia estudar alí. Mas era inatingível "no meu humilde pensar" um menino de 11 anos, de tão longe, adentrar num ambiente tão nobre e luxuoso como podia se notar através da porta entreaberta, o amplo salão de entrada com sua escadaria frontal tão majestosa.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
244
Fiação e Tecelagem Antônio Meurer
Rua Espírito Santo - 497
Vicente De Paulo Clemente comentou: Fábrica da Tecelagem Meurer, onde eu ia levar almoço para os trabalhadores daqui da Borboleta e ficava sentado na escadaria da Escola Normal, defronte, imaginando como seria bom um dia estudar alí. Mas era inatingível "no meu humilde pensar" um menino de 11 anos, de tão longe, adentrar num ambiente tão nobre e luxuoso como podia se notar através da porta entreaberta, o amplo salão de entrada com sua escadaria frontal tão majestosa.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
243
Fiação e Tecelagem Antônio Meurer
Rua Espírito Santo - 497
Vicente De Paulo Clemente comentou: Fábrica da Tecelagem Meurer, onde eu ia levar almoço para os trabalhadores daqui da Borboleta e ficava sentado na escadaria da Escola Normal, defronte, imaginando como seria bom um dia estudar alí. Mas era inatingível "no meu humilde pensar" um menino de 11 anos, de tão longe, adentrar num ambiente tão nobre e luxuoso como podia se notar através da porta entreaberta, o amplo salão de entrada com sua escadaria frontal tão majestosa.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
242
Fiação e Tecelagem Antônio Meurer
Rua Espírito Santo - 497
Vicente De Paulo Clemente comentou: Fábrica da Tecelagem Meurer, onde eu ia levar almoço para os trabalhadores daqui da Borboleta e ficava sentado na escadaria da Escola Normal, defronte, imaginando como seria bom um dia estudar alí. Mas era inatingível "no meu humilde pensar" um menino de 11 anos, de tão longe, adentrar num ambiente tão nobre e luxuoso como podia se notar através da porta entreaberta, o amplo salão de entrada com sua escadaria frontal tão majestosa.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
241
Fiação e Tecelagem Antônio Meurer
Rua Espírito Santo - 497
Vicente De Paulo Clemente comentou: Fábrica da Tecelagem Meurer, onde eu ia levar almoço para os trabalhadores daqui da Borboleta e ficava sentado na escadaria da Escola Normal, defronte, imaginando como seria bom um dia estudar alí. Mas era inatingível "no meu humilde pensar" um menino de 11 anos, de tão longe, adentrar num ambiente tão nobre e luxuoso como podia se notar através da porta entreaberta, o amplo salão de entrada com sua escadaria frontal tão majestosa.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
240
Fiação e Tecelagem Antônio Meurer
Rua Espírito Santo - 497
Vicente De Paulo Clemente comentou: Fábrica da Tecelagem Meurer, onde eu ia levar almoço para os trabalhadores daqui da Borboleta e ficava sentado na escadaria da Escola Normal, defronte, imaginando como seria bom um dia estudar alí. Mas era inatingível "no meu humilde pensar" um menino de 11 anos, de tão longe, adentrar num ambiente tão nobre e luxuoso como podia se notar através da porta entreaberta, o amplo salão de entrada com sua escadaria frontal tão majestosa.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa

239
Construção do Prédio das "Repartições Municipaes" em foto colorizada.
O prédio das “Repartições Municipaes”, foi projetado pelo
arquiteto Rafael Arcuri. O imóvel está situado na esquina da
Avenida Barão do Rio Branco com a rua Halfeld. O núcleo
original, voltado para a Rio Branco, foi construído em 1918. A
primeira ampliação ocorreu em 1934 na fachada lateral,
mantendo-se as mesmas características arquitetônicas do
existente, e que resultou na configuração atual do prédio. O
edifício de dois pavimentos segue o estilo eclético com
reminiscências neoclássicas e apresenta exuberante
ornamentação, além de movimentado jogo de elementos
salientes e reentrantes nas fachadas. Recursos de composição
horizontal e vertical foram amplamente utilizados, objetivando
o perfeito equilíbrio e harmonia das proporções, assim como
nas ordens arquitetônicas.
No sentido horizontal, as fachadas são tratadas segundo
normas, que em linhas gerais, correspondem a divisão das
colunas gregas: no térreo, o prédio é alteado, com
revestimento fortemente marcado por bossagem (sulcos
feitos na massa sugerindo pedra de cantaria) para transmitir
a ideia de solidez e segurança.
Data Provável 1917
Acervo Mauricio Lima Corrêa
238
Fundado em 1890, o Colégio Mineiro funcionava em prédio próprio localizado na Rua Direita, atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Marechal Deodoro da Fonseca, onde atualmente funciona o Fórum Benjamim Colucci.
Sua primeira diretora foi a senhora Bruce Lee.
Posteriormente, o prédio abrigou também a CME - Companhia Mineira de Eletricidade, após o encerramento de atividades do colégio Mineiro.
Foto colorizada.
Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Autoria de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Corrêa

237
Inaugurada em 1889
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

236
Bairro Santa Terezinha
Primórdios do Colégio Tiradentes.
Elias Gabriel comentou: Colégio Estadual Tiradentes dentro do Quartel da Polícia Militar.
Fazia parte da antiga estrada do ouro. Bairro Santa Terezinha.
Estudei por 08 anos.
A parte nova do Colégio ainda O morro à direita é os fundos do Laticínio Cândido Tostes.
Provavelmente década de 1950.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

235
Museu Mariano Procópio
Projetado e construído pelo alemão Carlos Augusto Gambs, chefe dos engenheiros e arquitetos da União e Indústria, o prédio é representante típico do estilo imponente que marcou as principais obras do final do século XIX
Implantado em platô alteado, foi edificado com tijolos maciços aparentes A ornamentação foi feita a partir de tijolos com caneluras e arestas arredondadas, entre outros elementos
A vila conserva até hoje suas características originais, inclusive no interior, decorado com paredes revestidas de papel e pinturas, forro em estuque e lambris de madeira de lei decorados
Guarda também um importante acervo mobiliário
Com a morte de Mariano Procópio em 14 de fevereiro de 1872, o terreno foi herdado por seus dois filhos, Frederico e Alfredo Ferreira Lage
Na parte dedicada a si Frederico construiu um imenso palacete, com material todo proveniente da Europa
Após sua morte repentina aos 39 anos de idade em 1901, as dívidas provocadas pelas obras resultaram na venda do imóvel à Estrada de Ferro Central do Brasil, sendo posteriormente transferido para o Ministério da Guerra, que instalou no local a sede da Quarta Região Militar.
Atualmente 4° Brigada de Infantaria Leve de Montanha
Acervo Mauricio Lima Corrêa

234
Colégio Santa Catarina
Em Fevereiro de 1900, a pedido do Cônsul alemão George Grande, as Irmãs de Santa Catarina, Crescência e Augusta, chegaram a Juiz de Fora para se dedicarem à instrução e educação de crianças da Colônia Alemã. Em agosto do mesmo ano, chegou da Alemanha Irmã Hildegardis para auxiliar as duas pioneiras.
Após trabalharem durante alguns anos em algumas salas e salões cedidos, com muitas dificuldades as Irmãs adquiriram um terreno no Morro da Gratidão, hoje Morro da Glória, iniciando a construção do Colégio, inaugurado em 1909.
No período de 1914 a 1917, as Irmãs alemãs muito sofreram com a guerra. Fanáticos atacaram e destruíram lojas e fábricas cujos proprietários eram alemães. Em 1922, a construção foi ampliada, formando simetria com a existente. Em 1928, foi oficializado o Curso Comercial e em 1930 o curso de Magistério, sendo iniciada, neste ano, uma nova ampliação do espaço físico. A Capela idealizada por Irmã Carista foi inaugurada em 1941.
Uma nova construção do Colégio Santa Catarina foi inaugurada em 1962, contendo salas de aula, sala dos professores e outras dependências.
Em 1980, a construção inicial foi tombada como Patrimônio Histórico. Nos últimos anos diversas benfeitorias foram inauguradas, como a Praça e o complexo esportivo com Ginásio Poliesportivo, novas salas para os professores, supervisores e coordenadores, centro de informática, vídeo e multimídia
Acervo Mauricio Lima Correa

233
Rua Halfeld - 955
Podemos ver na Fachada Escrito Fórum que funcionou no local.
Provavelmente década de 1960.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

232
Rua Espírito Santo, descendo na altura do Castelinho da Cemig, Confluência com a Avenida Presidente Getúlio Vargas
Fotografia tirada da Escola Normal.
Podemos ver ao fundo o Letreiro da Pantaleone Arcuri.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
231
Rua Espírito Santo, descendo na altura do Castelinho da Cemig, Confluência com a Avenida Presidente Getúlio Vargas
Fotografia tirada da Escola Normal.
Podemos ver ao fundo o Letreiro da Pantaleone Arcuri.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

230
Vista Frontal do Palacete do Quartel General, (Q.G).
Atual 4ª Brigada de Infantaria Leve de Montanha.
Brigada 31 de Março
Bairro Mariano Procópio
Rua Mariano Procópio, Nº - 970
Provavelmente inicio da década de 1950.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

229
Expedito Carlos Fernandes Comentou: Atualmente o Prédio do Mercado Municipal.
Augusto Bean Comentou: Travessa Doutor Prisco Viana, onde funciona o Centro de Educação de Jovens e Adultos.
Década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
228
Fiação e Tecelagem Bernardo Mascarenhas
Expedito Carlos Fernandes Comentou: Atualmente o Prédio do Mercado Municipal.
Augusto Bean Comentou: Travessa Doutor Prisco Viana, onde funciona o Centro de Educação de Jovens e Adultos.
Década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

227
Interior da Fazenda Ribeirão das Rosas
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Situado na área sob a jurisdição do Campo de Instrução de Juiz de Fora/ Centro de Educação Ambiental e Cultura do Exército Brasileiro, segundo imóvel mais antigo da cidade ainda de pé nos dias de hoje, estando atrás, apenas, da sede da Fazenda da Tapera, construída em 1738, o Casarão Ribeirão das Rosas, data da primeira metade do ano de 1751. Foi construído por iniciativa do Alferes Manuel Vidal e é testemunha de uma época em que o ouro imperava enquanto objeto de desejo comercial.
O casarão é remanescente de um período conturbado e revolucionário de Minas Gerais, época da formação dos primeiros vilarejos que iriam se transformar nas principais cidades da região da Zona da Mata. O período também culminou com a Inconfidência Mineira e, segundo relatos, teria sido um Posto de Fisco da Coroa Portuguesa, pois com sua localização estratégica no Caminho Novo, atualmente conhecido como Estrada Real, era mais fácil se evitar dali a evasão de divisas que ocorria através da fuga de pagamentos dos impostos à Coroa pelo contrabando do ouro.
De acordo com relato de J. Procópio Filho, sabe-se que na fazenda pernoitou D. Pedro I com sua segunda esposa, a Imperatriz Dona Amélia, na noite de 8 para 9 de janeiro de 1831, quando o referido monarca veio a Minas, pela segunda vez, para tentar conseguir de novo o apoio político dos mineiros, antes da sua abdicação.
No tocante a arquitetura, o edifício-sede apresenta projeto bastante simplificado, exibindo uma estrutura autônoma de madeira, embasada sobre pedras e vedada por paredes de pau-a-pique onde é possível visualizar as impressões digitais dos escravos que as moldaram.
O interior do pavimento superior, além das pinturas que ornamentam as paredes e assobrados, exibe um número grande de cômodos, entre eles uma capela e duas alcovas. A cobertura feita por telhado de quatro águas com revestimento em telhas de barro do tipo capa e bica.
O pavimento térreo, como era o costume da época, apresenta espaços que, provavelmente, eram ocupados pelas dependências de serviço e de abrigo para os viajantes.
O mais antigo registro fotográfico (datado de 1915) mostra a sede e seus arredores ainda com elementos, a “mansarda” que vazava a água sudoeste (frontal) do telhado e as construções próximas. Entre os anos de 1977 a 1979, o Exército realizou uma reforma de emergência, evitando que o casarão ruísse.
Em 2001, o edifício-sede da Fazenda Ribeirão das Rosas foi tombado pelo município de Juiz de Fora, entre outras justificativas, como um dos edifício mais antigos da cidade ainda de pé nos dias de hoje.
No ano de 2009, foi elaborado o projeto de restauração, visando a realização do mesmo em três fases: exploração do sítio arqueológico, restauração propriamente dita e revitalização da casa histórica em Centro de Estudos Ambientais.
Em virtude das diversas tentativas frustradas de por em prática o projeto, houve o agravamento, com o passar dos tempos e a não ocupação do imóvel, do processo de degradação, culminando com a realização, em 2015, da obra de escoramento das paredes sobre cobertura.
Atualmente, tratativas estão sendo realizadas, no sentido de efetuar a atualização do projeto de restauração, visando a tão esperada obra de restauração deste inestimável Patrimônio Histórico Cultural.
Data não informado
Texto Fonte: CIJF/CEAC
226
Bairro Barbosa Lage
Interior da Fazenda Ribeirão das Rosas
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Situado na área sob a jurisdição do Campo de Instrução de Juiz de Fora/ Centro de Educação Ambiental e Cultura do Exército Brasileiro, segundo imóvel mais antigo da cidade ainda de pé nos dias de hoje, estando atrás, apenas, da sede da Fazenda da Tapera, construída em 1738, o Casarão Ribeirão das Rosas, data da primeira metade do ano de 1751. Foi construído por iniciativa do Alferes Manuel Vidal e é testemunha de uma época em que o ouro imperava enquanto objeto de desejo comercial.
O casarão é remanescente de um período conturbado e revolucionário de Minas Gerais, época da formação dos primeiros vilarejos que iriam se transformar nas principais cidades da região da Zona da Mata. O período também culminou com a Inconfidência Mineira e, segundo relatos, teria sido um Posto de Fisco da Coroa Portuguesa, pois com sua localização estratégica no Caminho Novo, atualmente conhecido como Estrada Real, era mais fácil se evitar dali a evasão de divisas que ocorria através da fuga de pagamentos dos impostos à Coroa pelo contrabando do ouro.
De acordo com relato de J. Procópio Filho, sabe-se que na fazenda pernoitou D. Pedro I com sua segunda esposa, a Imperatriz Dona Amélia, na noite de 8 para 9 de janeiro de 1831, quando o referido monarca veio a Minas, pela segunda vez, para tentar conseguir de novo o apoio político dos mineiros, antes da sua abdicação.
No tocante a arquitetura, o edifício-sede apresenta projeto bastante simplificado, exibindo uma estrutura autônoma de madeira, embasada sobre pedras e vedada por paredes de pau-a-pique onde é possível visualizar as impressões digitais dos escravos que as moldaram.
O interior do pavimento superior, além das pinturas que ornamentam as paredes e assobrados, exibe um número grande de cômodos, entre eles uma capela e duas alcovas. A cobertura feita por telhado de quatro águas com revestimento em telhas de barro do tipo capa e bica.
O pavimento térreo, como era o costume da época, apresenta espaços que, provavelmente, eram ocupados pelas dependências de serviço e de abrigo para os viajantes.
O mais antigo registro fotográfico (datado de 1915) mostra a sede e seus arredores ainda com elementos, a “mansarda” que vazava a água sudoeste (frontal) do telhado e as construções próximas. Entre os anos de 1977 a 1979, o Exército realizou uma reforma de emergência, evitando que o casarão ruísse.
Em 2001, o edifício-sede da Fazenda Ribeirão das Rosas foi tombado pelo município de Juiz de Fora, entre outras justificativas, como um dos edifício mais antigos da cidade ainda de pé nos dias de hoje.
No ano de 2009, foi elaborado o projeto de restauração, visando a realização do mesmo em três fases: exploração do sítio arqueológico, restauração propriamente dita e revitalização da casa histórica em Centro de Estudos Ambientais.
Em virtude das diversas tentativas frustradas de por em prática o projeto, houve o agravamento, com o passar dos tempos e a não ocupação do imóvel, do processo de degradação, culminando com a realização, em 2015, da obra de escoramento das paredes sobre cobertura.
Atualmente, tratativas estão sendo realizadas, no sentido de efetuar a atualização do projeto de restauração, visando a tão esperada obra de restauração deste inestimável Patrimônio Histórico Cultural.
Data não informado
Texto Fonte: CIJF/CEAC
225
Bairro Barbosa Lage
Interior da Fazenda Ribeirão das Rosas
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Situado na área sob a jurisdição do Campo de Instrução de Juiz de Fora/ Centro de Educação Ambiental e Cultura do Exército Brasileiro, segundo imóvel mais antigo da cidade ainda de pé nos dias de hoje, estando atrás, apenas, da sede da Fazenda da Tapera, construída em 1738, o Casarão Ribeirão das Rosas, data da primeira metade do ano de 1751. Foi construído por iniciativa do Alferes Manuel Vidal e é testemunha de uma época em que o ouro imperava enquanto objeto de desejo comercial.
O casarão é remanescente de um período conturbado e revolucionário de Minas Gerais, época da formação dos primeiros vilarejos que iriam se transformar nas principais cidades da região da Zona da Mata. O período também culminou com a Inconfidência Mineira e, segundo relatos, teria sido um Posto de Fisco da Coroa Portuguesa, pois com sua localização estratégica no Caminho Novo, atualmente conhecido como Estrada Real, era mais fácil se evitar dali a evasão de divisas que ocorria através da fuga de pagamentos dos impostos à Coroa pelo contrabando do ouro.
De acordo com relato de J. Procópio Filho, sabe-se que na fazenda pernoitou D. Pedro I com sua segunda esposa, a Imperatriz Dona Amélia, na noite de 8 para 9 de janeiro de 1831, quando o referido monarca veio a Minas, pela segunda vez, para tentar conseguir de novo o apoio político dos mineiros, antes da sua abdicação.
No tocante a arquitetura, o edifício-sede apresenta projeto bastante simplificado, exibindo uma estrutura autônoma de madeira, embasada sobre pedras e vedada por paredes de pau-a-pique onde é possível visualizar as impressões digitais dos escravos que as moldaram.
O interior do pavimento superior, além das pinturas que ornamentam as paredes e assobrados, exibe um número grande de cômodos, entre eles uma capela e duas alcovas. A cobertura feita por telhado de quatro águas com revestimento em telhas de barro do tipo capa e bica.
O pavimento térreo, como era o costume da época, apresenta espaços que, provavelmente, eram ocupados pelas dependências de serviço e de abrigo para os viajantes.
O mais antigo registro fotográfico (datado de 1915) mostra a sede e seus arredores ainda com elementos, a “mansarda” que vazava a água sudoeste (frontal) do telhado e as construções próximas. Entre os anos de 1977 a 1979, o Exército realizou uma reforma de emergência, evitando que o casarão ruísse.
Em 2001, o edifício-sede da Fazenda Ribeirão das Rosas foi tombado pelo município de Juiz de Fora, entre outras justificativas, como um dos edifício mais antigos da cidade ainda de pé nos dias de hoje.
No ano de 2009, foi elaborado o projeto de restauração, visando a realização do mesmo em três fases: exploração do sítio arqueológico, restauração propriamente dita e revitalização da casa histórica em Centro de Estudos Ambientais.
Em virtude das diversas tentativas frustradas de por em prática o projeto, houve o agravamento, com o passar dos tempos e a não ocupação do imóvel, do processo de degradação, culminando com a realização, em 2015, da obra de escoramento das paredes sobre cobertura.
Atualmente, tratativas estão sendo realizadas, no sentido de efetuar a atualização do projeto de restauração, visando a tão esperada obra de restauração deste inestimável Patrimônio Histórico Cultural.
Data não informado
Texto Fonte: CIJF/CEAC
224
Bairro Barbosa Lage
Interior da Fazenda Ribeirão das Rosas
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Situado na área sob a jurisdição do Campo de Instrução de Juiz de Fora/ Centro de Educação Ambiental e Cultura do Exército Brasileiro, segundo imóvel mais antigo da cidade ainda de pé nos dias de hoje, estando atrás, apenas, da sede da Fazenda da Tapera, construída em 1738, o Casarão Ribeirão das Rosas, data da primeira metade do ano de 1751. Foi construído por iniciativa do Alferes Manuel Vidal e é testemunha de uma época em que o ouro imperava enquanto objeto de desejo comercial.
O casarão é remanescente de um período conturbado e revolucionário de Minas Gerais, época da formação dos primeiros vilarejos que iriam se transformar nas principais cidades da região da Zona da Mata. O período também culminou com a Inconfidência Mineira e, segundo relatos, teria sido um Posto de Fisco da Coroa Portuguesa, pois com sua localização estratégica no Caminho Novo, atualmente conhecido como Estrada Real, era mais fácil se evitar dali a evasão de divisas que ocorria através da fuga de pagamentos dos impostos à Coroa pelo contrabando do ouro.
De acordo com relato de J. Procópio Filho, sabe-se que na fazenda pernoitou D. Pedro I com sua segunda esposa, a Imperatriz Dona Amélia, na noite de 8 para 9 de janeiro de 1831, quando o referido monarca veio a Minas, pela segunda vez, para tentar conseguir de novo o apoio político dos mineiros, antes da sua abdicação.
No tocante a arquitetura, o edifício-sede apresenta projeto bastante simplificado, exibindo uma estrutura autônoma de madeira, embasada sobre pedras e vedada por paredes de pau-a-pique onde é possível visualizar as impressões digitais dos escravos que as moldaram.
O interior do pavimento superior, além das pinturas que ornamentam as paredes e assobrados, exibe um número grande de cômodos, entre eles uma capela e duas alcovas. A cobertura feita por telhado de quatro águas com revestimento em telhas de barro do tipo capa e bica.
O pavimento térreo, como era o costume da época, apresenta espaços que, provavelmente, eram ocupados pelas dependências de serviço e de abrigo para os viajantes.
O mais antigo registro fotográfico (datado de 1915) mostra a sede e seus arredores ainda com elementos, a “mansarda” que vazava a água sudoeste (frontal) do telhado e as construções próximas. Entre os anos de 1977 a 1979, o Exército realizou uma reforma de emergência, evitando que o casarão ruísse.
Em 2001, o edifício-sede da Fazenda Ribeirão das Rosas foi tombado pelo município de Juiz de Fora, entre outras justificativas, como um dos edifício mais antigos da cidade ainda de pé nos dias de hoje.
No ano de 2009, foi elaborado o projeto de restauração, visando a realização do mesmo em três fases: exploração do sítio arqueológico, restauração propriamente dita e revitalização da casa histórica em Centro de Estudos Ambientais.
Em virtude das diversas tentativas frustradas de por em prática o projeto, houve o agravamento, com o passar dos tempos e a não ocupação do imóvel, do processo de degradação, culminando com a realização, em 2015, da obra de escoramento das paredes sobre cobertura.
Atualmente, tratativas estão sendo realizadas, no sentido de efetuar a atualização do projeto de restauração, visando a tão esperada obra de restauração deste inestimável Patrimônio Histórico Cultural.
Data não informado
Texto Fonte: CIJF/CEAC
223
Bairro Barbosa Lage
Interior da Fazenda Ribeirão das Rosas
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Situado na área sob a jurisdição do Campo de Instrução de Juiz de Fora/ Centro de Educação Ambiental e Cultura do Exército Brasileiro, segundo imóvel mais antigo da cidade ainda de pé nos dias de hoje, estando atrás, apenas, da sede da Fazenda da Tapera, construída em 1738, o Casarão Ribeirão das Rosas, data da primeira metade do ano de 1751. Foi construído por iniciativa do Alferes Manuel Vidal e é testemunha de uma época em que o ouro imperava enquanto objeto de desejo comercial.
O casarão é remanescente de um período conturbado e revolucionário de Minas Gerais, época da formação dos primeiros vilarejos que iriam se transformar nas principais cidades da região da Zona da Mata. O período também culminou com a Inconfidência Mineira e, segundo relatos, teria sido um Posto de Fisco da Coroa Portuguesa, pois com sua localização estratégica no Caminho Novo, atualmente conhecido como Estrada Real, era mais fácil se evitar dali a evasão de divisas que ocorria através da fuga de pagamentos dos impostos à Coroa pelo contrabando do ouro.
De acordo com relato de J. Procópio Filho, sabe-se que na fazenda pernoitou D. Pedro I com sua segunda esposa, a Imperatriz Dona Amélia, na noite de 8 para 9 de janeiro de 1831, quando o referido monarca veio a Minas, pela segunda vez, para tentar conseguir de novo o apoio político dos mineiros, antes da sua abdicação.
No tocante a arquitetura, o edifício-sede apresenta projeto bastante simplificado, exibindo uma estrutura autônoma de madeira, embasada sobre pedras e vedada por paredes de pau-a-pique onde é possível visualizar as impressões digitais dos escravos que as moldaram.
O interior do pavimento superior, além das pinturas que ornamentam as paredes e assobrados, exibe um número grande de cômodos, entre eles uma capela e duas alcovas. A cobertura feita por telhado de quatro águas com revestimento em telhas de barro do tipo capa e bica.
O pavimento térreo, como era o costume da época, apresenta espaços que, provavelmente, eram ocupados pelas dependências de serviço e de abrigo para os viajantes.
O mais antigo registro fotográfico (datado de 1915) mostra a sede e seus arredores ainda com elementos, a “mansarda” que vazava a água sudoeste (frontal) do telhado e as construções próximas. Entre os anos de 1977 a 1979, o Exército realizou uma reforma de emergência, evitando que o casarão ruísse.
Em 2001, o edifício-sede da Fazenda Ribeirão das Rosas foi tombado pelo município de Juiz de Fora, entre outras justificativas, como um dos edifício mais antigos da cidade ainda de pé nos dias de hoje.
No ano de 2009, foi elaborado o projeto de restauração, visando a realização do mesmo em três fases: exploração do sítio arqueológico, restauração propriamente dita e revitalização da casa histórica em Centro de Estudos Ambientais.
Em virtude das diversas tentativas frustradas de por em prática o projeto, houve o agravamento, com o passar dos tempos e a não ocupação do imóvel, do processo de degradação, culminando com a realização, em 2015, da obra de escoramento das paredes sobre cobertura.
Atualmente, tratativas estão sendo realizadas, no sentido de efetuar a atualização do projeto de restauração, visando a tão esperada obra de restauração deste inestimável Patrimônio Histórico Cultural.
Data não informado
Texto Fonte: CIJF/CEAC
222
Bairro Barbosa Lage
Interior da Fazenda Ribeirão das Rosas
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Situado na área sob a jurisdição do Campo de Instrução de Juiz de Fora/ Centro de Educação Ambiental e Cultura do Exército Brasileiro, segundo imóvel mais antigo da cidade ainda de pé nos dias de hoje, estando atrás, apenas, da sede da Fazenda da Tapera, construída em 1738, o Casarão Ribeirão das Rosas, data da primeira metade do ano de 1751. Foi construído por iniciativa do Alferes Manuel Vidal e é testemunha de uma época em que o ouro imperava enquanto objeto de desejo comercial.
O casarão é remanescente de um período conturbado e revolucionário de Minas Gerais, época da formação dos primeiros vilarejos que iriam se transformar nas principais cidades da região da Zona da Mata. O período também culminou com a Inconfidência Mineira e, segundo relatos, teria sido um Posto de Fisco da Coroa Portuguesa, pois com sua localização estratégica no Caminho Novo, atualmente conhecido como Estrada Real, era mais fácil se evitar dali a evasão de divisas que ocorria através da fuga de pagamentos dos impostos à Coroa pelo contrabando do ouro.
De acordo com relato de J. Procópio Filho, sabe-se que na fazenda pernoitou D. Pedro I com sua segunda esposa, a Imperatriz Dona Amélia, na noite de 8 para 9 de janeiro de 1831, quando o referido monarca veio a Minas, pela segunda vez, para tentar conseguir de novo o apoio político dos mineiros, antes da sua abdicação.
No tocante a arquitetura, o edifício-sede apresenta projeto bastante simplificado, exibindo uma estrutura autônoma de madeira, embasada sobre pedras e vedada por paredes de pau-a-pique onde é possível visualizar as impressões digitais dos escravos que as moldaram.
O interior do pavimento superior, além das pinturas que ornamentam as paredes e assobrados, exibe um número grande de cômodos, entre eles uma capela e duas alcovas. A cobertura feita por telhado de quatro águas com revestimento em telhas de barro do tipo capa e bica.
O pavimento térreo, como era o costume da época, apresenta espaços que, provavelmente, eram ocupados pelas dependências de serviço e de abrigo para os viajantes.
O mais antigo registro fotográfico (datado de 1915) mostra a sede e seus arredores ainda com elementos, a “mansarda” que vazava a água sudoeste (frontal) do telhado e as construções próximas. Entre os anos de 1977 a 1979, o Exército realizou uma reforma de emergência, evitando que o casarão ruísse.
Em 2001, o edifício-sede da Fazenda Ribeirão das Rosas foi tombado pelo município de Juiz de Fora, entre outras justificativas, como um dos edifício mais antigos da cidade ainda de pé nos dias de hoje.
No ano de 2009, foi elaborado o projeto de restauração, visando a realização do mesmo em três fases: exploração do sítio arqueológico, restauração propriamente dita e revitalização da casa histórica em Centro de Estudos Ambientais.
Em virtude das diversas tentativas frustradas de por em prática o projeto, houve o agravamento, com o passar dos tempos e a não ocupação do imóvel, do processo de degradação, culminando com a realização, em 2015, da obra de escoramento das paredes sobre cobertura.
Atualmente, tratativas estão sendo realizadas, no sentido de efetuar a atualização do projeto de restauração, visando a tão esperada obra de restauração deste inestimável Patrimônio Histórico Cultural.
Data não informado
Texto Fonte: CIJF/CEAC
221
Bairro Barbosa Lage
Interior da Fazenda Ribeirão das Rosas
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Situado na área sob a jurisdição do Campo de Instrução de Juiz de Fora/ Centro de Educação Ambiental e Cultura do Exército Brasileiro, segundo imóvel mais antigo da cidade ainda de pé nos dias de hoje, estando atrás, apenas, da sede da Fazenda da Tapera, construída em 1738, o Casarão Ribeirão das Rosas, data da primeira metade do ano de 1751. Foi construído por iniciativa do Alferes Manuel Vidal e é testemunha de uma época em que o ouro imperava enquanto objeto de desejo comercial.
O casarão é remanescente de um período conturbado e revolucionário de Minas Gerais, época da formação dos primeiros vilarejos que iriam se transformar nas principais cidades da região da Zona da Mata. O período também culminou com a Inconfidência Mineira e, segundo relatos, teria sido um Posto de Fisco da Coroa Portuguesa, pois com sua localização estratégica no Caminho Novo, atualmente conhecido como Estrada Real, era mais fácil se evitar dali a evasão de divisas que ocorria através da fuga de pagamentos dos impostos à Coroa pelo contrabando do ouro.
De acordo com relato de J. Procópio Filho, sabe-se que na fazenda pernoitou D. Pedro I com sua segunda esposa, a Imperatriz Dona Amélia, na noite de 8 para 9 de janeiro de 1831, quando o referido monarca veio a Minas, pela segunda vez, para tentar conseguir de novo o apoio político dos mineiros, antes da sua abdicação.
No tocante a arquitetura, o edifício-sede apresenta projeto bastante simplificado, exibindo uma estrutura autônoma de madeira, embasada sobre pedras e vedada por paredes de pau-a-pique onde é possível visualizar as impressões digitais dos escravos que as moldaram.
O interior do pavimento superior, além das pinturas que ornamentam as paredes e assobrados, exibe um número grande de cômodos, entre eles uma capela e duas alcovas. A cobertura feita por telhado de quatro águas com revestimento em telhas de barro do tipo capa e bica.
O pavimento térreo, como era o costume da época, apresenta espaços que, provavelmente, eram ocupados pelas dependências de serviço e de abrigo para os viajantes.
O mais antigo registro fotográfico (datado de 1915) mostra a sede e seus arredores ainda com elementos, a “mansarda” que vazava a água sudoeste (frontal) do telhado e as construções próximas. Entre os anos de 1977 a 1979, o Exército realizou uma reforma de emergência, evitando que o casarão ruísse.
Em 2001, o edifício-sede da Fazenda Ribeirão das Rosas foi tombado pelo município de Juiz de Fora, entre outras justificativas, como um dos edifício mais antigos da cidade ainda de pé nos dias de hoje.
No ano de 2009, foi elaborado o projeto de restauração, visando a realização do mesmo em três fases: exploração do sítio arqueológico, restauração propriamente dita e revitalização da casa histórica em Centro de Estudos Ambientais.
Em virtude das diversas tentativas frustradas de por em prática o projeto, houve o agravamento, com o passar dos tempos e a não ocupação do imóvel, do processo de degradação, culminando com a realização, em 2015, da obra de escoramento das paredes sobre cobertura.
Atualmente, tratativas estão sendo realizadas, no sentido de efetuar a atualização do projeto de restauração, visando a tão esperada obra de restauração deste inestimável Patrimônio Histórico Cultural.
Data não informado
Texto Fonte: CIJF/CEAC

220
Bairro Costa Carvalho
Igreja São José do Botanágua
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1950
Fonte: IBGE

219
Capela do Morro do Imperador (conhecido popularmente como Morro do Cristo) é uma atração turística de Juiz de Fora.
É um dos pontos mais altos da cidade, situado a 923 m do nível do mar, sendo assim denominado devido à visita, em 1861, de D. Pedro II a Juiz de Fora, que subiu o morro para apreciar a vista da cidade.
Em comemoração à virada do século XIX para o século XX, foi construída ali uma capela, e, em 1906, um monumento ao Cristo Redentor.
Defronte ao monumento está o Mirante Salles de Oliveira, com vista panorâmica para grande parte da cidade.
Lá também encontra-se a primeira torre helicoidal na América do Sul, que proporcionou à extinta TV Industrial o pioneirismo em geração de imagens no interior de Minas Gerais.
Data Provavel decada de 1950
Texto Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Morro_do_Imperador
Acervo Mauricio Lima Corrêa

218
Provavelmente década de 1940
Autoria Desconhecido
Fonte: IBGE

217
Companhia Mineira de Eletricidade e Companhia Fiação e Tecelagem de Malha Antônio Meurer.
Rua Espirito Santo
Autoria Desconhecido
Década de 1950
Fonte: IBGE

216
Cartão Postal Colombo
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Histórico
A primeira capela de Santo Antônio, origem remota da Catedral, teria existido no Morro da Boiada e pouco tempo depois, desmoronado. Em 1741, uma segunda capela foi construída no mesmo local (fazenda de Antônio Vidal). Já em 1812, com a venda da propriedade, o novo dono, Antônio Dias Tostes, pediu autorização ao Governo do Império para transferir a capela para outro local.
A autorização da construção foi dada em 1844 e três anos depois, passou a funcionar em frente à Estrada Geral (hoje, avenida Barão do Rio Branco). O espaço tinha cerca de 100m de extensão. No mesmo local construiu-se o primeiro cemitério.
Com a emancipação do nosso município, em 31 de maio de 1850, a capela foi transformada na primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única até 1900. Somente com a chegada dos padres da Congregação dos Redentoristas é que novas paróquias foram instaladas.
O templo teve logo que ser ampliado, pois se tornou pequeno para o grande número de fiéis que participavam das celebrações. Em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma nova. Um ano depois, o cemitério foi transferido para as proximidades da Estrada União Indústria, hoje Cemitério Municipal.
A nova matriz foi inaugurada em 1866, com espaço maior e construída atrás do prédio original. Em 1924, Dom Justino, nosso primeiro bispo, realizou algumas reformas no prédio, como o novo piso, ampliação do presbitério, nova pintura, novo púlpito, altar de mármore, além da reforma do trono e do lustre de cristal
Segundo a pesquisa histórica, a Catedral já foi protegida por um muro de pedras de cinco metros de altura. No entanto, no início do século XX, a parede foi demolida e as pedras foram reaproveitadas no calçamento de diversas ruas da cidade. O dinheiro arrecadado com a venda de parte destas pedras também foi utilizado para a construção do jardim e das vias existentes em volta da igreja.
Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a matriz, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e foi reinauguradas em 1966.
A igreja já passou por várias modificações até chegar ao prédio atual. E ela se destaca não só por sua estrutura física, mas também pela composição administrativa e organizacional. Em toda a sua história, mais de 80 padres, párocos e vigários paroquiais, já passaram por ela. Além disso, possui localização privilegiada: fica na avenida principal da cidade, ocupando uma posição geográfica central.
Final da década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa

215
Bairro Bonfim
Igreja Santa Rita de Cássia em 1958
Acervo Mauricio Lima Corrêa

214
Bairro Granbery
Matriz Nossa Senhora do Rosário em 1958
Rua Santos Dumont - 215
Acervo Mauricio Lima Corrêa

213
Escola Normal
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Rua Espirito Santo
Provavelmente década de 1950
Autoria Desconhecido
Fonte: IBGE

212
Vista Panorâmica
Colégio Santa Catarina
Morro da Gloria
Avenida dos Andradas - 1036
Década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa

211
Instituto Estadual de Educação de Juiz de Fora
Escola Normal
Visto da Praça Antônio Carlos
Autoria Desconhecido
Data não informado
Fonte: IBGE

210
Data não Informado
Autoria Desconhecida
Fonte: IBGE
209
Instituto Metodista Granbery
Data não Informado
Autoria Desconhecida
Fonte: IBGE

208
Avenida Presidente Getúlio Vargas - 245
Provavelmente década de 1950
Autoria Desconhecido
Fonte: IBGE

207
Companhia Mineira de Eletricidade
Centrais Elétricas de Minas Gerais
Castelinho da CEMIG
Rua Espírito Santo, n° - 467
Provavelmente década de 1930
Autoria Desconhecido
Fonte: IBGE

206
Paço Municipal
Década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa

205
Instituto Metodista Granbery
Autoria: Desconhecida
Data não informado
Fonte: IBGE

204
Museu Mariano Procópio
O Museu Mariano Procópio é o primeiro museu surgido em Minas Gerais.
Fundado em 1915 por Alfredo Ferreira Lage, abriga um dos principais acervos do país, com aproximadamente 50 mil peças.
Seu conjunto arquitetônico compreende dois edifícios: a Villa Ferreira Lage, construída entre 1856 e 1861, e o Prédio Mariano Procópio, inaugurado em 1922.
Além do conjunto histórico, conta com um acervo natural de grande importância ecológica, valorizando em seus jardins a exótica flora brasileira.
Década de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa

203
Paço Municipal e parte do Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Década de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa

202
Provavelmente década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa

201
Bairro Costa Carvalho,
Avenida Sete de Setembro - 64
Grupo Escolar Batista de Oliveira
Foi fundado em 1º de Fevereiro de 1948
Década provável 1950
Autoria não informado
Fonte: IBGE

200
Vista aérea do Seminário Santo Antônio
Bairro Alto Boa Vista
Avenida Barão do Rio Branco - 4516
Data não informado
Autoria não informado
Fonte: IBGE

199
Data não informado
Autoria não informado
Fonte: IBGE

198
Foto Histórica da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo Mauricio Lima Corrêa

197
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
196
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
195
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
194
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
193
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
192
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
191
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
190
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
189
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
188
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
187
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
186
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini
185
Fotografia inédita e exclusiva da Fazenda Ribeirão das Rosas
Segunda Residência da cidade de Juiz de Fora
Construída provavelmente em 1770, em estrutura autônoma de madeira e com vedação de pau-a-pique.
Localizada na Estrada Ribeirão das Rosas, s/n.
Bairro Barbosa Lage
Situado na área sob a jurisdição no Campo de Instrução do Exercito Brasileiro
Data não informado
Acervo e Autoria: Marcelo Pascoalini

184
Vista Parcial
Academia do Comercio em 1933
Acervo Hugo A Caramuru

183
Avenida Barão do Rio Branco na altura do Parque Halfeld em 1959
Podemos ver o Edificio Ciampi
Bastos Britto JLuiz comentou: É de se notar a predominância de veículos importados.
A antiga plataforma do ponto de bondes para os bairros, Mariano Procópio, Fábrica, Santa Terezinha, etc.
Duas lotações ou pequenos ônibus mais usados no transporte para os Distritos municipais.
Mas, podemos notar, que apesar da época eram muitos os veículos em circulação!
Acervo Hugo A Caramuru

182
Antigo Prédio dos Telégrafos e Bar Redentor, (Demolido).
Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Espirito Santo
Data Provável década de 1980
Autoria não Informado
Foto extraída do Facebook do amigo Carlos Antunes

181
Vista Panorâmica
Estação Ferroviária do Bairro Benfica em 1990
Acervo: Hugo A Caramuru

180
Catedral Metropolitana em 1890
No ano de 1851 o cientista alemão Doutor Herman Burmeister, de passagem pela região, deixou registrado que vira “numa grande planície, a aldeia de Juiz de Fora com uma longa fila de casas e uma grande igreja de duas torres (ainda em construção) situada para o lado da encosta”.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

179
Bairro Santa Terezinha
Fazenda da Tapera em 1915.
Antiga alcaidemoria, foi a primeira construção do Caminho Novo na região de Juiz de Fora, tendo sido construída entre 1704 e 1706.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
178
Vista Parcial do 12º Regimento de Infantaria
Atual 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha
Provavelmente década de 1930
Acervo Humberto Ferreira
177
O nome Juiz de Fora, segundo o professor e historiador Wilson de Lima Bastos, é um título de origem portuguesa e remonta à época do rei D. Fernando. O magistrado, do tempo colonial, era nomeado pela Coroa portuguesa para atuar onde não havia Juiz de Direito. Para o professor Wilson Bastos, a designação "de fora" vem da palavra de origem latim "fórum".
O Dr. Luís Fortes Bustamante Sá, fidalgo português, foi intermediário entre o governo e as forças corsárias francesas que haviam ocupado o Rio de Janeiro e, em 18 de março de 1711 foi nomeado Juiz de Fora (magistrado, do tempo colonial, nomeado pela Coroa Portuguesa, para atuar onde não havia Juiz de Direito) da cidade do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até 04 de setembro de 1713, quando passou a vara ao seu substituto Dr. Vital Garcia Rothier. Em 1719, O Dr. Luís Fortes Bustamante e Sá, construiu na Sesmaria que comprara de João de Oliveira, em 04 de setembro de 1713, a sede de uma fazenda, um sobrado que passou a ser denominado como “Fazenda do Juiz de Fora”, no local onde mais tarde passou a ser conhecido como botanágua, atual bairro Vitorino Braga, à av. Garibaldi Campinho.
O sobrado que foi construído em cerca de 1713 a 1719 pelo Juiz de Fora da cidade do Rio de Janeiro, Dr. Luís Fortes Bustamante e Sá, foi demolido em 1946 em completo estado de abandono e ruína, sob os protestos de gente ligada à história da cidade e da imprensa local, mas com autorização do poder público local. A demolição foi deferida em 1946, por ordem do Interventor (Prefeito) José Celso Valadares Pinto, sobrinho de Benedito Valadares, então Presidente de Minas Gerais. A fazenda pertenceu ao Dr. Roberto Carr Ribeiro, genro do Dr. Luís Fortes Bustamante e Sá, de 1722 a 1738, aos irmãos José Vidal, Domingos Vidal e Manuel Vidal de 1750 a 1812, a Antônio Dias Tostes de 1812 a 1881, a Filismino Corrêa de Mendonça de 1881 a 1906 e a partir de 1906 ao Sr. Cristóvão de Andrade. O sobrado localizava-se no Caminho Novo, à margem esquerda do rio Paraibuna, atualmente no quarteirão formado pelas ruas Almada Horta, Barão de Juiz de Fora e Avenida Garibaldi, no Vitorino Braga. Ao longo dos anos a região onde fora erguida a sede da fazenda teve denominações diferentes como “Sesmaria do Juiz de Fora”, antes da construção da sede; “Fazenda do Juiz de Fora” e “Fazenda Velha”, dadas pelos habitantes da povoação que se formara na região e que viria a ser Santo Antônio do Paraibuna.
________________________________________
Fontes Bibliográficas:
Juiz de Fora e Seus Pioneiros do Caminho Novo à Proclamação
Autor: Jair Lessa
Ano: 1985
Editora: UFJF
Juiz de Fora, Minas Gerais.
Álbum do Município de Juiz de Fora
Autor: Albino Esteves
Ano: 1915
Editora: Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais
Belo Horizonte, Minas Gerais.
História de Juiz de Fora
Autor: Paulino de Oliveira
Ano: 1966
Editora: Companhia Dias Cardoso
Juiz de Fora, Minas Gerais.
_________________________________
Para saber mais, acesse https://jfhistoria.wordpress.com
Casa do “Juiz de Fora” em foto de 1847 (Fonte: Província de Minas, Álbum Albino Esteves – 1915).
Sede da fazenda em que morou o "Juiz de Fora" em foto de 1847, do Álbum Albino Esteves editado em 1915.
176
Rua Santo Antônio, 110 - Centro
O imóvel situado à foi construído para alojar a sede do Tiro de Guerra 17, fundado em 1908 pelo tenente João Marcelino Ferreira da Silva, que aposentara-se como general de reserva.
No frontispício do prédio vê-se gravado em alto relevo as Armas da República, o nome do Tiro de Guerra e data de sua fundação em 1908.
O edifício recebeu o nome de um dos residentes do clube, reeleito por 8 vezes.
O objetivo do mesmo era ministrar a todos os cidadãos brasileiros que voluntariamente se apresentassem, os conhecimentos militares indispensáveis para que pudessem ser relacionados como reservistas de Segunda categoria do Exército.
Texto Fonte: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/tiro_guerra.php
Acervo Mauricio Lima Corrêa
175
Parque Halfeld
Esta é uma das mais belas imagens que conheço do Parque Halfeld. Reproduzi de um livro raro que possuo: "Impressões do Brazil no Século XX", publicado na Inglaterra em 1913
Várias de suas mil páginas são dedicadas a Juiz de Fora
Vemos o prédio que abrigou a biblioteca municipal no centro do parque e mais adiante o chafariz.
Colorizada por Fabiano Quixaba
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
174
Estação Telefônica
Avenida Barão do Rio Branco em frente a Praça do Riachuelo
Atualmente neste local o prédio da Oi.
Década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
173
Catedral Metropolitana
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
172
Vista interna da Capela do Colégio Stella Matutina
As Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo fundaram, em 8 de Setembro de 1902, a primeira casa da Congregação no país: o Colégio Stella Matutina.
A instituição funcionou primeiro em um antigo sobrado branco, em frente à Santa Casa de Misericórdia.
As primeiras aulas tiveram início em janeiro de 1903 e incluíam trabalhos manuais, estudos de música e pintura ministrados pelas irmãs.
O Colégio funcionava em regime de internato e externato feminino.
Em 1905 o Colégio, com mais de 100 alunas, passou a funcionar em outra construção antiga, perto da Catedral Metropolitana.
Em 1916, começou a atuar na formação de professores e foi equiparado à Escola Normal Modelo de Belo Horizonte.
No ano seguinte, no dia 8 de setembro de 1917, foi inaugurado um novo prédio na Avenida Independência.
O Stella funcionou normalmente neste local até a década de 70, quando parte do terreno foi desapropriado.
A medida fez com que a Avenida Independência dividisse o Colégio ao meio, passando no meio do pátio.
Para solucionar o problema e não interromper as atividades letivas, foi construída outra casa, onde hoje funciona Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Disponível em: http://www.stellamatutina.com.br/. Acesso em: jan. 2016.
Encontrado no link: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445385&fbclid=IwAR0k211R_-4oa02qZATax9paSW6U8xgPu-QA1tdpOQZYNl1Bb-rSdnRm2-k
170
Bairro Mariano Procópio
Família Imperial em Casa Próximo ao Museu Mariano Procópio onde ficaram hospedados em 1861 onde vieram para inauguração da estrada União Industria
Elisângela Esteves Mendes disse: D.Pedro II estava em Juiz de Fora nesta ocasião para a inauguração do "castelo" dos Ferreira Lage construído para recebe-los, mas que não ficou totalmente pronto a tempo. A Família Imperial se hospedou então nesta casa, que era a fazenda de Mariano. Seu filho, Frederico, anos mais tarde irá demolir a casa e construir a que hoje abriga o quartel.
E o castelo dos Ferreira Lage é hoje o Museu, doado por Alfredo Ferreira Lage ao município.
Colorizada por Rafael Loureiro
Foto enviada por Francisco Barroso

Praça Antônio Carlos
Ao Fundo a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas, Podemos ver ainda um posto de combustível em 1934
Acervo Mauricio Lima Corrêa

168 Ao Fundo a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas, Podemos ver ainda um posto de combustível em 1934
Acervo Mauricio Lima Corrêa

Banco do Brasil
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 167
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 167
Banco do Brasil
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

166Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Monumento do Cristo no Morro do Imperador
A construção foi iniciada em 1902 e a inauguração ocorreu em Novembro de 1905
A montanha foi assim denominada por ter sido visitada pelo Imperador Dom Pedro ll em 1861
Francisco Baptista de Oliveira, sugeriu a construção de um monumento a Cristo Redentor, inaugurado no ano seguinte, sendo a estátua importada de Paris
O mesmo faleceu durante sua Construção.
Acervo Elton Belo Reis

165 A construção foi iniciada em 1902 e a inauguração ocorreu em Novembro de 1905
A montanha foi assim denominada por ter sido visitada pelo Imperador Dom Pedro ll em 1861
Francisco Baptista de Oliveira, sugeriu a construção de um monumento a Cristo Redentor, inaugurado no ano seguinte, sendo a estátua importada de Paris
O mesmo faleceu durante sua Construção.
Acervo Elton Belo Reis

Postal da Santa Casa de Misericórdia de 29 de Novembro de 1936
Um pouco de sua Historia
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.
Texto Fonte: https://www.jfminas.com.br/portal/historia/historia-da-santa-casa-de-misericordia-de-juiz-de-fora
Acervo Elton Belo Reis

164Um pouco de sua Historia
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora foi fundada em 6 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa, a Baronesa Maria José Miquelina da Silva.
Nascido em 8 de junho de 1785, na Freguesia da Lage, em Rezende Costa (MG), ele foi um dos pioneiros do plantio de café na região. Entre 1832 e 1840, o Barão da Bertioga veio residir em Juiz de Fora. Rico, piedoso e sem filhos, ele comprou um terreno perto de sua residência e, em 1854, fundou ali a Santa Casa.
O Barão da Bertioga faleceu em 5 de maio de 1870 e a Baronesa, em 4 de agosto de 1863. O túmulo dos dois encontra-se no pátio interno da Capela de Nosso Senhor dos Passos, ao lado do atual prédio do hospital, junto aos túmulos de João Nogueira Penido Filho (28/01/1862 – 22/06/1945) e Maria Carolina de Assis Penido (25/06/1865 – 04/1946), que financiaram a construção do atual prédio onde funciona o hospital.
Com a morte do Barão, a Santa Casa passou a enfrentar uma grave crise econômica, chegando até a fechar suas portas, mas foi reaberta logo em seguida.
As obras do segundo prédio da Santa Casa foram concluídas em 2 de junho de 1898 sob a coordenação de Braz Bernardino, e a superintendência do hospital foi entregue à Irmã Beata, da Congregação de Santa Catarina.
Em 1902, foi construído um pavilhão de isolamento anexo ao hospital, pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, com três salas espaçosas, cuja inauguração foi no dia 15 de agosto.
Em julho de 1942, na gestão do Provedor Alberto Andrés, foram assinados os desenhos originais do atual prédio da Santa Casa e, em 28 de janeiro de 1948, foi lançada a pedra fundamental. A data foi escolhida por ser o dia de nascimento de João Nogueira Penido Filho que tanto colaborou para a construção. Como a obra seria realizada com o auxílio de doações, os construtores usaram um engenhoso estratagema para que ela fosse terminada no menor tempo possível. Em vez de usarem o dinheiro arrecadado para fazerem andar por andar, eles optaram por levantar o esqueleto do edifício de uma vez e só depois terminarem os andares. Desta forma, a obra teria mais chances de não parar, como realmente aconteceu.
Em 1949, o Provedor Alberto Andrés firmou um convênio com a Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo - tradicional na cidade naquele tempo , para que as alunas pudessem praticar no hospital.
O cirurgião Dr. João Ribeiro Villaça foi Diretor Clínico do hospital de 1936 a 1961 e treinou um Corpo Clínico de excelente técnica e grande responsabilidade profissional e social.
Hoje, a Santa Casa é uma entidade sólida, estruturada e em constante expansão, tendo tornado-se o maior hospital da Zona da Mata.
Texto Fonte: https://www.jfminas.com.br/portal/historia/historia-da-santa-casa-de-misericordia-de-juiz-de-fora
Acervo Elton Belo Reis

Círculo Militar quando ainda não tinha sua fachada descaracterizada
Avenida Barão do Rio Branco
Enio Seabra Dos Santos comentou: Grandes horas dançantes do Diretório da Economia na época de 1969, 1970 e 1971
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

163 Avenida Barão do Rio Branco
Enio Seabra Dos Santos comentou: Grandes horas dançantes do Diretório da Economia na época de 1969, 1970 e 1971
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Rua Santo Antonio
Sopa dos Pobres
Rogério De Campos Teixeira comentou: Existe até hoje e os pobres continuam existindo até hoje a até aumentando
No prédio funcionou um Tiro de Guerra (nunca entendi direito o que era isto, acho que ainda existe até hoje). Lembro-me que meu pai falou que serviu num deles. Como ele nasceu em 1907 deve ter sido por volta de 1925.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Sopa dos Pobres
Rogério De Campos Teixeira comentou: Existe até hoje e os pobres continuam existindo até hoje a até aumentando
No prédio funcionou um Tiro de Guerra (nunca entendi direito o que era isto, acho que ainda existe até hoje). Lembro-me que meu pai falou que serviu num deles. Como ele nasceu em 1907 deve ter sido por volta de 1925.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

162
Praça da Estação
Onde Podemos ver a Imponente Torre da Estação e uma Guarita da Guarda Civil e próximo os carros de praças como eram chamado os atuais TÁXI
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Onde Podemos ver a Imponente Torre da Estação e uma Guarita da Guarda Civil e próximo os carros de praças como eram chamado os atuais TÁXI
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
161
Casarão
Avenida Barão do Rio Branco próximo ao H.P.S
Neste local funcionou o Sindicato dos Trabalhadores na U.F.J.F,(SINTUFJUF).
Ainda resiste e não foi demolido
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Avenida Barão do Rio Branco próximo ao H.P.S
Neste local funcionou o Sindicato dos Trabalhadores na U.F.J.F,(SINTUFJUF).
Ainda resiste e não foi demolido
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
160
Casarão
Avenida Barão do Rio Branco próximo ao H.P.S
Neste local funcionou o Sindicato dos Trabalhadores na U.F.J.F,(SINTUFJUF).
Ainda resiste e não foi demolido
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Avenida Barão do Rio Branco próximo ao H.P.S
Neste local funcionou o Sindicato dos Trabalhadores na U.F.J.F,(SINTUFJUF).
Ainda resiste e não foi demolido
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
159
D.C.E
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
158
D.C.E
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
157
D.C.E
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
156
D.C.E
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
155
D.C.E
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Escola de Engenharia e Arquitetura
Prédio onde funcionou o D.C.E da U.F.J.F
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
154
Primeira sede da "Pantaleone Arcuri & Spinelli
Cartão postal circulado de Juiz de Fora para Petrópolis em 04 de Fevereiro de 1914
Acervo David Tavares Ladeira
Cartão postal circulado de Juiz de Fora para Petrópolis em 04 de Fevereiro de 1914
Acervo David Tavares Ladeira
153
Antiga Câmara Municipal
Flávia Halfeld comentou:O segundo senhor, ao fundo, sentado, da direita para a esquerda, é o meu avô Ali Halfeld!!
Provavelmente meados da década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Flávia Halfeld comentou:O segundo senhor, ao fundo, sentado, da direita para a esquerda, é o meu avô Ali Halfeld!!
Provavelmente meados da década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
152
Projeto para a sede do Club Juiz de Fora de autoria de Rafael Arcuri de 1917
Foto extraído do livro Ornamento, Ponto e Nó de autoria de Marcos Olender, Pagina 221, Figura 192.
Editora: Universidade Federal de Juiz de Fora (FUNALFA), 2011
Acervo Mauricio Lima Correa
Foto extraído do livro Ornamento, Ponto e Nó de autoria de Marcos Olender, Pagina 221, Figura 192.
Editora: Universidade Federal de Juiz de Fora (FUNALFA), 2011
Acervo Mauricio Lima Correa
151
Bairro Santa Terezinha
Antigas Instalações do 2º Batalhão de Polícia Militar em 1988
Hospedaria Horta Barbosa
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
Antigas Instalações do 2º Batalhão de Polícia Militar em 1988
Hospedaria Horta Barbosa
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
150
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Colégio Lucindo Filho
Atualmente Colégio Machado Sobrinho
Década de 1920
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense
Colégio Lucindo Filho
Atualmente Colégio Machado Sobrinho
Década de 1920
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense
149
Academia de Comércio
Frontispício outro aspecto
Fachada principal de um edifício
Década de 1930
Acervo Humberto Ferreira
Frontispício outro aspecto
Fachada principal de um edifício
Década de 1930
Acervo Humberto Ferreira
148
Câmara Municipal
Interior
Escadas de acesso ao Plenário e gabinetes
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Interior
Escadas de acesso ao Plenário e gabinetes
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
147
Câmara Municipal
Acontecimento não informado
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Acontecimento não informado
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
146
FUNALFA
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
145
Bairro Santa Helena
Palacete dos Alves
Castelinho da Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto conhecido como Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Palacete dos Alves
Castelinho da Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto conhecido como Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
144
Castelinho da Cemig
Rua Espírito Santo - 467
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Rua Espírito Santo - 467
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
143
Grande Hotel Renascença
Praça João Penido - 22
Praça da Estação
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Praça João Penido - 22
Praça da Estação
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
142
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Inauguração da primeira fase do Prédio da Prefeitura em 1917
Acervo Elton Belo Reis
Inauguração da primeira fase do Prédio da Prefeitura em 1917
Acervo Elton Belo Reis
141
Foto Histórica
Inauguração do Prédio da Prefeitura
Com grande participação Popular
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia(respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de Janeiro de 1983
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura JF Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Texto Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%A7o_Municipal_de_Juiz_de_Fora
Acervo Elton Belo Reis
Inauguração do Prédio da Prefeitura
Com grande participação Popular
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia(respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de Janeiro de 1983
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura JF Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Texto Fonte https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%A7o_Municipal_de_Juiz_de_Fora
Acervo Elton Belo Reis
140
Bairro Santa Helena
Castelinho da Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto conhecido como Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Castelinho da Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto conhecido como Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
139
Bairro Santa Helena
Castelinho da Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto conhecido como Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Castelinho da Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto conhecido como Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
138
D.C.E
Antiga Escola de Engenharia
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Rua Floriano Peixoto
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Antiga Escola de Engenharia
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Rua Floriano Peixoto
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
137
Parque Halfeld
Interior do Quiosque em Novembro de 1973
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Interior do Quiosque em Novembro de 1973
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
136
Santa Casa de Misericórdia em 1939
Acervo Humberto Ferreira
Acervo Humberto Ferreira
135
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Rua Espírito Santo - 01- 03 e 05
Foto tirada para concorrer em uma exposição de Turim Roma em 1911
Acervo Elton Belo Reis
Rua Espírito Santo - 01- 03 e 05
Foto tirada para concorrer em uma exposição de Turim Roma em 1911
Acervo Elton Belo Reis
134
Prédio da Associação Comercial de Juiz de Fora em 1919
Praça Doutor João Penido - 48
Acervo Elton Belo Reis
Praça Doutor João Penido - 48
Acervo Elton Belo Reis
133
Fachada do Edifício Clube de Juiz de Fora em 1919
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Destruído por um Incêndio em 1950
Acervo Elton Belo Reis
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Destruído por um Incêndio em 1950
Acervo Elton Belo Reis
132
Instituto Metodista Granbery em 1919
Cursos preparatórios e cursos comerciais
Acervo Elton Belo Reis
Cursos preparatórios e cursos comerciais
Acervo Elton Belo Reis
131
Grupo Central
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Braz Bernardino
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Braz Bernardino
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
130
Repartições Municipais
Podemos ver os carros de praças estacionados em frente ao Parque Halfeld e ao Fundo a Câmara Municipal
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld em 1948
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Podemos ver os carros de praças estacionados em frente ao Parque Halfeld e ao Fundo a Câmara Municipal
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld em 1948
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
129
Cartão Postal Colombo
Repartições Municipais em 1950
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Repartições Municipais em 1950
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
128
Maçonaria em 1920
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
127
Associação Comercial
A Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora foi fundada em 12 de Julho de 1896, fruto da conscientização dos comerciantes sobre a necessidade de haver união entre eles
A entidade não defendia apenas os interesses do comércio, mas também dos setores industrial e agropecuária, considerados síntese da capacidade de produção e enriquecimento da cidade. Com a reforma do estatuto em 5 de Julho de 1917, a ACEJF se solidifica e se torna mais forte.
Prova disso é a inauguração de sua sede própria, na Praça Doutor João Penido em 21 de Abril de 1918
Foto Provavelmente final da década de 1930
Fonte http://acejf.com.br/
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
A Associação Comercial e Empresarial de Juiz de Fora foi fundada em 12 de Julho de 1896, fruto da conscientização dos comerciantes sobre a necessidade de haver união entre eles
A entidade não defendia apenas os interesses do comércio, mas também dos setores industrial e agropecuária, considerados síntese da capacidade de produção e enriquecimento da cidade. Com a reforma do estatuto em 5 de Julho de 1917, a ACEJF se solidifica e se torna mais forte.
Prova disso é a inauguração de sua sede própria, na Praça Doutor João Penido em 21 de Abril de 1918
Foto Provavelmente final da década de 1930
Fonte http://acejf.com.br/
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
126
Avenida Barão do Rio Branco
Sede da Antiga Prefeitura Municipal
Provavelmente Inicio da década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Sede da Antiga Prefeitura Municipal
Provavelmente Inicio da década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
125
Residência de Doutor Ulisses e Dona Lourdes(Castelinho)
Avenida Barão do Rio Branco - 3029
Data não informado
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Avenida Barão do Rio Branco - 3029
Data não informado
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
124
Avenida Barão do Rio Branco
Sede da Antiga Prefeitura Municipal em 1947
Foto Trabalhada e qualidade melhorada
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Sede da Antiga Prefeitura Municipal em 1947
Foto Trabalhada e qualidade melhorada
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
123
Palacete dos Alves
Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira ou Castelinho da antiga C.E.G ou C.J.F
Atualmente Colégio Cave
Rua Floriano com Rua Tiradentes
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Castelo Bolivar Caramuru de Oliveira ou Castelinho da antiga C.E.G ou C.J.F
Atualmente Colégio Cave
Rua Floriano com Rua Tiradentes
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
122
Fazenda São Mateus em Abril de 1936
Fonte Fundação Getúlio Vargas
Fonte Fundação Getúlio Vargas
121
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa
Acervo Mauricio Lima Correa
120
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa
Acervo Mauricio Lima Correa
119
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa
Acervo Mauricio Lima Correa
118
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa
Acervo Mauricio Lima Correa
117
Associação Comercial em 1930
Rua Paulo de Frontin
Praça da Estação
Detalhe para a inscrição Partido Economista do Brasil
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Rua Paulo de Frontin
Praça da Estação
Detalhe para a inscrição Partido Economista do Brasil
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
116
Santa Casa de Misericórdia
Capella dos passos e um pequeno trecho do Jardim
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa
Capella dos passos e um pequeno trecho do Jardim
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa
115
Sede da Antiga Prefeitura de Juiz de Fora
Final da década de 1920
Esquina com a Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Final da década de 1920
Esquina com a Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
114
Interior do Cine Theatro Central em 1940
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
113
Fórum
Atual Câmara Municipal
Foto Extraída do Almanak de Juiz de Fora de 1891
Disponível :http://mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br/
Link:https://drive.google.com/file/d/1zOquqt2xvG2pSMDHnf2TIj6TACd0u30y/view
Acervo Mauricio Lima Correa
Atual Câmara Municipal
Foto Extraída do Almanak de Juiz de Fora de 1891
Disponível :http://mauricioresgatandoopassado.blogspot.com.br/
Link:https://drive.google.com/file/d/1zOquqt2xvG2pSMDHnf2TIj6TACd0u30y/view
Acervo Mauricio Lima Correa
112
Vista Frontal da Câmara Municipal de Juiz de Fora em 1907
Vista do interior do Parque Halfeld ,podemos ver em detalhes que o mesmo era cercado
Acervo Museu Mariano Procópio
Vista do interior do Parque Halfeld ,podemos ver em detalhes que o mesmo era cercado
Acervo Museu Mariano Procópio
111
Fórum de Juiz de Fora atual Câmara Municipal de Juiz de Fora
Provavelmente década de 1950
Acervo Elton Belo Reis
Provavelmente década de 1950
Acervo Elton Belo Reis
110
Estação Ferroviária Central do Brasil
Imagens do livro
Memória histórica da Estrada de Ferro Central do Brasil
Imprensa Nacional, Rio de Janeiro, 1908
Fonte vfco.brazilia
Acervo Vanderlei Dornelas Tomaz
Imagens do livro
Memória histórica da Estrada de Ferro Central do Brasil
Imprensa Nacional, Rio de Janeiro, 1908
Fonte vfco.brazilia
Acervo Vanderlei Dornelas Tomaz
109
Construção do Prédio da Prefeitura de Juiz de Fora
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local.
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918.
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil.
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura de Juiz de Fora
Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Data provável 1917
Acervo Mauricio Lima Correa
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local.
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918.
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil.
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura de Juiz de Fora
Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Data provável 1917
Acervo Mauricio Lima Correa
108
Fazenda São Matheus
Juiz de Fora em 19 de Abril de 1934
Fonte http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/arquivo-pessoal/AVAP/audiovisual/familia-vargas-em-visita-a-fazenda-sao-matheus-viagens-do-casal-amaral-peixoto-ao-interior-do-estado-do-rio-de-janeiro-entre-outros-eventos-oficia
Juiz de Fora em 19 de Abril de 1934
Fonte http://www.fgv.br/cpdoc/acervo/arquivo-pessoal/AVAP/audiovisual/familia-vargas-em-visita-a-fazenda-sao-matheus-viagens-do-casal-amaral-peixoto-ao-interior-do-estado-do-rio-de-janeiro-entre-outros-eventos-oficia
107
Praça da Estação
Associação Comercial
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
Associação Comercial
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
106
Interior da Construtora Pantaleone Arcuri
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
105
Casa de Anita Garibaldi
Avenida Barão do Rio Branco - 1262
A Associação Cultural e Beneficente Ítalo-brasileira Anita Garibaldi (“Casa de Anita”) tem suas raízes fincadas em Juiz de Fora desde o início do século passado. Originada da fusão com a Associação Beneficente dos Irmãos Artistas, que tinha como principais finalidades socorrer seus associados nos casos de doenças, invalidez e auxílio aos necessitados, a entidade tem um histórico de beneficência.
Seu prédio sede, localizado à Av. Barão do Rio Branco, 1262 Juiz de Fora – MG) foi construído em 1925 pela firma de Jacob Kneip, segundo as premissas do estilo eclético, com fortes influências compositivas do repertório italiano. Sua inauguração deu-se em 17 de outubro de 1926, comemorando, hoje, 86 anos.
Com o fim da Associação Anita Garibaldi, em fins dos anos 60, sem causas conhecidas, o prédio foi praticamente abandonado. Em 1993 surge a “Casa de Anita”, constituindo-se uma nova diretoria da Associação e sendo reaberta ao público. Tinha por finalidade promover eventos culturais como shows, cursos, palestras, apresentações teatrais, caracterizando-se como um espaço aberto às diversas manifestações culturais.
O edifício foi tombado em 1999 (Decreto: 6466/16.06.1999), e a Associação recebeu Moção de Aplauso em 29/10/2010 (nº0254/2010).
Colaboração: Luciana Scanapieco
Data e não informado
Acervo João Carlos Da Silva
Avenida Barão do Rio Branco - 1262
A Associação Cultural e Beneficente Ítalo-brasileira Anita Garibaldi (“Casa de Anita”) tem suas raízes fincadas em Juiz de Fora desde o início do século passado. Originada da fusão com a Associação Beneficente dos Irmãos Artistas, que tinha como principais finalidades socorrer seus associados nos casos de doenças, invalidez e auxílio aos necessitados, a entidade tem um histórico de beneficência.
Seu prédio sede, localizado à Av. Barão do Rio Branco, 1262 Juiz de Fora – MG) foi construído em 1925 pela firma de Jacob Kneip, segundo as premissas do estilo eclético, com fortes influências compositivas do repertório italiano. Sua inauguração deu-se em 17 de outubro de 1926, comemorando, hoje, 86 anos.
Com o fim da Associação Anita Garibaldi, em fins dos anos 60, sem causas conhecidas, o prédio foi praticamente abandonado. Em 1993 surge a “Casa de Anita”, constituindo-se uma nova diretoria da Associação e sendo reaberta ao público. Tinha por finalidade promover eventos culturais como shows, cursos, palestras, apresentações teatrais, caracterizando-se como um espaço aberto às diversas manifestações culturais.
O edifício foi tombado em 1999 (Decreto: 6466/16.06.1999), e a Associação recebeu Moção de Aplauso em 29/10/2010 (nº0254/2010).
Colaboração: Luciana Scanapieco
Data e não informado
Acervo João Carlos Da Silva
104
Companhia Pantaleone Arcuri antes de 1930
Rua do Imperador
Atual Avenida Presidente Getúlio Vargas
Acervo João Carlos Da Silva
Rua do Imperador
Atual Avenida Presidente Getúlio Vargas
Acervo João Carlos Da Silva
103
Praça da Estação
Grande Hotel Renaissance
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
Grande Hotel Renaissance
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
102
Catedral Metropolitana
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
101
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Marechal Floriano Peixoto
Antigo laboratório da Escola de Engenharia
D.C.E
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
Antigo laboratório da Escola de Engenharia
D.C.E
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
100
Praça Antonio Carlos
Escola Normal antes da abertura da avenida Independência atualmente Avenida Presidente Itamar Franco
Década provável 1930 ou 1940
Acervo João Carlos Da Silva
Escola Normal antes da abertura da avenida Independência atualmente Avenida Presidente Itamar Franco
Década provável 1930 ou 1940
Acervo João Carlos Da Silva
99
Avenida Barão do Rio Branco
Prefeitura Municipal
Ainda sem o abrigo de Bondes
Década de 1950
Acervo João Portugal
Prefeitura Municipal
Ainda sem o abrigo de Bondes
Década de 1950
Acervo João Portugal
98
Bairro Mariano Procópio
Quartel General (Q.G)
Sede do comando
Presidente Itamar Franco
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Quartel General (Q.G)
Sede do comando
Presidente Itamar Franco
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
97
Repartições Municipais
Podemos ver parte da Câmara Municipal bem como do Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Aloysio Marinho Moraes comentou:Foto magnífica! Seguramente feita a partir do terraço do Edifício Ciampi, inaugurado em 1930
Provavelmente década de 1930
Podemos ver parte da Câmara Municipal bem como do Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Aloysio Marinho Moraes comentou:Foto magnífica! Seguramente feita a partir do terraço do Edifício Ciampi, inaugurado em 1930
Provavelmente década de 1930
96
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Marechal Floriano Peixoto
Imagem do prédio quando abrigava a E.E.J.F
Data na informada
Foto:Faculdade Engenharia UFJF/
Acervo Fonte:antiga_eejf_acervo_faculdade
Imagem do prédio quando abrigava a E.E.J.F
Data na informada
Foto:Faculdade Engenharia UFJF/
Acervo Fonte:antiga_eejf_acervo_faculdade
95
Aos 07 de Abril de 1853, a Vila de Santo Antônio do Paraibuna elegia seus sete vereadores
Três anos depois, quando se emancipava cidade, subiu para nove
A sede da Câmara se localizava na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Halfeld, onde hoje é o Paço Municipal
De lá para cá, a Casa Legislativa de Juiz de Fora passou por várias conquistas, lutando pelos direitos do povo juizforano.
Inicio do século XX
Fonte wordpress
Três anos depois, quando se emancipava cidade, subiu para nove
A sede da Câmara se localizava na esquina da Avenida Rio Branco com a Rua Halfeld, onde hoje é o Paço Municipal
De lá para cá, a Casa Legislativa de Juiz de Fora passou por várias conquistas, lutando pelos direitos do povo juizforano.
Inicio do século XX
Fonte wordpress
94
Museu Mariano Procópio
Quinta Do Mariano em 1861
Quinta Do Mariano em 1861
93
Fórum e Câmara Municipal em 1907
Fonte skyscrapercity
Fonte skyscrapercity
92
Castelinho da Companhia Mineira de Eletricidade
Rua Espírito Santo
Data não informado
Rua Espírito Santo
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
91
Edifício Clube Juiz de Fora e o que aparece na foto e foi destruído por um incêndio.
Edifício Clube Juiz de Fora foi demolido após um incêndio ocorrido no terceiro dia de carnaval do ano de 1950.
Era Localizado na Avenida Barão do Rio Branco em Frente ao Parque Halfeld
Data provável década de 1940
Edifício Clube Juiz de Fora foi demolido após um incêndio ocorrido no terceiro dia de carnaval do ano de 1950.
Era Localizado na Avenida Barão do Rio Branco em Frente ao Parque Halfeld
Data provável década de 1940
90
Praça Antonio Carlos e ao Fundo a Escola Normal como e conhecida
Data não informado
Acervo IEE News
Data não informado
Acervo IEE News
89
Grupo Central
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Brás Bernardino
Data não informada
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Brás Bernardino
Data não informada
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
88
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Final do século XIX
Acervo Xixa M. Carelli
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Final do século XIX
Acervo Xixa M. Carelli
87
Palácio Barbosa Lima em 1891
Acervo Humberto Ferreira
Acervo Humberto Ferreira
86
Antigo Fórum de Juiz de Fora
Atualmente Câmara Municipal ,Palácio Barbosa Lima
Podemos ver o Quiosque a direita da foto com toda sua beleza da época
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Atualmente Câmara Municipal ,Palácio Barbosa Lima
Podemos ver o Quiosque a direita da foto com toda sua beleza da época
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
85
Solar dos Burnier
Avenida Barão do Rio Branco com Oscar Vidal
Data provável década de 1960
Acervo Humberto Ferreira
Avenida Barão do Rio Branco com Oscar Vidal
Data provável década de 1960
Acervo Humberto Ferreira
84
Cine Teatro Central em Março de 1971
Rua Halfeld
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua Halfeld
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
83
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
82
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
81
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
80
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
79
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
78
Visão do estabelecimento
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
77
Largo do Riachuelo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
76
Avenida Sete de Setembro - 152
Podemos ver no detalhe o trilho dos Bondes
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Podemos ver no detalhe o trilho dos Bondes
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
75
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Rua Espírito Santo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Rua Espírito Santo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
74
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Rua Espírito Santo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Rua Espírito Santo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
73
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Rua Espírito Santo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Data provável década de 1910
Acervo Ramon Brandão
Rua Espírito Santo
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Data provável década de 1910
Acervo Ramon Brandão
72
Companhia Mineira de Eletricidade em 1915
Fonte arquivohistorico-mg
Fonte arquivohistorico-mg
71
A primeira Escola Normal em Juiz de Fora foi criada em 1894 "como mostra a imagem", permanecendo até por volta de 1907
Aloysio Marinho Moraes comentou:Palacete Santa Mafalda!
Depois abrigou a Escola Normal e mais tarde os Grupos Centrais!
No portão do lado direito, hoje é a Rua Brás Bernardino!
Fonte: livro "Juiz de Fora: imagens do passado"
Acervo Jornalista: Douglas Fasolato
Aloysio Marinho Moraes comentou:Palacete Santa Mafalda!
Depois abrigou a Escola Normal e mais tarde os Grupos Centrais!
No portão do lado direito, hoje é a Rua Brás Bernardino!
Fonte: livro "Juiz de Fora: imagens do passado"
Acervo Jornalista: Douglas Fasolato
70
Câmara Municipal de Juiz de Fora em 1907
A Câmara Municipal, na época após a fundação da cidade, era composta majoritariamente por donos de fazendas, profissionais liberais e comerciantes
Havia muitas ocorrências de parentesco e compadrio entre vereadores, o que causava permanência constante das famílias mais influentes da região no poder
De 1860 a 1880, quase todas as sessões da Câmara Municipal tiveram por objetivo decisões relativas a obras de urbanização, fazendo a maior parte do dinheiro gasto pela cidade neste período ser usado nestas obras
Sete anos após a emancipação do município, em 1857, foi aprovada na Câmara Municipal a primeira edição do Código de Posturas Municipaes, com o objetivo de ordenar o desenvolvimento da cidade
O Código estabeleceu normas de organização social, urbanização e embelezamento do município
Aloysio Marinho Moraes comentou:Este belíssimo prédio foi inaugurado em 1878, com a presença ilustre de D. Pedro II
No mesmo dia foi inaugurada a Igreja São Sebastião!
Acervo Arquivo Publico Mineiro
A Câmara Municipal, na época após a fundação da cidade, era composta majoritariamente por donos de fazendas, profissionais liberais e comerciantes
Havia muitas ocorrências de parentesco e compadrio entre vereadores, o que causava permanência constante das famílias mais influentes da região no poder
De 1860 a 1880, quase todas as sessões da Câmara Municipal tiveram por objetivo decisões relativas a obras de urbanização, fazendo a maior parte do dinheiro gasto pela cidade neste período ser usado nestas obras
Sete anos após a emancipação do município, em 1857, foi aprovada na Câmara Municipal a primeira edição do Código de Posturas Municipaes, com o objetivo de ordenar o desenvolvimento da cidade
O Código estabeleceu normas de organização social, urbanização e embelezamento do município
Aloysio Marinho Moraes comentou:Este belíssimo prédio foi inaugurado em 1878, com a presença ilustre de D. Pedro II
No mesmo dia foi inaugurada a Igreja São Sebastião!
Acervo Arquivo Publico Mineiro
69
Prédio da Antiga sede da Prefeitura Municipal
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
inicio do século XX
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
inicio do século XX
68
Parque Halfeld
Antigo Fórum da cidade de Juiz de Fora atualmente Câmara Municipal
inicio do século XIX
Autoria Albert Cohen
Acervo Arquivo Público Mineiro
Antigo Fórum da cidade de Juiz de Fora atualmente Câmara Municipal
inicio do século XIX
Autoria Albert Cohen
Acervo Arquivo Público Mineiro
67
Usina de Marmelos
Data não informado
Acervo Eduardo Tipotti
Data não informado
Acervo Eduardo Tipotti
66
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto
D.C.E. Calendário Tribuna de Minas
Data não informado
Acervo Charles Oliveira
D.C.E. Calendário Tribuna de Minas
Data não informado
Acervo Charles Oliveira
65
Avenida Barão do Rio Branco com Doutor Romualdo Colégio São José - 3232
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
64
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
63
Avenida dos Andradas
Data provável década de 1920
Data provável década de 1920
62
Tribuna de Minas
Caderno Dois em 17 de Janeiro de 1999
Art Déco
Caderno Dois em 17 de Janeiro de 1999
Art Déco
61
Santa Casa em 1890
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
60
Santa Casa de Juiz de Fora em 1900
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
59
Santa Casa de Juiz de Fora em 1900
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
58
Academia de Comércio em 1909
57
Avenida Barão do Rio Branco
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
56
Casa da família Alves
Rua Gilberto de Alencar com Rua Marechal Deodoro em 1916
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Rua Gilberto de Alencar com Rua Marechal Deodoro em 1916
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
55
Palácio Episcopal em Abril de 1981
Avenida Barão do Rio Branco - 2872
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Avenida Barão do Rio Branco - 2872
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
54
Escola Normal
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Livro Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
53
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
52
Quarta Região Militar em Abril de 1981
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
51
Avenida dos Andradas
Mercado Municipal em 1915
Acervo Ramon Brandão
Mercado Municipal em 1915
Acervo Ramon Brandão
50
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Braz Bernardino em 1958
Enciclopédia dos Municípios Brasileiros de 31 de Janeiro de 1959
Acervo Ramon Brandão
Enciclopédia dos Municípios Brasileiros de 31 de Janeiro de 1959
Acervo Ramon Brandão
49
Castelinho da CEMIG por volta da década de 1920
Rua Espírito Santo
Podemos ver ao lado o abrigo e oficinas dos Bondes
Rua Espírito Santo
Podemos ver ao lado o abrigo e oficinas dos Bondes
48
Vista Parcial
Espaço Bernardo Mascarenhas
Data não informado
Espaço Bernardo Mascarenhas
Data não informado
47
Fiação e Tecelagem Bernardo Mascarenhas em 1888
46
Associação Comercial
Data provável década de 1970
Data provável década de 1970
45
Prédio da antiga Prefeitura visto do Parque Halfeld
Década de 1970
Acervo Mauricio Lima Correa
Década de 1970
Acervo Mauricio Lima Correa
44
Academia de Comercio
Podemos ver ao fundo os letreiros instalados no Morro do Imperador (Cristo)
Década de 1970
Acervo Mauricio Lima Correa
Podemos ver ao fundo os letreiros instalados no Morro do Imperador (Cristo)
Década de 1970
Acervo Mauricio Lima Correa
43
Quartel e Pantaleone Arcuri & Spinelli
provavelmente década de 1940
provavelmente década de 1940
42
Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli em 1923
Prédio em frente a atual Escola Normal
Fonte arquivohistorico-mg
Prédio em frente a atual Escola Normal
Fonte arquivohistorico-mg
41
Companhia Mineira de Eletricidade
Rua Espírito Santo em 1912
Acervo Alberto Surerus Moutinho
Rua Espírito Santo em 1912
Acervo Alberto Surerus Moutinho
40
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Inicio do século XX
Fundada em Maio de 1888
Funcionou até janeiro de 1984, sendo posteriormente transformada pela prefeitura em centro cultural, Biblioteca e Mercado Municipal
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Inicio do século XX
Fundada em Maio de 1888
Funcionou até janeiro de 1984, sendo posteriormente transformada pela prefeitura em centro cultural, Biblioteca e Mercado Municipal
39
Usina de Marmelos em 1895
38
Capela da Santa Casa e primeiro prédio da mesma em 1895
37
Academia de Comercio
Ainda em construção de ampliação da ala esquerda em 1895
Ainda em construção de ampliação da ala esquerda em 1895
36
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Henrique Surerus e Irmãos em 1907
Acervo Alberto Surerus Moutinho
Henrique Surerus e Irmãos em 1907
Acervo Alberto Surerus Moutinho
35
Igreja Matriz Catedral Metropolitana
Data não informado
Data não informado
34
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Fábrica Bernardo Mascarenhas
Início do século XX
Acervo Xixa M. Carelli
Fábrica Bernardo Mascarenhas
Início do século XX
Acervo Xixa M. Carelli
33
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Fábrica Bernardo Mascarenhas
Início do século XX
Acervo Xixa M. Carelli
Fábrica Bernardo Mascarenhas
Início do século XX
Acervo Xixa M. Carelli
32
Prefeitura de Juiz de Fora
Rua Halfeld com Avenida Barão do Rio Branco
Data não informado
Rua Halfeld com Avenida Barão do Rio Branco
Data não informado
31
Clube Juiz de Fora
Prédio destruído pelo Incêndio em 1950 na parte da manhã no dia seguinte ao incêndio
Era o baile do terceiro dia de carnaval que contava com a presença de Oscar e Osmar Surerus e entre outras celebridades da época.
Acervo Alberto Surerus Moutinho
Prédio destruído pelo Incêndio em 1950 na parte da manhã no dia seguinte ao incêndio
Era o baile do terceiro dia de carnaval que contava com a presença de Oscar e Osmar Surerus e entre outras celebridades da época.
Acervo Alberto Surerus Moutinho
30
Casa Surerus
Avenida Presidente Getúlio Vargas ao Lado do Supermercados Bahamas
Data não informado
Avenida Presidente Getúlio Vargas ao Lado do Supermercados Bahamas
Data não informado
29
Praça Antônio Carlos pode se ver a Pantaleone Arcuri e Escola Normal em 1932
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
28
Praça Antônio Carlos
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Data provável 1900
Foto extraída de um livro sobre Bernardo Mascarenhas
Acervo Humberto Ferreira
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Data provável 1900
Foto extraída de um livro sobre Bernardo Mascarenhas
Acervo Humberto Ferreira
27
Interior do Cine Teatro Central
Data não informado
Data não informado
26
Construção da Prefeitura de Juiz de Fora
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local.
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918.
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil.
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura de Juiz de Fora
Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Data provável 1917
Fonte wikipedia.org
O prédio situado na esquina das Ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld) foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local.
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi concluído em 1918.
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil.
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura de Juiz de Fora
Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço
Data provável 1917
Fonte wikipedia.org
25
Bairro Mariano Procópio
Rua Mariano Procópio - 1532
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de J.F."
Acervo Ramon Brandão
Rua Mariano Procópio - 1532
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de J.F."
Acervo Ramon Brandão
24
Rua Halfeld - 1197
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de J.F."
Acervo Ramon Brandão
Livro "Preservação do Patrimônio Histórico de J.F."
Acervo Ramon Brandão
23
Edifício Club Juiz de Fora em 1912
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Foto foi tirada do interior do parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Foto foi tirada do interior do parque Halfeld
22
Sede da antiga Prefeitura de Juiz de Fora década de 1930
Avenida Rio Branco Barão do Rio Branco
Avenida Rio Branco Barão do Rio Branco
21
Avenida Barão do Rio Branco
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
20
Clube Juiz de Fora
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Foto: Antigo Clube Juiz de Fora- Alberto Surerus Moutinho
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Foto: Antigo Clube Juiz de Fora- Alberto Surerus Moutinho
19
Vista parcial Santa Casa em 1915
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves
18
Museu Mariano Procópio
Projetado e construído pelo alemão Carlos Augusto Gambs, chefe dos engenheiros e arquitetos da União e Indústria, o prédio é representante típico do estilo imponente que marcou as principais obras do final do século XIX
Implantado em platô alteado, foi edificado com tijolos maciços aparentes A ornamentação foi feita a partir de tijolos com caneluras e arestas arredondadas, entre outros elementos
A vila conserva até hoje suas características originais, inclusive no interior, decorado com paredes revestidas de papel e pinturas, forro em estuque e lambris de madeira de lei decorados
Guarda também um importante acervo mobiliário
Com a morte de Mariano Procópio em 14 de fevereiro de 1872, o terreno foi herdado por seus dois filhos, Frederico e Alfredo Ferreira Lage
Na parte dedicada a si Frederico construiu um imenso palacete, com material todo proveniente da Europa
Após sua morte repentina aos 39 anos de idade em 1901, as dívidas provocadas pelas obras resultaram na venda do imóvel à Estrada de Ferro Central do Brasil, sendo posteriormente transferido para o Ministério da Guerra, que instalou no local a sede da Quarta Região Militar
Acervo Mauricio Lima Correa
Projetado e construído pelo alemão Carlos Augusto Gambs, chefe dos engenheiros e arquitetos da União e Indústria, o prédio é representante típico do estilo imponente que marcou as principais obras do final do século XIX
Implantado em platô alteado, foi edificado com tijolos maciços aparentes A ornamentação foi feita a partir de tijolos com caneluras e arestas arredondadas, entre outros elementos
A vila conserva até hoje suas características originais, inclusive no interior, decorado com paredes revestidas de papel e pinturas, forro em estuque e lambris de madeira de lei decorados
Guarda também um importante acervo mobiliário
Com a morte de Mariano Procópio em 14 de fevereiro de 1872, o terreno foi herdado por seus dois filhos, Frederico e Alfredo Ferreira Lage
Na parte dedicada a si Frederico construiu um imenso palacete, com material todo proveniente da Europa
Após sua morte repentina aos 39 anos de idade em 1901, as dívidas provocadas pelas obras resultaram na venda do imóvel à Estrada de Ferro Central do Brasil, sendo posteriormente transferido para o Ministério da Guerra, que instalou no local a sede da Quarta Região Militar
Acervo Mauricio Lima Correa
17
Antigo Fórum em 1907
Rua Halfeld
Hoje atual Câmara Municipal
Ao Fundo a Academia de Comercio
Rua Halfeld
Hoje atual Câmara Municipal
Ao Fundo a Academia de Comercio
16
Museu Mariano Procópio, foto de década de 1920
Da herança deixada por Mariano Procópio a seus filhos estava o castelo por ele construído, mais tarde vendido ao Governo Federal que no local instalou a sede do Quartel General da 4ª Região Militar. Alfredo Ferreira Lage (filho de Mariano Procópio) revelou suas intenções de ali abrigar um acervo que vinha colecionando desde sua juventude. Aos poucos ele foi se tornando possuidor de um acervo de preciosidades artísticas e objetos históricos com o intuito de formar ali um museu. Quando, em 1921, o Conde D’Eu e a Princesa Isabel puderam retornar ao Brasil em virtude do fim do decreto do banimento, estiveram na cidade e visitaram o local que já podia ser considerado um museu. Foi nessa ocasião que Alfredo Lage revelou sua intenção de doar todo seu acervo para a Municipalidade. No ano seguinte, foi inaugurada uma galeria com os bustos de Conde D’Eu e da Princesa Isabel e o parque foi franqueado ao público, mas, a doação efetiva só realizou-se em 1936
Da herança deixada por Mariano Procópio a seus filhos estava o castelo por ele construído, mais tarde vendido ao Governo Federal que no local instalou a sede do Quartel General da 4ª Região Militar. Alfredo Ferreira Lage (filho de Mariano Procópio) revelou suas intenções de ali abrigar um acervo que vinha colecionando desde sua juventude. Aos poucos ele foi se tornando possuidor de um acervo de preciosidades artísticas e objetos históricos com o intuito de formar ali um museu. Quando, em 1921, o Conde D’Eu e a Princesa Isabel puderam retornar ao Brasil em virtude do fim do decreto do banimento, estiveram na cidade e visitaram o local que já podia ser considerado um museu. Foi nessa ocasião que Alfredo Lage revelou sua intenção de doar todo seu acervo para a Municipalidade. No ano seguinte, foi inaugurada uma galeria com os bustos de Conde D’Eu e da Princesa Isabel e o parque foi franqueado ao público, mas, a doação efetiva só realizou-se em 1936
15
Quinta dos Lage em 1872
Hoje o Segundo museu imperial do Brasil
Museu Mariano Procópio
Hoje o Segundo museu imperial do Brasil
Museu Mariano Procópio
14
Academia de Comércio
Estabelecido em Juiz de Fora desde 1882, cujo objetivo era formar comerciantes e administradores em 1925
Estabelecido em Juiz de Fora desde 1882, cujo objetivo era formar comerciantes e administradores em 1925
13
Academia de Comércio
Década de 1940
Década de 1940
12
Rua Espírito Santo década de 1920
Atual Castelinho da CEMIG
Atual Castelinho da CEMIG
11
1ª Usina Hidrelétrica da América do Sul
geração de energia elétrica com a Companhia Mineira de Eletricidade (1889) e a sua posterior aplicação como força-motriz à indústria, contribui para o estabelecimento de novos empreendedores
geração de energia elétrica com a Companhia Mineira de Eletricidade (1889) e a sua posterior aplicação como força-motriz à indústria, contribui para o estabelecimento de novos empreendedores
10
Inauguração do Fórum em 1878
Atual Câmara Municipal
Atual Câmara Municipal
09
Irmãos Surerus, em 1886
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Henrique Surerus e Irmãos
chegados com outros familiares em 1861
iniciaram suas atividades no ramo da construção e, mais tarde
em 1886, estabelecem-se no centro da cidade
com artigos de construção, oficina, serraria e fábrica de carroças
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Henrique Surerus e Irmãos
chegados com outros familiares em 1861
iniciaram suas atividades no ramo da construção e, mais tarde
em 1886, estabelecem-se no centro da cidade
com artigos de construção, oficina, serraria e fábrica de carroças
08
Igreja de Santo Antonio em 1847
Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada
em Cidade de Santo Antônio do Paraibuna
a população urbana ainda era diminuta
contava mais ou menos com seiscentos habitantes
Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada
em Cidade de Santo Antônio do Paraibuna
a população urbana ainda era diminuta
contava mais ou menos com seiscentos habitantes
07
Casa do Juiz de Fora
Este nome tão característico - Juiz de Fora - gera muitas dúvidas quanto a sua origem
Na verdade, o Juiz de Fora era um magistrado, do tempo colonial, nomeado pela Coroa Portuguesa, para atuar onde não havia Juiz de Direito
Data não informado
Este nome tão característico - Juiz de Fora - gera muitas dúvidas quanto a sua origem
Na verdade, o Juiz de Fora era um magistrado, do tempo colonial, nomeado pela Coroa Portuguesa, para atuar onde não havia Juiz de Direito
Data não informado
06
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Foto de 1903
Antiga companhia Mineira de Eletricidade na Rua Espírito santo , atual Central de atendimento da Cemig
Foto de 1903
Antiga companhia Mineira de Eletricidade na Rua Espírito santo , atual Central de atendimento da Cemig
05
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Foto de 1903
Palácio Barbosa Lima
Atual sede da Câmara Municipal com vista da Rua Halfeld
Foto de 1903
Palácio Barbosa Lima
Atual sede da Câmara Municipal com vista da Rua Halfeld
04
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Foto de 1903 onde hoje e a sede da Quarta Região Militar
Foto de 1903 onde hoje e a sede da Quarta Região Militar
03
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Foto de 1903 Fórum onde atualmente e a sede da Câmara Municipal
Foto de 1903 Fórum onde atualmente e a sede da Câmara Municipal
02
Companhia Mineira de Eletricidade. Sede, Obras e Usina data 1900 e 1950 Acervo Ramon Brandão
01
Companhia Mineira de Eletricidade. Sede, Obras e Usina, data 1900 e 1950
Acervo Ramon Brandão
Companhia Mineira de Eletricidade. Sede, Obras e Usina, data 1900 e 1950
Acervo Ramon Brandão











































































































































































Foto 163: eu já tomei sopa lá! Houve uma doação substancial de alimentos para aquela entidade, eu e mais outras pessoas fomos convidados a visitar o local e acabamos almoçando por lá mesmo, cortesia. Se não me engano foi no final dos anos 80.
ResponderExcluirMaravilha!
ExcluirJá participei e bem como fiz frente a um movimento para angariar roupas e alimentos para doar aos necessitados.
A foto 13 é bastante interessante, por 2 motivos. O primeiro deles é o ângulo em que a foto foi tirada, do alto, em uma época em que não deveria existir edifícios altos ali.
ResponderExcluirDigo isso porque essa foto não foi tirada depois de 1940, por conta da vegetação no morro do Cristo e do calçamento de pedra na Rua Halfeld. Reparem que a Rua Halfeld acaba na Av. Olegário Maciel. O prolongamento da rua é mais recente, anos 60.
Então fica assim: se a Olegário estava asfaltada, essa foto é dos anos 60, o que explicaria o ângulo da foto, provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora, construído em 1958. Se a Olegário era de calçamento, então a foto me parece ser dos anos 40/50 e o ângulo da foto é inexplicável.
Grato, Abraço
ExcluirA foto 34 revela como a Av. Getulio Vargas sempre foi uma via feia e suja.
ResponderExcluirNo inicio do século XX, como na foto, o lamaçal parecia um chiqueiro.
Durante muito tempo as enchentes do Rio Paraibuna chegavam até ela, especialmente nos anos 40.
Atualmente é uma bagunça tremenda, onde camelôs disputam espaço com cachaceiros, prostitutas, ladrões, etc.
Eu não gosto de andar sozinho depois das 20:00 hs na Av. Getulio Vargas ou Batista de Oliveira, particularmente no espaço compreendido entre a Rua São Sebastião e Av. Independencia (não consigo chamá-la de Itamar Franco). Uma pena pois é o centro histórico de Juiz de Fora.
Destruíram nossa cidade em todos os sentidos!
ExcluirNossos representantes não pensam em nossa cidade e sim nos próprios bolsos, Lamentável