quinta-feira, 29 de maio de 2025

Turismo e Lazer com 176 Fotografias

176
Construção do prédio e antena da TV Industrial, no alto do Morro do Cristo.
Essa imagem é um registro poderoso e, ao mesmo tempo, melancólico de um dos pontos mais altos — literal e figuradamente — da história da comunicação em Juiz de Fora. 
A construção da sede e da antena da TV Industrial no topo do Morro do Imperador (Morro do Cristo) representa o pioneirismo de uma era que hoje, infelizmente, sucumbe ao descaso.
Fundada em 1964 por Geraldo Mendes e Gudesteu Mendes os grandes responsáveis por essa empreitada histórica. 
Eles não apenas fundaram a TV Industrial, mas também consolidaram o império de comunicação que incluía a Rádio Industrial, deixando um legado que moldou a identidade da nossa cidade por décadas., a TV Industrial foi a primeira emissora de televisão de Juiz de Fora e a primeira do interior do Brasil.
Geraldo Mendes: Foi o grande articulador e visionário, conhecido por seu dinamismo e pela capacidade de realizar projetos que pareciam impossíveis para a época.
Gudesteu Mendes: Companheiro de jornada, ajudou a estruturar o que viria a ser a primeira emissora de TV do interior do Brasil, um feito que colocou Juiz de Fora no mapa tecnológico e cultural do país em 1964.
A escolha do Morro do Cristo não foi apenas técnica (pela altitude para propagação do sinal), mas simbólica. A antena metálica que você restaurou na imagem tornou-se um novo marco visual na silhueta da cidade, ao lado do monumento ao Cristo Redentor.
A estrutura de metal era uma proeza da engenharia para a época, projetada para suportar os fortes ventos do topo do morro e sustentar os pesados equipamentos de transmissão.
O prédio da TV Industrial possui uma arquitetura singular, com suas linhas que acompanham a topografia do morro. Vê-lo em ruínas é ver uma parte da identidade da cidade se apagar.
Ver um local com imenso potencial turístico e cultural ser entregue ao vandalismo e à deterioração, em vez de ser transformado em um museu da imagem e do som ou um centro de memória.
A foto restaurada serve como um manifesto visual.
Devolver o brilho metálico à antena e as cores vivas à construção, você provoca uma reflexão:
Pelos visionários como Geraldo Mendes e Gudesteu Mendes, que colocaram Juiz de Fora na vanguarda da comunicação nacional.
Do valor histórico daquele espaço, que não é apenas "um prédio velho", mas o berço da TV no interior mineiro.
Se houve capacidade para construir algo tão complexo em 1964, deveria haver vontade política para preservar e ressignificar esse espaço hoje.
É triste ver que uma estrutura que servia para conectar as pessoas através da tela hoje esteja desconectada do cuidado público.
Curiosidade: Ela foi projetada com uma tecnologia modular que permitia uma estabilidade de sinal em grandes altitudes e sob condições de vento extremo. Naquela época (1964), não existiam estruturas desse porte e estilo técnico fora das grandes metrópoles sul-americanas.
Primeira de TV no Interior: É consenso histórico que a TV Industrial foi a primeira emissora de TV do interior do Brasil (e consequentemente da América do Sul). Como a antena foi construída especificamente para essa emissora, ela herda esse título de pioneirismo.
A "Torre Eiffel" de Minas
Na época da inauguração, a imprensa local e regional frequentemente utilizava o termo "a primeira do estilo na América do Sul" para ressaltar a modernidade do projeto. Era uma forma de dizer que Juiz de Fora estava tecnologicamente à frente de muitas capitais do continente.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
175
João Batista de Araújo Comentou: Casa construída na fenda do Morro do Cristo
Conheci esta casa por volta de 1960.
Voltei lá mais duas vezes, sempre acompanhado por um grande amigo.
Cada vez que voltava, ela estava mais destruída.
Em 1964 eu voltei lá novamente porém sozinho.
Foi quando eu fiz esta foto.
Na verdade eu fiz 4 fotos.
As outras, num "ataque" de fúria, eu rasguei.
Voltei em 2008 com um amigo e praticamente não tinha mais nada, apenas pedaços de madeira e de tijolos.
As fotos foram feitas com disparador automático.
Portanto quase nada sei sobre aquela casa.
Mauricio Comentou: A construção ficou conhecida por sua arquitetura peculiar, encravada diretamente na rocha do Morro do Imperador (Morro do Cristo), aproveitando a fenda natural da montanha.
Na década de 1960 a casa ainda preservava parte de sua estrutura original antes de sucumbir ao tempo e ao abandono.
As visitas subsequentes confirmam o histórico de degradação gradual que transformou a residência em apenas vestígios de tijolos e fundações, hoje integrados à vegetação do morro.
Fotografia de 1964
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Batista de Araújo, (In Memoriam).
174
O Pioneirismo de Marmelos Zero
A edificação conhecida como Marmelos Zero, foi o berço da primeira usina hidrelétrica da América do Sul destinada à iluminação pública e força industrial.
Foi idealizada por Bernardo Mascarenhas, que precisava de energia para sua fábrica (a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas.
Como ele não encontrou apoio técnico no Brasil, buscou engenheiros americanos e equipamentos da empresa de Thomas Edison.
A escolha por alvenaria de tijolos e embasamento de pedra não era apenas estética; era necessária para suportar a vibração das primeiras turbinas e geradores (os famosos geradores de corrente alternada da Westinghouse).
A proximidade com a Estrada União e Indústria facilitou o transporte das pesadas máquinas que vinham do Rio de Janeiro, já que a estrada era o principal acesso para cargas pesadas antes da plena expansão ferroviária.
De Marmelos para o Mundo
Inaugurada em 5 de setembro de 1889 (apenas meses antes da Proclamação da República), a usina provou que era possível gerar energia a longas distâncias, transformando Juiz de Fora na "Manchester Mineira". Hoje, o prédio é tombado e abriga o Museu da Usina de Marmelos, preservando as máquinas originais.
Antes de Marmelos, as fábricas de Juiz de Fora dependiam de máquinas a vapor. A chegada da eletricidade em 1889 permitiu: Iluminação Pública: Juiz de Fora foi a primeira cidade do Brasil a ter iluminação pública residencial e comercial via hidrelétrica.
Verticalização: A energia elétrica possibilitou o uso de elevadores e máquinas mais potentes, mudando o perfil arquitetônico da cidade.
A "Marmelos Zero" hoje
O prédio com os lambrequins e tijolos aparentes é hoje o Museu Marmelos Zero, mantido pela CEMIG e pela UFJF.
No interior, ainda estão preservados os três geradores originais da Max-Schorch, que vieram da Alemanha posteriormente para substituir os primeiros, e as turbinas que mostram a escala da engenharia daquela época.
A arquitetura de tijolos maciços tornou-se um padrão para a CEMIG em suas subestações antigas, uma espécie de "identidade visual" que começou ali.
A inauguração foi um evento de gala que atraiu autoridades de todo o Brasil. Diz a lenda que, quando as luzes se acenderam no centro de Juiz de Fora, a população ficou em choque, pois nunca tinham visto uma luz tão clara e constante, muito superior aos lampiões a gás ou querosene.
Sem Marmelos, o centro histórico que conhecemos hoje não teria a mesma imponência.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
173
O Cristo Redentor 
O Morro do Imperador, também conhecido como Morro do Cristo, foi muito importante na construção de uma identidade moderna e progressista de Juiz de Fora
Aqui vai algumas curiosidades da Manchester Mineira e o Morro do Cristo:
O Cristo Redentor de Juiz de Fora foi o primeiro Cristo Redentor do Brasil, e teve sua conclusão em 1906, enquanto que a construção do mais famoso, no Rio de Janeiro começou a ser planejada em 1921
Foi idealizado por Francisco Batista de Oliveira, um homem moderno que vivenciou o espírito de progresso em Juiz de Fora, e teve outras importantes iniciativas, entre elas a criação da Academia de Comercio.
Na comemoração da passagem do século XIX para o XX, Batista objetivava realizar uma missa campal e mais tarde, erguer uma cruz ambos no morro do Imperador
Mas consegue presenciar apenas a celebração da missa, morrendo antes da ereção da cruz
Com a morte de Batista, João Nunes Lima, seu cunhado, assume a liderança da Associação católica Pão de Santo Antônio, resolvendo então erigir um monumento ao Cristo Redentor e não apenas uma cruz
O monumento é finalizado em 1906, construído pela Cia Pantaleone Arcuri.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
172
Bairro Mariano Procópio
Lago do Museu Mariano Procópio com seus inesquecíveis pedalinhos.
Os pedalinhos já existiam há muitos anos no lago, mas não há registros públicos de uma data exata da primeira instalação.
O que se sabe é que eles se tornaram populares a partir da segunda metade do século XX, funcionando como uma das principais atrações de lazer do parque.
Por volta de 2010, foram desativados devido a problemas de manutenção e conservação do espaço.
Em 19 de julho de 2022, a Prefeitura de Juiz de Fora e a Fundação Museu Mariano Procópio anunciaram a volta dos pedalinhos ao lago.
A reabertura foi celebrada como um resgate da memória afetiva dos moradores da cidade, que tinham lembranças da atração em décadas anteriores.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
171
Bairro Mariano Procópio
Lago do Museu Mariano Procópio com seus inesquecíveis pedalinhos.
Os pedalinhos já existiam há muitos anos no lago, mas não há registros públicos de uma data exata da primeira instalação.
O que se sabe é que eles se tornaram populares a partir da segunda metade do século XX, funcionando como uma das principais atrações de lazer do parque.
Por volta de 2010, foram desativados devido a problemas de manutenção e conservação do espaço.
Em 19 de julho de 2022, a Prefeitura de Juiz de Fora e a Fundação Museu Mariano Procópio anunciaram a volta dos pedalinhos ao lago.
A reabertura foi celebrada como um resgate da memória afetiva dos moradores da cidade, que tinham lembranças da atração em décadas anteriores.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
170
Interior do Parque Halfeld
Foto extraída do Álbum de Juiz de Fora de 1929.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
169
A antena da TV Industrial foi a primeira em formato helicoidal da América do Sul. O projeto foi uma inovação técnica para a época (anos 60). Embora o plano original fosse construí-la em concreto, ela foi executada em metal vazado para garantir que a estrutura resistisse aos fortes ventos no topo do morro.
O edifício sede, que ainda está lá (embora em estado de abandono), é uma joia da arquitetura modernista brasileira. Projetado pelo engenheiro Armando Favato, o prédio tem um formato elíptico e helicoidal que parece "desenrolar" do solo em direção ao céu, culminando na torre.
O projeto integrava tudo em um só lugar: estúdios, auditório, redação e a própria torre de transmissão.
A TV Industrial foi inaugurada em 29 de julho de 1964. Um fato histórico curioso é que, na cerimônia de inauguração, foi celebrada pela primeira vez no Brasil uma missa inteiramente em português, conduzida pelo Arcebispo Dom Geraldo Maria de Morais Penido, transmitida ao vivo para a cidade.
A emissora foi fundada pelos irmãos Geraldo, Gudesteu e Sérgio Mendes. Eles foram verdadeiros visionários, transformando Juiz de Fora na primeira cidade do interior do Brasil a ter uma geradora de imagens própria. Antes disso, para construir a sede, eles precisaram literalmente "abrir caminho", criando a estrada de acesso ao morro que hoje é usada por turistas e moradores.
A TV Industrial operou de forma independente até 1980, quando foi vendida e tornou-se a TV Globo Juiz de Fora (hoje parte da Rede Integração). Naquela época, a emissora já era pioneira também na transmissão colorida no interior de Minas.
Atualmente, o prédio é tombado como patrimônio histórico, mas sofre com o desgaste do tempo. A antena original, que no passado era muito mais alta e imponente, tornou-se um símbolo da "silhueta" de Juiz de Fora que muitos veem de qualquer ponto da região central.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
168
A história da Prainha de Chapéu d'Uvas é nostálgica para muitos moradores de Juiz de Fora e região, pois remete a um tempo de lazer popular que foi transformado pelo progresso.
A prainha localizava-se no distrito de Paula Lima, em Juiz de Fora, aproveitando as margens do Rio Paraibuna. O nome "Chapéu d'Uvas" vem da antiga estação ferroviária e do vilarejo próximo, que era um ponto estratégico da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Antes da construção da represa, a área era um dos destinos favoritos de fim de semana para quem não podia ir ao litoral.
A "Praia de Minas": Tinha faixas de areia fina, águas calmas em certos trechos e era cercada por muito verde.
Havia bares, áreas de camping e era muito comum as famílias fazerem churrascos e piqueniques nas margens do rio.
Muitos iam para lá utilizando o "Trem de Subúrbio" ou o "Xangai", o que tornava o passeio uma verdadeira aventura ferroviária desde a Estação Central de Juiz de Fora.
O cenário mudou radicalmente com a construção da Represa de Chapéu d'Uvas, inaugurada na década de 1990 para garantir o abastecimento de água de Juiz de Fora.
Com o fechamento das comportas para a formação do reservatório, a antiga prainha e várias áreas baixas do vilarejo foram submersas.
O que era um rio corrente tornou-se um imenso espelho d'água, (um dos maiores da região). 
Hoje, a represa é usada para pesca esportiva, esportes náuticos, (como caiaque e stand-up paddle), e contemplação, mas a dinâmica da "praia de rio" original se perdeu.
A região de Chapéu d'Uvas é muito antiga, sendo citada desde o século XVIII nos caminhos que levavam às minas de ouro. O nome curioso, segundo a lenda local, viria de um viajante que teria perdido um chapéu cheio de uvas nas águas do rio, ou ainda, devido ao formato de um morro que lembrava um chapéu de época.
Hoje, quem visita a represa de Chapéu d'Uvas ainda encontra uma beleza natural incrível, mas a antiga prainha de areia onde as crianças brincavam nos anos 70 agora descansa no fundo do lago.
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Texto de Autoria de Mauricio Lima Corrêa 
Rio Paraibuna em Fevereiro de 1974
Acervo: Felipe Diversões
167
A história da Prainha de Chapéu d'Uvas é nostálgica para muitos moradores de Juiz de Fora e região, pois remete a um tempo de lazer popular que foi transformado pelo progresso.
A prainha localizava-se no distrito de Paula Lima, em Juiz de Fora, aproveitando as margens do Rio Paraibuna. O nome "Chapéu d'Uvas" vem da antiga estação ferroviária e do vilarejo próximo, que era um ponto estratégico da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Antes da construção da represa, a área era um dos destinos favoritos de fim de semana para quem não podia ir ao litoral.
A "Praia de Minas": Tinha faixas de areia fina, águas calmas em certos trechos e era cercada por muito verde.
Havia bares, áreas de camping e era muito comum as famílias fazerem churrascos e piqueniques nas margens do rio.
Muitos iam para lá utilizando o "Trem de Subúrbio" ou o "Xangai", o que tornava o passeio uma verdadeira aventura ferroviária desde a Estação Central de Juiz de Fora.
O cenário mudou radicalmente com a construção da Represa de Chapéu d'Uvas, inaugurada na década de 1990 para garantir o abastecimento de água de Juiz de Fora.
Com o fechamento das comportas para a formação do reservatório, a antiga prainha e várias áreas baixas do vilarejo foram submersas.
O que era um rio corrente tornou-se um imenso espelho d'água, (um dos maiores da região). 
Hoje, a represa é usada para pesca esportiva, esportes náuticos, (como caiaque e stand-up paddle), e contemplação, mas a dinâmica da "praia de rio" original se perdeu.
A região de Chapéu d'Uvas é muito antiga, sendo citada desde o século XVIII nos caminhos que levavam às minas de ouro. O nome curioso, segundo a lenda local, viria de um viajante que teria perdido um chapéu cheio de uvas nas águas do rio, ou ainda, devido ao formato de um morro que lembrava um chapéu de época.
Hoje, quem visita a represa de Chapéu d'Uvas ainda encontra uma beleza natural incrível, mas a antiga prainha de areia onde as crianças brincavam nos anos 70 agora descansa no fundo do lago.
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Texto de Autoria de Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Vanderlei Dornelas Tomaz 
166
Construção do Cristo de Juiz de Fora em 1906
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo e foi feito 25 anos antes do que o Monumento da cidade do Rio de Janeiro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
165
(Morro do Imperador).
Provavelmente em 1905 pois o mesmo foi inaugurado em 1906, 25 anos antes do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro e com isso afirmo que nossa cidade foi pioneira neste tipo de construção
O nome Morro do Imperador é uma homenagem ao Imperador Dom Pedro II que, em suas visitas a Juiz de Fora, sempre subia a montanha para, de lá, vislumbrar a cidade que se formava
São 25 metros de capela e torre e 3,75 metros de estátua.
Foi o comerciante e empreendedor Francisco Baptista de Oliveira que implantou pela primeira vez em solo nacional a ideia de ter uma imagem cristã abençoando a cidade sob seus pés
Ele faleceu prematuramente e não conseguiu ver o projeto concluído
A construção foi iniciada em 1902.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva 
164
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Morro do Cristo, (Imperador).
Piquenique dos Alunos da Escola Técnica de Comercio Machado Sobrinho em 02 de Junho de 1943.
Coordenador Helio Noronha Filho.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Memorial Machadense
163
Mirante do Morro do Cristo
Podemos ver uma Panorâmica da cidade de Juiz de Fora
Provavelmente Inicio do Século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).
162
Cartão Postal 
Parque Halfeld em 06 de Janeiro de 1907
Ao Fundo a Biblioteca e o Chafariz da planta original do Parque.
Esta Biblioteca e citada e mostrada no Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
161
Vista Aérea 
Podemos ver o Clube do Papo no Morro do Imperador ou Morro do Cristo.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
160
Vista Panorâmica 
A torre helicoidal no Morro do Cristo, em Juiz de Fora, foi a primeira do tipo na América do Sul, inaugurada em 1964 e utilizada pela extinta TV Industrial por 15 anos. 
Atualmente, apenas a base da torre original foi preservada e está visível no local. 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
159
Vista Panorâmica
Podemos ver uma Panorâmica da cidade de Juiz de Fora
Provavelmente Inicio do Século XX.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).
158
Fotografia feita por Alfredo Ferreira Lage para Exposição
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: ufjf.br
157
Morro do Cristo, (Imperador).
Piquenique dos Alunos da Escola Técnica de Comercio Machado Sobrinho em 02 de Junho de 1943
Coordenador Helio Noronha Filho.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Memorial Machadense
156
Década de 1940/1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo:  Nelson Weiss, (In Memoriam).
155
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939”.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Museu Mariano Procópio 
154
Morro do Cristo
Cleuzair Pereira Rocha e Nilda Pereira Pinto em 1953
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
153
Museu Mariano Procópio
Cleuzair Pereira Rocha e Nilda Pereira Pinto em 1948
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
152
Museu Mariano Procópio
Luiz Sampaio Rocha e Cleuzair Pereira Rocha em 1952
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
151
Parque do Museu Mariano Procópio
Fotógrafo não identificado, 1939
Álbum: “Cópias das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do Estado – 1939
Acervo: Museu Mariano Procópio 
150
Rosimar Campos comentou: Esse é meu avô com um sobrinho
Local não informado
Seria o parque do museu?
Década de 1940
Colorização: Antônio Jose Apolinário Apolinário
Acervo: Rosimar Campos
149
Morro do Cristo 
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: Na Fotografia: Cleuzair Pereira Rocha, Nilda Pereira Pinto, Wilson Pereira Pinto e Rafael José Moreno em 1945
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
148
Museu Mariano Procópio
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: Na Fotografia: Cleuzair Pereira Rocha, Luiz Sampaio Rocha, Rafael José Moreno em Maio de 1948
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
147
Museu Mariano Procópio
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: Na Fotografia: Cleuzair Pereira Rocha, Nilda Pereira Pinto, Rafael José Moreno e Luiza Castilho em Maio de 1948
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
146
Museu Mariano Procópio
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: Na Fotografia: Rafael José Moreno, Cleuzair Pereira Rocha, Luiz Sampaio Rocha e Nilda Pereira Pinto em Maio de 1948
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
145
O Cristo Redentor 
O Morro do Imperador, também conhecido como Morro do Cristo, foi muito importante na construção de uma identidade moderna e progressista de Juiz de Fora
Aqui vai algumas curiosidades da Manchester Mineira e o Morro do Cristo:
O Cristo Redentor de Juiz de Fora foi o primeiro Cristo Redentor do Brasil, e teve sua conclusão em 1906, enquanto que a construção do mais famoso, no Rio de Janeiro começou a ser planejada em 1921
Foi idealizado por Francisco Batista de Oliveira, um homem moderno que vivenciou o espírito de progresso em Juiz de Fora, e teve outras importantes iniciativas, entre elas a criação da Academia de Comercio.
Na comemoração da passagem do século XIX para o XX, Batista objetivava realizar uma missa campal e mais tarde, erguer uma cruz ambos no morro do Imperador
Mas consegue presenciar apenas a celebração da missa, morrendo antes da ereção da cruz
Com a morte de Batista, João Nunes Lima, seu cunhado, assume a liderança da Associação católica Pão de Santo Antônio, resolvendo então erigir um monumento ao Cristo Redentor e não apenas uma cruz
O monumento é finalizado em 1906, construído pela Cia Pantaleone Arcuri
Acervo Mauricio Lima Corrêa
144
Bairro Vale do Ipê
Vicente De Paulo Clemente comentou: Tudo faz crer que é a Cachoeira do Vale do Ipê.
Abilio Ricardo Palmieri Costa comentou: Hoje aí desce todo o esgoto de São Pedro, Imagina o cheiro.
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
143
Foto tirada do Morro do Cristo
Uilmara Machado de Melo comentou: deve ser entre 1947 e 1950.
Governo Municipal do Doutor Dilermando Cruz e, se olharmos a foto ampliada, conseguimos ver que o prédio dos Correios já existia (35/44/65 - construção e ampliações) e o Edifício Clube Juiz de Fora, ainda existia (pegou fogo em 21 de fevereiro de 1950) - Corrijam-me, se eu estiver enganada!
Na placa está escrito: Sob os Auspícios do Prefeito Doutor Dilermando Cruz e sob iniciativa e administração do Vereador Ribeiro de Sá, eu não consegui entender/decifrar o restante.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
142
REPOSTANDO COM MAIORES INFORMAÇÕES 
Conheci esta casa por volta de 1960. 
Voltei lá mais duas vezes, sempre acompanhado por um grande amigo. 
Cada vez que voltava, ela estava mais destruída. 
Em 1964 eu voltei lá novamente porém sozinho. 
Foi quando eu fiz esta foto. 
Na verdade eu fiz 4 fotos. 
As outras, num "ataque" de fúria, eu rasguei. 
Voltei em 2008 com um amigo e praticamente não tinha mais nada, apenas pedaços de madeira e de tijolos. 
As fotos foram feitas com disparador automático. 
Portanto quase nada sei sobre aquela casa.
Fotografia de 1964
Acervo João Batista de Araújo, (In Memoriam).
141
Passeio de Lancha
Final da década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
140
Saudosos Pedalinhos
Observação: Notem as ilhas arborizadas.
Infelizmente onde o Homem coloca a mão a destruição e certa, Lago este da época do Império.
Final da década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
139
Saudosos Pedalinhos
Lago do Museu Mariano Procópio.
Observação: Notem as ilhas arborizadas.
Infelizmente onde o Homem coloca a mão a destruição e certa, Lago este da época do Império.
Final da década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
138
Saudosos Pedalinhos
Lago do Museu Mariano Procópio.
Observação: Notem as ilhas arborizadas.
Infelizmente onde o Homem coloca a mão a destruição e certa, Lago este da época do Império.
Final da década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
137
Mirante do Morro do Cristo 
Início da década de 1970
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
136
Inaugurada em 1889
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
135
Capela do Morro do Imperador (conhecido popularmente como Morro do Cristo) é uma atração turística de Juiz de Fora.
É um dos pontos mais altos da cidade, situado a 923 m do nível do mar, sendo assim denominado devido à visita, em 1861, de D. Pedro II a Juiz de Fora, que subiu o morro para apreciar a vista da cidade. 
Em comemoração à virada do século XIX para o século XX, foi construída ali uma capela, e, em 1906, um monumento ao Cristo Redentor.
Defronte ao monumento está o Mirante Salles de Oliveira, com vista panorâmica para grande parte da cidade.
Lá também encontra-se a primeira torre helicoidal na América do Sul, que proporcionou à extinta TV Industrial o pioneirismo em geração de imagens no interior de Minas Gerais.
Data Provavel decada de 1950
Texto Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Morro_do_Imperador
Acervo Mauricio Lima Corrêa
134
Cartão Postal 
Museu Mariano Procópio
Parque e Lago 
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
133
Vista panorâmica Vista do Morro do Cristo
Provavelmente década de 1950
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
132
Museu Mariano Procópio
O Museu Mariano Procópio é o primeiro museu surgido em Minas Gerais. 
Fundado em 1915 por Alfredo Ferreira Lage, abriga um dos principais acervos do país, com aproximadamente 50 mil peças.
Seu conjunto arquitetônico compreende dois edifícios: a Villa Ferreira Lage, construída entre 1856 e 1861, e o Prédio Mariano Procópio, inaugurado em 1922.
Além do conjunto histórico, conta com um acervo natural de grande importância ecológica, valorizando em seus jardins a exótica flora brasileira.
Década de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
131
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
Estúdios TV  Industrial canal 10 em 1965
Aline Cigani comentou: Apresentação do Professor Ítalo Paschoal Luiz está na paralela e o único que sabemos que está na foto é esse menino sentado,(filho dele),Paschoal Cigani
Acervo Aline Cigani

130
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
Estúdios TV  Industrial canal 10 em 1965
Aline Cigani comentou: Apresentação do Professor Ítalo Paschoal Luiz está na paralela e o único que sabemos que está na foto é esse menino sentado,(filho dele),Paschoal Cigani
Acervo Aline Cigani

129
Bairro Mariano Procópio
Turistas em pose para Fotografia a Frente ao Museu Mariano Procópio
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

128
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Grupo de Turistas visitando e posando para a Fotografia
Vê-se ao fundo a Rua Halfeld, Edifício Clube Juiz de Fora e Rua Marechal Deodoro e Rocha Hotel.
Provavelmente inicio da década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

127
Monumento do Cristo no Morro do Imperador
A construção foi iniciada em 1902 e a inauguração ocorreu em Novembro de 1905
A montanha foi assim denominada por ter sido visitada pelo Imperador Dom Pedro ll em 1861
Francisco Baptista de Oliveira, sugeriu a construção de um monumento a Cristo Redentor, inaugurado no ano seguinte, sendo a estátua importada de Paris
O mesmo faleceu durante sua Construção.
Acervo Elton Belo Reis

126
Construção do prédio e antena da TV
Industrial, no alto do Morro do Cristo.
Uma construção tão singular e está destruída pelo abandono.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
125
Construção do prédio e antena da TV
Industrial, no alto do Morro do Cristo.
Uma construção tão singular e está destruída pelo abandono.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
 
124
Morro do Imperador(conhecido popularmente como Morro do Cristo),em 1957
Rita Machado comentou: Minha avó Materna,Maria Elisa Vieira Sangenitt.
Foto colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Rita Machado 
123
Morro do Imperador(conhecido popularmente como Morro do Cristo),em 1957
Rita Machado comentou: Minha avó Materna,Maria Elisa Vieira Sangenitt.
Acervo Rita Machado
122
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Morro do Cristo,(Imperador).
Piquenique dos Alunos da Escola Técnica de Comercio Machado Sobrinho em 02 de Junho de 1943
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
 121
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Morro do Cristo,(Imperador).
Piquenique dos Alunos da Escola Técnica de Comercio Machado Sobrinho em 02 de Junho de 1943
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
120
Obras de Construção do Restaurante e Mirante do Cristo em Maio de 1969
Josias Candido Castor comentou: Morro do Imperador. (Morro do Cristo).
inicio das obras de construção do restaurante do Morro do Cristo. Apesar de ser um ponto turístico interessante, a verdade é que aquele local nunca foi muito próspero. Uma boate que pegou fogo e duas tentativas de se criar um restaurante foi o que sobrou daquele local, atualmente abandonado, como em grande parte de sua existência. Alguns dizem que a localização, longe de favorecer o sucesso de algum empreendimento comercial, acaba afastando os frequentadores, pois aas vias de acesso são ruins e é inclusive perigoso ir até lá a noite por conta da pouca iluminação. Seria preciso asfaltar e iluminar corretamente a via de acesso, duplicando a pista, entretanto leis e entidades conservacionistas são contra essa mudança, haja vista a mata do morro ser protegida de desmatamento, o que não impediu os condomínios de alto padrão naquele morro. Enfim, só um registro do que poderia ter sido e não foi. OBS: a arquitetura do prédio que abrigava as instalações da extinta TV Industrial chama a atenção até hoje, apesar de estar se deteriorando por falta de conservação adequada.
Reparem no holofote para iluminar a imagem
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
119
Obras de Construção do Restaurante e Mirante do Cristo em Maio de 1969
Josias Candido Castor comentou: Morro do Imperador. (Morro do Cristo).
inicio das obras de construção do restaurante do Morro do Cristo. Apesar de ser um ponto turístico interessante, a verdade é que aquele local nunca foi muito próspero. Uma boate que pegou fogo e duas tentativas de se criar um restaurante foi o que sobrou daquele local, atualmente abandonado, como em grande parte de sua existência. Alguns dizem que a localização, longe de favorecer o sucesso de algum empreendimento comercial, acaba afastando os frequentadores, pois aas vias de acesso são ruins e é inclusive perigoso ir até lá a noite por conta da pouca iluminação. Seria preciso asfaltar e iluminar corretamente a via de acesso, duplicando a pista, entretanto leis e entidades conservacionistas são contra essa mudança, haja vista a mata do morro ser protegida de desmatamento, o que não impediu os condomínios de alto padrão naquele morro. Enfim, só um registro do que poderia ter sido e não foi. OBS: a arquitetura do prédio que abrigava as instalações da extinta TV Industrial chama a atenção até hoje, apesar de estar se deteriorando por falta de conservação adequada.
Reparem no holofote para iluminar a imagem
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
118
Excursão de Grupo Motociclistas de Juiz de Fora a Petrópolis e de Petrópolis  a Juiz de Fora
Provavelmente em 1913
Acervo Elton Belo Reis   
117
Represa Doutor João Penido
Bonde Abandonado,virando sucata
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
116
Represa Doutor João Penido
Bonde Abandonado,virando sucata
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
115
Cartão Postal
Bairro  Mariano Procópio
Lago do Museu Bairro  Mariano Procópio em 1950
Acervo Elton Belo Reis   
114
Excursão de Petrópolis a Juiz de Fora em 1915
Acervo Elton Belo Reis
113
Bairro Mariano Procópio
Lago do Museu Mariano Procópio
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
112
Bairro Mariano Procópio
Lago do Museu Mariano Procópio
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
111
Vista Panorâmica
Mirante do Morro do Cristo
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
110
Bairro São Bernardo
Mirante
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
109
Bairro São Bernardo
Mirante
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
108
Avenida Barão do Rio Branco
Crianças jogando Bolas de Gude em pleno canteiro Central da Avenida
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
107
Bairro São Bernardo
Vista Parcial do Mirante
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
106
Vista Parcial
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
105
Bairro Mariano Procópio
Lago do Museu Mariano Procópio
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
104
Vista Parcial
Vista do Mirante do Bairro São Bernardo
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
103
Morro do Imperador
Vera Bechtlufft comentou: Meu pai com minha mãe em 1950
Logo atrás o irmão de minha mãe e uma amigo da família
Acervo Vera Bechtlufft 
102
Monumento no Morro Do Imperador
Inaugurado em 1905
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves 
101
Morro Do Imperador
Francisco Baptista de Oliveira foi quem implantou pela primeira vez em solo nacional a ideia de ter uma imagem cristã abençoando a cidade sob seus pés.
Ele faleceu prematuramente e não conseguiu ver o projeto concluído
A construção foi iniciada em 1902 e a inauguração ocorreu em Novembro de 1905
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves  
100
Bairro Eldorado
Rua João Garcia Couri 
Rua de Lazer
Silvio Coelho comentou: A casa em obra é a do Pai do falecido Sub. Tenente Paulo Cesar Florenzano o ano é esse mesmo 1976 aí estávamos eu, o Marco Antônio Silva,Eduardo Carvalho e Edson de Jesus Carvalho
Essa casa de duas janelas pretas a esquerda é do Washington Rodrigues reformado na P.M.M.G do Juiz de Fora Segura.
Lá no fundo em cima a Fazenda do falecido Senhor Geraldo Lopes hoje tem prédio, um condomínio na frente
Acervo Silvio Coelho 
99
Vista Parcial de Juiz de Fora em 1940
Morro do Cristo,(Imperador).
Helena Habel comentou minha avó esta na frente de roupa escura
Acervo Helena Habel 
98
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa   
97
Revista o Lince em Dezembro de 1974
Bairro São Bernardo
Mirante
Acervo Mauricio Lima Correa 
 96
Morro do Cristo ou Imperador
Passeio ao Mirante do Morro do Cristo
Principio da década de 1950
Acervo Humberto Ferreira
95
Antena da TV Industrial no Morro do Cristo em Maio de 1981
Fonte Livro JF Anos 80 anos de autoria de Humberto Nicoline 
94
Morro do Imperador
Escavações para passagem de elevador
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Acervo Mauricio Lima Correa  
93
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Ao fundo a mina de caulim 
Década de 1950
Acervo João Carlos Da Silva  
92
Vista Panorâmica
Mirante do Morro do Cristo
Provavelmente Inicio do Século XX
Acervo Nelson Weiss, (In Memoriam). 
91
Construção do Monumento do Morro do Cristo(Morro do Imperador)
Provavelmente em 1905 pois o mesmo foi inaugurado em 1906,25 anos antes do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro e com isso afirmo que nossa cidade foi pioneira neste tipo de construção
O nome Morro do Imperador é uma homenagem ao Imperador Dom Pedro II que, em suas visitas a Juiz de Fora, sempre subia a montanha para, de lá, vislumbrar a cidade que se formava
São 25 metros de capela e torre e 3,75 metros de estátua.
Foi o comerciante e empreendedor Francisco Baptista de Oliveira que implantou pela primeira vez em solo nacional a ideia de ter uma imagem cristã abençoando a cidade sob seus pés
Ele faleceu prematuramente e não conseguiu ver o projeto concluído
A construção foi iniciada em 1902
Acervo João Carlos Da Silva 
90
Lago do Museu Mariano Procópio
Provavelmente década de 1950
Acervo João Carlos Da Silva
89
Revista O LINCE
Represa Doutor João Penido em Maio de 1971
Acervo Cássio Geovane Moreno  
88
Morro do imperador
Cássio Geovane Moreno comentou:Eu, em frente ao portão da extinta TV INDUSTRIAL, no morro do imperador, em 1975/76
Acervo Cássio Geovane Moreno  
87
Morro do Imperador
Cássio Geovane Moreno comentou:Visita de meus primos de Petrópolis, os levamos ao morro do Imperador
Eu,no capô do 'muito novo' Chevette de meu pai, meu irmão Wagner Moreno e mina mãe, ao lado do prédio da nossa saudosa e extinta TV INDUSTRIAL no morro do Imperador em 1975/76
Acervo Cássio Geovane Moreno 
86
Morro do Cristo
Cássio Geovane Moreno comentou:eu antes de completar meu primeiro ano de vida, ladeado por meu amado irmão, Wagner de Paula Moreno, e minha prima de Petrópolis, Margarete Kloh, em meados de 1969
Acervo Cássio Geovane Moreno  
85
Morro do Cristo
Cássio Geovane Moreno comentou:Aqui, meu saudoso pai Vicente Moreno e mina mãe Norma Pozzato Moreno, num Domingo no Morro do Imperador(hoje, morro do Cristo) em meados da década de 1960
Acervo Cássio Geovane Moreno 
84
Trenzinho da Alegria
Quem viveu a infância entre o fim dos anos 1980 e o início dos 1990 certamente já embarcou no Trenzinho da Alegria, que saía aos fins de semana e feriados do Parque Halfeld, com meninos, meninas e animadores fantasiados de personagens marcantes da época, como Mickey, Fofão, Popeye, entre outros. O veículo era uma referência tão importante à cidade que o trenzinho foi personagem de diversas matérias da Tribuna fora das páginas de lazer, como a que questionava o salário dos funcionários que encarnavam os personagens, a que mostrava a insatisfação com o aumento da passagem e a insegurança do vagão e os problemas que o embarque e o desembarque no Parque Halfeld causavam ao trânsito central. Apesar dos transtornos, a memória dos passeios ao som de músicas infantis e ao lado das “estrelas” de desenho da época ainda faz muitos marmanjos e marmanjas sorrirem.
Imagens Arquivo TM
Fonte http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/ 
83
Escadaria da Capela do Cristo
Bruno Formigão Nunes comentou:Passeio no Mirante do Cristo ou Morro do Imperador
Família Castro Macedo - Irmãos e Primos
Data não informado
Acervo Bruno Formigão Nunes  
82 
Bairro
São Bernardo
Mirante do Morro do São Bernardo
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
81
Mirante do Cristo 
(Morro do Imperador)
Rômulo Monteiro de Andrade comentou:Atrás do Senhor De terno escuro podemos ver o atual grupo Central e entre as duas mulheres as torres da Catedral
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
80
Mirante do Cristo em 1951
Afonso Cardoso comentou:Mirante do Cristo, as pessoas são, minha mãe, uma tia e uma amiga delas
Acervo Afonso Cardoso  
79
Capela Cristo Redentor
Data não informado 
78
Represa Doutor João Penido
Década de 1960
Acervo Ricardo Prata Rodrigues  
77
Represa Doutor João Penido
Década de 1960
Acervo Ricardo Prata Rodrigues  
76
Represa Doutor João Penido
Década de 1960
Acervo Ricardo Prata Rodrigues  
75
Vista Parcial do Morro do Imperador
O Morro do Cristo, com o famoso letreiro luminoso da PHILCO que todos podiam ver mais fortemente à noite, com sua luz neon.
Hoje, seria ecologicamente errado, colocar alguma coisa assim no Morro.
Mas e as casas que foram construídas em uma das bordas do Morro?
Mas tudo bem!
Esta é uma Juiz de Fora que não ficou perdida, pois quando alguém resolve disparar o obturador de sua maquininha fotográfica, o tempo com certeza que para.
Fonte radialistaleodeoliveira 
74
Ônibus linha Juiz de Fora Parque Redentor
Acho que esse ônibus saia do Parque Halfeld e tinha seu trajeto final no Mirante do Cristo
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
73
Parque Halfeld e parte do Morro do Cristo visto da antiga Prefeitura
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
72
Vista Panorâmica
Obras da Prefeitura
Construção do mirante do Cristo em Junho de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo    
71
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
Década de 1960
Acervo Jorge Couri 
70
Centenário do Cristo Redentor
Arquivo de 2006
Acervo Humberto Ferreira  
69
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
TV industrial
A emissora foi instalada em Juiz de Fora em 1964
Foi pioneira no interior do país e funcionou na cidade até o ano de 1979
Os fundadores da TV Industrial foram Sérgio Mendes e seus filhos Gudesteu e Geraldo Mendes
A transmissão da programação era pelo canal 10 VHF e era sediada no Morro do Imperador
A emissora chegou a produzir 80% da sua programação, sendo ela jornalística, cultural, esportiva e educativa
A TV Industrial recebeu um prêmio em 1974 do governo da Guanabara pela sua programação local
Em 1980, a emissora foi vendida para a Rede Globo de Televisão
Fonte Eu amo Juiz de Fora 
68
O Morro do Cristo, com o famoso letreiro luminoso da PHILCO que todos podiam ver mais fortemente à noite, com sua luz neon
Atualmente seria ecologicamente errado, colocar alguma coisa assim no Morro
Mas e as casas que foram construídas em uma das bordas do Morro?
Mas tudo bem
Esta é uma Juiz de Fora que não ficou perdida, porque como já disse a princípio, quando alguém resolve disparar o obturador de sua maquininha fotográfica, o tempo com certeza que para
Provavelmente década de 1970 
67
As pedras que teimavam sempre em se soltar do Morro do Cristo
Quantas pedras rolaram deste morro,ainda não tínhamos aquela obra de contenção feita depois de muitas pedras terem rolado
Quantas desgraças vimos acontecer ali, porque as pedras se soltavam e caiam sobre as casas, quebrando paredes e machucando pessoas
Atualmente isto já não existe mais
As pedras já não rolam como naqueles tempos
Provavelmente década de 1960   
66
As pedras que teimavam sempre em se soltar do Morro do Cristo
Quantas pedras rolaram deste morro,ainda não tínhamos aquela obra de contenção feita depois de muitas pedras terem rolado
Quantas desgraças vimos acontecer ali, porque as pedras se soltavam e caiam sobre as casas, quebrando paredes e machucando pessoas
Atualmente isto já não existe mais
As pedras já não rolam como naqueles tempos
Provavelmente década de 1960 
65
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
Atualmente o local é mais frequentado durante o dia por turistas e pais com seus filhos. Além de ser um dos principais pontos de trilha para ciclistas. Mas a noite é considerado um local perigoso, apesar de ser bem iluminado e contar com um segurança.
Acervo Mauricio Lima Correa
64
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
Atualmente o local é mais frequentado durante o dia por turistas e pais com seus filhos. Além de ser um dos principais pontos de trilha para ciclistas. Mas a noite é considerado um local perigoso, apesar de ser bem iluminado e contar com um segurança.
Acervo
Mauricio Lima Correa 
63
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
Atualmente o local é mais frequentado durante o dia por turistas e pais com seus filhos. Além de ser um dos principais pontos de trilha para ciclistas. Mas a noite é considerado um local perigoso, apesar de ser bem iluminado e contar com um segurança
Acervo
Mauricio Lima Correa 
62
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Monumento em 2009
Acervo
Mauricio Lima Correa 
61
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Durante a gestão do prefeito Itamar Franco, em 1973, havia-se alguns projetos para revitalização do Morro do Cristo, a fim de torná-lo o principal ponto turístico de Juiz de Fora
Setorização atual: acima em azul claro o mirante, em baixo em vermelho o edifício moderno da TV Industrial
Acervo
Mauricio Lima Correa 
60
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Um planetário, estacionamento, parque de diversões e zoológico
Projeto do planetário
parque de diversões e zoológico, próximo ao hotel
Acervo
Mauricio Lima Correa 
 59
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Os projetos na época eram para ser Um hotel
Projeto de hotel à esquerda da planta baixa
Acervo
Mauricio Lima Correa
58
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Edifício abandonado em 2009
Acervo
Mauricio Lima Correa 
57
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Não consegui informações sobre quando foi construído o restaurante e o mirante, mas de acordo com esta foto, em 1966 eles já haviam sido construídos. Um edifício com um pavimento e o mirante por cima foi devastado por um incêndio e posteriormente restaurado, já abrigou diferentes restaurantes e até uma boate, e hoje se encontra abandonado.
Morro do Cristo já com restaurante e mirante em 1966
Acervo
Mauricio Lima Correa 
56
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Notícia da inauguração da TV Industrial: "Televisão em nossa terra é uma alegre realidade"
Em julho de 1964 foi inaugurada a primeira emissora transmissora de imagens do interior do Brasil, no Morro do Cristo. O edifício apresenta características modernas e alguns anos depois, em 1982, foi construída uma torre de transmissão helicoidal, que viria a funcionar por apenas 15 anos.Notícia da inauguração da TV Industrial: "Televisão em nossa terra é uma alegre realidade"
Acervo
Mauricio Lima Correa
55
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Planta baixa do edifício da TV Industrial no Morro do Cristo com 3 pavimentos
Acervo
Mauricio Lima Correa 
54
Monumento do Morro do Imperador em fase de conclusão em 1905
Acervo
Mauricio Lima Correa 
53
Vista aérea
Morro do Cristo ou Morro do Imperador
Década de 1970
Já com a torre helicoidal
A torre helicoidal funcionou por 15 anos, sendo retirada logo depois
Acervo
Mauricio Lima Correa
52
O Morro do Imperador, também conhecido como Morro do Cristo, foi muito importante na construção de uma identidade moderna e progressista de Juiz de Fora
Aqui vai algumas curiosidades da Manchester Mineira e o Morro do Cristo:
O Cristo Redentor de Juiz de Fora foi o primeiro Cristo Redentor do Brasil, e teve sua conclusão em 1906, enquanto que a construção do mais famoso, no Rio de Janeiro começou a ser planejada em 1921
Foi idealizado por Francisco Batista de Oliveira, um homem moderno que vivenciou o espírito de progresso em Juiz de Fora, e teve outras importantes iniciativas, entre elas a criação da Academia de Comercio.
Na comemoração da passagem do século XIX para o XX, Batista objetivava realizar uma missa campal e mais tarde, erguer uma cruz ambos no morro do Imperador
Mas consegue presenciar apenas a celebração da missa, morrendo antes da ereção da cruz
Com a morte de Batista, João Nunes Lima, seu cunhado, assume a liderança da Associação católica Pão de Santo Antonio, resolvendo então erigir um monumento ao Cristo Redentor e não apenas uma cruz
O monumento é finalizado em 1906, construído pela Cia Pantaleone Arcuri
Acervo Mauricio Lima Correa  
51
Chapéu D'Uvas em 1975
Acervo Jorge Vicente 
50
Ponte Ferroviária em Chapéu D'Uvas em 10 de Fevereiro de 2006
Acervo Jorge Vicente 
49
TV Industrial
Morro do Imperador
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
48
TV Industrial
Construção em 12 de Dezembro 1963
Primeira torre helicoidal na América do Sul.
A TV Industrial foi uma emissora de televisão localizada em Juiz de Fora, Minas Gerais
De propriedade de Sérgio Mendes e seus filhos Gudesteu Mendes e Geraldo Mendes, foi inaugurada em 29 de julho de 1964 e extinta em abril de 1980, quando foi vendida para Roberto Marinho e renomeada TV Globo Juiz de Fora, atual TV Integração
O canal 10 hoje abriga a TV Alterosa 
Texto Wikipédia
47
TV Industrial
Construção em 12 de Dezembro 1963
Primeira torre helicoidal na América do Sul.
A TV Industrial foi uma emissora de televisão localizada em Juiz de Fora, Minas Gerais
De propriedade de Sérgio Mendes e seus filhos Gudesteu Mendes e Geraldo Mendes, foi inaugurada em 29 de julho de 1964 e extinta em abril de 1980, quando foi vendida para Roberto Marinho e renomeada TV Globo Juiz de Fora, atual TV Integração
O canal 10 hoje abriga a TV Alterosa 
Texto Wikipédia
46
TV Industrial
Construção em 12 de Dezembro 1963
Primeira torre helicoidal na América do Sul.
A TV Industrial foi uma emissora de televisão localizada em Juiz de Fora, Minas Gerais
De propriedade de Sérgio Mendes e seus filhos Gudesteu Mendes e Geraldo Mendes, foi inaugurada em 29 de julho de 1964 e extinta em abril de 1980, quando foi vendida para Roberto Marinho e renomeada TV Globo Juiz de Fora, atual TV Integração
O canal 10 hoje abriga a TV Alterosa 
Texto Wikipédia
45
Vista do Morro do Cristo (Imperador).
Provavelmente década de 1940
Acervo Humberto Ferreira
44
Morro do Imperador
Data não informado
Acervo Ramon Brandão  
43
Morro do Imperador
Data não informado
Acervo Ramon Brandão  
42
Morro do Imperador
Data não informado
Acervo Ramon Brandão 
41
Vista panorâmica
Década de 1950
Juiz de Fora vista do Morro do Cristo
Caminho do tostão
Dava para subir o Morro por ali 
40
Morro do Imperador em 1915
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves
39
Mirante Salles de Oliveira
Calendário de 1977
Acervo Ramon Brandão 
38
Morro do Imperador
Capela do Cristo
Década de 1930
Acervo Ramon Brandão  
37
Morro do Cristo, dezembro de 1951
Farmacêutico Lauro Creston e Henrique
Acervo Angelo Creston  
36
Morro do Cristo
TV Industrial, novos equipamentos a cores
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
35
Morro do Cristo
TV Industrial, novos equipamentos a cores
Década de 1960 ou 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
34
Cachoeira de chácara Mauricio sem camisa ao fundo com amigos em 1992
Acervo
Mauricio Lima Correa  
33
Casa construída na fenda do Morro do Cristo em 1964
Acervo João Batista de Araujo  
32
Vista Aérea
Cristo Redentor em 1969
Acervo Ramon Brandão  
31
Morro do imperador em destaque a torre da Emissora da TV Industrial que funcionava na época
Década de 1970
Acervo
Mauricio Lima Correa 
30
Associação Atlética Banco do Brasil em 1972
Acervo Sérgio Peralva  
29
Associação Atlética Banco do Brasil em 1965/71
Acervo Sérgio Peralva  
 28
Associação Atlética Banco do Brasil em 1965/71
Acervo Sérgio Peralva  
27
Morro do Cristo Redentor
Data não informada
Acervo Ubiratan Fassheber  
 26
Restaurante da Represa em 1970
Acervo Ramon Brandão  
25
Morro do Cristo em 1928
Veem-se à esquerda o castelinho da Rua Tiradentes esquina com Rua Floriano Peixoto
Acervo Alberto Surerus Moutinho 
24
Chitãozinho , Osmar e Xororó e Osmar foi cantor sertanejo de Juiz de Fora in Memoriam em julho de 1975 no Morro do Cristo
Acervo Bruna França
23
Vista panorâmica de Juiz de Fora 
Foto tirada do Morro do Cristo (Imperador)
Década de 1960 ou 1970 
22
Foto tirada do Pontilhão Ferroviário
Acredite se quiser!
Prainha de Chapéu D'Uvas em 1974, onde se apanhavam Lambaris com guarda-chuva
Acervo
Mauricio Lima Correa
21
Prainha de Chapéu D' uvas
Década de 1970
Acervo Vanderlei Dornelas Tomaz 
20
Construção do Mirante do Cristo em 1969
Acervo Roberto Dornellas
19
Vista panorâmica de Juiz de Fora 
Morro do Imperador
Ford Corcel muito novo, em um tempo em que o litro de gasolina custava menos que um litro de leite. Era um ótimo carro, muito usado para Taxi, assim como o VW 1600 (Zé do Caixão) e o Fusquinha sem o banco da frente do passageiro, a porta era fechada por uma corda de nylon pelo motorista, eu ia sentado com as pernas esticadas como se estivesse numa limusine! 
Bons tempos...
Década de 1970
Acervo Roberto Dornellas, do arquivo de João Batista de Araujo
 18
Vista Parcial de Juiz de Fora em 1861
Visita de Dom Pedro II, mais tarde esse mirante foi chamado de Mirante do Imperador
17
Morro do Imperador ou Morro do Cristo
Data Provável década de 1960
16
Contenção da encosta do Morro do Imperador ou Morro do Cristo em 26 de Maio de 1985
Acervo e Foto João Batista de Araújo   
15
Contenção da encosta do Morro do Imperador ou Morro do Cristo em 26 de Maio de 1985
Acervo e Foto João Batista de Araújo   
14
Contenção da encosta do Morro do Imperador ou Morro do Cristo em 26 de Maio de 1985
Acervo e Foto João Batista de Araújo   
13
Contenção da encosta do Morro do Imperador ou Morro do Cristo em 26 de Maio de 1985
Acervo e Foto João Batista de Araújo
 12
Contenção da encosta do Morro do Imperador ou Morro do Cristo em 26 de Maio de 1985
Acervo e Foto João Batista de Araújo
11
Contenção da encosta do Morro do Imperador ou Morro do Cristo em 26 de Maio de 1985
Acervo e Foto João Batista de Araújo
10
Contenção da encosta do Morro do Imperador ou Morro do Cristo em 26 de Maio de 1985
Acervo e Foto João Batista de Araújo
09
Morro do Imperador
Década de 1960
08
Vista parcial de Juiz de Fora em 14 de Junho de 1936
Foto tirada do Mirante do Cristo focalizando as zonas sul e sudeste da cidade
Acervo Humberto Ferreira
07
Construção do Cristo de Juiz de Fora em 1906
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo e foi feito 25 anos antes do que o Monumento da cidade do Rio de Janeiro
06
Vista Panorâmica
Foto tirada do Morro do Cristo
Acervo Humberto Ferreira 
05
Mirante da BR 040 em Janeiro de 1979
Acervo Jorge Couri 
04
Mirante da BR 040 em Janeiro de 1979
Acervo Jorge Couri 
03
Vista parcial da Cachoeira
Bairro Humaitá
Acervo Mauricio Lima Correa
02
Cartão postal raro
Restaurante da Represa João Penido
Data Provável década de 1970
01
Construção do Mirante do Cristo em 1969 
Acervo Roberto Dornellas

6 comentários:

  1. A foto 120 mostra o inicio das obras de construção do restaurante do Morro do Cristo.
    Apesar de ser um ponto turistico interessante, a verdade é que aquele local nunca foi muito próspero. Uma boate que pegou fogo e duas tentativas de se criar um restaurante foi o que sobrou daquele local, atualmente abandonado, como em grande parte de sua existência. Alguns dizem que a localização, longe de favorecer o sucesso de algum empreendimento comercial, acaba afastando os frequentadores, pois aas vias de acesso são ruins e é inclusive perigoso ir até lá a noite por conta da pouca iluminação. Seria preciso asfaltar e ilimuinar corretamente a via de acesso, duplicando a pista, entretanto leis e entidades conservacionistas são contra essa mudança, haja vista a mata do morro ser protegida de desmatamento, o que não impediu os condomínios de alto padrão naquele morro. Enfim, só um registro do que poderia ter sido e não foi. OBS: a arquitetura do prédio que abrigava as istalações da extinta TV Industrial chama a atenção até hoje, apesar de estar se deteriorando por falta de conservação adequada.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa Tarde
      Muitíssimo Obrigado
      Atualizado conforme o comentado
      Forte Abraço

      Excluir
  2. A foto 19 mostra um Ford Corcel muito novo, em um tempo em que o litro de gasolina custava menos que um litro de leite. Era um ótimo carro, muito usado para Taxi, assim como o VW 1600 (Zé do Caixão) e o Fusquinha sem o banco da frente do passageiro, a porta era fechada por uma corda de nylon pelo motorista, eu ia sentado com as pernas esticadas como se estivesse numa limousine! Bons tempos...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Boa Tarde
      Muitíssimo Obrigado
      Atualizado conforme o comentado
      Forte Abraço

      Excluir

Fiquem a vontade para o Comentário ou ate mesmo criticas e sugestões!
Agradecemos o contato
Forte Abraço do Curador e Todas as Parcerias e Contribuidores.