sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Fotografias trabalhadas com Inteligência Artificial 434 Fotografias

434
Residência do Senhor Ali Halfeld 
Rua Antônio Dias - 415. 
Construção de José Abramo.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
433
Túnel ferroviário próximo a antiga Usina hidrelétrica de Marmelos.
Túnel de Marmelos (ou formalmente como Túnel n.º 12 da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil). Ele é um ponto de grande interesse histórico e geográfico em Juiz de Fora, estando intimamente ligado ao desenvolvimento industrial da região.
O túnel está situado no bairro Vila Ideal, nas proximidades da Usina de Marmelos Zero (a primeira hidrelétrica da América do Sul, inaugurada em 1889). Ele faz parte do traçado da Linha do Centro da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB), que conectava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.
O túnel era essencial para o escoamento de produtos e para a chegada de insumos em Juiz de Fora, que no final do século XIX era apelidada de "Manchester Mineira" devido ao seu forte polo industrial.
A construção da Usina de Marmelos por Bernardo Mascarenhas aproveitou a geografia acidentada da região. O túnel ferroviário passa "por cima" ou muito próximo ao complexo da usina, criando um cenário onde a engenharia ferroviária e a elétrica se encontram.
Embora não seja um túnel de extensão quilométrica como o "Tunelão" da Ferrovia do Aço (que fica em outra região de Minas), ele possui cerca de 200 a 300 metros de extensão.
A linha férrea ainda é ativa, operada pela concessionária MRS Logística, sendo utilizada principalmente para o transporte de minério de ferro e carga pesada.
A área ao redor do túnel e da usina é tombada pelo patrimônio histórico. Muitas pessoas visitam a região para ver o Museu de Marmelos e acabam observando o túnel, que compõe a paisagem industrial clássica da cidade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
432
Bairro Manoel Honório em 1958
Avenida Barão do Rio Branco
Ao fundo a Garganta do Dilermando
Josias Candido Castor comentou: Caminho da minha roça
Primeiro plano Micro posto de combustível -tendo ao alto letreiro da Vulcanização Sorocabana- implantado pelo prefeito Adhemar de Andrade( na foto, já desativado) à direita, ponto de carro de praça (TAXI).
Lembro-me do nome de cada família moradora destas casas.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Henrique 
431
Interior do Parque Halfeld
Foto extraída do Álbum de Juiz de Fora de 1929.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
430
Pintores do Núcleo Antônio Parreiras em 1934
Thereza Lalá de Paula comentou: e nosso avô Sylvio Aragão está sentado no muro
Lucas Marques Do Amaral comentou: Recebi esta sim. Caso a família possua outras, do mesmo gênero,
Nesta foto identifiquei, da esquerda para a direita, o primeiro Carlos Gonçalves, o segundo Sylvio Aragão o quarto Américo Rodrigues.
Os outros dois me parecem ser: Marcos de Paula e José Felício de Paula.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Thereza Lalá de Paula
429
Tiro de Guerra 17, (TG 17) é uma das mais antigas e simbólicas de Juiz de Fora, estando intimamente ligada ao desenvolvimento da cidade e ao civismo local desde o início do século XX.
O Tiro de Guerra 17 foi fundado em 1908, no contexto de uma campanha nacional para a criação de centros de instrução militar voltados para civis. 
O grande idealizador da unidade em Juiz de Fora foi o então Tenente João Marcelino Ferreira da Silva, (que mais tarde se aposentaria como General de Reserva).
O objetivo era oferecer conhecimentos militares básicos aos cidadãos que se apresentassem voluntariamente, permitindo que fossem incluídos na reserva de 2ª categoria do Exército Brasileiro sem a necessidade de afastamento total de suas atividades civis.
A sede do TG 17 está localizada na Rua Santo Antônio, nº 110, no Centro. O prédio é um marco arquitetônico e cultural da cidade:
No frontispício, (fachada) do edifício, ainda é possível ver gravadas as Armas da República, o nome da instituição e a data de fundação (1908). 
Devido à sua relevância histórica e social, o imóvel é um bem tombado pela Prefeitura de Juiz de Fora, (através da Funalfa), sendo reconhecido como patrimônio cultural do município.
Diferente de um quartel convencional de infantaria, o Tiro de Guerra funciona em parceria entre o Exército e a Prefeitura. 
A prefeitura fornece as instalações e o suporte administrativo, enquanto o Exército entra com o fardamento, armamento e instrutores (geralmente sargentos).
Em Juiz de Fora, o TG 17 formou gerações de jovens, conhecidos como "atiradores". Além do treinamento militar, a instituição sempre teve um forte papel na educação cívica e em ações sociais, como campanhas de doação de sangue e apoio em situações de calamidade.
É importante notar que, ao longo dos anos, as numerações e organizações dos Tiros de Guerra podem sofrer alterações. Atualmente, a unidade é referenciada tecnicamente como TG 04-017 (o prefixo "04" refere-se à 4ª Região Militar, que abrange Minas Gerais).
O edifício sede recebeu o nome de um de seus antigos diretores, que foi reeleito oito vezes para o cargo, demonstrando a forte ligação que a sociedade civil de Juiz de Fora mantinha com a administração do clube de tiro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
428
Lembrança Escolar 
Jardim de Infância Mariano Procópio
Rita Machado Comentou: Jardim de Infância Mariano Procópio, na Avenida dos Andradas em Agosto de 1972 
Minha foto aos 06 anos de idade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rita Machado
427
Neca Venâncio 
Brunner Venâncio Lopes comentou: Neca Venâncio, (Manoel Venâncio Sobrinho, meu bisavô).
Rua Halfeld.
Fazendeiro importante na região foi o Neca Venâncio que se tornou uma figura folclórica pelas atitudes matreiras. Seu filho Rubens que era funcionário do estado, relatou os “Causos” a seguir;
Certo dia Neca Venâncio se dirigiu a gerencia do Banco de Credito Real, na esquina da Rua Halfeld com Getúlio Vargas e perguntou quanto tinha de saldo na conta e simultaneamente solicitou a retirada de todo dinheiro. Foi um corre danado, pois era uma quantia muito grande e o banco não tinha os numerários em sua totalidade na agência, tendo que recorrer a outros bancos para suprir a retirada. Muitos cafezinhos foram servidos e muita conversa foi jogada fora enquanto se tomavam as providências para atender o cliente e provavelmente, houve uma demora significativa. Depois desse trabalhão todo o gerente entregou os recursos ao correntista que imediatamente se dirigiu a um canto da agência e vagarosamente contou todo aquele dinheiro. Depois de algum tempo o Senhor Neca Venâncio chama o gerente e simplesmente diz parar ele: pode guardar o dinheiro de novo, só queria conferir se ele estava bem guardado!
Foi um dia importante aquele, que Juiz de Fora recebeu Getúlio Vargas, Presidente da República. Hospedado na Fazenda São Mateus, o presidente estava cercado de correligionários e muitos políticos de toda a região. Muitas festas, muita pompa e vários documentos importantes para serem assinados Provavelmente para obras em toda a região. Lá estava Neca Venâncio um homem analfabeto, mas muito rico e forte politicamente que num determinado momento foi convidado a assinar como testemunha em um desses papéis importantes. Sentou- se à mesa e passou a rabiscar alguma coisa no lugar indicado por algum assessor presente. Nesse momento alguém chega por traz e dá uma tapinha em suas costas para saudá-lo e ele vira para traz e diz: “O! seu filho da p...., agora não sei se estou no NECA ou no VENÂNCIO.A pessoa que bateu nas suas costas era o presidente Getúlio Vargas.
Certo dia Neca Venâncio se dirigiu ao centro da cidade com seu automóvel e estacionou-o na em um lugar proibido, Rua Batista de Oliveira, próximo à esquina da Rua Halfeld. Deu uma “saidinha” e foi fazer alguma coisa por perto. Quando voltou um guarda Civil estava próximo de seu veículo, “anotando” sua placa, o que gerou uma discussão entre as partes e certo nervosismo ao Neca. Venâncio voltou à sua fazenda, deixou o carro, montou em um cavalo retornando ao local onde havia acontecido o entrevero,” estacionou” o animal exatamente no mesmo local e quando o guarda se aproximou, levantou o rabo do cavalo e disse “anota aí” !!!
Havia uma grande novidade na época: “o concreto armado”, Neca Venâncio, muito “progressista” resolveu fazer uma obra em sua fazenda e utilizar essa novidade. No dia marcado, num domingo, orientado por alguém, combinou com um número grande de pessoas para “encher a laje”. Cedo esses contratados foram chegando e na hora de começar o senhor Neca Venâncio convidou as pessoas a iniciar o trabalho e disse “bom amigos, agora vamos encher a laje, vai ser muito fácil, pois, durante a semana, fui adiantando e misturando o concreto, agora é só colocar no lugar”.
Dizem que Neca Venâncio, revoltado, vendeu uma de suas fazendas para Geraldo Lopes, porque ia passar uma estrada asfaltada dentro da mesma e iria incomodar suas vacas. A fazenda se localizava onde é hoje o bairro bandeirantes e cercanias.
Infelizmente não sei quem foi o autor da foto.
Década de 1930 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Brunner Venâncio Lopes
426
Avenida Barão do Rio Branco
Bonde da Linha Bairro São Mateus 
Inicio da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
425
Igreja Metodista Central
Rua Marechal Deodoro - 700
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
424
Equipe de Vôlei do Colégio Machado Sobrinho em 1965
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense
423
Raffa's
Primeiro piso da Galeria Pio X
José Eduardo Araújo comentou: Aniversário do Raffa's Club
Rafael Jorge o Rei da noite ao lado de Hebe Camargo. Nesta grandes nomes de artistas do Rádio e da TV eram presenças constantes no Raffa's, que tinha a marca
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
422
Bairro São Mateus
Tarcísio De Souza Lima comentou: Essa foto faz parte da minha infância. Este trecho é descendo a Rua Padre Café, em São Mateus, Rua Manoel Marques, entrando do lado direito
Tinha mesmo este terreno do lado esquerdo, no primeiro nível da foto, que atrapalhava bem o trânsito de automóveis na subida
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz 
421
Rua Halfeld
Vejam o luxo dos cidadãos carregando uma lata de leite de terno e bolsa executivo
Próximo ao famoso Bar Salvaterra que era localizado na Praça João Pessoa
O automóvel é um Mercury 1949
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
420
A antena da TV Industrial foi a primeira em formato helicoidal da América do Sul. O projeto foi uma inovação técnica para a época (anos 60). Embora o plano original fosse construí-la em concreto, ela foi executada em metal vazado para garantir que a estrutura resistisse aos fortes ventos no topo do morro.
O edifício sede, que ainda está lá (embora em estado de abandono), é uma joia da arquitetura modernista brasileira. Projetado pelo engenheiro Armando Favato, o prédio tem um formato elíptico e helicoidal que parece "desenrolar" do solo em direção ao céu, culminando na torre.
O projeto integrava tudo em um só lugar: estúdios, auditório, redação e a própria torre de transmissão.
A TV Industrial foi inaugurada em 29 de julho de 1964. Um fato histórico curioso é que, na cerimônia de inauguração, foi celebrada pela primeira vez no Brasil uma missa inteiramente em português, conduzida pelo Arcebispo Dom Geraldo Maria de Morais Penido, transmitida ao vivo para a cidade.
A emissora foi fundada pelos irmãos Geraldo, Gudesteu e Sérgio Mendes. Eles foram verdadeiros visionários, transformando Juiz de Fora na primeira cidade do interior do Brasil a ter uma geradora de imagens própria. Antes disso, para construir a sede, eles precisaram literalmente "abrir caminho", criando a estrada de acesso ao morro que hoje é usada por turistas e moradores.
A TV Industrial operou de forma independente até 1980, quando foi vendida e tornou-se a TV Globo Juiz de Fora (hoje parte da Rede Integração). Naquela época, a emissora já era pioneira também na transmissão colorida no interior de Minas.
Atualmente, o prédio é tombado como patrimônio histórico, mas sofre com o desgaste do tempo. A antena original, que no passado era muito mais alta e imponente, tornou-se um símbolo da "silhueta" de Juiz de Fora que muitos veem de qualquer ponto da região central.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
419
Fazenda do Juiz de Fora em Ruínas
Era Localizada na Avenida Sete de Setembro
A Fazenda do Juiz de Fora, (também chamada de Fazenda Velha), ficava exatamente onde mais tarde funcionou a famosa Boate Sayonara, na margem esquerda do Rio Paraibuna.
consequentemente da cidade — surgiu porque o seu proprietário original, o Dr. Luiz Fortes de Bustamante e Sá, detinha o cargo de "Juiz de Fora" (um magistrado nomeado pela Coroa Portuguesa para atuar onde não havia juízes locais).
Naquela época (século XVIII), não havia cidades, apenas matas e o Caminho Novo. 
Os tropeiros e viajantes usavam a fazenda como ponto de referência. Eles diziam: "Vou fazer uma parada lá no Juiz de Fora" ou "Nos encontramos na fazenda do Juiz de Fora". Com o tempo, o cargo do proprietário virou o nome da localidade.
O Casarão: Era um sobrado imponente de arquitetura colonial. Ele foi o centro administrativo e social da região por décadas.
Infelizmente, esse marco histórico foi demolido na década de 1940. No local onde ficava o casarão, foi erguida anos depois a construção que abrigou a Boate Sayonara, um ícone da vida noturna de Juiz de Fora no século XX.
Atualmente, nem a fazenda nem a boate original existem mais da forma como eram, mas o terreno permanece como o "marco zero" histórico da identidade juiz-forana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
418
A Diligência da Estrada União e Indústria em 1864 representa o auge da sofisticação do transporte terrestre no Brasil Imperial. Inaugurada em 1861 por Mariano Procópio, a estrada ligava Petrópolis a Juiz de Fora e foi a primeira rodovia macadamizada, (pavimentada com pedras compactadas), da América Latina.
Abaixo, detalho o funcionamento desse sistema de transporte no ano de 1864.
Em 1864, o sistema de transporte estava plenamente estabelecido. A viagem entre Petrópolis e Juiz de Fora (cerca de 144 km) durava em média 12 horas.
As diligências tinham uma média de 16 a 20 km/h, uma velocidade impressionante para a época, possível graças à pavimentação de alta qualidade.
A cada 15 a 20 quilômetros, havia uma Estação de Muda. Ali, as mulas cansadas eram substituídas por animais descansados em apenas alguns minutos, garantindo que o ritmo da viagem não caísse.
As diligências eram veículos importados, (muitas vezes dos EUA ou Europa), com suspensão de couro para absorver os impactos, divididas em classes (como a 3ª classe, que incluía escravizados ou trabalhadores que viajavam descalços).
O ano de 1864 foi marcante para a Companhia União e Indústria devido ao Decreto nº 3.325, de 29 de outubro. Este documento renegociou a relação da empresa com o Governo Imperial:
A Companhia assumiu responsabilidades maiores de conservação da estrada e dos ramais.
Foi em 1864 que se decidiu a fundação da Escola Agrícola União Indústria, (inaugurada anos depois), visando modernizar a lavoura na região.
A Companhia passou a ter o contrato de condução das malas do Correio para a Província de Minas.
A mais famosa das diligências da companhia era a Mazeppa. Embora tenha ficado célebre por transportar D. Pedro II na inauguração em 1861, ela continuava em operação (ou como reserva de luxo) em 1864.
Hoje, a Mazeppa é a única diligência original remanescente daquela frota e está preservada no Museu Rodoviário, em Levy Gasparian (RJ).
A rotina das diligências nesse período foi eternizada pelo fotógrafo Revert Henry Klumb. Em 1864, ele já estava produzindo as imagens que comporiam o famoso guia "Doze Horas em Diligência". Suas fotografias mostram as estações, as curvas sinuosas da estrada e os passageiros da época.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Mauricio Lima Corrêa
417
Casa Cristiano Horn e Bar Marrocos 
Rua Halfeld - 678
Atualmente neste local esta localizada a agencia do Banco do Brasil.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz
416
Cartão Postal
Avenida Presidente Getúlio Vargas nas proximidades da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil
Ao fundo o Edifício Banco Brasileiro de desconto.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Adão Lucio Souza
415
Bairro Bairú
Praça da Baleia em 1952
Uilmara Machado de Melo Comentou: Prefeito Olavo Costa foi eleito prefeito de JF em 1950 e 1958, pelo Partido Social Democrático). Nossa, esta parte do Bairú nem tinha construções direito!... Sensacional esta foto!!! 
Eu conheci esta “Pracinha” (chamada, popularmente, de Praça da Baleia) com esta pintura; depois, pintaram-na de azul e, hoje ela está cheia de pedras portuguesas (ou pastilhas?) nas cores: verde (em dois tons); branca e bege (se não estou enganada, o novo design foi feito pelo artista plástico, Ricardo Barcellos - que tem vários trabalhos espalhados pela cidade.
corrijam-me se eu estiver errada!). Gostaria de saber de quem é autor do monumento!
Mauricio Lima Corrêa Respondendo a Uilmara! A "Baleia": O monumento foi construído pela equipe técnica da prefeitura naquele período. Na década de 1960, era comum que jardins públicos tivessem elementos lúdicos e chafarizes interativos, o que explica o sucesso da baleia com as crianças da época, que brincavam no laguinho (hoje desativado).
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Cavalieri
414
Bondes em Juiz de Fora
Em 1880, Félix Schimidt e Eduardo Batista Roquete Franco, assinaram um contrato com o Governo Provincial para a construção e uso de uma linha Férrea para Bondes
Eles construíram a Companhia Ferro Carril Bondes de Juiz de Fora
A cidade foi a primeira de Minas Gerais a ter Bondes, em 1881, foi inaugurada a primeira linha com tração animal
O trajeto era: Rua do Imperador, Halfeld, Rua do Comércio, Espírito Santo e Rua Direita.
Em junho de 1906, começa a circular os primeiros Bondes elétricos trazidos pela Companhia Mineira de Eletricidade
Os Bondes pararam de circular no dia 09 de abril de 1969, e alguns poucos foram doados para clubes e escolas
Um dos Bondes que fazia a linha São Mateus e outro que transportava crianças para o jardim da infância foi levado para o Parque da Lajinha
Em 1988, estes bondes foram declarados de interesse cultural para o Município
Ponto final do Bonde em 1960 - entre a Avenida Barão do Rio Branco, Rua São João e Rua Santa Rita.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
413
Banca de areia na margem do Rio Paraibuna
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
412
Flagrante no Rio Paraibuna
Uma cesta de palha nas aguas do já Poluído Rio Paraibuna devido a falta de respeito com a natureza e a falta de consciência de certos moradores
O Rio Paraibuna sofre, também, com o despejo de esgoto doméstico.
São despejados cerca de 1728 milhões de litros a cada 24 horas, segundo dados publicados em 2014 pelo site G1
De acordo com o ambientalista Wilson Acácio, a quantidade de esgoto jogado no rio equivale a uma população de 720 mil pessoas.
"O rio não pode continuar recebendo essa carga, que é muito grande", diz Wilson. Segundo ele, as obras para aprimoramento do sistema de tratamento do esgoto doméstico é de extrema importância para o ecossistema do Rio Paraibuna e para o Rio Paraíba do Sul como um todo
Texto Fonte:http://paraibunajf.blogspot.com.br/.../o-rio-paraibuna...
Provavelmente decada de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
411
Cine arte Palace
Em cartaz Mulheres Liberadas
Rua Halfeld - 581
Provavelmente década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama
410
Bairro Mariano Procópio
Rua Duarte de Abreu
Cine Rex e ao ao lado do podemos ver parte do Colégio Mariano Procópio
Luizmar Fernandes de Mello comentou: Quem se lembra do Senhor Miguel ,lanterninha do Rex ?
Era a brabeza em pessoa.
Demolido em Junho de 2025.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
409
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Ônibus da empresa Turi
Caio bossa nova Scania Vabis
Fabricação 1964, linha Rio-Belo Horizonte com parada em juiz de  Fora
Em frente a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas em Janeiro de 1966.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Adão Lucio Souza 
408
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Machado Sobrinho ao fundo com seus alunos do curso de datilografia
Escola Remington que funcionava no Instituto Comercial Mineiro
Atualmente Fundação Educacional Machado Sobrinho
Década de 1920
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Coordenador Hélio Noronha Filho
Acervo: Memorial Machadense 
407
Construção da FEEA Atual IMBEL
Vista do prédio principal
Quase concluído e os pavilhões das futuras linhas de produção
em construção em 1937
Em 16 de Fevereiro de 1939 após a conclusão dos trabalhos de construção e organização foi extinto o Conselho de Administração, ficando o dia 1º Janeiro de 1939 como o início oficial da F.E.E.A como
Organização Militar, com vida econômico-financeira regida por
agentes executores diretos, tudo de acordo com o artigo 21 do então Regulamento de Administração do Exército.
Com o aviso do Ministro da Guerra de 15 de Abril de 1939, os Estabelecimentos Fabris
do Exército passaram a ser distinguidos pelo respectivo locativo, e assim a F.E.E.A.passou a ter a denominação de Fábrica de Juiz de Fora (FJF).
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Fotografia: Arquivo Imbel JF
Texto Fonte: http://www.ecsbdefesa.com.br/fts/IMBELJF.pdf V
406
Segunda Rodoviária de Juiz de Fora
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas era localizada onde atualmente esta o Prédio do CESAMA
Plataforma de embarque e desembarque.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
405
Inauguração da Lanchonete da Rodoviária Régis Bittencourt 
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Avenida Presidente Getúlio Vargas, Atual CESAMA
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
404
Interior do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Avenida Barão do Rio Branco
Atualmente neste local funciona a CESAMA.
Final da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
403
Vista Panorâmica
Avenida Barão do Rio Branco
Parque Halfeld.
Estava sendo feita a demolição do antigo Edifício Clube Juiz de Fora.
E Construção da Santa Casa, como podem ver ao fundo.
Início da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
402
Avenida Barão do Rio Branco
A cobertura no meio da Avenida Rio Branco era originalmente, parada central de Bondes.
Depois, por algum tempo, foi parada de ônibus, após a extinção dos Bondes
Demolida, creio quando das obras de reforma da via, nas décadas de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
401
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Silva Jardim. 
Construção de galeria de águas pluviais em 1968.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
400
Vista Aérea 
Bairro Manoel Honório 
Avenida Brasil, trecho da ponte do Manoel Honório até o Bairro de São Dimas, atual, (Rodoviária).
Como podem ver não existia a Avenida do lado Direito do Rio Paraibuna.
Provavelmente meados de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
399
Veiculo da Companhia Mineira de Eletricidade
A companhia foi de extrema importância para a industrialização de Juiz de Fora que, no início do século XX, era a cidade mais rica e industrial de Minas.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: wawiltonaraujo
398
Casa Flor Da Primavera
Armazém do Senhor Manoel Pereira Pinto
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: Bairro Bonfim
Hoje Rua Barão do Retiro
Armazém próximo à Igreja Santa Rita de Cássia
Décadas de 1930 a 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha 
397
Jose Weiss Futuro Proprietário da Cervejaria Jose Weiss Com 8 Meses de idade em 1916
Foi um dos maiores empresários, que sem duvida que a cidade de Juiz de Fora possuiu e muito contribui para o crescimento da mesma.
Nelson Weiss, (In Memoriam), Filho de Jose Weiss comentou: Poxa Mauricio, esta nem eu tenho, legal.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
396
Ultima Viagem do Bonde em 10 de Abril de 1969
Gilson Costa comentou: Dia de péssima lembrança.
Abriram mão de um meio de transporte de suma importância para a população, em nome do famigerado progresso.
Com certeza os mais jovens não têm ideia da importância dos Bondes naquela época.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
395
Casarão
Avenida Barão do Rio Branco próximo ao H.P.S
Neste local funcionou o Sindicato dos Trabalhadores na U.F.J.F,(SINTUFJUF).
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
394
Residências dos funcionários da Ferreira Guimarães em 1957
Regina Cavalieri comentou: Estas casas ficavam nos fundos da Fábrica.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Cavalieri.
393
Bairro Fábrica
Rua Euclides da Cunha
Atualmente tem uma passarela construída pela MRS Logística que dá acesso a Rodoviária.
Ao Fundo a Mata do Krambeck
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
392
Bairro de São Mateus
O Ginásio Bicalho foi fundado em 7 de janeiro de 1911. Seus fundadores foram o Capitão Torquato Bicalho e sua esposa, Dona Áurea Gregorina Bicalho.
Dona Áurea Bicalho: Foi a primeira diretora e uma figura extraordinária. Intelectual negra de destaque em uma época de imenso preconceito, ela foi uma educadora respeitadíssima, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora e homenageada diversas vezes pela sua contribuição à cultura e educação mineira.
O colégio funcionava no bairro São Mateus, na Rua São Mateus, entre as ruas Coronel de Barros e Pedro Escapim.
O prédio possuía uma arquitetura imponente para a época, com características que remetiam ao estilo neoclássico simplificado, comum em grandes casarões e escolas do início do século XX.
Diferente de muitas escolas da época que eram confessionais (ligadas à Igreja), o Ginásio Bicalho era uma instituição particular que se destacava pela qualidade do ensino secundário. Ele preparou gerações de jovens juiz-foranos para o ingresso em faculdades e para a vida pública.
Infelizmente, o prédio original do Ginásio Bicalho foi demolido. 
A demolição é frequentemente citada por historiadores locais como uma perda significativa para o patrimônio arquitetônico da cidade.
Próximo à área onde ficava o ginásio, no próprio bairro São Mateus, existe a Rua Engenheiro Bicalho. 
Embora o nome da rua homenageie o engenheiro Francisco Bicalho (que trabalhou na Comissão Construtora de Belo Horizonte), o sobrenome Bicalho é profundamente ligado à identidade dessa região do bairro devido à antiga presença do colégio.
Carteiras Escolar do Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
391
Bairro Fabrica
Companhia Cervejaria Weiss
Fundada em Primeiro de Setembro de 1876
Rua Bernardo Mascarenhas
Nelson Weiss comentou: Meu Pai assumiu a Fabrica em 1947
Data provável década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).
390
Fotografia feita por Alfredo Ferreira Lage para Exposição
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio
Fonte: ufjf.br
389
Bairro Poço Rico
Vulcanização Sorocabana
Próximo ao Posto de Gasolina e Comércio e Automóveis Hugo Mescolin S.A em 1955.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
388
A Estação de Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG), é um marco fundamental da história ferroviária brasileira. 
Inaugurada em 20 de novembro de 1876 pela Estrada de Ferro Dom Pedro II (que se tornaria a Central do Brasil em 1889), ela originalmente se chamava Estação de Rio Novo. O nome foi alterado em 1881 para homenagear o Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage, o idealizador da Rodovia União e Indústria e diretor da ferrovia, que havia falecido anos antes.
A estação operava com bitola mista (três trilhos). Isso ocorria porque ela servia de ponto de integração entre duas ferrovias com padrões técnicos diferentes:
Bitola Larga (1,60m): Da Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.
Bitola Estreita (1,00m): Utilizada pelo ramal que partia dali em direção a Bom Jardim de Minas, operado inicialmente pela Viação Sapucaí (que depois se tornaria parte da Rede Mineira de Viação - RMV).
A foto que estamos trabalhando (do Álbum de Juiz de Fora de Albino Esteves, 1915) registra exatamente esse momento, mostrando os trilhos extras e, curiosamente, os bondes elétricos que passavam ao lado da estação, na Rua Mariano Procópio.
A estação não era apenas um ponto de carga; ela ficava estrategicamente próxima à Villa Ferreira Lage (hoje o Museu Mariano Procópio). No início do século XX, a área era um polo industrial e cultural, com fábricas de tecelagem e a proximidade do primeiro museu de Minas Gerais.
Com o tempo, o entroncamento para Bom Jardim de Minas foi deslocado para o norte (Benfica), e a bitola métrica foi retirada. A estação continuou atendendo passageiros, especialmente o famoso trem de subúrbio conhecido como Xangai, que ligava Matias Barbosa a Benfica. O serviço de passageiros foi extinto em 1996.
A cobertura metálica da plataforma (gare), que aparece na sua foto original, era considerada única em toda a Linha do Centro. Infelizmente, essa estrutura foi destruída por um acidente com um trem de carga em 2004 e não foi reconstruída durante as restaurações recentes do prédio.
Fotografia do Álbum de Juiz de Fora, Albino Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
387
Bairro Santa Terezinha 
Rua Américo Lobo - 171
Próxima da Ponte de Santa Terezinha
Lourdinha Capute Comentou: Minha casa quando foi construída  em 1948.
Meu pai, José Corrêa Pinto, era Agente da Rede Ferroviária Central do Brasil no Bairro Mariano Procópio.
Este morro ao Fundo foi construído o Colégio Sebastião Patrus de Souza.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Lourdinha Capute
386
Armazém Ribeiro,(FACHADA).
Situado em um ponto bem central da cidade, o Armazém Ribeiro, fundado em 1935, ficava na Avenida Barão do Rio Branco, 2869, esquina com a então Rua do Sampaio.
De propriedade de Odilon Ribeiro, a casa era chamada, quando foi aberta, de “secos e molhados”, como era comum aos estabelecimentos deste tipo.
O armazém funcionou até os anos 1970, e até então ainda utilizava o crediário no estilo “caderneta”, em que a clientela só pagava no fim do mês, algo bastante comum antes da chegada dos supermercados.
“O proprietário, senhor Ribeiro, como era chamado pelos clientes, colocou o cognome ”Rei do Whisky”, devido ao estoque e variedade de marcas e tipos de licores, vinhos, conhaques, whiskies e demais bebidas, importadas ou nacionais.
Além das bebidas, também era grande a variedade de enlatados e o famoso bacalhau ”Imperial”, o melhor dos importados.
Lembramos que também se tratava de um armazém completo, menos legumes, verduras e carnes frescas.
O senhor Ribeiro era casado com Dona Zélia, seu braço direito à frente do armazém e tiveram dois filhos, Zelon e Carlos Henrique.
Inclusive um fato curioso: o primogênito Zelon, cujo nome é formado por Zé de Zélia e lon de Odilon, nasceu dentro do armazém, cujo parto foi assistido por Dona Zuzu, renomada parteira, na época.
O Armazém Ribeiro foi muito querido até a década de 1970, quando encerrou suas atividades, deixando assim saudade às famílias que sempre honraram com a preferência, através do ”Phone 1234”.”
Foto Arquivo pessoal/Zelon Fonseca Ribeiro
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
385
Vista Aérea
Ainda não existia o Bairro do cascatinha o acesso a 040, Shopping 
Paulo Medeiros Comentou: Bairro Cascatinha.
Atualmente temos a direita, o shopping Independência, no final da curva vista. Independência, Ascomcer e o Hospital Monte Sinai.
João Paulo Vieira comentou: Bairro Cascatinha ao fundo, curva do Lace à direita, Clube Cascatinha abaixo.
Luis Sergio Lucio Comentou: Legal, Os primeiros prédios do Bairro Cascatinha.
Marcos Kopschitz Xavier Bastos Comentou: Até meados da década de 70, 1976 certamente, o local era vazio. O loteamento que veio a ser o Bairro Cascatinha é de entre final dos 70 e início dos 80.
Pode ser vista a Curva do Lacet, construída para o novo acesso à UFJF (74 ou 75), hoje em frente à entrada principal do Shopping Independência, assim como a Av. Paulo Japiassu Coelho.
Como o bairro já está um pouco ocupado, mais provavelmente inicio dos anos 80.
Mais algumas observações interessantes sobre a foto.
Uma das primeiras ocupações foram os conjuntos habitacionais que se
destacam. À época, julgou-se que poderiam atrapalhar o desenvolvimento do bairro, o que acabou por não ocorrer.
O espaço entre a Curva do Lacet e um dos conjuntos é onde hoje está o Hospital ASCOMCER.
Abaixo da curva, à esquerda, o Salão Cristal do Clube Cascatinha.
Um "lacet", ou laço, é uma obra de engenharia rodoviária utilizada para se ganhar elevação de nível. Ficou o nome.
Provavelmente Final da década de 1970 ou Início da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
384
Avenida Barão do Rio Branco
Equipe de Tênis do Sport desfilando no Centenário de Juiz de Fora em 1950.
Podemos ver ao fundo a Mechanica Mineira,( Demolido), Para dar Lugar ao Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, Inaugurado em Maio de 1964.
Atual Prédio da Cesama.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Helena Habel
383
Chopp Barbarella
Galeria Phintias Guimarães em Meados de 1966
Posteriormente funcionou também o Bar do Beco
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
382
Vista interna da Capela do Colégio Stella Matutina
As Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo fundaram, em 08 de Setembro de 1902, a primeira casa da Congregação no país: o Colégio Stella Matutina.
A instituição funcionou primeiro em um antigo sobrado branco, em frente à Santa Casa de Misericórdia.
As primeiras aulas tiveram início em janeiro de 1903 e incluíam trabalhos manuais, estudos de música e pintura ministrados pelas irmãs. O Colégio funcionava em regime de internato e externato feminino.
Em 1905 o Colégio, com mais de 100 alunas, passou a funcionar em outra construção antiga, perto da Catedral Metropolitana. Em 1916, começou a atuar na formação de professores e foi equiparado à Escola Normal Modelo de Belo Horizonte.
No ano seguinte, no dia 08 de setembro de 1917, foi inaugurado um novo prédio na Avenida Independência.
O Stella funcionou normalmente neste local até a década de 70, quando parte do terreno foi desapropriado.
A medida fez com que a Avenida Independência dividisse o Colégio ao meio, passando no meio do pátio.
Para solucionar o problema e não interromper as atividades letivas, foi construída outra casa, onde hoje funciona Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/biblioteca-catalogo.html...
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo dos municípios brasileiros 
381
Fotografia Histórica
Vista Panorâmica do arraial de Matias Barbosa
Prédio onde Tiradentes pernoitou e capela onde fizeram orações quando foram enviados para o Rio de Janeiro para serem Justiçados
Marcelo Pascoalini comentou: Tem muita história nessa imagem...Dá pra imaginar quantas vezes Tiradentes passou e rezou nessa capela? Imaginem o sofrimento dos inconfidentes quando pernoitaram no casarão e rezaram nessa capela....Conseguem ouvir o som ensurdecedor dos cavalos de Duque de Caxias e sua tropa quando passaram por ali, durante a revolução de 1842?
É muita história!!!
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
380
Bairro São Mateus
Um Trecho da Rua São Mateus depois do Calçamento feito na Administração do Senhor Oscar Vidal.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
379
Bairro Santa Terezinha
Ponte sobre o Rio Paraibuna, (Ponte da Tapera).
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
378
Rua Paulo de Frontin
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
377
Chuva de Papel picado lançado do Edifício Clube de Juiz de Fora
Rua Halfeld
Comemoração de final de ano
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
376
Situa-se em frente à fábrica da IMBEL (Indústria de Material Bélico do Brasil) e ao lado da atual Praça CEU (Centro de Artes e Desportos Unificados).
Fica muito próxima à Avenida Juscelino Kubitschek (JK), a principal artéria que liga o centro de Juiz de Fora aos bairros da Zona Norte.
Homenagem à FAB: Historicamente, a praça abrigava um monumento de uma águia de bronze, inaugurado em 1948, representando a Força Aérea Brasileira. Devido ao seu valor histórico e ao risco de vandalismo, a peça original foi transferida para o interior das instalações da IMBEL para preservação.
Esta praça em Benfica também carrega a denominação em honra ao Pai da Aviação, reforçando a ligação da região com as forças militares e a história industrial.
Atualmente so Restou o Pedestal, a Águia foi retirada por seu valor financeiro por se tratar ser de Bronze, acredito que esteja guardada na Imbel.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
375
Cartão Postal 
Rua Marechal Deodoro 
Provavelmente em 1957 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis 
374
Industrial Mineira Foot-Ball Club 
Fundado em 1919
O Industrial Mineira Foot-Ball Club foi uma agremiação da cidade de Juiz de Fora (MG). O Tricolor Mariano Procópio e/ou “Campeão do Centenário” foi Fundado na quarta-feira, do dia 08 de Janeiro de 1919, por funcionários da Indústria de Fiação e Tecelagem Mineira.
A sua Sede e a Praça de Esportes, ficava localizado na Avenida dos Andradas, s/n, no bairro de Mariano Procópio, em Juiz de Fora. As suas cores (uma homenagem a bandeira da Grã-Bretanha): vermelho, azul e branco.
Em 1919, ingressou na Sub-Liga Mineira de Desportos Terrestres (SLMDT) de Juiz de Fora. Três anos depois, o Industrial Mineira foi campeão do Centenário do Campeonato Citadino de Juiz de Fora, em 1922. Nos Segundos Quadros se sagrou Tricampeão Citadino em 1922, 1923 e 1924. Nos terceiros Quadros ficou com o vice-campeão em 1923 (perdeu a final para o Sport Club Juiz de Fora por 3 a 1).  
Elenco do 1º Quadros – Campeão do Centenário de 1922: Durval Gama, Eduardo Xavier, Albino Amaro, Acyr, Alencar Martins, Guilherme Bragança, João Dore, João Acione, João Xavier, Francisco Gomes, Álvaro E. Varsal, Francisco José Lopes, Verydomar Bechtlufft, José C. Maranhas.
Foto rara do ano de 1928
FONTES: Pharol (MG) – A Noite (RJ) – Jornal do Commercio (RJ) – Site Toque de Bola – Museu Mariano Procópio – Livro “A Epopéia dos Vencedores” de Halber Alvim Pedrosa
Fotografia trabalhada e Restaurada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Cleber Franck Pessoa
373
Bairro Alto dos Passos
Avenida Barão do Rio Branco - 3596, esquina com a Rua Doutor José Cesário
Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo, (EEHB), foi a terceira escola criada em Minas Gerais, fundada pelo interventor Doutor João Tavares Corrêa Beraldo em 1946, e recebeu esse nome em homenagem a sua esposa.
Atualmente no Local o Edifício Residencial e Comercial La Defense.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
372
Esta foi uma das mais tradicionais empresas da cidade
Sua construção teve início em 1956, às margens da antiga BR-3 (atual Avenida Juscelino Kubitschek de frente para o Jóquei Clube II).
Sua inauguração aconteceu em Outubro de 1961
A FACIT S.A. era filial de uma tradicional indústria da Suécia que tinha mais de 500 anos de existência
De sua linha de produção saíram máquinas de escrever, calculadoras, mimeógrafos e caixas registradoras
Era uma das mais modernas do mundo no seu ramo e chegou a ter mais de 200 funcionários
Seu declínio e fechamento teve origem quando foi vendida para a concorrente Sharp no início dos anos 90.
Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
Adilson Ferreira De Paiva Paiva comentou: A Facit teve uma bela história em Juiz de Fora. As fabricações de máquinas de escrever (manuais e elétricas) mimeógrafos e calculadoras eram o seu segmento. Ela empregava numerosas pessoas e, lá, havia uma boa relação de trabalho com seus funcionários. Tanto, no que tange na parte financeira (remuneração justa), como social. Eu me lembro, seus funcionários trabalhavam motivados. Possuía uma excelente equipe de futebol
Bons tempos, àqueles que por lá passaram.
Provavelmente inicio da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
371
A história da Prainha de Chapéu d'Uvas é nostálgica para muitos moradores de Juiz de Fora e região, pois remete a um tempo de lazer popular que foi transformado pelo progresso.
A prainha localizava-se no distrito de Paula Lima, em Juiz de Fora, aproveitando as margens do Rio Paraibuna. O nome "Chapéu d'Uvas" vem da antiga estação ferroviária e do vilarejo próximo, que era um ponto estratégico da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Antes da construção da represa, a área era um dos destinos favoritos de fim de semana para quem não podia ir ao litoral.
A "Praia de Minas": Tinha faixas de areia fina, águas calmas em certos trechos e era cercada por muito verde.
Havia bares, áreas de camping e era muito comum as famílias fazerem churrascos e piqueniques nas margens do rio.
Muitos iam para lá utilizando o "Trem de Subúrbio" ou o "Xangai", o que tornava o passeio uma verdadeira aventura ferroviária desde a Estação Central de Juiz de Fora.
O cenário mudou radicalmente com a construção da Represa de Chapéu d'Uvas, inaugurada na década de 1990 para garantir o abastecimento de água de Juiz de Fora.
Com o fechamento das comportas para a formação do reservatório, a antiga prainha e várias áreas baixas do vilarejo foram submersas.
O que era um rio corrente tornou-se um imenso espelho d'água, (um dos maiores da região). 
Hoje, a represa é usada para pesca esportiva, esportes náuticos, (como caiaque e stand-up paddle), e contemplação, mas a dinâmica da "praia de rio" original se perdeu.
A região de Chapéu d'Uvas é muito antiga, sendo citada desde o século XVIII nos caminhos que levavam às minas de ouro. O nome curioso, segundo a lenda local, viria de um viajante que teria perdido um chapéu cheio de uvas nas águas do rio, ou ainda, devido ao formato de um morro que lembrava um chapéu de época.
Hoje, quem visita a represa de Chapéu d'Uvas ainda encontra uma beleza natural incrível, mas a antiga prainha de areia onde as crianças brincavam nos anos 70 agora descansa no fundo do lago.
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Texto de Autoria de Mauricio Lima Corrêa 
Rio Paraibuna em Fevereiro de 1974
Acervo: Felipe Diversões
370
A história da Prainha de Chapéu d'Uvas é nostálgica para muitos moradores de Juiz de Fora e região, pois remete a um tempo de lazer popular que foi transformado pelo progresso.
A prainha localizava-se no distrito de Paula Lima, em Juiz de Fora, aproveitando as margens do Rio Paraibuna. O nome "Chapéu d'Uvas" vem da antiga estação ferroviária e do vilarejo próximo, que era um ponto estratégico da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Antes da construção da represa, a área era um dos destinos favoritos de fim de semana para quem não podia ir ao litoral.
A "Praia de Minas": Tinha faixas de areia fina, águas calmas em certos trechos e era cercada por muito verde.
Havia bares, áreas de camping e era muito comum as famílias fazerem churrascos e piqueniques nas margens do rio.
Muitos iam para lá utilizando o "Trem de Subúrbio" ou o "Xangai", o que tornava o passeio uma verdadeira aventura ferroviária desde a Estação Central de Juiz de Fora.
O cenário mudou radicalmente com a construção da Represa de Chapéu d'Uvas, inaugurada na década de 1990 para garantir o abastecimento de água de Juiz de Fora.
Com o fechamento das comportas para a formação do reservatório, a antiga prainha e várias áreas baixas do vilarejo foram submersas.
O que era um rio corrente tornou-se um imenso espelho d'água, (um dos maiores da região). 
Hoje, a represa é usada para pesca esportiva, esportes náuticos, (como caiaque e stand-up paddle), e contemplação, mas a dinâmica da "praia de rio" original se perdeu.
A região de Chapéu d'Uvas é muito antiga, sendo citada desde o século XVIII nos caminhos que levavam às minas de ouro. O nome curioso, segundo a lenda local, viria de um viajante que teria perdido um chapéu cheio de uvas nas águas do rio, ou ainda, devido ao formato de um morro que lembrava um chapéu de época.
Hoje, quem visita a represa de Chapéu d'Uvas ainda encontra uma beleza natural incrível, mas a antiga prainha de areia onde as crianças brincavam nos anos 70 agora descansa no fundo do lago.
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Texto de Autoria de Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Vanderlei Dornelas Tomaz 
369
Abraço Ecológico ao Rio Paraibuna é um evento emblemático na história ambiental de Juiz de Fora. 
O registro histórico mais marcante que menciona a reunião de três mil pessoas refere-se a uma mobilização popular ocorrida em novembro de 1991, (algumas fontes citam mobilizações similares na década de 90), que se tornou um marco na conscientização sobre a poluição do rio.
O evento reuniu cerca de 3.000 pessoas. Os manifestantes deram as mãos formando um cordão humano que se estendeu por quase dois quilômetros ao longo das margens na Avenida Brasil.
A ação foi um grito de socorro contra o descaso com o rio, que já sofria severamente com o despejo de esgoto doméstico e industrial. Foi um movimento da sociedade civil, escolas e entidades ambientais para exigir políticas públicas de despoluição.
O foco principal do abraço aconteceu nas proximidades da Ponte de Santa Terezinha, uma área historicamente ligada tanto à memória do rio (antigo ponto de lazer e pesca) quanto à sua degradação.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
368
Mercado Municipal 
Avenida dos Andradas, 197, abrigou o primeiro Mercado Municipal da cidade, inaugurado em 31 de dezembro de 1904.
Estilo Eclético: O prédio é um exemplar clássico do ecletismo, estilo que dominava a arquitetura brasileira na virada do século. Note a fachada simétrica, a ornamentação rica em detalhes e os imponentes torreões que você pode ver na imagem.
Foi erguido pela firma Teperine, Sisto e Cia. Na época, o acordo com a Câmara Municipal foi curioso: a empresa construiu o edifício e, em troca, recebeu o direito de explorar o mercado comercialmente por 20 anos.
Na sua restauração, aparece o icônico bonde. A Avenida dos Andradas era uma das principais artérias da cidade, conectando o centro industrial, (como a Fábrica Mascarenhas), às áreas residenciais.
O mercado era o coração do comércio local antes da popularização dos supermercados. Ali se vendia de tudo: hortaliças, carnes, laticínios e produtos que vinham das fazendas da região.
Por volta de 1930, o mercado deixou de funcionar nesse local. O prédio foi vendido para Getúlio Nogueira de Carvalho, que o transformou em uma das primeiras grandes agências de veículos da cidade.
Atualmente, o prédio é tombado pelo patrimônio histórico (Decreto 6754/2000). Embora o interior tenha sido adaptado para fins comerciais e residenciais, a fachada que você colorizou permanece preservada, mantendo viva a memória da "Manchester Mineira".
Início do século XX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
367
A chegada da Estrada de Ferro Dom Pedro II, (que mais tarde se tornaria a famosa Central do Brasil), em território mineiro foi um divisor de águas na história do Brasil Imperial, marcando o início da integração de Minas Gerais com o porto do Rio de Janeiro de forma eficiente.
O Marco de 1º de Maio de 1869
Os trilhos cruzaram a fronteira entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais exatamente nessa data. O ponto de entrada foi a travessia sobre o Rio Paraibuna. A instalação do primeiro trilho em solo mineiro foi um evento de grande simbolismo, pois representava a vitória da engenharia sobre a Serra do Mar e a Mantiqueira.
A Chegada a Juiz de Fora (1875)
Embora os trilhos tenham entrado em Minas em 1869, a linha levou mais alguns anos para atingir os grandes centros urbanos da região.
A inauguração: A Estação de Juiz de Fora foi inaugurada em 16 de junho de 1875, com a presença do próprio Imperador Dom Pedro II.
Impacto Econômico: Antes do trem, o transporte de café e mercadorias era feito por tropas de mulas pela Estrada União e Indústria. O trem reduziu drasticamente o tempo de viagem e o custo do frete, consolidando Juiz de Fora como a "Manchester Mineira".
O Desafio da Engenharia
A "Pedro II" foi uma obra monumental para a época. Para chegar a Minas, foi necessário:
Vencer a Serra do Mar.
Construir o Túnel Grande, (Túnel 12), que na época foi uma das maiores obras de engenharia ferroviária do mundo.
Superar o desnível do vale do Rio Paraíba do Sul para o Rio Paraibuna.
De Dom Pedro II a Central do Brasil
Com a Proclamação da República em 1889, o nome da ferrovia foi alterado para Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB). Ela continuou se expandindo por Minas Gerais, atingindo cidades como Barbacena, Conselheiro Lafaiete e, eventualmente, ligando o Rio de Janeiro à nova capital, Belo Horizonte, e ao Rio São Francisco (em Pirapora).
O encontro com a União e Indústria
A ferrovia "matou" a primazia da Estrada União e Indústria, (a primeira estrada macadamizada do Brasil), que ligava Petrópolis a Juiz de Fora. Muitos dos acionistas da estrada de rodagem tiveram que se adaptar ou investir na própria ferrovia para não perderem seus negócios.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
366
Academia de Comercio em 1941
Vista Lateral
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
365
Chegada do Trem à cidade de Lima Duarte em 1925
De terno claro o Engenheiro responsável pelas obras de Penido à Lima Duarte, Doutor Jurandyr de Castro Pires Ferreira.
A história do trem que ligava Juiz de Fora a Lima Duarte é marcada por grandes expectativas de desenvolvimento regional e por um fim melancólico comum a muitos ramais ferroviários brasileiros no século XX.
Origem e Construção, (Ramal de Lima Duarte).
Embora a ferrovia tenha chegado a Juiz de Fora em 1875 (pela Estrada de Ferro Central do Brasil), o ramal específico para Lima Duarte começou a ganhar corpo décadas depois:
Inauguração por Etapas: A linha partia da estação de Benfica, em Juiz de Fora. O trecho chegou à estação de Penido em 1914 e à de Valadares em 1924.
A Chegada a Lima Duarte: O trem finalmente alcançou a cidade de Lima Duarte em dezembro de 1925, (completando 100 anos agora em 2025). A estação final e a extensão máxima de 56 km foram oficializadas em 1926.
A "Paradinha": Na cidade, havia a estação principal e a chamada "Parada Deocleciano de Vasconcellos", conhecida como Paradinha, que facilitava o acesso ao centro urbano.
O Curioso Caso da Bitola
Houve uma peculiaridade técnica nesse ramal. O projeto original previa bitola métrica, (1 metro de largura), pois o objetivo final era conectar o ramal à Rede Mineira de Viação em Bom Jardim de Minas. 
No entanto, ele acabou sendo construído em bitola larga (1,60 m), a mesma da linha tronco da Central do Brasil. 
Essa incompatibilidade técnica foi um dos motivos pelos quais o prolongamento até Bom Jardim nunca foi concluído.
Importância Social e Econômica
Durante seu auge, o trem era a "alma" das comunidades rurais entre as duas cidades (como as paradas de Orvalho e Humaitá):
Transporte: Era o principal meio de escoamento de produtos agrícolas e laticínios para o mercado de Juiz de Fora e Rio de Janeiro.
Vida Social: A chegada da "Maria Fumaça" era o grande evento social do dia nas pequenas estações, sendo o ponto de encontro para notícias, encomendas e "flertes".
O Declínio e a Extinção
Como ocorreu com grande parte da malha ferroviária mineira, a prioridade dada às rodovias selou o destino do ramal:
Fim dos Passageiros: Os trens de passageiros deixaram de circular por volta de 1968 a 1972.
Supressão Oficial: O ramal foi oficialmente extinto em 1º de setembro de 1974.
Legado: Hoje, os trilhos foram removidos em quase toda a extensão. A estação de Lima Duarte foi restaurada e tombada como patrimônio cultural, servindo atualmente como pavilhão de exposições e espaço cultural.
Existe uma confusão comum com o antigo "Ramal de Juiz de Fora" da Leopoldina, (que ia para Piau/Rio Novo). O trem de Lima Duarte, especificamente, pertencia à Estrada de Ferro Central do Brasil, (EFCB).
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Afrânio de Paula 
364
Inauguração da primeira ponte do Ladeira em Novembro de 1911
Foto extraída da pagina Juiz de Fora da Depressão
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Envida por: Thaís 
363
Pela pintura ao fundo é muito parecida no bar que existiu no terraço do Edifício Clube Juiz de Fora
Pessoas não informado
Provavelmente meados da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
362
Cartão Postal
Bairro Poço Rico
Praça da República ou Praça da Caveira em 1957.
A Praça da República em Juiz de Fora, embora hoje menos citada pelo nome oficial, é um local de enorme importância histórica e artística para a cidade e para o Brasil. Localizada no bairro Poço Rico, na área central, ela abriga o Marco do Centenário de Juiz de Fora.
O Marco do Centenário, Inaugurado em 1951 para celebrar os 100 anos da cidade, (completados em 1950), o monumento na praça é uma joia do modernismo brasileiro.
Colaboração de Gênios: O projeto foi assinado pelo arquiteto Arthur Arcuri, mas contou com a indicação de Oscar Niemeyer para que o artista Emiliano Di Cavalcanti criasse o mosaico.
Pioneirismo: É considerado o primeiro mural modernista em pastilhas de vidro instalado em praça pública no Brasil.
Simbologia: O painel de Di Cavalcanti retrata o trabalho e o desenvolvimento da "Manchester Mineira", com figuras que simbolizam a força da indústria e do povo juiz-forano.
A "Praça das Caveiras"
Curiosamente, a Praça da República ficou popularmente conhecida por um apelido mórbido: "Praça das Caveiras".
Isso se deve à sua localização estratégica logo em frente ao Cemitério Municipal. Nos anos 40 e 50, o local era um ponto de referência para quem visitava o cemitério, e o nome popular acabou "pegando" entre os moradores mais antigos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis 
361
Vôlei Feminino do Clube Ginastico em 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Italo Cigani Luiz
360
Primeira sede da Região Militar de Juiz de Fora 
Pensão São Geraldo
Rua Espírito Santo, nº 1064. 
Humberto Ferreira comentou: Por último, ali funcionou a  Pensão São Geraldo de Ademar Baeta. 
Os filhos do Senhor Ademar e Dona Nair, Donos da pensão São Geraldo, Foram meus amigos.
Brincamos muito juntos ali na pensão.
Eram o Adalberto e Lilinho. 
Telefone era: 2390
Década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
359
Viagem no inesquecível Trem Xangai
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
358
Viagem no inesquecível Trem Xangai
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
357
Dream’s Club
Meio restaurante e meio boate, o Dream’s Club foi uma das primeiras casas noturnas de Juiz de Fora, sendo inaugurada em 1959, na Galeria Bruno Barbosa, no Centro. Em 1965, a casa foi fechada, sendo reaberta em 1975, na Avenida Rio Branco, perto do Alto dos Passos, onde funcionou até o final dos anos 1980. Grandiosa, como as construções da época, a boate tinha dois andares, espaço para mesas e recebia shows ao vivo, além de ter disc-jockey lançando os embalos da pista de dança. Em todos os seus anos de funcionamento, o Dream’s faz parte das lembranças dançantes de diferentes gerações.
Imagens: Arquivo TM
Fonte http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/ 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
356
Bairro Nova Era
Quartel do 1/4° R.O, Regimento de Obuses
Atual 4° GAC, Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha 
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
355
Vista Parcial
Casa do Café
Rua Halfeld, (Calçadão).
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
354
Vista Panorâmica
Serra da Grama
Bairro Bandeirantes
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
353
Vista Panorâmica
Bairros Botanagua com o Vitorino Braga. 
Ao lado direto vê-se a antiga fábrica do Café Câmara e a esquerda a ponte da via ferra da Leopoldina. Bem ao fundo vê-se a Igreja de Nossa Senhora da Glória e o que tudo indica a foto foi tirada no Mirante São Bernardo.
Cássio Geovane Moreno Comentou:Em primeiro plano, vê-se a Avenida 07 de Setembro com a Rua Barão de Juiz de Fora(à direita) e, na sequência, vê-se tbm, as pontes da Leopoldina(primeiro) e da Benjamin Constant, (na foto ainda de madeira), com a própria Rua. O Bairro Mariano Procópio, está bem ao fundo da foto mais à esquerda, com difícil visualização do mesmo em 1925
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
352
Conservatório Brasileiro de Musica
Avenida Barão do Rio Branco - 2067
Atual Galeria dos Sebos em frente ao Fórum
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
351
Parque Halfeld e ao lado o prédio da Prefeitura.
José Eduardo Araújo comentou: Palanque da PRB-3 no Parque Halfeld durante o carnaval
Em pé Santiago, Teixeira Neto( tinha o programa de auditório Festa na Taba) e Mário Helênio
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
350
Formatura do Primário de Maria de Fátima Aragão de Paula (Pinheiro), Grupo Escolar Delfim Moreira, Juiz de Fora, em 1964.
Fátima Aragão Paula Pinheiro comentou: Penso ser o Professor Panisset me entregando o diploma, mas não tenho certeza, e também não me recordo do nome da Diretora que está na foto, se alguém puder ajudar?
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Fátima Aragão Paula Pinheiro
349
José Weiss e Família
Rogério Gomes Comentou: José Weiss, seria sucesso na cidade na década de 1920 e 1930, tornando-se ponto de encontro de imigrantes alemães e seus descendentes
Grandes eventos foram realizados no grande pátio da cervejaria
Entre eles, uma homenagem ao governador de Minas, Antônio Carlos Andrada
Em volta da cervejaria, foram construídos um grande salão de festas para bailes e parque de diversão, com roda gigante e pista para boliche
Mais tarde ainda foi construído no terreno da fábrica o Hipódromo Juiz de Fora, transformado em velódromo do Cicle Club Juiz de Fora, e o estande de tiro do Revólver Club
Data não informada
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rogério Gomes, (In Memoriam).
Homenagem ao Prezado Amigo Nelson Weiss, (In Memoriam). 
348
Vista Panorâmica 
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Rua Espírito Santo.
Onde podemos observar a cadeia Municipal, castelinho da CEMIG, dentre outros, Juiz de Fora no início do Século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
347
Tiro de Guerra 17 em raid (marcha rápida) até a fazenda Salvaterra em 29 de Setembro de 1918.
O Tiro de Guerra 17 funcionava onde é hoje a Sopa dos Pobres
Rua Santo Antônio próximo a Rua Barão de Cataguases
A Fazenda Hotel Salvaterra ficava onde é hoje o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
346
Vista Aérea
De Fazenda a Bairro: A Evolução do Nova Era
Esta fotografia de 06 de novembro de 1937 captura o "vazio" que precedeu um dos bairros mais tradicionais de Juiz de Fora. 
É um registro do tempo em que a paisagem era dominada pela vida rural e por grandes projetos militares.
As Terras doadas: O terreno onde hoje pulsa o bairro foi doado ao Ministério da Guerra pelo Senhor Horácio Lemos, proprietário da Fazenda da Saudade e figura de destaque na economia local.
Na imagem, destacam-se as obras da FEEA, (atual IMBEL) e o Aero Clube de Juiz de Fora e o 4° GAC que não aparece na Fotografia, marcos que definiram a ocupação inicial daquela região.
A "Grota": Para quem viveu a época, como minha família que chegou em 1967, o local era carinhosamente chamado de "Grota".
Atualmente Nova Era ll.
O Nascimento do Bairro, (Anos 60) Embora a foto mostre apenas casas isoladas e caminhos de terra, o Bairro Nova Era tomou forma definitiva no início da década de 1960. 
Diferente de ocupações espontâneas, o bairro surgiu de um loteamento muito bem elaborado, com um traçado planejado que organizou o crescimento da região norte.
O Bairro Santa Cruz e Avenida Doutor Simeão de Faria: Olhando para a foto, é impressionante notar que o bairro Santa Cruz e a principal via de acesso atual, a Avenida Doutor Simeão de Faria, sequer existiam.
Onde hoje circulam os ônibus da Viação São Francisco, ficava a sede da fazenda e a criação de grande numero de gado holandês.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo Fotográfico: Vanderlei Dornelas Tomaz
345
Bairro Borboleta
Igreja de São Vicente de Paulo em obras.
Jeaney Braga comentou: Que lindo era nosso Bairro! Casas com jardins, mesmo sendo Ruas calçadas, era tudo tão limpo,! 
Só quem viveu ali nessa época, entende, o significado , da saudade deste lugar.
Vicente De Paulo Clemente Comentou: Já existia o acréscimo atrás, que foi incorporado posteriormente com a ruína da parte frontal. 
Deve ser final dos anos de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
344
Rua Halfeld
Inicio do Século XX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
343
Largo do Riachuelo
Saudoso Jardim da Infância Mariano Procópio
Demolido para dar lugar àquele ao Monumento das Forças Armadas, apelidado de Chapelão.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
342
Igreja da Glória que infelizmente foi consumida por incêndio
O padre Braz Delfino Vieira, CSsr, através de uma mensagem nos informa o seguinte:
"A construção da igreja da Glória dos Alemães começou 1878, e em 1879 foi solenemente consagrada (Tese de mestrado da Srta Paloma Rezende de Oliveira). Capelães: Frei Antônio Américo Hoffer Prags (1869 a 1883; Padre Roque Caetani (1883 a 1884) e Padre Adolfo Januska (de julho de 1889 até 19 de fevereiro de 1893 (data de sua morte).
Em 20 de fevereiro de 1904, assumiram os Redentoristas, sendo criado por Dom Silvério Gomes (bispo auxiliar De Dom Antônio Coreia de Sá e Benevides, bispo de Mariana, MG) o Curato de Nossa Senhora da Glória, no Morro dos Alemães."
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Texto: Padre Braz Delfino Vieira, Missionário Redentorista, da Paróquia Nossa Senhora da Glória.
Fonte: https://www.facebook.com/groups/194771340656735/?tn-str=*F
341
4° Esquadrão de Cavalaria em 1922
Sebastião Pinheiro da Silva comentou: Presença do meu saudoso Pai Jose Pinheiro da Silva.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sebastião Pinheiro da Silva 
340
Vista Panorâmica
Bairro Manoel Honório visto da Garganta do Dilermando antes de sua abertura.
Avenida Barão do Rio Branco em Julho de 1956.
Podemos ver a Praça antes da Ponte e a mesma com passagem só para um Veículo.
A frente depois da Ponte à esquerda a tecelagem Santa Rosa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
339
Praça Antônio Carlos
Regina Cavalieri comentou: foto do papai na antiga Praça Antônio Carlos, antes da construção da Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco
Veja a Escola Normal ao fundo em 1951
Meu pai é Walter Cavalieri, está com 93 anos atualmente e reside em Belo Horizonte.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Cavalieri
338
Cabine Ferroviária
Dirceu Falce comentou: Essa "cabine seccionadora" ficava na Avenida Francisco Bernardino, na altura da Rua Floriano Peixoto, e servia ao controle de tráfego ferroviário, antes da implantação do C.C.O Centro de Controle Operacional, que comanda toda a operação ferroviária da antiga SR-3, hoje concedida à M.R.S Logística. Existiam várias cabines ao longo do trecho, todas desativadas
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
337
Avenida Barão do Rio Branco em 1934
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
336
Primeiro Automóvel de Juiz de Fora
Local não informado
Data: 1926 ou 1928
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Myriam Brandão
335
Avenida Barão do Rio Branco - 2340
Residência de Jose Batista de Oliveira
a esquerda da foto aparece um pouco da casa do Doutor Gilson Salomão - 2364.
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
334
Residência da Família Assis,(Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Maria José Monteiro Zeze comentou: Situava-se em frente ao colégio Stella Matutina.
Tinha um muro de pedras baixo e a rapaziada ficava sentada nele vendo a saída das alunas.
José Eduardo Araújo comentou: Foi a loja da Atel e da Encol, atualmente funciona um estacionamento, cujo terreno foi acrescido com o sobrado que existia.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
333
Bairro São Pedro
Estrada para a antiga casa dos ingleses da Companhia Industrial Mineira. 
Atualmente Boate Privilège em 17 de Novembro de 1981.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Jornal Tribuna de Minas
332
Bairro Francisco Bernardino
Paróquia Nossa Senhora de Lourdes.
Adilson Ferreira De Paiva Paiva Comentou: A Rua que aparece na foto ao fundo, nivelando com a torre da Igreja e paralela à Avenida Juscelino Kubitschek é a Rua Comendador Francisco Álvares de Assis.
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Paróquia Nossa Senhora de Lourdes 
331
Bairro São Mateus
Igreja de São Mateus
Rubens Dutra comentou: Igreja de São Mateus
Não chequei a frequentar, embora mora-se na Osvaldo Aranha, esquina com São Mateus.
Frequentei o cinema no prédio a esquerda da foto. assisti toda a série do Trinity naquele cinema. Sessão das Quintas, Um Cruzeiro
Provavelmente meados da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
330
Bairro Bom Pastor
Gincana em 1975
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
329
Bairro Santa Luzia
Assim Nasceu o Bahamas uma das maiores empresas de Juiz de Fora e região que começou como um Botequim em Março de 1983.
O Supermercado Bahamas surgiu em março de 1983, em Juiz de Fora, por Jovino Campos Reis e Paulo Roberto Lopes, começando como um pequeno bar no Bairro Santa Luzia que, com o tempo e trabalho duro, se transformou em uma mercearia e, depois, em uma grande rede de supermercados, crescendo para outras regiões de Minas Gerais e se tornando uma das maiores redes do estado e do Brasil. 
Baú de Lembranças de 31 de Maio de 2007.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Tribuna de Minas
328
Residência dos Irmãos Surerus em 1886
Avenida Presidente Getúlio Vargas
A Família Surerus em Juiz de Fora
Chegada e Empreendedorismo: Henrique Surerus e outros membros da família imigraram e chegaram a Juiz de Fora em 1861.
Negócios de Sucesso: Inicialmente, atuaram no ramo da construção civil. 
Em 1886, expandiram seus negócios para o centro da cidade, estabelecendo-se com uma loja de artigos de construção, oficina, serraria e até uma fábrica de carroças.
Pioneirismo Industrial: A família Surerus é reconhecida por sua contribuição para o processo de industrialização de Juiz de Fora. Eles foram contemporâneos de outros grandes empreendedores locais, como Bernardo Mascarenhas. 
A Residência (Casa Surerus)
A residência específica que se tornou notória era a "Casa Surerus de Henrique Surerus & Irmãos", localizada na Avenida Getúlio Vargas, e uma fotografia histórica datada de 1907 mostra o edifício. 
A casa era um exemplo da arquitetura da época e da influência da família na paisagem urbana da cidade. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
327
Avenida Barão do Rio Branco 
Desfile da Tradicional Banda Daki arrastando a multidão 
Década de 1970 
Acervo do saudoso amigo: Zé Kodak, (In Memoriam).
326
Bairro São Mateus
Cine Paraíso na Rua São Mateus em frente a Rua Antônio Passarela,(Demolido).
José Luiz Britto Bastos comentou: Nunca pensei que poderia ver de novo o CINE PARAÍSO, que um dia derrubaram para construir um prédio. Eu trabalhava por trás do basculante que aparece na foto, ali era a sala de projeção com dois projetores de 30 mm. O meu chefe era um vizinho que a vida toda trabalhou nos cinemas de Juiz de Fora, chamava-se Pedro Pedroso Mariosa, infelizmente faleceu bem novo.
Milton Gervason Macedo comentou: Uma Curiosidade , quando criança ,nós Católicos tínhamos restrições para frequenta-lo , pois era administrado por uma entidade Espírita
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
325
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Parque Halfeld
Alunas da Escola Técnica de Comercio Machado Sobrinho posando para Fotografia em 1955.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo: Memorial Machadense
324
CAMDE, (Campanha da Mulher pela Democracia). 
Protesto Feminino pela retirada da 4ª Região Militar da cidade de Juiz de Fora em 1964.
A CA.M.DE, ou CAMDE significa Campanha da Mulher pela Democracia, foi um movimento preparado e financiado pelo IPES, Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais.
A função do Camde era mobilizar a maior quantidade possível de mulheres que seguiam a ideologia de um grupo da Igreja Católica mais conservador, as chamadas "candocas".
A Camdes tornou possível a preparação das mulheres para as marchas e manifestações de rua contra o governo de Jango.
O Golpe de 1964 teve a sua preparação estratégica iniciada em 1961. O IPES orientou e repassou verbas conseguidas de empresas brasileiras e multinacionais, entre estas cerca de trezentas empresas norte-americanas para a criação e financiamento de diversos institutos e organizações para a manipulação da população, principalmente a de classe média baixa e a classe pobre.
O espírito necessário à mobilização deveria, portanto multiplicar-se pelo país sob diversos nomes e siglas. O motivo principal da diversificação era fazer a opinião pública acreditar que todos os movimentos eram oriundos das mais diversas correntes e camadas sociais e não de um grupo somente.  
Texto Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Campanha_da_Mulher_pela_Democracia
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
323
Sorteio de prêmios das Balas Seleções em Junho de 1952
Local não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
322
Bairro Nova Era
Fabrica de Calçados e Chapéus, (Ballet ou Arbex).
Detalhe da Escada com degraus em forma de caixas de sapato
Posteriormente foi comprada por uma Empresa do ramo Frigorifico no abatimento de suínos e vendia tanto no atacado e varejo com o nome de JACOBANA que era de propriedade de Senhor Arnaldo.
Ao Fundo o Morro dos Pica-Pau
Atualmente no local uma Transportadora
Provavelmente Meados da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
321
Bairro Nova Era
Fabrica de Calçados e Chapéus, (Ballet ou Arbex).
Detalhe da Escada com degraus em forma de caixas de sapato
Posteriormente foi comprada por uma Empresa do ramo Frigorifico no abatimento de suínos e vendia tanto no atacado e varejo com o nome de JACOBANA que era de propriedade de Senhor Arnaldo.
Ao Fundo o Morro dos Pica-Pau
Atualmente no local uma Transportadora
Provavelmente Meados da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
320
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
319
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
318
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
317
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
316
Maquinário bem delineado da maquina de fabricar a Coca-Cola 
Podia de ver o Maquinário pela a Avenida Barão do Rio Branco apenas por um vidro, era a alegria da garotada.  
A Fábrica era Localizada abaixo das Arquibancadas do Estádio Doutor José Procópio Teixeira,`(Estádio do Sport Club Juiz de Fora).
Provavelmente década de 1950
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pela Senhora Neyde Nascif.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Senhora Neyde Nascif 
315
Residência que existiu na Avenida Barão do Rio Branco esquina da Rua José Cesário.
Virou um estabelecimento de Hortifrúti
Atualmente não sei informar o que esta no Local.
Provavelmente inicio da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
314
Cartão Postal
Praça João Penido ou Praça da Estação como e conhecida popularmente, Casa Cruz Vermelha em 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia do livro "Sianinhas e Saudades: Armarinhos e Tecidos Tradicionais no Centro Histórico de Juiz de Fora".
313
Bairro São Mateus
Residência na Rua Carlos Chagas - 21
Pertenceu a Família Côrtes de Araújo.
Infelizmente foi demolida em 2008
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia datada de 1969
Acervo: Waldir Domingues de Araújo
312
Palacete Episcopal
Rua Espírito Santo, esquina com Rua Henrique Surerus.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
311
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Construção da atual sede do Colégio Machado Sobrinho
Rua Doutor Constantino Paleta - 203.
Década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo: Memorial Machadense
310
Guarda Civil de Juiz de Fora
Na Foto Élcio , Matola e Freitas.
Para representar a Guarda Civil do interior de Minas Gerais, registraremos a instituição de Juiz de Fora, representando todas as outras cidades que tiveram o privilégio de ter essa força de segurança, por termos recebido material de familiares daquela região do estado. Juiz de Fora possuiu um dos mais operosos quadros de Guarda Civis no estado, que enalteceram e trouxeram o respeito e a credibilidade, adjetivos que sempre fizeram parte daquela instituição policial. Ali foram forjados grandes policiais como Antônio Matola, Élcio, Toledo e Freitas, dentre tantos outros.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
309
Bairro  Mariano Procópio
Estação Ferroviária de Mariano Procópio
Antônio Nunes comentou: Este de branco logo na parte de baixo é meu pai, José Roberto da Silva Oliveira, que trabalhou na Central do Brasil por 46 anos
Fotografia de aproximadamente 1910.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Antônio Nunes
308
Colégio Santos Anjos
José Eduardo Araújo Comentou: Realmente é o Colégio Santos Anjos na Avenida Garibaldi no Bairro Vitorino Braga.
O Instituto Santos Anjos era na Avenida Barão do Rio Branco. Lá estudei fazendo o Infantil com a Dona Zaza, o Primário de cinco anos com as Irmãs Carmelitas do primeiro ao quinto, a saber: Lígia, Santa Amélia, Cornelia,Juventina e Cristina. No terceiro ano Dona Vera ensinava noções de Francês, no quarto Juventina noções de Inglês e no quinto Cristina ensinava noções de Latim. A Madre Adelina era a Diretora e o Monsenhor Ferrer o orientador religioso. Excelente ensino que dava uma base forte para o Ginásio
Marta Lisboa comentou: Estudei no colégio Santos Anjos está e irmã Lígia foi minha professora saudade! Este ano tive o prazer de restaurar as imagens da capela do colégio!
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
307
Avenida Barão do Rio Branco
Um carro de Praça de Juiz de Fora, (tinham placas começando por 61 ou 63),
Os particulares 62, 64 ou 66.
Fernando Lobo comentou: Esse carro era de um motorista de apelido, Meu chefe. 
Um negro sempre de óculos escuros e muito bem vestido.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
306
Rio Paraibuna
Esta e a prova que o Rio Paraibuna era usado para pesca e eu fui um destes pescadores
Será que um dia irão conseguir trazer de volta os peixes, bem como fauna e flora?
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
305
Rua Benjamim Constant esquina com a Rua Roberto de Barros
Vicente De Paulo Clemente comentou: Pela faixa do proprietário Pedro Gomes de Oliveira candidato ao senado pelo P.T.B.
Expedito Carlos Fernandes comentou: acredito que foi uma fábrica de tecidos, me foge o nome. 
Na outra calçada, ainda na Riberto de Barros, entre Silva Jardim e Benjamin Constant, havia um conjunto de casas "meia-água" que servia de moradia para funcionários da chefia da tecelagem. 
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
304
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Santa Rita
Leiliane Guedim comentou: Loja do meu avô, José Guedim  
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
303
Residência
Rua Oswaldo Cruz
Milton Macedo Comentou: Essa Rua foi toda construída pelo Doutor Edgar Quinet, alguns familiares ainda moram nela  
Na época meu pai comprou as residências 164 e 166
Provavelmente década de 1950.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
302
Locomotiva a Vapor, (Maria Fumaça).
Estação Ferroviária Central do Brasil mais conhecida como Praça da Estação
As locomotivas a vapor apelidadas de "camelo" foram as últimas a serem baixadas. Segundo registros, a 700, teria sido uma das últimas a serem baixadas. 
Mas já estavam relegadas a serviços secundários de manobras, na foto a "camelo" 712
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru 
301
Academia de Comércio
Frontispício outro aspecto
Fachada principal de um edifício
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
300
Academia de Comércio
Salão Nobre
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
299
Academia de Comércio
Parte do Laboratório de Química
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira.
298
Avenida Barão do Rio Branco - 179 em 1911
Esta é a casa onde Pedro Nava morou na Rua Direita No livro" Baú de Ossos", Nava se refere à casa de sua avó Maria Luísa, (Casada com Halfeld - Terceira esposa), como um sobrado na Rua Direita - 179 onde morou
Sua avó era proprietária de outras casas na Rua Direita que davam fundo para a atual Rua Santo Antônio A casa 179 pelo que se entende no livro do autor ficaria próxima do Largo Riachuelo e da Mecânica Mineira e a antiga Rodoviária Régis Bittencourt atualmente Cesama.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
297
Rua Halfeld
Marcelo Souza Salomão comentou: Lanchonete que pertencia ao meu bisavô
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Souza Salomão 
296
José Eduardo Araújo comentou: Na frente de mãos nos bolsos Vice Prefeito Arlindo Leite, Dom Justino José de Santana primeiro Bispo Diocesano de Juiz de Fora.
Prefeito Adhemar Rezende de Andrade de mãos juntas. Atrás Professor Fernando de Paiva Mattos, Vereador Albertino Vieira e na parte superior direita Luiz Stheling, conhecido como Lambari e do seu lado Hipólito Caron publicitário dos Associados em Juiz de Fora As pessoas que consegui identificar
Começo da primeira Administração do Prefeito Adhemar Rezende de Andrade em 1955 até 1958.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz
295
Inauguração em homenagem ao Busto de Duque de Caxias na Praça que leva o mesmo nome.
Localizado em frente da Escola Estadual Almirante Barroso Zona Norte de Juiz de Fora
Ao Fundo podemos ver a Guarita de segurança da FEEA e a Caixa d'Água.
Atualmente IMBEL
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
294
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Siqueira 
293
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Siqueira 
292
Uilmara Machado de Melo comentou: Nossa, essa menina da foto se parece demais com minha irmã (infelizmente, falecida, em 2022) - meus pais, meus irmãos e eu morávamos neste local, mais ou menos, nesta época!... Local da mina d'água: Rua da Abolição, em frente ao Nº 54, esquina com Rua Uruguaiana, ao lado do Nº 12 - Jardim Glória.
Provavelmente década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
291
Casal atravessando o Rio Paraibuna após a Cerimônia Religiosa do Casamento
Gilson Martins Moraes comentou: esta foto foi tirada, após a Cerimônia Religiosa do Casamento de Gilson Martins Moraes e Ivone Barroso Moraes, realizada, no dia 04 de Abril de 1970, às 17:30 h, na Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, pelo Cônego Miguel Falabella.
Os noivos atravessaram o Rio Paraibuna, para a residência da família da noiva, em frente ao antigo Matadouro Municipal, Vila Ideal (JF/MG). Detalhes: alguns convidados e padrinhos, fizeram uso, também, da embarcação, monitorada pelo cunhado da noiva "Zezinho" (in memoriam); não houve registro de alguém ter caído na água!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia enviada por Uilmara Machado de Melo Gonçalves
Acervo: Gilson Martins Moraes e Ivone Barroso Moraes
290
Bairro Benfica
Recebimento de Diploma da quarta Serie Primaria
Na Fotografia Mauricio recendo o Diploma, Professora Celi, Senhor Filinto, Elizabete Tomaz Tomaz, e Professora Lucimar Andrade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
289
Excursão de Grupo Motociclistas de Juiz de Fora a Petrópolis e de Petrópolis a Juiz de Fora.
Os Senhores Carlos Cruz, Bento Caldas, Carlos Becker, Oscar Meurer, Antônio Werneck, Joaquim G. da Silva, Rodolpho Freer, Reynaldo Fress, Francisco Faulhaber, Lindolpho Rocha, Franklin Santos, José Santos Silva, Pedro Krambeck, Nello Selmo Dei, Mario de Andrade, Balthazar Lins, Severo Dantas, Julio Lopes, Raul Pinheiro, Motociclistas que Tomaram parte na Excursão: Juiz de Fora a Petrópolis e de Petrópolis a Juiz de Fora.
Fotografia Tirada especialmente para a Revista Fon-Fon em Juiz de Fora 
Provavelmente na Rua Santo Antônio em Frente as escadarias da Igreja São Sebastião em 11 ou 12 de Outubro de 1913.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
288
Carnaval 
Léo de Oliveira II comentou: No centro da foto o nosso famoso e querido Zé Kodak, o grande incentivador do nosso carnaval. 
À sua esquerda, o Rei Momo Pimpinela e à direita a Rainha do Carnaval daquele ano, Maria Aparecida Leite
Isto aconteceu a 45 anos atrás, quando tínhamos o melhor carnaval do interior do Brasil em 1980.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Léo de Oliveira II
287
Algumas alunas estão com uniforme de gala
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
286
Local  não informado 
Gilberto Bisaggio Comentou: Da esquerda para direta José Hollanda, José Carlos de Lery Guimarães, Maçarico, Nelo Gervason e Mário Heleno.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
285
Bairro São Mateus
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho, (Demolido).
Fundado em 7 de Janeiro de 1911, pelo Capitão Torquato Bicalho e Dona Áurea Gregorina Bicalho, que foi a primeira diretora.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
284
Rua Halfeld com Rua Paulo Frontin 
Próximo à Praça da Doutor João Penido ou Praça da Estação
Possivelmente uma Greve Geral, Onde tivemos Intervenção da Força Pública, Policia Militar e bem como do Exército. 
O período viu o crescimento de uma classe operária emergente e, inclusive, movimentações e greves de trabalhadores que foram reprimidas na época.
Provavelmente meados década de 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
283
Bairro Granbery
Casarões
Rua Barão de Santa Helena, perto do colégio Granbery.
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
282
O imigrante italiano Pietro Angelo Biancovilli
Pietro
Biancovilli tinha uma profissão, era professor de caligrafia
formado na Áustria, e, além dos conhecimentos da arte da litografia que lhe foram passados pelo seu pai, não
parecia estar fugindo da pobreza pois logo que chegou à cidade de Juiz de Fora estabeleceu sua litografia
Ao pensarmos sobre a quantia recebida pelo imigrante por ocasião de sua chegada à cidade, percebemos que esta seria
insuficiente para que o litógrafo adquirisse os prelos e as pedras do jornal O Pharol, o que viria possibilitar, no mesmo ano em que chegou a Juiz de Fora, a instalação de sua primeira oficina litográfica no mesmo ano em que chegou.
Esta questão nos leva a refletir que o conhecimento profissional de Biancovilli, que dominava a técnica da litografia, da caligrafia e do desenho, pode ter se tornado uma moeda de troca na
aquisição dos prelos e das pedras, por serviços que poderiam ser prestados ao referido jornal.
A integração da oficina litográfica de Biancovilli com outras oficinas gráficas da cidade é percebida em diversos momentos,
através das fontes coletadas em periódicos e revistas
ilustradas da cidade.
A exemplo da citação aos seus serviços relatada na edição de 1897 do Almanack de Juiz de Fora, onde o redator do dito anuário
enfatiza a eficiência e o baixo custo
Fonte: http://www.ufjf.br/.../04/Ligia-Maria-Alves-de-Lacerda.pdf
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
281
Bairro São Mateus
Rua Padre Café
Provavelmente inicio da década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
280
Imperou o comércio de calçados em Juiz de Fora, por décadas.
Uilmara Machado de Melo comentou: Quando o imigrante italiano Domênico Delmonte chegou ao Brasil, em 1880, jamais poderia imaginar que, no futuro, seus descendentes ocupariam um espaço tão marcante no comércio de Juiz de Fora.
Domênico Delmonte nasceu na pequena comuna de Arcole, na região de Vêneto, no norte da Itália e emigrou para o Brasil, em 1880, acompanhado de sua esposa Dona Natalina. Radicou-se em Matias Barbosa/MG e trabalhou na construção civil como pedreiro. Um de seus serviços foi a construção do muro do cemitério da cidade.
Seu filho, João Delmonte, nasceu em 1890 e, quando jovem, mudou-se para Juiz de Fora/MG, para trabalhar como operário na “Fábrica dos Ingleses” no Morro da Gratidão (atual Morro da Glória) e foi morar bem pertinho, na (atual) Avenida dos Andradas, nº 854, quase esquina com Rua da Glória. Enquanto labutava na fábrica, também aprendia com o pai a profissão de “Artesão Sapateiro”.
Quando tinha 31 anos de idade (1921), já casado com Dona Ana, se estabeleceu por conta própria na Rua Mariano Procópio, nº 1.510, fabricando e consertando sapatos masculinos e femininos, com destaque para o modelo Luiz VX, que era muito procurado à época. Fabricou, também, pederneiras para a infantaria do exército. Assim surgiu a Primeira Loja Delmont.
Os filhos de João Delmonte: Paulo, (1918), Romeu, (1920), Domingos, (1921), Fernando, (1925), Aristeu, (1927) e Benito, (1935) foram criados, literalmente, “atrás do balcão”, visto que, seguindo os costumes da época, a moradia da família se enleava com os negócios, no mesmo prédio.
Em 1938, João Delmonte transferiu os negócios para os filhos.
Três anos depois, Paulo, Romeu e Domingos alcançaram o centro da cidade com uma filial, à Rua Batista de Oliveira, nº 483.
João Delmonte, o sapateiro do Mariano Procópio, seus filhos e netos criaram mais de 40 empresas do ramo de calçados, em Juiz de Fora/MG, muitas delas em plena atividade e marcando forte presença no comércio da cidade, nesse início do século XXI.
A Família Delmonte sempre esteve à frente do comércio da cidade, no que diz respeito à técnica de vendas e inovações: foram os pioneiros a eliminar os degraus nas portas das lojas, na informatização comercial e adotaram o crediário com pagamento em carnês, logo que essa modalidade de vendas surgiu.
Fragmentos do Texto do Depoimento de Romeu Gerkem Delmonte.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Pedro Delmonte 
279
Vista Panorâmica 
Terraço do Clube Juiz de Fora
Podemos ver ao Fundo a Santa Casa em construção.
Avenida Barão do Rio Branco com suas arvores e a direita a Catedral Metropolitana entre outros prédios que aparecem na Fotografia.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
278
Bairro Nova Era 
Aero Clube de Juiz de Fora 
A então Paraquedista Margarida, aluna da Escola de Paraquedismo Águia de Ouro,   posando para a Fotografia antes de embarcar na Aeronave P-A20 para o Salto, em 25 de Abril de 1973.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Maria Coitines
277
Bairro Nova Era 
Aero Clube de Juiz de Fora 
A então Paraquedista Margarida, aluna da Escola de Paraquedismo Águia de Ouro, no interior PT-19, este Avião era usado para Acrobacias, em 25 de Abril de 1973.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Maria Coitines
276
Bairro Bom Pastor
Obras de Aterro da Lagoa.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Guto Pestana
275
Podemos ver a Imponente Torre da Estação e uma Guarita da Guarda Civil e próximo os carros de praças como eram chamado os atuais TÁXI.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
274
Fábrica de Meias Dickson
Um jovem estudante de arquitetura surpreendeu-se ao ser convidado para executar o projeto arquitetônico da Fábrica de Meias Dickson, em Juiz de Fora. O convite fora feito pelo empresário Zacarias Salim, proprietário da Malharia Sul América
O então estudante, cursando o 2º ano de Arquitetura na Universidade do Brasil (atual UFRJ) topou o desafio! 
E o projeto foi aprovado... A construção foi concluída com êxito no final do ano 1953. 
E assim, em linhas ousadas para uma fábrica na época, esse foi o primeiro projeto do futuro arquiteto Mario Augusto Fortini Pradez, (1932-2025), nascido em Juiz de Fora, MG.
Detalhe... os carrões da época transitando em frente à fábrica...
Fotografia: Fábrica de Meias Dickson, em Juiz de Fora.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Pedro Junqueira Pradez
273
Rua Henrique Vaz - 219
Um jovem estudante de arquitetura surpreendeu-se ao ser convidado para executar o projeto arquitetônico da Fábrica de Meias Dickson, em Juiz de Fora. O convite fora feito pelo empresário Zacarias Salim, proprietário da Malharia Sul América. 
O então estudante, cursando o 2º ano de Arquitetura na Universidade do Brasil (atual UFRJ) topou o desafio! 
E o projeto foi aprovado... A construção foi concluída com êxito no final do ano 1953. 
E assim, em linhas ousadas para uma fábrica na época, esse foi o primeiro projeto do futuro arquiteto Mario Augusto Fortini Pradez, (1932-2025), nascido em Juiz de Fora, MG.
Detalhe... os carrões da época transitando em frente à fábrica...
Fotografia: Fábrica de Meias Dickson, em Juiz de Fora, MG, julho 1953.
Fotografia trabalhada em Preto e Branco com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Pedro Junqueira Pradez
272
Avenida Barão do Rio Branco em frente a Praça do Riachuelo 
Atualmente neste local o prédio da Oi.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
271
SAPS, "Serviço de Alimentação da Previdência Social"
Serviço Criado em 05 de Agosto de 1940 pelo Governo do Presidente Getúlio Vargas
Avenida dos Andradas
Restaurante Popular em 1959
Atualmente neste local uma Agencia do INSS.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
270
Bairro São Mateus
Provavelmente inicio da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
269
Bairro São Mateus
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
268
Hotel Rio de Janeiro 
inaugurado em 07 de Julho de 1888 com um grande banquete presidido pelo Senhor Fonseca Hermes.
Rua Halfeld
Calendário de 1978 feito pela construtora Aguiar Ganimi Villela
Arte de J.Granhen
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
267
Rua Halfeld
Hotel Rio de Janeiro em 1915
Uma característica marcante deste hotel, que confirma a identidade na foto, são as estátuas de dois leões sobre os pilares do portão lateral/entrada. 
Este Hotel foi inaugurado em 07 de Julho de 1888 com um grande banquete presidido pelo Senhor Fonseca Hermes.
O Hotel era de propriedade do Senhor Gustavo Pereira da Cruz.
Era o local preferido da elite e de políticos. 
Registros indicam que hospedou presidentes da República e figuras importantes em visitas a Juiz de Fora (algumas fontes citam visitas em 1904). O cartaz "TAVORA" pode fazer referência a alguma campanha política (talvez Juarez Távora, o que dataria a foto mais para a década de 1920/30) ou um anúncio comercial local da época.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
266
Bairro Santa Helena 
Rua Visconde de Mauá 
Casal em pose para Fotografia para sair em Gincana com o Carro 19.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
265
A Usina de Marmelos Zero foi idealizada por Bernardo Mascarenhas e construída pela CME (Companhia Mineira de Eletricidade), sendo inaugurada em 05 de Setembro de 1889
Foi a Primeira Usina Hidro elétrica da América do Sul e inicialmente atendia somente Juiz de Fora e parte da Zona da Mata
Em 1980, foi incorporada pela CEMIG
A inauguração desta Usina veio se somar ao pioneirismo desta cidade que começou a ser escrito, primeiramente quando o Bandeirante Garcia Dias Paes traçou o chamado Caminho Novo que passava pela margem esquerda do Rio Paraibuna, que ligava o porto do Rio de Janeiro até a principal região mineradora (Vila Rica).
Ao logo deste Caminho, às margens do Paraibuna, foram erguidos pequenos povoados, como o Morro da Boiada, atual Bairro Santo Antônio, sendo locais de descanso dos tropeiros que passavam pela região
Foi através deste Caminho que efetivamente a História de Juiz de Fora se inicia
Juiz de Fora prosperou grandemente devido à cafeicultura; havia grandes fazendas de café que eram a base da economia local
Com a cafeicultura, novos investimentos foram trazidos para a cidade, como a Rodovia União Indústria, construída por Mariano Procópio Ferreira Lage e pela Companhia União Indústria
Com a inauguração desta Rodovia em 1861, ela trouxe consigo a mão de obra qualificada dos imigrantes; estes, após a conclusão da Rodovia, iniciaram o desenvolvimento do processo industrial da cidade, com a inserção de algumas fábricas
Posteriormente, com a construção da Estrada de Ferro “D. Pedro II” houve uma facilitação da comunicação entre a cidade e a Corte, que ficava neste momento no Rio de Janeiro
Outro beneficio da estrada foi a melhoria no escoamento da produção cafeeira da Zona da Mata Mineira até o porto do Rio.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
264
Bairro Santa Helena
Expedito Carlos Fernandes: comentou: Esta casa ainda existe, morei perto.
Fica na Rua São Sebastião em frente à Praça Praça Menelick de Carvalho.
José Eduardo Araújo comentou: Está casa morava o Senhor Arcângelo Jacobuci
Reunião de membros Diretores do Tupynambás Futebol Clube
Difícil identificar a maioria, entretanto alguns pela fisionomia não é difícil, os irmãos Luiz e Mauro Horta, Elias Feres, Cecílio Sampaio, País Soares, Sebastião Oliveira e o Arcângelo que foi Presidente do Clube, inclusive fazendo a primeira piscina do Baeta que tem o seu nome
Só Você Maurício para trazer estas lembranças e reminiscências.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
263
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
262
Isaias Laval Comentou: Mata Krambeck à esquerda, curva acentuada para a direita. Esse trecho parece ser o da Curva da Miséria, com a Várzea do Euclides à esquerda logo em frente. 
A foto foi tirada do princípio da Rua Olavo Bilac.
Elias Gabriel,(in memoriam), comentou: Curva da miséria na antiga B3.
Adilson Ferreira De Paiva Paiva comentou: Curva da Miséria
Que linda foto, expressiva e histórica. 
O local em que foi construída a via de acesso Norte-Centro, antes da Avenida Brasil. 
Salve melhor juízo. Neste exato ponto, se dá à junção das Ruas: Bernardo Mascarenhas com a Olavo Bilac. Ou seja, o limite entre os Bairros: Fábrica e Cerâmica. A foto é "emoldurada" pela enorme ribanceira do Bairro Esplanada (sentido centro) e a Várzea do Eucldes (Bairro São Dimas); onde se faz a curva derradeira. 
Na belíssima foto, percebe-se uma discreta trilha ou minha "ilusão de ótica". Praticamente, que seria um esboço da curva. 
Um local emblemático na época dos anos 70, em que houve vários acidentes automobilísticos, com vítimas fatais.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
261
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Morro do Cristo, (Imperador).
Piquenique dos Alunos da Escola Técnica de Comercio Machado Sobrinho em 02 de Junho de 1943.
Coordenador Helio Noronha Filho.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Memorial Machadense
260
Rua Halfeld no Carnaval de 1964
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
O bloco foi um dos mais tradicionais de Juiz de Fora e foi até declarado Hors Concours, (fora de competição), pelo ex-prefeito Itamar Franco, após vencer o carnaval da cidade diversas vezes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
259
Carnaval no Edifício Clube Juiz de Fora
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
258
A “Associação dos Cegos em Juiz de Fora” foi criada por um deficiente visual, Sr. LUIZ DE FREITAS e sua esposa. Residentes no Rio de Janeiro, vieram à nossa cidade com a intenção de fundar uma “Associação” para prestar assistência ao cego idoso e carente. Contou com o apoio de um grupo de pessoas de boa vontade e de renome na sociedade Juizforana.
Em 05/10/1939, foi eleita a primeira Diretoria, que passou a considerar esta data como a de fundação da Entidade.
Vencendo dificuldades financeiras, a primeira diretoria da Associação adquiriu uma pequena casa, em um ponto privilegiado da cidade, até hoje sede da Entidade. Depois de inúmeras alterações e aquisições de terrenos vizinhos, a casa foi ampliada, constituindo um patrimônio formado por dois prédios, um com quatro e o outro com seis andares, além de uma área de lazer. Com a ampliação da casa, foi ampliada também a assistência aos cegos, sendo admitidos deficientes de todas as faixas etárias.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
257
Colégio Andrés internato católico em 1903
Funcionou na Rua da Gratidão, (Morro da Gloria).
Atualmente Avenida dos Andradas.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
256
Cervejaria Kremer / Germania / Americana
Alguns exemplos de comércio estabelecidos em Juiz de Fora - MG, ainda nos permitem adentrar no ambiente que marcou esta parte da cidade, entre a segunda metade do século XIX e o início do XX.
Em 1867, nas imediações da Igreja da Glória foi fundada a filial da Cervejaria Augusto Kremer & Cia, uma das mais antiga fábrica de cerveja de Petrópolis - RJ, datada de 1858.
Construída num amplo terreno no Morro da Gratidão, na avenida dos Andradas (antiga Rua da Gratidão), adquirido à Cia. União e Indústria numa área desmembrada da Colônia Dom Pedro II (correspondente hoje aos terrenos do Jardim Glória, inclusive onde se situam as instalações do laticínio).
A fábrica Kremer era um local de lazer para os juizdeforanos, onde se realizavam festividades e banquetes.
Em 31 de agosto de 1876, na Cervejaria Augusto Kremer & Cia separam-se comercialmente matriz e filial, ficando Frederico Guilherme Lindscheid com a fábrica de Petrópolis que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja Nacional e Augusto Kremer com a fábrica de Juiz de Fora que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja e Águas Mineraes de Augusto Kremer & Cia.
Em 1878, com a morte de Augusto Kremer, seu sócio e gerente José Weiss decidiu deixar a fábrica que passou a ser dirigida pela viúva, que altera o nome para Cervejaria Germânia e amparada por bons auxiliares continua em crescente desenvolvimento.
A partir de 1914 passa a se chamar cervejaria Americana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira  
255
Alguns exemplos de comércio estabelecidos em Juiz de Fora - MG, ainda nos permitem adentrar no ambiente que marcou esta parte da cidade, entre a segunda metade do século XIX e o início do XX.
Em 1867, nas imediações da Igreja da Glória foi fundada a filial da Cervejaria Augusto Kremer & Cia, uma das mais antiga fábrica de cerveja de Petrópolis - RJ, datada de 1858.
Construída num amplo terreno no Morro da Gratidão, na avenida dos Andradas (antiga Rua da Gratidão), adquirido à Cia. União e Indústria numa área desmembrada da Colônia Dom Pedro II (correspondente hoje aos terrenos do Jardim Glória, inclusive onde se situam as instalações do laticínio).
A fábrica Kremer era um local de lazer para os juizdeforanos, onde se realizavam festividades e banquetes.
Em 31 de agosto de 1876, na Cervejaria Augusto Kremer & Cia separam-se comercialmente matriz e filial, ficando Frederico Guilherme Lindscheid com a fábrica de Petrópolis que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja Nacional e Augusto Kremer com a fábrica de Juiz de Fora que passa a se chamar Imperial Fábrica de Cerveja e Águas Mineraes de Augusto Kremer & Cia.
Em 1878, com a morte de Augusto Kremer, seu sócio e gerente José Weiss decidiu deixar a fábrica que passou a ser dirigida pela viúva, que altera o nome para Cervejaria Germânia e amparada por bons auxiliares continua em crescente desenvolvimento.
A partir de 1914 passa a se chamar cervejaria Americana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira  
254
Avenida dos Andradas
Construção da Igreja Nossa Senhora da Glória, provavelmente em 1924.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia Extraída do Facebook de Edith Vaz de Araújo
253
Avenida Barão do Rio Branco
Grupo Central e a esquerda, Edifício Lenira.
Provavelmente inicio da pavimentação da Avenida  
José Bastos comentou: Interessante, durante muitos anos a Empav trabalhou muito bem e eu me lembro desse rolo compressor que usavam, era o único, mas muito bom. 
Deve ter virado sucata!
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
252
Água Mineral Natural São Luiz
O local era chamado de Munçunge
Atualmente é água Xua
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Aloysio Barbosa 
251
Rua Catulo Breviglieri - s/nº
Faculdade de Medicina em 1953
Unidade Santa Catarina
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
250
Cartão Postal 
É provável que ela tenha sido nomeada em homenagem a São João Batista, um santo popular, e tenha se desenvolvido junto com o crescimento da cidade de Juiz de Fora. A associação de comerciantes da rua foi fundamental para sua modernização e revitalização recente. 
Podemos ver ao Fundo Academia de Comércio.
Inicio do século
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
249
Morro da Gloria 
Avenida dos Andradas ou Morro da Gratidão em 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
248
Praça da Estação ou Praça Doutor João Penido e Estação Ferroviária 
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
247
Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Terminal Rodoviário Régis Bittencourt em 1965
Observação: Iniciando a construção do prédio onde hoje esta as instalações do Cesama.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
246
Primeira Capela que foi consumida por um incêndio e depois veio a ser Igreja da Glória.
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915 
Foto anterior a 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
245
Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco onde podemos ver o Rocha Hotel e os carros de praça atuais TAXI
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
244
Bairro Manoel Honório 
Avenida Brasil
Feira Livre, em 1982. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Roberta Baldutti
243
João Paulo Vieira comentou: Lembro-me dos tapumes nos locais dos vitrais 
Sem contar a inexistência do prédio de esquina que foi construído na década de 1970.
Falecido Padre Pedro Arbex, lutou muito para a construção da igreja 
Ela é do rito Melquita-Católico. 
A comunidade Sírio-Libanesa foi o sustentáculo da obra. 
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
242
Largo do Riachuelo 
Vista Fotográfica das cinco casas que pertenceu a Francisco Albino da Costa Freitas.
Eram Localizadas no Largo do Riachuelo, sendo quatro ligadas pela mesma Cumeeira, (Telhado).
E uma afastada do alinhamento do mesmo Largo em 21 de julho de 1896.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
241
Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ).
Bairro São Mateus
Rua Bairro São Mateus
Fundação da Maternidade: 1º de Dezembro de 1926.
Transformação em Hospital Geral: A partir de 2005, a instituição se tornou um hospital geral, mantendo a maternidade.
Atendimento: Oferece atendimento completo em diversas especialidades, incluindo maternidade, exames, pronto atendimento e cirurgias de pequeno, médio e grande porte. É referência em UTI Neonatal e cirurgias cardíacas em crianças.
O hospital é uma Organização Social de Saúde (OSS) sem fins lucrativos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
240
Bairro Vale dos Bandeirantes
O engenheiro Antônio Carlos Saraiva, formado pela Escola de Engenharia de Juiz de Fora, em 1949.
Em 1952, ele projetou e construiu o Bairro Vale dos Bandeirantes, hoje um dos mais populosos e importantes da cidade.
A estrada em destaque e a subida da serra da Grama como e popularmente conhecida.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
239
Museu Mariano Procópio
Rose Aragão comentou: Meu Avô Silvio Aragão, pintando uma tela, no Museu Mariano Procópio em 1964
Sylvio Ribeiro Aragão, Pintor, Professor, Restaurador, e um dos fundadores do Núcleo Antônio Parreiras, hoje Associação de Belas Artes Antônio Parreiras.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rose Aragão
238
Bairro Nova Era 
Aero Clube de Juiz de Fora 
Neste local atualmente se encontra as instalações do Colégio Militar 
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Léo de Oliveira II 
237
Família Imperial em Visita a Residência de Mariano Procópio Ferreira Lage em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria.
Ao Fundo o Jardim do atual Museu Mariano Procópio.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
236
Família Imperial em Visita a Residência de Mariano Procópio Ferreira Lage em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria.
Ao Fundo o Jardim do atual Museu Mariano Procópio.
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
235
Construção do Cristo de Juiz de Fora em 1906
Esse monumento é considerado o primeiro da América do Sul nesse estilo e foi feito 25 anos antes do que o Monumento da cidade do Rio de Janeiro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
234
Atualmente Colégio Cave
Provavelmente década de 1950.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves 
233
Residência de Padres Redentoristas.
Provavelmente 1870/1890.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Redentorista
232
Rua Marechal Deodoro - 174
Esta Loja foi reformada antes de ser a Casa Orion.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
231
Casa Orion nos seus Primórdios com proprietários e Família
Na porta da esquerda , funcionário Zenon
Na porta do meio os três filhos do casal Turolla
A saber da esquerda para direita: Eny, Odone e Rosalina
Na porta da direita o casal Turolla: Senhora Dolores Villar Turolla e Victorio Turolla
Rua Marechal Deodoro - 174
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
230
Cartão Postal 
Estrada de Ferro Central do Brasil, em Juiz de Fora em  de 26 de Dezembro de 1906.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Ferroviário 
229
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Rápido Bie nota se no meio da foto
Eram Limusines que faziam Juiz de Fora - Rio De Janeiro entre os anos de 1939 e 1945
Eram 4 Ford 0 KM o preço da passagem era de 20.000$, (réis).
Ao Fundo o Palace Hotel e o atual Museu do Crédito Real 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
228
(Morro do Imperador).
Provavelmente em 1905 pois o mesmo foi inaugurado em 1906, 25 anos antes do Corcovado na cidade do Rio de Janeiro e com isso afirmo que nossa cidade foi pioneira neste tipo de construção
O nome Morro do Imperador é uma homenagem ao Imperador Dom Pedro II que, em suas visitas a Juiz de Fora, sempre subia a montanha para, de lá, vislumbrar a cidade que se formava
São 25 metros de capela e torre e 3,75 metros de estátua.
Foi o comerciante e empreendedor Francisco Baptista de Oliveira que implantou pela primeira vez em solo nacional a ideia de ter uma imagem cristã abençoando a cidade sob seus pés
Ele faleceu prematuramente e não conseguiu ver o projeto concluído
A construção foi iniciada em 1902.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva 
227
Fazenda Quinta da Lage do Senhor Manoel Vidal Barbosa Lage
Vereador de 1881/1884
Pecuarista da Ribeirão da Boa Vista”, no distrito da cidade
Titular de Rua e de subúrbio na cidade
Investidor imobiliário.” (J. Procópio filho Gente Juiz Forana).
Além da fazenda de Ribeirão da Boa Vista, era proprietário das fazendas São Pedro, Monte Belo, Vale Maria e Quinta da Lage
Foi fundador e um dos organizadores da Companhia Estrada de ferro do Juiz de Fora-Piau
E ex-diretor da Companhia Ferrocarril Bondes de juiz de Fora
Faleceu em 24 de Maio de 1888.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
226
Carnaval
Rua Halfeld
Final do Século XIX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
225
Projeto do Jardim da praça Coronel Francisco Halfeld
Atualmente Parque Halfeld.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia: Louise Torga
Acervo: Arquivo Histórico de Juiz de Fora  
224
Cartão Postal 
Parque Halfeld 
Biblioteca Municipal, (Demolida).
A criação de uma biblioteca pública em Juiz de Fora foi proposta em 1888, pelo vereador Fonseca Hermes e inaugurada oficialmente em 28 de dezembro de 1897, no prédio da Câmara Municipal.
É considerada a instituição cultural mais antiga em funcionamento na cidade e no ano de 1982 recebeu o nome de Biblioteca Municipal Murilo Mendes em homenagem ao poeta juiz-forano.
A Biblioteca passou por diversas sedes até que, em 1996, instalou-se definitivamente no complexo do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, na Avenida Getúlio Vargas, 200, centro.
Em 2001 foi criada a Associação de Amigos da Biblioteca Municipal Murilo Mendes – AABIM – MM, que implementa ações para a revitalização dos serviços da Biblioteca.
Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/biblioteca/historia.php. Acesso em: jan. 2016.
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Desde a sua criação constitui-se como um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Situado entre as suas principais ruas - Halfeld, Marechal Deodoro e Av. Barão do Rio Branco - pode ser considerado, além de área de lazer, um centro político e religioso da cidade.
Com o nome de Largo Municipal, foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome de Juiz de Fora. A área foi adquirida pela Câmara Municipal, em 1854, do engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e nessa época o parque não contava com calçamento.
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e a segunda intervenção urbanística aconteceu em 1901, quando o Largo Municipal foi completamente remodelado pela Cia. Pantaleone Arcuri e Spinelli com o financiamento de Francisco Mariano Halfeld, filho do engenheiro Henrique Halfeld , passando, em virtude disso, a chamar-se Parque Halfeld.
Fizeram levantamento de canteiros, abertura de ruas, fechamento de outras, um pavilhão central, uma casa para o guarda do jardim, repuxos, lagos, pontes e casas rústicas, reforma do gradil, entre outros. O pavilhão, construído em estilo eclético, foi mais tarde sede da Biblioteca Municipal.
Novas reformas paisagísticas aconteceram durante as décadas de 50 e 60 tendo a última ocorrido em 1981, quando o Parque Halfeld teve diversas árvores derrubadas e sua área de terra e areia substituídas por novos passeios de pedra portuguesa. Os únicos elementos remanescentes do projeto de 1901 são a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu e o lago.
O Parque foi tombado pela Prefeitura em 29 de dezembro de 1989.
Disponível em: http://pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/parque_halfeld.php.
Provavelmente década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
223
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Parque Halfeld
Inauguração da Sede da Segunda Biblioteca Municipal, Pois a Primeira foi Demolida.
Discurso do Doutor João Penido Filho em Outubro de 1934.
Esta também Demolida no Final dos anos de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira
222
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Era localizada no interior do Parque Halfeld.
A Biblioteca Municipal foi redesenhada pelo arquiteto Raphael Arcuri, em estilo art-déco, sendo inaugurada em meados da década de 1930. 
Não há informações precisas de quando esta edificação foi demolida. "Era um prédio lindo, com arquitetura que tinha arabescos e remetia à cultura árabe", Demolida antes desta que esta na Fotografia!
Como disse anteriormente demolida no final da década de 1960.
Ainda encontramos elementos da época da inauguração, como as pontes com corrimão em formato de árvore, algumas estátuas, o monumento que antes ficava na frente e agora fica próximo à Igreja de São Sebastião na Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
221
Vista Panorâmica 
Parece irreconhecível, mas está é a Manchester Mineira
Podemos ver o Parque Halfeld “pelado”, tendo o prédio da Câmara ao lado e a Igreja de São Sebastião.
A atual Avenida Barão do Rio Branco, a Rua Halfeld, mais embaixo, (descendo), e a antiga Rua da Imperatriz , atualmente Presidente Getúlio Vargas.
Provavelmente em 1900.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Arquivo Público Mineiro
220
Podemos ver ao Fundo a Santa Casa em construção
A Avenida Barão do Rio Branco com suas arvores e a direita a Catedral Metropolitana entre outros prédios que aparecem na Fotografia
Não identificamos a senhorita que aparece
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
219
Bairro Bom Pastor 
Atualmente Praça principal, (Presidente Médici).
Provavelmente 1955/1956
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Henrique Paula De Resende
218
Exposição de costuras, trabalhos manuais e quadros de contabilidade do Instituto Comercial Mineiro em 1919.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo: Memorial Machadense
217
Orquestra Aquarela de 1960 a 1970
É uma lembrança do tempo em que as orquestras faziam sucesso
Essa orquestra era regida pelo Maestro Patrocínio da Polícia Militar.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nazath Carvalho
216
Sequestro que terminou na Rua das Margaridas, Bairro Aeroporto
Mariana Cruz comentou: Famoso leitão bandido de Juiz de Fora que conduziu o carro forte até a Avenida Rio Branco junto com seus comparsas
Juiz de Fora viveu o sequestro mais longo de sua história no ano de 1990
O episódio que se tornou conhecido como "O sequestro da Rua das Margaridas" atemorizou a cidade e ganhou projeção nacional através da imprensa, que acompanhou por 12 dias as negociações da polícia no Bairro Aeroporto
Em agosto de 1990, durante uma rebelião na Penitenciária de Contagem, um grupo de cinco presos, liderados por Wellington da Silva, o Leitão, fez três oficiais da Polícia Militar de reféns e conseguiu fugir num carro forte para Juiz de Fora
No dia 25 de agosto, o sequestro parou a cidade
Os cinco sequestradores, fortemente armados, mataram um dos reféns dentro do carro forte e abandonaram o veículo, tomando uma família de Juiz de Fora como refém. O grupo fugiu para uma casa da Rua das Margaridas
Na casa, os reféns foram sendo libertados, restando, até o final das negociações, o Coronel Edgar, da PM
Os cinco sequestradores acabaram se rendendo e foram transferidos para presídios do Estado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
215
Residência da Família Assis era de propriedade do Doutor Francisco de Assis e sua esposa Dona Marília. 
Depois Loja de Decoração Atel, (Demolida).
No local amplo pátio para estacionamento de veículos.
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto.
Década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Dos Reis Oliveira 
214
Rua Halfeld
José Eduardo Araújo comentou: Imediações da Galeria Pio X, o terreno vazio hoje o Banco do Brasil.
Antes do Calçadão, que construído pelo Prefeito Saulo Moreira
Ainda com trânsito de Veículos
Visível a placa da Rádio Joalheria Halfeld na esquina com a Galeria do Edifício Juiz de Fora, depois Galeria João Beraldo. Do outro lado o Rex Bilhares e no térreo o Bar Marrocos (que tinha no fundo mesas de bilhar) e na frente um famoso queijo bolinha na chapa.
Marcio Arcuri Comentou: Me lembro bem da bolas de queijo mussarela cozida em panela de óleo que ficava o dia inteiro na panela. Mas eram gostosas.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Década de 1960
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
213
Cartão Postal
Interior do Cine Theatro Central em 1940
Sua capacidade é de 1,881 espectadores
O projeto, do arquiteto Raphael Arcuri, é uma das primeiras referências locais à influência do art déco, ao passo que a decoração interna, da autoria de Ângelo Biggi, mantém-se fiel à tradição muralista italiana com temas clássicos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
212
Avenida Barão do Rio Branco
Derrubada do terminal central dos Bondes próximo do Parque Halfeld
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração pública cometeu, com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S.
Final da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
211
Interior da Casa da América em 1917
Localizada na  Rua Halfeld - 657
Era especializada em ferragens e louças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
210
Interior da Casa da América em 1917
Localizada na  Rua Halfeld - 657
Era especializada em ferragens e louças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
209
A primeira capela de Santo Antônio, origem remota da Catedral, teria existido no Morro da Boiada e pouco tempo depois, desmoronado. Em 1741, uma segunda capela foi construída no mesmo local, (fazenda de Antônio Vidal). Já em 1812, com a venda da propriedade, o novo dono, Antônio Dias Tostes, pediu autorização ao Governo do Império para transferir a capela para outro local.
A autorização da construção foi dada em 1844 e três anos depois, passou a funcionar em frente à Estrada Geral, (hoje, avenida Barão do Rio Branco). O espaço tinha cerca de 100m de extensão. No mesmo local construiu-se o primeiro cemitério.
Com a emancipação do nosso município, em 31 de maio de 1850, a capela foi transformada na primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única até 1900. Somente com a chegada dos padres da Congregação dos Redentoristas é que novas paróquias foram instaladas.
O templo teve logo que ser ampliado, pois se tornou pequeno para o grande número de fiéis que participavam das celebrações. Em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma nova. Um ano depois, o cemitério foi transferido para as proximidades da Estrada União Indústria, hoje Cemitério Municipal.
A nova matriz foi inaugurada em 1866, com espaço maior e construída atrás do prédio original. Em 1924, Dom Justino, nosso primeiro bispo, realizou algumas reformas no prédio, como o novo piso, ampliação do presbitério, nova pintura, novo púlpito, altar de mármore, além da reforma do trono e do lustre de cristal.
Segundo a pesquisa histórica, a Catedral já foi protegida por um muro de pedras de cinco metros de altura. No entanto, no início do século XX, a parede foi demolida e as pedras foram reaproveitadas no calçamento de diversas ruas da cidade. O dinheiro arrecadado com a venda de parte destas pedras também foi utilizado para a construção do jardim e das vias existentes em volta da igreja.
Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a matriz, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e foi reinauguradas em 1966.
A igreja já passou por várias modificações até chegar ao prédio atual. E ela se destaca não só por sua estrutura física, mas também pela composição administrativa e organizacional. Em toda a sua história, mais de 80 padres, párocos e vigários paroquiais, já passaram por ela. Além disso, possui localização privilegiada: fica na avenida principal da cidade, ocupando uma posição geográfica central.
Data não informado
Texto Fonte: https://www.catedraljf.org.br/index.php/conheca-a-catedral/historico
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
208
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Preto e Branco com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
207
Avenida Barão do Rio Branco 
Bonde Passando em frente o Colégio Stella Matutina.
Era o Bonde da Alegria, Um Transporte Altaneiro a São Mateus conduzia passageiros o dia inteiro.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
206
Avenida Barão do Rio Branco - 2960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
205
Competição ou Prova de Ciclismo 
Avenida Barão do Rio Branco
Próximo ao Parque Halfeld
Pista do lado do Parque
Em destaque um pouco ao fundo as Lojas Arapuã
Provavelmente meados da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
204
Nelly Mattos Comentou: Ainda nos seus primeiros anos, crescia o Bairro Bom Pastor. 
Seus primeiros moradores se tornaram amigos. 
Trabalharam, ao mesmo tempo, nas obras da Igreja e do clube, tendo recebido ambos o nome do bairro.
Os jovens frequentadores do clube logo deram jeito, junto com a Diretoria, de organizar a primeira festa junina. 
A quadrilha não poderia faltar!!! 
Os ensaios eram na rua mesmo e o sucesso foi grande!
A foto aqui estão, para comprovar.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelly Mattos
203
Cristina Bittencourt comentou: Helena Bittencourt coroada Rainha do centenário de Juiz de Fora em 1950.
O último a direita é seu irmão José Maciel Bittencourt.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Cristina Bittencourt
202
Bairro Jockey Clube
Provavelmente inicio da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
201
Bairro Nova Era
Aero Clube de Juiz de Fora
Data provável década de 1960
Atualmente neste Local esta localizado o Colégio Militar.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Roberto Dornellas 
200
Neste Local hoje funciona a Arpel
Adão Lucio Souza Comentou: Podemos ver nas laterais propaganda de alguns políticos da época, inclusive Juscelino para presidente.
Data Provável: 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
199
Demolida para a abertura para a atual Avenida Brasil
Sérgio Amaral comentou: Ao que me parece seria Rua Halfeld próximo a Ponte
Esta edificação posteriormente foi demolida para prolongamento da Avenida Brasil
Ermógenes Lino comentou: Trabalhei como apontador de pessoal e caminhões por algum tempo em 1965 justamente nessa parte da obra, a construtora era a COENGE que por sinal executou toda a obra da nova avenida
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
198
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
197
Podemos do lado esquerdo o que parece ser uma bomba de Combustível.
Data provável final década de 1940.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
196
Bairro Retiro
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
195
Carro da Fazenda do Paysandu em 26 de maio de 1935.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira
194
Pantaleone Arcuri & Spinelli
Carro de transporte de funcionários em 1912.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Bianca Barreto
193
Avenida Barão do Rio Branco
Hospital de urgências e o posto Rio Branco ficava próximo a Santa Casa.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
192
Provavelmente em 1900.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Arquivo Público Mineiro
191
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Terminal Rodoviário Régis Bittencourt
Plataformas de Embarque e Desembarque
Atualmente neste local funciona a CESAMA
Final da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
190
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Terminal Rodoviário Régis Bittencourt
Plataformas de Embarque e Desembarque
Atualmente neste local funciona a CESAMA
Final da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
189
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918.
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
188
Bairro Nova Era
Atualmente no Local o Colégio Militar
O primeiro da Direita para esquerda com um Gorro Branco e meu Tio Zequinha. 
Conhecido como Simões foi um dos Pilotos do Aero Clube.
Detalhes na Própria Legenda.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
187
Bairro Nova Era 
Avenida Doutor Bezerra de Menezes, Próximo a Rua Cassimiro de Abreu em 1977.
Na lateral da Fotografia em amarelo aparece parte da casa do Senhor: Manoel Nunes, (In Memoriam).
Na Bicicleta a amiga Mariângela, Filha do Senhor Adilson, (In Memoriam), É ao Fundo a Residência da família da Ciclista.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
186
Cartão Postal 
Vista Parcial
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver em destaque o Rocha Hotel
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis 
185
Bairro Santa Terezinha
A construção do prédio da Antiga Alcaidemoria de Juiz de Fora tem sua história ligada à abertura do Caminho Novo realizado por Garcia Rodrigues Paes, ligando a corte à zona mineradora. Em 1701 Garcia iniciou a abertura de uma picada por iniciativa própria , investindo na mesma recursos próprios e mão de obra escrava. Para facilitar seu acesso ao mesmo, Garcia mudou-se de São Paulo para Rio de Janeiro, mas a carência de recursos e de mão de obra levaram-no a solicitar a ajuda do governador d. Álvaro.
A Coroa também possuía interesses na conclusão do Caminho que permitiria maior arrecadação, e por conseguinte; tributação. Impossibilitado economicamente e fisicamente de manter-se nos trabalhos, Garcia foi substituído por Domingos Rodrigues , que levou à cabo a tarefa de abertura da estrada que recebeu o nome de "Caminho Novo".
Apesar de não ter concluído a tarefa, Garcia foi contemplado pelo Rei com quatro sesmarias ainda mais uma para cada um de seus filhos, escolhidas ao largo do Caminho Novo e o coronel Domingos Rodrigues foi nomeado como Cobrador das Estradas e Provedor dos Quintos, tendo para isso estabelecido o Registro e fundando nele uma fazenda de criação e cultura que lhe permitiu lucros e uma vida abastada.
A abertura do Caminho atraiu vários aventureiros para as minas, advindo daí uma necessidade de maior patrulhamento e fisco por parte da Coroa, desejosa de evitar o contrabando. Os acontecimentos do ano de 1711 podem ser percebidos pela Carta de Manoel de Araújo, um dos comandantes da patrulha.
A fazenda passou à família de Custódio da Silveira Tristão, devido ao casamento de Custódio da Silveira Tristão com Josefina, cabendo a um de seus filhos, Cícero Tristão, o direito sobre a sede da fazenda como herança, que doou-a em testamento à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, por não possuir descendentes diretos Após a morte de Cícero Tristão em 1954, a Fazenda do Alcaide-Mor passou a pertencer à Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, impondo como condições para efetivação da doação que Santa Casa mantivesse a casa como a recebeu; preservando assim o patrimônio histórico de Juiz de Fora e instalar no mesmo um serviço de assistência às crianças desamparadas e aos velhos doentes. Sabendo das condições impostas no testamento de Cícero, a Associação Feminina de Prevenção e Combate ao Câncer - ASCOMCER inaugurou na antiga fazenda o Instituto Dr. Cícero Tristão com o objetivo de amparar velhos desprovidos de recursos, que lá funcionou por dezoito anos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Foto extraída do livro Juiz de Fora em dois Tempos .
Acervo: Agnaldo Rocha Marliere 
184
Thereza Lalá de Paula comentou:22 de outubro de 1941
Juiz de Fora- MG, Loja japonesa Tókio Urata, de vendas de brinquedos e etc.
Rua Marechal Deodoro - 230
A seta indica nosso pai Gilbert Mouty de Paula, então com 14 anos de idade
Começou a trabalhar na loja, em Agosto de 1941 e foi até Janeiro de 1942, quando o cidadão japonês Tókio Urata foi preso, devido a Segunda Guerra Mundial e por estar na Lista Negra Americana. Nosso pai voltou a trabalhar nesta loja, em Setembro, Outubro e Novembro de 1942
Provavelmente a loja não funcionou em 1943 e 1944, pois foi depredada pela massa popular indignada pelo afundamento brutal de cinco navios nacionais, nas costas da Bahia, conforme oficio policial, de 1943
Nosso pai voltou então a trabalhar nesta loja, em Janeiro e Fevereiro de 1945
Não trabalhou nos meses de Março, Abril e Maio voltando em Junho do mesmo ano, de 1945, e ficou até Fevereiro de 1947.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Thereza Lalá de Paula 
183
Bairro Santa Terezinha
Policiais Militares em forma, preparando para o desfile de 07 de Setembro de 1960.
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
182
Bairro Santa Terezinha
Rua Tenente Luís de Freitas
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
181
Bairro Santa Terezinha
Rua Tenente Luís de Freitas
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
180
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Braz Bernardino
Palacete Santa Mafalda, também conhecido como Grupos Centrais, é um edifício localizado na cidade de Juiz de Fora
Foi oferecido a D. Pedro II, mas recusado, e então o imperador aconselhou que fosse destinado a um abrigo de doentes ou uma escola
Foi ampliado na parte de trás e é Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Abrigou a Escola Normal de Juiz de Fora, que foi transferida para lá e onde José Rangel lecionou.
Em 4 de fevereiro de 1907 foi instalado no prédio o Primeiro Grupo Escolar, com 470 alunos e dirigido por José Rangel.
Em 23 de março do mesmo ano foi inaugurado o Segundo Grupo Escolar, de funcionamento noturno, com 396 alunos e administrado pelo diretor José Rangel e pelos servente e porteiro do Primeiro
Em 1915 os grupos foram renomeados, respectivamente, para Grupo José Rangel e Grupo Delfim Moreira
Ficou conhecido como Grupos Centrais devido à sua localização, de frente para a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, em um trecho nobre da cidade do século XX
Somente o Grupo Delfim Moreira está no prédio atualmente
O Grupo Escolar surgiu com o propósito de tornar os alunos bons trabalhadores e bons cidadãos, e por isto o discurso liberal era ofuscado pelos mecanismos disciplinadores, para que se formassem cidadãos submissos à classe dominante
O prédio foi construído no final da década de 1850 pelo Comendador Manoel do Vale Amado, rico proprietário rural que desejava homenagear Dom Pedro II quando de sua primeira visita à Juiz de Fora
Batizado de Palacete Santa Mafalda, a construção foi erguida num ponto nobre da cidade, na esquina das ruas Braz Bernardino e Principal (atual Avenida Rio Branco)
Ao chegar à cidade em 1861 para a inauguração da Companhia União Indústria, o imperador utilizou o casarão, todo ornamentado com mobiliário importado de Paris, para a assinatura de importantes documentos, e também para a cerimônia do Beija-Mão, em que recebia os convidados e pessoas que tinham audiências marcadas.
Recusou, porém, a oferta do Comendador para que ficasse com o imóvel de presente, dizendo que só aceitaria se ele fosse doado ao estado para abrigar uma escola ou obra de caridade
Magoado, Manoel do Vale Amado decidiu que a casa jamais seria habitada, desejo que foi respeitado por seu filho, o Barão de Santa Mafalda.
O local só foi reaberto em 1904, ocasião em que foi doado à Santa Casa de Misericórdia e teve todo seu acervo leiloado.
Adquirido pelo estado, foi transformado em 1907 no primeiro grupo escolar de Minas Gerais, função que ocupa até os dias de hoje, abrigando a Escola Estadual Delfim Moreira.
Integra o patrimônio de Juiz de Fora desde 1983, quando foi tombado pela municipalidade.
Fotografia de 1958
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
179
Rua Halfeld
Plano frontal do Hotel Rio de Janeiro
No terço superior no meio da foto pode se ver o famosíssimo Hotel Rio de Janeiro, (Sua entrada lateral era um portão com duas colunas encimadas por dois Leões um de frente para o outro).
Este Hotel foi inaugurado em 07 de Julho de 1888 com um grande banquete presidido pelo Senhor Fonseca Hermes.
O Hotel era de propriedade do Senhor Gustavo Pereira da Cruz.
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
178
Um dos Primeiros Ônibus de Benfica 
A primeira linha de ônibus urbano que atendeu o bairro Benfica foi da empresa Diana
Surgiu na primeira metade dos anos 40. 
Era modelo "jardineira".
Foi criada pra atender parte dos trabalhadores da FJF, (antiga FEEA e, hoje, IMBEL), que moravam no Poço Rico e não usavam o trem Xangai
O trecho percorrido ligava Benfica com o Bairro Vila Ideal
Na época não existia a Avenida Brasil
Seu itinerário seguia pela Av. JK, (que se chamava BR135, BR3 e União e Indústria), Rua Olavo Bilac, Rua Bernardo Mascarenhas, Avenida dos Andradas, Avenida Rio Branco, Rua 15 de Novembro, (atual Avenida Getúlio Vargas), Rua Espírito Santo, passava pelo Cemitério Municipal até chegar na Vila Ideal.
Na foto do meu acervo, colorizada por Inteligência Artificial pelo Maurício Lima Corrêa, vemos um antigo veículo do transporte coletivo que fazia a linha Benfica. 
Um modelo fabricado pela Mercedes-Benz no início dos anos 60.
Acervo e Texto: Vanderlei Dornelas Tomaz 
177
Cartão Postal
Praça do Riachuelo ou Largo do Riachuelo em 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
176
Um dos caminhões da Frota do Senhor Octávio Kirchmair
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
175
Vista do interior do Parque Halfeld.
Podemos ver em detalhes que o mesmo era Cercado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio
174
Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Martha Braga comentou: Não sei preciso
Mas a inauguração e da década de 1940 ou 1950.
Marlene Damaceno Comentou: Mais um tesouro da nossa cidade que foi desfeito!
Nicia Moller Comentou: Minha mãe e minhas tias trabalharam na Santa Casa assim como era, a Igreja continua, o hospital precisava crescer para acolher.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
173
Alvaro Boechat comentou: Gincana do Bairro Bom Pastor, Conheço como poucos aquela cesta de basquete ao fundo da foto.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
172
Avenida Presidente Getúlio Vargas com antiga Rua Assis, atual Rua Mister Moore.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
171
Ônibus da viação Goretti uma das pioneiras no transporte em nossa cidade
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
170
Bairro Barreira do Triunfo
Avenida Juscelino Kubitschek
Provavelmente inicio da década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
169
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Gloria Magalhães
168
Estação Central do Brasil
A estação ferroviária central de Juiz de Fora tem uma história rica que se inicia com sua primeira edificação em 1884, parte da Estrada de Ferro Juiz de Fora ao Piau. Ela se tornou um ponto crucial para o desenvolvimento econômico da região, com o fluxo de café e mercadorias, levando à necessidade de um novo e maior prédio, inaugurado em 1905, que deu origem ao atual Museu Ferroviário. 
Primeira Estação e Chegada do Trem: A primeira estação foi inaugurada em 1884, pertencente inicialmente à Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau. A chegada do trem foi um marco de progresso, ligando Juiz de Fora a outras regiões e impulsionando a cidade, que ganhou o apelido de "Manchester Mineira".
Importância Econômica: Em um ano após a inauguração, a estação já era a quarta em importância na receita ferroviária, evidenciando seu papel fundamental no escoamento da produção, especialmente do café.
Nova Estação: Com o aumento do fluxo de passageiros e cargas, uma nova e mais moderna estação foi inaugurada em 1905, contando com salas para correio e botequim, além de uma longa plataforma coberta.
Transição para Museu: Em 1927/28, a estação primitiva deu lugar ao prédio atual de dois andares, que hoje abriga o Museu Ferroviário de Juiz de Fora.
Institucionalização: O museu foi inaugurado em 2003, após um convênio entre a Rede Ferroviária Federal S.A. e a Prefeitura de Juiz de Fora (através da Funalfa), com o objetivo de preservar e dar um uso cultural ao local.
Tombo Histórico: Tanto o acervo quanto a edificação da antiga estação estão tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA). 
Década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
167
A estação ferroviária central de Juiz de Fora tem uma história rica que se inicia com sua primeira edificação em 1884, parte da Estrada de Ferro Juiz de Fora ao Piau. Ela se tornou um ponto crucial para o desenvolvimento econômico da região, com o fluxo de café e mercadorias, levando à necessidade de um novo e maior prédio, inaugurado em 1905, que deu origem ao atual Museu Ferroviário
Primeira Estação e Chegada do Trem: A primeira estação foi inaugurada em 1884, pertencente inicialmente à Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau. A chegada do trem foi um marco de progresso, ligando Juiz de Fora a outras regiões e impulsionando a cidade, que ganhou o apelido de "Manchester Mineira".
Importância Econômica: Em um ano após a inauguração, a estação já era a quarta em importância na receita ferroviária, evidenciando seu papel fundamental no escoamento da produção, especialmente do café.
Nova Estação: Com o aumento do fluxo de passageiros e cargas, uma nova e mais moderna estação foi inaugurada em 1905, contando com salas para correio e botequim, além de uma longa plataforma coberta.
Transição para Museu: Em 1927/28, a estação primitiva deu lugar ao prédio atual de dois andares, que hoje abriga o Museu Ferroviário de Juiz de Fora.
Institucionalização: O museu foi inaugurado em 2003, após um convênio entre a Rede Ferroviária Federal S.A. e a Prefeitura de Juiz de Fora (através da Funalfa), com o objetivo de preservar e dar um uso cultural ao local.
Tombo Histórico: Tanto o acervo quanto a edificação da antiga estação estão tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA). 
Década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
166
Parque Halfeld
Podemos ver o Quiosque da Planta Original do Parque e o Fórum atualmente Câmara Municipal.
Em 1896, A Câmara Vetou a construção de um Pavilhão Indiano no Parque Halfeld, Onde Funcionariam Salões para Jogos, Tiro ao Alvo, Palco, Camarinse lugares para espectadores.
O projeto foi considerado " Atentatório´a moral Pública".
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
165
Conhecido como Serrinha
Ao Fundo a Aeronave PP GKO o famoso PA 20 que o levou para saltar
Paraquedista nome não informado
Provavelmente final da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
164
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto, (no fundo aparece o Edifício Primus),(o primeiro "arranha céu" de Juiz de Fora).
Rogério De Campos Teixeira comentou: Pedro Nava em seu "Baú de ossos" conta que os católicos saiam da calçada quando tinham que passar em frente à Maçonaria.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
163
Capella dos Nosso Senhor dos Passos e um pequeno trecho do Jardim
Localizada no Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
162
Avenida Barão do Rio Branco em 1963
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
161
Reuniu três mil pessoas nas margens do Rio
Foi feito um cordão humano de quase dois quilômetros
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
160
Atual Santa Casa de Misericórdia
Data provável 1900 a 1920
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
159
Bairro Benfica 
Antiga Várzea como era conhecida na época
Podemos ver a atual Rua Inês Garcia e parte do Córrego Três Pontes ainda sem o Canal de concreto.
Um pouco acima tínhamos uma ponte ou pinguela que só passava uma pessoa por vez, era de Madeira onde passávamos para ir a Escola Estadual Presidente Costa e Silva, (Polivalente), e também de uso dos moradores da Região.
A Ponte era localizada no final da Rua Evaristo da Veiga ou Rua da Feira Livre
Me recordo de amigos falando que alguém tinha caído da ponte ou pinguela da várzea, pois a mesma não possuía corrimão.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
158
Pantaleone Arcuri
Revenda Fiat 
Italiano que criou em Juiz de Fora uma agência da FIAT na década de 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
157
Primeira Serralheria de Juiz de Fora era de propriedade de Alberto Dalpra
Rua Osório de Almeida
Data não informada
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia enviada por Luiz Bertges
Acervo: Edson Dalpra
156
Cartão Postal 
Avenida Barão do Rio Branco 
Podemos ver a casa do Bispo, Catedral Metropolitana dentre outros.
Décadas prováveis 1920/1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
155
Biblioteca Municipal em estilo Manoelino era localizada no Parque Halfeld em 1915
Vicente De Paulo Clemente comentou: No intervalo para o almoço, ia lá, com um colega de trabalho para ver revistas e jornais...era um Oásis no centro do Parque.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
154
Parque Halfeld
Foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. 
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e finalmente, em 1906 foi totalmente reformado passando a chamar Parque Halfeld.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
153
Rua Marechal Deodoro
Vésperas de Natal em 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
152
Casas Regente
Rua Marechal Deodoro
Vésperas de Natal em 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
151
Bairro Nova Era 
Fazenda da Saudade 
Propriedade  do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
150
Bairro Nova Era 
Fazenda da Saudade 
Propriedade  do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
149
Bairro Nova Era 
Esta Cantina era nas proximidades da Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho, foi totalmente demolida, Era localizada na direção do meio campo do 4°GAC, (Era Linda).
A Estação que veio após fica a frente do Colégio Militar,  ao lado da Passarela, só ficou a base de concreto, Estruturas, Telhado e telhas já não existem mais, descaso com nossa história..Lamentavel
Foto extraída do livro História do 4º GAC
Autoria do Coronel Oswaldo Pereira Gomes
Livro doado gentilmente ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora em parceria com o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
148
Rua do Imperador, (atual Avenida Presidente Getúlio Vargas).
A história de Pantaleone Arcuri é a da Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri, uma empresa brasileira de construção civil fundada em 1895 em Juiz de Fora, Minas Gerais, por imigrantes italianos. 
A empresa foi fundamental para o desenvolvimento da cidade, construindo marcos como o atual Paço Municipal, o Cine-Teatro Central e o pavilhão mourisco do Parque Halfeld
A companhia encerrou suas atividades na década de 1940. 
A empresa e suas contribuições
Fundação e fundadores: A Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895 por imigrantes italianos, com Pantaleone Arcuri como diretor-gerente. A família chegou ao Brasil em 1887.
Inovação: A empresa foi pioneira em diversas áreas, como a produção de cimento amianto e ladrilhos hidráulicos, além de ter uma grande oficina de carroças, telhas e portas. Também representou a marca de automóveis Fiat no Brasil na década de 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
147
Residência na Avenida Barão do Rio Branco a direita de quem vai para o Alto dos Passos na altura da Rua Sampaio, (Demolida).
João Carlos Da Silva Comentou: Acho que era essa que tinha um letreiro no portão grande.
Estamparia não lembro o nome e o dono era o pai do Fernando Fagundes Neto se não me engano, lembro de minha mãe dizer que era estilo italiano isso na década de 1940.
Marco Fagundes Comentou: Essa casa era do meu avô José Fagundes Netto, ela ficava justamente onde é a entrada da Avenida Itamar Franco com a Rio Branco.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
146
Praça da Estação
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
145
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
144
PANIFICAÇÃO CENTRAL E TORREFAÇÃO DE CAFÉ 
Lygia Toledo comentou: Padaria Central, na parte baixa da Rua Marechal Deodoro era da Família de Francisco Falci e seus filhos (dentre eles Ângelo Falci)
Atenção para os carrinhos de entrega, em frente às 4 portas do estabelecimento.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Lygia Toledo
143
Interior do Cine Glória, que era localizado onde hoje é a atual Galeria Constança Valadares.
Demolido para construir a atual Galeria.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
142
O engenheiro Antônio Carlos Saraiva, formado pela Escola de Engenharia de Juiz de Fora, em 1949. 
Em 1952, ele projetou e construiu o Bairro Vale dos Bandeirantes, hoje um dos mais populosos e importantes da cidade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
141
Parque Halfeld 
Altair Cabral Comentou: Da esquerda para a direita:  Almir, (falecido), eu Altair Cabral, Adair Cabral e Catharina Marta Cabral, aproximadamente o ano de 1952.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Altair Cabral
140
Assim eram os Uniformes das Meninas da época
Miriam Arcuri comentou: Engraçado, bati o olho e lembrei!
Este uniforme era usado por alunas da Escola Normal.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
139
Bairro São Mateus
Rua São Mateus esquina com Rua Padre Café, atual Galeria Doutor Dirceu de Andrade,(antigo diretor da Maternidade).
Maternidade Therezinha de Jesus
Segundo informações não oficiais o nome da Maternidade foi escolhido pelo nascimento da primeira criança na Maternidade com o nome de Therezinha de Jesus.
Meados da década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
138
Bairro Granbery
Procissão de Nossa Senhora do Rosário, Saindo da respectiva Igreja em 1911.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
137
Podemos ver uma Panorâmica da cidade de Juiz de Fora
Provavelmente Inicio do Século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).
136
Catedral Metropolitana
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
135
Obras de Engenharia Publica em 1922
Equipe de Engenheiros e Trabalhadores
Local não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
134
Local não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
133
Futuro Bairro Monte Castelo
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
132
Casa Chic em seus Primórdios
Rua Marechal - 196
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
131
Rua Santo Antônio - 551
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
130
Edson Luiz Oliveira comentou: O que eu sei este colégio fica localizado na Rua José Zacarias dos Santos no Bairro Vila São Benedito antigo Arado no meados dos anos de 1970 foi extinto hoje e uma creche este colégio se chamava Candido Mota Filho.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
129
Casimiras S,S, São Sebastião S.A
Bairro Francisco Bernardino, atual Bahamas Mix.
Endereço antigo, Estação de Francisco Bernardino.
Lanifício São Sebastião S.A.: Houve um lanifício tradicional e de destaque na cidade, chamado Lanifício São Sebastião S.A., localizado na zona norte. Esta fábrica foi a primeira indústria de tecelagem instalada naquela região e é parte importante da memória industrial de Juiz de Fora. 
No entanto, ela não está mais em operação como lanifício, tendo encerrado suas atividades há décadas.
Lanifício Significado: Um lanifício é uma fábrica ou indústria especializada na produção de tecidos e artigos de lã. 
A palavra se refere tanto ao local de fabricação quanto ao produto final, como tecidos, cobertores e fios de lã. 
Historicamente, os lanifícios eram locais importantes para a economia, produzindo itens que iam desde roupas civis até uniformes militares, como mencionado no caso do Lanifício São Pedro.  
Indústria têxtil: Um lanifício é um tipo de indústria têxtil focado na lã. 
Os processos envolviam a seleção e limpeza da lã, seguida pela fabricação de tecidos, cobertores, mantas e fios. 
Exemplos de produtos: A produção incluía casimiras, sarjas, diagonais, flanelas, ponchos, capas, cobertores, xales, fios para bordados e malharias. 
Importância histórica: Muitos lanifícios foram fundamentais para as economias locais, empregando um grande número de pessoas e fornecendo produtos para o mercado nacional e até para o exército. 
Sinônimos: Os sinônimos para lanifício incluem "fábrica de lã", "fábrica de artigos de lã", "fabricação de lã" e "fábrica de tecidos ou artefatos de lã". 
Fotografia datada do início de 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
128
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Bernardo Mascarenhas consegue trazer em carros de bois os primeiros teares para Minas montando em 1888 a Tecelagem Bernardo Mascarenhas.
É o fundador da Companhia Mineira de Eletricidade
inaugurada em 05 de Setembro de 1889.
Em 28 de agosto de 1898
pela primeira vez no Brasil
inaugura-se a instalação de dois motores elétricos aplicados à produção industrial.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
127
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Mechanica Mineira foi uma das mais importantes. Fundada pelo engenheiro Belizário Penna em 1889, a construção possuía maquinários para carpintaria, modelagem, fundição de ferro e bronze além de ferraria para montagem de máquinas e veículos de transporte. Em 1901, a firma possuía um potente motor elétrico construído no próprio local. Eclética, com elementos característicos da arquitetura industrial da cidade, a edificação chegou a ser adquirida tempos depois pela Companhia Industrial e pela Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli. No local funcionaria a oficina mecânica, ferraria e fundição da fábrica. No entanto, logo depois, a edificação foi novamente vendida. Ao longo da história, a construção também serviu de sede para os artistas do Núcleo Antônio Parreiras. O edifício foi demolido para a construção do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, inaugurado em maio de 1964.
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
126
A companhia Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895, destacou-se por suas oficinas onde produzia-se carroças, telhas de amianto, portas, janelas, ladrilho hidráulico, chegando a ter, na década de 1920 uma representação de automóveis FIAT importados da Itália.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
125
Garganta do Dilermando antes de ser aberta para o transito.
Sérgio Vianna comentou: Lembro da Garganta desse jeito. 
Um tio meu, irmão de minha mãe, morava ao lado, e eu o visitava bastante. Minha mãe me levava nos finais de semana, e lá tinha 10 primos e primas. Sempre foi uma festa nessa ladeira.
Carlos Innocencio Comentou: Me lembro bem do Mandinho Promovia grandes festas juninas.
Simpatia em pessoa!
Nasci bem lá no alto! 
Morei um bom tempo de minha infância e graças a Deus, como fui feliz!
Provavelmente inicio da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ismael Matheus
124
Mais um registro Histórico fotográfico da antiga FEEA.
Trata-se da inauguração das casas do Antigo IPASE
Neste número 105, morava Senhor Jacy de Assis, sua esposa Olinda de Assis(Dona. Nininha), com os seus 9 filhos: Itamar, Wilmar, Jucimar, Edimar, Gilmar, Elimar, Cizinho, Luzimar e Claudinei.
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Maria José Silvério De Assis Silvério 
123
Foto Rara Com o Parque Halfeld Fechado Por Muros
Antigo Fórum da cidade de Juiz de Fora 
Atualmente Câmara Municipal
Emanuel Almeida Silva Comentou: Juiz de Fora é de 31 de maio de 1850, (Data comemorativa do aniversário), portanto creio que o prédio da foto seja do final da segunda metade do século XIX e não do início.
Bela foto, as palmeiras ainda estão jovens.
Chama atenção a cruz que aparece na foto.
Alguém sabe dizer aonde é aquele local?
Francisco Barroso Comentou: Emanuel Almeida Santos, a cruz que você se refere é na praça do Cruzeiro
José Eduardo Araújo Dos Santos Comentou: Prédio da atual Câmara Municipal de Juiz de Fora.
Talvez o início da construção do Parque Halfeld, cercado de muros e gradil e assim permaneceu por muitos anos. 
O Parque Halfeld no coração da Avenida Barão Rio Branco, foi a Praça Pública que recebeu desde 1950 diversas reformas até os dias atuais de todos Prefeitos que estiveram comandando a Cidade.
Agora falta a Prefeita Margarida fazer uma revitalização total no local através do Projeto BONITESA e cercar o Parque Halfeld através de um belo gradil e não permitir nenhuma atividade comercial no seu interior, ficando apenas para o lazer da população, pois e um bem tombado pelo Patrimônio Público.
Fazer uma manutenção nos Monumentos é no riacho existente com a volta do Manequinho.
Ao seu redor usar os passeios para a exposição de feiras de artesanato e outras atividades.
inicio do século XIX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Autoria: Albert Cohen
122
Com sua antiga Fabrica.
Fernando Carlos Comentou: Que saudades!!
Meu pai trabalhou por quase 15 anos, uma excelente empresa!
Tinha festa para os filhos de funcionários no salão que ficava a esquerda.
Uma bela recordação!
Marlos Rafael Gomes comentou: Meu nobre! 
É um lugar excelente de trabalhar! 
Ainda temos as festas, brinquedos para as crianças e etc! 
Esta foto é linda mesmo!
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
121
Avenida Barão do Rio Branco - 2262
Munir Yazbeck Comentou: Seu proprietário era o saudoso Lourival Moreira Costa.
Toninho Monteiro Comentou: Seu mais ilustre frequentador foi nosso conterrâneo Itamar Franco.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
120
Avenida Barão do Rio Branco - 1231.
Luiz Roberto Comentou: O Viva Bela, do meu Amigo Toninho Teixeira, começou como um bar, e só depois é que se transformou numa casa noturna que nos deixou muitas boas lembranças... Frequentei muito!
Munir Yazbeck Comentou: Localizado embaixo das arquibancadas do Sport Clube Juiz de Fora, teve fim com a construção do Mergulhão.
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
119
Local não informado
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
118
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão
117
Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada
a população urbana ainda era diminuta e contava mais ou menos com seiscentos habitantes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
116
A Maternidade Therezinha de Jesus foi fundada em 01 de Dezembro de 1926, pelos médicos José Dirceu de Andrade, Navantino Alves e Renato de Andrade Santos. Foi inaugurada em 01 de Janeiro de 1927, no prédio na Avenida Quinze de Novembro, atual Avenida Getúlio Vargas
Em 08 de Janeiro de 1927, às 19h, ocorre o primeiro nascimento, realizado pelo médico Dr. José Dirceu de Andrade: um bebê do sexo feminino, que recebeu o nome de Therezinha de Jesus.
Em 1931, após doação do Governo de Minas Gerais, a Instituição passou a funcionar na Rua São Mateus
Em 1955, foi construído um anexo, onde foi instalada uma lavanderia. Este anexo foi alugado à Obra Social Santa Mônica, destinando-se também ao abrigo de mães desamparadas, sem famílias constituídas, que tinham permissão para trabalhar no local. 
Em 1978 a Maternidade foi transferida para a atual sede, à Rua Dr. Dirceu de Andrade.
A Instituição estabeleceu convênio com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, para o ensino da disciplina de Obstetrícia
Desde 1967, mantém um ambulatório de planejamento familiar que atende a toda a população. 
Também faz parte do Centro de Biologia de Reprodução – CBR, onde realiza pesquisa na área de reprodução humana e animal desde 1970, para embasar o planejamento familiar.
A partir de 15 de setembro de 2005, a Instituição passou a ser co-gerida pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – Suprema (FCMS/JF), recebendo a partir de então a denominação de Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) e passando a prestar assistência à saúde, em âmbito geral, com diversas especialidades.
Disponível em: http://www.hmtj.org.br/2014/o-hospital/o-hospital-1/historico-4. Acesso em: dez. 2015.
Encontrado no link: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445351&fbclid=IwAR0H09H7QivZeYy6UB-UbxwwF090-pTNWmffZwrrZdzs6k7jisOxnpc1Hbo
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
115
Provavelmente década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sergio Matos Vale "Ótica Globo"
114
Bairro Benfica ou Avenida Rosa 
Atualmente Bairro Araújo
Residência era situada paralelamente entre a linha do Trem, terminando no córrego.
Bem ao fundo a esquerda podemos ver parte da Estação Ferroviária
Esta casa foi demolida, onde morou a Dona Floricena
Provavelmente nas décadas de 1950/1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
113
A Igreja possui uma imagem de “Santo Antônio Fujão”. Segundo a tradição popular, esta imagem desaparecia da capela e, a cada dia, ela aparecia em uma residência diferente, pois todos queriam tê-la em suas casas, daí o nome de fujão. Atualmente, a imagem está recolhida, pois necessita de restauração. No chão das laterais direita da igreja há dois túmulos, um com os restos mortais de Dom Justino José de Sant'Ana e o outro está vazio.
Outro destaque da Catedral são as pinturas. No altar principal, a Santíssima Trindade e Jesus, pregando para os doutores da lei e para as multidões que o seguiam. Há debaixo da abóbada, há pinturas dos quatro evangelistas. No corredor, estão: Cordeiro de Deus, São Pedro e São Paulo, Anjos e Santa Cecília. Cada altar lateral também possui sua respectiva pintura. Os quadros da Via-Sacra (com 14 estações que destacam a morte, paixão e ressurreição de Cristo), são feitos de gesso, coloridos e em alto relevo.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
112
O empreendimento, com a compra da Companhia Ferrocarrial Bondes de Juiz de Fora, foi tão bem-sucedido que, na década de 1930, a C.M.E. já fabricava seus próprios bondes.
A partir de 1954, no entanto, o serviço foi assumido pelo Departamento Autônomo de Bondes.
A partir dos anos 50, a C.M.E. entrou em decadência e o ritmo de produção de energia não acompanhou a demanda, o que, de certa forma, acabou afetando o progresso de Juiz de Fora.
Em 1980 a companhia foi absorvida pela CEMIG.
Pelo seu incontestável valor histórico, os remanescentes da Companhia Mineira de Eletricidade, foram tombados pelo poder público.
Foi integrado ao Patrimônio Municipal, o edifício da Companhia, localizado na Rua Espírito Santo, 467 (Castelinho), o anexo, construído na década de 1920, seguindo mesma linguagem arquitetônica, além da primeira usina hidrelétrica, transformada em museu.
Década de 1960
Fonte: 1.bp.blogspot
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
111
Bairro Nova Era 
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora. 
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
110
Bairro Nova Era 
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora. 
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
109
Bairro Nova Era 
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora. 
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
108
Faquiresa Dzy Tzu Deitada sobre uma cama de Pregos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Alberto de Oliveira
107
Podemos ver ao fundo os Grupos Centrais e a Catedral Metropolitana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
106
Bairro Barreira do Triunfo
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Carlão Miranda comentou: A informação é que faz parte do álbum "Cópia das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do estado de MG em 1939", segundo o MAPRO.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio.
105
Primeira Escola do Bairro
Solange Pereira Gama comentou: Esta foto e de meu primo Pepp Assis: Esta foto é outra raridade
E a primeira Escola da Barreira
Acho que é essa que falam que era a Escola da Dona Cira Guedes Guimarães
Esta Escola depois foi a casa da Dona Heroína, que hoje também não existe mais
Na foto podemos encontrar vários antepassados nossos que estudavam nesta época em que Julieta de Assis já era a professora
Eu não cheguei a conhecer este casarão
Julieta era uma senhora que eu chamava de tia. Ela faleceu com mais de 90 anos
Agora fui descobrir ela era minha prima.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama 
104
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto e primeira Igreja Igreja que era no cemitério
Solange Comentou: Meu avô ajudou a construir
Data não informada
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama  
103
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto do lado da primeira Igreja da Barreira que era no cemitério
Solange Pereira Gama comentou: Das três meninas da frente minha Mãe era a do meio, Dulce de Souza Silva
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama  
102
Primeira Igreja do Bairro
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama  
101
Bairro Granbery
A Igreja Nossa Senhora do Rosário no bairro Granbery, em Juiz de Fora, foi inaugurada em 1905 e é um marco do patrimônio histórico e cultural do município. Construída a partir de 1894, sua edificação foi um projeto da Companhia Pantaleone e Arcuri, e o lançamento da pedra fundamental em 1905 marcou sua inauguração com a presença de uma grande solenidade e procissão. 
O projeto arquitetônico foi assinado por José de Magalhães, e sua estrutura acústica é considerada uma das melhores da cidade. 
História da igreja
Período de construção: A construção da igreja, iniciada em 1894, teve a obra concluída em 1905.
Inauguração: A inauguração foi marcada por grande solenidade, com a presença do então Bispo de Juiz de Fora, Dom Eduardo de Oliveira, e a procissão que partiu da Matriz.
Patrimônio: A igreja é tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural do município desde 5 de dezembro de 2001.
Destaques: A igreja se destaca pelo seu projeto arquitetônico com tendência eclética, com ornamentos originários de várias fontes de estilo. 
Sua estrutura acústica é uma das melhores da cidade, permitindo a realização de eventos como o Festival Internacional de Música Colonial.
Outros fatos: O primeiro pároco, Padre Aloísio Derossi, que faleceu em 1911, está enterrado no local. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
100
Esta equipe disputou o campeonato juvenil da segunda divisão 
Em pé : Da esquerda para direita.
Ademir, (Dil), Mauro (Saneia), Barreto, Sebastiao,(Tião), 
Misael, Varinaldo, (Piriá), Quico, Eduardo, Américo Pacheco.
Agachados : Da esquerda para direita 
Zeze Raul, Fernando, Mauro 
Tau, Wanderlei, (Derlei) e Hilário.
E mais alguns atletas que não aparecem na foto.
Aproximadamente entre 1964 a 1967.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauro Jesus Fonseca
99
Era Localizada na Rua Halfeld - 112.
Data não Informado 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
98
Museu Mariano Procópio em 1861.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
97
Corrida de Velocípedes
Rua Halfeld
À direita Edifício Clube Juiz de Fora, lá em cima.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
96
Acrobatas Alemães- "Zugspitz Artisten"
Datas Prováveis entre 1956/1958
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
95
Cartão Postal 
Provavelmente final da década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
94
Foi Inaugurado em 1908.
Demolido após o término da construção do Palácio da Saúde.
Meados da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
93
Cartão Postal 
Parque Halfeld em 06 de Janeiro de 1907
Ao Fundo a Biblioteca e o Chafariz da planta original do Parque.
Esta Biblioteca e citada e mostrada no Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
92
Com 02 torres e o prédio que deu origem ao Sanatório para tuberculosos, (Sanatório Villaça), Construído pelo Doutor Hermenegildo Rodrigues Villaça estava anexo à Santa Casa de Misericórdia
Foi fundada em 06 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
91
O Trem Urbano de Juiz de Fora, mais conhecido como Trem Xangai foi administrado em seus últimos anos pela R.F.F.S.A, atendia os Municípios de Juiz de Fora e Matias Barbosa, possuía 7 estações e 4 paradas, contava com cerca de 36,5 km de extensão e chegou a transportar cerca de 1.500 usuários/dia.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru 
90
Estação Ferroviária do Bairro Benfica 
O Trem Xangai no embarque e desembarque, em 1978.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa  
89
Estação Ferroviária Coronel Felício Lima, (Demolida), Para a Construção do Acesso Norte, Foi Inaugurada em 1938.
Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue em 1858, da estação Dom Pedro II até Belém (Japeri) e daí subiu a serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em 1864. Daqui a linha seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875. A intenção era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará. Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro Leopoldo em 1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São Francisco, em 1910. A ponte ali construída foi pouco usada: a estação de Independência, aberta em 1922 do outro lado do rio, foi utilizada por pouco tempo. A própria linha do Centro acabou mudando de direção: entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi construído um ramal para Montes Claros que acabou se tornando o final da linha principal, fazendo com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de Pirapora. Em 1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde havia a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador. Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até Barra do Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho, estações onde tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes desta última, porém, havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica, na estação de Conselheiro Lafayete. Na baixada fluminense andam até hoje os trens de subúrbio. Entre Japeri e Barra Mansa havia o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes Claros e Monte Azul esses trens sobreviveram até 1996, restos do antigo trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe... para trens cargueiros.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa  
88
Bairro Benfica
Estação Ferroviária em Setembro de 1921.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
87
Casa do Café
Rua Halfeld
Calçadão
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
86
Provavelmente década de 1950/1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
85
Avenida Barão do Rio Branco
Crianças jogando Bolas de Gudes em pleno canteiro Central da Avenida.
Bons e Maravilhosos Tempo.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
84
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
83
foi uma iniciativa criada em 1940 pelo governo Vargas que visava melhorar as condições de vida dos trabalhadores através da oferta de refeições acessíveis em restaurantes populares e da promoção da educação alimentar. Ele também incluía a divulgação de princípios de nutrição para os trabalhadores e seus empregadores, além de realizar pesquisas e fornecer apoio técnico. O serviço foi extinto em 1967. 
Restauração e alimentação: O SAPS instalou e operou uma rede de restaurantes e refeitórios populares que ofereciam refeições nutritivas a preços baixos.
Educação alimentar: Promovia um programa educacional para divulgar as vantagens de uma alimentação científica e econômica, criticando hábitos alimentares populares e orientando sobre a nutrição adequada.
Ação técnica: Mantinha laboratórios para pesquisar alimentos brasileiros, incluindo análise de vitaminas e métodos de conservação e produção, e possuía uma cozinha-escola para o treinamento de profissionais.
Extinção: Após quase três décadas de funcionamento, o SAPS foi extinto em 1967, com a transferência de seus bens e serviços para outros órgãos, conforme o Decreto-Lei nº 224 de 28 de fevereiro de 1967. 
Avenida dos Andradas
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
82
Solar construído em 1914 por Rafael Arcuri para a senhora Olympia Peixoto
Dez anos depois de construído foi vendido ao casal Jose Raphael e Iracema de Souza Antunes , então passou a se chamar-se Villa Iracema
Foi a primeira residência de Juiz de Fora com Piscina desde a sua construção
E bem tombado desde 18 de Agosto de 1999
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira 
81
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade, era de Propriedade do Coronel Horácio Lemos, (Demolida).
Atualmente neste Local, a Garagem da Empresa de Ônibus São Francisco.
Observação: Em 1930 não existia o Bairro Nova Era, Ele Foi Fundado no Final da década de 1950 ou início da década de 1960, e a fazenda ficava dentro do Bairro Nova Era.
Fotografia datada de 26 de Outubro de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
80
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade, era de Propriedade do Coronel Horácio Lemos, (Demolida).
Atualmente neste Local, a Garagem da Empresa de Ônibus São Francisco.
Observação: Em 1930 não existia o Bairro Nova Era, Ele Foi Fundado no Final da década de 1950 ou início da década de 1960, e a fazenda ficava dentro do Bairro Nova Era.
Fotografia datada de 26 de Outubro de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
79
Primórdios do Aeroclube de Juiz de Fora era localizado no Bairro Nova Era
Podemos ver a esquerda da Fotografia os Prédios do Aero Clube, como hangar e etc.
Acredito que já existia o Campo de Futebol do 1/4 RO - Regimento de Obuses atual 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Podemos ver o que se parece com Baias ou cocheiras os prédios em primeiro plano, pois na época o principal meio de transporte eram Cavalos.
Neste local atualmente é o Colégio Militar de Juiz de Fora
Provavelmente meados da década de 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
78
Famoso chafariz que existiu no Parque Halfeld a partir de 1901   
Ao fundo, a atual Câmara Municipal 
Do projeto do Parque desta época, restam elementos
como o quiosque e a rampa que se vê à direita.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
77
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, (Catedral de Santo Antônio). 
No final do século XIX e início do XX é descrever o coração espiritual e geográfico de uma cidade que estava se tornando a "Manchester Mineira".
Nesse período, a Catedral era muito diferente da estrutura monumental que vemos hoje. Aqui estão os pontos principais daquela época:
A Estrutura da Época (O Templo de 1864)
A "Terceira" Igreja: O prédio que existia na virada do século foi concluído por volta de 1864-1866. Ele substituiu uma capela anterior que era considerada pequena para o crescimento da cidade.
Sem as Torres Atuais: No final do século XIX, a igreja era mais simples. 
Ela não possuía a grande cúpula e as torres imponentes que vemos hoje; essas são intervenções mais tardias, (especialmente das reformas que começaram em 1950).
O Muro de Pedras: Um detalhe fascinante do início do século XX era um muro de pedras de cerca de 5 metros de altura que cercava e protegia o templo. Curiosamente, esse muro foi demolido no início dos anos 1900, e suas pedras foram vendidas para pavimentar diversas ruas de Juiz de Fora.
Elevação a Catedral (1924): Embora o prédio já fosse antigo, ele só se tornou oficialmente "Catedral" em 1924, quando foi criada a Diocese de Juiz de Fora. Antes disso, era a Matriz de Santo Antônio.
Localizada na principal avenida (Avenida Rio Branco, então chamada de Estrada Geral), ela era o ponto de referência para procissões e festividades que reuniam a elite industrial e os operários das fábricas.
Até meados do século XIX, o cemitério da cidade ficava ao lado da igreja. Com o crescimento urbano e por questões sanitárias, ele foi transferido para o Poço Rico em 1865, permitindo que a área central se tornasse estritamente religiosa e administrativa.
Nessa época, o interior já abrigava imagens históricas, como a de Santo Antônio, o padroeiro, trazida pelos fundadores da cidade. 
Muitas das pinturas e vitrais que admiramos hoje foram doações de famílias influentes feitas ao longo das décadas seguintes.
A Catedral passou por uma metamorfose. 
No início do século XX, ela tinha traços mais coloniais e neoclássicos simplificados, evoluindo para o estilo romano, (com arcos plenos e cúpula), que define sua silhueta atual.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
76
Foi idealizado e construído por Juracy Neves, diretor- presidente do Grupo Solar de Comunicação
O espaço cultural foi inaugurado em Abril de 1989. Está localizado na Avenida Presidente Itamar Franco nº 2104 em Abril de 1989.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia: Autoria de Jorge Couri
75
Avenida Barão do Rio Branco 
Colégio Stella Matutina com sua Arquitetura ainda imponente em 1940 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
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Rodoviária Régis Bittencourt.
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua São Sebastião em 1977.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
73
Atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld e que posteriormente veio a ser a prefeitura de Juiz de Fora
Historia:
O Prédio na esquina das ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld ), foi adquirido pela administração publica de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao Paço Municipal
Projetado pelo Arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco foi concluído em 1918
O Edifício tomou o formato que e conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada
Uma ultima ampliação ocorreu em 1944 na parte interna , e o prédio enfim foi finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo Município em 19 de Janeiro de 1983 e deixou de abrigar a sede da Prefeitura
Provavelmente século XIX
Fonte Fotografia no Museu Mariano Procópio
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini
72
Construção da Prefeitura de Juiz de Fora
O prédio situado na esquina das ruas Direita e da Califórnia (Respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld), foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local. 
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Rio Branco, foi concluído em 1918. 
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil. 
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura JF Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço.
Data provável 1917
Texto Fonte: wikipedia.org
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
71
Senhor, Hélio à esquerda era o motorista tendo como Cobrador o então chamado de "Mané Capeta" à direita em 1957.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Gláucia Guedes
70
Avenida Barão do Rio Branco, sem o Mergulhão.
Podemos ver a esquerda o Sport Club Juiz de Fora e a Frente o Senai
Do lado direito esta magnifica Praça, onde atualmente se encontra o Mergulhão.
Provavelmente final da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
69
Trem Xangai passando pela Represa da Cemig, (Centrais Elétricas de Minas Gerais), no Rio Paraibuna, no trecho entre Juiz de Fora e Matias Barbosa, após a Estação de Retiro em 1988.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru.
68
Podemos ver a Famosa Pintura de Pedro Américo, Tiradentes Esquartejado
Visto de perto este quadro é bem forte, e expressa com bastante clareza o marcante nacionalismo do romantismo brasileiro, através de um dos seus maiores expoentes, Com a retratação crua e fortíssima da figura esquartejada o pintor pretende salientar a intensidade do martírio.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
67
Rua Halfeld Parte alta 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
66
Tubulação de distribuição de água potável Passando em meio a Mata do Krambeck.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
65
Vista Aérea 
Podemos ver o Clube do Papo no Morro do Imperador ou Morro do Cristo.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
64
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
63
Cartão Postal 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
62
Era localizado atrás do prédio da Oi na Avenida Barão do Rio Branco.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
61
Rua Marechal Deodoro - 128 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
60
Torres das guaritas de Seguranças que existiram na portaria da Fabrica da FEEA atual IMBEL, (Demolidas).
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
59
Bairro Nova Era 
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek
Interior do Sílvios Restaurante parada obrigatória de Ônibus Estaduais.
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
No detalhe aparece o Proprietário o primeiro da direita.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
58
Bairro Nova Era 
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek
Interior do Sílvios Restaurante parada obrigatória de Ônibus Estaduais.
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
57
Bairro Nova Era 
Sílvios Restaurante parada obrigatória de Ônibus Estaduais.
Podemos ver a Plataforma de embarque e desembarque de Passageiros e Viajantes.
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
56
Vista Panorâmica 
A torre helicoidal no Morro do Cristo, em Juiz de Fora, foi a primeira do tipo na América do Sul, inaugurada em 1964 e utilizada pela extinta TV Industrial por 15 anos. 
Atualmente, apenas a base da torre original foi preservada e está visível no local. 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
55
Guarita ou Cabine Policial 
Próximo a Avenida Independência na atual Avenida Itamar Franco, Quase Esquina com Avenida Barão do Rio Branco era usada para monitorar o fluxo de Veículos.
Ao Fundo podemos ver o Colégio Estela Matutina.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
54
Caminhão do Transportes Canário, Saindo da Avenida Presidente Getúlio Vargas em direção a Avenida Barão do  Rio Branco ao fundo podemos ver a antiga Rodoviária Régis Bittencourt e a construção do prédio, onde esta as Instalações da Cesama.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
53
Avenida Barão do Rio Branco Esquina com Rua Halfeld
Antiga Sede da Prefeitura Municipal 
Data provável década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
52
Oficialmente parte da denominação do atual Hospital Municipal e Pronto Socorro, teve sua história marcada por seu funcionamento na Avenida Rio Branco, nº 3408, onde hoje se localiza o Hospital Municipal. O nome "Cotrel" foi incorporado à nomenclatura oficial por sua forte associação com a memória popular da cidade, que se referia à antiga unidade hospitalar pela sigla durante décadas. 
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
51
Podemos ver o inicio do Morro da Gloria como também a Igreja de São Roque
Inicio do século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
50
Inicio do século XX.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
49
Parque Halfeld
Esta é uma das mais belas imagens que conheço do Parque Halfeld. 
Reproduzi de um livro raro que possuo: "Impressões do Brazil no Século XX", publicado na Inglaterra em 1913
Várias de suas mil páginas são dedicadas a Juiz de Fora
Vemos o prédio que abrigou a biblioteca municipal no centro do parque e mais adiante o chafariz.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Vanderlei Dornelas Tomaz
48
Gruta no Pátio Interno do Colégio Stella Matutina
Alunas Não informadas
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
47
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: Livro Lo Stato de Minas Geraes de Filippo Grossi de 1911.
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
46
Visita da Família Imperial à Juiz de Fora em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
45
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Marcelo Pascoalini comentou: Esta foto e muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
44
Cartão Postal 
Foto tirada do alto da igreja São Sebastião em 1912
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
43
A estação de Juiz de Fora foi inaugurada em 1875
A cidade já existia desde o século XVIII; a estrada de rodagem União e Indústria, aberta seis anos antes e ligando-a à Capital Federal (Rio de Janeiro) e agora a ferrovia, fazendo a mesma ligação de forma mais rápida, trouxeram um grande crescimento à cidade a partir de então. Juiz de Fora ficou mais ligada ao Rio que a Belo Horizonte até meados do século XX exatamente por isso
A cidade, já uma das mais importantes da Província e do Brasil naquela época, certamente agora teria mais riquezas a receber
Ali chegaram trens de passageiros da Central e depois da RFFSA até 1996, quando o último deles, o chamado Xangai, foi extinto
Em frente à estação, do outro lado das linhas, existia a estação de Juiz de Fora da E. F. Leopoldina, de onde saíam, de 1884 até 1974, os trens para o ramal de Juiz de Fora, seguindo até São Geraldo, na linha de Caratinga dessa ferrovia.
Juiz de Fora - EFCB.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
42
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
41
Observe a igreja Matriz ao fundo. A primeira construção, à esquerda, era o antigo Posto São Jorge, do Senhor Joanico. 
Está no início da Rua Tomé de Souza
A atual Avenida JK era chamada de BR3. Não existia a BR040
Para chegar a Belo Horizonte, era preciso passar por Benfica.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Vanderlei Dornelas Tomaz
40
geração de energia elétrica com a Companhia Mineira de Eletricidade, (1889), e a sua posterior aplicação como força-motriz à indústria, contribui para o estabelecimento de novos empreendedores.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
39
Inauguração do Fórum em 1878
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
38
Aldeia da Colônia D. Pedro II em 1872
O estabelecimento da sede da Cia. União Indústria
a introdução dos imigrantes e a criação
da Colônia D. Pedro II, vão ser um forte estímulo ao crescimento urbano.
Com a inauguração da rodovia União e Indústria, em l861
Juiz de Fora se transformou no entreposto por excelência da Zona da Mata.
Com isto intensificaram-se os processos
de divisão social do trabalho e de troca de mercadorias
tendo como resultado a diversificação da economia
e a inauguração de uma nova fase de crescimento urbano acelerado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
37
Foto Histórica da época do império
"Nessa viagem, o imperador e sua comitiva passearam de barco pelo lago da Quinta dos Lage, indo até o rio Paraibuna, através de um canal que contornava a colina onde está a ”Vila“. Segundo a reportagem publicada no ”Jornal do Comércio“, do Rio de Janeiro, na edição de 27 de junho de 1869, ”durante o passeio de Suas Majestades, os alemães da colônia da Companhia formavam em torno do lago uma linha de archotes cujos fogos refletiam nas águas prateadas pelo clarão da lua“. Vinte anos depois, exatamente no dia 15 de novembro de 1889, depois de muitos conflitos entre monarquistas e republicanos, a República era proclamada. E a família imperial, dois dias depois, era embarcada sigilosamente para Portugal, encerrando-se assim 67 anos de monarquia no Brasil. No dia 5 de dezembro de 1891, Dom Pedro II morria em Paris, onde estava exilado"
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
36
O nome Juiz de Fora vem de um magistrado chamado "juiz de Fora", um juiz nomeado pela Coroa Portuguesa que atuava em locais onde não havia um juiz de direito fixo. 
A versão mais aceita é que um desses juízes se hospedou em uma fazenda na região, que passou a ser conhecida como a "Sesmaria do Juiz de Fora". O povoado que surgiu próximo a essa fazenda deu origem à cidade. 
Cargo histórico: O "juiz de fora" era um magistrado que, por vir de fora da localidade, supposedamente garantiria mais imparcialidade na aplicação da justiça.
Origem do nome: A fazenda, e posteriormente a área ao seu redor, ficou conhecida por abrigar esse magistrado. O nome "Juiz de Fora" era usado para se referir à fazenda e, com o tempo, a um povoado que se desenvolveu ali, culminando no nome atual da cidade. 
Esta fazenda foi demolida na década de 1940, era localizada onde funcionava a Sayonara que também foi demolida.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
35
Bairro Benfica
Antigo Posto Policial em Janeiro de 1956
Era localizado em Frente a Residência do saudoso Vereador Ignácio Halfeld.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
34
Arredores da Praça da Estação
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
33
Residência em primeiro Plano de Propriedade do Senhor Coronel Ludovino Martins Barbosa 
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
32
A Avenida Juscelino Kubitschek tem este nome desde 1981
De 1973 até 1980 era a BR-040, pois não havia ainda a Rodovia de contorno de Juiz de Fora
De 1964 até 1973, a BR-040 chamava-se BR-135
Do final dos anos 40 até 64 era a famosa BR-3
Antes disso era simplesmente a continuação da Estrada União e Indústria
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
31
Bairro Benfica
Podemos ver bem ao fundo a esquerda a Estação Ferroviária
Final década de 1950 ou inicio da década 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
30
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
29
Ao Fundo o Edifício Clube Juiz de Fora que foi consumido por incendio no carnaval de 1950, e no mesmo ano começou a construção do atual Edifício Clube Juiz de Fora.
Tropas Militares em desfile em comemoração ao primeiro Centenário da Independência,1822/1922
Fotografia de 1922  
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Valéria Faria 
28
Vista Parcial
Bairro: Barbosa Lage em Abril de 1974.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
27
Bairro Nova Era
Obras na Avenida Juscelino Kubitschek em 11 de Fevereiro de 1989.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Gilberto Marques
26
Garagem da Transgasol
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Vitor Bernadara
25
Alunas do Colégio Machado Sobrinho em, em Março de 1970
Vania Santos comentou: Estudei lá tenho esse uniforme até hoje
Poxa que lembrança linda!
Tetê Alencar comentou: Antigo uniforme do Machado Sobrinho.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
24
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão
23
Elias Gabriel comentou:Vila Branca 2x0 no Esporte Club Benfica. O jogo foi realizado no estádio Sales de Oliveira do Tupi, em Santa Terezinha. O time: Teté(falecido), Jorge, João, Nível, Morais, Caçapa, Martins, Alair(falecido), Walter Sartão, Zonga, Tiê, Lilinho, China(falecido) e Paulo Roberto.
Data Provável década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elias Gabriel, (In Memoriam).
22
Nossa Gente
Na foto: Cecilia Alves Ferreira , Maria do Carmo Sarmento , Cecilia Sarmento Weiss , Lucia Weiss M de Carvalho e Cecilia carvalho.
Denise Pessoa comentou: Essa foto é "Minha neta,me dá sua neta" eu já tinha visto em Mirai na casa do Doutor Luiz Alves Pereira é de 1934
Local não informado
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss,(In Memoriam).
21
Mais do que nas memórias, o Rei do Arroz permanece como referência geográfica no linguajar cotidiano de muitos juiz-foranos. Ao falarem sobre o ponto de ônibus na Avenida dos Andradas, defronte ao Palácio da Saúde, muitos ainda dizem “o ponto do Rei do Arroz”, em referência ao mercado que operou nos anos 1980 e foi à falência no início dos anos 1990. “Sempre que passo naquele trecho da Avenida dos Andradas, penso: ‘aqui era o Rei do Arroz’. Minha mãe sempre fazia compras lá, e eu costumava ir com ela quando criança. Boas lembranças” Raquel Duarte
Imagens Arquivo TM
Fonte http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
20
Vista da Estrada que vai para Benfica, Onde se encontra o Arraial que esta sendo construido pelo Senhor Oscar Vidal.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
19
Hotel Central, (Demolido).
Rua Halfeld Próximo a Estação Ferroviária Central do Brasil e Leopoldina.
Era de Propriedade de Aristides Maldonado.
Possuía 80 Quartos, Ficava aberto ate as 2:00 Da Manhã e Possuía Guias Turísticos com especialidades sobre a cidade de Juiz de Fora 
Provavelmente Século XIX
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
18
Avenida Doutor Bezerra de Menezes - 17 em frente minha Residência
Observação o garoto que aparece na foto e Mauricio Lima Corrêa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
17
Antiga Ponte Ponte de Madeira já demolida sobre o Rio Paraibuna na época já em ruínas no Bairro Remonta em 1977, Ponte esta que foi usada pelos Revolucionários em 1930 para travessia da Tropa e de Material Bélico para o Confronto na Região onde hoje esta o Bairro Nova Era e Remonta.   
A Tropa ficou alojada na Fazenda da Saudade com quase 1,000 Homens.
Este era o único caminho para se chegar a Remonta, tínhamos que atravessar para irmos nadar nas proximidades do Bairro Remonta.
Local que íamos nada se chamava: Rego da Leni.
Observação esta ponte ficava atrás do 4º GAC.    
Na Fotografia Meu Irmão Maurilio de Boné e o José Menezes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
16
Antigo campinho de futebol na Rua Eraldo Guerra peixe com Avenida Doutor Bezerra de Menezes no Bairro Nova Era em 1976
Agachado meu Irmão mais velho Maurílio, de short branco meu irmão caçula Marinaldo e Beto da Silva Spinelli correndo em direção a eles.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
15
Antigo campinho de futebol na Avenida Doutor Bezerra de Menezes com Rua Eraldo Guerra Peixe no Bairro Nova Era em 1976.
Ao fundo a casa do pai do Donizete pessoa muito conhecida no Bairro
Observação: O garoto que esta sem camisa e olhando a bola e Mauricio Lima Corrêa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
14
Veículos Estacionados na Rua Halfeld em 1936
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
13
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Vanderlei Dornelas Tomaz  
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Cinema da FEEA hoje atual IMBEL 
Época glamorosa do cinema em nossa cidade, Atualmente o prédio encontra-se em ruínas,
Data Provável 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa  
11
Época glamorosa do cinema em nossa cidade, Atualmente o prédio encontra-se em ruínas.
Data Provável 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa    
10
Já tivemos um clube de natação o “Clube Noronha”, como era conhecido e que funcionava às margens do Rio Paraibuna, sob a ponte Arthur Bernardes, na Rua Halfeld
Foi criado no dia 28 de Abril de 1930
João Batista de Souza, presidente; Antônio Nascimento, tesoureiro; Genésio Pinheiro da Rocha, secretário; sócio benfeitor, Senhor João Noronha.
Mas o “Clube Noronha” não existe mais
Aquelas barcas a vapor que no Paraibuna navegavam, desapareceram, não se vê mais nadadores sob a ponte e ninguém se atira mais de seu parapeito ao rio Paraibuna
Década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira
09
Entre os imigrantes chegados no início de 1856, incluía-se um leque variado de especialistas: mecânicos, ferreiros e técnicos em construções de pontes.
A fixação dos imigrantes na cidade, concluído o prazo dos contratos, organizando pequenas indústrias (cervejarias, oficinas de carroças, máquinas agrícolas e de reparos), serrarias, curtumes, fábrica de implementos agrícolas, casas de comércio ou dedicando-se ao setor de serviços, significou, por um lado, a existência de um mercado consumidor para o qual destinavam produtos de suas especializações e, por outro lado, mediante sua incorporação como produtores, a ampliação do mercado consumidor local.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa  
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
08
Lagoa do Gratidão, (foto ao lado), onde hoje se localiza a Faculdade Vianna Júnior e o antigo Mercado Municipal.
“Existia uma lagoa naquela região que já tinha o uso de sua água condenado pela Saúde Municipal
Os colonos foram alojados em barracas ao redor dela e, por causa das condições precárias de higiene e utilização da água contaminada, o tifo se propagou e causou a morte de cerca de 10% dos imigrantes”, explica o historiador Roberto Dilly.
Segundo o pesquisador, um processo jurídico foi movido contra a Companhia União e Indústria. “Além de não distribuírem os terrenos para os alemães e austríacos, a Companhia pagava os salários com atraso, o que obrigava os imigrantes a comprarem alimentos, muitas vezes deteriorados, no armazém da própria empresa”, conta. 
O colono Stanislau Baiser foi um dos principais líderes do movimento. 
Em menos de dois meses ele havia perdido seus três filhos, vítimas das precárias condições.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
07
Essa Rua abaixo com a Carruagem é Avenida Barão do Rio Branco em 1885
Largo do Riachuelo
Vejam de outro ângulo a Mecânica Mineira onde atualmente esta o Prédio da CESAMA e aquela construção na esquina com os dois arcos é nas proximidades da Rua São Sebastião 
Marcelo Pascoalini comentou: aquela casa que se destaca a direita, bem ao fundo, é a casa em que morava a avó de Pedro Nava
Maria Luiza foi a terceira esposa de Halfeld e faleceu em 1918.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini 
06
A história dos Bondes em Juiz de Fora tem início em 1880, quando os Senhores Félix Schmidt e Eduardo Batista Roquete Franco, assinam contrato com o Governo Provincial, para construção e uso de uma linha férrea para carrís urbanos(Bondes) com tração animal, com privilégio exclusivo por 60 anos.
Eles constituíram a Companhia Ferrocarril Bondes de Juiz de Fora, e enviaram requerimento a câmara municipal, solicitando licença para instalação de trilhos, requerimento que foi deferido pela câmara naquele mesmo ano.
A primeira linha foi inaugurada em 15 de novembro de 1881, utilizando bondes puxados por burro, o trajeto compreendia as ruas do Imperador, Halfeld, do Comércio, Espírito Santo e Direita
Em 1882, a linha foi expandida em direção a Estação Mariano Procópio.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
05
Fotografia Histórica
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e autoria: Domingos Giroletti

04

Bairro Benfica 

Enchente, Na madrugada de 15 de janeiro de 1966, a chuva forte causou o transbordamento do córrego Três Pontes, subindo mais de dois metros acima do nível normal. 

A água invadiu e cobriu diversas ruas, desde a Rua Lima Duarte até a Rua Martins Barbosa, e da Rua Vidal de Negreiros até a antiga BR-135 (atual Avenida JK). 
O vereador Ignácio Halfeld iniciou uma batalha contra órgãos federais e cobrou o não cumprimento de uma promessa do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS) para alargar e retificar o córrego Três Pontes. 
O então prefeito Itamar Franco, em seu governo, iniciou a retificação e canalização do córrego, um projeto que viria a ajudar na prevenção de inundações. 
A inundação de 1966 foi uma grande surpresa para os moradores do Benfica, que não tiveram tempo de se preparar para a intensidade da catástrofe. 
Além do trabalho do vereador, canoas foram usadas para transportar famílias e pertences, e foram disponibilizadas vacinas e donativos para os desabrigados. 
O problema de inundações em Benfica é crônico e persiste até os dias atuais, embora as galerias pluviais construídas na década de 1960 tenham ajudado a mitigar o problema por um longo período. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 

03

Bairro Benfica 
Enchente, Na madrugada de 15 de janeiro de 1966, a chuva forte causou o transbordamento do córrego Três Pontes, subindo mais de dois metros acima do nível normal. 
A água invadiu e cobriu diversas ruas, desde a Rua Lima Duarte até a Rua Martins Barbosa, e da Rua Vidal de Negreiros até a antiga BR-135 (atual Avenida JK). 
O vereador Ignácio Halfeld iniciou uma batalha contra órgãos federais e cobrou o não cumprimento de uma promessa do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS) para alargar e retificar o córrego Três Pontes. 
O então prefeito Itamar Franco, em seu governo, iniciou a retificação e canalização do córrego, um projeto que viria a ajudar na prevenção de inundações. 
A inundação de 1966 foi uma grande surpresa para os moradores do Benfica, que não tiveram tempo de se preparar para a intensidade da catástrofe. 
Além do trabalho do vereador, canoas foram usadas para transportar famílias e pertences, e foram disponibilizadas vacinas e donativos para os desabrigados. 
O problema de inundações em Benfica é crônico e persiste até os dias atuais, embora as galerias pluviais construídas na década de 1960 tenham ajudado a mitigar o problema por um longo período. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 

02

Bairro Benfica 

Enchente, Na madrugada de 15 de janeiro de 1966, a chuva forte causou o transbordamento do córrego Três Pontes, subindo mais de dois metros acima do nível normal. 

A água invadiu e cobriu diversas ruas, desde a Rua Lima Duarte até a Rua Martins Barbosa, e da Rua Vidal de Negreiros até a antiga BR-135 (atual Avenida JK). 
O vereador Ignácio Halfeld iniciou uma batalha contra órgãos federais e cobrou o não cumprimento de uma promessa do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS) para alargar e retificar o córrego Três Pontes. 
O então prefeito Itamar Franco, em seu governo, iniciou a retificação e canalização do córrego, um projeto que viria a ajudar na prevenção de inundações. 
A inundação de 1966 foi uma grande surpresa para os moradores do Benfica, que não tiveram tempo de se preparar para a intensidade da catástrofe. 
Além do trabalho do vereador, canoas foram usadas para transportar famílias e pertences, e foram disponibilizadas vacinas e donativos para os desabrigados. 
O problema de inundações em Benfica é crônico e persiste até os dias atuais, embora as galerias pluviais construídas na década de 1960 tenham ajudado a mitigar o problema por um longo período. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 

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Bairro Benfica 
Enchente, Na madrugada de 15 de janeiro de 1966, a chuva forte causou o transbordamento do córrego Três Pontes, subindo mais de dois metros acima do nível normal. 
A água invadiu e cobriu diversas ruas, desde a Rua Lima Duarte até a Rua Martins Barbosa, e da Rua Vidal de Negreiros até a antiga BR-135 (atual Avenida JK). 
O vereador Ignácio Halfeld iniciou uma batalha contra órgãos federais e cobrou o não cumprimento de uma promessa do Departamento Nacional de Obras de Saneamento (DNOS) para alargar e retificar o córrego Três Pontes. 
O então prefeito Itamar Franco, em seu governo, iniciou a retificação e canalização do córrego, um projeto que viria a ajudar na prevenção de inundações. 
A inundação de 1966 foi uma grande surpresa para os moradores do Benfica, que não tiveram tempo de se preparar para a intensidade da catástrofe. 
Além do trabalho do vereador, canoas foram usadas para transportar famílias e pertences, e foram disponibilizadas vacinas e donativos para os desabrigados. 
O problema de inundações em Benfica é crônico e persiste até os dias atuais, embora as galerias pluviais construídas na década de 1960 tenham ajudado a mitigar o problema por um longo período. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa