quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Acervo Pessoal ll 168 Fotografias

168
Cartão Postal 
Vista Parcial da cidade visto da Academia de Comercio
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
A foto foi tirada das dependências da Academia de Comércio (30 de março de 1891.). Naquela época, a Academia era um dos pontos mais altos e imponentes da mancha urbana. 
A vista privilegiada permitia contemplar o crescimento do Centro em direção ao que hoje conhecemos como o bairro Granbery e a parte baixa da cidade.
Note como a cidade era quase inteiramente composta por casas térreas e sobrados. 
Não havia prédios altos; o destaque ficava para as torres das igrejas e os grandes casarões de famílias ligadas ao café e à indústria.
A predominância de telhas coloniais dá esse tom avermelhado/terroso que a colorização ajuda a destacar, contrastando com o verde intenso das encostas, que ainda eram muito preservadas.
A "Manchester Mineira"
Em 1903, Juiz de Fora estava no auge de sua efervescência industrial. 
Poucos anos antes (1889), havia sido inaugurada a Usina de Marmelos, e a cidade era o principal polo econômico de Minas Gerais.
A ferrovia Estrada de Ferro Central do Brasil já era o coração das exportações.
O estilo arquitetônico visível na foto reflete a transição do colonial para o eclético, trazido pela influência dos imigrantes europeus (especialmente italianos e alemães) que ajudaram a construir a cidade.
Em 1903, o atual Parque Halfeld já existia com o desenho projetado por  Miguel Antônio Lallemant  por volta de 1879, com obras de Julio Monfá e André Alfeld. O local passou por uma grande remodelação em 1901 pela Cia. Pantaleone Arcuri & Spinelli, financiada por Francisco Mariano, e a Rua Halfeld já se consolidava como o centro nervoso do comércio, embora na foto ela apareça apenas como uma das linhas que cortam o casario.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
167
Cartão Postal
Vista Parcial do Bairro Mariano Procópio
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
A fotografia mostra o bairro Mariano Procópio ainda com uma fisionomia muito próxima de uma chácara ou zona rural, com caminhos de terra e muita vegetação. 
É o registro de uma Juiz de Fora que começava a se expandir para além do núcleo central.
As construções térreas com telhados de barro aparentes são típicas do século XIX, refletindo a ocupação da região influenciada pela presença da família Ferreira Lage e pela Estrada União e Indústria.
Um detalhe fascinante é a presença do poste com isoladores e fios à direita. 
Em 1903, Juiz de Fora já vivia a era da eletricidade (graças à Companhia Mineira de Eletricidade.
Esse contraste entre o caminho de terra batida e a fiação elétrica era o símbolo máximo da modernidade na época.
A pessoa caminhando em destaque no primeiro plano ajuda a dar a escala da paisagem e registra o cotidiano e a vestimenta da virada do século.
O bairro Mariano Procópio era o portão de entrada para quem vinha pela União e Indústria. 
A fotografia captura uma "vista parcial" que, hoje, seria impossível de reconhecer sem esses registros, devido à densa urbanização e verticalização da região.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
166
Cartão Postal
Antiga companhia Mineira de Eletricidade na Rua Espirito Santo
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Essa imagem é um registro histórico fantástico da Companhia Mineira de Eletricidade (CME), um dos grandes marcos do pioneirismo de Juiz de Fora. Essa fotografia de 1903 captura a essência da "Manchester Mineira" no auge de sua inovação tecnológica.
A CME, fundada por Bernardo Mascarenhas em 1889, foi a responsável pela criação da Usina de Marmelos, a primeira grande central hidroelétrica da América do Sul. 
O prédio na Rua Espírito Santo funcionava como sede administrativa e estratégica no centro da cidade.
O estilo do edifício é eclético, com elementos que remetem a pequenas fortificações (as torres laterais ou "guaritas"), o que dava uma sensação de solidez e importância à companhia que trazia a "modernidade" (a luz) para a cidade.
A assinatura no canto inferior direito refere-se a Francisco Soucasaux, um dos fotógrafos e engenheiros mais importantes daquele período em Minas Gerais. Ele registrou o progresso do estado com uma estética técnica e artística muito refinada.
Na legenda do postal, lê-se "Distribuidora de Eletricidade". Naquela época, o sistema de fiação era muito rudimentar comparado ao atual, e esses edifícios centrais eram o coração da operação urbana.
A presença das pessoas na fachada (incluindo a senhora na sacada e os homens à porta) ajuda a dar a escala do prédio e mostra o contraste das vestimentas da época com a robustez da construção em pedra.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
165
Banco de Crédito Real
Avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 455
O edifício eclético inicialmente de quatro pavimentos foi projetado pelo engenheiro arquiteto Luiz Signorelli, sendo construído entre os anos 1929 a 1931. As pinturas decorativas são de autoria do italiano Angelo Biggi. Os dois pavimentos acrescidos entre 1951 e 1952, são de autoria do engenheiro Reginaldo Arcuri.
Criado para preservar e difundir a história do Bando do Crédito Real, a mais antiga instituição bancária de Minas Gerais, criada em 1889 por D. Pedro II, o Museu do Crédito Real está localizado em Juiz de Fora, em um prédio construído no final da década de 20, entre 1929 e 1931, pela Cia Industrial e Construtora Pantaleone e tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA).
O acervo é composto por uma extensa documentação bancária, constituída de registros de empréstimos e financiamentos, balancetes, relatórios anuais, escrituras, notas promissórias, apólice de divida federal, dentre outros objetos que encontram em exposição de longa duração.
Inaugurado em 1964, o Museu do Crédito Real conta com objetos referentes à trajetória do banco e ao mundo das finanças, dispõe de peças de mobiliário (escrivaninhas, cofres, mesas, estantes e armários); maquinário (máquina de escrever, telefones, relógios, balanças, autenticadores de cheques); objetos de escritório (mata-borrão, tinteiros, canetas); cédulas e moedas de bronze, prata de diferentes épocas, originárias de diversos países, fotografias, filmes e livros.
Beth Brega Daibert comentou: em 12 e 13 de setembro de 1964 fiz concurso para o Banco na época das Bodas de Diamante do Banco, onde foi feita uma reforma no prédio anexando um imóvel ao lado, se fez necessário novos funcionários.
Fui aprovada e em 17 de novembro desse ano comecei a trabalhar.
Vestimos a camisa da Empresa. 
Década de 1960
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
164
Famílias retiradas das margens do Rio Paraibuna, para a Vila Esperança II
A Criação da Vila Esperança II
A Vila Esperança foi concebida como um projeto habitacional para receber essas famílias retiradas de áreas de risco ou de ocupações centrais.
Embora o nome "Esperança" sugerisse uma melhoria, a transição foi traumática. 
Muitas famílias foram levadas para locais sem infraestrutura básica imediata (esgoto, calçamento ou transporte eficiente), como parece indicar o cenário de precariedade da foto, com barracos de lona e chão batido.
O remanejamento para a Vila Esperança II, gerou novos desafios de sobrevivência.
Essa imagem é um registro humano crucial. 
Mostra a fragilidade da vida privada durante a transição urbana.
O detalhe do fogão à lenha improvisado à esquerda e a criança segurando a estaca reforçam o caráter de "acampamento" que muitas dessas famílias viveram antes da consolidação definitiva das casas de alvenaria no bairro.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
163
Mansão da Família Tostes
A mansão pertencia a uma das famílias mais tradicionais e influentes de Juiz de Fora, os Tostes (nome intimamente ligado à história do Banco de Crédito Real e à industrialização da cidade). 
Ocupava um terreno enorme e privilegiado, que ia da Rua Santo Antônio até a Rua Constantino Paleta.
A foto mostra a entrada pela Rua Santo Antônio. 
É possível ver, ao fundo e através da vegetação densa, a escadaria que levava ao casarão e parte da fachada com seus arcos e colunas.
O veículo que aparece no canto inferior esquerdo (um Chevette ou similar, comum na época) ajuda a datar a cena e dá a escala da calçada.
No lado direito, a placa "Grupo Solar" já indica a transição comercial da área. 
O casarão, nesse período, já enfrentava o avanço imobiliário que acabaria por demolir grande parte das mansões históricas do centro.
Nota-se que na década de 80 a vegetação já estava bem crescida e o muro apresentava marcas do tempo, características de imóveis que estavam prestes a passar por grandes mudanças ou demolições.
Infelizmente, como ocorreu com muitos palacetes da Rua Santo Antônio e da Avenida Rio Branco, a mansão foi demolida para dar lugar a empreendimentos modernos. Hoje, o terreno onde ficava essa entrada e o corpo principal da casa abriga edifícios residenciais e comerciais (como o Edifício Solar Santo Antônio e áreas adjacentes).
Neste registro da década de 1980, vemos a imponente entrada da Mansão da Família Tostes. 
Localizado em um dos terrenos mais nobres do centro, o casarão possuía um acesso principal pela Rua Santo Antônio e outro pela lateral, na Rua Constantino Paleta.
A imagem captura um momento de transição: através das grades e da densa vegetação, ainda era possível vislumbrar a escadaria e a arquitetura clássica que outrora recebeu as festas mais elegantes da sociedade juiz-forana. À direita, uma placa do "Grupo Solar" já sinalizava as mudanças que o progresso imobiliário traria para aquele quadrilátero.
Muitos leitores certamente se lembrarão de caminhar por esta calçada e olhar com curiosidade para dentro deste "jardim secreto" no coração da cidade. Hoje, restam apenas as fotos para nos lembrar da grandiosidade da Manchester Mineira que se foi.
Década de 1980.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
162
Avenida Presidente Getúlio Vargas
A Avenida 15 de Novembro (batizada assim em homenagem à Proclamação da República) foi, e continua sendo sob o nome de Avenida Presidente Getúlio Vargas, uma das artérias mais pulsantes do "Manchester Mineira".
Nessa época, a avenida já refletia o desejo de modernização da elite cafeeira e industrial.
Como se nota na foto, o calçamento era de paralelepípedos ou pedras irregulares, essenciais para suportar o peso das carroças e dos primeiros veículos motorizados que começavam a circular.
As fachadas que você vê à esquerda mostram o estilo eclético, com platibandas escondendo os telhados e adornos nas janelas, substituindo o estilo colonial mais simples do século anterior.
O Cotidiano na Década de 1910
Meios de Transporte: É fascinante notar a convivência entre as carroças de tração animal e a infraestrutura elétrica. Note os postes de iluminação e fiação (Juiz de Fora foi pioneira na América do Sul com a Usina de Marmelos em 1889), que permitiam que a vida noturna na 15 de Novembro fosse mais ativa do que em outras cidades.
A avenida era o coração comercial. Ali se concentravam alfaiatarias, armazéns de secos e molhados, e as primeiras grandes lojas de tecidos.
A alteração do nome ocorreu décadas depois, como parte de uma tendência nacional de homenagear o presidente Getúlio Vargas após a Revolução de 30 e seu longo período no poder. 
A avenida passou por diversos alargamentos ao longo dos anos para comportar o tráfego moderno, perdendo parte dessas árvores e do casario original que vemos no seu registro.
Homens de chapéu e terno, e mulheres com vestidos longos e escuros, mesmo sob o sol, mostrando o rigor social da Belle Époque mineira.
O poste em primeiro plano é um exemplar clássico do mobiliário urbano daquela virada de século, com o braço em arco característico.
Esta imagem é um testemunho da época em que Juiz de Fora se consolidava como o maior polo industrial de Minas Gerais.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
161
Bairro Mariano Procópio
Avenida dos Andradas sentido Bairro ao Centro
Fachada Lateral da antiga Fábrica Industrial Mineira que depois veio a ser Ferreira Guimarães.
Podemos ver a Caminhonete da Casa do Compadre.
A Fábrica Industrial Mineira (Ferreira Guimarães)
A imensa fachada lateral em tijolos vermelhos que domina a foto é um símbolo da "Manchester Mineira".
Note o estilo robusto, com grandes janelas em arco para permitir a entrada de luz natural para os tecelões.
Essa fábrica foi um dos pilares econômicos do bairro Mariano Procópio. A transição para a Companhia de Fiação e Tecelagem Ferreira Guimarães consolidou a região como um polo têxtil que empregou gerações de famílias locais.
Trata-se de uma Ford F-1 (ou modelo similar da série F do início dos anos 50), um ícone de trabalho da época.
A "Casa do Compadre" foi um estabelecimento muito conhecido, e ver o nome pintado na porta da caminhonete transporta a gente diretamente para o cotidiano comercial de Juiz de Fora naquela década. 
É o marketing "raiz" da época!
A Kombi "Corujinha"
Logo atrás, vemos uma Kombi (provavelmente o modelo T1), a famosa "Corujinha" com o para-brisa bipartido. 
A cor clara (provavelmente bege ou branco gelo) se destaca na rua, simbolizando a chegada da Volkswagen ao Brasil e a versatilidade que o veículo trouxe para as entregas urbanas.
Os pedestres ao centro, mostram o tom formal, mesmo em um ambiente industrial, do dia a dia juiz-forano.
Estamos olhando no sentido Bairro -> Centro. À esquerda, subiríamos em direção ao Morro da Glória/Centro, e a fábrica ladeava esse caminho, impondo sua escala sobre o pedestre.
Esta foto captura perfeitamente o "cheiro" de progresso daquela época: o ruído das máquinas de tear vindo de dentro da fábrica misturado ao motor dos novos utilitários que ocupavam as ruas.
Provavelmente inicio da década de 1960
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
160
Vista Parcial de Chapéu D' uvas
Essa é uma imagem histórica fascinante. 
A localidade de Chapéu d'Uvas, hoje um distrito de Juiz de Fora, tem uma importância vital para a região, especialmente por sua ligação com o desenvolvimento ferroviário e o abastecimento de água.
A foto de Albino de Oliveira Esteves (1915) captura um momento em que a vila ainda preservava um ar bucólico, mas já estava integrada à modernidade da época através dos trilhos.
Igreja Matriz de São José Operário: Um marco central da comunidade. Em 1915, ela já se impunha na paisagem como o núcleo social e religioso do distrito. 
Sua arquitetura simples e elegante é típica das vilas mineiras do início do século XX.
Elemento fundamental que molda o relevo da região. 
Curiosamente, anos mais tarde (na década de 90), o cenário de Chapéu d'Uvas mudaria drasticamente com a construção da Represa de Chapéu d'Uvas, que represou as águas do Paraibuna para garantir o abastecimento de Juiz de Fora.
A presença dos trilhos na foto não é coincidência. 
Chapéu d'Uvas foi um importante ponto de passagem da Estrada de Ferro Central do Brasil. 
Era por ali que passava a produção cafeeira e o fluxo de passageiros que ligava o Rio de Janeiro ao interior de Minas.
O "Álbum do Município de Juiz de Fora" de 1915 é uma das fontes iconográficas mais ricas que temos. Ele foi encomendado para mostrar a pujança da "Manchester Mineira" e seus arredores.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
159
O Pioneirismo de Marmelos Zero
A edificação conhecida como Marmelos Zero, foi o berço da primeira usina hidrelétrica da América do Sul destinada à iluminação pública e força industrial.
Foi idealizada por Bernardo Mascarenhas, que precisava de energia para sua fábrica (a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas.
Como ele não encontrou apoio técnico no Brasil, buscou engenheiros americanos e equipamentos da empresa de Thomas Edison.
A escolha por alvenaria de tijolos e embasamento de pedra não era apenas estética; era necessária para suportar a vibração das primeiras turbinas e geradores (os famosos geradores de corrente alternada da Westinghouse).
A proximidade com a Estrada União e Indústria facilitou o transporte das pesadas máquinas que vinham do Rio de Janeiro, já que a estrada era o principal acesso para cargas pesadas antes da plena expansão ferroviária.
De Marmelos para o Mundo
Inaugurada em 5 de setembro de 1889 (apenas meses antes da Proclamação da República), a usina provou que era possível gerar energia a longas distâncias, transformando Juiz de Fora na "Manchester Mineira". Hoje, o prédio é tombado e abriga o Museu da Usina de Marmelos, preservando as máquinas originais.
Antes de Marmelos, as fábricas de Juiz de Fora dependiam de máquinas a vapor. A chegada da eletricidade em 1889 permitiu: Iluminação Pública: Juiz de Fora foi a primeira cidade do Brasil a ter iluminação pública residencial e comercial via hidrelétrica.
Verticalização: A energia elétrica possibilitou o uso de elevadores e máquinas mais potentes, mudando o perfil arquitetônico da cidade.
A "Marmelos Zero" hoje
O prédio com os lambrequins e tijolos aparentes é hoje o Museu Marmelos Zero, mantido pela CEMIG e pela UFJF.
No interior, ainda estão preservados os três geradores originais da Max-Schorch, que vieram da Alemanha posteriormente para substituir os primeiros, e as turbinas que mostram a escala da engenharia daquela época.
A arquitetura de tijolos maciços tornou-se um padrão para a CEMIG em suas subestações antigas, uma espécie de "identidade visual" que começou ali.
A inauguração foi um evento de gala que atraiu autoridades de todo o Brasil. Diz a lenda que, quando as luzes se acenderam no centro de Juiz de Fora, a população ficou em choque, pois nunca tinham visto uma luz tão clara e constante, muito superior aos lampiões a gás ou querosene.
Sem Marmelos, o centro histórico que conhecemos hoje não teria a mesma imponência.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
158
Instituto Nossa Senhora Imaculada
Na primeira metade do século XX, a fundação de uma escola da Companhia de Jesus em Juiz de Fora era o desejo de muitas famílias, que se mobilizaram em torno da aquisição da "Chácara das Palmeiras", entregue aos jesuítas em 1945 e que se tornaria, onze anos depois, a primeira sede do "Colégio Nossa Senhora Imaculada", o colégio dos jesuítas na cidade.
As aulas começaram no dia 5 de março de 1956, com 40 alunos, em regime de horário integral, que se iniciava às 7h com a missa diária e terminava às 17h, com interrupção para o almoço nas casas.
Nos primeiros anos da instituição, foi o velho casarão quase centenário, na Avenida Barão do Rio Branco nº 2954.
Em 1958 foi inaugurado o Curso Ginasial. Somados aos do Curso de Admissão, eram então 154 alunos, provisoriamente no atual prédio da Educação Infantil. O antigo casarão da Avenida Barão do Rio Branco foi então demolido e os terrenos foram vendidos para possibilitar a construção do atual prédio, próximo à Avenida Presidente Itamar Franco.
A construção do prédio definitivo da escola foi iniciada em outubro de 1959 e, no ano seguinte, começou a funcionar na parte recém-construída o Curso Preparatório para o 1º ano Ginasial.
Em setembro de 1962, a rampa de acesso entre o prédio e o morro começou a ser calçada. No ano seguinte, iniciou-se o Pré-Primário e, em 1964, o Curso Científico, reunindo a escola um total de 416 alunos.
Em 1967, já denominado "Colégio dos Jesuítas", dos 700 alunos matriculados, apenas 6 eram mulheres. E, sendo a primeira vez em que meninas eram aceitas na instituição, o "Jesuítas" tornou-se o pioneiro das escolas mistas da Ordem Religiosa em todo o mundo.
Naquele mesmo ano, o fim do período letivo foi marcado pela primeira formatura de turma do 3º ano Científico, no dia 8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira e protetora da escola.
Disponível em: http://www.colegiodosjesuitas.com.br/historia/.
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1950
Fonte: IBGE
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
157
Rua Batista de Oliveira em frente a Galeria Belline.
Paulo Bittencourt Comentou: Primeiro carro um Nash, o outro um Citroën! 
Década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
156
Competição de Ciclismo ou Corrida de Bicicletas
Avenida Barão do Rio Branco
Lojas Arapuã
Pode ser parte do Parque Halfeld
Pista do lado do parque
A "Rio Branco" sempre foi o palco dos grandes acontecimentos de Juiz de Fora, desde desfiles de Carnaval e de 7 de Setembro até competições esportivas. Por ser uma das maiores retas urbanas do país, ela é ideal para circuitos de ciclismo. Na foto, notamos a iluminação característica da época e a multidão espremida nas calçadas, o que demonstra como o ciclismo era um evento que parava a cidade.
Repare nas bicicletas — são as clássicas "10 marchas" de alumínio, com quadros finos e guidões curvados (drop bars). 
Os ciclistas não usavam os capacetes aerodinâmicos modernos, mas sim as famosas "chorreiras" (capacetes de tiras de couro) ou apenas bonés de ciclismo.
provavelmente entre o final dos anos 1970 e meados dos anos 1980.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
155
SAPS
RESTAURANTE POPULAR
O prédio ficava, (e a agência do INSS ainda fica), na Avenida dos Andradas, n.º 585, no Centro. 
Era um local estratégico, das grandes indústrias da época, facilitando o acesso do trabalhador no horário de almoço.
Note que o estilo do prédio na foto segue a mesma identidade visual das obras públicas do governo federal daquela época: funcional, com janelas amplas para ventilação (essencial para um refeitório que atendia centenas de pessoas simultaneamente) e uma estética limpa.
Em Juiz de Fora, o "Restaurante do SAPS" não era apenas comida barata; era um ponto de encontro. 
Um período de industrialização e crescimento urbano da "Manchester Mineira.
A transição do prédio para uma agência da Previdência Social faz todo o sentido histórico, já que o SAPS era uma autarquia ligada ao Ministério do Trabalho e Previdência Social. 
Com a extinção do serviço de alimentação em 1967, o patrimônio físico foi absorvido pelos órgãos previdenciários que mais tarde formariam o INSS.
Muitos moradores mais antigos de Juiz de Fora ainda se referem àquela região da Andradas lembrando-se do cheiro da comida ou do movimento intenso de trabalhadores entrando para o "bandejão".
Antes de entrar, o trabalhador comprava um tíquete de papel (geralmente muito barato, subsidiado pelo governo).
Embora longas, as filas eram conhecidas pela ordem. Operários têxteis, ferroviários e funcionários do comércio se misturavam, todos com o mesmo objetivo.
Como o tempo de almoço era rígido, a cozinha do SAPS operava com precisão militar para que a fila andasse rápido.
O "bandejão" era o símbolo máximo da modernidade e da higiene da época. Antes do SAPS, muitos trabalhadores comiam "marmitas" frias ou em locais com pouca higiene.
O Material: Eram bandejas de aço inoxidável ou alumínio pesado, com divisórias moldadas para cada tipo de alimento. Isso eliminava a necessidade de vários pratos e facilitava a lavagem industrial.
O sistema era de autoatendimento assistido. 
O trabalhador deslizava a bandeja por um trilho de metal enquanto funcionários (geralmente de branco e com toucas) serviam as porções de arroz, feijão, uma proteína (carne ou ovo) e o acompanhamento.
O SAPS foi pioneiro em ter nutricionistas planejando as refeições. O objetivo era combater a desnutrição, então a comida era "sustentosa", com foco em calorias e vitaminas necessárias para o esforço físico.
Dentro do restaurante na Andradas, o som era uma mistura de conversas altas com o barulho metálico dos talheres batendo nas bandejas.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
154
Bairro Nova Era 
Aero Clube de Juiz de Fora 
Vê-se na foto o momento em que a senhorita Jardelina fazia entrega da corbeile de flores à Miguel Luiz Detzi, Madrinha do «Cidade de Juiz de Fora».
Fundado em 1938, o Aero Clube era um centro de efervescência social e técnica. 
Naquela época, o batismo de novas aeronaves era um evento cívico importante, muitas vezes contando com a presença de autoridades e da elite local.
A Aeronave: O "Cidade de Juiz de Fora" mencionado provavelmente era um modelo de treinamento ou transporte (comum serem modelos Piper Cub ou Paulistinha naqueles anos) adquirido para a frota do clube.
A entrega da corbeille (cesta) de flores pela madrinha simbolizava o desejo de "boa sorte" e proteção aos pilotos que comandariam a máquina.
Na data da foto, a região ainda era muito rural e descampada, o que explica o solo de terra batida que vemos na imagem restaurada. O Nova Era se consolidou como um bairro residencial muito tempo depois, acompanhando o desenvolvimento industrial da Zona Norte.
Miguel Luiz Detzi: Nome de destaque na história da cidade, muitas vezes associado a cargos de liderança e ao desenvolvimento local. Sua presença como recebedor das flores reforça a importância institucional do evento.
Senhorita Jardelina: Atuando como madrinha, ela representava a face social do evento. Ser escolhida como madrinha de um avião era uma honraria reservada a jovens de famílias influentes ou ligadas à diretoria do Aero Clube.
Curiosidade Visual da Foto
Os homens majoritariamente de terno e gravata, mesmo sob o sol, e o estilo militar dos uniformes da aeronáutica da época.
O detalhe da hélice de madeira e o revestimento de tela (comum em aviões leves daquele período) dão o tom da tecnologia disponível em Novembro 1948.
Fotografia Extraída da Revista o Lince
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
153
Redação do jornal - O Pharol
O jornal O Pharol foi um marco absoluto na história da imprensa mineira e brasileira, sendo considerado o principal veículo de comunicação de Juiz de Fora entre o final do século XIX e o início do XX.
Foi fundado em 1866, tornando-se um dos jornais mais longevos e influentes do estado.
Ganhou o apelido de "O Pharol de Minas", pois servia como referência política e literária para toda a província, rivalizando em importância com os jornais da então capital, o Rio de Janeiro.
Sua redação e oficinas funcionavam em um prédio histórico em Juiz de Fora, muitas vezes representado em fotos de época como um ponto central da vida social urbana.
O jornal foi um forte defensor da abolição da escravidão e teve um papel fundamental na transição política para a República no Brasil.
Contava com a colaboração de grandes intelectuais e políticos. 
Nomes como Rui Barbosa e Joaquim Nabuco tiveram textos publicados em suas páginas.
Foi um dos primeiros jornais da região a adotar tecnologias modernas de impressão para a época, como as rotativas, o que permitia uma grande tiragem para atender aos leitores do interior de Minas.
O jornal circulou até meados da década de 1930 (com algumas breves interrupções e mudanças de nome ao longo dos anos).
Atualmente, as edições históricas de O Pharol são peças raras e fundamentais para pesquisadores. 
Grande parte desse material está digitalizada e disponível para consulta no Arquivo Histórico de Juiz de Fora e na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional.
O casarão amarelo e verde que você viu na imagem restaurada, com o nome "O PHAROL" em destaque, ilustra como essas sedes de jornais eram imponentes e centrais para a identidade da cidade. 
Fotografia Extraída do Álbum do Município de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
152
Redação do Diário Mercantil 
O Diário Mercantil foi um dos jornais mais emblemáticos da história de Juiz de Fora, Minas Gerais, atuando como um importante registo da vida política e cultural da cidade durante grande parte do século XX.
Foi lançado a 23 de dezembro de 1912 e encerrou as suas atividades a 29 de novembro de 1983, após mais de sete décadas de circulação ininterrupta.
Foi criado por Antônio Carlos de Andrada e João Penido Filho, figuras proeminentes do Partido Republicano Mineiro (PRM). O jornal surgiu num contexto de disputa política, servindo inicialmente como órgão oficial do município.
Posteriormente, o jornal passou a integrar o grupo Diários Associados, de Assis Chateaubriand, juntamente com o Diário da Tarde.
A redação funcionou em locais icónicos do centro da cidade, incluindo um prédio na esquina da Rua Halfeld com a Rua Batista de Oliveira e, mais tarde, num edifício entre a Rua Santo António e a Avenida Rio Branco.
O jornal foi o maior da região em meados do século XX. Em 1964, por exemplo, cobriu de perto a marcha das tropas de Juiz de Fora em direção ao Rio de Janeiro durante o Regime Militar.
O seu encerramento em 1983 deveu-se a dificuldades financeiras da empresa em manter dois jornais em circulação. 
Atualmente, o seu vasto acervo fotográfico e as edições impressas são preservados pelo Arquivo Histórico de Juiz de Fora e pela UFJF, sendo fontes vitais para a memória da cidade.
Fotografia Extraída do Álbum do Município de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
151
Jornal do Commercio
Foi fundado por V. de Leon Aníbal em Dezembro de 1896
Era localizado na Rua Halfeld - 119.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
150
Cartão Postal 
Bairro Fabrica
10º Regimento de Infantaria (10º RI) é preservada e continuada pelo 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, (10º BIL) — o famoso "Batalhão Marechal Guilherme Xavier de Souza".
A história do 10º Regimento de Infantaria (10º RI) em 1920, sediado em Juiz de Fora, Minas Gerais, é um capítulo fundamental para entender a importância militar e social da "Manchester Mineira" no início do século XX.
Naquela época, a cidade era um dos polos industriais e políticos mais vibrantes do Brasil, e a presença do regimento consolidava Juiz de Fora como um ponto estratégico de defesa e influência estatal.
Em 1920, o 10º RI já estava estabelecido em seu imponente quartel no bairro Fábrica. 
A arquitetura do prédio, de estilo eclético, era um símbolo de modernidade e ordem. O regimento era parte da 4ª Região Militar, que tinha sua sede em Juiz de Fora.
O regimento era composto majoritariamente por jovens conscritos da região, tornando-se uma instituição de "civilização" e alfabetização para muitos mineiros.
Os oficiais do 10º RI eram figuras centrais na elite juiz-forana, frequentando clubes e participando ativamente da vida política local.
A década de 1920 foi marcada por intensas tensões políticas no Brasil (o período do Tenentismo). 
Embora a Revolta do Forte de Copacabana só tenha ocorrido em 1922, em 1920 o clima já era de reorganização interna no Exército sob a influência da Missão Militar Francesa.
Em 1920, o 10º RI estava em pleno processo de modernização tática. 
A Missão Francesa, que chegou ao Brasil em 1919, começou a implementar novas doutrinas que transformaram o regimento:
O uso de novas metralhadoras e táticas de infantaria.
Maior rigor na formação de sargentos e oficiais.
Diferente de uma força isolada, o regimento era o coração dos desfiles cívicos na Rua Halfeld. 
Em 1920, as celebrações do 07 de Setembro em Juiz de Fora eram dominadas pela banda de música do 10º RI, considerada uma das melhores da região.
O 10º RI viria a ganhar fama nacional anos depois, durante a Revolução de 1930 e, mais tarde, ao fornecer o contingente principal para a formação do 11º Regimento de Infantaria sediado na cidade de São João Del Rey, que lutou na Itália durante a Segunda Guerra Mundial.
O 10º BI não é apenas um prédio; ele é o sucessor de unidades que lutaram na Guerra do Paraguai e em outros conflitos que consolidaram as fronteiras do Brasil.
Em Juiz de Fora, o termo "Décimo" é sinônimo de respeito. 
Ser a quarta unidade Militar na ordem de antiguidade significa que, quando o Brasil ainda estava se formando como nação, os antecessores dessa unidade já estavam em marcha.
Além da antiguidade, o batalhão se tornou referência na especialização de montanha, adaptando-se perfeitamente ao relevo da Zona da Mata mineira.
Texto de Autoria do Veterano: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
149
Manifestação popular
Estação Ferroviária de Juiz de Fora em 14 de agosto de 1931
Fundo Arquivo Público Mineiro
Coleção: Artur da Silva Bernardes
Autor: s/a
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
148
Presidente Epitácio Pessoa, em companhia de Arthur Bernardes e Raul Soares, visitando Juiz de Fora em 1922
Lançamento da pedra fundamental de uma suposta construção pública
Fundo Arquivo Público Mineiro.
Coleção: Artur da Silva Bernardes
Série: Governo de Minas
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
147
Vista Panorâmica
Colégio Santa Catarina 
Baseado no documento histórico "Efemérides Juiz-foranas (1698-1965)", de autoria de Paulino de Oliveira e reeditado pela Câmara Municipal de Juiz de Fora, aqui estão informações relevantes sobre o Colégio Santa Catarina e o contexto histórico de instituições de ensino na cidade:
O colégio foi historicamente dirigido pelas Irmãs da Congregação de Santa Catarina.
A obra de Paulino de Oliveira destaca a importância de diversas instituições de ensino que moldaram a identidade cultural e educacional de Juiz de Fora ao longo das décadas, como a Academia de Comércio (fundada em 1891) e o Grupo Escolar Antônio Carlos (1909).
Instituições como o Colégio Santa Catarina fazem parte do rico mosaico histórico da cidade, cujos registros são fundamentais para a compreensão da evolução da sociedade juiz-forana.
A instituição funcionou historicamente como Escola Normal, sendo uma referência na formação de professoras sob a orientação das irmãs da congregação.
O colégio faz parte de uma rede de estabelecimentos de ensino tradicionais em Juiz de Fora mencionados na obra "Efemérides", como a Academia de Comércio (fundada em 1891) e o Grupo Escolar Antônio Carlos (1909), que ajudaram a consolidar a cidade como um polo educacional.
Final da década de 1950
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
146
Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Eu, Mauricio recebendo o Diploma da 4° Serie Primária das mãos do Senhor Filinto e da Professora Dona Celi em 1975.
Diploma este da Escola Estadual Almirante Barroso.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
145
Bairro Benfica 
Eu, Mauricio na casa em que morávamos na esquina das Ruas Paulo Garcia com Henrique Dias Próximo aos correios em 1967, estava com 06 anos.
Infelizmente esta casa foi demolida.
Fotografia de extraída de um Monóculo.
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
144
Paróquia Nossa Senhora da Conceição
Eu, Mauricio Recebendo a 1º Eucaristia
Acredito que o ano foi 1975
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
143
Escola Estadual Almirante Barroso
Eu, Mauricio me preparando para a Primeira Comunhão.
Acredito que o ano foi 1975
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
142
Bairro Nova Era 
Eu, Mauricio com minha Sobrinha Nuncia no Quintal nos fundos de minha Residência
Acredito que o ano era 1974
Estava com 13 anos
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
141
Bairro Nova Era 
Eu, Mauricio no Quintal nos fundos de minha Residência
Acredito que o ano era 1974
Estava com 13 anos
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
140
Bairro Vila Ideal 
Hospital Santa Helena 
Atualmente Abrigo Santa Helena na Vila Ideal
O Abrigo Santa Helena foi fundado em 10 de outubro de 1915, por José Procópio Teixeira e Edgar Quinet de Andrade Santos, hoje é uma instituição civil e filantrópica que objetiva abrigar, sob regime de internamento, pessoas idosas carentes.
O popular asilo de meninas
Data provável 1895 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
139
Bairro Vila Ideal 
Avenida Francisco Valadares, 2745
Abrigo Santa Helena e sua História 
Com o nome de "Asilo de Mendigos" de Juiz de Fora foi fundado em 10 de outubro de 1915, por José Procópio Teixeira e Edgard Quinet de Andrade Santos. As palavras "asilo" e "mendigos", com o tempo tornaram-se incômodas e até deprimentes. Simultaneamente com passar dos anos, as administrações anteriores entenderam com muita razão mudar de "Asilo de Mendigos" para "Abrigo Santa Helena", não temos a data exata de quando o foi realizada a troca para "Abrigo Santa Helena", mas nos registros mostram que 1932 a mudança já teria sido realizada, e uns dos motivos especiais foi o de conservar o título inicial do projeto "Hospital Santa Helena" e também uma justa homenagem à "Sra. Maria Helena", esposa de um dos principais fundadores do Asilo o Dr José Procópio Teixeira.
O Abrigo Santa Helena é uma Instituição civil e filantrópica, considerada de utilidade pública municipal, estadual e federal, que tem o objetivo de abrigar com dignidade pessoas idosas, independente de raça, cor, sexo ou religião, sob regime de internamento.
Atualmente estamos com a capacidade máxima de 145 idosos, homens e mulheres abrigados em pavilhões que estão em padrões da ANVISA. Contamos com quartos coletivos, sala de TV, refeitórios, espaço para recreação e convivência, capela, postos de enfermagem, secretaria, sala administrativa, de contabilidade e da diretoria, entre outras dependências.
Por ser uma Instituição filantrópica e sem fins lucrativos; a experiência assistencial ao longo de sua história, sempre dependeu de convênios com o poder publico, doações da comunidade e de outras instituições para a execução de suas atividades e manutenção de um atendimento digno e humanizado aos idosos.
O atendimento aos usuários é do tipo asilar compreendendo intervenções de uma Equipe Técnica Interdisciplinar com: assistência nutricional, social, psicológica, fisioterápica, fonoaudiologia, medica ambulatorial, enfermagem, farmacêutica, educação física e atividades recreativas. O trabalho desenvolvido, baseia-se, sobretudo, na busca da humanização, da qualidade de vida e da segurança dos usuários, do bem-estar físico, mental e o convívio social. Estimulação cognitiva e comportamental, através de palestras temáticas, passeios, dinâmicas, vídeos e textos, com intuito de desenvolver a estimulação global do usuário. Incentivamos o autocuidado, a socialização e o desenvolvimento do relacionamento interpessoal e intrapessoal, o acesso a direitos sociais e benefícios. Realizamos oficinas artísticas, lúdicas e de recreação que fortalecem a atividade mental, a memória e a cognição. Passeios e visitas a instituições, parques e locais turísticos também são ofertados para conhecimento e significação do espaço social em que se encontram inseridos.
Texto Fonte: https://www.abrigosantahelena.com.br/about.html
Década de 1940
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
138
O Cristo Redentor 
O Morro do Imperador, também conhecido como Morro do Cristo, foi muito importante na construção de uma identidade moderna e progressista de Juiz de Fora
Aqui vai algumas curiosidades da Manchester Mineira e o Morro do Cristo:
O Cristo Redentor de Juiz de Fora foi o primeiro Cristo Redentor do Brasil, e teve sua conclusão em 1906, enquanto que a construção do mais famoso, no Rio de Janeiro começou a ser planejada em 1921
Foi idealizado por Francisco Batista de Oliveira, um homem moderno que vivenciou o espírito de progresso em Juiz de Fora, e teve outras importantes iniciativas, entre elas a criação da Academia de Comercio.
Na comemoração da passagem do século XIX para o XX, Batista objetivava realizar uma missa campal e mais tarde, erguer uma cruz ambos no morro do Imperador
Mas consegue presenciar apenas a celebração da missa, morrendo antes da ereção da cruz
Com a morte de Batista, João Nunes Lima, seu cunhado, assume a liderança da Associação católica Pão de Santo Antônio, resolvendo então erigir um monumento ao Cristo Redentor e não apenas uma cruz
O monumento é finalizado em 1906, construído pela Cia Pantaleone Arcuri.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
137
Primórdios do Bairro Vale dos Bandeirantes
Localizado na região Nordeste de Juiz de Fora, é um dos mais tradicionais e populosos da cidade. Sua história é marcada pela transição de uma área rural de grandes fazendas para um loteamento planejado que preserva, até hoje, um forte sentido de comunidade.
Da Fazenda ao Loteamento
Antes de se tornar área urbana, o local era conhecido como Tapera de Cima. Toda a região pertencia à família Tristão, que possuía uma vasta propriedade rural.
Influência da Família: O nome de ruas como a Avenida Alencar Tristão (principal acesso) e a Rua Antônio Tristão são homenagens diretas aos antigos proprietários das terras.
O bairro foi oficialmente projetado e construído em 1952 pelo engenheiro Antônio Carlos Saraiva, formado pela Escola de Engenharia de Juiz de Fora em 1949.
No início, o loteamento era chamado de Vale dos Bandeirantes. O nome evocava os desbravadores paulistas, mas para os moradores, o "Vale" descrevia perfeitamente a geografia do local, cercado por morros (como a Serra da Grama).
Nas décadas de 50 e 60, o bairro era visto como um lugar distante. Os moradores relatam que o clima era de "cidade do interior", com ruas de terra, muitos sítios e açudes onde as crianças da época aprendiam a nadar.
Um local icônico nos anos 70 era a Cabana dos Bandeirantes, um restaurante que tinha um pequeno lago com patos e era o ponto de lazer das famílias.
Hoje, o Bandeirantes é um bairro autossuficiente com uma população estimada em mais de 13 mil habitantes.
A Praça Arthur Bernardes e a Paróquia de Santa Cruz formam o centro cívico e religioso, mantendo o aspecto de praça de interior onde os vizinhos se encontram.
A Rua Sargento Cunha é o principal eixo comercial. O bairro também abriga a garagem da antiga Viação Santa Luzia e o cemitério Parque da Saudade (que fica na área que outrora foi a sede da fazenda).
O Bandeirantes é um bairro de "destino". Por não ser uma via de passagem obrigatória para outras grandes regiões (diferente da Avenida Rio Branco, por exemplo), quem circula por suas ruas geralmente é morador ou está indo especificamente para lá, o que contribui para a sensação de segurança e tranquilidade relatada pelos residentes.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
136
Casa de Anita Garibaldi
Avenida Barão do Rio Branco - 1262
A Associação Cultural e Beneficente Ítalo-brasileira Anita Garibaldi (“Casa de Anita”) tem suas raízes fincadas em Juiz de Fora desde o início do século passado. Originada da fusão com a Associação Beneficente dos Irmãos Artistas, que tinha como principais finalidades socorrer seus associados nos casos de doenças, invalidez e auxílio aos necessitados, a entidade tem um histórico de beneficência.
Seu prédio sede, localizado à Av. Barão do Rio Branco, 1262 Juiz de Fora – MG) foi construído em 1925 pela firma de Jacob Kneip, segundo as premissas do estilo eclético, com fortes influências compositivas do repertório italiano. Sua inauguração deu-se em 17 de outubro de 1926, comemorando, hoje, 86 anos.
Com o fim da Associação Anita Garibaldi, em fins dos anos 60, sem causas conhecidas, o prédio foi praticamente abandonado. Em 1993 surge a “Casa de Anita”, constituindo-se uma nova diretoria da Associação e sendo reaberta ao público. Tinha por finalidade promover eventos culturais como shows, cursos, palestras, apresentações teatrais, caracterizando-se como um espaço aberto às diversas manifestações culturais.
O edifício foi tombado em 1999 (Decreto: 6466/16.06.1999), e a Associação recebeu Moção de Aplauso em 29/10/2010 (nº0254/2010).
Colaboração: Luciana Scanapieco
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
135
Projeto para a sede do Club Juiz de Fora de autoria de Rafael Arcuri de 1917
Foto extraído do livro Ornamento, Ponto e Nó de autoria de Marcos Olender, Pagina 221, Figura 192.
Editora: Universidade Federal de Juiz de Fora (FUNALFA), 2011.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
134
Um dos primeiros carros de Aluguel de Juiz de Fora
Tinha uma vasta garagem com saída para a Rua Santo Antônio
Veiculo um Fiat de 1910
Fonte: Juiz de Fora Apresentada por Pedro Nava.
Foto extraída do Livro de Autoria de Ilma de Castro Barros e Salgado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
133
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio e Capela do Stella Matutina em 1940, (Demolido).
Data do final do século XIX a criação de escolas secundárias e, posteriormente, de escolas superiores, destinadas a formação de mão de obra.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
132
Bairro Aeroporto
Aeroporto Juiz de Fora Francisco Álvares de Assis
Conhecido como Serrinha
Instrutor Oton Alves de Oliveira da equipe de paraquedismo Águias de Ouro preparando aluno não informado para salto de paraquedas em 1987.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
131
Banco de Crédito Real
Uilmara Machado de Melo comentou: "O edifício eclético inicialmente de quatro pavimentos foi projetado pelo engenheiro arquiteto Luiz Signorelli, sendo construído entre os anos 1929 a 1931. As pinturas decorativas são de autoria do italiano Angelo Biggi. Os dois pavimentos acrescidos entre 1951 e 1952, são de autoria do engenheiro Reginaldo Arcuri.".
Se os dois pavimentos foram acrescidos entre 1951 e 1952, então esta foto é, obviamente, depois de 1952.
Fonte: Iepha.
Beth Brega Daibert comentou: Minha família Credireal, por um triz aí não nasci, porque minha mãe trabalhou mas teve que sair pra casar, depois dela vieram 2 irmãs e um primo, continuando mas do lado paterno, foi um primo e um tio q implantou o setor mecanizado, a linhagem terminou comigo que aí me aposentei. Amo esse prédio e sua história.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
130
Bairro Poço Rico
Rua Pernambuco
Deposito da Pavan que pertenceu ao saudoso amigo, empresário e Patrão, Senhor Juarez Coutinho, acredito que este foi o inicio de uma das maiores empresas de Juiz de Fora no ramo da Construção. 
Podemos ver o ver o Morro do Cemitério
Andre Dornelas Duraes Duraes comentou: A placa da Sorocabana lá atrás, a frente dela dava pra praça da Republica
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
129
Bairro Poço Rico
Rua Pernambuco
Deposito da Pavan que pertenceu ao saudoso amigo, empresário e Patrão, Senhor Juarez Coutinho, acredito que este foi o inicio de uma das maiores empresas de Juiz de Fora no ramo da Construção. 
Podemos ver o ver o Morro do Cemitério
Andre Dornelas Duraes Duraes comentou: A placa da Sorocabana lá atrás, a frente dela dava pra praça da Republica
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
128
Túnel ferroviário próximo a antiga Usina hidrelétrica de Marmelos.
Túnel de Marmelos (ou formalmente como Túnel n.º 12 da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil). Ele é um ponto de grande interesse histórico e geográfico em Juiz de Fora, estando intimamente ligado ao desenvolvimento industrial da região.
O túnel está situado no bairro Vila Ideal, nas proximidades da Usina de Marmelos Zero (a primeira hidrelétrica da América do Sul, inaugurada em 1889). Ele faz parte do traçado da Linha do Centro da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB), que conectava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.
O túnel era essencial para o escoamento de produtos e para a chegada de insumos em Juiz de Fora, que no final do século XIX era apelidada de "Manchester Mineira" devido ao seu forte polo industrial.
A construção da Usina de Marmelos por Bernardo Mascarenhas aproveitou a geografia acidentada da região. O túnel ferroviário passa "por cima" ou muito próximo ao complexo da usina, criando um cenário onde a engenharia ferroviária e a elétrica se encontram.
Embora não seja um túnel de extensão quilométrica como o "Tunelão" da Ferrovia do Aço (que fica em outra região de Minas), ele possui cerca de 200 a 300 metros de extensão.
A linha férrea ainda é ativa, operada pela concessionária MRS Logística, sendo utilizada principalmente para o transporte de minério de ferro e carga pesada.
A área ao redor do túnel e da usina é tombada pelo patrimônio histórico. Muitas pessoas visitam a região para ver o Museu de Marmelos e acabam observando o túnel, que compõe a paisagem industrial clássica da cidade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
127
Interior do Parque Halfeld
Foto extraída do Álbum de Juiz de Fora de 1929.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
126
Tiro de Guerra 17, (TG 17) é uma das mais antigas e simbólicas de Juiz de Fora, estando intimamente ligada ao desenvolvimento da cidade e ao civismo local desde o início do século XX.
O Tiro de Guerra 17 foi fundado em 1908, no contexto de uma campanha nacional para a criação de centros de instrução militar voltados para civis. 
O grande idealizador da unidade em Juiz de Fora foi o então Tenente João Marcelino Ferreira da Silva, (que mais tarde se aposentaria como General de Reserva).
O objetivo era oferecer conhecimentos militares básicos aos cidadãos que se apresentassem voluntariamente, permitindo que fossem incluídos na reserva de 2ª categoria do Exército Brasileiro sem a necessidade de afastamento total de suas atividades civis.
A sede do TG 17 está localizada na Rua Santo Antônio, nº 110, no Centro. O prédio é um marco arquitetônico e cultural da cidade:
No frontispício, (fachada) do edifício, ainda é possível ver gravadas as Armas da República, o nome da instituição e a data de fundação (1908). 
Devido à sua relevância histórica e social, o imóvel é um bem tombado pela Prefeitura de Juiz de Fora, (através da Funalfa), sendo reconhecido como patrimônio cultural do município.
Diferente de um quartel convencional de infantaria, o Tiro de Guerra funciona em parceria entre o Exército e a Prefeitura. 
A prefeitura fornece as instalações e o suporte administrativo, enquanto o Exército entra com o fardamento, armamento e instrutores (geralmente sargentos).
Em Juiz de Fora, o TG 17 formou gerações de jovens, conhecidos como "atiradores". Além do treinamento militar, a instituição sempre teve um forte papel na educação cívica e em ações sociais, como campanhas de doação de sangue e apoio em situações de calamidade.
É importante notar que, ao longo dos anos, as numerações e organizações dos Tiros de Guerra podem sofrer alterações. Atualmente, a unidade é referenciada tecnicamente como TG 04-017 (o prefixo "04" refere-se à 4ª Região Militar, que abrange Minas Gerais).
O edifício sede recebeu o nome de um de seus antigos diretores, que foi reeleito oito vezes para o cargo, demonstrando a forte ligação que a sociedade civil de Juiz de Fora mantinha com a administração do clube de tiro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
125
Fazenda do Juiz de Fora em Ruínas
Era Localizada na Avenida Sete de Setembro
A Fazenda do Juiz de Fora, (também chamada de Fazenda Velha), ficava exatamente onde mais tarde funcionou a famosa Boate Sayonara, na margem esquerda do Rio Paraibuna.
consequentemente da cidade — surgiu porque o seu proprietário original, o Dr. Luiz Fortes de Bustamante e Sá, detinha o cargo de "Juiz de Fora" (um magistrado nomeado pela Coroa Portuguesa para atuar onde não havia juízes locais).
Naquela época (século XVIII), não havia cidades, apenas matas e o Caminho Novo. 
Os tropeiros e viajantes usavam a fazenda como ponto de referência. Eles diziam: "Vou fazer uma parada lá no Juiz de Fora" ou "Nos encontramos na fazenda do Juiz de Fora". Com o tempo, o cargo do proprietário virou o nome da localidade.
O Casarão: Era um sobrado imponente de arquitetura colonial. Ele foi o centro administrativo e social da região por décadas.
Infelizmente, esse marco histórico foi demolido na década de 1940. No local onde ficava o casarão, foi erguida anos depois a construção que abrigou a Boate Sayonara, um ícone da vida noturna de Juiz de Fora no século XX.
Atualmente, nem a fazenda nem a boate original existem mais da forma como eram, mas o terreno permanece como o "marco zero" histórico da identidade juiz-forana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
124
A Diligência da Estrada União e Indústria em 1864 representa o auge da sofisticação do transporte terrestre no Brasil Imperial. Inaugurada em 1861 por Mariano Procópio, a estrada ligava Petrópolis a Juiz de Fora e foi a primeira rodovia macadamizada, (pavimentada com pedras compactadas), da América Latina.
Abaixo, detalho o funcionamento desse sistema de transporte no ano de 1864.
Em 1864, o sistema de transporte estava plenamente estabelecido. A viagem entre Petrópolis e Juiz de Fora (cerca de 144 km) durava em média 12 horas.
As diligências tinham uma média de 16 a 20 km/h, uma velocidade impressionante para a época, possível graças à pavimentação de alta qualidade.
A cada 15 a 20 quilômetros, havia uma Estação de Muda. Ali, as mulas cansadas eram substituídas por animais descansados em apenas alguns minutos, garantindo que o ritmo da viagem não caísse.
As diligências eram veículos importados, (muitas vezes dos EUA ou Europa), com suspensão de couro para absorver os impactos, divididas em classes (como a 3ª classe, que incluía escravizados ou trabalhadores que viajavam descalços).
O ano de 1864 foi marcante para a Companhia União e Indústria devido ao Decreto nº 3.325, de 29 de outubro. Este documento renegociou a relação da empresa com o Governo Imperial:
A Companhia assumiu responsabilidades maiores de conservação da estrada e dos ramais.
Foi em 1864 que se decidiu a fundação da Escola Agrícola União Indústria, (inaugurada anos depois), visando modernizar a lavoura na região.
A Companhia passou a ter o contrato de condução das malas do Correio para a Província de Minas.
A mais famosa das diligências da companhia era a Mazeppa. Embora tenha ficado célebre por transportar D. Pedro II na inauguração em 1861, ela continuava em operação (ou como reserva de luxo) em 1864.
Hoje, a Mazeppa é a única diligência original remanescente daquela frota e está preservada no Museu Rodoviário, em Levy Gasparian (RJ).
A rotina das diligências nesse período foi eternizada pelo fotógrafo Revert Henry Klumb. Em 1864, ele já estava produzindo as imagens que comporiam o famoso guia "Doze Horas em Diligência". Suas fotografias mostram as estações, as curvas sinuosas da estrada e os passageiros da época.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Mauricio Lima Corrêa
123
Interior do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt
Avenida Presidente Getúlio Vargas com a Avenida Barão do Rio Branco
Atualmente neste local funciona a CESAMA.
Final da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
122
Ultima Viagem do Bonde em 10 de Abril de 1969
Gilson Costa comentou: Dia de péssima lembrança.
Abriram mão de um meio de transporte de suma importância para a população, em nome do famigerado progresso.
Com certeza os mais jovens não têm ideia da importância dos Bondes naquela época.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
121
Bairro Fábrica
Rua Euclides da Cunha
Atualmente tem uma passarela construída pela MRS Logística que dá acesso a Rodoviária.
Ao Fundo a Mata do Krambeck
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
120
O Vagão Escola Professor Halfeld: Uma Sala de Aula sobre Trilhos no Salvaterra
O vagão é um clássico modelo de madeira, provavelmente da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil.
No dia 17 de Outubro de 1981, o Bairro Salvaterra, em Juiz de Fora, ganhava um projeto educativo singular: o Vagão Escola Professor Halfeld. 
Localizado na Estrada Domingos Húngaro, dentro da Fazenda Santa Cruz, este antigo carro ferroviário foi transformado num espaço de saber e transformação social.
Sob a orientação dedicada da Senhorita Leila Dias, o vagão deixou de ser um meio de transporte para se tornar um porto seguro para o ensino de artes e ofícios. As fotografias de meu acervo revelam detalhes emocionantes desta história:
O vagão de madeira, protegido por uma cobertura rústica, mantém as suas janelas em arco características, que outrora emolduravam as paisagens da linha férrea e, a partir de 81, passaram a iluminar o trabalho dos alunos.
Nas imagens internas, é possível ver as carteiras escolares de madeira perfeitamente alinhadas, evidenciando que ali funcionava uma escola real e organizada.
O Legado da Professora Leila: Mais do que um objeto histórico, o vagão foi o palco onde a Srta. Leila "regou" o futuro de muitos jovens através do artesanato e da educação.
Hoje, embora o tempo e o silêncio dominem o ambiente na Fazenda Santa Cruz, as imagens das salas de aula vazias e cobertas pelo pó da história ainda ecoam a importância deste projeto para a memória de Juiz de Fora. Preservar estas fotos é garantir que a dedicação da Professora Leila e o esforço dos seus alunos não sejam esquecidos.
Acervo e Texto: Mauricio Lima Corrêa 
119
O Vagão Escola Professor Halfeld: Uma Sala de Aula sobre Trilhos no Salvaterra
O vagão é um clássico modelo de madeira, provavelmente da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil.
No dia 17 de Outubro de 1981, o Bairro Salvaterra, em Juiz de Fora, ganhava um projeto educativo singular: o Vagão Escola Professor Halfeld. 
Localizado na Estrada Domingos Húngaro, dentro da Fazenda Santa Cruz, este antigo carro ferroviário foi transformado num espaço de saber e transformação social.
Sob a orientação dedicada da Senhorita Leila Dias, o vagão deixou de ser um meio de transporte para se tornar um porto seguro para o ensino de artes e ofícios. As fotografias de meu acervo revelam detalhes emocionantes desta história:
O vagão de madeira, protegido por uma cobertura rústica, mantém as suas janelas em arco características, que outrora emolduravam as paisagens da linha férrea e, a partir de 81, passaram a iluminar o trabalho dos alunos.
Nas imagens internas, é possível ver as carteiras escolares de madeira perfeitamente alinhadas, evidenciando que ali funcionava uma escola real e organizada.
O Legado da Professora Leila: Mais do que um objeto histórico, o vagão foi o palco onde a Srta. Leila "regou" o futuro de muitos jovens através do artesanato e da educação.
Hoje, embora o tempo e o silêncio dominem o ambiente na Fazenda Santa Cruz, as imagens das salas de aula vazias e cobertas pelo pó da história ainda ecoam a importância deste projeto para a memória de Juiz de Fora. Preservar estas fotos é garantir que a dedicação da Professora Leila e o esforço dos seus alunos não sejam esquecidos.
Acervo e Texto: Mauricio Lima Corrêa 
118
O Vagão Escola Professor Halfeld: Uma Sala de Aula sobre Trilhos no Salvaterra
O vagão é um clássico modelo de madeira, provavelmente da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil.
No dia 17 de Outubro de 1981, o Bairro Salvaterra, em Juiz de Fora, ganhava um projeto educativo singular: o Vagão Escola Professor Halfeld. 
Localizado na Estrada Domingos Húngaro, dentro da Fazenda Santa Cruz, este antigo carro ferroviário foi transformado num espaço de saber e transformação social.
Sob a orientação dedicada da Senhorita Leila Dias, o vagão deixou de ser um meio de transporte para se tornar um porto seguro para o ensino de artes e ofícios. As fotografias de meu acervo revelam detalhes emocionantes desta história:
O vagão de madeira, protegido por uma cobertura rústica, mantém as suas janelas em arco características, que outrora emolduravam as paisagens da linha férrea e, a partir de 81, passaram a iluminar o trabalho dos alunos.
Nas imagens internas, é possível ver as carteiras escolares de madeira perfeitamente alinhadas, evidenciando que ali funcionava uma escola real e organizada.
O Legado da Professora Leila: Mais do que um objeto histórico, o vagão foi o palco onde a Srta. Leila "regou" o futuro de muitos jovens através do artesanato e da educação.
Hoje, embora o tempo e o silêncio dominem o ambiente na Fazenda Santa Cruz, as imagens das salas de aula vazias e cobertas pelo pó da história ainda ecoam a importância deste projeto para a memória de Juiz de Fora. Preservar estas fotos é garantir que a dedicação da Professora Leila e o esforço dos seus alunos não sejam esquecidos.
Acervo e Texto: Mauricio Lima Corrêa 
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O Vagão Escola Professor Halfeld: Uma Sala de Aula sobre Trilhos no Salvaterra
O vagão é um clássico modelo de madeira, provavelmente da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil.
No dia 17 de Outubro de 1981, o Bairro Salvaterra, em Juiz de Fora, ganhava um projeto educativo singular: o Vagão Escola Professor Halfeld. 
Localizado na Estrada Domingos Húngaro, dentro da Fazenda Santa Cruz, este antigo carro ferroviário foi transformado num espaço de saber e transformação social.
Sob a orientação dedicada da Senhorita Leila Dias, o vagão deixou de ser um meio de transporte para se tornar um porto seguro para o ensino de artes e ofícios. As fotografias de meu acervo revelam detalhes emocionantes desta história:
O vagão de madeira, protegido por uma cobertura rústica, mantém as suas janelas em arco características, que outrora emolduravam as paisagens da linha férrea e, a partir de 81, passaram a iluminar o trabalho dos alunos.
Nas imagens internas, é possível ver as carteiras escolares de madeira perfeitamente alinhadas, evidenciando que ali funcionava uma escola real e organizada.
O Legado da Professora Leila: Mais do que um objeto histórico, o vagão foi o palco onde a Srta. Leila "regou" o futuro de muitos jovens através do artesanato e da educação.
Hoje, embora o tempo e o silêncio dominem o ambiente na Fazenda Santa Cruz, as imagens das salas de aula vazias e cobertas pelo pó da história ainda ecoam a importância deste projeto para a memória de Juiz de Fora. Preservar estas fotos é garantir que a dedicação da Professora Leila e o esforço dos seus alunos não sejam esquecidos.
Acervo e Texto: Mauricio Lima Corrêa 
116
A Estação de Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG), é um marco fundamental da história ferroviária brasileira. 
Inaugurada em 20 de novembro de 1876 pela Estrada de Ferro Dom Pedro II (que se tornaria a Central do Brasil em 1889), ela originalmente se chamava Estação de Rio Novo. O nome foi alterado em 1881 para homenagear o Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage, o idealizador da Rodovia União e Indústria e diretor da ferrovia, que havia falecido anos antes.
A estação operava com bitola mista (três trilhos). Isso ocorria porque ela servia de ponto de integração entre duas ferrovias com padrões técnicos diferentes:
Bitola Larga (1,60m): Da Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.
Bitola Estreita (1,00m): Utilizada pelo ramal que partia dali em direção a Bom Jardim de Minas, operado inicialmente pela Viação Sapucaí (que depois se tornaria parte da Rede Mineira de Viação - RMV).
A foto que estamos trabalhando (do Álbum de Juiz de Fora de Albino Esteves, 1915) registra exatamente esse momento, mostrando os trilhos extras e, curiosamente, os bondes elétricos que passavam ao lado da estação, na Rua Mariano Procópio.
A estação não era apenas um ponto de carga; ela ficava estrategicamente próxima à Villa Ferreira Lage (hoje o Museu Mariano Procópio). No início do século XX, a área era um polo industrial e cultural, com fábricas de tecelagem e a proximidade do primeiro museu de Minas Gerais.
Com o tempo, o entroncamento para Bom Jardim de Minas foi deslocado para o norte (Benfica), e a bitola métrica foi retirada. A estação continuou atendendo passageiros, especialmente o famoso trem de subúrbio conhecido como Xangai, que ligava Matias Barbosa a Benfica. O serviço de passageiros foi extinto em 1996.
A cobertura metálica da plataforma (gare), que aparece na sua foto original, era considerada única em toda a Linha do Centro. Infelizmente, essa estrutura foi destruída por um acidente com um trem de carga em 2004 e não foi reconstruída durante as restaurações recentes do prédio.
Fotografia do Álbum de Juiz de Fora, Albino Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
115
Armazém Ribeiro,(FACHADA).
Situado em um ponto bem central da cidade, o Armazém Ribeiro, fundado em 1935, ficava na Avenida Barão do Rio Branco, 2869, esquina com a então Rua do Sampaio.
De propriedade de Odilon Ribeiro, a casa era chamada, quando foi aberta, de “secos e molhados”, como era comum aos estabelecimentos deste tipo.
O armazém funcionou até os anos 1970, e até então ainda utilizava o crediário no estilo “caderneta”, em que a clientela só pagava no fim do mês, algo bastante comum antes da chegada dos supermercados.
“O proprietário, senhor Ribeiro, como era chamado pelos clientes, colocou o cognome ”Rei do Whisky”, devido ao estoque e variedade de marcas e tipos de licores, vinhos, conhaques, whiskies e demais bebidas, importadas ou nacionais.
Além das bebidas, também era grande a variedade de enlatados e o famoso bacalhau ”Imperial”, o melhor dos importados.
Lembramos que também se tratava de um armazém completo, menos legumes, verduras e carnes frescas.
O senhor Ribeiro era casado com Dona Zélia, seu braço direito à frente do armazém e tiveram dois filhos, Zelon e Carlos Henrique.
Inclusive um fato curioso: o primogênito Zelon, cujo nome é formado por Zé de Zélia e lon de Odilon, nasceu dentro do armazém, cujo parto foi assistido por Dona Zuzu, renomada parteira, na época.
O Armazém Ribeiro foi muito querido até a década de 1970, quando encerrou suas atividades, deixando assim saudade às famílias que sempre honraram com a preferência, através do ”Phone 1234”.”
Foto Arquivo pessoal/Zelon Fonseca Ribeiro
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
114
Vista Aérea
Curva do Lacet
Ainda não existia o Bairro do cascatinha o acesso a 040, Shopping 
Paulo Medeiros Comentou: Bairro Cascatinha.
Atualmente temos a direita, o shopping Independência, no final da curva vista. Independência, Ascomcer e o Hospital Monte Sinai.
João Paulo Vieira comentou: Bairro Cascatinha ao fundo, curva do Lace à direita, Clube Cascatinha abaixo.
Luis Sergio Lucio Comentou: Legal, Os primeiros prédios do Bairro Cascatinha.
Marcos Kopschitz Xavier Bastos Comentou: Até meados da década de 70, 1976 certamente, o local era vazio. O loteamento que veio a ser o Bairro Cascatinha é de entre final dos 70 e início dos 80.
Pode ser vista a Curva do Lacet, construída para o novo acesso à UFJF (74 ou 75), hoje em frente à entrada principal do Shopping Independência, assim como a Av. Paulo Japiassu Coelho.
Como o bairro já está um pouco ocupado, mais provavelmente inicio dos anos 80.
Mais algumas observações interessantes sobre a foto.
Uma das primeiras ocupações foram os conjuntos habitacionais que se
destacam. À época, julgou-se que poderiam atrapalhar o desenvolvimento do bairro, o que acabou por não ocorrer.
O espaço entre a Curva do Lacet e um dos conjuntos é onde hoje está o Hospital ASCOMCER.
Abaixo da curva, à esquerda, o Salão Cristal do Clube Cascatinha.
Um "lacet", ou laço, é uma obra de engenharia rodoviária utilizada para se ganhar elevação de nível. Ficou o nome.
Provavelmente Final da década de 1970 ou Início da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
113
Fotografia Histórica
Vista Panorâmica do arraial de Matias Barbosa
Prédio onde Tiradentes pernoitou e capela onde fizeram orações quando foram enviados para o Rio de Janeiro para serem Justiçados
Marcelo Pascoalini comentou: Tem muita história nessa imagem...Dá pra imaginar quantas vezes Tiradentes passou e rezou nessa capela? Imaginem o sofrimento dos inconfidentes quando pernoitaram no casarão e rezaram nessa capela....Conseguem ouvir o som ensurdecedor dos cavalos de Duque de Caxias e sua tropa quando passaram por ali, durante a revolução de 1842?
É muita história!!!
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
112
Bairro São Mateus
Um Trecho da Rua São Mateus depois do Calçamento feito na Administração do Senhor Oscar Vidal.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
111
Bairro Santa Terezinha
Ponte sobre o Rio Paraibuna, (Ponte da Tapera).
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
110
Monumento de uma Águia Representando a Força Aérea Brasileira em 1948
Situa-se em frente à fábrica da IMBEL (Indústria de Material Bélico do Brasil) e ao lado da atual Praça CEU (Centro de Artes e Desportos Unificados).
Fica muito próxima à Avenida Juscelino Kubitschek (JK), a principal artéria que liga o centro de Juiz de Fora aos bairros da Zona Norte.
Homenagem à FAB: Historicamente, a praça abrigava um monumento de uma águia de bronze, inaugurado em 1948, representando a Força Aérea Brasileira. Devido ao seu valor histórico e ao risco de vandalismo, a peça original foi transferida para o interior das instalações da IMBEL para preservação.
Esta praça em Benfica também carrega a denominação em honra ao Pai da Aviação, reforçando a ligação da região com as forças militares e a história industrial.
Atualmente so Restou o Pedestal, a Águia foi retirada por seu valor financeiro por se tratar ser de Bronze, acredito que esteja guardada na Imbel.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
109
Abraço Ecológico ao Rio Paraibuna é um evento emblemático na história ambiental de Juiz de Fora. 
O registro histórico mais marcante que menciona a reunião de três mil pessoas refere-se a uma mobilização popular ocorrida em novembro de 1991, (algumas fontes citam mobilizações similares na década de 90), que se tornou um marco na conscientização sobre a poluição do rio.
O evento reuniu cerca de 3.000 pessoas. Os manifestantes deram as mãos formando um cordão humano que se estendeu por quase dois quilômetros ao longo das margens na Avenida Brasil.
A ação foi um grito de socorro contra o descaso com o rio, que já sofria severamente com o despejo de esgoto doméstico e industrial. Foi um movimento da sociedade civil, escolas e entidades ambientais para exigir políticas públicas de despoluição.
O foco principal do abraço aconteceu nas proximidades da Ponte de Santa Terezinha, uma área historicamente ligada tanto à memória do rio (antigo ponto de lazer e pesca) quanto à sua degradação.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
108
Mercado Municipal 
Avenida dos Andradas, 197, abrigou o primeiro Mercado Municipal da cidade, inaugurado em 31 de dezembro de 1904.
Estilo Eclético: O prédio é um exemplar clássico do ecletismo, estilo que dominava a arquitetura brasileira na virada do século. Note a fachada simétrica, a ornamentação rica em detalhes e os imponentes torreões que você pode ver na imagem.
Foi erguido pela firma Teperine, Sisto e Cia. Na época, o acordo com a Câmara Municipal foi curioso: a empresa construiu o edifício e, em troca, recebeu o direito de explorar o mercado comercialmente por 20 anos.
Na sua restauração, aparece o icônico bonde. A Avenida dos Andradas era uma das principais artérias da cidade, conectando o centro industrial, (como a Fábrica Mascarenhas), às áreas residenciais.
O mercado era o coração do comércio local antes da popularização dos supermercados. Ali se vendia de tudo: hortaliças, carnes, laticínios e produtos que vinham das fazendas da região.
Por volta de 1930, o mercado deixou de funcionar nesse local. O prédio foi vendido para Getúlio Nogueira de Carvalho, que o transformou em uma das primeiras grandes agências de veículos da cidade.
Atualmente, o prédio é tombado pelo patrimônio histórico (Decreto 6754/2000). Embora o interior tenha sido adaptado para fins comerciais e residenciais, a fachada que você colorizou permanece preservada, mantendo viva a memória da "Manchester Mineira".
Início do século XX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
107
A chegada da Estrada de Ferro Dom Pedro II, (que mais tarde se tornaria a famosa Central do Brasil), em território mineiro foi um divisor de águas na história do Brasil Imperial, marcando o início da integração de Minas Gerais com o porto do Rio de Janeiro de forma eficiente.
O Marco de 1º de Maio de 1869
Os trilhos cruzaram a fronteira entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais exatamente nessa data. O ponto de entrada foi a travessia sobre o Rio Paraibuna. A instalação do primeiro trilho em solo mineiro foi um evento de grande simbolismo, pois representava a vitória da engenharia sobre a Serra do Mar e a Mantiqueira.
A Chegada a Juiz de Fora (1875)
Embora os trilhos tenham entrado em Minas em 1869, a linha levou mais alguns anos para atingir os grandes centros urbanos da região.
A inauguração: A Estação de Juiz de Fora foi inaugurada em 16 de junho de 1875, com a presença do próprio Imperador Dom Pedro II.
Impacto Econômico: Antes do trem, o transporte de café e mercadorias era feito por tropas de mulas pela Estrada União e Indústria. O trem reduziu drasticamente o tempo de viagem e o custo do frete, consolidando Juiz de Fora como a "Manchester Mineira".
O Desafio da Engenharia
A "Pedro II" foi uma obra monumental para a época. Para chegar a Minas, foi necessário:
Vencer a Serra do Mar.
Construir o Túnel Grande, (Túnel 12), que na época foi uma das maiores obras de engenharia ferroviária do mundo.
Superar o desnível do vale do Rio Paraíba do Sul para o Rio Paraibuna.
De Dom Pedro II a Central do Brasil
Com a Proclamação da República em 1889, o nome da ferrovia foi alterado para Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB). Ela continuou se expandindo por Minas Gerais, atingindo cidades como Barbacena, Conselheiro Lafaiete e, eventualmente, ligando o Rio de Janeiro à nova capital, Belo Horizonte, e ao Rio São Francisco (em Pirapora).
O encontro com a União e Indústria
A ferrovia "matou" a primazia da Estrada União e Indústria, (a primeira estrada macadamizada do Brasil), que ligava Petrópolis a Juiz de Fora. Muitos dos acionistas da estrada de rodagem tiveram que se adaptar ou investir na própria ferrovia para não perderem seus negócios.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
106
Dream’s Club
Meio restaurante e meio boate, o Dream’s Club foi uma das primeiras casas noturnas de Juiz de Fora, sendo inaugurada em 1959, na Galeria Bruno Barbosa, no Centro. Em 1965, a casa foi fechada, sendo reaberta em 1975, na Avenida Rio Branco, perto do Alto dos Passos, onde funcionou até o final dos anos 1980. Grandiosa, como as construções da época, a boate tinha dois andares, espaço para mesas e recebia shows ao vivo, além de ter disc-jockey lançando os embalos da pista de dança. Em todos os seus anos de funcionamento, o Dream’s faz parte das lembranças dançantes de diferentes gerações.
Imagens: Arquivo TM
Fonte http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/ 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
105
Avenida Barão do Rio Branco em 1934
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
104
Residência dos Irmãos Surerus em 1886
Avenida Presidente Getúlio Vargas
A Família Surerus em Juiz de Fora
Chegada e Empreendedorismo: Henrique Surerus e outros membros da família imigraram e chegaram a Juiz de Fora em 1861.
Negócios de Sucesso: Inicialmente, atuaram no ramo da construção civil. 
Em 1886, expandiram seus negócios para o centro da cidade, estabelecendo-se com uma loja de artigos de construção, oficina, serraria e até uma fábrica de carroças.
Pioneirismo Industrial: A família Surerus é reconhecida por sua contribuição para o processo de industrialização de Juiz de Fora. Eles foram contemporâneos de outros grandes empreendedores locais, como Bernardo Mascarenhas. 
A Residência (Casa Surerus)
A residência específica que se tornou notória era a "Casa Surerus de Henrique Surerus & Irmãos", localizada na Avenida Getúlio Vargas, e uma fotografia histórica datada de 1907 mostra o edifício. 
A casa era um exemplo da arquitetura da época e da influência da família na paisagem urbana da cidade. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
103
CAMDE, (Campanha da Mulher pela Democracia). 
Protesto Feminino pela retirada da 4ª Região Militar da cidade de Juiz de Fora em 1964.
A CA.M.DE, ou CAMDE significa Campanha da Mulher pela Democracia, foi um movimento preparado e financiado pelo IPES, Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais.
A função do Camde era mobilizar a maior quantidade possível de mulheres que seguiam a ideologia de um grupo da Igreja Católica mais conservador, as chamadas "candocas".
A Camdes tornou possível a preparação das mulheres para as marchas e manifestações de rua contra o governo de Jango.
O Golpe de 1964 teve a sua preparação estratégica iniciada em 1961. O IPES orientou e repassou verbas conseguidas de empresas brasileiras e multinacionais, entre estas cerca de trezentas empresas norte-americanas para a criação e financiamento de diversos institutos e organizações para a manipulação da população, principalmente a de classe média baixa e a classe pobre.
O espírito necessário à mobilização deveria, portanto multiplicar-se pelo país sob diversos nomes e siglas. O motivo principal da diversificação era fazer a opinião pública acreditar que todos os movimentos eram oriundos das mais diversas correntes e camadas sociais e não de um grupo somente.  
Texto Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Campanha_da_Mulher_pela_Democracia
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
102
Bairro Nova Era
Fabrica de Calçados e Chapéus, (Ballet ou Arbex).
Detalhe da Escada com degraus em forma de caixas de sapato
Posteriormente foi comprada por uma Empresa do ramo Frigorifico no abatimento de suínos e vendia tanto no atacado e varejo com o nome de JACOBANA que era de propriedade de Senhor Arnaldo.
Ao Fundo o Morro dos Pica-Pau
Atualmente no local uma Transportadora
Provavelmente Meados da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
101
Bairro Nova Era
Fabrica de Calçados e Chapéus, (Ballet ou Arbex).
Detalhe da Escada com degraus em forma de caixas de sapato
Posteriormente foi comprada por uma Empresa do ramo Frigorifico no abatimento de suínos e vendia tanto no atacado e varejo com o nome de JACOBANA que era de propriedade de Senhor Arnaldo.
Ao Fundo o Morro dos Pica-Pau
Atualmente no local uma Transportadora
Provavelmente Meados da década de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
100
Guarda Civil de Juiz de Fora
Na Foto Élcio , Matola e Freitas.
Para representar a Guarda Civil do interior de Minas Gerais, registraremos a instituição de Juiz de Fora, representando todas as outras cidades que tiveram o privilégio de ter essa força de segurança, por termos recebido material de familiares daquela região do estado. Juiz de Fora possuiu um dos mais operosos quadros de Guarda Civis no estado, que enalteceram e trouxeram o respeito e a credibilidade, adjetivos que sempre fizeram parte daquela instituição policial. Ali foram forjados grandes policiais como Antonio Matola, Élcio, Toledo e Freitas, dentre tantos outros.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
99
Bairro Benfica
Recebimento de Diploma da quarta Serie Primaria
Na Fotografia Mauricio recendo o Diploma, Professora Celi, Senhor Filinto, Elizabete Tomaz Tomaz, e Professora Lucimar Andrade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
98
Bairro São Mateus
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho, (Demolido).
Fundado em 7 de Janeiro de 1911, pelo Capitão Torquato Bicalho e Dona Áurea Gregorina Bicalho, que foi a primeira diretora.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
97
Próximo à Praça da Doutor João Penido ou Praça da Estação
Possivelmente uma Greve Geral, Onde tivemos Intervenção da Força Pública, Policia Militar e bem como do Exército. 
O período viu o crescimento de uma classe operária emergente e, inclusive, movimentações e greves de trabalhadores que foram reprimidas na época.
Provavelmente meados década de 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
96
O imigrante italiano Pietro Angelo Biancovilli
Pietro
Biancovilli tinha uma profissão, era professor de caligrafia
formado na Áustria, e, além dos conhecimentos da arte da litografia que lhe foram passados pelo seu pai, não
parecia estar fugindo da pobreza pois logo que chegou à cidade de Juiz de Fora estabeleceu sua litografia
Ao pensarmos sobre a quantia recebida pelo imigrante por ocasião de sua chegada à cidade, percebemos que esta seria
insuficiente para que o litógrafo adquirisse os prelos e as pedras do jornal O Pharol, o que viria possibilitar, no mesmo ano em que chegou a Juiz de Fora, a instalação de sua primeira oficina litográfica no mesmo ano em que chegou.
Esta questão nos leva a refletir que o conhecimento profissional de Biancovilli, que dominava a técnica da litografia, da caligrafia e do desenho, pode ter se tornado uma moeda de troca na
aquisição dos prelos e das pedras, por serviços que poderiam ser prestados ao referido jornal.
A integração da oficina litográfica de Biancovilli com outras oficinas gráficas da cidade é percebida em diversos momentos,
através das fontes coletadas em periódicos e revistas
ilustradas da cidade.
A exemplo da citação aos seus serviços relatada na edição de 1897 do Almanack de Juiz de Fora, onde o redator do dito anuário
enfatiza a eficiência e o baixo custo
Fonte: http://www.ufjf.br/.../04/Ligia-Maria-Alves-de-Lacerda.pdf
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
95
Serviço Criado em 05 de Agosto de 1940 pelo Governo do Presidente Getúlio Vargas
Avenida dos Andradas
Restaurante Popular em 1959
Atualmente neste local uma Agencia do INSS.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
94
inaugurado em 07 de Julho de 1888 com um grande banquete presidido pelo Senhor Fonseca Hermes.
Rua Halfeld
Calendário de 1978 feito pela construtora Aguiar Ganimi Villela
Arte de J.Granhen
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
93
Rua Halfeld
Hotel Rio de Janeiro em 1915
Uma característica marcante deste hotel, que confirma a identidade na foto, são as estátuas de dois leões sobre os pilares do portão lateral/entrada. 
Este Hotel foi inaugurado em 07 de Julho de 1888 com um grande banquete presidido pelo Senhor Fonseca Hermes.
O Hotel era de propriedade do Senhor Gustavo Pereira da Cruz.
Era o local preferido da elite e de políticos. 
Registros indicam que hospedou presidentes da República e figuras importantes em visitas a Juiz de Fora (algumas fontes citam visitas em 1904). O cartaz "TAVORA" pode fazer referência a alguma campanha política (talvez Juarez Távora, o que dataria a foto mais para a década de 1920/30) ou um anúncio comercial local da época.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
92
Rua Visconde de Mauá 
Casal em pose para Fotografia para sair em Gincana com o Carro 19.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
91
Companhia de Estrada de Ferro D. Pedro II
A Usina de Marmelos Zero foi idealizada por Bernardo Mascarenhas e construída pela CME (Companhia Mineira de Eletricidade), sendo inaugurada em 05 de Setembro de 1889
Foi a Primeira Usina Hidro elétrica da América do Sul e inicialmente atendia somente Juiz de Fora e parte da Zona da Mata
Em 1980, foi incorporada pela CEMIG
A inauguração desta Usina veio se somar ao pioneirismo desta cidade que começou a ser escrito, primeiramente quando o Bandeirante Garcia Dias Paes traçou o chamado Caminho Novo que passava pela margem esquerda do Rio Paraibuna, que ligava o porto do Rio de Janeiro até a principal região mineradora (Vila Rica).
Ao logo deste Caminho, às margens do Paraibuna, foram erguidos pequenos povoados, como o Morro da Boiada, atual Bairro Santo Antônio, sendo locais de descanso dos tropeiros que passavam pela região
Foi através deste Caminho que efetivamente a História de Juiz de Fora se inicia
Juiz de Fora prosperou grandemente devido à cafeicultura; havia grandes fazendas de café que eram a base da economia local
Com a cafeicultura, novos investimentos foram trazidos para a cidade, como a Rodovia União Indústria, construída por Mariano Procópio Ferreira Lage e pela Companhia União Indústria
Com a inauguração desta Rodovia em 1861, ela trouxe consigo a mão de obra qualificada dos imigrantes; estes, após a conclusão da Rodovia, iniciaram o desenvolvimento do processo industrial da cidade, com a inserção de algumas fábricas
Posteriormente, com a construção da Estrada de Ferro “D. Pedro II” houve uma facilitação da comunicação entre a cidade e a Corte, que ficava neste momento no Rio de Janeiro
Outro beneficio da estrada foi a melhoria no escoamento da produção cafeeira da Zona da Mata Mineira até o porto do Rio.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
90
Rua Halfeld no Carnaval de 1964
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
O bloco foi um dos mais tradicionais de Juiz de Fora e foi até declarado Hors Concours, (fora de competição), pelo ex-prefeito Itamar Franco, após vencer o carnaval da cidade diversas vezes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
89
A “Associação dos Cegos em Juiz de Fora” foi criada por um deficiente visual, Sr. LUIZ DE FREITAS e sua esposa. Residentes no Rio de Janeiro, vieram à nossa cidade com a intenção de fundar uma “Associação” para prestar assistência ao cego idoso e carente. Contou com o apoio de um grupo de pessoas de boa vontade e de renome na sociedade Juizforana.
Em 05/10/1939, foi eleita a primeira Diretoria, que passou a considerar esta data como a de fundação da Entidade.
Vencendo dificuldades financeiras, a primeira diretoria da Associação adquiriu uma pequena casa, em um ponto privilegiado da cidade, até hoje sede da Entidade. Depois de inúmeras alterações e aquisições de terrenos vizinhos, a casa foi ampliada, constituindo um patrimônio formado por dois prédios, um com quatro e o outro com seis andares, além de uma área de lazer. Com a ampliação da casa, foi ampliada também a assistência aos cegos, sendo admitidos deficientes de todas as faixas etárias.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
88
Funcionou na Rua da Gratidão, (Morro da Gloria).
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
87
Cartão Postal 
Rua São João Nepomuceno
É provável que ela tenha sido nomeada em homenagem a São João Batista, um santo popular, e tenha se desenvolvido junto com o crescimento da cidade de Juiz de Fora. A associação de comerciantes da rua foi fundamental para sua modernização e revitalização recente. 
Podemos ver ao Fundo Academia de Comércio.
Inicio do século
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
86
Vista Fotográfica das cinco casas que pertenceu a Francisco Albino da Costa Freitas.
Eram Localizadas no Largo do Riachuelo, sendo quatro ligadas pela mesma Cumeeira, (Telhado).
E uma afastada do alinhamento do mesmo Largo em 21 de julho de 1896.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
85
Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ).
Rua Bairro São Mateus
Fundação da Maternidade: 1º de Dezembro de 1926.
Transformação em Hospital Geral: A partir de 2005, a instituição se tornou um hospital geral, mantendo a maternidade.
Atendimento: Oferece atendimento completo em diversas especialidades, incluindo maternidade, exames, pronto atendimento e cirurgias de pequeno, médio e grande porte. É referência em UTI Neonatal e cirurgias cardíacas em crianças.
O hospital é uma Organização Social de Saúde (OSS) sem fins lucrativos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa.
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Bairro Vale dos Bandeirantes
O engenheiro Antônio Carlos Saraiva, formado pela Escola de Engenharia de Juiz de Fora, em 1949.
É em 1952, ele projetou e construiu o Bairro Vale dos Bandeirantes, hoje um dos mais populosos e importantes da cidade.
A estrada em destaque e a subida da serra da Grama como e popularmente conhecida.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Família Imperial em Visita a Residência de Mariano Procópio Ferreira Lage em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria.
Ao Fundo o Jardim do atual Museu Mariano Procópio.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
82
Família Imperial em Visita a Residência de Mariano Procópio Ferreira Lage em 1861 para inaugurar a Estrada União Industria.
Ao Fundo o Jardim do atual Museu Mariano Procópio.
Dom Pedro II, Princesa Isabel e Leopoldina, Imperatriz Tereza Cristina e Conde D´Eu.
Segundo Informações este local e o Lago do Museu Mariano Procópio ou um Canal próximo que ligava o Lago ao Rio Paraibuna.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Cartão Postal 
Parque Halfeld 
Biblioteca Municipal, (Demolida).
A criação de uma biblioteca pública em Juiz de Fora foi proposta em 1888, pelo vereador Fonseca Hermes e inaugurada oficialmente em 28 de dezembro de 1897, no prédio da Câmara Municipal.
É considerada a instituição cultural mais antiga em funcionamento na cidade e no ano de 1982 recebeu o nome de Biblioteca Municipal Murilo Mendes em homenagem ao poeta juiz-forano.
A Biblioteca passou por diversas sedes até que, em 1996, instalou-se definitivamente no complexo do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, na Avenida Getúlio Vargas, 200, centro.
Em 2001 foi criada a Associação de Amigos da Biblioteca Municipal Murilo Mendes – AABIM – MM, que implementa ações para a revitalização dos serviços da Biblioteca.
Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/biblioteca/historia.php. Acesso em: jan. 2016.
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Desde a sua criação constitui-se como um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Situado entre as suas principais ruas - Halfeld, Marechal Deodoro e Av. Barão do Rio Branco - pode ser considerado, além de área de lazer, um centro político e religioso da cidade.
Com o nome de Largo Municipal, foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome de Juiz de Fora. A área foi adquirida pela Câmara Municipal, em 1854, do engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e nessa época o parque não contava com calçamento.
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e a segunda intervenção urbanística aconteceu em 1901, quando o Largo Municipal foi completamente remodelado pela Cia. Pantaleone Arcuri e Spinelli com o financiamento de Francisco Mariano Halfeld, filho do engenheiro Henrique Halfeld , passando, em virtude disso, a chamar-se Parque Halfeld.
Fizeram levantamento de canteiros, abertura de ruas, fechamento de outras, um pavilhão central, uma casa para o guarda do jardim, repuxos, lagos, pontes e casas rústicas, reforma do gradil, entre outros. O pavilhão, construído em estilo eclético, foi mais tarde sede da Biblioteca Municipal.
Novas reformas paisagísticas aconteceram durante as décadas de 50 e 60 tendo a última ocorrido em 1981, quando o Parque Halfeld teve diversas árvores derrubadas e sua área de terra e areia substituídas por novos passeios de pedra portuguesa. Os únicos elementos remanescentes do projeto de 1901 são a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu e o lago.
O Parque foi tombado pela Prefeitura em 29 de dezembro de 1989.
Disponível em: http://pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/parque_halfeld.php.
Provavelmente década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
80
Sequestro que terminou na Rua das Margaridas, Bairro Aeroporto
Mariana Cruz comentou: Famoso leitão bandido de Juiz de Fora que conduziu o carro forte até a Avenida Rio Branco junto com seus comparsas
Juiz de Fora viveu o sequestro mais longo de sua história no ano de 1990
O episódio que se tornou conhecido como "O sequestro da Rua das Margaridas" atemorizou a cidade e ganhou projeção nacional através da imprensa, que acompanhou por 12 dias as negociações da polícia no Bairro Aeroporto
Em agosto de 1990, durante uma rebelião na Penitenciária de Contagem, um grupo de cinco presos, liderados por Wellington da Silva, o Leitão, fez três oficiais da Polícia Militar de reféns e conseguiu fugir num carro forte para Juiz de Fora
No dia 25 de agosto, o sequestro parou a cidade
Os cinco sequestradores, fortemente armados, mataram um dos reféns dentro do carro forte e abandonaram o veículo, tomando uma família de Juiz de Fora como refém. O grupo fugiu para uma casa da Rua das Margaridas
Na casa, os reféns foram sendo libertados, restando, até o final das negociações, o Coronel Edgar, da PM
Os cinco sequestradores acabaram se rendendo e foram transferidos para presídios do Estado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
79
Avenida Barão do Rio Branco
Administração Municipal Prefeito Itamar Franco
Derrubada do terminal central dos Bondes próximo do Parque Halfeld
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração pública cometeu, com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S.
Final da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
78
A primeira capela de Santo Antônio, origem remota da Catedral, teria existido no Morro da Boiada e pouco tempo depois, desmoronado. Em 1741, uma segunda capela foi construída no mesmo local, (fazenda de Antônio Vidal). Já em 1812, com a venda da propriedade, o novo dono, Antônio Dias Tostes, pediu autorização ao Governo do Império para transferir a capela para outro local.
A autorização da construção foi dada em 1844 e três anos depois, passou a funcionar em frente à Estrada Geral, (hoje, avenida Barão do Rio Branco). O espaço tinha cerca de 100m de extensão. No mesmo local construiu-se o primeiro cemitério.
Com a emancipação do nosso município, em 31 de maio de 1850, a capela foi transformada na primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única até 1900. Somente com a chegada dos padres da Congregação dos Redentoristas é que novas paróquias foram instaladas.
O templo teve logo que ser ampliado, pois se tornou pequeno para o grande número de fiéis que participavam das celebrações. Em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma nova. Um ano depois, o cemitério foi transferido para as proximidades da Estrada União Indústria, hoje Cemitério Municipal.
A nova matriz foi inaugurada em 1866, com espaço maior e construída atrás do prédio original. Em 1924, Dom Justino, nosso primeiro bispo, realizou algumas reformas no prédio, como o novo piso, ampliação do presbitério, nova pintura, novo púlpito, altar de mármore, além da reforma do trono e do lustre de cristal.
Segundo a pesquisa histórica, a Catedral já foi protegida por um muro de pedras de cinco metros de altura. No entanto, no início do século XX, a parede foi demolida e as pedras foram reaproveitadas no calçamento de diversas ruas da cidade. O dinheiro arrecadado com a venda de parte destas pedras também foi utilizado para a construção do jardim e das vias existentes em volta da igreja.
Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a matriz, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e foi reinauguradas em 1966.
A igreja já passou por várias modificações até chegar ao prédio atual. E ela se destaca não só por sua estrutura física, mas também pela composição administrativa e organizacional. Em toda a sua história, mais de 80 padres, párocos e vigários paroquiais, já passaram por ela. Além disso, possui localização privilegiada: fica na avenida principal da cidade, ocupando uma posição geográfica central.
Data não informado
Texto Fonte: https://www.catedraljf.org.br/index.php/conheca-a-catedral/historico
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Incêndio do Edifício Clube Juiz de Fora em 21 de Fevereiro de 1950
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Preto e Branco com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
76
Avenida Barão do Rio Branco - 2960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Competição ou Prova de Ciclismo 
Avenida Barão do Rio Branco
Próximo ao Parque Halfeld
Pista do lado do Parque
Em destaque um pouco ao fundo as Lojas Arapuã
Provavelmente meados da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Viaduto Ferroviário
Quilometro 265,260
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
73
Avenida Barão do Rio Branco
Inauguração do SAMDU
Hospital de urgências e o posto Rio Branco ficava próximo a Santa Casa.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
72
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918.
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
71
Bairro Nova Era
Atualmente no Local o Colégio Militar
O primeiro da Direita para esquerda com um Gorro Branco e meu Tio Zequinha. 
Conhecido como Simões foi um dos Pilotos do Aero Clube.
Detalhes na Própria Legenda.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
70
Bairro Nova Era 
Avenida Doutor Bezerra de Menezes, Próximo a Rua Cassimiro de Abreu em 1977.
Na lateral da Fotografia em amarelo aparece parte da casa do Senhor: Manoel Nunes, (In Memoriam).
Na Bicicleta a amiga Mariângela, Filha do Senhor Adilson, (In Memoriam), É ao Fundo a Residência da família da Ciclista.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
69
Bairro Santa Terezinha
Policiais Militares em forma, preparando para o desfile de 07 de Setembro de 1960.
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
68
Rua Tenente Luís de Freitas
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
67
Bairro Santa Terezinha
Rua Tenente Luís de Freitas
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
66
Grupo Central 
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Braz Bernardino
Palacete Santa Mafalda, também conhecido como Grupos Centrais, é um edifício localizado na cidade de Juiz de Fora
Foi oferecido a D. Pedro II, mas recusado, e então o imperador aconselhou que fosse destinado a um abrigo de doentes ou uma escola
Foi ampliado na parte de trás e é Patrimônio Histórico de Juiz de Fora
Abrigou a Escola Normal de Juiz de Fora, que foi transferida para lá e onde José Rangel lecionou.
Em 4 de fevereiro de 1907 foi instalado no prédio o Primeiro Grupo Escolar, com 470 alunos e dirigido por José Rangel.
Em 23 de março do mesmo ano foi inaugurado o Segundo Grupo Escolar, de funcionamento noturno, com 396 alunos e administrado pelo diretor José Rangel e pelos servente e porteiro do Primeiro
Em 1915 os grupos foram renomeados, respectivamente, para Grupo José Rangel e Grupo Delfim Moreira
Ficou conhecido como Grupos Centrais devido à sua localização, de frente para a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, em um trecho nobre da cidade do século XX
Somente o Grupo Delfim Moreira está no prédio atualmente
O Grupo Escolar surgiu com o propósito de tornar os alunos bons trabalhadores e bons cidadãos, e por isto o discurso liberal era ofuscado pelos mecanismos disciplinadores, para que se formassem cidadãos submissos à classe dominante
O prédio foi construído no final da década de 1850 pelo Comendador Manoel do Vale Amado, rico proprietário rural que desejava homenagear Dom Pedro II quando de sua primeira visita à Juiz de Fora
Batizado de Palacete Santa Mafalda, a construção foi erguida num ponto nobre da cidade, na esquina das ruas Braz Bernardino e Principal (atual Avenida Rio Branco)
Ao chegar à cidade em 1861 para a inauguração da Companhia União Indústria, o imperador utilizou o casarão, todo ornamentado com mobiliário importado de Paris, para a assinatura de importantes documentos, e também para a cerimônia do Beija-Mão, em que recebia os convidados e pessoas que tinham audiências marcadas.
Recusou, porém, a oferta do Comendador para que ficasse com o imóvel de presente, dizendo que só aceitaria se ele fosse doado ao estado para abrigar uma escola ou obra de caridade
Magoado, Manoel do Vale Amado decidiu que a casa jamais seria habitada, desejo que foi respeitado por seu filho, o Barão de Santa Mafalda.
O local só foi reaberto em 1904, ocasião em que foi doado à Santa Casa de Misericórdia e teve todo seu acervo leiloado.
Adquirido pelo estado, foi transformado em 1907 no primeiro grupo escolar de Minas Gerais, função que ocupa até os dias de hoje, abrigando a Escola Estadual Delfim Moreira.
Integra o patrimônio de Juiz de Fora desde 1983, quando foi tombado pela municipalidade.
Fotografia de 1958
Fonte wikipedia.org
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
65
Cartão Postal
Praça do Riachuelo ou Largo do Riachuelo em 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Martha Braga comentou: Não sei preciso
Mas a inauguração e da década de 1940 ou 1950.
Marlene Damaceno Comentou: Mais um tesouro da nossa cidade que foi desfeito!
Nicia Moller Comentou: Minha mãe e minhas tias trabalharam na Santa Casa assim como era, a Igreja continua, o hospital precisava crescer para acolher.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
63
Avenida Presidente Getúlio Vargas com antiga Rua Assis, atual Rua Mister Moore.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Ônibus da viação Goretti uma das pioneiras no transporte em nossa cidade
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Estação Central do Brasil
A estação ferroviária central de Juiz de Fora tem uma história rica que se inicia com sua primeira edificação em 1884, parte da Estrada de Ferro Juiz de Fora ao Piau. Ela se tornou um ponto crucial para o desenvolvimento econômico da região, com o fluxo de café e mercadorias, levando à necessidade de um novo e maior prédio, inaugurado em 1905, que deu origem ao atual Museu Ferroviário. 
Primeira Estação e Chegada do Trem: A primeira estação foi inaugurada em 1884, pertencente inicialmente à Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau. A chegada do trem foi um marco de progresso, ligando Juiz de Fora a outras regiões e impulsionando a cidade, que ganhou o apelido de "Manchester Mineira".
Importância Econômica: Em um ano após a inauguração, a estação já era a quarta em importância na receita ferroviária, evidenciando seu papel fundamental no escoamento da produção, especialmente do café.
Nova Estação: Com o aumento do fluxo de passageiros e cargas, uma nova e mais moderna estação foi inaugurada em 1905, contando com salas para correio e botequim, além de uma longa plataforma coberta.
Transição para Museu: Em 1927/28, a estação primitiva deu lugar ao prédio atual de dois andares, que hoje abriga o Museu Ferroviário de Juiz de Fora.
Institucionalização: O museu foi inaugurado em 2003, após um convênio entre a Rede Ferroviária Federal S.A. e a Prefeitura de Juiz de Fora (através da Funalfa), com o objetivo de preservar e dar um uso cultural ao local.
Tombo Histórico: Tanto o acervo quanto a edificação da antiga estação estão tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA). 
Década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
60
A estação ferroviária central de Juiz de Fora tem uma história rica que se inicia com sua primeira edificação em 1884, parte da Estrada de Ferro Juiz de Fora ao Piau. Ela se tornou um ponto crucial para o desenvolvimento econômico da região, com o fluxo de café e mercadorias, levando à necessidade de um novo e maior prédio, inaugurado em 1905, que deu origem ao atual Museu Ferroviário. 
Primeira Estação e Chegada do Trem: A primeira estação foi inaugurada em 1884, pertencente inicialmente à Cia. E. F. Juiz de Fora ao Piau. A chegada do trem foi um marco de progresso, ligando Juiz de Fora a outras regiões e impulsionando a cidade, que ganhou o apelido de "Manchester Mineira".
Importância Econômica: Em um ano após a inauguração, a estação já era a quarta em importância na receita ferroviária, evidenciando seu papel fundamental no escoamento da produção, especialmente do café.
Nova Estação: Com o aumento do fluxo de passageiros e cargas, uma nova e mais moderna estação foi inaugurada em 1905, contando com salas para correio e botequim, além de uma longa plataforma coberta.
Transição para Museu: Em 1927/28, a estação primitiva deu lugar ao prédio atual de dois andares, que hoje abriga o Museu Ferroviário de Juiz de Fora.
Institucionalização: O museu foi inaugurado em 2003, após um convênio entre a Rede Ferroviária Federal S.A. e a Prefeitura de Juiz de Fora (através da Funalfa), com o objetivo de preservar e dar um uso cultural ao local.
Tombo Histórico: Tanto o acervo quanto a edificação da antiga estação estão tombados pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA). 
Década de 1910
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
59
Parque Halfeld
Podemos ver o Quiosque da Planta Original do Parque e o Fórum atualmente Câmara Municipal.
Em 1896, A Câmara Vetou a construção de um Pavilhão Indiano no Parque Halfeld, Onde Funcionariam Salões para Jogos, Tiro ao Alvo, Palco, Camarinse lugares para espectadores.
O projeto foi considerado " Atentatório´a moral Pública".
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
58
Conhecido como Serrinha
Ao Fundo a Aeronave PP GKO o famoso PA 20 que o levou para saltar
Paraquedista nome não informado
Provavelmente final da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
57
Capella dos Nosso Senhor dos Passos e um pequeno trecho do Jardim
Localizada no Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
56
Avenida Barão do Rio Branco em 1963
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
55
Abraço ecológico ao Rio Paraibuna
Reuniu três mil pessoas nas margens do Rio
Foi feito um cordão humano de quase dois quilômetros
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
54
Atual Santa Casa de Misericórdia
Data provável 1900 a 1920
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
53
Bairro Benfica 
Antiga Várzea como era conhecida na época
Podemos ver a atual Rua Inês Garcia e parte do Córrego Três Pontes ainda sem o Canal de concreto.
Um pouco acima tínhamos uma ponte ou pinguela que só passava uma pessoa por vez, era de Madeira onde passávamos para ir a Escola Estadual Presidente Costa e Silva, (Polivalente), e também de uso dos moradores da Região.
A Ponte era localizada no final da Rua Evaristo da Veiga ou Rua da Feira Livre
Me recordo de amigos falando que alguém tinha caído da ponte ou pinguela da várzea, pois a mesma não possuía corrimão.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
52
Pantaleone Arcuri
Italiano que criou em Juiz de Fora uma agência da FIAT na década de 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
51
Cartão Postal 
Avenida Barão do Rio Branco 
Podemos ver a casa do Bispo, Catedral Metropolitana dentre outros.
Décadas prováveis 1920/1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
50
Parque Halfeld
Foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna. 
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. 
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e finalmente, em 1906 foi totalmente reformado passando a chamar Parque Halfeld.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
49
Bairro Nova Era 
Fazenda da Saudade 
Propriedade  do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
48
Bairro Nova Era 
Fazenda da Saudade 
Propriedade  do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
47
Bairro Nova Era 
Esta Cantina era nas proximidades da Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho, foi totalmente demolida, Era localizada na direção do meio campo do 4°GAC, (Era Linda).
A Estação que veio após fica a frente do Colégio Militar,  ao lado da Passarela, só ficou a base de concreto, Estruturas, Telhado e telhas já não existem mais, descaso com nossa história..Lamentavel
Foto extraída do livro História do 4º GAC
Autoria do Coronel Oswaldo Pereira Gomes
Livro doado gentilmente ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora em parceria com o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
46
Rua do Imperador, (atual Avenida Presidente Getúlio Vargas).
A história de Pantaleone Arcuri é a da Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri, uma empresa brasileira de construção civil fundada em 1895 em Juiz de Fora, Minas Gerais, por imigrantes italianos. 
A empresa foi fundamental para o desenvolvimento da cidade, construindo marcos como o atual Paço Municipal, o Cine-Teatro Central e o pavilhão mourisco do Parque Halfeld
A companhia encerrou suas atividades na década de 1940. 
A empresa e suas contribuições
Fundação e fundadores: A Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895 por imigrantes italianos, com Pantaleone Arcuri como diretor-gerente. A família chegou ao Brasil em 1887.
Inovação: A empresa foi pioneira em diversas áreas, como a produção de cimento amianto e ladrilhos hidráulicos, além de ter uma grande oficina de carroças, telhas e portas. Também representou a marca de automóveis Fiat no Brasil na década de 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
45
Residência na Avenida Barão do Rio Branco a direita de quem vai para o Alto dos Passos na altura da Rua Sampaio, (Demolida).
João Carlos Da Silva Comentou: Acho que era essa que tinha um letreiro no portão grande.
Estamparia não lembro o nome e o dono era o pai do Fernando Fagundes Neto se não me engano, lembro de minha mãe dizer que era estilo italiano isso na década de 1940.
Marco Fagundes Comentou: Essa casa era do meu avô José Fagundes Netto, ela ficava justamente onde é a entrada da Avenida Itamar Franco com a Rio Branco.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Interior do Cine Glória, que era localizado onde hoje é a atual Galeria Constança Valadares.
Demolido para construir a atual Galeria.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
42
O engenheiro Antônio Carlos Saraiva, formado pela Escola de Engenharia de Juiz de Fora, em 1949. 
Em 1952, ele projetou e construiu o Bairro Vale dos Bandeirantes, hoje um dos mais populosos e importantes da cidade.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Em Frente ao Antigo Moinho Vera Cruz 
Lanifício São Sebastião S.A.: Houve um lanifício tradicional e de destaque na cidade, chamado Lanifício São Sebastião S.A., localizado na zona norte. Esta fábrica foi a primeira indústria de tecelagem instalada naquela região e é parte importante da memória industrial de Juiz de Fora. 
No entanto, ela não está mais em operação como lanifício, tendo encerrado suas atividades há décadas.
Lanifício Significado: Um lanifício é uma fábrica ou indústria especializada na produção de tecidos e artigos de lã. 
A palavra se refere tanto ao local de fabricação quanto ao produto final, como tecidos, cobertores e fios de lã. 
Historicamente, os lanifícios eram locais importantes para a economia, produzindo itens que iam desde roupas civis até uniformes militares, como mencionado no caso do Lanifício São Pedro.  
Indústria têxtil: Um lanifício é um tipo de indústria têxtil focado na lã. 
Os processos envolviam a seleção e limpeza da lã, seguida pela fabricação de tecidos, cobertores, mantas e fios. 
Exemplos de produtos: A produção incluía casimiras, sarjas, diagonais, flanelas, ponchos, capas, cobertores, xales, fios para bordados e malharias. 
Importância histórica: Muitos lanifícios foram fundamentais para as economias locais, empregando um grande número de pessoas e fornecendo produtos para o mercado nacional e até para o exército. 
Sinônimos: Os sinônimos para lanifício incluem "fábrica de lã", "fábrica de artigos de lã", "fabricação de lã" e "fábrica de tecidos ou artefatos de lã". 
Fotografia datada do início de 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Avenida Presidente Getúlio Vargas
Bernardo Mascarenhas consegue trazer em carros de bois os primeiros teares para Minas montando em 1888 a Tecelagem Bernardo Mascarenhas.
É o fundador da Companhia Mineira de Eletricidade
inaugurada em 05 de Setembro de 1889.
Em 28 de agosto de 1898
pela primeira vez no Brasil
inaugura-se a instalação de dois motores elétricos aplicados à produção industrial.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Mechanica Mineira foi uma das mais importantes. Fundada pelo engenheiro Belizário Penna em 1889, a construção possuía maquinários para carpintaria, modelagem, fundição de ferro e bronze além de ferraria para montagem de máquinas e veículos de transporte. Em 1901, a firma possuía um potente motor elétrico construído no próprio local. Eclética, com elementos característicos da arquitetura industrial da cidade, a edificação chegou a ser adquirida tempos depois pela Companhia Industrial e pela Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli. No local funcionaria a oficina mecânica, ferraria e fundição da fábrica. No entanto, logo depois, a edificação foi novamente vendida. Ao longo da história, a construção também serviu de sede para os artistas do Núcleo Antônio Parreiras. O edifício foi demolido para a construção do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, inaugurado em maio de 1964.
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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A companhia Construtora Pantaleone Arcuri foi fundada em 1895, destacou-se por suas oficinas onde produzia-se carroças, telhas de amianto, portas, janelas, ladrilho hidráulico, chegando a ter, na década de 1920 uma representação de automóveis FIAT importados da Itália.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Com sua antiga Fabrica.
Fernando Carlos Comentou: Que saudades!!
Meu pai trabalhou por quase 15 anos, uma excelente empresa!
Tinha festa para os filhos de funcionários no salão que ficava a esquerda.
Uma bela recordação!
Marlos Rafael Gomes comentou: Meu nobre! 
É um lugar excelente de trabalhar! 
Ainda temos as festas, brinquedos para as crianças e etc! 
Esta foto é linda mesmo!
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Avenida Barão do Rio Branco - 2262
Munir Yazbeck Comentou: Seu proprietário era o saudoso Lourival Moreira Costa.
Toninho Monteiro Comentou: Seu mais ilustre frequentador foi nosso conterrâneo Itamar Franco.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Avenida Barão do Rio Branco - 1231.
Luiz Roberto Comentou: O Viva Bela, do meu Amigo Toninho Teixeira, começou como um bar, e só depois é que se transformou numa casa noturna que nos deixou muitas boas lembranças... Frequentei muito!
Munir Yazbeck Comentou: Localizado embaixo das arquibancadas do Sport Clube Juiz de Fora, teve fim com a construção do Mergulhão.
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada
a população urbana ainda era diminuta e contava mais ou menos com seiscentos habitantes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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A Maternidade Therezinha de Jesus foi fundada em 01 de Dezembro de 1926, pelos médicos José Dirceu de Andrade, Navantino Alves e Renato de Andrade Santos. Foi inaugurada em 01 de Janeiro de 1927, no prédio na Avenida Quinze de Novembro, atual Avenida Getúlio Vargas. 
Em 08 de Janeiro de 1927, às 19h, ocorre o primeiro nascimento, realizado pelo médico Dr. José Dirceu de Andrade: um bebê do sexo feminino, que recebeu o nome de Therezinha de Jesus.
Em 1931, após doação do Governo de Minas Gerais, a Instituição passou a funcionar na Rua São Mateus
Em 1955, foi construído um anexo, onde foi instalada uma lavanderia. Este anexo foi alugado à Obra Social Santa Mônica, destinando-se também ao abrigo de mães desamparadas, sem famílias constituídas, que tinham permissão para trabalhar no local. 
Em 1978 a Maternidade foi transferida para a atual sede, à Rua Dr. Dirceu de Andrade.
A Instituição estabeleceu convênio com a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, para o ensino da disciplina de Obstetrícia
Desde 1967, mantém um ambulatório de planejamento familiar que atende a toda a população. 
Também faz parte do Centro de Biologia de Reprodução – CBR, onde realiza pesquisa na área de reprodução humana e animal desde 1970, para embasar o planejamento familiar.
A partir de 15 de setembro de 2005, a Instituição passou a ser co-gerida pela Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – Suprema (FCMS/JF), recebendo a partir de então a denominação de Hospital e Maternidade Therezinha de Jesus (HMTJ) e passando a prestar assistência à saúde, em âmbito geral, com diversas especialidades.
Disponível em: http://www.hmtj.org.br/2014/o-hospital/o-hospital-1/historico-4. Acesso em: dez. 2015.
Encontrado no link: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445351&fbclid=IwAR0H09H7QivZeYy6UB-UbxwwF090-pTNWmffZwrrZdzs6k7jisOxnpc1Hbo
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Bairro Benfica ou Avenida Rosa 
Atualmente Bairro Araújo
Rua Maria Eugênia
Residência era situada paralelamente entre a linha do Trem, terminando no córrego.
Bem ao fundo a esquerda podemos ver parte da Estação Ferroviária
Esta casa foi demolida, onde morou a Dona Floricena
Provavelmente nas décadas de 1950/1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
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O empreendimento, com a compra da Companhia Ferrocarrial Bondes de Juiz de Fora, foi tão bem-sucedido que, na década de 1930, a C.M.E. já fabricava seus próprios bondes.
A partir de 1954, no entanto, o serviço foi assumido pelo Departamento Autônomo de Bondes.
A partir dos anos 50, a C.M.E. entrou em decadência e o ritmo de produção de energia não acompanhou a demanda, o que, de certa forma, acabou afetando o progresso de Juiz de Fora.
Em 1980 a companhia foi absorvida pela CEMIG.
Pelo seu incontestável valor histórico, os remanescentes da Companhia Mineira de Eletricidade, foram tombados pelo poder público.
Foi integrado ao Patrimônio Municipal, o edifício da Companhia, localizado na Rua Espírito Santo, 467 (Castelinho), o anexo, construído na década de 1920, seguindo mesma linguagem arquitetônica, além da primeira usina hidrelétrica, transformada em museu.
Década de 1960
Fonte: 1.bp.blogspot
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Podemos ver ao fundo os Grupos Centrais e a Catedral Metropolitana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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A Igreja Nossa Senhora do Rosário no bairro Granbery, em Juiz de Fora, foi inaugurada em 1905 e é um marco do patrimônio histórico e cultural do município. Construída a partir de 1894, sua edificação foi um projeto da Companhia Pantaleone e Arcuri, e o lançamento da pedra fundamental em 1905 marcou sua inauguração com a presença de uma grande solenidade e procissão. 
O projeto arquitetônico foi assinado por José de Magalhães, e sua estrutura acústica é considerada uma das melhores da cidade. 
História da igreja
Período de construção: A construção da igreja, iniciada em 1894, teve a obra concluída em 1905.
Inauguração: A inauguração foi marcada por grande solenidade, com a presença do então Bispo de Juiz de Fora, Dom Eduardo de Oliveira, e a procissão que partiu da Matriz.
Patrimônio: A igreja é tombada pelo Patrimônio Histórico e Cultural do município desde 5 de dezembro de 2001.
Destaques: A igreja se destaca pelo seu projeto arquitetônico com tendência eclética, com ornamentos originários de várias fontes de estilo. 
Sua estrutura acústica é uma das melhores da cidade, permitindo a realização de eventos como o Festival Internacional de Música Colonial.
Outros fatos: O primeiro pároco, Padre Aloísio Derossi, que faleceu em 1911, está enterrado no local. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Acrobatas Alemães- "Zugspitz Artisten"
Datas Prováveis entre 1956/1958
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Avenida dos Andradas - 222
Foi Inaugurado em 1908.
Demolido após o término da construção do Palácio da Saúde.
Meados da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Cartão Postal 
Parque Halfeld em 06 de Janeiro de 1907
Ao Fundo a Biblioteca e o Chafariz da planta original do Parque.
Esta Biblioteca e citada e mostrada no Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
25
Com 02 torres e o prédio que deu origem ao Sanatório para tuberculosos, (Sanatório Villaça), Construído pelo Doutor Hermenegildo Rodrigues Villaça estava anexo à Santa Casa de Misericórdia
Foi fundada em 06 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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O Trem Urbano de Juiz de Fora, mais conhecido como Trem Xangai foi administrado em seus últimos anos pela R.F.F.S.A, atendia os Municípios de Juiz de Fora e Matias Barbosa, possuía 7 estações e 4 paradas, contava com cerca de 36,5 km de extensão e chegou a transportar cerca de 1.500 usuários/dia.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru 
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O Trem Xangai no embarque e desembarque, em 1978.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa  
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Estação Ferroviária Coronel Felício Lima, (Demolida), Para a Construção do Acesso Norte, Foi Inaugurada em 1938.
Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue em 1858, da estação Dom Pedro II até Belém (Japeri) e daí subiu a serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em 1864. Daqui a linha seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875. A intenção era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará. Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro Leopoldo em 1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São Francisco, em 1910. A ponte ali construída foi pouco usada: a estação de Independência, aberta em 1922 do outro lado do rio, foi utilizada por pouco tempo. A própria linha do Centro acabou mudando de direção: entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi construído um ramal para Montes Claros que acabou se tornando o final da linha principal, fazendo com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de Pirapora. Em 1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde havia a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador. Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até Barra do Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho, estações onde tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes desta última, porém, havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica, na estação de Conselheiro Lafayete. Na baixada fluminense andam até hoje os trens de subúrbio. Entre Japeri e Barra Mansa havia o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes Claros e Monte Azul esses trens sobreviveram até 1996, restos do antigo trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe... para trens cargueiros.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa  
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Bairro Benfica
Estação Ferroviária em Setembro de 1921.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
20
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade, era de Propriedade do Coronel Horácio Lemos, (Demolida).
Atualmente neste Local, a Garagem da Empresa de Ônibus São Francisco.
Observação: Em 1930 não existia o Bairro Nova Era, Ele Foi Fundado no Final da década de 1950 ou início da década de 1960, e a fazenda ficava dentro do Bairro Nova Era.
Fotografia datada de 26 de Outubro de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
19
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade, era de Propriedade do Coronel Horácio Lemos, (Demolida).
Atualmente neste Local, a Garagem da Empresa de Ônibus São Francisco.
Observação: Em 1930 não existia o Bairro Nova Era, Ele Foi Fundado no Final da década de 1950 ou início da década de 1960, e a fazenda ficava dentro do Bairro Nova Era.
Fotografia datada de 26 de Outubro de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
18
Vista Panorâmica
Primórdios do Aeroclube de Juiz de Fora era localizado no Bairro Nova Era
Podemos ver a esquerda da Fotografia os Prédios do Aero Clube, como hangar e etc.
Acredito que já existia o Campo de Futebol do 1/4 RO - Regimento de Obuses atual 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Podemos ver o que se parece com Baias ou cocheiras os prédios em primeiro plano, pois na época o principal meio de transporte eram Cavalos.
Neste local atualmente é o Colégio Militar de Juiz de Fora
Provavelmente meados da década de 1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
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Famoso chafariz que existiu no Parque Halfeld a partir de 1901   
Ao fundo, a atual Câmara Municipal 
Do projeto do Parque desta época, restam elementos
como o quiosque e a rampa que se vê à direita.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
16
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
15
O prédio situado na esquina das ruas Direita e da Califórnia (Respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld), foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local. 
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Rio Branco, foi concluído em 1918. 
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil. 
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura JF Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço.
Data provável 1917
Texto Fonte: wikipedia.org
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
14
Avenida Barão do Rio Branco, sem o Mergulhão
Podemos ver a esquerda o Sport Club Juiz de Fora e a Frente o Senai
Do lado direito esta magnifica Praça, onde atualmente se encontra o Mergulhão.
Provavelmente final da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
13
Avenida Brasil, (onde hoje está localizado o Batalhão do Corpo de Bombeiros). 
Na Fotografia Mauricio e amigos saindo em passeio para a cidade de Santos Dumont em 1988.
Fotografia tirada pelo Eduardo Carvalho
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
12
Interior de uma das Salas do Museu Mariano Procópio 
Podemos ver a Famosa Pintura de Pedro Américo, Tiradentes Esquartejado
Visto de perto este quadro é bem forte, e expressa com bastante clareza o marcante nacionalismo do romantismo brasileiro, através de um dos seus maiores expoentes, Com a retratação crua e fortíssima da figura esquartejada o pintor pretende salientar a intensidade do martírio.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
11
Rua Halfeld Parte alta 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
10
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
09
Vista Aérea 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
08
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
07
Cartão Postal 
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
06
Era localizado atrás do prédio da Oi na Avenida Barão do Rio Branco.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
05
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
04
Torres das guaritas de Seguranças que existiram na portaria da Fabrica da FEEA atual IMBEL, (Demolidas).
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
03
Bairro Nova Era 
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek
Interior do Sílvios Restaurante parada obrigatória de Ônibus Estaduais.
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
No detalhe aparece o Proprietário o primeiro da direita.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
02
Bairro Nova Era 
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek
Interior do Sílvios Restaurante parada obrigatória de Ônibus Estaduais.
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

01
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa