segunda-feira, 26 de maio de 2025

Acontecimentos e Eventos II com 187 Fotografias

187
A imagem captura o momento em que José Weiss recebe o título de Cidadão Benemérito, em outubro de 1968. 
José Weiss foi uma figura central no desenvolvimento econômico e urbanístico de Juiz de Fora. 
Empresário, rotariano e homem público de grande prestígio, ele teve uma atuação marcante na consolidação da cidade como polo regional. 
O título de Cidadão Benemérito é uma das mais altas honrarias concedidas pelo município, destinada a quem prestou serviços extraordinários à comunidade.
O ano de 1968 foi um período de grande efervescência política no Brasil. 
Em Juiz de Fora, a entrega desse título na Câmara Municipal (ou em solenidade oficial) representava o reconhecimento de uma trajetória de dedicação à cidade.
Na fotografia, podemos observar a formalidade da época: o uso rigoroso de ternos e gravatas e a presença de autoridades e familiares, todos com expressões de solenidade e respeito.
O diploma em pergaminho, entregue em mãos, era o símbolo físico de um legado que José Weiss estava deixando para as futuras gerações.
A fotografia exibe a iluminação típica de registros oficiais daquela década, com foco nítido nos protagonistas. 
A fisionomia de José Weiss, que exala satisfação e humildade ao receber o reconhecimento.
A origem desta fotografia, vinda do acervo de Nelson Weiss, confere um valor sentimental e histórico profundo. 
Nelson foi um zeloso guardião da memória da família e da própria cidade. 
O fato de esta imagem estar agora sob os meus cuidados, com a devida atribuição "In Memoriam" ao Nelson, garante que o círculo de preservação da memória juiz-forana continue ininterrupto.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelson Weiss, (In Memoriam).  
186
Bairro Santa Terezinha
Greve da Construção Civil
O contingente da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) visto na foto não está em uma patrulha comum, mas em uma operação de embarque de reforço.
O destino era Belo Horizonte, para atuar na contenção da Greve da Construção Civil. 
Naquela época, as greves desse setor eram massivas e, muitas vezes, enfrentavam forte repressão.
O uso de ônibus de empresas particulares (como a UTIL, para o transporte de tropas era uma prática comum quando a frota oficial não era suficiente para deslocar um batalhão inteiro rapidamente.
É possível notar os soldados portando fuzis e mochilas de campanha, indicando que o deslocamento previa uma permanência de alguns dias na capital mineira.
A organização dos soldados e o carregamento das malas nos ônibus mostram uma operação disciplinada e urgente.
Este documento é valioso pois registra a interface entre a história de Juiz de Fora e os grandes movimentos políticos de Minas Gerais. 
Mostra como a cidade funcionava como um "polo fornecedor" de ordem e força policial para a capital em momentos críticos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
185
Esta imagem é um documento histórico precioso para a memória de Juiz de Fora, carregada de um valor sentimental que transcende o registro comercial. Com as informações detalhadas por José Eduardo Araújo, o contexto da fotografia se torna muito mais rico e humano.
A presença do Senhor João Evangelista de Araújo na foto não é apenas a de um expositor, mas a de um elo comercial importante para a época. 
Como representante regional das Rações Santista (fabricadas em São Paulo), ele personifica o momento em que a agropecuária de Juiz de Fora começava a adotar insumos tecnológicos e industriais para aumentar a produtividade. 
A história de sua última propriedade rural, no final da Rua São Geraldo (onde hoje é o Bairro Araci), conecta a expansão urbana da cidade com o seu passado rural.
O cenário é o Pavilhão dos Expositores da Indústria e do Comércio, dentro do Parque de Exposições localizado no Bairro Jockey Club.
Nas décadas de 1940 e 1950, a "Exposição de Juiz de Fora" era um dos eventos mais importantes de Minas Gerais. 
Era o local onde o prestígio da elite agrária se encontrava com a modernidade industrial.
O teto alto, as janelas de ferro e o piso geométrico que vemos na foto são característicos da arquitetura funcional desses pavilhões, projetados para receber grandes multidões e exibir o que havia de mais moderno na economia local e nacional. 
As ilustrações ampliadas da cabeça do galo e do boi serviam para identificar rapidamente o público-alvo (avicultores e pecuaristas) em um ambiente de feira barulhento e movimentado.
Os sacos de juta abertos, exibindo a textura da ração, permitiam que o produtor rural tocasse e avaliasse a qualidade do produto, uma prática de venda essencial no período.
É possível notar ao fundo referências a Santos Dumont, cidade vizinha que mantinha fortes laços comerciais e agropecuários com Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
184
O Edifício Clube Juiz de Fora, localizado no coração da cidade (esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco), era o epicentro da sofisticação. As Festas Juninas realizadas ali não eram apenas eventos folclóricos, mas verdadeiros acontecimentos de gala que reuniam a alta sociedade mineira.
A menção de Rita Magalhães sobre sua mãe ter concorrido a Miss Juiz de Fora faz todo o sentido com o cenário da imagem.
Naquela época, os clubes sociais eram os grandes "celeiros" de candidatas ao Miss Juiz de Fora e, posteriormente, ao Miss Minas Gerais. Participar desses eventos no Clube Juiz de Fora era um passo natural para jovens que se destacavam pela beleza e elegância.
Embora seja uma Festa Junina, note que os vestidos são extremamente elaborados. 
São interpretações sofisticadas do traje caipira, com muitos babados, rendas e tecidos finos, refletindo o status do clube.
O Clube Juiz de Fora era conhecido por seus salões luxuosos. 
As festas temáticas eram famosas pela decoração impecável e pelas orquestras que animavam os bailes até o amanhecer.
A Festa Junina do Clube era uma das datas mais aguardadas do calendário social, perdendo talvez apenas para os bailes de Carnaval. 
Era o momento em que as famílias tradicionais se encontravam e as novas gerações eram apresentadas à sociedade.
É possível observar a diversidade de cores e padrões (florais e poás) que eram tendência na moda da época. 
A vivacidade dos tons nos vestidos ajuda a imaginar a atmosfera alegre e vibrante daquele salão, iluminado pelos grandes lustres do edifício.
Essa imagem é um documento histórico precioso não apenas para a família de Rita Magalhães, mas para a memória cultural de Juiz de Fora, ilustrando um tempo em que a vida social da cidade orbitava em torno desses grandes clubes.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rita Magalhães
183
O Salão de Festas do Sport Club
Nas décadas de 60 e 70, o salão do Sport (localizado na Avenida Barão do Rio Branco) era o "coração" dos grandes eventos sociais.
O espaço era conhecido por sua elegância, com lustres imponentes e um piso de madeira que recebia desde os famosos bailes de Carnaval e Réveillon até apresentações culturais refinadas.
Era onde a sociedade juiz-forana se reunia para ver e ser vista. 
Apresentações de orquestras de acordeom, como a da Professora Mary Bragagnolo, eram eventos de prestígio, unindo a disciplina técnica musical ao charme dos vestidos de gala.
O depoimento de Maria Luiza destaca a importância da Professora Mary Bragagnolo para a música local.
Naquela época, o acordeom era um instrumento extremamente popular e estudado por jovens de famílias tradicionais.
Notem a padronização e o capricho: os vestidos rodados (estilo "debutante") e a postura das musicistas refletem o rigor e a elegância que as apresentações exigiam.
A menção à apresentação em São João Nepomuceno mostra como esses grupos culturais de Juiz de Fora eram requisitados em toda a região da Zona da Mata, funcionando como verdadeiros embaixadores culturais da "Manchester Mineira".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Maria Luiza Oliveira Moraes  
182
Menelick de Carvalho foi uma figura central na modernização administrativa e cultural de Juiz de Fora durante a década de 1930. 
O evento, em 3 de outubro de 1934, marca um momento significativo de sua gestão: a valorização do patrimônio intelectual da Cidade.
A Biblioteca Municipal de Juiz de Fora (que hoje leva o nome de Murilo Mendes em sua fundação atual, mas que teve diversas sedes) funcionou por um período em um prédio de estilo eclético localizado no Parque Halfeld.
A Reinauguração: Naquela data, Menelick de Carvalho entregava à população um espaço renovado. O discurso de um prefeito com formação em Direito e trânsito na elite intelectual mineira costumava enfatizar o progresso, a educação e a "civilidade" da Manchester Mineira.
Como notamos na imagem, a presença daquele suporte circular (um microfone de suspensão elástica da época) sugere que o discurso foi transmitido ou registrado, possivelmente pela PRB-3 Rádio Sociedade de Juiz de Fora, que já operava na década de 30 e cobria os grandes atos da prefeitura.
Menelick de Carvalho como Gestor
Ele assumiu a prefeitura em um período de transição após a Revolução de 1930. Sua trajetória revela um perfil de "técnico-político":
Prefeito Construtor: Além da área cultural, sua gestão foi marcada por obras de infraestrutura e pelo saneamento das contas públicas.
Como diretor da Companhia Mineira de Eletricidade, ele compreendia a importância da tecnologia e da energia para o desenvolvimento urbano, o que se refletia na modernização dos próprios prédios públicos.
Menelick era conhecido por sua oratória articulada. 
Em 1934, o Brasil vivia o processo de redemocratização após a Assembleia Constituinte, e as prefeituras buscavam reafirmar sua autonomia e importância cultural. 
Reinaugurar uma biblioteca no coração geográfico e social da cidade (o Parque Halfeld) era um gesto político poderoso para mostrar que a cidade estava na vanguarda de Minas Gerais.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
181
O Surgimento do Bairro e do Clube
Nos anos 50, o Bairro Bom Pastor ainda estava em seus primeiros anos de crescimento. 
Os moradores pioneiros formaram laços de amizade profundos, trabalhando juntos na construção da identidade do local.
A mesma mobilização que ergueu as obras da Igreja serviu para fundar o clube do Bairro. 
Ambos receberam o nome de "Bom Pastor", consolidando o centro da vida comunitária.
A organização do evento partiu dos jovens frequentadores do clube, que contaram com o apoio da Diretoria para realizar a celebração.
Sendo uma tradição indispensável, a quadrilha foi o ponto alto. Curiosamente, devido à fase de formação do Bairro, os ensaios aconteciam na própria rua, o que atraía a atenção e o envolvimento de todos.
O empenho dos moradores resultou em um grande sucesso, tornando-se o marco inicial das festividades juninas que viriam a se tornar tradicionais na região.
Os participantes aparecem com chapéus de palha e camisas quadriculadas (agora em tons vibrantes de verde e vermelho), típicos da caracterização "caipira" da época.
A presença de bandeirinhas coloridas cruzando o cenário e lanternas de papel confirma o clima festivo de uma quermesse de meados do século XX.
A disposição das pessoas em roda sugere justamente o momento da dança da quadrilha mencionado por Nelly Mattos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelly Mattos  
180
Harmonia e Elegância no Salão do Banco do Brasil
Este registro, datado entre o final da década de 1950 e o início de 1960, captura uma belíssima apresentação das alunas do Conservatório Estadual de Música de Juiz de Fora.
O cenário é o imponente salão do Banco do Brasil, localizado na Avenida Presidente Getúlio Vargas. 
Na imagem, as jovens musicistas posam com seus acordeons, trajando vestidos de gala brancos que eram o padrão das grandes audições da época.
A foto ganha um valor ainda mais pessoal com o relato de Silvio Pensando JF, que identificou sua irmã como a quarta integrante da esquerda para a direita na fila.
O acordeon (ou sanfona) teve um papel central na educação musical mineira desse período, sendo instrumento de destaque em festividades e eventos oficiais da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
179
Momento solene de inauguração do Pavilhão Américo Repetto, dedicado à prática da Educação Física. 
Situada na década de 1940, a imagem reflete o auge da disciplina e do civismo que caracterizavam a Escola Normal oficial de Juiz de Fora (atual Instituto de Educação).
A década de 1940 foi um período em que a Educação Física ganhou um status de "formação do caráter e do corpo", muito influenciada pelas políticas educacionais da época. 
O diretor Américo Repetto, figura central na imagem, foi um dos grandes entusiastas da modernização pedagógica na cidade.
No centro da composição, vemos o Diretor Américo Repetto acompanhado pela professora Maria da Glória Carvalho. 
A presença da professora é significativa, representando a profissionalização feminina no ensino de atividades esportivas e rítmicas.
Dispostas em formação geométrica impecável no pátio, as alunas utilizam o uniforme de Educação Física da época (saias ou bermudas escuras e blusas brancas). 
O uso de bandeirolas e a formação em "V" ou corredor sugerem uma demonstração de ginástica rítmica ou uma saudação oficial, práticas comuns em inaugurações.
Ao fundo, a arquitetura do pavilhão, com suas colunas clássicas e telhado de telhas cerâmicas, exemplifica as instalações escolares de alto padrão que Juiz de Fora possuía, reafirmando sua posição como centro irradiador de ensino.
O pátio revestido com blocos sextavados (ou paralelepípedos dispostos de forma decorativa) era o cenário de rigorosos treinamentos e celebrações que moldaram gerações de professoras na cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
178
Civismo e Mobilização na Rua Halfeld
O registro captura a monumental Inauguração da Liga Mineira pelos Aliados em Juiz de Fora, no ano de 1917. 
Em meio ao cenário da Grande Guerra, a "Manchester Mineira" demonstrava sua força política e social através de uma mobilização sem precedentes no coração da cidade.
A imagem revela a Rua Halfeld tomada por uma multidão diversificada, representando os pilares da sociedade da época:
A presença de colégios tradicionais e das Linhas de Tiro reforça o caráter educativo e preparatório do evento.
O Clube de Ginástica da cidade, com seus representantes, destaca a importância que a saúde e a disciplina física tinham no ideal de progresso daquele período.
O mar de chapéus e vestes claras indica uma solenidade que uniu desde a alta cúpula política até o cidadão comum e dos aliados.
No lado direito da fotografia, a Pharmacia e Drogaria Americana surge em destaque. 
Seu prédio, com elegantes arcadas e letreiros imponentes, era um ponto de referência central no comércio da Rua Halfeld. 
A preservação visual deste estabelecimento nesta fotografia permite observar não apenas a arquitetura, mas o cotidiano da publicidade e do consumo no início do século XX.
Ao fundo, o Morro do Imperador observa silencioso a agitação urbana, enquanto as bandeiras e flâmulas dos aliados tremulam, simbolizando o apoio de Minas Gerais à causa internacional e o orgulho local pelas obras e instituições que ali se inauguravam.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
177
O Triunfo da Modernidade e a Gestão José Procópio Teixeira
A cena registrada na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Halfeld transcende a simples inauguração de um edifício. 
Trata-se de uma grande homenagem pública ao Doutor José Procópio Teixeira, que em 1917 completava seu segundo ano de administração à frente da Prefeitura de Juiz de Fora.
A multidão que se comprime sob sombrinhas e chapéus, ocupando o leito da avenida, testemunha a consolidação de Juiz de Fora como um polo regional de progresso. 
O evento marcava não apenas a inauguração da primeira fase do novo Prédio da Prefeitura (Paço Municipal), mas também a entrega de um conjunto de diversas obras públicas que modernizaram a infraestrutura e o saneamento da cidade.
Ao fundo, a imponência da arquitetura eclética de Rafael Arcuri. 
O prédio simbolizava a solidez das instituições locais e o desejo de transformar Juiz de Fora em uma "metrópole" mineira.
O registro mostra uma sociedade vibrante e engajada. 
Homens em seus ternos e chapéus, mulheres com sombrinhas para se proteger do sol, todos reunidos para saudar o administrador que dava novos contornos ao centro urbano.
As bandeiras e a organização espacial sugerem a pompa das grandes celebrações da "Belle Époque". 
A presença massiva de populares confirma o prestígio de José Procópio Teixeira e o impacto de suas reformas no cotidiano dos juiz-foranos.
Este momento em 1917 é um divisor de águas. 
Sob a gestão de Procópio Teixeira, a cidade não apenas cresceu fisicamente, mas reafirmou sua identidade como a "Manchester Mineira", equilibrando o desenvolvimento industrial com um urbanismo planejado e elegante que ainda hoje é visível no traçado do Parque Halfeld e seus arredores.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
176
O Marco Zero da Modernidade 
A esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Halfeld sempre foi o coração pulsante de Juiz de Fora. 
Em 1917, essa interseção tornou-se o palco de um dos eventos mais aguardados da década: a inauguração da primeira fase do novo Prédio da Prefeitura (o Paço Municipal).
O prédio, projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, destaca-se pelo estilo eclético. Na imagem, a cúpula em tom de chumbo/prata coroa a torre do relógio, um símbolo de precisão e progresso que dialogava com a estética das grandes capitais mundiais da época.
Embora a cidade já estivesse em plena expansão industrial, o transporte de gala para a inauguração ainda era dominado pelas carruagens e cavalos. 
A fileira de veículos estacionados ao longo da Avenida Barão do Rio Branco revela a importância das autoridades e famílias presentes no evento.
A imagem mostra uma Rio Branco ainda sem o asfalto moderno, mas já devidamente arborizada e com a presença das luminárias e fiação elétrica, denunciando que a "Manchester Mineira" estava na vanguarda tecnológica do país.
A conclusão desta primeira fase da prefeitura não foi apenas uma entrega de obra pública; foi a consolidação do Parque Halfeld como o centro cívico e social da cidade. 
A presença dos populares e a elegância dos trajes reforçam que o juiz-forano de 1917 via no novo prédio um motivo de orgulho e um símbolo de uma cidade que "não podia parar".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
175
O Despertar da Modernidade 
O movimento registrado nas proximidades do Parque Halfeld não era casual. 
Em 1917, Juiz de Fora vivia um dia de gala: a inauguração da primeira fase do Paço Municipal (o prédio da Prefeitura). 
A presença de populares chegando em carruagens, o "transporte de luxo" da época, sublinha a solenidade do evento e o perfil da elite e da população que frequentava o coração da cidade.
Nesse período, a Avenida Barão do Rio Branco já se afirmava como o principal eixo de circulação e status. 
Estar perto do Parque Halfeld significava estar no centro das decisões. 
A vegetação densa que aparece ao fundo da imagem remete à arborização característica do parque, que servia de moldura para a vida social juiz-forana.
A predominância das carruagens puxadas a cavalos revela uma cidade que, embora industrializada e moderna para os padrões brasileiros, ainda mantinha fortes laços com os costumes do século XIX, pouco antes da popularização massiva dos automóveis a combustão.
A construção do Paço Municipal foi um marco de afirmação da autonomia e do poder civil da cidade. 
Ver a população se deslocando para sua inauguração mostra o engajamento da sociedade com os novos símbolos de progresso.
A vestimenta dos populares (chapéus, paletós claros para o clima tropical e sombrinhas) compõe o retrato fiel de uma Juiz de Fora elegante, que buscava espelhar o urbanismo europeu em solo mineiro.
Este registro é uma peça fundamental para entender como o centro histórico de Juiz de Fora se moldou ao redor do poder público e do convívio social.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
174
Fé e Tradição no Palco do Central 
Esta fotografia é um testemunho da efervescência cultural e religiosa de Juiz de Fora em meados da década de 60. 
No palco sagrado do Cine-Teatro Central, alunas do tradicional Colégio Santos Anjos celebram a Semana da Normalista de 1965.
O grupo de jovens, prestes a assumir a missão de educar, personifica figuras emblemáticas das Mulheres da Bíblia. 
Na composição, notamos o cuidado meticuloso com o figurino e a cenografia:
As alunas portam trajes que evocam figuras como rainhas, profetisas e santas, utilizando adereços como coroas, mantos e ramos, trazendo a narrativa bíblica para o coração da cidade.
Ser "normalista" na década de 1960 era um símbolo de status social e dedicação ao magistério. 
Eventos como este reforçavam os valores morais e pedagógicos da época.
O Cine-Teatro Central, já naquela época, era o principal palco para os grandes eventos da sociedade juiz-forana, servindo de moldura para a transição dessas jovens da vida escolar para a profissional.
Um registro precioso que preserva não apenas rostos, mas a identidade de uma geração que moldou a educação na Manchester Mineira.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Lea Senra
173
Equipe de futebol do Colégio Granbery em 1909, um período em que a instituição já estava consolidada como o grande berço do "football" em Minas Gerais e um dos principais do Brasil.
As pesquisas do Doutor Helgiuson Toledo e do professor Ernesto Giudice Filho, são cruciais porque antecipam a prática do futebol no Brasil para março de 1893. 
Isso coloca o Granbery em Juiz de Fora na vanguarda, ocorrendo quase dois anos antes da famosa partida de Charles Miller em São Paulo (1895). 
O embate entre "Gregos e Troianos" no "Field Day" é o marco zero do futebol mineiro.
A descoberta do livro "Child Life in Our Mission Fields", das autoras Daisy Lambuth e Kate Harlan (Universidade de Iowa), é um achado bibliográfico extraordinário.
O registro na página 118 confirma que, em 1896, o futebol já era uma realidade institucionalizada no colégio, sendo documentado por missionários americanos. 
Isso reforça a tese de que o futebol chegou ao Granbery via John McPherson Lander, influenciado por suas passagens pela Inglaterra.
Notem as faixas horizontais nas mangas e o escudo "G" no peito.
A bola de couro (marrom) e as botas de cano alto, típicas da época, mostram a transição de um esporte recreativo para uma prática mais organizada e competitiva.
O jogador ajoelhado com uniforme escuro e detalhes verdes destaca-se como o guardião da meta, uma posição que já exigia vestimenta diferenciada.
O Granbery não apenas ensinou o jogo aos seus alunos; ele exportou a paixão pelo futebol para a cidade. 
Muitos dos fundadores e primeiros jogadores dos grandes clubes locais, como o Tupi, o Tupynambás e o próprio Sport Club, passaram pelos bancos e pelo campo do Granbery.
Documentação visual da maturidade do futebol na instituição que introduziu o esporte em Minas Gerais (1893), conforme comprovado pelos registros de John Lander e pelo livro de 1896.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Moisés Cunha
172
Procissão do Centenário de Juiz de Fora, ocorrida em 1950, um ano em que a cidade não apenas celebrou seus 100 anos, mas também reafirmou sua identidade como a "Manchester Mineira" e um fervoroso polo de fé católica.
O ano de 1950 foi o ápice das comemorações do primeiro centenário da elevação da Vila de Santo Antônio do Paraibuna à categoria de cidade. 
A Avenida Rio Branco foi o palco principal de desfiles militares, operários e, como vemos na foto, grandes manifestações religiosas.
A procissão unia todas as camadas da sociedade juiz-forana. 
Na imagem, é possível observar a presença de autoridades, militares em fardas de gala e o clero, todos em volta da imagem sacra, simbolizando a união da cidade em torno de sua fundação.
A imagem sacra, dada a estética do andor e a tradição local) é carregada em um suntuoso andor com colunas e uma cúpula vermelha e branca, decorado com flores e folhagens.
Notem o rigor das vestes litúrgicas dos padres e coroinhas, além do traje formal (ternos e gravatas) dos homens que acompanham o cortejo. 
Isso reflete a solenidade da época.
A procissão parece ocorrer ao cair da tarde ou início da noite, com fiéis carregando velas e tocheiros, o que criava um efeito visual impactante na Avenida Rio Branco antes da iluminação pública moderna.
Naquele período, a Rio Branco já era a "espinha dorsal" da cidade. 
O trecho central, onde provavelmente a foto foi tirada, era cercado por palacetes e pelos primeiros prédios mais altos, servindo de corredor para as maiores massas humanas que a cidade já tinha visto até então.
O "1950" escrito de forma manuscrita na foto original (e preservado na restauração) é a marca temporal que autentica este momento como o jubileu de ouro da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Helena Habel
171
Essa imagem (ou a lembrança dela) é um dos registros mais poderosos da fé e da mobilização social na história de Juiz de Fora. 
Estamos falando de um momento em que a cidade não apenas comemorava seu centenário, mas se tornava o epicentro católico da região com o Congresso Eucarístico.
Naquela época, o estádio do Sport Club Juiz de Fora era o principal espaço para grandes eventos na cidade (o Estádio Municipal Radialista Mário Helênio só viria décadas depois).
O estádio foi transformado. O gramado deu lugar a uma multidão compacta, e as arquibancadas serviram de moldura para o que ficou conhecido como a Praça do Congresso.
O destaque absoluto foi a construção do Cruzeiro do Centenário (a grande cruz branca que aparece ao fundo). Ela não era apenas decorativa; era o marco visual da consagração da cidade.
O Evento: 31 de Maio de 1950
Este dia foi o ápice das comemorações dos 100 anos de Juiz de Fora.
Juiz de Fora vivia o auge de sua influência industrial e política em Minas Gerais. 
O Congresso Eucarístico foi planejado para coincidir com o aniversário da cidade, unindo o fervor religioso ao orgulho cívico.
A "Praça do Congresso": O termo não se referia a uma praça permanente no mapa urbano, mas sim ao espaço sagrado temporário criado dentro do estádio do Sport para receber os milhares de fiéis e as autoridades.
A missa foi o ponto alto, e a figura de Dom Justino é central aqui.
Primeiro bispo (e depois arcebispo) da Diocese de Juiz de Fora, ele foi o grande mentor por trás da vinda do Congresso Eucarístico.
Imagine o desafio logístico de 1950: sem sistemas de som modernos, a presença do Bispo no altar monumental, cercado por dezenas de padres e seminaristas, trazia uma solenidade que parou a cidade. 
As fotos desse dia mostram um mar de pessoas, muitas mulheres de véu e homens de terno, sob o sol de maio.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Helena Habel
170
O clima de fraternidade tomava conta dos pátios da Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia (F.E.E.A.), vinculada ao Exército Brasileiro. 
Este registro imortaliza um grupo de funcionários e familiares elegantemente trajados para a celebração natalina da instituição, refletindo a importância social que a fábrica exercia na vida de seus colaboradores em Juiz de Fora.
Visível ao fundo, a guarita não era apenas um controle de acesso, mas um símbolo da natureza estratégica da fábrica. Situada em uma área de segurança nacional, a F.E.E.A. (e posteriormente a IMBEL) sempre foi um pilar da defesa e da economia fabril do município.
As construções ao fundo mostram o estilo sóbrio e funcional das vilas e instalações militares/industriais da década de 60, típicas do bairro Benfica e arredores, onde a fábrica se consolidou.
A imagem revela a moda e os costumes da época: os homens em ternos claros e as mulheres com vestidos de corte clássico e estampas florais, um padrão de elegância para eventos oficiais da empresa. 
Naquele ano, a fábrica era um dos maiores empregadores da região norte de Juiz de Fora, funcionando como uma "cidade dentro da cidade", com forte senso de comunidade entre os funcionários.
A transição para IMBEL (Indústria de Material de Belicismo do Brasil) ocorreria anos depois, mas a essência do trabalho técnico e da disciplina já estava presente neste grupo de 1966. 
Esta foto é um testemunho das gerações de juiz-foranos que dedicaram suas vidas à produção industrial militar, ajudando a manter viva a tradição da Manchester Mineira.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Anna Maria Costa  
169
O Contexto das Gincanas Automobilísticas
Na década de 1950, Juiz de Fora tinha uma ligação fortíssima com o automobilismo (herança do pioneirismo da União e Indústria). 
A 5ª Gincana Automobilística, em outubro de 1958, não era apenas sobre velocidade, mas sobre perícia e, como vemos, provas recreativas hilárias que envolviam a comunidade.
Era comum que os competidores tivessem que cumprir tarefas fora dos carros. 
Aqui, vemos o contraste entre o esforço físico e o luxo dos automóveis da época.
A localização confirmada pelo prezado amigo Álvaro Boechat é precisa: Rua Tenente Márcio Pinto com Antônio Augusto Teixeira.
Note o calçamento de pedras (pé-de-moleque) e a ausência de prédios. 
O Bom Pastor ainda era um bairro predominantemente de casas e grandes lotes, mantendo o ar de "cidade jardim".
Estar a um quarteirão da Matriz do Bom Pastor (inaugurada poucos anos antes, em 1953) coloca essa cena no coração social do bairro.
O carro à direita é um Pontiac Chieftain (provavelmente 1953/54), um colosso americano que simbolizava o status da elite juiz-forana da época.
A placa antiga (62-93-70) é um detalhe que colecionadores.
A pintura saia-e-blusa (duas cores), que a colorização destacou, era o auge da elegância automotiva.
As crianças vestidas com esmero (meias brancas altas, sapatos engraxados).
Os homens de camisa social, mesmo em um evento de lazer.
A expressão de diversão da moça na carriola mostra como esses eventos quebravam a formalidade do cotidiano.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
168
Salão do Banco do Brasil
Silvio Pensando JF Comentou: Alunas do Conservatório Estadual de Música numa apresentação no salão do Banco do Brasil na Avenida Presidente Getúlio Vargas, Minha irmã é a quarta da esquerda para a direita.
Final da década de 1950 ou inicio da década de 1960.
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
167
Registro extraordinário da história de Juiz de Fora.
O cenário é a Praça Antônio Carlos, um dos espaços públicos mais emblemáticos da cidade, que na década de 1930 consolidava-se como o coração cívico e cultural da região.
Ao fundo, imponente, vemos o prédio da antiga Escola Normal de Juiz de Fora (atual Instituto de Educação). Inaugurado na década de 1920, ele é um símbolo do ecletismo arquitetônico da época.
A presença desse edifício na foto ajuda a contextualizar a importância da praça como um centro educativo e de elite, contrastando com o caráter industrial que a região também possuía devido à proximidade com a linha férrea e as fábricas.
A placa que corrigimos na restauração é um detalhe crucial. 
A Pantaleone Arcuri foi a maior responsável pela "modernização" de Juiz de Fora. 
Quase todos os prédios icônicos daquele período (incluindo o da Escola Normal e o Cine-Theatro Central) passaram pelas mãos da construtora dos Arcuri. 
Ver esse anúncio em um tapume ou parede de obra ao fundo é um testemunho direto do boom de construção civil que transformou a face da cidade.
O Juramento à Bandeira
A posição da tropa — braço direito estendido à altura do ombro e mão espalmada — é o gesto clássico do Juramento à Bandeira.
O Dia do Soldado: Sendo 25 de agosto, a cerimônia ganha uma carga simbólica enorme. 
Os uniformes com túnicas de gola alta e as botas de cano longo (culotes) são típicos do Exército Brasileiro (ou da Força Pública Estadual) nos anos 30, pré-Segunda Guerra Mundial.
Na década de 1930, sob a Era Vargas, o civismo e os desfiles militares eram eventos centrais na vida social. 
A Praça Antônio Carlos era o "palco" perfeito para essas demonstrações de ordem e progresso.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
166
O Corte da Fita: A Sociedade Juiz-forana celebra o Clube Bom Pastor
Dando sequência aos registros da inauguração da quadra de futebol de salão do Clube Bom Pastor, trazemos hoje uma perspectiva que revela a alma do bairro na década de 1950. S
e na foto anterior víamos a solenidade da placa, aqui capturamos a expectativa e o convívio social que definiram aquele dia.
Como reforçado pelo comentário de Álvaro Boechat, o evento foi um marco. A foto nos mostra as famílias tradicionais de Juiz de Fora, com as crianças curiosas à frente, separadas pelo portão que estava prestes a ser aberto para uma nova era de lazer. A elegância dos trajes — os ternos impecáveis e os vestidos florais — denota o prestígio que o Clube Bom Pastor já possuía logo em seus primeiros anos.
O que mais fascina nesta imagem restaurada e colorizada, além dos rostos, é o plano de fundo:
Podemos observar as casas recém-construídas que hoje são marcos do bairro. Nota-se a baixa densidade e o estilo arquitetônico limpo, típico do crescimento planejado do Bom Pastor.
Ao fundo, carros da época (provavelmente modelos das marcas Chevrolet ou Ford dos anos 40 e 50) pontuam a cena, reforçando o status socioeconômico dos sócios e moradores.
A vegetação ao fundo e o relevo característico de Juiz de Fora emolduram a cena, mostrando um bairro que ainda respirava o ar puro das colinas antes da verticalização.
Graças à colorização, detalhes como o brilho dos carros e as cores vivas das roupas infantis trazem uma proximidade emocional com o passado. 
Não é apenas uma foto de uma quadra; é o retrato de um projeto de cidade que valorizava o encontro, o esporte e a vizinhança.
Este acervo digitalizado nos permite não apenas ver o passado, mas sentir a atmosfera de uma Juiz de Fora que se modernizava com elegância.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
165
O Despertar do Lazer no Bom Pastor: A Inauguração da Quadra de Futebol de Salão
O bairro Bom Pastor sempre foi sinônimo de elegância e qualidade de vida em Juiz de Fora, e a década de 1950 marcou um período de consolidação desse espírito comunitário. 
Nesta fotografia colorizada, testemunhamos um momento histórico para o esporte local: a inauguração da quadra de futebol de salão do Clube Bom Pastor.
A Memória Viva de Álvaro Boechat
Como bem destacou o internauta Álvaro Boechat, este registro captura o exato instante em que a placa inaugural é desvelada. 
No detalhe, a bandeira do Brasil cobre o memorial, simbolizando o civismo e o orgulho que acompanhavam as grandes conquistas do bairro naquela época.
Note a elegância das mulheres com seus vestidos de cintura marcada e saias rodadas, e os homens em trajes sociais, refletindo a importância do evento para a sociedade juiz-forana.
Ao fundo, as casas de estilo moderno começavam a desenhar a paisagem do bairro, com seus telhados em ângulos retos e varandas amplas, contrastando com o verde das colinas que ainda dominavam o horizonte.
A tabela de basquete e a quadra de cimento representavam o que havia de mais moderno para o lazer da juventude daquela década.
O Clube Bom Pastor não era apenas um espaço físico, mas o coração pulsante onde as famílias se reuniam. 
Inaugurar uma quadra de futebol de salão naquele contexto era abrir as portas para a integração e para a formação de novos talentos esportivos na nossa "Manchester Mineira".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
164
As Luzes e Sombras da Belle Époque: O Carnaval de 1914 na Rua Halfeld
Existem registros que não são apenas fotografias, mas verdadeiras máquinas do tempo. 
Recentemente, trabalhei na restauração e colorização de um clichê raríssimo que retrata o último dia de Carnaval em 1914, na nossa emblemática Rua Halfeld.
Em 1914, Juiz de Fora vivia o auge da sua fase "Manchester Mineira". A imagem revela uma Rua Halfeld vibrante, iluminada pelos globos elétricos que eram o orgulho da modernidade local. 
No chão, a "neve" de confetes e serpentinas denunciava o fim de uma batalha festiva que envolvia toda a sociedade.
O que mais fascina nesta restauração é observar os detalhes da Belle Époque juiz-forana:
O mar de chapéus de palha e feltro entre os homens.
Mulheres com seus vestidos longos e sofisticados, ocupando o centro da cidade.
As sacadas repletas de famílias que assistiam ao desfile das grandes sociedades carnavalescas da época.
Este registro foi feito meses antes do início da Primeira Guerra Mundial, que mudaria o mundo para sempre. 
É o retrato de uma Juiz de Fora inocente, elegante e profundamente apaixonada pela folia.
Trazer cor a essa cena não é apenas um exercício estético; é devolver a vida a personagens que construíram a identidade da nossa terra. É permitir que o leitor de hoje sinta a energia daquela noite de terça-feira gorda há mais de um século.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
163
Missa Campal
Entrada da antiga Fábrica Bernardo Mascarenhas, em frente a Praça Antônio Carlos
Atualmente Prédio do CCBM, Biblioteca Municipal e Mercado Municipal
José Eduardo Araújo comentou: Realmente é o saudoso Padre Wilson Vale da Costa, fazendo uma pregação e ao seu lado fazendo a reportagem para a Rádio Industrial o locutor Maurício de Campos Bastos
O Padre Wilson rezava a Oração da Ave Maria na PRB-3 e logo em seguida fazia o programa Problemas da Vida que falava de tudo a respeito das pessoas e da cidade
Certo dia soltou esta pérola: Se peitinho de moça fosse buzina, ninguém ia dormir no Morro da Glória.
Final da década de 1950 ou inicio da década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
162
Viagem de Juiz de Fora a Petrópolis ida e volta em um Auto Tarkat Mirin de 30 cavalos, a 75 km por hora
João Adão Brük proprietário da Garagem, João Uchoa da Cruz empregado do commercio, Lourenço Bernardo ,agricultor, João Seabra da Cruz Sobrinho negociante em 1915.
Esta fotografia é um dos registros mais emblemáticos da "era heroica" do automobilismo em Juiz de Fora. 
Ela documenta uma verdadeira façanha para o ano de 1915: a viagem de ida e volta entre Juiz de Fora e Petrópolis.
A Façanha do "Auto Tarkat Mirin"
Para os padrões de 1915, percorrer o trecho da antiga Estrada União e Indústria era um desafio monumental devido ao estado da via, composta por terra e cascalho.
Alcançar 75 km/h com um motor de 30 cavalos era considerado uma velocidade vertiginosa para a época. 
Na prática, a média devia ser bem menor, mas a capacidade do carro em atingir esse pico era motivo de grande orgulho.
Note o design do veículo — pneus finos, rodas de raios de madeira e a total ausência de para-brisa ou capota fechada. 
Os ocupantes ficavam totalmente expostos aos elementos e à poeira.
A composição do grupo no carro reflete a estrutura da sociedade juiz-forana da época, unindo o comércio, a agricultura e a nova tecnologia:
João Adão Brük: Como proprietário da "Garagem", ele era o pioneiro da logística automotiva na cidade. 
Ter uma garagem em 1915 significava ser um dos poucos especialistas em mecânica e manutenção da região.
João Uchoa da Cruz e João Seabra da Cruz Sobrinho: Representantes do setor comercial e de negócios. O automóvel, naquele momento, era um instrumento de status e agilidade para os grandes negociantes.
Lourenço Bernardo: O fato de um agricultor estar no grupo mostra como a elite rural também estava integrada às inovações urbanas.
A bandeira com o nome "JUIZ FORA" no carro não é apenas decorativa; ela servia como um distintivo de procedência. 
Em Petrópolis (então a capital de verão do Brasil), a chegada de um carro vindo de Juiz de Fora com tal "performance" era um evento que atraía olhares e demonstrava o vigor econômico da nossa cidade.
A restauração trouxe à tona detalhes cruciais:
Note as malas de couro presas na parte traseira e nas laterais. Uma viagem dessas exigia provisões e roupas extras, já que panes mecânicas eram comuns e o trajeto poderia levar muitas horas.
Os homens vestem ternos e chapéus (incluindo o quepe do motorista), mantendo a formalidade mesmo em uma expedição de aventura.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
161
Carnaval  
Desfile de Corsos em 1929
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
160
Luta na TV, contra o Escaravelho. 
Alex Eiterer Comentou: Uma tesoura aplicada mais ou menos a 3 metros de altura, com o lutador escaravelho em pé em cima da última corda do ringue.
A gente voava, literalmente.
Década de 1960
Acervo: Alex Eiterer
159
Olimpíadas Infantis
As Olimpíadas Infantis de julho de 1956 foram um marco na vida social e esportiva de Juiz de Fora, refletindo uma época em que a cidade fervilhava com eventos comunitários e o rádio era o grande veículo de integração.
O evento foi amplamente promovido pela Rádio Industrial, que tinha um papel central na organização de competições que mobilizavam as famílias da cidade.
Muitas das provas e desfiles aconteciam no centro da cidade e em clubes tradicionais, como o Sport Club Juiz de Fora e o Tupi.
Os meninos nos triciclos, com uniformes listrados e números de identificação (como a lata que o menino à esquerda carrega), eram típicos das competições de "velocípede" ou das gincanas de regularidade que abriam as festividades.
Note a elegância e o cuidado com os trajes. 
Mesmo em uma competição infantil, o uso de meias altas, sapatos de couro e camisas de gola era o padrão da classe média juiz-forana da década de 50.
Era comum que o comércio local apoiasse esses eventos, oferecendo prêmios aos vencedores.
Essas Olimpíadas não eram apenas "esporte", mas um desfile da sociedade. As famílias se reuniam nas calçadas para assistir às crianças passarem.
A restauração ficou excelente, preservando as texturas do couro dos sapatos e os detalhes das armações de óculos da época. 
O garoto à direita, com óculos de aro grosso e camisa listrada azul, é um exemplo clássico da estética escolar de meados do século XX.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
158
Igreja Nossa Senhora da Glória. 
Primeira comunhão de Elza Brugger em 21 de Outubro de 1954. 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elza da Silva Brugger.
157
Despedida dos professores da Escola Normal. 
Jandira da Costa Nunes, Lucimar Ribeiro dos Santos, Darcy Terezinha Sá Moreira, Carmem Lúcia Bismania, Aparecida Manguêz e Holanda Maria Baigion em 1961.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Jandira da Costa Nunes.
156
Inauguração do Mergulhão
A inauguração do Mergulhão, em 1982, representa um marco na engenharia e no planejamento urbano de Juiz de Fora, sendo uma das obras mais emblemáticas da gestão do prefeito Mello Reis.
A obra foi concebida para solucionar o gargalo histórico entre o tráfego de veículos e a linha férrea que corta o centro da cidade.
Seu objetivo principal era garantir que o fluxo da Avenida Barão do Rio Branco não fosse interrompido pela passagem dos trens, proporcionando maior agilidade ao trânsito local.
O Mergulhão permitiu a segregação de níveis, eliminando a espera nas passagens de nível naquela região central.
O prefeito Mello Reis é frequentemente reconhecido por priorizar obras de grande porte que visavam modernizar a infraestrutura urbana da cidade.
A construção do Mergulhão, iniciada em 22 de abril de 1980 e inaugurada em junho de 1982 durante a gestão de Mello Reis, contou com recursos provenientes do Governo Federal.
O financiamento federal foi essencial para viabilizar a transposição da linha férrea na Avenida Barão do Rio Branco, uma obra de engenharia complexa para a época.
O presidente do Brasil na época da inauguração do Mergulhão, em junho de 1982, era João Baptista Figueiredo (1979–1985).
A obra foi financiada com recursos federais, o que era comum para grandes intervenções de infraestrutura naquele período do Regime Militar, especialmente as que envolviam a malha ferroviária federal (na época sob responsabilidade da RFFSA - Rede Ferroviária Federal S.A.).
A obra foi projetada com o suporte do IPPLAN (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Juiz de Fora), que estudou as soluções para o tráfego de veículos e a integração com a malha ferroviária federal.
Esse modelo de parceria com a União para obras de transposição férrea serviu de precedente para intervenções posteriores na cidade, como os mergulhões e viadutos viabilizados décadas depois via convênios com o DNIT e o Ministério dos Transportes.
A execução desse projeto consolidou sua imagem como um realizador de intervenções estruturais complexas para a época.
Essas imagens colorizadas ajudam a preservar a memória visual de um período de grande expansão e mudanças físicas em Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Eduardo Tipotti
155
Festa de Natal da Coca Cola
Avenida Barão do Rio Branco - 1365 
Humberto Ferreira Comentou: Joaquim Fernandes Rosa proprietário da distribuidora em Juiz de Fora brindando com funcionários, identifiquei o Senhor Nascif Miguel. 
Cia. de Bebidas Juiz de Fora, a fábrica funcionava em uma localização bastante peculiar: nos vãos sob as arquibancadas do estádio do Sport Club Juiz de Fora.
A utilização do espaço sob as arquibancadas era uma solução criativa de ocupação urbana na época. 
Dali saíam os icônicos caminhões vermelhos que distribuíam a bebida por toda a região.
Era comum que escolas e grupos de jovens visitassem a fábrica para ver o processo de engarrafamento, o que tornava a marca muito presente no cotidiano da comunidade.
As festas de Natal organizadas pela Coca-Cola eram eventos grandiosos que paravam a Rio Branco.
A chegada do Papai Noel da Coca-Cola era o ponto alto. 
Muitas vezes ele percorria a avenida em carros abertos ou caminhões decorados, distribuindo balas e pequenos brindes.
A sede na Rio Branco recebia uma decoração especial que se tornava ponto de visitação obrigatória para as famílias juiz-foranas durante o mês de dezembro.
Para as crianças da época, a Coca-Cola ajudou a consolidar a imagem moderna do Papai Noel (de roupa vermelha e barba branca) na cultura local, ligando o consumo do refrigerante a momentos de celebração familiar.
A presença da fábrica naquele trecho da Avenida Rio Branco ajudou a moldar a identidade daquela área antes da expansão imobiliária que transformou o perfil da principal via da cidade. 
Dezembro de 1958 ou 1959.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
154
Escola de Samba Turunas do Riachuelo
Paulo Cesar Teixeira comentou: Turunas do Riachuelo
Era muito famoso na época, por vestir se de baiana, ponto alto do desfile dos Turunas.
Grande destaques.
Ela possuía uma Academia de Dança que ficava no Posto 7 na Avenida Barão do Rio Branco
Uma figura ótima, uma lenda para os carnavalescos da minha idade era o Jairo, tradição do nosso Carnaval
Década 1950
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
153
Trote dos calouros da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora).
Avenida Barão do Rio Branco 
Esquina com Rua Floriano Peixoto Podemos ver o atual Edifício Labibe Simão.
Calourada, U.F.J.F
O cartaz é a chave da foto. 
Ele indica uma "punição" pública e bem-humorada para os calouros que tentaram escapar da recepção oficial no dia anterior.
Os estudantes aparecem sujos (provavelmente de graxa, carvão ou tinta) e carregando folhas de bananeira, que eram acessórios comuns em desfiles de calouros para dar um aspecto "tribal" ou "primitivo" ao grupo, simbolizando que eles ainda não haviam sido "civilizados" pela academia.
Naquela época, entrar para a universidade (que foi federalizada em 1960) era um evento de grande prestígio social. O trote não era visto apenas como uma brincadeira interna, mas como um desfile público onde a cidade parava para ver os novos futuros médicos, engenheiros ou advogados.
O rapaz segurando o cartaz parece liderar o grupo. 
O uso de apelidos e a hierarquia entre "veteranos" e "calouros" já era muito forte.
Década de 1960 
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
152
Brasinca Uirapuru em prova disputada em Juiz de Fora.
O Brasinca Uirapuru (que na época já estava começando a ser produzido pela STV como Uirapuru) foi um dos carros mais avançados e velozes do Brasil nos anos 60.
Tratava-se, do Circuito de Juiz de Fora, uma prova de rua extremamente popular e desafiadora que passava por vias importantes da cidade.
O Uirapuru branco com o número 2 é uma imagem icônica. Esse carro foi pilotado por grandes nomes. Em 1966, o Uirapuru era um competidor temido nas categorias de Gran Turismo devido ao seu motor Chevrolet 6 cilindros de 4.3 litros, que o tornava muito superior em retas.
Juiz de Fora tinha uma tradição fortíssima de corridas de rua. 
O público se amontoava nas calçadas e sacadas (como dá para ver na restauração que fizemos) para ver máquinas como o Uirapuru, as Alfas Giulia, os Willys Interlagos e os Simca enfrentarem os paralelepípedos e as curvas fechadas da cidade.
O Brasinca/Uirapuru é considerado por muitos o primeiro "supercarro" brasileiro, e vê-lo em ação no cenário urbano de Juiz de Fora exemplifica a era romântica e perigosa do nosso automobilismo.
Ao Fundo o Palácio da saúde.
Expedito Carlos Fernandes comentou: Em plano mais próximo o "Clube Ginástico" - do professor Itálo Paschoal - Atual Hemominas.
Texto de Autoria Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
151
Manifestação popular
Estação Ferroviária de Juiz de Fora em 14 de agosto de 1931
Fundo Arquivo Público Mineiro
Coleção: Artur da Silva Bernardes
Autor: s/a
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
150
Encontro de empresários
Saudosos, Juarez Coutinho "Pavan" e Agostinho Pestana " RS Móveis" época que o trabalho era reconhecido e valorizado em uma Juiz de Fora vigorosa
Mauricio comentou: Juarez Coutinho foi o meu primeiro patrão na Tora Reflorestamento e depois veio a se chamar Sequoia Moveis onde trabalhei por quase 16 anos.
Década de 1970
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Guto Pestana
149
Rua Halfeld
Local para Largada das Olimpíadas Infantis.
Essas olimpíadas locais ajudaram a consolidar a tradição de Juiz de Fora como um polo formador de atletas. 
Muitos jovens que participaram dessas gincanas e competições infantis em 1956, tornaram-se figuras proeminentes na sociedade juiz-forana nas décadas seguintes.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
148
A explosão, nos paióis da FEEA
Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, uma tragédia, em Juiz de Fora, dividiu as manchetes dos jornais com as notícias do campo de batalha na Europa. Foi a explosão, nos paióis da FEEA - Fábrica de Espoletas e Armamentos - localizada em Benfica. O acidente tirou a vida de muitos e mutilou outros tantos trabalhadores da cidade. Ao todo, foram 14 mortos, além de vários feridos gravemente, naquele que foi, sem dúvida alguma, a maior tragédia já registrada em Juiz de Fora nestes 150 anos. A explosão levou para os ares os galpões da FEEA e foi ouvida em quase todo o município. Além disso, chegou a quebrar vidraças de casas no centro da cidade, numa distância de mais de 15 quilômetros do local da explosão. Como era época da Guerra Mundial, chegaram a falar em sabotagem, espionagem. Mas, na realidade, nunca se apurou se isto era realmente verdade ou não. O sepultamento dos 14 mortos aconteceu no Cemitério Municipal e, literalmente, parou a cidade. As pessoas que testemunharam o fato ainda se lembram, nos dias de hoje, da tristeza que se abateu sobre a população. Aquelas que trabalhavam na FEEA, naquela época, chegam a chorar ao recordar este momento de tristeza da história de Juiz de Fora. Atualmente, no local, está sediada a fábrica da Imbel, que passa por alterações trabalhistas, podendo, inclusive, ser privatizada.
Foto foi tirada em 07 de março de 1945, no interior da atual IMBEL
Nesse dia estava sendo inaugurado um obelisco como monumento em homenagem às 13 vítimas fatais da explosão ocorrida no ano anterior na antiga Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército - FEEA
Essa foi a maior tragédia da história de Juiz de Fora.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Maria José Silvério De Assis Silvério 
147
Carnaval
Banda Bandida
Avenida Barão do Rio Branco
Sérgio Amaral Comentou: No último degrau antes do vazio segundo à direita, em pé, de camisa branca sem gola sou eu.
Detalhe para a montagens das arquibancadas.
A Banda Bandida é um dos nomes mais emblemáticos da história do Carnaval de Juiz de Fora, especialmente quando falamos do resgate da folia de rua e da irreverência que marcou as décadas de 1970 e 1980 na cidade.
A banda surgiu em um período de transição do carnaval juiz-forano. 
Enquanto os desfiles de escolas de samba se tornavam mais competitivos e formais, a Banda Bandida apareceu com o espírito de liberdade. 
Ela fazia parte de um movimento de "bandas de rua" que não queriam competir, mas sim arrastar o povo com marchinhas, frevos e muita sátira política e social.
Diferente de outros blocos que ficavam restritos a bairros, a Banda Bandida era famosa por seus desfiles na Avenida Barão do Rio Branco. 
Registros das décadas de 1970 mostram o bloco passando por entre as arquibancadas montadas para os desfiles oficiais, quebrando o protocolo e misturando os foliões de todos os estratos sociais.
Uma marca registrada da Bandida era o uso de fantasias criativas e, muitas vezes, o cross-dressing (homens vestidos de mulheres), algo muito comum nas bandas daquela época, como a Banda Daki (que ainda desfila). O nome "Bandida" carregava esse tom provocador e boêmio.
Ela ajudou a manter viva a tradição das charangas — bandas de sopro e percussão que tocam músicas tradicionais de carnaval. 
Em Juiz de Fora, a Banda Bandida é lembrada com nostalgia por quem viveu a "época de ouro" do carnaval de rua no centro, quando a Rua Halfeld e a Barão eram o coração da festa.
Curiosidade: Existe uma "Banda Bandida" muito famosa em São Luís do Maranhão, fundada em 1999, que muitas vezes é confundida nas pesquisas atuais, mas a de Juiz de Fora é uma precursora desse estilo de bloco de arrasto, com raízes muito mais profundas na história de Minas Gerais.
Década de 1970
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
146
Exposição de pintura da professora Dejanira Diniz, com seus alunos em 1957
Ela é a segunda a direita.
A senhora de idade é sua mãe, Dona Nenê
Vivian Guettlein Sampaio, (In Memoriam), comentou: Eu sou a que está de branco.
Na época com 17 anos.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Vivian Guettlein Sampaio, (In Memoriam),
145
Abraço Ecológico ao Rio Paraibuna é um evento emblemático na história ambiental de Juiz de Fora. 
O registro histórico mais marcante que menciona a reunião de três mil pessoas refere-se a uma mobilização popular ocorrida em novembro de 1991, (algumas fontes citam mobilizações similares na década de 90), que se tornou um marco na conscientização sobre a poluição do rio.
O evento reuniu cerca de 3.000 pessoas. Os manifestantes deram as mãos formando um cordão humano que se estendeu por quase dois quilômetros ao longo das margens na Avenida Brasil.
A ação foi um grito de socorro contra o descaso com o rio, que já sofria severamente com o despejo de esgoto doméstico e industrial. Foi um movimento da sociedade civil, escolas e entidades ambientais para exigir políticas públicas de despoluição.
O foco principal do abraço aconteceu nas proximidades da Ponte de Santa Terezinha, uma área historicamente ligada tanto à memória do rio (antigo ponto de lazer e pesca) quanto à sua degradação.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
144
Trenzinho da Alegria
Quem viveu a infância entre o fim dos anos 1980 e o início dos 1990 certamente já embarcou no Trenzinho da Alegria, que saía aos fins de semana e feriados do Parque Halfeld, com meninos, meninas e animadores fantasiados de personagens marcantes da época, como Mickey, Fofão, Popeye, entre outros. O veículo era uma referência tão importante à cidade que o trenzinho foi personagem de diversas matérias da Tribuna fora das páginas de lazer, como a que questionava o salário dos funcionários que encarnavam os personagens, a que mostrava a insatisfação com o aumento da passagem e a insegurança do vagão e os problemas que o embarque e o desembarque no Parque Halfeld causavam ao trânsito central. Apesar dos transtornos, a memória dos passeios ao som de músicas infantis e ao lado das “estrelas” de desenho da época ainda faz muitos marmanjos e marmanjas sorrirem.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Imagens Arquivo TM
Fonte http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/
143
Chuva de Papel picado lançado do Edifício Clube de Juiz de Fora
Rua Halfeld
Comemoração de final de ano
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
142
Inauguração da primeira ponte do Ladeira em Novembro de 1911
Foto extraída da pagina Juiz de Fora da Depressão
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Envida por: Thaís 
141
Parque Halfeld e ao lado o prédio da Prefeitura.
José Eduardo Araújo comentou: Palanque da PRB-3 no Parque Halfeld durante o carnaval
Em pé Santiago, Teixeira Neto( tinha o programa de auditório Festa na Taba) e Mário Helênio
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
140
Formatura do Primário de Maria de Fátima Aragão de Paula (Pinheiro), Grupo Escolar Delfim Moreira, Juiz de Fora, em 1964.
Fátima Aragão Paula Pinheiro comentou: Penso ser o Professor Panisset me entregando o diploma, mas não tenho certeza, e também não me recordo do nome da Diretora que está na foto, se alguém puder ajudar?
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Fátima Aragão Paula Pinheiro
139
Bairro Bom Pastor
Gincana em 1975
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
138
Avenida Barão do Rio Branco 
Desfile da Tradicional Banda Daki arrastando a multidão 
Década de 1970 
Acervo do saudoso amigo: Zé Kodak, (In Memoriam).
137
CAMDE, (Campanha da Mulher pela Democracia). 
Protesto Feminino pela retirada da 4ª Região Militar da cidade de Juiz de Fora em 1964.
A CA.M.DE, ou CAMDE significa Campanha da Mulher pela Democracia, foi um movimento preparado e financiado pelo IPES, Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais.
A função do Camde era mobilizar a maior quantidade possível de mulheres que seguiam a ideologia de um grupo da Igreja Católica mais conservador, as chamadas "candocas".
A Camdes tornou possível a preparação das mulheres para as marchas e manifestações de rua contra o governo de Jango.
O Golpe de 1964 teve a sua preparação estratégica iniciada em 1961. O IPES orientou e repassou verbas conseguidas de empresas brasileiras e multinacionais, entre estas cerca de trezentas empresas norte-americanas para a criação e financiamento de diversos institutos e organizações para a manipulação da população, principalmente a de classe média baixa e a classe pobre.
O espírito necessário à mobilização deveria, portanto multiplicar-se pelo país sob diversos nomes e siglas. O motivo principal da diversificação era fazer a opinião pública acreditar que todos os movimentos eram oriundos das mais diversas correntes e camadas sociais e não de um grupo somente.  
Texto Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Campanha_da_Mulher_pela_Democracia
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
136
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
135
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
134
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
133
Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
132
Recorte de Jornal dizendo sobre o Presépio da Gloria
A primeira exibição publica ocorreu em 1957
A criação imortal de Cesar Stenner, começou a funcionar primeiramente na Rua dos Artistas - 283
Por este motivo o nome Presépio da Gloria
Depois foi transferido para a Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1960
Acervo: Humberto Ferreira 
131
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Siqueira 
130
Carnaval 
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora 
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial. 
Tempos felizes!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Siqueira 
129
Casal atravessando o Rio Paraibuna após a Cerimônia Religiosa do Casamento
Gilson Martins Moraes comentou: esta foto foi tirada, após a Cerimônia Religiosa do Casamento de Gilson Martins Moraes e Ivone Barroso Moraes, realizada, no dia 04de Abril de 1970, às 17:30 h, na Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, pelo Cônego Miguel Falabella.
Os noivos atravessaram o Rio Paraibuna, para a residência da família da noiva, em frente ao antigo Matadouro Municipal, Vila Ideal (JF/MG). Detalhes: alguns convidados e padrinhos, fizeram uso, também, da embarcação, monitorada pelo cunhado da noiva "Zezinho" (in memoriam); não houve registro de alguém ter caído na água!
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia enviada por Uilmara Machado de Melo Gonçalves
Acervo: Gilson Martins Moraes e Ivone Barroso Moraes
128
Excursão de Grupo Motociclistas de Juiz de Fora a Petrópolis e de Petrópolis a Juiz de Fora.
Fotografia Tirada especialmente para a Revista Fon-Fon em Juiz de Fora 
Provavelmente na Rua Santo Antônio em Frente as escadarias da Igreja São Sebastião em 11 ou 12 de Outubro de 1913.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
127
Carnaval 
Léo de Oliveira II comentou: No centro da foto o nosso famoso e querido Zé Kodak, o grande incentivador do nosso carnaval. 
À sua esquerda, o Rei Momo Pimpinela e à direita a Rainha do Carnaval daquele ano, Maria Aparecida Leite
Isto aconteceu a 45 anos atrás, quando tínhamos o melhor carnaval do interior do Brasil em 1980.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Léo de Oliveira II
126
Possivelmente uma Greve Geral, Onde tivemos Intervenção da Força Pública, Policia Militar e bem como do Exército
O período viu o crescimento de uma classe operária emergente e, inclusive, movimentações e greves de trabalhadores que foram reprimidas na época.
Provavelmente meados década de 1920.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
125
Rua Visconde de Mauá 
Casal em pose para Fotografia para sair em Gincana com o Carro 19.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
124
Carnaval no Edifício Clube Juiz de Fora
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
123
Bloco Carnavalesco Domésticas de Luxo 
Rua Halfeld no Carnaval de 1964
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
O bloco foi um dos mais tradicionais de Juiz de Fora e foi até declarado Hors Concours, (fora de competição), pelo ex-prefeito Itamar Franco, após vencer o carnaval da cidade diversas vezes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
122
Feira Livre, em 1982. 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Roberta Baldutti
121
Carnaval
Rua Halfeld
Final do Século XIX
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
120
Orquestra Aquarela de 1960 a 1970
É uma lembrança do tempo em que as orquestras faziam sucesso
Essa orquestra era regida pelo Maestro Patrocínio da Polícia Militar.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nazath Carvalho
119
Mariana Cruz comentou: Famoso leitão bandido de Juiz de Fora que conduziu o carro forte até a Avenida Rio Branco junto com seus comparsas
Juiz de Fora viveu o sequestro mais longo de sua história no ano de 1990
O episódio que se tornou conhecido como "O sequestro da Rua das Margaridas" atemorizou a cidade e ganhou projeção nacional através da imprensa, que acompanhou por 12 dias as negociações da polícia no Bairro Aeroporto
Em agosto de 1990, durante uma rebelião na Penitenciária de Contagem, um grupo de cinco presos, liderados por Wellington da Silva, o Leitão, fez três oficiais da Polícia Militar de reféns e conseguiu fugir num carro forte para Juiz de Fora
No dia 25 de agosto, o sequestro parou a cidade
Os cinco sequestradores, fortemente armados, mataram um dos reféns dentro do carro forte e abandonaram o veículo, tomando uma família de Juiz de Fora como refém. O grupo fugiu para uma casa da Rua das Margaridas
Na casa, os reféns foram sendo libertados, restando, até o final das negociações, o Coronel Edgar, da PM
Os cinco sequestradores acabaram se rendendo e foram transferidos para presídios do Estado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
118
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Preto e Branco com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
117
Avenida Barão do Rio Branco
Próximo ao Parque Halfeld
Pista do lado do Parque
Em destaque um pouco ao fundo as Lojas Arapuã
Provavelmente meados da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
116
Festa Junina
Nelly Mattos Comentou: Ainda nos seus primeiros anos, crescia o Bairro Bom Pastor. 
Seus primeiros moradores se tornaram amigos. 
Trabalharam, ao mesmo tempo, nas obras da Igreja e do clube, tendo recebido ambos o nome do bairro.
Os jovens frequentadores do clube logo deram jeito, junto com a Diretoria, de organizar a primeira festa junina. 
A quadrilha não poderia faltar!!! 
Os ensaios eram na rua mesmo e o sucesso foi grande!
A foto aqui estão, para comprovar.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Nelly Mattos
115
Cristina Bittencourt comentou: Helena Bittencourt coroada Rainha do centenário de Juiz de Fora em 1950.
O último a direita é seu irmão José Maciel Bittencourt.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Cristina Bittencourt
114
Provavelmente inicio da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
113
Bairro Nova Era
Atualmente no Local o Colégio Militar
O primeiro da Direita para esquerda com um Gorro Branco e meu Tio Zequinha. 
Conhecido como Simões foi um dos Pilotos do Aero Clube.
Detalhes na Própria Legenda.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
112
Carnaval no Edifício Clube Juiz de Fora
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
111
Avenida Barão do Rio Branco
Inauguração do SAMDU
Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência
Hospital de urgências e o posto Rio Branco ficava próximo a Santa Casa.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
110
Bairro Bom Pastor
Alvaro Boechat comentou: Gincana do Bairro Bom Pastor, Conheço como poucos aquela cesta de basquete ao fundo da foto.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
109
Abraço ecológico ao Rio Paraibuna
Reuniu três mil pessoas nas margens do Rio
Foi feito um cordão humano de quase dois quilômetros
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
108
Humberto Ferreira Comentou: Das que estão Sentadas, a do meio e minha Mãe Santinha.
A primeira em Pé do lado esquerdo,  É minha tia Zilah, do lado esquerdo de minha Mãe esta a sua irmã gêmea Aparecida A. Santos.
Data não Informado
Acervo: Humberto Ferreira 
107
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora. 
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
106
Bairro Nova Era 
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora. 
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
105
Bairro Nova Era 
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora. 
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
104
Revista o Lince de Dezembro de 1957, trazia como destaque
Faquiresa Dzy Tzu Deitada sobre uma cama de Pregos.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
103
Cabo de aço entre o Edifício Brumado e o Edifício Clube de Juiz de Fora
Datas Prováveis entre 1956/1958
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
102
Chuva de Papel picado.
Era tradição em Juiz de Fora, Infelizmente o que e bom se acaba.
provavelmente comemoração de final de ano
Data provável década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
101
Nelly Mattos Comentou: Ainda nos seus primeiros anos, crescia o Bairro Bom Pastor
Seus primeiros moradores se tornaram amigos. 
Trabalharam, ao mesmo tempo, nas obras da Igreja e do clube, tendo recebido ambos o nome do Bairro.
Os jovens frequentadores do Clube logo deram jeito, junto com a Diretoria, de organizar a primeira festa junina. A quadrilha não poderia faltar!!! 
Os ensaios eram na Rua mesmo e o sucesso foi grande!
A foto aqui estão, para comprovar.
Maria José Monteiro Zeze comentou: Lembro - me nitidamente desta festa ! 
As bandeirinhas foram feitas e colocadas em fios nas Ruas mesmo até serem colocadas no local da reunião festiva ...não havia ainda o salão ou seja a Sede do Clube por isso foi num tablado de madeira na área existente e emprestado pelo Exército local ...os quitutes preparados pelas famílias e só as bebidas eram vendidas ...ali se reuniram todas as famílias do Bairro iniciando assim uma união forte em todos ! 
E hoje vemos a realização de um sonho coletivo com um Clube recreativo e social com grande expressão na sociedade de Juiz de Fora!
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Década de 1950
Acervo: Nelly Mattos
100
Carnaval  
Desfile de Corsos em 1929
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
99
O Saudoso Padre Jaci, (in memoriam).
Prováveis catequistas e a Primeira Comunhão ou Primeira Eucaristia, o ato religioso da Igreja Católica no qual é celebrada a primeira vez que a criança cristã irá receber o Corpo e o Sangue de Cristo.
Provavelmente final da década de 1960
Acervo: Mc Christina
98
Domésticas de Luxo foi fundado em 1958 pelos amigos Aécio Flávio, Alberto Esteves, Fernando (Mambrico), Genaro Belo, Geninho (Ganha-pouco) e Ruitter Rolland. 
O bloco surgiu com apenas seis componentes, já chegou a quase mil e sempre arrastou milhares de foliões pelas ruas da cidade. 
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
97
Bairro Manoel Honório 
Feira Livre, em 1982. 
Acervo: Roberta Baldutti
96
Festa Junina no Sport Clube de Juiz de Fora em Junho ou julho de 1957
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Tetê Alencar
95
Festa Alemã - Deutschesfest
Vicente De Paulo comentou: Foi em 1969 a 1a Festa Alemã e essas crianças, hoje avós de outras que passaram pelo Grupo de Danças alemãs, se apresentaram sobre a carroceria aberta do caminhão do Sr. Zé do Bento, onde hoje é a confluência das Ruas Tenente Paulo Maria Delage com Rua Brás Xavier Bastos Júnior.
A primeira e a segunda festa foi configurada com o um Festival de Chopp e não deu certo.
Se pagava para entrar no Adro da Igreja São Vicente com direito a um caneco de Chopp.
Bebia-se demais e aos poucos começavam os excessos, jogando o precioso líquido para o alto e molhava muita gente.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Vicente De Paulo Clemente 
94
Arnaldo Parpinelli comentou: Recebendo o diploma entregue pelo excelente professor Fernando Rainho.
Acervo: Arnaldo Parpinelli
93
Arnaldo Parpinelli comentou: Com Wanda Rabelo Coelho e Regina Helena Almeida em cocktail na Barbarella.
Data não informado
Acervo: Arnaldo Parpinelli
92
Françoise Vernot, Sônia Oliveira, Ângela Polini , Vânia Alvarenga, Carmem Lúcia Alves Martins no grupo de manequins do desfile da Mini Moedas para a Casa da Amizade no Clube Juiz de Fora 1969, com produção de Arnaldo Parpinelli.
Acervo: Arnaldo Parpinelli
91
Mineira de Juiz de Fora, Maria Dorotéia Antunes foi a segunda colocada no Miss Brasil 1957.
A amazonense Terezinha Morango foi a eleita
Acervo: Arnaldo Parpinelli
90
Uma Noite no Havaí, promoção da Coluna Jovem de Arnaldo Parpinelli, lotou a boate Barbarella em Juiz de Fora em 1968
Acervo: Arnaldo Parpinelli
89
"Tornara tradição nas Paradas de 7 de Setembro, a revoada dos aviões do Aeroclube de Juiz de Fora, quando se permitia extraoficialmente um voo mais baixo
Numa delas, o general que comandava a quarta Região Militar pediu ao presidente do Aeroclube para que os aviões fizessem bastante barulho sobre a Avenida Rio Branco
Ordem pedida, ordem dada
Que fazem os colegas Newton Loreto e João Francisco Valle? Pilotando dois PT-19, os jovens penetram na avenida em voo rasante, mais baixo do que vários andares de edifícios, com as máquinas a pleno, causando enorme sensação aos que assistiam à Parada Militar e Estudantil. Muita gente abaixou a cabeça, com medo de ser atingida pelos aviões. (...) A proeza dos rapazes ficou na história e mereceu severa punição imposta pelo A.C.F.J e pelo Ministério da Aeronáutica, que tomara conhecimento da 'indisciplina' por denúncias comprovadas por fotos, inclusive mostradas na imprensa
Daí em diante, o Aeroclube se absteve em participar dos desfiles seguintes, o que foi vivamente sentido pela população da cidade, tão acostumada ao sobrevoo dos nossos aviões na Avenida Rio Branco em dia de festa cívica."
Trecho tirado do livro "Os Meus 40 Anos de Aviação", do jornalista e piloto Adail de Oliveira.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Roberto Dornellas
88
Rua Santo Antônio
Exposição Militar da 4° Região Militar
Fernando Guilherme Comentou: À direita subida da Igreja São Sebastião.
Provavelmente década de 1960
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
87
Rua Santo Antônio
Parque Halfeld
Exposição Militar da 4° Região Militar
Fernando Guilherme Comentou: À direita subida da Igreja São Sebastião.
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
86
Delegação de Voleibol da Seleção Japonesa
Á direita Mario Heleno e ao Centro de Bigode o Coronel Felix.
Local não informado
Provavelmente década de 1960 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
85
Delegação de Voleibol da Seleção Japonesa em Aeroporto, com destino a cidade de Juiz de Fora para competir com o Sport Clube.
Provavelmente década de 1960 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
84
Círculo Militar
Tetê Alencar Comentou: Baile de debutantes no Círculo Militar em 25 de Novembro de 1965.
Delegado Jair Fortes da Silva com Lúcia Maria Drumond Fortes da Silva.
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
83
Círculo Militar
Tetê Alencar Comentou: Baile de debutantes no Círculo Militar em 25 de Novembro de 1965.
Delegado Jair Fortes da Silva com Lúcia Maria Drumond Fortes da Silva.
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
82
Gilson Costa Comentou: A Liga Juizforana de Vôlei nesta época era dirigida pelo saudoso Mário Helenio de Lery Santos, que não só promoveu a vinda da seleção japonesa, como também foi o responsável pelos campeonatos brasileiros de vôlei de seleções estaduais juvenis masculino e feminino, realizados no Ginásio do Sport. Lembro que até o IBC, (Instituto Brasileiro do Café), montou um stand nas dependências do Ginásio.
Evandro Da Silva Lima Comentou: Me lembro muito bem desta partida. À época eu jogava vôlei pelo Sport. Esta seleção Japonesa era imbatível. Elas treinaram no Ginásio do Olímpico e enfrentaram a seleção brasileira no Ginásio do Sport.
Vinicius Moreira
Provavelmente década de 1960 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
81
Carnaval
Rua Halfeld
Luiz Sampaio Rocha e um amigo em 1941
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
80
Evento e Local não informado 
Simone Lagos Motta comentou: Só reconheci o General Everaldo, último à direita. Fomos vizinhos na Travessa Doutor Prisco.
Provavelmente década de 1950
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
79
Evento e Local não informado 
Simone Lagos Motta comentou: Só reconheci o General Everaldo, último à direita. Fomos vizinhos na Travessa Doutor Prisco.
Provavelmente década de 1950
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
78
Festa Junina no Sport Clube de Juiz de Fora em 1957
Acervo: Tetê Alencar
77
Festa Junina no Sport Clube de Juiz de Fora em 1957
Acervo: Tetê Alencar
76
Festa Junina no Sport Clube de Juiz de Fora em 1957
Acervo: Tetê Alencar
75
Jornal o Lince
Procissão de Enterro 
Ramal Juiz de Fora - Furtado Campos 
Jornal de Fevereiro de 1972 - Pagina - 23
Acervo: Hugo Caramuru 
74
Avenida Barão do Rio Branco 
Abertura dos jogos universitários de 1969
Acervo: Humberto Ferreira
73
Inauguração do Calçadão e Chafariz
Praça João Pessoa, S/N°
Rua Halfeld 
Podemos ver o Lindo Chafariz em 15 de Novembro de 1975
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
72
Cerimônia de apresentação à cidade de Juiz de Fora do Grupo Escoteiro Caiuás e primeiras promessas
Datada de 23 de Abril 1927.
Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=102253448056000&set=a.565646082439226
71
Confraternização de Natalina
Malharia Augusta
Rua Barão de Cataguases em 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
70
Confraternização de Funcionários da Casa Borelli.
Na Fotografia: Dona Marieta Borelli que também foi professora de Ciências.
Provavelmente década de 1960
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
69
Encontro de empresários
Luiz Sampaio Rocha e Amigos em 1955
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
68
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e Amigos em 01 de Março de 1949
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha
67
Carnaval
Luiz Sampaio Rocha e Amigos em 01 de Março de 1949
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
66
Carnaval no Clube Bancário em Março de 1949
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: na Fotografia: Nilda Pereira Pinto, Aracy, Maria de Lourdes Pereira Fusturath, Cleuzair Pereira Rocha
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
65
Carnaval no Clube Bancário em Março de 1949
Ana Lucia Pereira Rocha comentou: na Fotografia: Nilda Pereira Pinto, Aracy, Maria de Lourdes Pereira Fusturath, Cleuzair Pereira Rocha e Luiz Sampaio Rocha
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
64
Carnaval 
Luiz Sampaio Rocha e Cleuzair Pereira Rocha em 02 de Fevereiro de 1948
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
63
Carnaval no Centro de Juiz de Fora 
Luiz Sampaio Rocha e amigos em 01 de Março de 1949
Acervo Ana Lucia Pereira Rocha
62
Lurdinha Mascarenhas comentou: apresentação teatral foi no próprio colégio….que sempre teve um palco para teatro dirigido pelo Padre Cabala, Que ainda está vivo e mora na casa dos padres no próprio colégio.
Fotografia de 1981
Acervo enviado por: Lurdinha Mascarenhas
61
25 Anos do Colégio Jesuítas
Lurdinha Mascarenhas comentou: apresentação teatral foi no próprio colégio….que sempre teve um palco para teatro dirigido pelo Padre Cabala, Que ainda está vivo e mora na casa dos padres no próprio colégio.
Fotografia de 1981
Acervo enviado por: Lurdinha Mascarenhas
60
29 de Junho de 1968
Página 1
49
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
59
Militares da 4° Região Militar de Juiz de Fora, Comandadas pelo General Olímpio Mourão Filho, aguardando embarque com destino ao Estado da Guanabara, atual Rio de Janeiro 
Revista O Cruzeiro 
10 de Abril de 1964 
Edição extra
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
58
Militares da 4° Região Militar de Juiz de Fora, Comandadas pelo General Olímpio Mourão Filho, aguardando embarque com destino ao Estado da Guanabara, atual Rio de Janeiro 
Revista O Cruzeiro 
10 de Abril de 1964 
Edição extra
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
57
Via Sacra Moderna
Revista O Cruzeiro 
27 de Abril de 1963 
Página 126-127
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
56
Domingo de Ramos 
Revista O Cruzeiro 
27 de Abril de 1963 
Página 124-125
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
55
Estação de Passageiros
Revista O Cruzeiro 
17 de Janeiro de 1959 
Página 38-39
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
54
Anúncio Oficial da Inauguração do Aeroporto da serrinha em Juiz de Fora
Revista O Cruzeiro 
17 de Janeiro de 1959 
Página 36-37
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
53
Excelentíssimo Presidente da República Juscelino Kubitschek faz discurso de Paraninfo na Cerimonia da entrega de Diplomas aos Primeiros Médicos Formados em Juiz de Fora.
Revista O Cruzeiro 
17 de Janeiro de 1959 
Página 38-39 
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
52
Excelentíssimo Presidente da República Juscelino Kubitschek faz discurso de Paraninfo na Cerimonia da entrega de Diplomas aos Primeiros Médicos Formados em Juiz de Fora.
Revista O Cruzeiro 
17 de Janeiro de 1959 
Página 38-39 
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
51
Carnaval 
Revista O Cruzeiro 
20 de Fevereiro de 1937
Pagina 09
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
50
Inauguração do Pronto Socorro
Com a Presença do Excelentíssimo Presidente da República Juscelino Kubitschek
Revista O Cruzeiro 
17 de Janeiro de 1959 
Página 36
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
49
Rua Halfeld 
Excelentíssimo Presidente da República Juscelino Kubitschek, passando em Revista a Tropa.
Detalhe para o Jipe da 4° Região Militar. 
Revista O Cruzeiro 
17 de Janeiro de 1959
Página 36-37
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
48
Manifestação Popular em apoio ao Senhor Armando de Salles de Oliveira, Chefiando a Caravana da União Democrática Brasileira.
No Quadro abaixo o Senhor Antônio Carlos, Chefe do Partido Progressista Democrático Proferindo seu Discurso.
Revista O Cruzeiro 
21 de Agosto de 1937
Pagina 16
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
47
Carnaval no Edificio Club Juiz de Fora 
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 05
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
46
Carnaval no Edificio Club Juiz de Fora 
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 05
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
45
Carnavalescos
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 20
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
44
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937
Pagina 20
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
43
Carnaval no Circulo Militar 
Revista O Cruzeiro
06 de Fevereiro de 1937 
Pagina 05
Arquivo enviado pelo Amigo, Historiador e Pesquisador: Daniel Moratori 
42
Baile da Gala.
Comemorativo ao Centenário de Juiz de Fora
Acervo Mauricio Lima Corrêa
41
Salão de festas do Círculo Militar
Baile da Gala.
Comemorativo ao Centenário de Juiz de Fora
Acervo Mauricio Lima Corrêa
40
Apresentação do professor Ítalo Paschoal no Cavalo.
Década de 1960
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
39
Denise Pessoa comentou: Inauguração de uma Exposição Agro Pecuária de terno claro e chapéu na mão Coronel Sebastião Tostes e orador era o Secretario de Agricultura de MG não lembro o nome.
Era lá perto do Caça e Pesca.
Final da década de 1950 ou início da década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
38
Confraternização de final de ano da Malharia Máster.
Aparecem na Fotografia: Funcionários, Senhor Firjan, Senhora Laurice, Toninho Firjam e Solange Firjam.
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
37
Marcio Arcuri comentou: O do velho Pantaleone.
Gabriel Vieira Barra comentou: Um dos homens mais empreendedores da nossa cidade.
Obrigado por tudo que fez por nossa cidade.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
36
Jantar na Praça Antônio Carlos 
Promovido pela 4° Região Militar, em comemoração ao 07 de Setembro. 
Na fotografia o Comandante da 4° Região Militar General Américo Braga e o Maitre Gentil Dimas Costa, um dos proprietários da Churrascaria e Pizzaria Palácio. 
Evento realizado na década de 1960 
Acervo: Gilson Costa
35
Enlace Matrimonial na Capela dos Passos
Maria Claudia Pereira comentou: Meu Pai e minha Mãe em 27 de Janeiro de 1937
na Fotografia: Doutor Antônio Carlos Pereira Filho e Ernestina de Carvalho
Acervo: Maria Claudia Pereira
34
Formandas em Enfermagem
Edith Vaz de Araujo Comentou: A formatura das duas primeiras turmas de enfermeiras da Escola de Enfermagem Hermentina Beraldo ocorreu em agosto de 1950, com 16 diplomadas, designadas como "As Pioneiras", conforme descrito no convite de formatura da turma. Foi celebrada por meio de eventos religiosos, profissionais e sociais. No dia 13 de agosto de 1950, foi iniciada com a celebração de uma missa de ação de graças, na Igreja de São Mateus, pelo Bispo Diocesano Monsenhor Gustavo Freire, e a colação de grau aconteceu no Salão Nobre da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, Minas Gerais, localizado na Rua Braz Bernardino nº 69, Centro.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
33
Formandas em Enfermagem
Edith Vaz de Araujo Comentou: A formatura das duas primeiras turmas de enfermeiras da Escola de Enfermagem Hermentina Beraldo ocorreu em agosto de 1950, com 16 diplomadas, designadas como "As Pioneiras", conforme descrito no convite de formatura da turma. Foi celebrada por meio de eventos religiosos, profissionais e sociais. No dia 13 de agosto de 1950, foi iniciada com a celebração de uma missa de ação de graças, na Igreja de São Mateus, pelo Bispo Diocesano Monsenhor Gustavo Freire, e a colação de grau aconteceu no Salão Nobre da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora, Minas Gerais, localizado na Rua Braz Bernardino nº 69, Centro.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
32
Casamento de Antônio Firjam filho e Senhorita Solange.
Ele foi Proprietário da Malharia Master 
Cerimônia realizada na Igreja da Glória   
Data não informado   
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
31
Casamento de Antônio Firjam filho e Senhorita Solange.
Ele foi Proprietário da Malharia Master 
Cerimônia realizada na Igreja da Glória   
Data não informado   
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
30
Casamento de Antônio Firjam filho e Senhorita Solange.
Ele foi Proprietário da Malharia Master 
Cerimônia realizada na Igreja da Glória   
Data não informado   
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
29
Casamento de Antônio Firjam filho e Senhorita Solange.
Ele foi Proprietário da Malharia Master 
Cerimônia realizada na Igreja da Glória   
Data não informado   
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
28
Bairro Nova Era
Inauguração do Aeroclube
Sua história tem início com uma reunião no Edifício Clube Juiz de Fora
um grupo de juiz-foranos resolveu se reunir em busca da criação de um clube de fomento ao tema. 
No glorioso dia 26 de fevereiro de 1938, nos salões do Edifício Clube Juiz de Fora, os interessados se reuniram com a proposta conjunta de criar e dar vida à ideia do Aeroclube de Juiz de Fora. 
Para oficializar aquela iniciativa tão importante, o grupo resolveu publicar um edital no jornal Diário Mercantil, convocando para o dia 05 de março daquele mesmo ano a primeira Assembleia Geral de constituição definitiva do Aeroclube de Juiz de Fora. 
E nos salões do Clube Juiz de Fora, a assembleia aprovou o Estatuto que deu vida jurídica ao novo aeroclube da cidade. 
Funcionários antigos contam que a primeira sede do Aeroclube de Juiz de Fora localizava-se no Edifício Juiz de Fora, no encontro da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco.
Após dois anos de organização e funcionamento, o Aeroclube de Juiz de Fora recebeu, com muita pompa, sua primeira aeronave da história: um Porter Field Americano – PP-GAN – cedido pela Aeronáutica Civil, de fabricação estadunidense. Recebido com festas, o estreante levou ânimo para os dirigentes, atraindo ainda mais interessados para o voo. A aeronave voou até 1968.
Os primeiros passos foram dados rumo ao crescimento do Aeroclube que se seguiu vertiginoso nos próximos anos, caracterizando-se, sempre, como um dos aeroclubes de vanguarda do país, incluindo o recebimento de novas aeronaves com o passar dos anos.
O Aeroclube de Juiz de Fora ainda permaneceu no Bairro Nova Era e foi transferido para o Aeroporto da Serrinha em 1975, com sua frota formada por 15 aeronaves, sendo 13 aviões e 2 planadores. 
No lugar da antiga pista de pouso em Nova Era , foi construído o Colégio Militar de Juiz de Fora
Texto Fonte: https://aeroclubejf.com.br/sobre-nos/nossa-historia
Acervo Mauricio Lima Corrêa
27
Evento
Prefeito Itamar Franco Discursando em palanque 
Identificado o Chefe dos escoteiros do Grupo Aimorés, Senhor Darci Malta.
Provavelmente década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
26
Evento
Prefeito Itamar Franco Discursando em palanque 
Identificado o Chefe dos escoteiros do Grupo Aimorés, Senhor Darci Malta.
Provavelmente década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
25
Evento
Prefeito Itamar Franco Discursando em palanque 
Provavelmente década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
24
Bairro Benfica 
Rua Paulo Garcia 
Uma das provas de Gincana que eram realizadas no Bairro 
Década de 1960
Acervo Marilene Romão 
23
Evento e Local não informado
Pessoas Públicas Neste Evento: Mello Reis, Paulo Emerich, A esquerda Padre Pimenta, no meio dos 2 de camisa branca é o Walter Lage Funcionário dos Diários Associados e a esquerda Renato Dias diretor dos diários associados, Tarcisio Delgado entre outros.
Final da década de 1970 ou inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
22
Evento e Local não informado
Pessoas Públicas Neste Evento: Mello Reis, Paulo Emerich, A esquerda Padre Pimenta, no meio dos 2 de camisa branca é o Walter Lage Funcionário dos Diários Associados e a esquerda Renato Dias diretor dos diários associados, Tarcisio Delgado entre outros.
Final da década de 1970 ou inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
21
Evento e Local não informado
Pessoas Públicas Neste Evento: Mello Reis, Paulo Emerich, A esquerda Padre Pimenta, no meio dos 2 de camisa branca é o Walter Lage Funcionário dos Diários Associados e a esquerda Renato Dias diretor dos diários associados, Tarcisio Delgado entre outros.
Final da década de 1970 ou inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
20
Evento e Local não informado
Pessoas Públicas Neste Evento: Mello Reis, Paulo Emerich, A esquerda Padre Pimenta, no meio dos 2 de camisa branca é o Walter Lage Funcionário dos Diários Associados e a esquerda Renato Dias diretor dos diários associados, Tarcisio Delgado entre outros.
Final da década de 1970 ou inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
19
Baile de Debutantes no Edifício Clube Juiz de Fora
Maria Claudia Pereira comentou:  Eu e meu Pai, Senhor Antônio Carlos Pereira Filho - Dermatologista em 1967
Acervo Maria Claudia Pereira
18
Apresentação em Piano
Tetê Alencar Comentou: Margarida Salomão ao piano! 
Na primeira fila, da direita para a esquerda: Professora Dinorah Americano Brandão, penso ser a Marita, filha da Professora Ondina, a seguinte não me lembro, Professora Ondina Frederico Gomes (de óculos).
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
17
Apresentação em Piano
Audição do Conservatório Estadual de Música Haydee França Americano.
Tetê Alencar Comentou: Margarida Salomão ao piano! 
Na primeira fila, da direita para a esquerda: Professora Dinorah Americano Brandão, penso ser a Marita, filha da Professora Ondina, a seguinte não me lembro, Professora Ondina Frederico Gomes (de óculos).
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
16
Apresentação em Piano
Audição do Conservatório Estadual de Música Haydee França Americano.
Tetê Alencar Comentou: Margarida Salomão ao piano! 
Na primeira fila, da direita para a esquerda: Professora Dinorah Americano Brandão, penso ser a Marita, filha da Professora Ondina, a seguinte não me lembro, Professora Ondina Frederico Gomes (de óculos).
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
15
Evento não informado
Maria José Monteiro Zeze comentou: Nossa ! Que surpresa boa ! Logo o primeiro de cabecinha branca é meu pai José Monteiro Viana, artista plástico da Sociedade Antônio Parreiras ...Trovador da Academia Mineira e proprietário da Casa da América situada á Rua Halfeld 657 com ferragens e louças, a seu lado parece ser Renato Dias e á mesa Também José Carlos de Leão Guimarães e logo em seguida o proprietário das Casas Alumínio comércio na Rua Marechal Deodoro ...não sei dizer em que evento foi infelizmente.
Tetê Alencar comentou: Itamar Franco de perfil 
Observação: A Bandeira que aparece e da cidade de Juiz de Fora 
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
14
Evento não informado
Maria José Monteiro Zeze comentou: Nossa ! Que surpresa boa ! Logo o primeiro de cabecinha branca é meu pai José Monteiro Viana, artista plástico da Sociedade Antônio Parreiras ...Trovador da Academia Mineira e proprietário da Casa da América situada á Rua Halfeld 657 com ferragens e louças, a seu lado parece ser Renato Dias e á mesa Também José Carlos de Leão Guimarães e logo em seguida o proprietário das Casas Alumínio comércio na Rua Marechal Deodoro ...não sei dizer em que evento foi infelizmente.
Tetê Alencar comentou: Itamar Franco de perfil 
Observação: A Bandeira que aparece e da cidade de Juiz de Fora 
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
13
Prefeitura de Juiz de Fora
Músicos e Artistas em visita à Prefeitura de Juiz de Fora sendo Recepcionados pelo então Prefeito Itamar Franco, em 1969.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
12
Prefeitura de Juiz de Fora
2º Festival de Música Popular Brasileira 
Músicos e Artistas em visita à Prefeitura de Juiz de Fora sendo Recepcionados pelo então Prefeito Itamar Franco, em 1969.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
11
Prefeitura de Juiz de Fora
2º Festival de Música Popular Brasileira 
Músicos e Artistas em visita à Prefeitura de Juiz de Fora sendo Recepcionados pelo então Prefeito Itamar Franco, em 1969.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
10
Evento Religioso
Bairro Bom Pastor
Avenida Procópio Teixeira
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
09
Evento Religioso
Bairro Bom Pastor
Avenida Procópio Teixeira
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
08
Comemorações Natalinas no 10° BI, em 1974.
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora devido a uma parceria entre ambos
Acervo 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, (10º BIL). 
07
Semana Granberyense em 1976
Acervo Edna Ferreira 
06
Faculdade Metodista Granbery
Semana Granberyense em 1976
Acervo Edna Ferreira 
05
Faculdade Metodista Granbery
Formatura da 8° Serie em 1973
Edna Ferreira  comentou: A menina da Beirada sou eu na época com 15 anos, a de roupa branca era a Norma e do meu lado a Claudia grande amiga.
Acervo Edna Ferreira 
04
Faculdade Metodista Granbery
Formatura do 3° Científico no Salão Nobre em 1976
Acervo Edna Ferreira 
03
Local DCE
Dezembro de 1986
Acervo Henrique Ossiação
02
Edifício Das Clínicas Gabinete Odontológico
Paulo Medeiros comentou: Este senhor ao lado esquerdo do padre, é o professor Jarbas de Souza.
Era um excelente professor no CTU Curso Técnico Universitário, da UFJF.
Meu muito obrigado a ele, pela transmissão de conhecimento, que nortearam nossas vidas.
Elisa Gaio comentou: Dom Geraldo Maria arcebispo de Juiz de Fora, já falecido.
Avenida Barão Do Rio Branco - 2406, Esquina com a Rua Fernando Lobo.
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 

01

Natal de 1974 (Diários Associados). 

Edson Soares Comentou: Eu era entregador do Jornal Diário Mercantil

Recebendo das mãos do Senhor Jacy, um relógio Thechnos

Ao fundo a Máquina que imprimir o Diário da Tarde e Diário Mercantil.

Acervo Edson Soares

 

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