quinta-feira, 24 de abril de 2025

Avenida Barão do Rio Branco, (Coloridas), com 232 Fotografias

232
Avenida Barão do Rio Branco
Finalizações das obras de construção do Mergulhão
Essa é uma imagem emblemática para a memória urbana de Juiz de Fora. 
Pontos históricos e contextuais sobre esse registro de 1982:
A Avenida Barão do Rio Branco e o Mergulhão
A construção do Mergulhão (oficialmente Complexo Viário Engenheiro Nicolau de Castro Meirelles) foi uma das obras mais ambiciosas da época. 
O objetivo era eliminar o gargalo no trânsito causado pela passagem em nível da ferrovia com a Avenida Rio Branco, o principal eixo da cidade.
Antes do Mergulhão, o trânsito parava completamente toda vez que um trem atravessava a avenida, gerando caos no coração de Juiz de Fora.
A foto mostra a fase de finalização, onde já é possível ver as estruturas de suporte e a organização do canteiro de obras que mudaria o visual da região central.
O Trem Xangai é uma das maiores recordações afetivas dos juiz-foranos.
Era o trem de subúrbio que ligava Benfica à região central (e até Matias Barbosa em certos períodos).
Na restauração e colorização, Foi aplicado o azul clássico dos vagões e o vermelho "enfumaçado" da locomotiva, que era a marca registrada desse transporte que carregava milhares de trabalhadores diariamente. 
Ver o Xangai passando sobre a estrutura do Mergulhão em 1982 é registrar o fim de uma era de convivência direta do trem com a rua.
Detalhes como o vestuário dos operários e os prédios ao fundo (como o icônico prédio da esquina) tornam-se muito mais nítidos.
A locomotiva vermelha soltando fumaça sobre o concreto novo do Mergulhão — é o retrato perfeito do progresso juiz-forano na década de 1980.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Márcio Assis
231
Vista Parcial
Avenida Barão do Rio Branco é a espinha dorsal da cidade, e esta foto, tirada de um ponto elevado (provavelmente do Edifício Clube Juiz de Fora ou arredores), oferece uma perspectiva privilegiada.
A Catedral de Santo Antônio domina o lado direito da imagem. 
Note que o entorno ainda era muito mais arborizado e menos denso do que hoje. A cúpula branca e as torres neoclássicas se destacam contra o verde do morro ao fundo, que ainda não havia sofrido o processo intenso de verticalização.
O edifício alto e claro no centro da foto (ao lado do Parque Halfeld) é um marco da modernização da época. 
Nos anos 50, Juiz de Fora começou a trocar os casarões ecléticos pelos primeiros "arranha-céus" de concreto armado, refletindo o otimismo econômico da era Juscelino Kubitschek.
Um detalhe nostálgico é a fileira contínua de árvores (Jalões) que ladeavam a Rio Branco. 
Na verdade, o nome é uma variação ou apelido para o Fícus nítida (ou Ficus retusa), mas em Juiz de Fora, o termo "Jalão" se tornou quase um patrimônio imaterial. 
Quando as pessoas se referem à arborização antiga da Rio Branco, é esse o nome que surge nas rodas de conversa dos antigos moradores e nos documentos da época.
Na foto, a avenida parece muito mais "acolhedora" e menos árida. 
É possível ver alguns veículos da época — modelos que hoje seriam relíquias — circulando por uma pista que ainda não conhecia o tráfego pesado dos dias atuais.
Em primeiro plano, vemos construções com telhas de barro e arquitetura mais tradicional, muitas das quais foram demolidas nas décadas seguintes para dar lugar a galerias e prédios comerciais.
A linha das montanhas ao fundo, tão característica da Zona da Mata Mineira, ajuda a situar geograficamente a expansão da cidade em direção aos bairros mais altos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
230
Instituto Nossa Senhora Imaculada
Na primeira metade do século XX, a fundação de uma escola da Companhia de Jesus em Juiz de Fora era o desejo de muitas famílias, que se mobilizaram em torno da aquisição da "Chácara das Palmeiras", entregue aos jesuítas em 1945 e que se tornaria, onze anos depois, a primeira sede do "Colégio Nossa Senhora Imaculada", o colégio dos jesuítas na cidade.
As aulas começaram no dia 5 de março de 1956, com 40 alunos, em regime de horário integral, que se iniciava às 7h com a missa diária e terminava às 17h, com interrupção para o almoço nas casas.
Nos primeiros anos da instituição, foi o velho casarão quase centenário, na Avenida Barão do Rio Branco nº 2954.
Em 1958 foi inaugurado o Curso Ginasial. Somados aos do Curso de Admissão, eram então 154 alunos, provisoriamente no atual prédio da Educação Infantil. O antigo casarão da Avenida Barão do Rio Branco foi então demolido e os terrenos foram vendidos para possibilitar a construção do atual prédio, próximo à Avenida Presidente Itamar Franco.
A construção do prédio definitivo da escola foi iniciada em outubro de 1959 e, no ano seguinte, começou a funcionar na parte recém-construída o Curso Preparatório para o 1º ano Ginasial.
Em setembro de 1962, a rampa de acesso entre o prédio e o morro começou a ser calçada. No ano seguinte, iniciou-se o Pré-Primário e, em 1964, o Curso Científico, reunindo a escola um total de 416 alunos.
Em 1967, já denominado "Colégio dos Jesuítas", dos 700 alunos matriculados, apenas 6 eram mulheres. E, sendo a primeira vez em que meninas eram aceitas na instituição, o "Jesuítas" tornou-se o pioneiro das escolas mistas da Ordem Religiosa em todo o mundo.
Naquele mesmo ano, o fim do período letivo foi marcado pela primeira formatura de turma do 3º ano Científico, no dia 8 de dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira e protetora da escola.
Disponível em: http://www.colegiodosjesuitas.com.br/historia/.
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1950
Fonte: IBGE
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
229
Avenida Barão do Rio Branco
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
O Colégio Mineiro (Atual Fórum Benjamin Colucci)
O prédio imponente ao fundo é o Colégio Mineiro, fundado em 1894. 
Em 1934, ele ainda funcionava como uma das instituições de ensino mais prestigiadas do estado.
Sua fachada neoclássica dominava a perspectiva da Avenida Barão do Rio Branco. 
Em 1934, o Parque Halfeld já era o coração social da cidade. 
Note que o desenho dos canteiros e a densidade da vegetação eram diferentes. 
Era o local das retretas, dos encontros da elite local e dos passeios de domingo.
Naquela época, a integração do parque com a avenida era muito fluida, um verdadeiro jardim público de estilo europeu no meio da "Manchester Mineira".
Em 1934, os bondes elétricos eram os donos da avenida. 
O sistema de bondes de Juiz de Fora era um dos mais modernos do país.
A avenida ainda preservava um charme de Belle Époque, com luminárias trabalhadas e pouquíssimos automóveis. Os carros que circulavam eram modelos "calhambeques" (Fords Bigode e similares).
A cidade era horizontal. O horizonte era limpo, permitindo ver as montanhas ao redor com clareza.
Não havia os grandes edifícios de concreto que hoje cercam o Parque Halfeld. A paisagem era composta por telhados de barro e fachadas ornamentadas.
Esta imagem é o retrato de uma Juiz de Fora que ainda respirava o café e a industrialização têxtil, antes de se tornar a metrópole verticalizada que conhecemos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
228
Competição de Ciclismo ou Corrida de Bicicletas
Avenida Barão do Rio Branco
Lojas Arapuã
Pode ser parte do Parque Halfeld
Pista do lado do parque
A "Rio Branco" sempre foi o palco dos grandes acontecimentos de Juiz de Fora, desde desfiles de Carnaval e de 7 de Setembro até competições esportivas. Por ser uma das maiores retas urbanas do país, ela é ideal para circuitos de ciclismo. Na foto, notamos a iluminação característica da época e a multidão espremida nas calçadas, o que demonstra como o ciclismo era um evento que parava a cidade.
Repare nas bicicletas — são as clássicas "10 marchas" de alumínio, com quadros finos e guidões curvados (drop bars). 
Os ciclistas não usavam os capacetes aerodinâmicos modernos, mas sim as famosas "chorreiras" (capacetes de tiras de couro) ou apenas bonés de ciclismo.
provavelmente entre o final dos anos 1970 e meados dos anos 1980.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
227
Antiga casa em estilo normando
Foi demolida e atualmente no local o Edifício Rossi
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Edifício Top Center
David Tavares Ladeira comentou: Ficava entre as Ruas Floriano Peixoto e Afonso Pinto da Mota
Ao lado do antigo Cine Excelsior
Foto provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Beatriz Paiva 
226
Carnaval
Banda Bandida
Avenida Barão do Rio Branco
Sérgio Amaral Comentou: No último degrau antes do vazio segundo à direita, em pé, de camisa branca sem gola sou eu.
Detalhe para a montagens das arquibancadas.
A Banda Bandida é um dos nomes mais emblemáticos da história do Carnaval de Juiz de Fora, especialmente quando falamos do resgate da folia de rua e da irreverência que marcou as décadas de 1970 e 1980 na cidade.
A banda surgiu em um período de transição do carnaval juiz-forano. 
Enquanto os desfiles de escolas de samba se tornavam mais competitivos e formais, a Banda Bandida apareceu com o espírito de liberdade. 
Ela fazia parte de um movimento de "bandas de rua" que não queriam competir, mas sim arrastar o povo com marchinhas, frevos e muita sátira política e social.
Diferente de outros blocos que ficavam restritos a bairros, a Banda Bandida era famosa por seus desfiles na Avenida Barão do Rio Branco. 
Registros das décadas de 1970 mostram o bloco passando por entre as arquibancadas montadas para os desfiles oficiais, quebrando o protocolo e misturando os foliões de todos os estratos sociais.
Uma marca registrada da Bandida era o uso de fantasias criativas e, muitas vezes, o cross-dressing (homens vestidos de mulheres), algo muito comum nas bandas daquela época, como a Banda Daki (que ainda desfila). O nome "Bandida" carregava esse tom provocador e boêmio.
Ela ajudou a manter viva a tradição das charangas — bandas de sopro e percussão que tocam músicas tradicionais de carnaval. 
Em Juiz de Fora, a Banda Bandida é lembrada com nostalgia por quem viveu a "época de ouro" do carnaval de rua no centro, quando a Rua Halfeld e a Barão eram o coração da festa.
Curiosidade: Existe uma "Banda Bandida" muito famosa em São Luís do Maranhão, fundada em 1999, que muitas vezes é confundida nas pesquisas atuais, mas a de Juiz de Fora é uma precursora desse estilo de bloco de arrasto, com raízes muito mais profundas na história de Minas Gerais.
Década de 1970
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
225
Colégio Stella Matutina, (Demolido).
No final da década de 1920, o colégio já era uma referência na educação feminina em Juiz de Fora. 
A instituição foi fundada por religiosas da Congregação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo.
O prédio imponente, que você possivelmente vê em fotos da época, é um marco da arquitetura educacional da cidade. 
Em 1927, Juiz de Fora passava por diversas obras de infraestrutura, incluindo melhorias em bondes e iluminação, o que facilitava o acesso a colégios localizados em áreas centrais.
Naquela época, o colégio oferecia desde o ensino primário até cursos voltados para a formação de normalistas, (professoras). 
A disciplina e a formação religiosa e moral eram pilares do ensino.
Alunas de diversas partes da região e até de outros estados estudavam lá, muitas vezes em regime de internato. 
O colégio era um ponto de encontro da elite intelectual e social da época.
Data Provável 1927/1928
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa 
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
224
Avenida Barão do Rio Branco esquina da Rua Delfim Moreira, o carro um Citroen e ao fundo o prédio da Santa Casa em construção, época de 1950.
Os trilhos aparecem no meio da Avenida e os postes de ferro com luminárias com lâmpadas incandescentes.
Uma época de ouro da nossa Juiz de Fora.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
223
Residência da família Ciampi
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto
Ficava ao lado do Diários Associados
Foi também sede do Prontil e posteriormente o Churraspeto
Atualmente e um estacionamento ao lado do Banco Santander e dos moveis Parma.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
222
Avenida Barão do Rio Branco
Bonde da Linha Bairro São Mateus 
Inicio da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
221
Bondes em Juiz de Fora
Em 1880, Félix Schimidt e Eduardo Batista Roquete Franco, assinaram um contrato com o Governo Provincial para a construção e uso de uma linha Férrea para Bondes
Eles construíram a Companhia Ferro Carril Bondes de Juiz de Fora
A cidade foi a primeira de Minas Gerais a ter Bondes, em 1881, foi inaugurada a primeira linha com tração animal
O trajeto era: Rua do Imperador, Halfeld, Rua do Comércio, Espírito Santo e Rua Direita.
Em junho de 1906, começa a circular os primeiros Bondes elétricos trazidos pela Companhia Mineira de Eletricidade
Os Bondes pararam de circular no dia 09 de abril de 1969, e alguns poucos foram doados para clubes e escolas
Um dos Bondes que fazia a linha São Mateus e outro que transportava crianças para o jardim da infância foi levado para o Parque da Lajinha
Em 1988, estes bondes foram declarados de interesse cultural para o Município
Ponto final do Bonde em 1960 - entre a Avenida Barão do Rio Branco, Rua São João e Rua Santa Rita.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
220
Vista Panorâmica
Avenida Barão do Rio Branco
Parque Halfeld.
Estava sendo feita a demolição do antigo Edifício Clube Juiz de Fora.
E Construção da Santa Casa, como podem ver ao fundo.
Início da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
219
Avenida Barão do Rio Branco
A cobertura no meio da Avenida Rio Branco era originalmente, parada central de Bondes.
Depois, por algum tempo, foi parada de ônibus, após a extinção dos Bondes
Demolida, creio quando das obras de reforma da via, nas décadas de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
218
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Silva Jardim. 
Construção de galeria de águas pluviais em 1968.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
217
Casarão
Avenida Barão do Rio Branco próximo ao H.P.S
Neste local funcionou o Sindicato dos Trabalhadores na U.F.J.F,(SINTUFJUF).
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
216
Armazém Ribeiro,(FACHADA).
Situado em um ponto bem central da cidade, o Armazém Ribeiro, fundado em 1935, ficava na Avenida Barão do Rio Branco, 2869, esquina com a então Rua do Sampaio.
De propriedade de Odilon Ribeiro, a casa era chamada, quando foi aberta, de “secos e molhados”, como era comum aos estabelecimentos deste tipo.
O armazém funcionou até os anos 1970, e até então ainda utilizava o crediário no estilo “caderneta”, em que a clientela só pagava no fim do mês, algo bastante comum antes da chegada dos supermercados.
“O proprietário, senhor Ribeiro, como era chamado pelos clientes, colocou o cognome ”Rei do Whisky”, devido ao estoque e variedade de marcas e tipos de licores, vinhos, conhaques, whiskies e demais bebidas, importadas ou nacionais.
Além das bebidas, também era grande a variedade de enlatados e o famoso bacalhau ”Imperial”, o melhor dos importados.
Lembramos que também se tratava de um armazém completo, menos legumes, verduras e carnes frescas.
O senhor Ribeiro era casado com Dona Zélia, seu braço direito à frente do armazém e tiveram dois filhos, Zelon e Carlos Henrique.
Inclusive um fato curioso: o primogênito Zelon, cujo nome é formado por Zé de Zélia e lon de Odilon, nasceu dentro do armazém, cujo parto foi assistido por Dona Zuzu, renomada parteira, na época.
O Armazém Ribeiro foi muito querido até a década de 1970, quando encerrou suas atividades, deixando assim saudade às famílias que sempre honraram com a preferência, através do ”Phone 1234”.”
Foto Arquivo pessoal/Zelon Fonseca Ribeiro
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-2/
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
215
Avenida Barão do Rio Branco
Equipe de Tênis do Sport desfilando no Centenário de Juiz de Fora em 1950.
Podemos ver ao fundo a Mechanica Mineira,( Demolido), Para dar Lugar ao Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, Inaugurado em Maio de 1964.
Atual Prédio da Cesama.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Helena Habel
214
Bairro Alto dos Passos
Avenida Barão do Rio Branco - 3596, esquina com a Rua Doutor José Cesário
Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo, (EEHB), foi a terceira escola criada em Minas Gerais, fundada pelo interventor Doutor João Tavares Corrêa Beraldo em 1946, e recebeu esse nome em homenagem a sua esposa.
Atualmente no Local o Edifício Residencial e Comercial La Defense.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
213
Vista Panorâmica
Bairro Manoel Honório visto da Garganta do Dilermando antes de sua abertura.
Avenida Barão do Rio Branco em Julho de 1956.
Podemos ver a Praça antes da Ponte e a mesma com passagem só para um Veículo.
A frente depois da Ponte à esquerda a tecelagem Santa Rosa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
212
Avenida Barão do Rio Branco em 1934
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
211
Avenida Barão do Rio Branco - 2340
Residência de Jose Batista de Oliveira
a esquerda da foto aparece um pouco da casa do Doutor Gilson Salomão - 2364.
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
210
Residência da Família Assis,(Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Maria José Monteiro Zeze comentou: Situava-se em frente ao colégio Stella Matutina.
Tinha um muro de pedras baixo e a rapaziada ficava sentada nele vendo a saída das alunas.
José Eduardo Araújo comentou: Foi a loja da Atel e da Encol, atualmente funciona um estacionamento, cujo terreno foi acrescido com o sobrado que existia.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
209
Avenida Barão do Rio Branco 
Desfile da Tradicional Banda Daki arrastando a multidão 
Década de 1970 
Acervo do saudoso amigo: Zé Kodak, (In Memoriam).
208
Maquinário bem delineado da maquina de fabricar a Coca-Cola 
Podia de ver o Maquinário pela a Avenida Barão do Rio Branco apenas por um vidro, era a alegria da garotada.  
A Fábrica era Localizada abaixo das Arquibancadas do Estádio Doutor José Procópio Teixeira,`(Estádio do Sport Club Juiz de Fora).
Provavelmente década de 1950
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pela Senhora Neyde Nascif.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Senhora Neyde Nascif 
207
Avenida Barão do Rio Branco
Um carro de Praça de Juiz de Fora, (tinham placas começando por 61 ou 63),
Os particulares 62, 64 ou 66.
Fernando Lobo comentou: Esse carro era de um motorista de apelido, Meu chefe. 
Um negro sempre de óculos escuros e muito bem vestido.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
206
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Santa Rita
Leiliane Guedim comentou: Loja do meu avô, José Guedim  
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
205
Avenida Barão do Rio Branco - 179 em 1911
Esta é a casa onde Pedro Nava morou na Rua Direita No livro" Baú de Ossos", Nava se refere à casa de sua avó Maria Luísa, (Casada com Halfeld - Terceira esposa), como um sobrado na Rua Direita - 179 onde morou
Sua avó era proprietária de outras casas na Rua Direita que davam fundo para a atual Rua Santo Antônio A casa 179 pelo que se entende no livro do autor ficaria próxima do Largo Riachuelo e da Mecânica Mineira e a antiga Rodoviária Régis Bittencourt atualmente Cesama.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
204
Avenida Barão do Rio Branco
Grupo Central e a esquerda, Edifício Lenira.
Provavelmente inicio da pavimentação da Avenida  
José Bastos comentou: Interessante, durante muitos anos a Empav trabalhou muito bem e eu me lembro desse rolo compressor que usavam, era o único, mas muito bom. 
Deve ter virado sucata!
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
203
Vista Panorâmica 
Terraço do Clube Juiz de Fora
Podemos ver ao Fundo a Santa Casa em construção.
Avenida Barão do Rio Branco com suas arvores e a direita a Catedral Metropolitana entre outros prédios que aparecem na Fotografia.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
202
Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco onde podemos ver o Rocha Hotel e os carros de praça atuais TAXI
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
201
Podemos ver ao Fundo a Santa Casa em construção
A Avenida Barão do Rio Branco com suas arvores e a direita a Catedral Metropolitana entre outros prédios que aparecem na Fotografia
Não identificamos a senhorita que aparece
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
200
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Marechal Deodoro
Sequestro que terminou na Rua das Margaridas, Bairro Aeroporto
Mariana Cruz comentou: Famoso leitão bandido de Juiz de Fora que conduziu o carro forte até a Avenida Rio Branco junto com seus comparsas
Juiz de Fora viveu o sequestro mais longo de sua história no ano de 1990
O episódio que se tornou conhecido como "O sequestro da Rua das Margaridas" atemorizou a cidade e ganhou projeção nacional através da imprensa, que acompanhou por 12 dias as negociações da polícia no Bairro Aeroporto
Em agosto de 1990, durante uma rebelião na Penitenciária de Contagem, um grupo de cinco presos, liderados por Wellington da Silva, o Leitão, fez três oficiais da Polícia Militar de reféns e conseguiu fugir num carro forte para Juiz de Fora
No dia 25 de agosto, o sequestro parou a cidade
Os cinco sequestradores, fortemente armados, mataram um dos reféns dentro do carro forte e abandonaram o veículo, tomando uma família de Juiz de Fora como refém. O grupo fugiu para uma casa da Rua das Margaridas
Na casa, os reféns foram sendo libertados, restando, até o final das negociações, o Coronel Edgar, da PM
Os cinco sequestradores acabaram se rendendo e foram transferidos para presídios do Estado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
199
Residência da Família Assis era de propriedade do Doutor Francisco de Assis e sua esposa Dona Marília. 
Depois Loja de Decoração Atel, (Demolida).
No local amplo pátio para estacionamento de veículos.
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto.
Década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
198
Avenida Barão do Rio Branco 
Bonde Passando em frente o Colégio Stella Matutina.
Era o Bonde da Alegria, Um Transporte Altaneiro a São Mateus conduzia passageiros o dia inteiro.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
197
Avenida Barão do Rio Branco - 2960
Residência do Doutor João José Vieira em 1929.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
196
Competição ou Prova de Ciclismo 
Avenida Barão do Rio Branco
Próximo ao Parque Halfeld
Pista do lado do Parque
Em destaque um pouco ao fundo as Lojas Arapuã
Provavelmente meados da década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
195
Avenida Barão do Rio Branco
Inauguração do SAMDU
Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência
Hospital de urgências e o posto Rio Branco ficava próximo a Santa Casa.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
194
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918.
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
193
Casarão da Maçonaria
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto, (no fundo aparece o Edifício Primus),(o primeiro "arranha céu" de Juiz de Fora).
Rogério De Campos Teixeira comentou: Pedro Nava em seu "Baú de ossos" conta que os católicos saiam da calçada quando tinham que passar em frente à Maçonaria.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
192
Cartão Postal 
Vista Parcial
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver em destaque o Rocha Hotel
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis 
191
Residência na Avenida Barão do Rio Branco a direita de quem vai para o Alto dos Passos na altura da Rua Sampaio, (Demolida).
João Carlos Da Silva Comentou: Acho que era essa que tinha um letreiro no portão grande.
Estamparia não lembro o nome e o dono era o pai do Fernando Fagundes Neto se não me engano, lembro de minha mãe dizer que era estilo italiano isso na década de 1940.
Marco Fagundes Comentou: Essa casa era do meu avô José Fagundes Netto, ela ficava justamente onde é a entrada da Avenida Itamar Franco com a Rio Branco.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
190
Avenida Barão do Rio Branco em 1963
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
189
Cartão Postal 
Avenida Barão do Rio Branco 
Podemos ver a casa do Bispo, Catedral Metropolitana dentre outros.
Décadas prováveis 1920/1930.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
188
Mechanica Mineira
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Mechanica Mineira foi uma das mais importantes. Fundada pelo engenheiro Belizário Penna em 1889, a construção possuía maquinários para carpintaria, modelagem, fundição de ferro e bronze além de ferraria para montagem de máquinas e veículos de transporte. Em 1901, a firma possuía um potente motor elétrico construído no próprio local. Eclética, com elementos característicos da arquitetura industrial da cidade, a edificação chegou a ser adquirida tempos depois pela Companhia Industrial e pela Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli. No local funcionaria a oficina mecânica, ferraria e fundição da fábrica. No entanto, logo depois, a edificação foi novamente vendida. Ao longo da história, a construção também serviu de sede para os artistas do Núcleo Antônio Parreiras. O edifício foi demolido para a construção do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, inaugurado em maio de 1964.
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
187
Avenida Barão do Rio Branco
Crianças jogando Bolas de Gudes em pleno canteiro Central da Avenida.
Bons e Maravilhosos Tempo.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
186
Avenida Barão do Rio Branco 
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
185
Rua Direita - 151
Atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld e que posteriormente veio a ser a prefeitura de Juiz de Fora
Historia:
O Prédio na esquina das ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld ), foi adquirido pela administração publica de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao Paço Municipal
Projetado pelo Arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco foi concluído em 1918
O Edifício tomou o formato que e conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada
Uma ultima ampliação ocorreu em 1944 na parte interna , e o prédio enfim foi finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo Município em 19 de Janeiro de 1983 e deixou de abrigar a sede da Prefeitura
Provavelmente século XIX
Fonte Fotografia no Museu Mariano Procópio
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini
184
O prédio situado na esquina das ruas Direita e da Califórnia (Respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco e Rua Halfeld), foi adquirido pela administração pública de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a câmara municipal e a cadeia local. 
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao paço municipal.
Projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Rio Branco, foi concluído em 1918. 
O edifício tomou o formato como é conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada.
Uma última ampliação ocorreu em 1944 na parte interna, e o prédio foi enfim finalizado conforme o projeto de Arcuri.
O Paço Municipal foi tombado pelo município em 19 de janeiro de 1983.
Deixou de abrigar a prefeitura em 1997, que passou para um nova sede construída na Avenida Brasil. 
Desde então, o Paço têm sido utilizado por diversos órgãos públicos, como a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), o serviço de atendimento da prefeitura JF Informação e a sala de projeção de filmes Anfiteatro João Carriço.
Data provável 1917
Texto Fonte: wikipedia.org
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa 
183
Avenida Barão do Rio Branco, sem o Mergulhão
Podemos ver a esquerda o Sport Club Juiz de Fora e a Frente o Senai
Do lado direito esta magnifica Praça, onde atualmente se encontra o Mergulhão.
Provavelmente final da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
182
Próximo a Avenida Independência na atual Avenida Itamar Franco, Quase Esquina com Avenida Barão do Rio Branco era usada para monitorar o fluxo de Veículos.
Ao Fundo podemos ver o Colégio Estela Matutina.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
181
Era localizado atrás do prédio da Oi na Avenida Barão do Rio Branco.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
180
Avenida Barão do Rio Branco Esquina com Rua Halfeld
Antiga Sede da Prefeitura Municipal 
Data provável década de 1930
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
179
Caminhão do Transportes Canário, Saindo da Avenida Presidente Getúlio Vargas em direção a Avenida Barão do  Rio Branco ao fundo podemos ver a antiga Rodoviária Régis Bittencourt e a construção do prédio, onde esta as Instalações da Cesama.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
178
Avenida Barão do Rio Branco - 3408 
Bom Pastor
Oficialmente parte da denominação do atual Hospital Municipal e Pronto Socorro, teve sua história marcada por seu funcionamento na Avenida Rio Branco, nº 3408, onde hoje se localiza o Hospital Municipal. O nome "Cotrel" foi incorporado à nomenclatura oficial por sua forte associação com a memória popular da cidade, que se referia à antiga unidade hospitalar pela sigla durante décadas. 
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
177
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Marcelo Pascoalini comentou: Esta foto e muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
176
Ao Fundo o Edifício Clube Juiz de Fora que foi consumido por incêndio no carnaval de 1950, e no mesmo ano começou a construção do atual Edifício Clube Juiz de Fora.
Tropas Militares em desfile em comemoração ao primeiro Centenário da Independência,1822/1922
Fotografia de 1922  
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Valéria Faria 
175
Essa Rua abaixo com a Carruagem é Avenida Barão do Rio Branco em 1885
Vejam de outro ângulo a Mecânica Mineira onde atualmente esta o Prédio da CESAMA e aquela construção na esquina com os dois arcos é nas proximidades da Rua São Sebastião 
Marcelo Pascoalini comentou: aquela casa que se destaca a direita, bem ao fundo, é a casa em que morava a avó de Pedro Nava
Maria Luiza foi a terceira esposa de Halfeld e faleceu em 1918.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini 
174
Fotografia Histórica
Construção da Avenida Barão do Rio Branco em 1905
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e autoria: Domingos Giroletti
173
Essa Rua abaixo com a Carruagem é Avenida Barão do Rio Branco em 1885
Largo do Riachuelo
Vejam de outro ângulo a Mecânica Mineira onde atualmente está o Prédio da CESAMA e aquela construção na esquina com os dois arcos é nas proximidades da Rua São Sebastião.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini 
172
Rua Espírito Santo esquina com a Avenida Barão do Rio Branco em 1925.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão
171
Avenida Barão do Rio Branco em 1907
Colégio Mineiro, demolido para a construção do Fórum Benjamin Colucci
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão  
170
Avenida Barão do Rio Branco
Administração Municipal, Prefeito Itamar Franco 
Derrubada do terminal central dos Bondes próximo do Parque Halfeld
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração pública cometeu, com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S.
Final da década de 1960  
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
169
Residência da Família Assis era de propriedade do Doutor Francisco de Assis e sua esposa Dona Marília depois Loja de Decoração Atel,(Demolida).
No local amplo pátio para estacionamento de veículos
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Década de 1980
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Dos Reis Oliveira 
168
Cartão Postal 
Esquina com a Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
Final da década de 1920
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
167
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio Stella Matutina em 1940, (Demolido).
Data do final do século XIX a criação de escolas secundárias e, posteriormente, de escolas superiores, destinadas a formação de mão de obra.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
166
Casarão
Avenida Barão do Rio Branco próximo ao H.P.S
Neste local funcionou o Sindicato dos Trabalhadores na U.F.J.F,(SINTUFJUF).
Ainda resiste e não foi demolido.
Provavelmente década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
165
Residência que existiu na Avenida Barão do Rio Branco esquina da Rua José Cesário.
Virou um estabelecimento de Hortifrúti
Atualmente não sei informar o que esta no Local.
Provavelmente inicio da década de 1960.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
164
Avenida Barão do Rio Branco - 3596, esquina com a Rua Doutor José Cesário
Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo, (EEHB), foi a terceira escola criada em Minas Gerais, fundada pelo interventor Doutor João Tavares Corrêa Beraldo em 1946, e recebeu esse nome em homenagem a sua esposa.
Atualmente no Local o Edifício Residencial e Comercial La Defense.
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
163
Avenida Barão do Rio Branco
Um carro de Praça de Juiz de Fora, (tinham placas começando por 61 ou 63),
Os particulares 62, 64 ou 66.
Fernando Lobo comentou: Esse carro era de um motorista de apelido, Meu chefe. 
Um negro sempre de óculos escuros e muito bem vestido.
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
162
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Santa Rita
Leiliane Guedim comentou: Loja do meu avô, José Guedim  
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
161
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto (no fundo aparece o Edifício Primus, (o primeiro "arranha céu" de Juiz de Fora).
Rogério De Campos Teixeira comentou: Pedro Nava em seu "Baú de ossos" conta que os católicos saiam da calçada quando tinham que passar em frente à Maçonaria.
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
160
Avenida Barão do Rio Branco, sem o Mergulhão
Podemos ver a esquerda o Sport Club Juiz de Fora e a Frente o Senai.
Do lado direito este magnifico Jardim onde atualmente se encontra o Mergulhão
Provavelmente final da década de 1950.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
159
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Marcelo Pascoalini comentou: Esta foto e muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
158
Construção da Avenida Barão do Rio Branco em 1905
Em 1836 o engenheiro alemão Henrique Halfeld construiu a Estrada do Paraibuna como parte de um projeto para criar uma via alternativa ao Caminho Novo e ligar Vila Rica (atual Ouro Preto) ao Rio de Janeiro. 
A estrada acabou por desempenhar um papel importante no desenvolvimento local, desviando o núcleo original do povoamento (que surgira em torno da velha fazenda do juiz de fora) e tornando-se o centro do poder político e administrativo do nascente município.
A Estrada do Paraibuna foi o eixo que orientou o desenvolvimento de Juiz de Fora. Num traçado transversal e paralelo à estrada projetada por Halfeld, foram abertas as primeiras ruas do povoado, em terras que pertenceram ao tenente Antônio Dias Tostes e que hoje compreendem a região central da cidade.
Por determinação da Lei Provincial de 31 de maio de 1850, é criado o município de Santo Antônio do Paraibuna. A câmara municipal é instalada em 1853 numa construção adquirida de Halfeld, próximo ao largo onde seria construído pouco depois o Jardim Municipal (atual Parque Halfeld).
A vila é elevada à categoria de cidade em 1856, enquanto prossegue o desenvolvimento urbano em torno do centro do poder. Em 1860, com a Estrada do Paraibuna já renomeada para Rua Direita, a câmara encomenda um plano para “desenhar a cidade tal qual ela se acha edificada” e “traçar o plano da mesma tal qual deve ser para o futuro edificada”, incluindo o projeto de que “as ruas perpendiculares à rua Direita fossem abertas até a serra adjacente à cidade” (no caso o Morro do Imperador).
Texto Fonte: https://rodovias.org/avenida-rio-branco-juiz-de-fora/https://rodovias.org/avenida-rio-branco-juiz-de-fora/
Foto extraída do Livro Industrialização de Juiz de Fora 1850/1930.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Autor: Domingos Giroletti
157
Cartão Postal 
Avenida Barão do Rio Branco 
Podemos ver a casa do Bispo, Catedral Metropolitana dentre outros.
Décadas prováveis 1920/1930.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
156
Residência de Pedro Nava
Avenida Barão do Rio Branco - 179 em 1911
Esta é a casa onde Pedro Nava morou na Rua Direita No livro" Baú de Ossos", Nava se refere à casa de sua avó Maria Luisa (Casada com Halfeld - Terceira esposa) como um sobrado na Rua Direita - 179 onde morou
Sua avó era proprietária de outras casas na Rua Direita que davam fundo para a atual Rua Santo Antônio A casa 179 pelo que se entende no livro do autor ficaria próxima do Largo Riachuelo e da Mecânica Mineira e a antiga Rodoviária Régis Bittencourt atualmente Cesama.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
155
Paço Municipal 
Prefeitura de Juiz de Fora 
Avenida Barão do Rio Branco
Parque Halfeld
Placar Eleitoral instalado no Parque Halfeld
As eleições em Juiz de Fora em outubro de 1958
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
154
Mergulhão de Juiz de Fora, em junho de 1982
Construído durante a gestão do prefeito Francisco Antônio de Mello Reis (1977-1983), quando a transposição da linha férrea sobre a Avenida Barão do Rio Branco propiciou a edificação do citado mergulhão.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Foto extraída do Jornal Diário Mercantil, 02 de Junho de 1982, página 01, edição de número 21027
153
Avenida Barão do Rio Branco
Bonde no abrigo para Bondes
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Josete Masini Sampaio 
152
Ônibus da linha do Bairro Jardim Gloria
Avenida Barão do Rio Branco.
José Eduardo Araújo comentou: prédio do Fórum,Ritz Plaza Hotel, Primus e em construção o prédio Fidelidade Mineira
Provavelmente inicio da década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
151
Acidente
Avenida Barão do Rio Branco, Próximo ao Cenáculo.
Adão Lucio Souza comentou: Na fotografia um ônibus carroceria Metropolitana e um famoso DKW mais conhecido como Vemaguete, e também um Bonde com passageiros.
Belo registro.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
150
Avenida Barão do Rio Branco com com Rua Oscar Vidal.
Sonia Lima Castro comentou: Casa dos Burnier e do outro lado a casa do Doutor Cortes Villela.
Final da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
149
Avenida Barão do Rio Branco
Desfile em 07 de setembro de 1971
"Tornara tradição nas Paradas de 7 de Setembro, a revoada dos aviões do Aeroclube de Juiz de Fora, quando se permitia extraoficialmente um voo mais baixo
Numa delas, o general que comandava a quarta Região Militar pediu ao presidente do Aeroclube para que os aviões fizessem bastante barulho sobre a Avenida Rio Branco
Ordem pedida, ordem dada
Que fazem os colegas Newton Loreto e João Francisco Valle? Pilotando dois PT-19, os jovens penetram na avenida em voo rasante, mais baixo do que vários andares de edifícios, com as máquinas a pleno, causando enorme sensação aos que assistiam à Parada Militar e Estudantil. Muita gente abaixou a cabeça, com medo de ser atingida pelos aviões. (...) A proeza dos rapazes ficou na história e mereceu severa punição imposta pelo A.C.F.J e pelo Ministério da Aeronáutica, que tomara conhecimento da 'indisciplina' por denúncias comprovadas por fotos, inclusive mostradas na imprensa
Daí em diante, o Aeroclube se absteve em participar dos desfiles seguintes, o que foi vivamente sentido pela população da cidade, tão acostumada ao sobrevoo dos nossos aviões na Avenida Rio Branco em dia de festa cívica."
Trecho tirado do livro "Os Meus 40 Anos de Aviação", do jornalista e piloto Adail de Oliveira.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Roberto Dornellas
148
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
147
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
146
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
145
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
144
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
143
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
142
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
141
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
140
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
139
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
138
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
137
Revista da Rede Ferroviária Federal S/A
Superintendência Regional _ SR~3
Obras do Mergulhão entre outros 
Verbas para a Construção do Governo Federal 
Teve Inicio em 22 de Abril de 1980
Inauguração em 1982
Acervo: Rômulo Marcos dos Santos  
136
Cartão Postal 
Avenida Barão do Rio Branco, "Rua Direita" a principal Avenida da cidade. 
A vista é o sul, em direção a Passos, a Pista era única, com "afluência" a cada poucos quarteirões onde os Bondes vão em direções opostas poderiam passar.
Juiz de Fora foi a primeira cidade de Minas Gerais a ter Bondes.
Podemos ver a direita a Catedral Metropolitana e ao fundo onde se vê algumas palmeiras era palácio Episcopal, "Atual Empório Bahamas".
Data provável 1920 ou 1930.
Colorização não informado
Fotografia extraída de Fotos Antigas 
Texto: Mauricio Lima Corrêa
135
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com Rua Doutor Romualdo.
Provavelmente década de 1960
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
134
Posto São Judas Tadeu.
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com Rua Doutor Romualdo.
Provavelmente década de 1960
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
133
Avenida Barão do Rio Branco
Parte da Antiga Rua Direita 
Data e Colorização não informado
Acervo Mauricio Lima Corrêa
132
Avenida Barão do Rio Branco
Rua Direita em 1889
Podemos ver o antigo colégio dos jesuítas e a casa da direita é o do colégio Vianna júnior. 
A Fotografia está na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Antônio Carlos.
A esquerda podemos observar a Catedral Metropolitana
Colorização não informado 
Acervo Edson Luiz Ribeiro
131
Avenida Barão do Rio Branco 
Podemos ver ao Fundo o Cine Veneza
Bloco do Saco do JK/Bairro de Lourdes em 1980
Jorge Luiz de Freitas comentou: Eu na Avenida com 36 anos. 
"Anos Dourados dos grandes carnavais de Juiz de Fora". 
Acervo Jorge Luiz de Freitas
130
Vista Parcial 
Construção do Prédio onde hoje esta as instalações do CESAMA 
Avenida Barão do Rio Branco, esquina com a Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Década de 1960
Colorizada por Helvecio Sant'Anna Neto
Acervo Mauricio Lima Corrêa
129
Vista Panorâmica 
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
128
Vista Panorâmica 
Bairro Manoel Honório
Garganta do Dilermando 
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
127
Mergulhão
Podemos ver as Arquibancadas do Estádio Doutor José Procópio Teixeira ou Estádio Sport Clube Juiz de Fora
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa 
126
Parque Halfeld
Foto tirada da Rua Marechal Deodoro com a Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970 ou inicio de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa
125
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970 ou inicio de 1980
Acervo Mauricio Lima Corrêa
124
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver a Antiga Rodoviária Régis Bittencourt 
Fotografia da década de 1970
Fotografia Colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Mauricio Lima Corrêa
123
Avenida Barão do Rio Branco 
Mergulhão sob os trilhos da MRS Logística
Á esquerda o Estádio Doutor José Procópio Teixeira ou Estádio do Sport Juiz de Fora.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
122
Avenida Barão do Rio Branco
Crianças jogando Bolas de Gude em pleno canteiro Central da Avenida
Provavelmente década de 1970
Colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
121
Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco onde podemos ver o Rocha Hotel e os carros de praça atuais TAXI
Década de 1960
Colorizada por Adriano José
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
120
Desfile Cívico e Militar
Avenida Barão do Rio Branco em  07 de Setembro de 1973
Guilherme Motinha comentou: Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) do 10º Batalhão de Infantaria (10º BI).
Em destaque, o então 2º Tenente Mauro Ferreira Nunes (meu pai).
Acervo Guilherme Motinha, (Ex - Comandante do 10º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha).
119
Avenida Barão do Rio Branco
Desfile de 07 de Setembro
NPOR Turma de 1977 do 10° Batalhão de Infantaria Leve de Montanha
Acervo José Claudio Lawall Lawall  
118
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco
Fanfarra Machadense desfilando para o 07 de Setembro, com Dede da Matta no tarol
Década de 1970
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
117
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco 
Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro
Década de 1980
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
116
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco 
Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro
Década de 1980
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
115
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco 
Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro de 1985
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
114
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco 
Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro
Década de 1980
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
113
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco 
Professor Fernando de Paiva Mattos ao lado de Alunas integrantes da Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro
Década de 1980
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
112
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco 
Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro
Década de 1980
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
111
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco
Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro
Década de 1980
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
110
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco
Fanfarra Machadense em desfile de 07 de Setembro de 1977
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
109
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco
Desfile de 07 de Setembro do Colégio Machado Sobrinho
Década de 1980
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
108
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco
Desfile de 07 de Setembro do Colégio Machado Sobrinho
Década de 1970
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
107
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Avenida Barão do Rio Branco
Aluna Lucimar Machado Gonçalves Noronha, Bisneta de Machado Sobrinho desfilando em comemoração a 07 de Setembro
Década de 1970
Coordenador Helio Noronha Filho
Acervo Memorial Machadense  
106
Cine Excelsior
Em Cartaz o Filme a Fuga em Setembro de 1994
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Lia Rezende Oliveira 
105
Viação São Cristóvão já com a nova pintura
Avenida Barão do Rio Branco em Março de 1982
Acervo Adao Lucio Souza
104
Avenida Barão do Rio Branco em Março de 1982
Acervo Adao Lucio Souza 
 103
Avenida Barão do Rio Branco em Março de 1982
Acervo Adao Lucio Souza
102
Ônibus da linha Bairro São Pedro cortando a Avenida Barão do Rio Branco , sentido morro da gloria ,nessa época a Avenida dos Andradas era mão dupla em Fevereiro de 1981
Acervo Adao Lucio Souza
101
Avenida Barão do Rio Branco lado oposto do Largo do Riachuelo e Palácio da saúde em Fevereiro de 1981
Acervo Adao Lucio Souza
 100
Ônibus da TUSMIL
Avenida Barão do Rio Branco em frente a agencia da caixa econômica federal, do lado do edifico solar Rio Branco em Junho de 1982
Acervo Adao Lucio Souza
 99
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver ginásio sport ao fundo em Dezembro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza
98
Avenida Barão do Rio Branco nas proximidades da Santa Casa de Misericórdia em Outubro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza
 97
Avenida Barão do Rio Branco nas proximidades da Santa Casa de Misericórdia em Outubro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza
96
Viação Transbon
Avenida Barão do Rio Branco em Dezembro de 1980
Podemos ver ao Fundo as Arquibancadas do Ginásio do Sport Club
Acervo Adao Lucio Souza
95
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver a Capela do Colégio Stella Matutina e a construção do Stella Central em Novembro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza
94
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Sampaio
Quase em frente a casa do bispo atual loja do Bahamas em Dezembro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza
93
Ônibus da Viação Alvorada
Avenida Barão do Rio Branco nas proximidades da Santa Casa de Misericórdia em Outubro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza 
92
Ônibus da Viação Alvorada
Avenida Barão do Rio Branco nas proximidades da Santa Casa de Misericórdia em Outubro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza
91
Ônibus da Viação Alvorada
Avenida Barão do Rio Branco nas proximidades da Santa Casa de Misericórdia em Outubro de 1980
Acervo Adao Lucio Souza
90
Circulo Militar
Avenida Barão do Rio Branco - 3146
Sua história tem início em quatro de fevereiro de 1934, um domingo, quando o Circulo Militar foi fundado com a manifesta declaração de difundir o espírito da classe militar através de “sadias e nobres relações de amizades entre famílias, como o mais nobre objetivo da instituição”. Já em relação à cidade de Juiz de Fora foi estabelecido como objetivo “aproxima-la da classe militar, para que melhor se conheçam, nobremente compreendam-se e juntas cooperem no engrandecimento da comunidade e em prol da paz e da harmonia da família brasileira”.
Eis pois os princípios que nortearam a fundação do Círculo Militar de Juiz de Fora, uma associação que tem a primazia de ser o primeiro Circulo Militar fundado em todo o Brasil.  Seu primeiro presidente foi o coronel RICARDO DA VEIGA ABREU, que era o chefe do Estado-Maior da 4ª Região Militar que aqui fora instalada em 1919.
Tão logo foi fundada, a nova agremiação passou a funcionar em sede alugada no segundo andar do edifício São Sebastião na praça do cine-teatro Central, palco de festas carnavalescas inesquecíveis e que viria definir a personalidade festiva do novo clube
Esta localização perdurou até 17 de janeiro de 1936, quando o clube alugou os salões existentes no segundo e terceiro andares do numero 77 da galeria Pio X, também no centro da cidade.
Em 17 de junho de 1942, fruto de uma concessão do então Governador de Minas Gerais – BENEDITO VALADARES RIBEIRO  - o Círculo Militar passou a ocupar as instalações da avenida Rio Branco, 2585, local onde já funcionava a Casa D´Italia. Tem inicio o período de afirmação do Circulo Militar como grande sociedade recreativa no seio da comunidade de Juiz de Fora, promovendo a vinda à cidade de grandes artistas, as festas de debutantes, apresentações teatrais e os programas raiofônicos.
Em 22 de agosto de 1957, enfim, chega a estabilidade da sede própria. É adquirido pelo Ministério da Guerra o imóvel localizado à avenida Rio Branco, 3146, local onde se encontra até hoje a sede social do clube, prédio que foi construído por João Gualberto de Carvalho e sua esposa Dona Anália Campos de Carvalho, antigos proprietários da histórica fazenda do Salvaterra.
Fonte http://circulomilitarjf.com.br/index.php/institucional/historico
89
Avenida Barão do Rio Branco
Destaque para as Residências e acima a Matriz de Santo Antonio em 1930
Foto extraída do Livro Mistério da fé
Autoria Paulo Sergio Quiossa
Acervo Humberto Ferreira 
88
Avenida Barão do Rio Branco em Março de 1964
Acervo Mauricio Lima Correa 
87
Avenida Barão do Rio Branco
Prefeitura Municipal
Ainda sem o abrigo de Bondes
Década de 1950
Acervo João Portugal 
86
Avenida Barão do Rio Branco
Vê-se ao fundo a Mina de Caolim
Arvores dos dois lados e apenas um edifício
creio que seja a Santa Casa
Década de 1950
Acervo João Portugal 
85
Parte da Rua Direita atual Avenida Barão do Rio Branco
Data não informada
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
84
Mechanica Mineira era localizada na Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Em 1861, o ex-colono e metalúrgico Pedro Shubert foi o primeiro a fundir ferro-guza em um forno Catalão, na cidade de Juiz de Fora
Data não informada
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
83
Parte da Rua Direita atual Avenida Barão do Rio Branco ela foi projetada em 1836 como alternativa ao Caminho Novo, sendo denominada Estrada do Paraibuna
Data não informada
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo  
82
Graças à fotografia, podemos com certeza, contrariar os versos do competente cantor e compositor Cazuza, que dizia: ' O TEMPO NÃO PARA''. Para sim. Para quando alguém se dispõe a apertar o obturador de uma câmera fotográfica qualquer. Ontem, em visita ao primo Nilson do Bairro Santa Cecília, pude conferir sua coleção de postais antigos de Juiz de Fora. Aí resolvi scanear alguns deles e retirar detalhes para trazer para os queridos leitores aqui do blog, para que a gente possa ver um pouquinho da nossa JF do passado... Confiram! Já nesta primeira foto, vemos uma Rural Willys que seguia no sentido Manoel Honório e um outro carro passando em frente à antiga prefeitura municipal. Podemos ver também o abrigo de bondes, que ficava quase na esquina de Rio Branco com Halfeld, bem em frente à Loja Barateza, que era de propriedade do senhor Clivane Braga
Fonte radialistaleodeoliveira 
81
Parque Halfeld
Pessoas caminhando em frente ao Parque Halfeld e ao fundo a prefeitura antiga
Atrás dela, a estrutura de cimento que daria forma um dia ao Edifício Solar do Progresso.
Registro valioso da transformação do centro da cidade.
Daí por diante, muitos outros prédios seriam construídos no centro de Juiz de Fora
Fonte radialistaleodeoliveira 
80
E os estacionamentos públicos transversais da Avenida Barão do Rio Branco.
Era assim que os carros estacionavam, ali nas proximidades da prefeitura, bem em frente ao Colégio Santos Anjos, que ficava ao lado da prefeitura.
Naqueles anos 50 e 60, a nossa maior avenida, era ampla e o número de veículos na cidade, bastante reduzidos.
Então era possível ter um trânsito humanizado e até romântico.
Fonte radialistaleodeoliveira  
79
Desfile em comemoração ao 113º aniversário de Juiz de Fora
Avenida Barão do Rio Branco em 31 de Maio de 1963
Capa da Revista "O Lince" de junho de 1963
Acervo Marcelo José Lemos
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo  
78
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo  
77
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo  
 76
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo  
75
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo  
74
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo  
 73
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo  
72
Do Guia Hotel de Juiz de Fora de 1939
Posto Texaco Henrique Carrato
Avenida Barão do Rio Branco, ao lado do Parque Halfeld 
 71
Chuva de Granizo
Esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Avenida Independência Atual Avenida Presidente Itamar Franco em 05 de Setembro de 1985
Acervo Marcelo Visentin  
 70
SOLAR DOS BURNIER em Março de 1968
Avenida Barão do Rio Branco - 2644 com Rua Oscar Vidal
Acervo Humberto Ferreira 
69
Avenida Barão do Rio Branco entre as Ruas Sampaio e Doutor Antonio Carlos em 1995
Passagem de Ônibus (Pista do meio)
Fonte http://slideplayer.com.br/slide/1568717/ 
68
Antiga capela do Colégio Stella Matutina
( atual Golden Center ) Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Avenida Presidente Itamar Franco
( Independência ) em 1980
Fonte http://slideplayer.com.br/slide/1568717/  
67
Rodoviária Régis Bittencourt em 1980
Avenida Presidente Getúlio Vargas esquina com a Avenida Barão do Rio Branco atualmente prédio da Cesama
Fonte http://slideplayer.com.br/slide/1568717/ 
66
Prédio da Antiga sede da Prefeitura Municipal
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld
inicio do século XX  
 65
Bonde Infantil
Gustavo Mansur Moreira comentou: Avenida Barão do Rio Branco em Abril de 1964
Acervo Rogério Gomes 
64
Avenida Barão do Rio Branco
Podemos ver na Foto o Parque Halfeld imponente em 1920
Como também a sede do Prédio da antiga Prefeitura com a beleza dos Bondes na Avenida Barão do Rio Branco 
63
Avenida Barão do Rio Branco
Data não informada
Corrida em Juiz de Fora
Acervo Ramon Brandão
62
Avenida Barão do Rio Branco.
Podemos fazer comparações como era em 1946 e como era em 2011
Acervo Marcelo Natália Oliveira 
61
Avenida Barão do Rio Branco em 2011
Acervo Marcelo Natália Oliveira 
 60
Avenida Barão do Rio Branco
Vista da Santa Casa em 1950
Acervo Eduardo Tipotti 
59
CASA SUCENA
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld  
 58
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Floriano Peixoto
Data na própria Fotografia 
Acervo Ramon Brandão 
57
Avenida Barão do Rio Branco
Calendário de 1977
Acervo Ramon Brandão 
56
Avenida Brasil com a Avenida Barão do Rio Branco em 2004
Acervo Marcelo Lemos 
 55
Bairro Mariano Procópio
Avenida Barão do  Rio Branco
Data provável de 1975 à 1980  
54
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld em 1988
Acervo Marcelo José Lemos  
53
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld em 1988
Acervo Marcelo José Lemos 
52
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Delfim Moreira em 1985
Acervo Ramon Brandão   
51
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Delfim Moreira em 1985
Acervo Ramon Brandão  
50
B.C.G e ABREUGRAFIAS
Avenida Barão do  Rio Branco com Barão de Cataguases em 1986
Acervo Ramon Brandão   
 49
B.C.G e ABREUGRAFIAS
Avenida Barão do  Rio Branco com Barão de Cataguases em 1986
Acervo Ramon Brandão  
48
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1960
Acervo Humberto Ferreira 
47
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970
Acervo Márcio Ney
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
46
Mergulhão
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1980
Acervo Ramon Brandão 
45
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Oscar Vidal
Casarão da Família Burnier
Acervo Humberto Ferreira 
44
Avenida Barão do Rio Branco - 2444 em 06 de Novembro de 1980
O prédio à direita é a Prefeitura
Acervo João Batista de Araujo 
 43
Catedral Metropolitana
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970
Acervo Roberto Dornelas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo 
 42
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
41
Avenida Barão do Rio Branco em 1971
A Avenida já não tinha os trilhos dos Bondes, que pararam de circular em 11 de Abril de 1969
Acervo Roberto Dornellas  
40
Avenida Barão do Rio Branco em 1971
A Avenida já não tinha os trilhos dos Bondes, que pararam de circular em 11 de Abril de 1969
Acervo Roberto Dornellas  
39
Avenida Barão do Rio Branco em 1971
A Avenida já não tinha os trilhos dos Bondes, que pararam de circular em 11 de Abril de 1969
Acervo Roberto Dornellas 
 38
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Sírio e Libanês
Acervo Ramon Brandão  
 37
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Sírio e Libanês
Acervo Ramon Brandão 
36
Avenida Barão do Rio Branco
Garganta do Dilermando em Junho de 1980
Acervo Cássio Geovane Moreno   
35
Avenida Barão do Rio Branco
Garganta do Dilermando em Junho de 1980
Acervo Cássio Geovane Moreno  
 34
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Oswaldo Aranha em 1985
Acervo Ramon Brandão
33
Rua Marechal Deodoro com a Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida em 1986
Acervo Ramon Brandão
32
Rua Marechal Deodoro com a Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida em 1986
Acervo Ramon Brandão
31
Bairro Bom Pastor
Auto Escola ANDRADE
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970 ou princípio de 1980
Acervo Emanuel Silva ou Teixeira Neto
30
Rua Marechal Deodoro esquina com Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970 ou princípio da década de 1980
Acervo Emanuel Silva ou Teixeira Neto
29
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco sentido Bairro Bom Pastor
Década de 1980
Acervo Xixa M. Carelli
 28
Avenida. Barão do Rio Branco - 1883
Ao lado do Cine Excelsior em 28 de julho de 2003
Acervo João Batista de Araújo 
27
Avenida Barão do Rio Branco
Desfile 7 de Setembro
Colégio Mater Dei
Década de 1970
Acervo Nisio Glanzmann Junior
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo   
26
Avenida Barão do Rio Branco
Final da década de 1970 ou princípio de 1980
Acervo Emanuel Silva ou Teixeira Neto
 25
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Capela do Colégio Stella Matutina que antes de ser demolida
Acervo Ramon Brandão  
24
Capela do Colégio Stella Matutina
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Acervo Ramon Brandão  
 23
Capela do Colégio Stella Matutina
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Acervo Ramon Brandão 
22
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Provavelmente virada do século XIX para XX
A casa a direita, com 3 toldos, é a esquina da Rua Halfeld, onde está o Edifício Clube Juiz de Fora
Acervo Bianca Barreto
21
Cobertura no meio da Avenida Barão  do Rio Branco era originalmente, parada central dos Bondes
Década de 1960
Depois, por algum tempo, foi parada de ônibus, após a extinção dos Bondes
Demolida, creio quando das obras de reforma da via, nas décadas de 1970
Acervo Humberto Ferreira 
20
Avenida Barão do Rio Branco em 1955
A esquerda a construção do Edifício Clube Juiz de Fora
 19
Segunda Rodoviária de Juiz de Fora
Esquina Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas
Foto frontal tirada nas imediações da Rua São Sebastião
Década de 1970
 18
Rodoviária Régis Bittencourt
Avenida Barão do Rio Branco com Presidente Getúlio Vargas
Data provável 1976
17
Avenida Barão do Rio Branco em 1980
Fonte http://slideplayer.com.br/slide/1568717/
16
Parque Halfeld
Construído no século XIX, o antigo Jardim Municipal era local de instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade
Sua primeira reforma foi em 1879 quando foi ajardinado, o espaço foi totalmente reformado em 1906, a obra foi financiada pelo coronel Francisco Mariano Halfeld
É um dos mais importantes símbolos da cidade e abriga ao redor o complexo cultural com o Fórum Benjamin Colluci, a Igreja Metodista, o Paço Municipal, a Igreja São Sebastião e a Câmara Municipal
O Parque Halfeld foi tombado pela Prefeitura em Dezembro de 1989
Está localizado entre as quatro principais ruas da cidade: Rua Halfeld, Marechal Deodoro, Santo Antônio e Avenida Barão do Rio Branco
15
Painel As Quatro Estações
Localizado na fachada do Edifício Clube de Juiz de Fora, na esquina da Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
A autoria é de Cândido Portinari e data de 1956
Acervo Ítalo Sthefan
 14
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970
13
Avenida Barão do Rio Branco
Final da década de 1960
Acervo João Batista de Araújo
 12
Maquinas de Terraplenagem da Siderúrgica Mendes Junior em desfile na Avenida Barão do  Rio Branco
Data provável final da década de 1970
 11
Avenida Barão do Rio Branco entre as Ruas Halfeld e São João  Data Provável década de 1970
Fonte http://slideplayer.com.br/slide/1568717/
10
Avenida Barão do Rio Branco em 1972
09
Avenida Barão do Rio Branco em 1970
A direita da Foto o Parque Halfeld 
08
Avenida Barão do Rio Branco
Noturna
Década de 1970
 07
Avenida Barão do Rio Branco em 1967
 06
Avenida Barão do Rio Branco em 1964
05
Avenida Barão do Rio Branco
Gustavo Mansur Moreira comentou:1975 com certeza, eu li uma reportagem do motorista desse Gurgel com alto falante atrás desse fusca vermelho
04
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1970 
03
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Floriano Peixoto
Década de 1970 ou princípio de 1980
Observem na foto o Mercado Roma (família italiana) e a Rua Floriano Peixoto, com mão e contramão
Acervo Emanuel Silva ou Teixeira Neto
 02
Avenida Barão do  Rio Branco com Rua Silva Jardim
Década de 1970 ou princípio de 1980
Acervo Emanuel Silva ou Teixeira Neto 
01
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Silva Jardim
Final da década de 1970 ou princípio de 1980
podemos se ver o Palácio da Saúde e a direita as casas geminadas onde é hoje o Hotel Real
Acervo Emanuel Silva ou Teixeira Neto

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