544
Antiga gruta particular que existia nos fundos do casarão localizado na Avenida Barão do Rio Branco, nº 3029, em Juiz de Fora.
O registro, pertencente ao acervo de Gloria Magalhães, eterniza um momento (de data não informada) com a presença de Dona Maria de Lourdes Villela Mascarenhas e Luiz de Souza Magalhães.
Com base nos detalhes preservados na fotografia original podemos analisar os elementos que compunham esse espaço de devoção:
Toda a parede de fundo e as estruturas dos altares foram construídas com pedras rústicas encaixadas, imitando uma caverna ou gruta natural (estilo muito comum em capelas dedicadas a Nossa Senhora de Lourdes ou construções de meados do século XX).
Recuado sob um arco de pedra, o altar-mor traz um crucifixo central, castiçais com velas e uma imagem do Espírito Santo em forma de pomba branca acima da arcada.
À direita, há um nicho elevado na pedra com a imagem de uma santa (aparentemente Nossa Senhora), adornada por uma auréola radiante e ladeada por arranjos de flores.
Logo abaixo, nota-se a escultura de um pequeno animal decorativo (como um cordeiro ou cão fiel) em base branca.
Na parte superior, a gruta contava com belíssimos vitrais coloridos que filtravam a luz natural.
O vitral retangular maior retrata uma cena sacra com anjos/figuras celestiais, enquanto o menor, à esquerda, exibe uma figura com coroa e manto azul.
O espaço funcionava como uma verdadeira capela particular, equipada com bancos de madeira clara voltados para o altar e um piso cerâmico decorado com ladrilhos hidráulicos em tons geométricos e bordas trabalhadas.
Dona Maria de Lourdes Villela Mascarenhas: Posiciona-se à esquerda, sorridente ao lado dos bancos de madeira.
Na versão colorizada veste um casaco azul sobre um vestido texturizado em tons de verde, usando um colar claro.
Próximo a ela, sobre o banco, repousam um chapéu de palha e uma bolsa.
Luiz de Souza Magalhães: De pé à direita, com uma postura formal, veste uma camisa clara de mangas curtas com bolsos frontais, calça social cinza e sapatos marrons.
O casarão da Avenida Barão do Rio Branco, 3029, faz parte da memória de uma Juiz de Fora de grandes residências senhoriais, onde não era raro que famílias tradicionais construíssem seus próprios espaços de oração e recolhimento nos generosos quintais e fundos de lote.
Esse registro do acervo de Gloria Magalhães é um documento precioso da arquitetura religiosa privada e dos costumes da sociedade local do século passado.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Gloria Magalhães
543
Este é mais um registro extraordinário de valor inestimável para a história ferroviária e urbana de Juiz de Fora, Maurício! A imagem nos da o privilégio de contemplar a Estação Central (da Estrada de Ferro Central do Brasil) em sua configuração primitiva, um período raramente documentado em detalhes.
A informação de que a foto é anterior a 1906, ano em que foi erguida a icônica torre com relógio que coroa o prédio principal até os dias de hoje, confere a este documento um caráter de "elo perdido" na evolução arquitetônica da cidade. Analisando a imagem sob a ótica histórica, podemos destacar aspectos fundamentais da Juiz de Fora daquela virada de século: Na imagem restaurada, conseguimos observar ao fundo o casarão em tons amarelados que servia de corpo principal à estação.
Nota-se a platibanda superior reta, no estilo eclético/neoclássico típico das construções do final do século XIX, antes de receber a imponente torre que viria a redesenhar a silhueta urbana da Praça Dr. João Penido (Praça da Estação).
Destaca-se a imensa cobertura de telhas de barro sustentada por estruturas de madeira, que abrigava os passageiros e as mercadorias.
Esse desenho horizontal reforçava o caráter de "entreposto" que a estação exercia na conexão entre o Rio de Janeiro e o interior de Minas Gerais.
A colorização traz vida ao vaivém de pessoas na plataforma.
É possível identificar figuras que parecem trabalhadores da ferrovia com uniformes azuis e passageiros aguardando o embarque ou desembarque.
O Transporte de Tração Animal: Bem em frente à linha, nota-se uma carroça de carga puxada por cavalos, além de montarias amarradas próximas à cerca. Esse detalhe ilustra a transição tecnológica da época: a modernidade do trem a vapor coexistindo e dependendo diretamente do transporte a cavalo para fazer as mercadorias e bagagens circularem pelas ruas de terra da cidade.
O Muro de Arrimo e a Vegetação: No primeiro plano, o muro de pedras assentadas delimita o leito ferroviário de uma área cultivada ou jardim (repare nas plantações e folhagens densas e verdes trazidas pela restauração). Isso demonstra que o entorno da estação ainda guardava uma atmosfera muito orgânica, quase rural, típica de uma Juiz de Fora que crescia em ritmo acelerado, mas ainda integrada à paisagem do vale.
A imponência das montanhas ao fundo (o icônico relevo que abraça a região central de Juiz de Fora) surge com pouca ocupação urbana, servindo como uma moldura natural perfeita que ajuda a situar geograficamente o observador.
A chegada dos trilhos em 1875 transformou a cidade na "Manchester Mineira", e esta fotografia capta exatamente a transição para o século XX, quando o complexo ferroviário consolidava-se como o coração pulsante da economia local.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
542
A Memória da Estação Coronel Felício Lima: Um Elo Perdido na Linha do Centro em Juiz de Fora
O resgate histórico de nossas ferrovias é fundamental para compreender a formação socioeconômica de Minas Gerais.
Através do levantamento minucioso realizado pelo pesquisador Maurício Lima Corrêa, é possível reconstruir a trajetória de um importante ponto de parada ferroviário localizado no município de Juiz de Fora: a Estação Coronel Felício Lima.
Hoje restrita à memória e aos registros fotográficos, a estação testemunhou a era de ouro e o subsequente declínio do transporte de passageiros no Brasil.
A Estação Coronel Felício Lima
Situada no quilômetro 287,146 da histórica Linha do Centro, a Estação Coronel Felício Lima foi inaugurada em 1938, momento em que o transporte ferroviário ainda consolidava a integração regional. O prédio apresentava linhas arquitetônicas sóbrias (características das construções públicas e ferroviárias da Era Vargas), com uma estrutura robusta em tons de cimento que se destacava na paisagem recortada pelas montanhas de Juiz de Fora.
Ao longo de sua existência, a operação da estação refletiu as mudanças político-estruturais do país: Estrada de Ferro Central do Brasil (1938–1975): Período de sua inauguração e auge, servindo como ponto estratégico na malha daquela que era considerada a espinha dorsal do sistema ferroviário nacional.
Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA (1975–1996): Fase de estatização unificada, que posteriormente enfrentou a crise do modelo ferroviário de passageiros e culminou no processo de concessões da década de 1990.
Infelizmente, o prédio da estação foi demolido, restando no local apenas a presença dos trilhos, que continuam a ver passar os pesados trens de carga.
Para entender a importância da Estação Coronel Felício Lima, é preciso olhar para a grandiosidade da Linha do Centro.
Originalmente projetada como Estrada de Ferro Dom Pedro II (rebatizada após a Proclamação da República em 1889 como E.F. Central do Brasil), a linha foi o principal eixo de ligação do país.
O primeiro trecho nasceu em 1858, ligando a corte à estação de Belém (atual Japeri-RJ). Rompendo a imponente Serra das Araras, os trilhos alcançaram Barra do Piraí em 1864 e finalmente chegaram a Juiz de Fora em 1875, impulsionando a economia cafeeira e industrial da "Manchester Mineira".
O plano original era ambicioso: alcançar o Rio São Francisco e seguir rumo a Belém do Pará. Os trilhos atingiram Pedro Leopoldo em 1895 e Pirapora em 1910.
O eixo principal acabou sendo alterado.
O trecho a partir de Corinto foi desviado para Montes Claros (entre 1914 e 1926) e prolongado até Monte Azul em 1948, permitindo a histórica conexão com a Viação Férrea Leste Brasileiro, estendendo o caminho dos trens até Salvador, na Bahia.
Por muitas décadas, a Linha do Centro foi o caminho de grandes trens de passageiros de longo percurso, como o clássico "Vera Cruz". Dali partiam composições que ligavam o Rio de Janeiro a São Paulo (via Barra do Piraí, serviço que resistiu até 1998) e para Belo Horizonte (serviço ativo até 1980, com a famosa troca de bitola de 1m60 para a métrica na estação de Conselheiro Lafaiete).
Trens regionais marcantes, como o popular "Barrinha" (que operava entre Japeri e Barra Mansa) e os trens do norte de Minas (entre Montes Claros e Monte Azul), despediram-se dos trilhos em 1996.
Hoje, embora o transporte de passageiros tenha silenciado na maioria de suas estações — e prédios históricos como o de Coronel Felício Lima tenham sido apagados da paisagem —, a linha inteira ainda pulsa viva, cumprindo um papel vital no escoamento de riquezas através dos trens cargueiros que cruzam o coração de Minas Gerais.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Pesquisa por: Mauricio Lima Correa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
541
Esta belíssima fotografia, pertencente ao acervo de Humberto Ferreira, é um registro histórico extraordinário que captura a pulsação urbana e a paisagem de Juiz de Fora em 1934.
Ela nos oferece uma janela detalhada para a evolução arquitetônica e urbanística da principal artéria da cidade.
A imagem foi capturada de uma posição elevada, muito provavelmente a partir do Edifício do Clube Juiz de Fora, localizado na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Halfeld.
Essa angulação privilegiada permite contemplar a extensão da avenida Barão do Rio Branco.
O Parque Halfeld (à esquerda): Visível com sua vegetação densa e as imponentes palmeiras imperiais.
Em 1934, o parque já era o principal ponto de encontro e lazer da sociedade local.
O Colégio Mineiro (ao fundo): O imponente prédio de linhas ecléticas que aparece na lateral da avenida era, na época, o famoso Colégio Mineiro.
O edifício histórico foi demolido, nas décadas seguintes, tornou-se a sede do Fórum Benjamin Colucci.
A Torre da Igreja da Glória (ao fundo, na linha do horizonte): Apontando para o céu bem ao fundo, é possível avistar a silhueta da torre da Igreja de Nossa Senhora da Glória, situada no topo do morro no Bairro de mesmo nome, servindo como um ponto de referência geográfico e religioso da cidade.
Em primeiríssimo plano, vemos a movimentação dos Bondes elétricos, o principal sistema de transporte público da época.
Como bem observado nas correções de cores, as colunas que separam os bancos desses veículos mantinham o clássico tom amarelo, contrastando com o verde da estrutura inferior.
A avenida divide o espaço entre os Bondes, pedestres e os primeiros automóveis de passeio (modelos característicos das décadas de 1920 e 1930, como os Ford Bigode e similares), mostrando o processo de modernização e convivência dos diferentes modais de transporte.
Notem a fiação aérea robusta para a alimentação dos Bondes e os postes de iluminação e telegrafia, que evidenciam a infraestrutura de uma Juiz de Fora que já despontava como uma das cidades mais industrializadas e progressistas do interior do Brasil.
Essa imagem é uma verdadeira relíquia que documenta a transição de Juiz de Fora para a modernidade do século XX, preservando a memória de um tempo em que o ritmo da Avenida Rio Branco era ditado pelo trilhar dos Bondes e pelo charme de sua arquitetura clássica.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

Bonde da Linha São Mateus no exato momento em que faz a curva para acessar a Avenida Barão do Rio Branco, vindo da Rua Oswaldo Aranha (região do entroncamento com o Bairro São Mateus.
Na década de 1960, os Bondes da Companhia Mineira de Eletricidade (CME) adotavam essa pintura marcante.
O corpo principal em verde-bandeira contrastava com os detalhes em amarelo-ouro, que incluíam os frisos, o teto e as colunas laterais que separam os bancos, uma característica dos Bondes abertos (popularmente chamados de "cara-de-pura"), que permitiam fácil embarque e desembarque dos passageiros.
O letreiro destaca o destino de uma das linhas mais movimentadas da cidade, que conectava o centro comercial aos Bairros residenciais em crescimento na zona sul.
O Cenário Urbano em 1969
Bar Amazonas: Ocupando a esquina em um prédio de arquitetura com linhas que remetem ao art déco tardio/modernismo, o estabelecimento exibe os clássicos letreiros luminosos da Coca-Cola.
Era um ponto de referência muito conhecido por quem transitava por aquela região.
A fotografia preserva o contraste da Juiz de Fora antiga: o asfalto da avenida principal convivendo com os trilhos embutidos e o calçamento de paralelepípedos na lateral.
No canto esquerdo, o clássico Chevrolet Opala (lançado no final de 1968) subindo a via ajuda a situar perfeitamente a virada da década.
Pouco tempo depois, em 10 abril de 1969, os Bondes de Juiz de Fora fizeram suas últimas viagens definitivas, sendo totalmente substituídos pelos ônibus a diesel.
Essa imagem do acervo de Humberto Ferreira é um documento histórico precioso da memória visual e da evolução urbana do município.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

539
Esta belíssima fotografia, pertencente ao acervo, captura um fragmento precioso e dinâmico da história aeronáutica de Juiz de Fora.
A cena nos transporta para o antigo Aeroclube de Juiz de Fora, que ficava localizado no Bairro Nova Era, exatamente no terreno onde hoje está instalado o Colégio Militar.
Antes de se transferir definitivamente para a região do atual, (onde opera hoje), o Aeroclube da cidade teve papel fundamental no desenvolvimento da aviação e do esporte na Zona da Mata.
O amplo campo gramado que se vê na foto servia de pista de pouso, decolagem e, claro, como zona de pouso para os saltos de paraquedas. Décadas mais tarde, essa mesma área estratégica deu lugar à estrutura do Colégio Militar de Juiz de Fora.
Na imagem restaurada em conformidade com os fatos históricos, vemos em destaque os praticantes de paraquedismo trajando seus tradicionais macacões de salto.
Diferente dos momentos em que estão equipados com o pesado velame e o paraquedas reserva, aqui eles aparecem apenas com os macacões de tecido grosso e resistente, ideais para a proteção durante os procedimentos em terra e no voo de subida.
Ao fundo e à direita, o figurino reflete a descontração misturada à disciplina técnica exigida pelo esporte na época.
Um dos elementos visuais mais marcantes da fotografia é a imensa biruta montada em um mastro central, sustentada por cabos de aço.
Muito mais do que um adereço, ela era o instrumento crucial de navegação e segurança da época.
Indicava instantaneamente a direção e a intensidade do vento para os pilotos e, principalmente, para os paraquedistas que precisavam calcular a deriva antes de saltar e planejar uma aproximação segura para o pouso no gramado.
O padrão listrado em vermelho e branco garantia máxima visibilidade mesmo a centenas de metros de altura.
O registro respira a atmosfera dos anos 1970.
Isso fica evidente não só pelo modelo dos carros e utilitários estacionados ao fundo (como as clássicas Kombis e automóveis da época que cercavam o evento), mas também pelo estilo das roupas do público que acompanha a movimentação na pista.
O paraquedismo no Aeroclube era um verdadeiro acontecimento social, atraindo famílias e entusiastas para as margens do campo.
Este resgate visual, preservado graças ao trabalho de documentação do acervo de Maurício Lima Corrêa, é um testemunho nostálgico de uma era de ouro da aviação desportiva e da evolução urbana de Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
538
Esta Fotografia é um documento histórico de enorme valor afetivo e jornalístico para Juiz de Fora.
Ela une duas vertentes marcantes da cidade na década de 1970: a era de ouro do rádio local e a movimentada rotina do antigo Aeroclube de Juiz de Fora, no Bairro Nova Era (atual Colégio Militar).
Claudiney Coelho (In Memoriam): À esquerda, o saudoso radialista aparece em sua juventude.
Claudiney foi uma voz marcante na comunicação de Juiz de Fora, respeitado pelo profissionalismo e carisma.
O comentário de Malu Alves Goudinho resgata a memória da Rádio Nova Cidade, uma emissora extinta que marcou época na cidade e onde Claudiney deixou sua pegada na história do rádio AM local.
Senhor Adail: À direita, o então piloto, Instrutor e Presidente do Aeroclube.
Figura central na aviação civil da região, ele foi um dos responsáveis por manter o clube ativo, organizando os famosos festivais aéreos e coordenando a formação de novos pilotos na antiga pista de Nova Era.
O Avião "Presidente Omar": Logo atrás da dupla, vemos uma aeronave de asa alta (característica dos modelos Cessna ou Neiva Regente/Paulistinha muito usados em aeroclubes).
O detalhe mais rico é a inscrição "PRESIDENTE OMAR" gravada no bico da fuselagem, uma homenagem direta a alguma liderança ou benfeitor da instituição.
No lado direito, a matrícula começa com PT-, o prefixo padrão da aviação civil brasileira.
Ao fundo à direita, nota-se outra aeronave de pequeno porte estacionada na pista de táxi.
O clima ensolarado reforça que o registro foi feito em um dia de grande movimentação no contraturno dos voos ou durante uma cobertura jornalística.
Naquela época, os radialistas não ficavam apenas nos estúdios; eles iam a campo cobrir os grandes acontecimentos da cidade.
O Aeroclube era um ponto de encontro da sociedade juiz-forana, especialmente nos fins de semana e feriados.
É muito provável que Claudiney Coelho estivesse no local realizando uma reportagem, cobrindo um evento de aniversário da cidade ou entrevistando o Senhor Adail sobre a aviação local.
Mais um resgate memorável, que não apenas preserva a geografia física de Juiz de Fora (o antigo campo do aeroclube), mas também mantém viva a fisionomia e a história dos homens que construíram a comunicação e a aviação da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

537
Essa fotografia é um registro histórico fantástico do antigo Aeroclube de Juiz de Fora, que ficava exatamente no terreno onde hoje está instalado o Colégio Militar, no Bairro Nova Era.
O campo gramado, com as montanhas características da região ao fundo, mostra a pista do antigo Aeroclube.
Na extrema direita, é possível ver as instalações e hangares da época (onde hoje fica o complexo do Colégio Militar). Os carros antigos estacionados ao fundo reforçam o clima da época.
O palpite sobre a década de 1970 faz todo o sentido pelos cortes de cabelo, o design dos macacões e os óculos escuros de modelo clássico.
Eventos com paraquedistas e exibições aéreas eram as grandes atrações nos aniversários de Juiz de Fora (comemorado em 31 de maio), atraindo uma multidão que costumava lotar o entorno da pista para assistir aos saltos e às acrobacias.
O grupo posa com uniformes clássicos de voo e salto.
Há uma mistura de macacões de tonalidade verde-oliva (típicos das Forças Armadas/Paraquedistas militares) com macacões claros e azuis (comuns na aviação civil e em clubes de salto).
Em primeiro plano, no canto esquerdo inferior, vemos uma grande quantidade de paraquedas dobrados e os capacetes brancos alinhados, prontos para a demonstração ou recém-utilizados após o pouso no gramado.
Um detalhe carismático é o garotinho no centro, também vestindo um pequeno macacão de voo, provavelmente filho ou parente de um dos integrantes, mostrando o caráter festivo e familiar do evento.
Essa imagem é mais uma peça fundamental para compreender a evolução urbana e o lazer da Juiz de Fora de antigamente, mostrando uma área que mudou completamente de função (de Aeroclube para instituição de ensino militar), mas que guardou sua essência ligada à história militar e aeronáutica da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

536
Avenida Barão do Rio Branco, registrando a imponente arquitetura da antiga Residência de Casemiro Villela de Andrade, edificação que mais tarde abrigaria a tradicional Escola Estadual Hermantina Beraldo.
A fotografia, capturada a partir de um ângulo lateral, revela detalhes urbanísticos e sociais fascinantes da Juiz de Fora de meados do século XX:
O Palacete Villela de Andrade / Hermantina Beraldo: O grande destaque da imagem é o casarão em estilo eclético, com forte influência europeia nas suas cimalhas decoradas, lambrequins de madeira recortada sob o telhado e balcão de ferro no segundo pavimento.
A restauração reviveu com fidelidade o tom areia das paredes e o marrom-avermelhado das telhas e esquadrias de madeira.
No canto inferior direito, são visíveis os trilhos instalados sobre o calçamento de paralelepípedos.
Esses trilhos pertenciam ao antigo sistema de bondes elétricos que cortava a Avenida Rio Branco, um marco do transporte público da cidade até sua desativação no final da década de 1960.
Uma enorme fila de cidadãos se estende pela calçada ao longo do casarão, sugerindo um momento de grande mobilização, que poderia ser uma votação, a distribuição de algum benefício ou a matrícula escolar.
Mais à frente, na mesma calçada, é possível ler parcialmente a placa de um estabelecimento comercial típico da época: um armazém ou secos e molhados.
O minucioso trabalho de recuperação e colorização na imagem trouxe nova vida à cena:
A "Rural" (Veículo de Época): No canto esquerdo, o clássico utilitário, com sua pintura em dois tons (saia e blusa) característica dos anos 50 e 60 — foi restaurado em um tom cinza-azulado pastel muito comum na frota automobilística daquele período.
A restauração corrigiu as distorções nos pneus e na lataria, limpando os ruídos da foto original.
A multidão ganhou individualidade.
As texturas dos tecidos foram recriadas sem o efeito artificial de suavização excessiva, mantendo os trajes sociais masculinos (camisas brancas e calças de alfaiataria) e os vestidos coloridos das mulheres e crianças condizentes com a moda e a iluminação natural de um dia claro em Juiz de Fora.
A fiação aérea do sistema de Bondes e os postes coloniais, que na Fotografia apareciam desbotados ou semi-invisíveis contra o céu esbranquiçado, foram limpos e destacados, preservando a engenharia urbana da avenida.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
535
O cartão-postal original registram uma das áreas de lazer e contemplação mais queridas e nostálgicas de Juiz de Fora: o antigo Restaurante da Represa Doutor João Penido.
Analisando a história desse ponto turístico e o contexto da imagem, destacam-se os seguintes aspectos: A Represa Doutor João Penido foi inaugurada originalmente na década de 1930 (com obras iniciadas na gestão do prefeito Menelick de Carvalho) para solucionar o crônico problema de abastecimento de água de Juiz de Fora.
Batizada em homenagem ao engenheiro e político de destaque na região, a represa tornou-se o principal manancial da cidade.
Contudo, além da sua óbvia importância de infraestrutura sanitária, a beleza do espelho d'água cercado pelas colinas suaves do mar de morros mineiro logo atraiu a atenção da população para o potencial de lazer do local.
A "data provável" apontada na década de 1970 coincide com o período em que os arredores da represa funcionavam como um verdadeiro balneário de fim de semana para os juiz-foranos.
O Restaurante da Represa, cuja arquitetura de linhas horizontais e varandas voltadas para a água remete ao modernismo e ao estilo de clubes de campo da metade do século XX, era um ponto de encontro tradicional. Famílias inteiras deslocavam-se até lá para almoços dominicais, enquanto iates, lanchas e praticantes de esportes náuticos movimentavam a represa. Era o refúgio perfeito para quem buscava escapar do ritmo urbano da "Manchester Mineira".
A imagem revela o cuidado com o paisagismo e a infraestrutura turística da época: O Trevo e o Canteiro Central: Destaca-se uma rotatória perfeitamente desenhada para o fluxo de veículos, adornada com cercas baixas de madeira e uma frondosa árvore central cercada por jardins floridos (muito bem realçados com tons coloridos na restauração.
Os clássicos bancos de concreto instalados ao longo da calçada gramada e as luminárias públicas em formato de braço curvo (típicas da iluminação dos anos 60/70) mostram que o local foi planejado como um mirante público para a apreciação da natureza.
Ao fundo, as colinas desnudas (características da vegetação de pastagem da região) circundam a imensa massa de água límpida, criando um forte contraste geográfico.
Com o passar das décadas, o crescimento urbano e a necessidade de proteção rigorosa do manancial que abastece a maior parte de Juiz de Fora mudaram o destino do local.
As atividades de lazer intenso, motores a óleo na água e o funcionamento de grandes restaurantes foram sendo restritos e desativados para evitar a poluição e o assoreamento da represa. O restaurante acabou fechado e a área passou a ter acesso controlado.
O Resgate da Memória (Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo)
Os cartões-postais da editora Colonvist eram amplamente distribuídos no Brasil Central e ajudavam a vender uma imagem de modernidade, progresso e harmonia com a natureza.
O registro preservado no acervo de Simón Eugénio Sáenz Arévalo cumpre um papel fundamental para a historiografia visual da cidade. Para as gerações mais antigas, essas imagens ativam memórias afetivas de passeios de infância e juventude; para as novas gerações, servem como documento de uma época em que a João Penido não era apenas um reservatório estratégico de água, mas sim o "mar" e o principal cartão de visitas natural de Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

534
Inauguração em 31 de Janeiro de 1939, é preciso cruzar os detalhes visuais da imagem com a evolução urbana de Juiz de Fora:
Ao contrário da dúvida levantada no comentário, as Caixas Econômicas Estaduais existiram sim e foram instituições muito fortes ao longo do século XX.
Em Minas Gerais, a Caixa Econômica Estadual (CEE-MG) foi criada originalmente em 1929 com o objetivo de captar poupança popular e financiar o desenvolvimento do estado, funcionando de forma totalmente independente da Caixa Econômica Federal (CEF). Ela só deixou de existir décadas mais tarde, sendo incorporada pelo Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais) na década de 1990. Portanto, o registro de Humberto Ferreira sobre ser a "Estadual" possui total amparo histórico.
O comentário de Vicente esclarece uma confusão muito comum entre os juiz-foranos:
O Prédio da Caixa Econômica Federal (CEF): Fica localizado na própria Avenida Presidente Getúlio Vargas, em uma estrutura imponente, praticamente em frente ao Banco do Brasil. É a esse prédio que Fátima se referia.
O Prédio da Fotografia (Esquina da Marechal com Getúlio Vargas): A análise arquitetônica e os letreiros da fotografia dão razão à tese de que a imagem retrata a esquina da Rua Marechal Deodoro com a Avenida Presidente Getúlio Vargas.
A menção à antiga Loja JODAC (tradicional estabelecimento de tecidos e roupas que marcou época em Juiz de Fora) é o "fio condutor" da memória afetiva local que permite aos moradores da cidade identificar aquele exato ponto comercial. Antes de se tornar a JODAC, o edifício abrigou repartições públicas ligadas ao Estado, o que condiz com a instalação da Caixa Estadual ou de uma Coletoria de Impostos no final da década de 1930.
Um detalhe crucial que confirma a imponência e o padrão da construção civil de Juiz de Fora na época é a placa visível logo acima do toldo da entrada. Nela, lê-se claramente:
"Cia. Indústria e Construtora Pantaleone Arcuri"
A construtora de Pantaleone Arcuri foi a maior responsável pela modernização arquitetônica de Juiz de Fora nas primeiras décadas do século XX, erguendo os prédios mais sofisticados da cidade (estilo eclético e art déco). A presença da diretoria e da placa da construtora na foto reforça que se tratava da entrega de uma obra de grande relevância institucional para o município naquele início de 1939.
A data do evento — 31 de janeiro de 1939 — nos coloca em pleno período do Estado Novo de Getúlio Vargas. O ambiente político e social da época está nitidamente estampado na imagem restaurada:
Um grande grupo de homens vestindo os típicos ternos de linho claro (tradicionais para o verão de janeiro) e trajes escuros formais de alta sociedade.
À direita, destaca-se um oficial militar fardado com botas de montaria, elemento indispensável em inaugurações oficiais daquele período de forte centralização e controle do governo federal e estadual.
Na extrema esquerda e na calçada oposta, observam-se curiosos, crianças e profissionais da época observando o ato solene.
O trabalho de restauração de Neuza Souza Medeiros, feito sobre o acervo original de Humberto Ferreira, é de suma importância para a preservação histórica de Juiz de Fora. Ele transforma uma imagem antes desgastada em um documento nítido, onde as texturas das paredes, os rostos da elite política da década de 1930 e os letreiros comerciais da cidade ganham vida e ajudam a sanar debates geográficos e históricos como este.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

533
A Casa da América, em 1917, era muito mais do que um simples comércio; era um verdadeiro templo da modernidade e do dinamismo econômico que rendeu a Juiz de Fora o título de "Manchester Mineira".
Cruzar a sua porta de entrada na efervescente Rua Halfeld significava testemunhar o ápice do progresso urbano da época.
O registro fotográfico original de 1917, preservado no precioso acervo de Elton Belo Reis, nos permite fazer uma viagem no tempo e reconstruir visual e sensorialmente o interior desse emblemático estabelecimento:
O que mais chamava a atenção no desenho interior da loja era a sofisticação logística. Para otimizar o transporte e a organização das mercadorias pesadas de ferragens, a Casa da América contava com um sistema inovador de trilhos no piso.
Por esses trilhos deslizavam peças brutas e caixas, agilizando o atendimento e demonstrando que a automação industrial da cidade também moldava o varejo.
Esse cenário criava um contraste fascinante entre a rusticidade do metal e a sofisticação do ambiente de vendas.
A seção de vendas era um espetáculo de opulência e ordem.
As paredes laterais eram tomadas por imponentes e altas prateleiras de madeira, que iam do chão ao teto, densamente povoadas por uma impressionante variedade de produtos:
Peças essenciais para a construção civil e para a pujante indústria local, que crescia a passos largos.
Artigos importados e nacionais que atendiam ao gosto refinado da crescente elite cafeeira e industrial da cidade, além de peças utilitárias para o cotidiano.
O balcão central, longo e robusto, servia como ponto de encontro entre os atendentes e os clientes, sempre movimentado pelo fluxo constante de compradores.
Apesar da natureza robusta dos produtos comercializados (ferragens), a Casa da América não abria mão da elegância.
Além da óbvia função funcional de iluminar o vasto corredor de vendas, essas peças eram símbolos de status, típicos da estética da Belle Époque que influenciava a arquitetura e a decoração de Juiz de Fora no início do século XX.
Por trás de toda essa engrenagem de sucesso estava a visão do comerciante Pedro Resende.
Sua capacidade de gerenciar um negócio desse porte na Rua Halfeld foi o trampolim para outras grandes marcas na história da cidade, como sua posterior ligação à renomada Sul América e seu papel fundamental como um dos fundadores do Rotary Club de Juiz de Fora, consolidando seu nome tanto no desenvolvimento econômico quanto no filantrópico e social da comunidade juiz-forana.
Graças à sensibilidade de fotógrafos da época e à guarda cuidadosa do acervo de Elton Belo Reis, o interior da Casa da América permanece vivo como um retrato fiel de uma Juiz de Fora que se orgulhava de sua modernidade e de sua vocação para o progresso.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

532
Residência do industrial, o coronel Severino José Costa (1910)
Diretor-proprietário da Costa, Irmão & C. e da Fábrica Mineira de Banha e Produtos Suínos em Conservas, o contexto daquela imponente residência e da foto de circa 1910 ganha novos contornos: O Império da Banha e dos Embutidos
Nas primeiras décadas do século XX, antes da popularização dos óleos vegetais, a banha de porco era a principal gordura utilizada para cozinhar no Brasil.
Juiz de Fora, estrategicamente posicionada entre as zonas produtoras de Minas Gerais e o mercado consumidor do Rio de Janeiro (então capital federal), tornou-se um polo gigante desse setor.
A Fábrica Mineira de Banha, sob o comando do Coronel Severino, não era apenas um abatedouro local, mas uma indústria complexa de conservas que abastecia o país, competindo com grandes marcas nacionais e exigindo um alto nível de mecanização e higiene para a época.
Saber que a fortuna do Coronel Severino vinha do setor de alimentos e conservas ajuda a entender a opulência da casa.
Na República Velha, os industriais de alimentos formavam uma nova e poderosa burguesia urbana.
A escolha de uma arquitetura eclética tão refinada, com o marcante torreão europeu e os afrescos que a restauração revelou, era a forma que esse "capitão de indústria" tinha de mostrar à sociedade juiz-forana que o seu negócio de produtos suínos era tão moderno, limpo, próspero e civilizado quanto as fábricas de tecido ou as comitivas do café.
A Fotografia de 1910 como Registro de Sucesso
Aquela reunião de família na varanda, com todos em trajes de gala da Belle Époque, assume o papel de um retrato de triunfo empresarial.
O Coronel Severino José Costa ali posa não apenas como patriarca, mas como o homem que transformou a firma Costa, Irmão & C. em um sinônimo de progresso industrial para a cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

531
Associação dos Cegos de Juiz de Fora
A fotografia retrata a histórica sede da Associação dos Cegos, localizada na Avenida dos Andradas, nº 455, no Centro de Juiz de Fora.
O registro, pertencente ao acervo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), imortaliza a arquitetura e a presença institucional de uma das entidades filantrópicas mais importantes e tradicionais da região.
O casarão se destaca por suas linhas arquitetônicas ecléticas, típicas das construções nobres de Juiz de Fora do final do século XIX e início do século XX.
Apresenta três imponentes janelas em arco pleno com venezianas de madeira, emolduradas por ornamentos em relevo e pilastras decoradas nas extremidades.
O topo da fachada exibe um frontão ornamentado com detalhes esculpidos e pináculos (ornamentos pontiagudos) que coroam a platibanda, conferindo elegância e verticalidade à edificação.
Uma charmosa varanda lateral com colunas de ferro e guarda-corpo trabalhado acompanha a subida da escadaria de acesso, uma solução arquitetônica comum para terrenos elevados em relação ao nível da rua.
Na entrada, destaca-se a icônica placa emoldurada com os dizeres "ASSOCIAÇÃO DOS CEGOS", que por décadas serviu como ponto de referência visual e afetivo na Avenida dos Andradas.
Fundada na primeira metade do século XX, a Associação dos Cegos nasceu com a missão nobre de promover a inclusão, a reabilitação, o ensino (notadamente através do método Braille) e o amparo social às pessoas com deficiência visual em Juiz de Fora e em toda a Zona da Mata mineira.
A escolha da Avenida dos Andradas para sediar a instituição foi estratégica, visto que a via sempre foi um dos principais eixos de conexão e desenvolvimento da cidade, facilitando o acesso dos assistidos que vinham de diferentes bairros e municípios vizinhos.
O registro do IBGE preserva a memória da fase inicial/intermediária da instituição naquele endereço, antes das modernizações e ampliações que o complexo sofreu ao longo dos anos para dar conta da crescente demanda de atendimentos médicos e pedagógicos.
Fonte: IBGE
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

530
O Último Apagar de Luzes nos Trilhos da História
O entardecer em Juiz de Fora sempre teve uma poesia própria.
Naquela quinta-feira, 10 de abril de 1969, a despedida do sol trouxe consigo o fim de uma era que pulsava no ritmo dos trilhos e no estalar dos cabos elétricos aéreos.
O crepúsculo daquele dia não marcava apenas a chegada da noite, mas o recolhimento definitivo dos Bondes da Manchester Mineira, engolidos pelo progresso inevitável dos motores a diesel.
A atmosfera na cidade era uma mistura de nostalgia, comoção popular e uma inesperada euforia juvenil.
O icônico Bonde verde e amarelo, com suas laterais abertas que por tantas décadas ditaram o vai e vem dos juiz-foranos, fazia o seu trajeto derradeiro carregado de passageiros que queriam guardar na memória aquele último vento no rosto.
A Invasão da Avenida: Juventude e Festa na Rio Branco
Ao atingir o coração da cidade, na Avenida Barão do Rio Branco, o clima de despedida ganhou contornos de festa e celebração histórica.
Rompendo o protocolo e a solenidade do momento, um grupo de jovens — Letícia Fortini, Ângela Polini, Vilma Pimentel, Rosangela Souza e Cláudia Pereira, invadiu a pista da avenida principal.
Com a energia e a irreverência típicas da juventude do final dos anos 60, elas transformaram o momento que poderia ser puramente melancólico em uma ode à vida e à história local:
A Parada Espontânea: O bonde reduziu a marcha e parou em meio ao burburinho da avenida.
As jovens subiram as estribeiras laterais, misturando-se aos passageiros, trocando sorrisos, acenos e festejando com quem estava a bordo.
Esse instante de pura espontaneidade urbana quebrou a rigidez do adeus, mostrando que a cidade, embora mudasse de pele, mantinha sua alma vibrante.
Se hoje podemos fechar os olhos e visualizar o entardecer daquele 10 de abril, com o reflexo dourado do sol poente nos prédios da Rio Branco e o contraste do bonde aberto tomado pela multidão, devemos à sensibilidade de Arnaldo Parpinelli.
O registro documental desse momento, é um tesouro iconográfico de Juiz de Fora.
Parpinelli não capturou apenas o meio de transporte que partia; ele eternizou o comportamento, o sentimento coletivo e o calor humano que marcaram o exato minuto em que o Bonde virou saudade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Arnaldo Parpinelli

529
Essa imagem do acervo do Humberto Ferreira nos transporta diretamente para as páginas de Baú de Ossos, o monumental livro de memórias de Pedro Nava, e nos ajuda a visualizar o cenário da infância do escritor em Juiz de Fora.
Aqui estão os principais pontos que destacam a importância histórica e arquitetônica desse sobrado em 1911: O Cenário de Baú de Ossos e a Conexão Familiar
Este sobrado na antiga Rua Direita (atual Avenida Barão do Rio Branco), no número 179, era a residência de Dona Maria Luísa de Oliveira Halfeld (sua avó materna).
Ela foi a terceira esposa do Engenheiro Henrique Halfeld, uma das figuras mais importantes na formação e planejamento urbano de Juiz de Fora.
No universo de Pedro Nava, essa casa não era apenas um endereço, mas o quartel-general de suas memórias de infância, repleto de tias, primos, rituais familiares e a atmosfera da Juiz de Fora do início do século XX.
Nava descreve detalhadamente a vida que orbitava em torno desse trecho da Rua Direita.
O casarão ficava na parte mais baixa e central da Rua Direita, nas proximidades do Largo Riachuelo.
Essa região era um polo vibrante: Ficava perto da Mecânica Mineira (importante fundição e oficina da época).
Anos mais tarde, a região abrigaria a antiga Estação Rodoviária Régis Bittencourt (cujo prédio de linhas modernistas hoje sedia a Cesama).
O fato de os fundos das propriedades de sua avó darem para a Rua Santo Antônio mostra a grande extensão territorial desses lotes centrais, típicos das famílias abastadas daquele período.
Análise Arquitetônica do Sobrado (1911)
A fotografia revela uma arquitetura eclética refinada e cheia de peculiaridades: A Varanda e o Afresco: O elemento mais impressionante da fachada superior é a grande varanda colunada.
Ao fundo dela, nota-se uma parede pintada com um afresco de paisagem (com palmeiras e montanhas), um recurso decorativo muito usado na época para dar profundidade e sofisticação aos espaços de convivência.
As colunas e pilastras da fachada exibem medalhões e molduras decorativas em relevo, possivelmente com detalhes em azulejos ou estuque trabalhado, ressaltados lindamente na colorização.
No andar térreo, com suas belas janelas em arco pleno, vemos figuras masculinas de terno posicionadas na calçada, conversando ou posando junto à janela, além de um menino.
Na varanda de cima, outras pessoas observam. Isso mostra o costume da época de registrar a família integrada à própria arquitetura da casa.
À esquerda, o muro baixo com portão de madeira e o jardim lateral com palmeiras e trepadeiras subindo pela fachada trazem o aspecto residencial e acolhedor que a Avenida Rio Branco possuía antes da verticalização comercial.
Essa restauração e contextualização são um verdadeiro presente para os estudiosos da literatura brasileira e para a preservação da memória de Juiz de Fora, materializando o "baú de ossos" de um dos nossos maiores cronistas!
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

528
O Dispensário Eduardo de Menezes é um marco fundamental, e infelizmente desaparecido, da história da saúde pública e da filantropia em Juiz de Fora.
A imagem do seu laboratório, eternizada no icônico Álbum do Município de Juiz de Fora (publicado em 1915 por Albino de Oliveira Esteves), revela a modernidade e o rigor científico com que a instituição operava já no início do século XX.
Fundado em uma época em que a tuberculose e outras doenças infecciosas eram grandes flagelos urbanos, o dispensário foi criado para oferecer atendimento médico, exames e medicamentos à população mais carente.
O nome homenageia o Doutor Eduardo de Menezes, médico de grande relevância e espírito humanitário na região.
Diferente de um hospital de internação tradicional, o dispensário funcionava como um centro de triagem, prevenção, diagnóstico rápido e distribuição de fórmulas terapêuticas.
A fotografia do acervo revela detalhes preciosos sobre a infraestrutura científica da Juiz de Fora da "Manchester Mineira":
O chão decorado com ladrilhos hidráulicos em padrões geométricos era o padrão de alta qualidade da época, unindo estética à facilidade de higienização necessária para um ambiente de saúde.
Observam-se balanças de precisão protegidas por caixas de vidro e madeira (essenciais para a pesagem exata de componentes químicos), frascos de farmácia de manipulação (em tons de âmbar, verde e azul para proteger os reagentes da luz), tubos de ensaio, funis de filtragem e bicos de Bunsen.
Ao fundo, destaca-se uma grande coifa metálica piramidal, instalada sobre a bancada de manipulação para exaurir gases tóxicos ou vapores gerados durante o preparo dos medicamentos e análise de amostras.
Mesas e bancadas robustas de madeira e ferro fundido dão suporte aos experimentos, mostrando um ambiente planejado e altamente funcional para os padrões da década de 1910.
O dispensário ficava estrategicamente localizado na região central, nas proximidades de onde hoje se encontra o Palácio da Saúde (na Avenida dos Andradas). Aquela área já se desenhava, desde o início do século passado, como um polo de assistência e administração sanitária para o município.
Com as reformas urbanas e a modernização da rede de saúde nas décadas seguintes, o prédio original acabou sendo demolido.
A existência de registros como este, preservados e resgatados, é o que impede que a memória do pioneirismo médico de Juiz de Fora seja apagada. Esse laboratório não era apenas uma sala de testes; era a linha de frente no combate às epidemias que ameaçavam a cidade em crescimento.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa

527
O alinhamento das cores e texturas com o estilo ecletista da época (tons rosados, cinzas e ornamentos realçados) permite visualizar a riqueza arquitetônica que o imóvel possuía em seu auge, contrastando com o triste cenário de 1989, ano em que o registro original foi feito.
Construído no início do século XX, o casarão era um exemplar magnífico do Ecletismo com forte inspiração no estilo Art Nouveau e na arquitetura palaciana europeia.
O palacete se destacava por suas escadarias marmorizadas em curvas sinuosas, protegidas por estátuas de leões guardiões na entrada, colunas clássicas trabalhadas e ricos ornamentos em relevo (estuques) acima e ao redor das janelas em arco.
O trabalho em ferro fundido do portão e dos gradis, assentados sobre uma robusta base de pedras, demonstrava o requinte e a exclusividade da residência burguesa daquela era dourada da Manchester Mineira.
O palacete ocupava uma posição privilegiada e de enorme visibilidade no coração da cidade: Situava-se exatamente na esquina da Avenida Presidente Itamar Franco (que muitos juiz-foranos ainda chamavam na época, ou lembram, pelo nome antigo de Avenida Independência) com a Rua Espírito Santo.
A imagem revela ao fundo, no canto esquerdo, o contraste brutal da transição urbana: os prédios de concreto armado da modernidade crescendo e sufocando a delicada arquitetura do início do século.
O Ano da Despedida e a "Praticamente Demolido"
A fotografia de 1989 captura os últimos momentos de existência do casarão.
Naquele período, o imóvel já sofria com o abandono, a degradação e a forte especulação imobiliária que marcou o centro de Juiz de Fora nas décadas de 1970 e 1980.
Pouco tempo após esse registro, o Palacete Fellet foi praticamente demolido (restou apenas uma fração desfigurada ou quase nada de sua estrutura original na esquina), deixando uma lacuna irreparável no patrimônio histórico e cultural da cidade.
Esta imagem recuperada pelo acervo é um documento doloroso, mas fundamental, para que as futuras gerações compreendam a beleza arquitetônica que Juiz de Fora já possuiu e a importância crucial de se lutar pela preservação dos casarões que ainda restam.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Autoria: Sergio Villela

526
Bairro São Mateus em 1956
A Viação LOPRAM e o Transporte Coletivo
Período de Atuação: A empresa operou entre 1953 e 1959, um período de grande expansão da cidade.
Era a responsável por conectar o centro a Bairros que estavam em pleno crescimento na época, como São Mateus e Teixeiras, além de operar a linha Circular.
Um dos sócios era Djalma Lopes Marinho, reforçando a característica de empresas locais que ajudaram a construir a infraestrutura da cidade.
A garagem e sede da viação localizavam-se no início da Rua Cândido Tostes, número 25, no Bairro São Mateus.
O prédio ao fundo, com sua fachada em linhas retas e sóbrias, é típico das construções funcionais da década de 50, servindo como abrigo para a frota que aparece alinhada na imagem.
Os veículos apresentavam o teto em cor escura e uma faixa horizontal, provavelmente vermelha ou bordô, sobre a carroceria branca/creme.
A frota exibe ônibus com as características clássicas dos anos 50, com frentes arredondadas e janelas menores, operados por motoristas e cobradores que aparecem orgulhosamente ao lado de suas máquinas.
O acervo de Anésia de Assis Marinho, garantem que a história da mobilidade em Juiz de Fora não seja esquecida.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Anésia de Assis Marinho

525
Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora e o antigo Sanatório Villaça em seus primórdios.
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora é uma instituição privada de caráter filantrópico, considerado hospital de referência na região da Zona da Mata Mineira, e a terceira instituição mais antiga de Juiz de Fora, só ficando atrás da fundação da Vila de Santo Antônio do Paraibuna, em 1850, e da instalação da Câmara Municipal, em 1853.
Abaixo, os detalhes sobre essas instituições por volta de 1900:
Santa Casa de Misericórdia e a Capela
A Santa Casa já era a principal instituição de saúde da região, fundada para atender a população carente, mantendo uma forte ligação com a caridade católica.
Na fotografia, observa-se a imponente Capela do Senhor dos Passos à esquerda, com suas duas torres sineiras e estilo colonial/eclético, que servia de apoio espiritual aos enfermos e à comunidade local.
Em 1900, a área ao redor da Santa Casa ainda era marcada por grandes espaços abertos e vegetação, como mostram as encostas ao fundo da imagem, evidenciando o crescimento da cidade em direção aos morros.
O prédio central e a ala à direita na imagem correspondem ao que seria o Sanatório Villaça, idealizado pelo médico Doutor Villaça.
Com o tempo, as estruturas do Sanatório foram integradas e expandidas pela Santa Casa, formando o grande complexo hospitalar que conhecemos hoje na Avenida Rio Branco.
A imagem, ajuda a distinguir a brancura da capela em contraste com os tons terrosos e tijolos aparentes das alas hospitalares, uma estética comum nas obras de saúde da virada do século.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

524
O Palacete Fellet, é um dos exemplares mais icônicos da arquitetura eclética em Juiz de Fora.
A construção datada de 1918
Localizado estrategicamente na Rua Espírito Santo, 764, esquina com a atual Avenida Presidente Itamar Franco, o imóvel é um marco visual da transição urbana da cidade.
A construção destaca-se pelo refinamento ornamental, com forte influência europeia, característica das residências da elite cafeeira e industrial do início do século XX.
O elemento mais marcante é o seu torreão central com telhado em formato de pirâmide truncada, decorado com telhas coloridas que formam desenhos geométricos, como visto na restauração digital.
A fachada possui uma imponente escadaria simétrica que conduz à entrada principal, conferindo um ar de grandiosidade e nobreza à residência.
O palacete pertenceu à tradicional família Fellet, que teve papel relevante no desenvolvimento de Juiz de Fora.
Sua localização na esquina com a antiga Avenida Independência (hoje Avenida Presidente Itamar Franco) coloca-o em um dos eixos viários mais importantes da cidade, servindo como testemunha ocular das mudanças urbanísticas ao longo das décadas.
O registro fotográfico original faz parte de importantes acervos dedicados a resgatar o passado da cidade, sendo essencial para o estudo da evolução arquitetônica local.
O trabalho realizado na imagem, ajuda a visualizar o brilho original das cores e detalhes que o tempo e o desgaste da fotografia em preto e branco muitas vezes escondem.
A construção do Palacete Fellet é atribuída ao construtor e arquiteto italiano Pantaleone Arcuri.
Através da sua renomada empresa, a Companhia Pantaleone Arcuri & Villani, ele foi o responsável por erguer esta e diversas outras obras emblemáticas que definiram a paisagem urbana e o estilo eclético de Juiz de Fora no início do século XX.
A residência foi encomendada pela família Fellet, que desejava uma moradia que refletisse o prestígio e a sofisticação da época.
Infelizmente, o estado atual do Palacete Fellet é de ruínas e abandono absoluto.
O imóvel tornou-se um dos casos mais emblemáticos de descaso com o patrimônio histórico em Juiz de Fora, marcado por uma disputa judicial que já dura mais de três décadas.
O prédio encontra-se em ruínas, com a vegetação tomando conta da estrutura remanescente. Em 2016, a fachada e a varanda foram alvo de destruição deliberada por marretadas, o que levou a uma investigação do Ministério Público.
Desde 1994, existe um processo judicial para tentar preservar o local.
Embora tenha sido tombado pela Prefeitura em 2013, o proprietário acumulou diversas multas sem realizar medidas de conservação.
Uma decisão transitada em julgado determinou que os responsáveis devem reconstruir o imóvel ou, caso seja impossível, transformar o local em uma área de lazer e cultura sob orientação da Funalfa, mantendo o gabarito limitado a apenas um pavimento.
Em maio de 2025, foi marcada uma audiência de conciliação para tentar resolver o destino do terreno, após episódios de violência no local (como o encontro de um corpo nas dependências).
O proprietário apresentou uma proposta para construir um novo imóvel no terreno, mantendo um memorial histórico em parte da área.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Tribuna de Minas

523
Parque Halfeld em 1923, um período em que o jardim era o epicentro da elegância e da vida social da cidade.
A restauração traz à vida os detalhes arquitetônicos e o paisagismo que definiram a "Belle Époque" mineira.
O edifício à direita, que funcionava como a Biblioteca Municipal, é um exemplo primoroso de arquitetura eclética.
Notem a torre com cúpula em escamas e os detalhes ornamentais nas janelas em arco.
Originalmente concebido como um pavilhão de lazer, o prédio simbolizava o investimento da cidade em cultura e educação no início do século XX.
Infelizmente, essa construção não existe mais no centro do parque.
Ela foi demolida em décadas posteriores para dar lugar a novas configurações do jardim, o que torna este registro fotográfico ainda mais raro e importante para entender a evolução do traçado urbano.
O chafariz em primeiro plano, com suas bacias sobrepostas e esculturas de cisnes, era um ponto de encontro tradicional.
A presença de cidadãos trajando ternos e chapéus (como o chapéu coco e o palheta) ao redor da fonte reflete o rigor social e a importância do Parque Halfeld como o "sala de visitas" de Juiz de Fora.
As palmeiras imperiais e a vegetação densa ao fundo mostram que, já naquela época, o parque era um refúgio verde e bem cuidado em meio ao crescimento da cidade.
O crédito ao acervo de Elton Belo Reis é fundamental para a historiografia local.
Em 1923, Juiz de Fora vivia o auge de sua influência política e econômica.
A cidade era moderna, possuía iluminação elétrica e um comércio vibrante.
O Parque Halfeld não era apenas um local de passagem, mas o palco principal para as bandas de música, os namoros vigiados e as discussões políticas que moldavam o destino da região.
Este registro é um testemunho da sofisticação da "Manchester Mineira" antes das grandes reformas modernistas que alterariam definitivamente a face do centro da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
522
Fotografia histórica de valor inestimável para a memória industrial de Juiz de Fora, retratando o Bairro Mariano Procópio no início do século XX.
A imagem foca em uma das alas do imponente complexo do Curtume Krambeck, uma empresa que foi fundamental para consolidar a cidade como o principal polo industrial de Minas Gerais.
Fundado por imigrantes alemães, o Curtume Krambeck não era apenas uma fábrica, mas um marco de modernidade tecnológica para a época.
O prédio exibe uma estética clássica das construções industriais europeias do final do século XIX, com grandes janelas em arco para favorecer a iluminação natural e a ventilação, essenciais para o tratamento de couros.
O curtume era conhecido pela altíssima qualidade de sua produção, que abastecia não apenas o mercado nacional, mas também era exportada, elevando o prestígio da "Manchester Mineira".
O Bairro Mariano Procópio foi o berço da industrialização local, impulsionado pela proximidade com a Estrada de Ferro Central do Brasil e a Estrada União e Indústria.
Em 1915, a região ainda possuía muitas áreas descampadas, como se nota no terreno em primeiro plano, mas já abrigava as vilas operárias e as grandes chaminés que definiam a paisagem urbana da zona norte.
A presença de árvores e a vegetação ao redor mostram como a indústria e a natureza ainda coexistiam de forma muito próxima naquela transição de século.
A fotografia foi extraída da obra monumental de Albino Esteves.
O Álbum do Município de 1915 é considerado a "certidão de nascimento visual" da Juiz de Fora moderna.
Albino Esteves documentou com precisão cirúrgica o comércio, as indústrias, as autoridades e as residências de luxo, servindo como uma ferramenta de propaganda do progresso da cidade para o restante do Brasil e do mundo.
A preservação deste registro no acervo é o que permite que essa história não se apague.
Graças ao trabalho de digitalização e salvaguarda desse material, é possível identificar detalhes que o tempo e o crescimento urbano do Mariano Procópio acabaram por transformar ou demolir.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

521
Transição arquitetônica e comercial da Avenida Barão do Rio Branco (antiga Rua Direita) no início do século XX.
O casarão estava localizado no número 2029 da Avenida Barão do Rio Branco.
Trata-se de uma construção típica do período colonial tardio ou imperial, com telhado de quatro águas e beirais pronunciados.
A simplicidade das janelas de guilhotina e as portas que dão direto para o passeio público eram características marcantes da elite juiz-forana antes da explosão dos palacetes ecléticos que viriam a dominar a avenida anos depois.
Como era comum na época, a residência também servia como ponto comercial.
Na fachada, é possível identificar a placa da "Casa Parisiente", um estabelecimento que refletia a forte influência da cultura e moda francesa na sociedade local da Belle Époque.
Os Moradores: Charles Uille e Clarisse Pharoux
Charles Uille (Charle Uil): Um nome de destaque na comunidade de imigrantes e no comércio de Juiz de Fora.
A família Uille teve papel relevante no desenvolvimento de negócios ligados à moda e artigos importados.
Clarisse Pharoux de Montreuil: Membro da influente família Pharoux. O sobrenome Pharoux é historicamente ligado à hotelaria e ao comércio refinado tanto no Rio de Janeiro quanto em Minas Gerais.
A data registrada na foto, 10 de março de 1910, mostra a movimentação típica da porta de casa: pessoas trajando roupas de época (chapéus, paletós e vestidos longos) e crianças no passeio, oferecendo um vislumbre da vida social da classe média alta daquela década.
A preservação desta imagem deve-se ao trabalho de colecionadores como Humberto Ferreira, cujos registros são fundamentais para que pesquisadores e entusiastas da história local possam visualizar uma Juiz de Fora que já não existe fisicamente.
Hoje, o local onde ficava esta residência foi transformado pelo adensamento urbano.
Registros como este permitem traçar a evolução do centro da cidade e entender como a Barão do Rio Branco se consolidou como a principal artéria de convivência e comércio da "Manchester Mineira".
Observem que a grafia "Casa Parisiente" na restauração remete ao letreiro original que, embora desgastado na foto em preto e branco, indicava a sofisticação que os proprietários desejavam transmitir aos passantes da Avenida.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

520
A fotografia apresenta um registro histórico de inestimável valor para a memória social e urbana de Juiz de Fora, provavelmente da década de 1950.
A imagem documenta uma confraternização no interior do lendário Café e Bar Salvaterra, situado no coração da cidade.
A imagem captura o salão do Café e Bar Salvaterra repleto de homens em traje formal, que se identificam como funcionários da Coca-Cola.
A atmosfera é de comemoração e entusiasmo.
Os participantes exibem com orgulho cartazes de grande formato, agora coloridos em um azul profundo com detalhes em dourado e branco, promovendo o Rum Merino.
Os cartazes destacam as qualidades do rum ("PURO"), sugerem seu uso em coquetéis e, crucialmente, "COM REFRIGERANTES".
A combinação promovida pelos cartazes não era aleatória: Coca-Cola + Rum Merino era a receita da Cuba Libre, a bebida mais popular e procurada na época.
A fotografia regista um esforço de marketing conjunto das duas marcas, utilizando a equipe de vendas e distribuição da Coca-Cola como embaixadores do rum no varejo local.
Conforme as informações, é possível identificar, em posição de destaque na área central, o Senhor Nascif Miguel.
Ele segura com a mão direita uma garrafa de vidro, cujo rótulo foi colorizado para refletir o verde da marca Rum Merino, alinhando-o perfeitamente ao tema da celebração.
A arquitetura do salão, com suas mesas de tampo estampado e cadeiras de madeira, é característica dos cafés tradicionais.
No entanto, a prova definitiva de que se trata do interior do Salvaterra está nos letreiros em neon coloridos em vermelho no fundo, à esquerda.
É possível ler "SIN" (de Singer) e, mais acima, "PA" (parte de Dental Mineira), indicando a localização exata no número 695 da Rua Halfeld, onde o bar ficava de frente para essas lojas:
Lojas Singer (Nº 692): Especializada em máquinas de costura.
Dental Mineira (Nº 698): Artigos odontológicos.
Esta fotografia pertence ao acervo pessoal da Senhora Neyde Nascif, tendo sido doada ao Blog Maurício Resgatando o Passado - A História de Juiz de Fora.
É um testemunho visual raro da cultura de Bares e do marketing de bebidas no Brasil de meados do século XX..
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Senhora Neyde Nascif

519
O Pirralho, um estabelecimento emblemático que faz parte do "GPS afetivo" de Juiz de Fora.
É possível visualizar com clareza a diversidade de produtos que tornaram a loja famosa na memória local.
Localização Estratégica: A loja estava situada no calçadão da Rua São João, um dos pontos de maior movimento no centro da cidade.
Embora fosse tecnicamente uma loja de aviamentos, seu estoque era vasto e diversificado, atendendo desde costureiras em busca de linhas e zíperes até foliões e participantes de festas juninas.
O Pirralho era o destino certo para quem procurava máscaras de Carnaval e vestidos de quadrilha, marcando a história das festividades locais por décadas.
Encerramento das Atividades: A loja fechou suas portas há alguns anos (em relação à data da publicação original), deixando um vazio nostálgico no comércio tradicional de Juiz de Fora.
A imagem, registrada originalmente por Lucas Mafra, serve como um importante documento visual da vida cotidiana e comercial da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia: Lucas Mafra
Fonte : http://www.tribunademinas.com.br/juiz-de-fora-gps-afetivo-

518
A fotografia pertencente ao acervo de Ana Lucia Pereira Rocha, registra um momento histórico de junho de 1943 com o jovem Luiz Sampaio Rocha acompanhado de seus amigos.
O grupo está reunido em frente à Biblioteca Municipal, que foi um importante marco cultural de Juiz de Fora.
Entre os presentes, foram identificados: Antonieta. Heloisa, Miriam, Maria José, Rugena, Abeacir, Luiz (Sampaio Rocha), e João Gualter.
A cena ocorre nas dependências da Biblioteca Municipal, situada no coração do Parque Halfeld.
O prédio, que na versão restaurada, agora exibe o acabamento em tom cinza uniforme, é um símbolo da arquitetura e da vida social da cidade na década de 1940.
O Parque Halfeld, onde o grupo está, é o espaço público mais tradicional de Juiz de Fora, servindo há gerações como ponto de encontro para estudantes e intelectuais e atualmente desocupados e Craqueiros.
Esta imagem é um registro valioso da evolução urbana e social da região, destacando a vestimenta e a convivência juvenil de meados do século XX.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ana Lucia Pereira Rocha

517
Esta edificação original era situada em uma posição estratégica, localizada em frente ao atual Museu Mariano Procópio.
Antes da chegada definitiva dos trilhos, o local servia como uma importante estação de diligências, sendo um ponto de conexão vital para viajantes e mercadorias.
Transição Ferroviária: Em 1877, essa estrutura de diligências deu lugar à modernidade da Estrada de Ferro D. Pedro II (que mais tarde se tornaria a Estrada de Ferro Central do Brasil).
Influência de Mariano Procópio: A localização da estação naquele ponto específico deveu-se à influência de Mariano Procópio Ferreira Lage, que buscava integrar a rodovia União e Indústria com a malha ferroviária que avançava pelo interior de Minas Gerais.
Arquitetura: O prédio apresenta um estilo eclético com arcos frontais detalhados, típicos das construções institucionais do Império.
No pátio frontal, é possível observar diversas carroças de carga cobertas, demonstrando como o transporte por tração animal ainda trabalhava em conjunto com a logística da estação.
Ao fundo, o relevo montanhoso característico da região, onde hoje se situam Bairros como o Mariano Procópio e áreas adjacentes ao Morro do Imperador.
Este registro é um testemunho visual do período em que Juiz de Fora se consolidava como a "Manchester Mineira", impulsionada pela chegada do café e pela revolução nos transportes.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Público Mineiro

516
O Solar da Família Tostes
O imóvel localizado na Rua Santo Antônio, 765, era um exemplar clássico das residências nobres que ocupavam o centro da cidade.
Com seu estilo chalé, telhado de telhas francesas e uma característica cerca viva impecavelmente aparada, o solar representava um estilo de vida mais reservado e bucólico, mesmo estando no coração comercial de Juiz de Fora.
A Cerca Viva: Era uma marca registrada do local, cobrindo o muro de tijolos e o portão de ferro trabalhado, criando um "refúgio verde" em meio ao avanço do concreto.
Na fotografia, é possível ver ao fundo os grandes edifícios já erguidos, simbolizando a pressão imobiliária que, anos depois, levaria à demolição deste solar.
O destino deste terreno foi a hotelaria.
No local onde antes repousava a residência dos Tostes, foi erguido um Hotel.
A fotografia parece datar do final dos anos 1970 ou início de 1980, devido a alguns elementos:
O Fusca Amarelo: O modelo e a cor (muito popular na época) ajudam a situar o observador no tempo.
Os Edifícios de Apartamentos: Os prédios ao fundo mostram a estética modernista que começou a dominar a Rua Santo Antônio a partir da década de 1970.
Ver essa casa com sua videira abraçando a fachada e o jardim bem cuidado nos faz refletir sobre a Juiz de Fora "horizontal" que cedeu espaço para a metrópole verticalizada de hoje. É um pedaço da história da elite cafeeira e industrial que moldou a identidade da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

515
Esta imagem é um registro precioso da transição arquitetônica e urbanística de Juiz de Fora no final da década de 1920.
Localizada em um dos cruzamentos mais emblemáticos da cidade, a esquina das Ruas Santo Antônio e Rua Halfeld, a residência exemplifica o padrão de moradia da elite local antes da verticalização intensa que transformaria o Centro.
A residência apresenta linhas do ecletismo, com elementos decorativos discretos, balustradas trabalhadas e um avarandado frontal sustentado por colunas, típico das casas de alto padrão do início do século XX.
Notem o trabalho em relevo na platibanda (parte superior que esconde o telhado) e os detalhes geométricos nos gradis.
Esta fotografia faz parte de um esforço documental significativo.
Os álbuns municipais daquela época serviam como vitrines de progresso, destacando a modernização urbana, a iluminação pública (visível no poste em primeiro plano) e a sofisticação das moradias particulares.
A Rua aparece pavimentada com paralelepípedos e ladeada por árvores jovens e bem cuidadas, mostrando um planejamento urbano que priorizava o sombreamento das calçadas.
O poste de iluminação e fiação elétrica à direita é um marcador temporal importante, simbolizando a modernidade tecnológica que Juiz de Fora ostentava desde a inauguração da Usina de Marmelos.
O estúdio de Nestor era uma referência em qualidade técnica na cidade.
O enquadramento valoriza tanto a volumetria da casa quanto a perspectiva da via, criando uma sensação de profundidade e ordem.
A preservação deste registro no acervo é fundamental para a memória coletiva de Juiz de Fora.
Atualmente, essa esquina é ocupada por edifícios comerciais e um fluxo incessante de pedestres e veículos, o que torna esta fotografia uma "janela no tempo" para uma cidade que ainda respirava a tranquilidade de seus casarões aristocráticos.
Nota de Curiosidade: O "Álbum de Juiz de Fora" de 1929 é considerado uma das peças gráficas mais luxuosas da história mineira, utilizado frequentemente para atrair investimentos e reforçar o título de "Manchester Mineira".
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

514
A Fachada do Posto Zootechnico, conforme retratada no histórico Álbum do Município de Juiz de Fora (1915) de Albino Esteves, representa um período de intensa modernização e investimento na infraestrutura agroindustrial da cidade. O edifício não era apenas um ponto de serviços veterinários, mas um complexo arquitetônico de grande porte e funcionalidade.
O Dístico "Mercado": Situado sob as estatuetas, o termo indicava a função comercial e de troca que o local também desempenhava, servindo como ponto de convergência para produtores.
O elemento vertical (torreão) conferia autoridade visual ao edifício, funcionando como um marco na paisagem urbana da Rua Santo Antônio.
A descrição revela a força da indústria local de Juiz de Fora na época:
As ferragens foram preparadas nas oficinas de Luiz Perry, um dos nomes mais importantes da metalurgia mineira, reforçando que Juiz de Fora possuía tecnologia própria para grandes obras.
O uso de telhas francesas e o ladrilhamento de varandas e torreões demonstram o desejo de alinhar as construções utilitárias aos padrões estéticos internacionais.
O uso de trilhos para o assentamento de estruturas pesadas e a rapidez da obra (16 meses com 80 operários) mostram uma organização de canteiro de obras muito avançada para 1915.
A localização era estratégica e aproveitava os recursos naturais do terreno:
Alinhados à Rua Santo Antônio, os ranchos facilitavam o acesso de tropeiros que cruzavam a região, servindo como um porto seco para o transporte de mercadorias.
A existência de três nascentes de água no pasto superior de mil metros garantia a autonomia do posto para o cuidado com os animais e a manutenção das instalações.
A preservação desta imagem através do álbum de 1915 é vital.
Albino de Oliveira Esteves documentou o auge do desenvolvimento urbano e rural de Juiz de Fora, permitindo que hoje possamos compreender como a cidade se organizava para ser o principal polo econômico de Minas Gerais naquela década.
A restauração da imagem ajuda a visualizar a textura dos tijolos e a imponência dessa estrutura que, embora funcional, possuía um refinamento arquitetônico digno dos grandes centros.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
513
O Salão Cavallieri é outro exemplo fascinante da sofisticação e do rigor sanitário que as barbearias de elite de Juiz de Fora ostentavam na década de 1920.
Situado na icônica Rua Halfeld, o coração comercial e social da cidade, o salão era o destino preferencial da burguesia e dos intelectuais que frequentavam o "Calçadão" (antes mesmo de ser calçadão como conhecemos hoje).
Diferente de hoje, onde a higiene é um requisito básico e silencioso, em 1926 ela era um argumento de venda central.
O anúncio e a fotografia enfatizam que o Salão Cavallieri era "installado com todos os requisitos de hygiene".
Isso refletia o medo das epidemias da época e posicionava o estabelecimento como um local seguro e moderno.
A Escarradeira Hygéa: Tecnologia Hydro-Automática
A fotografia mostra claramente a Escarradeira Hygéa, o grande luxo era a limpeza hydro-automatica.
Sem Intervenção Manual: Esse era o "high-tech" de 1926.
O fato de o detrito ser levado pela água corrente sem que o barbeiro ou o cliente precisassem tocar no aparelho era um símbolo de status e cuidado médico-sanitário.
Notem como ela é instalada diretamente na parede, com tubulação visível, conectada ao sistema de água e esgoto do prédio, algo que ainda não era universal em todas as edificações.
Estética e Ambientação
A restauração revela um ambiente ricamente detalhado:
Cadeiras de ferro fundido com padrões rendilhados e estofamento em couro.
Vejam que tanto o cliente quanto o homem que aguarda estão impecavelmente trajados de terno e gravata, reforçando o Salão Cavallieri como um espaço de etiqueta social.
No vidro da porta, lê-se claramente "CABELLEIREIRO", com a grafia da época, e ao lado, um cabideiro de madeira (bentwood) com chapéus, acessório indispensável para o homem daquele tempo.
Este registro, preservado pelo Acervo Elton Belo Reis, é uma peça fundamental para entender a história dos costumes em Juiz de Fora. A fotografia de M. Santos (assinada na base) não apenas documenta um negócio local, mas captura o orgulho de uma cidade que se via na vanguarda da modernidade brasileira.
É interessante notar como a Rua Halfeld, já naquela época, concentrava o que havia de melhor em termos de serviços e inovações tecnológicas para o cotidiano.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

512
O Salão Jahu, registrado nesta magnífica fotografia de 1927, era o ápice da sofisticação e da higiene masculina na Juiz de Fora da década de 1920. Localizado na Praça João Penido (popularmente conhecida como Praça da Estação), o salão não era apenas uma barbearia, mas um ponto de encontro da elite política e comercial que circulava pelo coração ferroviário da cidade.
O Salão Jahu destacava-se pelo luxo europeu transportado para a "Manchester Mineira".
A disposição das cadeiras de barbeiro, com suas estruturas metálicas trabalhadas e estofamento fino, aliada aos grandes espelhos e prateleiras de vidro repletas de tônicos e perfumes importados, criava um ambiente de extremo prestígio.
A Tecnologia da Higiene: Escarradeiras Hygéa
O grande diferencial tecnológico do salão, e um detalhe curioso para os padrões modernos, eram as escarradeiras semiautomáticas da marca Hygéa.
Naquela época, a preocupação com a saúde pública (especialmente o combate à tuberculose) era altíssima.
Como se nota na fotografia, a escarradeira ficava fixada ao lado de cada posto de atendimento.
O modelo Hygéa era considerado o que havia de mais avançado em termos sanitários: possuía um sistema de descarga de água que limpava o recipiente instantaneamente, evitando odores e a proliferação de germes.
Era o símbolo máximo de um estabelecimento que prezava pela limpeza absoluta.
Estar na Praça João Penido em 1927 significava estar no centro das atenções. A praça era a porta de entrada da cidade para quem chegava pela Estrada de Ferro Central do Brasil.
O Salão Jahu atendia tanto os viajantes ilustres quanto os coronéis e empresários locais que ditavam o ritmo da economia mineira.
Esta imagem é um documento histórico valioso que nos permite observar não apenas a moda da época (os barbeiros impecavelmente trajados de branco, com gravatas borboleta), mas também o avanço dos costumes e da infraestrutura urbana de Juiz de Fora.
É um retrato de um tempo em que o cuidado com a aparência era um ritual cercado de tecnologia e requinte.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

511
O Grande Armazém Santos Carvalho & Cia. é um dos marcos arquitetônicos e comerciais mais emblemáticos da fase áurea de Juiz de Fora.
Localizado em um ponto estratégico do centro da cidade, o edifício simbolizava a modernidade e a pujança econômica do início do século XX, quando o município era conhecido como a "Manchester Mineira".
O edifício, como registrado em 1919, apresentava um estilo eclético, muito comum na época. Suas características marcantes incluíam: Ornamentos detalhados em massa, colunas trabalhadas e grandes janelas que permitiam a entrada de luz natural.
Situado geralmente em esquinas, o prédio utilizava o chanfro (a quina cortada) para destacar a entrada principal e os letreiros da firma.
O termo "Luxuoso" não era exagero; o acabamento interno e a variedade de mercadorias importadas atendiam à elite cafeicultora e industrial da região.
O armazém operava no sistema de "secas e molhados", mas em uma escala monumental.
Era possível encontrar desde gêneros alimentícios finos e tecidos até ferramentas e itens de armarinho (como indicado nos letreiros laterais de fotos da época: "Armarinho e Perfumarias").
A firma Santos Carvalho & Cia. era um nome de peso no comércio atacadista e varejista, sendo um ponto de referência para quem circulava pelo coração da cidade.
A preservação da memória visual deste prédio deve-se em grande parte ao trabalho de colecionadores e pesquisadores como Elton Belo Reis.
Elton é um dos grandes guardiões da memória fotográfica de Juiz de Fora. Através de seu acervo, fotos raras (como a que serviu de base para nossa restauração) foram catalogadas e preservadas.
Sem esses registros, detalhes como a fiação aérea antiga, o calçamento de pedras e a vestimenta das pessoas que posavam à frente do comércio teriam se perdido no tempo.
O prédio do Grande Armazém é um testemunho de uma época em que a arquitetura urbana de Juiz de Fora buscava espelhar o progresso europeu, transformando o cotidiano do comércio em um espetáculo visual de sofisticação.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

510
Este é um registro histórico de imenso valor sentimental para Juiz de Fora, retratando o que muitos consideravam o "coração elegante" da cidade no início do século XX.
O Edifício Clube Juiz de Fora, situado na icônica esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Halfeld, era o ponto de encontro da elite e o marco da arquitetura eclética local.
Em 1919, o prédio vivia seu apogeu.
Com suas sacadas arredondadas, colunas ornamentadas e grandes vitrines no térreo, ele representava o desejo de Juiz de Fora de se espelhar nos boulevards europeus.
No pavimento superior, funcionava o prestigiado Clube Juiz de Fora, palco de grandes bailes e decisões políticas.
No térreo, a filial do Armazém Santos Carvalho & Cia. era o endereço da sofisticação.
Ali, os moradores encontravam produtos importados, finos gêneros alimentícios e artigos de luxo, consolidando aquela esquina como o principal polo comercial da época.
O destino deste edifício foi selado por uma tragédia que ainda é lembrada na cronologia urbana da cidade.
No terceiro dia de Carnaval de 1950, um incêndio de grandes proporções iniciou-se no prédio. Devido à estrutura interna de madeira (comum nas construções daquela época) e à dificuldade de combate às chamas na época, o edifício foi completamente destruído.
A perda não foi apenas material, mas cultural.
O evento marcou o fim de uma era arquitetônica naquela esquina.
No lugar das ruínas, anos depois, foi erguido o atual Edifício Clube Juiz de Fora, com uma estética moderna e funcionalista, totalmente diferente do original.
A fotografia pertencente ao acervo de Elton Belo Reis é uma peça fundamental para o resgate da memória visual da cidade.
Ela permite observar detalhes que o fogo apagou, como os trilhos do bonde que passavam à porta e o mobiliário urbano (como os postes de iluminação e a fiação aérea) que caracterizava a paisagem de 1919.
Este edifício era o símbolo de uma Juiz de Fora que se orgulhava de ser a "Manchester Mineira", unindo a força do comércio à sofisticação social em seu cruzamento mais famoso.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

509
Esta fotografia é um testemunho histórico precioso da memória educacional e religiosa de Juiz de Fora, capturando um momento de transição e encerramento de um ciclo marcante para a cidade.
A imagem apresenta uma jovem, integrante da última turma de normalistas do Colégio Stella Matutina, posando diante do altar principal da capela da instituição em 1969.
O Stella Matutina, mantido pelas Irmãs do Verbo Divino, foi uma referência absoluta na formação educacional feminina na região, e o curso de "Normalista" (formação de professores) era um dos pilares de seu prestígio acadêmico.
O ano de 1969 marca o fim de uma era para o colégio, que passou por profundas transformações educacionais e administrativas nas décadas seguintes, culminando no encerramento de suas atividades como escola de ensino regular nos moldes tradicionais da época.
O altar, ricamente ornamentado, reflete o estilo litúrgico e a devoção típica das capelas de colégios católicos da metade do século XX.
A inscrição em latim, “Sicut cervus desiderat ad fontes aquarum, ita desiderat anima mea ad te, Deus” (Como a corça anseia pelas correntes das águas, assim a minha alma anseia por ti, ó Deus - Salmo 42), é um detalhe de grande valor documental, frequentemente presente em capelas desta ordem religiosa.
A normalista, vestindo o uniforme clássico da instituição, representa a última geração a ser diplomada sob a égide pedagógica tradicional que o Stella Matutina cultivou por décadas.
A imagem carrega o peso da despedida e da transição para uma nova fase da vida das estudantes e do próprio colégio.
Este registro, vindo do acervo de Mônica Manganelli, é um componente fundamental para a preservação da memória de Juiz de Fora.
Documentos visuais como este permitem reconstruir não apenas a arquitetura dos espaços, mas o cotidiano, a indumentária e a atmosfera espiritual vivida pelos estudantes que passaram pelo Stella Matutina.
É um fragmento de uma Juiz de Fora que se modernizava, mas que guardava com rigor a tradição em suas instituições de ensino.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mônica Manganelli.

508
Este registro fotográfico, preservado no acervo de Antônio José Apolinário, é um documento raro da infraestrutura de saúde e da arquitetura hospitalar de Juiz de Fora em meados do século XX.
A Casa de Saúde Esperança foi uma instituição psiquiátrica fundamental para a cidade, fundada pelo Doutor Guilherme de Souza. O Doutor Guilherme foi uma figura de destaque na sociedade local, atuando não apenas como médico psiquiatra, mas também na vida política como vereador em Juiz de Fora durante a década de 1950.
Bairro Boa Vista: A fotografia mostra a fachada principal do hospital em sua localização original, na Rua Demétrio Francisco.
Conforme o relato de Antônio José, o edifício original não existe mais, restando apenas ruínas após a venda do terreno por herdeiros.
Em um período posterior de sua história, a firma mudou de proprietário e as atividades foram transferidas para o bairro Vila Ideal, onde a instituição continuou operando sob nova gestão.
Datada provavelmente da década de 1940, revela características marcantes:
Estilo Arquitetônico: O prédio possui linhas sóbrias, típicas das construções institucionais da época, com janelas simétricas e detalhes ornamentais discretos nos frontões acima das janelas laterais.
Na restauração, é possível ver funcionários vestidos com uniformes brancos impecáveis, o que remete ao rigor e à organização do hospital naqueles anos. Entre eles, estaria o pai do Sr. Antônio José, que dedicou muitos anos de trabalho à instituição sob o comando do Doutor Guilherme.
Nota-se o terreno ainda com caminhos de terra e vegetação cuidadosa na frente, refletindo o caráter mais reservado e tranquilo que o Bairro Boa Vista possuía naquela década.
Este é um resgate importante para a memória da psiquiatria mineira e para a história familiar e profissional daqueles que ajudaram a construir a saúde em Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Antônio Jose Apolinário Apolinário

507
Esta fotografia é um registro precioso do vigor industrial e comercial de Juiz de Fora no início do século XX.
A Marcenaria e Carpintaria de Paulo Modenesi (conhecida também como Fábrica de Móveis) exemplifica o trabalho dos imigrantes que ajudaram a transformar a cidade em um dos maiores polos produtores de Minas Gerais.
A imagem faz parte do monumental trabalho de Albino de Oliveira Esteves, publicado em 1915.
Esse álbum é considerado a maior radiografia socioeconômica de Juiz de Fora daquele período, documentando o auge da produção industrial e a arquitetura que conferia à cidade o status de metrópole regional.
Localizada no centro comercial da época, a fábrica de Paulo Modenesi era reconhecida pela qualidade da mobília fina.
Na fotografia, podemos observar: Era comum que os estabelecimentos expusessem peças prontas (como cadeiras e cristaleiras que vemos à esquerda) para atrair os passantes no calçamento de pedras (pé-de-moleque).
O prédio possui as características platibandas da época, que escondiam o telhado colonial, e grandes portas que facilitavam a entrada de madeira bruta e a saída de móveis volumosos.
A composição da fotografia é muito rica em informações sobre a sociedade de 1915:
A presença de um militar fardado (provavelmente da Força Pública ou do Exército) em destaque à porta sugere a importância do estabelecimento ou apenas o cotidiano da rua na época.
Os homens posicionados ao lado das peças representam a força de trabalho especializada, marceneiros e carpinteiros, que operavam com ferramentas manuais e maquinários movidos, muitas vezes, por energia elétrica, que já era uma realidade consolidada na cidade.
A preservação deste registro no acervo é fundamental para manter viva a memória visual da Juiz de Fora antiga.
Esse tipo de documento permite que historiadores e moradores reconheçam a evolução do comércio local e a contribuição da família Modenesi para o setor moveleiro, que foi muito forte na cidade por décadas.
É interessante notar como a restauração realça o contraste entre o tom da madeira dos móveis expostos e a sobriedade da fachada, transportando-nos diretamente para o cotidiano da rua há mais de um século.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

506
Casa Christovam de Andrade, um dos pilares do comércio atacadista e da indústria alimentícia de Juiz de Fora na virada do século XIX para o XX.
O prédio, que se localizava na Avenida Barão do Rio Branco, nº 2056, era o símbolo de um império comercial fundado em 1884.
O Senhor Christovam de Andrade foi um dos empreendedores mais influentes da "Manchester Mineira".
Sua empresa não era apenas um ponto de venda, mas um complexo industrial e comercial:
Foi uma das maiores e mais modernas torrefações da região, processando o "ouro verde" que movia a economia mineira e brasileira.
Além do café, o estabelecimento operava com a moagem de sal e a fabricação de fubá, além de ser um robusto armazém de secos e molhados, atendendo tanto no varejo quanto no atacado.
A restauração digital realça a sofisticação do edifício: O prédio possuía dois pavimentos com ornamentação rica, balcões com balaustradas e frontão decorado com um brasão central, características da prosperidade econômica do período.
A presença do poste de iluminação/energia com transformador e isoladores de louça à frente, assim como a árvore protegida por um gradil de madeira, mostram a modernização urbana da Avenida Rio Branco naquela época.
Na porta, vemos funcionários em seus uniformes brancos (típicos de quem lidava com gêneros alimentícios) e cavalheiros em trajes formais, evidenciando o status do local como um centro de negócios.
Empresas como a de Christovam de Andrade foram fundamentais para consolidar Juiz de Fora como o principal centro distribuidor do interior de Minas Gerais.
A localização na Avenida Rio Branco facilitava a logística e o contato com os grandes produtores e comitivas.
A assinatura "M. Santos - Phot" no rodapé indica o fotógrafo original, cujo trabalho sobreviveu através do Acervo de Elton Belo Reis.
A restauração devolve a volumetria e a dignidade visual a este prédio que, embora demolido, faz parte da base do desenvolvimento industrial da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

505
Este registro é um documento fascinante da história comercial e da comunicação em Juiz de Fora no início da década de 1920.
A Agencia de Revistas e Jornaes, situada na Rua Halfeld, era o principal ponto de conexão da cidade com as notícias do Brasil e do mundo.
Pertencente à firma M. Campos & Cia, a agência e charutaria funcionava em um dos endereços mais valorizados da Rua Halfeld.
Naquele período, a rua já se consolidava como o centro nervoso da economia mineira, sendo o local onde as novidades chegavam primeiro.
A numeração "286" visível na restauração ajuda a situar o prédio no trecho mais movimentado da via.
Em uma época sem rádio (que só chegaria ao Brasil em 1922) ou televisão, locais como este eram vitais.
Notem os cartazes afixados nos batentes das portas anunciando grandes periódicos da época:
Gazeta de Notícias e O Paiz: Importantes jornais do Rio de Janeiro (então capital federal).
Jornal do Brasil: Um dos mais tradicionais do país.
Correio da Manhã: Conhecido por sua postura combativa e política.
Juiz de Fora, sendo a "Manchester Mineira", consumia vorazmente as notícias da capital e as cotações de café.
O prédio apresenta uma arquitetura com arcos de volta inteira e bandeiras envidraçadas, típicas das construções comerciais do início do século. A tipografia da testeira, com a grafia da época ("Jornaes"), foi preservada com precisão na restauração.
A fotografia captura a diversidade social da Rua Halfeld. Vemos desde cavalheiros com chapéus de coco e ternos formais até os "gazeteiros" — os jovens que vendiam jornais nas ruas. A presença dessas crianças e adolescentes na porta da agência era comum, pois ali eles retiravam os exemplares para a venda avulsa.
Era comum que agências de notícias também fossem charutarias e artigos para fumantes, funcionando como um espaço de convivência masculina onde se discutia política e negócios enquanto se comprava o jornal e o fumo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
504
Vista Frontal do Theatro Polytheama (Cine Arte) em 1925
O Theatro Polytheama foi um dos marcos mais significativos da vida cultural de Juiz de Fora nas primeiras décadas do século XX.
Localizado na emblemática Praça João Pessoa, no cruzamento com a Rua Halfeld, o edifício personificava a elegância da "Belle Époque" mineira.
Neste registro de 1925, vemos a fachada do teatro em sua fase áurea como cinema.
O banner da revista "Cine arte" e o cartaz do filme "O Ladrão de Bagdá" (The Thief of Bagdad), estrelado por Douglas Fairbanks, confirmam o efervescente cenário cinematográfico da época. A arquitetura eclética, rica em detalhes ornamentais e carrancas, conferia uma identidade única ao coração da cidade.
Em 1927, o Polytheama foi demolido para dar lugar a um projeto de escala monumental e modernista.
No mesmo terreno, em frente à Praça João Pessoa, foi erguido o atual Cine-Theatro Central, inaugurado em 1929, que herdou o protagonismo cultural daquela esquina histórica.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

503
O Bairro Mariano Procópio, em Juiz de Fora, é um dos marcos mais significativos do desenvolvimento urbano e arquitetônico do Brasil no século XIX.
Como descrevem as passagens citadas, a região foi concebida para ser o coração operacional da Companhia União e Indústria, a primeira estrada de rodagem pavimentada da América Latina, inaugurada por Mariano Procópio Ferreira Lage em 1861.
O texto descreve uma estrutura que funcionava como uma "cidade tecnológica" para a época.
O conjunto reunia diferentes funções: A estação de diligências, armazéns e cavalariças eram essenciais para as viagens que ligavam Petrópolis a Juiz de Fora.
Oficinas: Situadas nas elevações, eram responsáveis pela manutenção das carruagens e maquinários, representando um polo industrial precoce na cidade.
Hospedagem de Luxo: O "edifício de balcão" ou chalé mencionado servia para receber a elite e convidados ilustres, evidenciando que a área era um ponto de prestígio social e político.
A Transição para a Ferrovia
Um ponto crucial da história do Bairro é a transição tecnológica mencionada: em 1877, a estação de diligências (transporte traçado por animais) deu lugar à Estrada de Ferro D. Pedro II.
Isso consolidou Juiz de Fora como um entreposto comercial vital, conectando o interior de Minas Gerais ao Rio de Janeiro de forma muito mais rápida, impulsionando o ciclo do café e a industrialização.
A Influência Europeia e o "Castelo"
A citação de Richard Burton sobre a vila que parecia "trazida de Hammersmith" (Londres) refere-se à forte influência arquitetônica europeia que Mariano Procópio trouxe para a região. O "Castelo" mencionado é o atual Museu Mariano Procópio, a primeira instituição do gênero em Minas Gerais. Construído para hospedar a Família Imperial, o palacete e seu entorno (o Parque Mariano Procópio) foram projetados seguindo tendências internacionais de paisagismo e arquitetura.
A observação de que a estação ficava a dois quilômetros do "mato cerrado" que rodeava a cidade mostra como o Bairro nasceu como um núcleo isolado e planejado, que posteriormente foi alcançado pela expansão urbana de Juiz de Fora.
Hoje, o Bairro é um centro cultural e histórico, onde o passado da engenharia brasileira e a memória da monarquia se preservam através do acervo e das edificações remanescentes.
Este conjunto, documentado por registros como os do Álbum da Estrada União e Indústria, é um testemunho da visão empreendedora do século XIX e da transformação da pacata Vila de Santo Antônio do Paraibuna na moderna "Manchester Mineira".
Obs: Aquela queda d'água ao fundo da fotografia é a Cachoeira do Vale do Ipê (ou, como era conhecida na época, a cachoeira do Córrego São Pedro).
Na perspectiva da imagem, capturada do complexo da Companhia União e Indústria (provavelmente das imediações de onde hoje é o Museu Mariano Procópio), vemos a encosta do morro que hoje compõe o Bairro Vale do Ipê.
Essa cachoeira é um elemento geográfico tão marcante que o seu "espelho d'água" é tombado pelo patrimônio municipal (COMPPAC), reconhecendo sua importância histórica e paisagística para Juiz de Fora.
A fotografia revela o relevo original antes da intensa urbanização do Bairro.
O curso d'água descia livremente pela encosta em direção ao vale, onde se encontrava com a estrutura logística de Mariano Procópio.
Nota-se que, embora houvesse atividade agrícola e de construção, a mata de encosta ainda era bastante densa, o que Richard Burton descreveu como o "mato cerrado" que rodeava a estação.
É um registro fascinante, pois mostra como o Bairro Vale do Ipê, hoje uma área residencial consolidada, era parte integrante do cenário bucólico e funcional que cercava o nascimento da nossa "Manchester Mineira"
Texto Original do Álbum da Estrada União Indústria
Texto adaptado de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
502
A Confeitaria Christiano Horn foi um dos estabelecimentos comerciais mais emblemáticos da parte baixa da Rua Halfeld no início do século XX.
O registro presente no Álbum do Município de Juiz de Fora (1915), de Albino de Oliveira Esteves, imortaliza o local como um símbolo da pujança econômica e do refinamento da "Manchester Mineira".
Situada na Rua Halfeld, na parte baixa (trecho entre a Avenida Getúlio Vargas e a Praça da Estação), a confeitaria beneficiava-se do intenso fluxo de viajantes, comerciantes e da elite local que circulava pela Estação da Estrada de Ferro Central do Brasil.
Naquela época, a parte baixa era o centro nervoso do comércio atacadista e de serviços de luxo.
Diferente de uma padaria comum, a Christiano Horn era uma Fábrica de Amêndoas, Balas e Confeitos. Conforme as inscrições em sua fachada: Depósito e Fábrica: Funcionava tanto como ponto de venda direta ao consumidor quanto como unidade produtiva.
Era famosa pela produção de doces finos, confeitos para festas e amêndoas confeitadas, que eram itens de prestígio na sociedade da época.
Para os padrões de 1915, o estabelecimento era destacado pela organização e pela limpeza, características muito valorizadas no álbum de Albino Esteves para demonstrar o progresso da cidade.
Christiano Horn faz parte da leva de imigrantes (frequentemente de ascendência germânica, muito comum em Juiz de Fora) que empreenderam no setor de alimentos e bebidas.
Sua presença no Álbum de 1915 indica que ele era um comerciante de prestígio, cujas instalações eram motivo de orgulho para o município.
Apresentava um estilo eclético, com portas em arco pleno e vitrines que exibiam as latas e caixas de doces empilhadas, um marketing visual clássico do início do século.
O uso de letreiros pintados diretamente na alvenaria detalhava todas as atividades da casa: "Depósito", "Fábrica de Balas" e "Confeitos".
O Álbum do Município de Juiz de Fora foi organizado por Albino de Oliveira Esteves para celebrar o centenário da Independência (embora lançado em 1915) e mostrar ao Brasil e ao mundo que Juiz de Fora era uma cidade moderna.
A inclusão da Confeitaria Christiano Horn servia para mostrar que a cidade possuía indústrias de alimentos sofisticadas, capazes de produzir iguarias que nada deviam aos centros europeus.
Hoje, o prédio original e o estabelecimento não existem mais da forma como foram registrados, mas a memória da Confeitaria Christiano Horn permanece como um dos pilares da história gastronômica e comercial da Rua Halfeld.
Fotografia do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

501
O Palácio Episcopal (também conhecido como Casa do Bispo) foi um dos exemplares mais significativos da arquitetura neoclássica em Juiz de Fora, localizado no número 2872 da Avenida Barão do Rio Branco.
A imagem que captura um momento melancólico da sua história: o contraste entre o casarão histórico e o edifício moderno que já se erguia ao fundo, sinalizando a transformação urbana que levaria à sua demolição.
Datada do final do século XIX, a casa foi originalmente a residência do Doutor João Penido, uma das figuras políticas mais influentes da história da cidade.
O palacete exibia traços neoclássicos e ecléticos, com amplas janelas, colunas trabalhadas e um imponente jardim frontal (visível na sua foto).
Antigamente, a propriedade possuía um vasto horto florestal que se estendia pelos fundos, chegando quase às encostas do Morro do Imperador (Morro do Cristo).
O imóvel foi herdado por familiares de Penido e posteriormente doado à Mitra Arquidiocesana.
Durante décadas, serviu como sede do episcopado e residência oficial de diversos bispos da cidade, tornando-se um ponto de referência espiritual e social na Avenida Barão do Rio Branco.
Na década de 1970 (período da imagem), a Avenida Rio Branco passava por um processo agressivo de verticalização.
O prédio alto que aparece logo atrás do palácio mostra como o valor do terreno começava a superar a preservação do patrimônio.
Apesar de intensa mobilização popular e de artistas locais para evitar sua destruição, o Palácio foi demolido em meados da década de 1980.
A demolição gerou um protesto icônico que marcou o movimento de preservação em Juiz de Fora.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

500
Esta fotografia, extraída do emblemático Álbum do Município de Juiz de Fora (1915), de Albino de Oliveira Esteves, registra um complexo arquitetônico que foi fundamental para a organização administrativa e de segurança da cidade no início do século XX.
O prédio situava-se na área que hoje compreende o quarteirão da Escola Normal (Instituto de Educação de Juiz de Fora) e arredores, entre a Rua Espirito Santo e a Avenida Getúlio Vargas.
Sua demolição abriu caminho para a expansão educacional e urbana daquela região central, permitindo a construção das dependências que hoje atendem à tradicional escola.
Quartel: Servia como sede para as forças policiais e militares da época, sendo o ponto nevrálgico da ordem pública.
Cadeia: Como era comum no período colonial e imperial (e início da República), as funções de justiça e policiamento dividiam o mesmo espaço físico.
Arquitetura: Nota-se na imagem uma fachada com elementos neoclássicos, com frontões ornamentados e pilastras, demonstrando a importância que o poder público dava à estética das instituições de controle social.
O Relógio de Coluna
Um dos detalhes mais fascinantes da foto é o relógio de coluna em ferro trabalhado (em destaque no primeiro plano).
Esses relógios eram marcos urbanos essenciais em uma época em que o relógio de pulso não era acessível a todos.
Ele não apenas informava a hora, mas servia como um ponto de referência e encontro na cidade.
A restauração permitiu visualizar a delicadeza do trabalho em ferro, típica da influência europeia na "Manchester Mineira".
O álbum de Albino Esteves é considerado a "certidão de nascimento visual" de Juiz de Fora moderna.
Nele, o autor documentou o progresso da cidade, as indústrias, o comércio e, como neste caso, os edifícios públicos que seriam transformados pelo crescimento urbano.
O resgate a nitidez das árvores que ladeavam a fachada e a textura da rua de terra batida, transportando o espectador para o cotidiano de Juiz de Fora há mais de 110 anos.
É um registro precioso de um patrimônio que não existe mais fisicamente.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa

499
Esta fotografia, do precioso acervo de Humberto Ferreira, é uma verdadeira joia da memória arquitetônica de Juiz de Fora.
Ela registra a residência de Henrique Surerus Sobrinho e família, localizada no número 416 da Rua Santo Antônio, em um período em que a via ainda preservava características bucólicas e residenciais.
A casa é fruto de uma colaboração entre nomes importantes do cenário técnico da cidade:
Mário Rapozo Bandeira (Projeto): O projeto reflete o gosto da elite juiz-forana da época por residências que equilibravam o conforto moderno com elementos estilísticos tradicionais.
Observem a varanda frontal com arcos duplos, que conferia leveza e ventilação à fachada.
José Abramo (Construção): Conhecido pela solidez de suas obras, Abramo executou uma construção que se destaca pelo uso de pedra na base (embasamento), um detalhe que a restauração digital agora permite apreciar com clareza.
Elementos Urbanos: O Pé-de-Moleque
Um dos pontos mais fascinantes da imagem é a pavimentação da Rua Santo Antônio.
O calçamento em Pé-de-Moleque (pedras irregulares assentadas diretamente sobre a terra) era a marca das ruas centrais antes da modernização asfáltica.
A fotografia mostra uma calçada larga e a ausência de postes modernos ou fiação excessiva, revelando uma organização urbana focada na circulação de pedestres e no prestígio das fachadas.
Notem que a encosta ainda era pouco habitada, com uma cobertura vegetal muito mais densa do que a atual.
A residência à esquerda, com suas janelas trabalhadas e a hera subindo pela parede, reforça o padrão de alta qualidade construtiva daquela vizinhança na época.
A menção a Henrique Surerus Sobrinho liga a imagem a uma das linhagens tradicionais de Juiz de Fora. A casa não era apenas uma construção, mas o cenário da vida social e privada de uma família que participou ativamente da história econômica e social da cidade.
O trabalho de Inteligência Artificial trouxe texturas fundamentais para a interpretação histórica:
As Pedras: A distinção entre as pedras do calçamento e as pedras de cantaria do muro e da base da casa ficou evidente.
O Jardim: O verde da hera na casa vizinha e o gramado visível pelo portão lateral devolvem a sensação de frescor da antiga Rua Santo Antônio.
As Cores: O tom creme da fachada, contrastando com o telhado de barro avermelhado, era a paleta clássica para essas residências de alto padrão.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

498
Os Elementos Históricos da Fotografia
O Parque Halfeld: À esquerda, vemos os limites do parque, que já era o coração social da cidade.
As palmeiras imperiais e os postes de iluminação ornamentados eram símbolos de status urbano.
Na década de 1930, o parque era o local de encontro da elite e dos "footings" dominicais.
A Rua Halfeld: Note que, nesta época, a rua ainda permitia o tráfego de veículos (como o furgão em destaque), muito antes de se tornar o famoso calçadão exclusivo para pedestres na década de 70.
O Edifício do Clube Juiz de Fora (Ao Fundo): Este é o elemento mais dramático da perspectiva. O prédio que vemos ao fundo era a sede de uma das instituições sociais mais prestigiadas da região.
O Incêndio de 1950: Esse edifício teve um fim trágico.
Na terça-feira de Carnaval de 1950, um incêndio devastador consumiu a estrutura.
O evento parou a cidade e marcou o fim de uma era arquitetônica naquela esquina.
No seu lugar, anos depois, foi erguido o Edifício Clube Juiz de Fora (o prédio de arquitetura moderna com o painel de Portinari, que conhecemos hoje).
Embora a imagem mostre uma movimentação casual, a década de 30 em Juiz de Fora exigia certo rigor.
O homem à esquerda carregando um fardo e os transeuntes de camisa clara refletem o dia a dia comercial da rua, que fervilhava com o comércio de café e a indústria têxtil em plena expansão.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

497
Colégio Stella Matutina em sua fase de maior imponência arquitetônica na Avenida Barão do Rio Branco (antiga Rua Direita).
A imagem é um testemunho visual valioso, pois mostra o conjunto antes das transformações urbanas que alterariam drasticamente a paisagem da região.
O prédio apresentava linhas neoclássicas com toques góticos, visíveis especialmente nos arcos ogivais das janelas e no detalhamento da capela anexa.
Notem a presença dos trilhos dos Bondes e a fiação aérea, elementos típicos da Juiz de Fora da era pré-industrialização acelerada.
As árvores de copa densa (comumente figueiras ou oitizeiros na época) emolduravam a fachada, oferecendo um aspecto de jardim que hoje é raro na avenida.
O carro estacionado à esquerda ajuda a datar a cena e reforça o status da instituição, que atendia às famílias mais tradicionais da elite mineira e carioca.
A história sobre a década de 70 é um dos episódios mais marcantes do urbanismo local.
A abertura da Avenida Independência (atual Avenida Itamar Franco) foi um marco de progresso, mas gerou um trauma arquitetônico: A avenida literalmente "atropelou" a topografia do colégio.
O que antes era um campus unificado foi fragmentado, levando à demolição progressiva das estruturas antigas voltadas para a Rio Branco para dar lugar ao traçado viário e a novos empreendimentos comerciais.
Apesar da perda do prédio histórico, a transferência das atividades para a estrutura moderna permitiu que a Congregação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo mantivesse a continuidade pedagógica que já ultrapassa 120 anos na cidade.
Em 1939, ano desta foto, o Stella Matutina já era um centro de referência não apenas pelo ensino, mas pela Escola Normal.
Muitas das professoras que alfabetizaram as gerações seguintes em Minas Gerais e no Rio de Janeiro foram formadas exatamente sob esses telhados que vemos na imagem.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
496
Vista Aérea
O Curtume Surerus
O grande protagonista da imagem é o complexo industrial do Curtume Surerus.
Nota-se o telhado em estilo "shed" (dente de serra) na ala principal, comum em fábricas daquele período para privilegiar a iluminação natural e a ventilação.
A fábrica está posicionada exatamente entre a linha férrea e o Rio Paraibuna, uma logística típica do auge industrial da cidade, facilitando o escoamento de produção e o acesso a recursos.
Na década de 60, o Curtume Surerus era um dos pilares econômicos da Vila Ideal, gerando centenas de empregos e consolidando o perfil operário do Bairro.
Avenida Francisco Valadares e Vila Ideal
A avenida aparece como o principal eixo de ligação. Em 1961, a Vila Ideal ainda mantinha características de um subúrbio industrial em expansão, com muita vegetação nas margens do rio e poucas edificações residenciais densas em comparação ao que vemos hoje.
No canto inferior direito, vemos a ponte que conecta a região, uma estrutura essencial para o trânsito de trabalhadores e mercadorias.
A presença da linha férrea (acima da fábrica) reforça a identidade de Juiz de Fora como a "Manchester Mineira", onde o desenvolvimento urbano seguia o rastro dos trilhos.
O rio, que aparece em primeiro plano, ainda apresentava margens muito mais naturais e menos intervencionadas do que após as obras de retificação e o projeto de despoluição de décadas posteriores.
A proximidade do Curtume com as águas era um traço característico da indústria de curtimento de couros daquela era.
A data — 31 de dezembro de 1961 — marca o último dia de um ano de grandes mudanças políticas no Brasil (renúncia de Jânio Quadros e início do Parlamentarismo).
Enquanto o país fervilhava, a Vila Ideal seguia seu ritmo industrial produtivo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Erika Romano

495
O Interior do Bonde
Um Espaço de Convivência e Mídia
Na década de 1960, os bondes ainda eram o principal meio de transporte em Juiz de Fora.
O ambiente capturado na foto mostra detalhes arquitetônicos interessantes: O teto rebaixado e os frisos em madeira envernizada conferem um tom acolhedor e clássico ao veículo.
No topo, vê-se a barra de metal polido para os passageiros que viajavam de pé.
Logo abaixo do teto, havia um painel corrido dedicado às propagandas.
Essa era a "timeline" do passageiro da época; enquanto esperava chegar ao destino, ele lia sobre produtos, serviços e novidades da cidade.
A Propaganda do "Rhum Creosotado"
O grande protagonista desta imagem é o cartaz do Rhum Creosotado, um medicamento icónico da história farmacêutica brasileira, fabricado pelo Laboratório Raul Leite.
O anúncio começa com um chamativo "Veja,", seguido de uma frase curiosa e galanteadora: "ilustre passageiro, o belo tipo fagueiro que o senhor tem ao seu lado". Isso criava uma conexão imediata e bem-humorada com quem estava a ler.
A propaganda narra uma breve história de superação: o tal "tipo fagueiro" (saudável, alegre) "no entanto, acredite, quase morreu de bronquite, salvou-o o 'Rhum Creosotado'".
Era a prova social e a promessa de cura em poucas linhas.
Do lado direito, com tipografia em negrito, o cartaz lista as indicações: GRIPES, TOSSES, ROUQUIDÕES. Eram os males comuns das estações frias em Juiz de Fora.
O nome RHUM CREOSOTADO aparece grande, em vermelho e dourado, sobre uma fita. O slogan final, "A vida dos pulmões", consolidava o posicionamento do produto como um tónico essencial para a saúde respiratória.
O "creosoto" é um composto derivado do alcatrão, historicamente usado como antisséptico e expectorante.
O termo "Rhum" (Rum) sugere a base alcoólica do xarope, o que era comum em medicamentos dessa era.
À direita, vê-se parte de outra propaganda com a marca OREJEIRS (Provavelmente uma marca local ou nacional de alimentos ou bebidas).
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

494
O Clube Ginástico de Juiz de Fora é uma peça fundamental no quebra-cabeça da identidade urbana e esportiva da cidade, especialmente pela sua forte ligação com a colônia alemã.
Na década de 1950, o clube vivia um período de consolidação como um dos espaços sociais e atléticos mais respeitados da região.
O endereço na Avenida Barão do Rio Branco, 1318, era estratégico.
Na metade do século XX, o prédio — como visto na imagem que, destacava-se pela elegância clássica.
Suas linhas arquitetônicas, com estátuas no topo e frontão decorado, refletiam a importância da ginástica (a Turnkunst alemã) não apenas como exercício, mas como disciplina moral e estética.
A chegada de Ítalo Paschoal Luiz ao clube em 1955 marcou uma transição importante.
Embora o clube tivesse raízes alemãs profundas, a atuação de Ítalo ajudou a modernizar e profissionalizar a Educação Física em Juiz de Fora.
Ele trouxe métodos que iam além da ginástica calistênica tradicional, influenciando gerações de atletas.
O clube não era apenas um local de lazer, mas um centro de excelência física que serviu de base para o desenvolvimento do esporte escolar e competitivo na cidade.
Em 1950, o Clube Ginástico funcionava como um ponto de resistência e celebração da cultura dos imigrantes e seus descendentes.
Após o período conturbado da Segunda Guerra Mundial (onde muitas instituições germânicas no Brasil sofreram restrições), os anos 50 foram de reafirmação da comunidade alemã através do esporte e de eventos sociais.
Estar na Avenida Barão do Rio Branco significava estar no coração dos desfiles e da vida pública juiz-forana, onde o clube exibia orgulhosamente sua disciplina e organização.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

493
A Avenida Raul Soares é um dos capítulos mais fascinantes e, ao mesmo tempo, melancólicos da história urbana de Juiz de Fora.
Ela representou o auge de uma estética europeizada e de um planejamento que buscava colocar a "Manchester Mineira" no mesmo patamar de modernidade que o Rio de Janeiro.
Inaugurada na década de 1920 e consolidada nos anos 30, a Raul Soares não era apenas uma rua de passagem, mas um cartão-postal arquitetônico.
Como você pode ver na imagem que restauramos, os prédios possuíam fachadas ornamentadas, sacadas trabalhadas e uma harmonia visual que hoje é rara.
Ela abrigava estabelecimentos como o Grande Armazém de Tecidos e Modas e farmácias tradicionais, atendendo à elite e à classe média da época.
A avenida contava com arborização planejada e uma iluminação pública que realçava a beleza dos casarões à noite.
A mudança não foi apenas de nome, mas de função. Com o crescimento industrial e a necessidade de escoamento de tráfego, o perfil da cidade mudou drasticamente:
A Raul Soares foi absorvida pelo traçado da Avenida Brasil, que priorizou o fluxo de veículos e a conexão entre zonas da cidade, em detrimento do passeio público e da preservação arquitetônica.
Para alargar as vias e construir o novo eixo viário, a grande maioria dos casarões ecléticos mostrados na foto foi demolida ou teve suas fachadas simplificadas ao extremo.
Dizer que ela "não existe mais" é correto do ponto de vista estético e sentimental.
Hoje, quem passa pela Avenida Brasil dificilmente consegue imaginar que ali existiu um corredor de prédios tão refinados.
A preservação de registros fotográficos, como este, é o que mantém viva a compreensão de que Juiz de Fora já teve uma identidade visual muito próxima das grandes capitais europeias.
A transformação da Raul Soares na atual Brasil também marcou a separação mais brusca entre o centro e a margem do rio, que antes tinham uma relação mais integrada e harmoniosa.
É um exercício de "arqueologia urbana" observar essas fotos e notar como a modernidade do asfalto, muitas vezes, apaga a beleza da pedra e do ornamento.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

492
2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM) conhecido como o "Dois de Ouro"
A Hospedaria de Imigrantes (Horto Barbosa)
Antes de se tornar um quartel, o local funcionava como a Hospedaria de Imigrantes, sob a administração do antigo Horto Barbosa.
Construída no final do século XIX/ início do XX, servia como ponto de recepção e triagem para imigrantes (principalmente italianos) que chegavam para trabalhar nas lavouras de café e nas indústrias têxteis de Juiz de Fora.
O prédio imponente, que você vê na sua foto original, segue um estilo eclético típico das construções oficiais da época, com pé-direito alto e janelas simétricas que facilitavam a ventilação de grandes grupos de pessoas.
A ocupação militar do espaço consolidou a segurança na região leste da cidade.
O 2º BPM é uma das unidades mais tradicionais de Minas Gerais.
Esse período marca uma fase de transição e modernização do policiamento em Minas. Como você notou na foto das Chevrolet Veraneio, a identidade visual cinza e branca era o padrão da época.
A escolha do local foi estratégica, permitindo o rápido deslocamento para o centro e para as saídas da cidade, além de ocupar um espaço físico que já possuía infraestrutura de alojamento e grandes pátios (herança da hospedaria).
Historicamente operário e militar, o bairro se desenvolveu muito devido à proximidade com a linha férrea e o Rio Paraibuna.
Na fotografia de 1988, é comum ver essas Veraneios com o prefixo "RP" (Rádio Patrulha) nos para-choques, simbolizando a agilidade que a corporação buscava implementar naquele final de década.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro

491
Menelick de Carvalho foi uma figura central na modernização administrativa e cultural de Juiz de Fora durante a década de 1930.
O evento, em 3 de outubro de 1934, marca um momento significativo de sua gestão: a valorização do patrimônio intelectual da Cidade.
A Biblioteca Municipal de Juiz de Fora (que hoje leva o nome de Murilo Mendes em sua fundação atual, mas que teve diversas sedes) funcionou por um período em um prédio de estilo eclético localizado no Parque Halfeld.
A Reinauguração: Naquela data, Menelick de Carvalho entregava à população um espaço renovado. O discurso de um prefeito com formação em Direito e trânsito na elite intelectual mineira costumava enfatizar o progresso, a educação e a "civilidade" da Manchester Mineira.
Como notamos na imagem, a presença daquele suporte circular (um microfone de suspensão elástica da época) sugere que o discurso foi transmitido ou registrado, possivelmente pela PRB-3 Rádio Sociedade de Juiz de Fora, que já operava na década de 30 e cobria os grandes atos da prefeitura.
Menelick de Carvalho como Gestor
Ele assumiu a prefeitura em um período de transição após a Revolução de 1930. Sua trajetória revela um perfil de "técnico-político":
Prefeito Construtor: Além da área cultural, sua gestão foi marcada por obras de infraestrutura e pelo saneamento das contas públicas.
Como diretor da Companhia Mineira de Eletricidade, ele compreendia a importância da tecnologia e da energia para o desenvolvimento urbano, o que se refletia na modernização dos próprios prédios públicos.
Menelick era conhecido por sua oratória articulada.
Em 1934, o Brasil vivia o processo de redemocratização após a Assembleia Constituinte, e as prefeituras buscavam reafirmar sua autonomia e importância cultural.
Reinaugurar uma biblioteca no coração geográfico e social da cidade (o Parque Halfeld) era um gesto político poderoso para mostrar que a cidade estava na vanguarda de Minas Gerais.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

490
O Antigo Campo do Aero Clube e o Colégio Militar
A localização mencionada por Margarete Costa está correta e é um marco fundamental da zona norte de Juiz de Fora.
O Aero Clube de Juiz de Fora operou originalmente onde hoje se encontram as instalações do Colégio Militar de Juiz de Fora (CMJF).
Na época da foto (1969), o Aero Clube ainda utilizava aquela pista.
Foi somente na década de 1970 que as operações foram transferidas para o atual Aeroporto Francisco Álvares de Assis (Aeroporto da Serrinha).
O terreno era vasto e permitia as manobras das aeronaves de instrução, como os clássicos "Paulistinhas" ou "Caps", muito comuns na formação de pilotos civis daquela era.
O Bairro Nova Era cresceu em torno dessa atividade militar e aeronáutica, consolidando-se como um dos principais eixos da Zona Norte.
É um Bairro com forte identidade residencial, mas que se tornou um polo de serviços.
A presença das instituições militares (como o Colégio Militar) moldou a urbanização da região, garantindo vias largas e uma circulação intensa.
Valor Histórico: Muitos moradores antigos ainda guardam memórias do barulho dos motores dos aviões do Aero Clube e das formaturas militares que ocorriam — e ainda ocorrem — nas proximidades.
Situado às margens da Avenida Juscelino Kubitschek, o Bairro serve como conexão vital entre o centro da cidade e os distritos industriais.
A identificação de Hélio Mendes da Costa (o quinto da esquerda para a direita na foto) é um dado precioso para a genealogia aeronáutica de Juiz de Fora. Em 1969, sob a instrução de Adair Ribeiro, esses homens faziam parte da elite técnica da cidade, ajudando a colocar Juiz de Fora no mapa da aviação civil brasileira.
Curiosidade: O instrutor Adair Ribeiro, mencionado na faixa da foto, é uma figura lendária na aviação local, tendo formado gerações de pilotos que posteriormente seguiram para grandes companhias aéreas ou para a FAB.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarete Costa

489
O Palacete do Ex-Vice Cônsul Italiano em Festa
Esta fotografia, datada de 20 de setembro de 1913, captura um momento de intensa efervescência social em Juiz de Fora.
O cenário é o palacete do então ex-Vice Cônsul da Itália, ornamentado com o rigor e a elegância das celebrações da época para marcar o aniversário da Guerra dos Farrapos (Revolução Farroupilha).
O casarão, com sua característica arquitetura de influência europeia e lambrequins detalhados, aparece "vestido" para a ocasião.
É possível observar arcos de folhagens (palmeiras e arranjos vegetais) e o uso profuso de bandeiras e flâmulas que cruzam a fachada, simbolizando a união e o respeito entre as nações e as causas celebradas.
A influência da colônia italiana em Juiz de Fora era monumental neste período.
O brasão visível na sacada reafirma o papel diplomático e social da residência, que servia como um ponto de encontro para a elite e para a comunidade imigrante.
A composição da foto revela a hierarquia social da época: no andar superior, as figuras de autoridade e famílias de destaque; no térreo, uma impressionante quantidade de crianças e jovens, muitos deles possivelmente alunos de escolas locais ou filhos de imigrantes, todos vestidos com seus trajes de gala, chapéus e uniformes.
A celebração da Revolução Farroupilha em solo mineiro, dentro de uma propriedade ligada ao consulado italiano, demonstra como Juiz de Fora era um caldeirão de ideais republicanos e tradições cruzadas.
Em 1913, a cidade estava no auge de seu desenvolvimento industrial, e eventos como este reforçavam os laços de fraternidade entre os diferentes grupos que construíam a identidade juiz-forana.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
488
Mechanica Mineira
O Coração Industrial do "Manchester Mineira"
Localizada estrategicamente no encontro da Avenida Barão do Rio Branco com a Avenida Presidente Getúlio Vargas, a Mechanica Mineira não foi apenas uma fábrica, mas um símbolo do pioneirismo técnico de Juiz de Fora.
Fundada em 1889 pelo engenheiro Belizário Penna, a planta era um complexo completo de metalurgia e marcenaria.
O fato de possuírem um potente motor elétrico fabricado in loco em 1901 demonstra o nível de autonomia técnica que a cidade alcançava na virada do século.
O edifício apresentava o estilo eclético, típico das construções industriais do período, com grandes vãos e detalhes em tijolos aparentes.
Sua trajetória de proprietários reflete a própria história econômica Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli (que consolidou o local como centro de ferraria e fundição).
Em nome da modernização urbana, o prédio foi demolido para dar lugar ao Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, inaugurado em 1964.
A rodoviária funcionou ali até a década de 1980, quando o transporte intermunicipal foi transferido.
Hoje, o terreno é ocupado pela sede da CESAMA, mantendo a tradição de serviços públicos essenciais naquela esquina histórica.
A imagem mostra detalhes preciosos do telhado em sheds (característicos para iluminação natural) e o quiosque à esquerda, que compunham a paisagem urbana de uma Juiz de Fora que ainda convivia com trilhos e carroças.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

487
Memórias da BCG
O Posto da Rua Roberto de Barros
Este registro fotográfico nos transporta para a década de 1960, revelando a edificação que ocupava a esquina da Rua Roberto de Barros com a Rua Francisco Bernardino (próximo à Avenida Barão do Rio Branco).
O local, hoje ocupado por um edifício moderno, era um ponto de passagem obrigatório para os cidadãos Juiz-Foranos.
O prédio abrigava o serviço de Abreu Radiografias e Abreugrafias, além de ser o centro de aplicação da vacina BCG.
Como recorda com precisão Vicente De Paulo Clemente, a visita ao local era indissociável da obtenção da Carteira de Trabalho.
O método de aplicação da época, dois pequenos riscos feitos com um instrumento semelhante a uma pena de caneta, é uma lembrança viva para muitos.
A reação vacinal, que inflamava e deixava uma cicatriz característica no braço, tornou-se uma marca de identidade de toda uma geração.
A construção apresentava uma estética industrial e funcional, com tijolos aparentes e telhado cerâmico, típica de anexos de serviços públicos ou ferroviários daquela região central.
Além da vacinação, o exame de Abreugrafia (inventado pelo brasileiro Manuel de Abreu para o diagnóstico rápido da tuberculose) era o outro pilar do atendimento realizado no local, reforçando o papel histórico de Juiz de Fora na vanguarda da saúde pública mineira.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

486
O Exterior da Estamparia Costa & Fagundes
A sede da Estamparia Juiz de Fora, localizada na Avenida Rio Branco, 2.784, destacava-se não apenas pela sua capacidade produtiva, mas pelo seu rigor estético.
Em 1925, o edifício de dois pavimentos personificava o prestígio da firma Costa & Fagundes, unindo a funcionalidade de uma fábrica à elegância urbana da principal via da cidade.
O prédio apresentava elementos marcantes que o diferenciavam das construções fabris comuns: A fachada era adornada com padrões geométricos e azulejaria (ou pintura ornamentada) em tons ocres e azulados, que conferiam um aspecto artístico ao imóvel.
As janelas em arco pleno e as sacadas com gradis trabalhados demonstram a influência do ecletismo arquitetônico, comum nas grandes metrópoles brasileiras do início do século XX.
A presença de jardins e árvores ao redor da estrutura sugere um planejamento que valorizava o paisagismo, integrando a indústria ao cenário residencial e comercial da Avenida Rio Branco.
Enquanto o interior da fábrica fervilhava com a produção de latas para mantimentos e "artísticos trabalhos sobre folha de Flandres", o exterior funcionava como o "cartão de visitas" da empresa.
Ser um grande importador de matéria-prima exigia uma sede que transmitisse solidez e modernidade aos parceiros comerciais e à sociedade Juiz-Forana.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
485
A Estamparia Juiz de Fora
O cenário industrial de Juiz de Fora, a "Manchester Mineira", era impulsionado por estabelecimentos como a Estamparia Juiz de Fora, de propriedade da firma Costa & Fagundes.
Localizada na então Avenida Rio Branco, número 2.784, a fábrica era um exemplo da modernidade tecnológica da época.
A imagem revela o interior da estamparia, onde máquinas robustas de precisão transformavam a folha de flandres (aço revestido de estanho) em objetos utilitários e artísticos. O ambiente, marcado por engrenagens e correias, era o local de nascimento de embalagens que circulavam por todo o Brasil.
A Costa & Fagundes não apenas fabricava, mas também figurava como uma importante importadora de matéria-prima.
A versatilidade da produção atendia aos mais diversos setores da economia: Latas para banha, manteiga, biscoitos (grafados na época como biscoitos) e conservas.
Além da funcionalidade, havia um cuidado estético com a litografia e o acabamento das peças.
O endereço na Avenida Rio Branco, 2.784, situa a estamparia em um eixo que, naquela década, consolidava o crescimento urbano e industrial da cidade, conectando Juiz de Fora aos grandes centros consumidores através da exportação de seus produtos industrializados.
"Estamparia Juiz de Fora", Costa & Fagundes. Artísticos trabalhos sobre folha de Flandres. Importadores de folhas de Flandres, latas de diversos formatos para banha, manteiga, biscoitos, conservas, etc. Avenida Rio Branco, 2.784. Registro de 1925.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

484
Civismo e Mobilização na Rua Halfeld
O registro captura a monumental Inauguração da Liga Mineira pelos Aliados em Juiz de Fora, no ano de 1917.
Em meio ao cenário da Grande Guerra, a "Manchester Mineira" demonstrava sua força política e social através de uma mobilização sem precedentes no coração da cidade.
A imagem revela a Rua Halfeld tomada por uma multidão diversificada, representando os pilares da sociedade da época:
A presença de colégios tradicionais e das Linhas de Tiro reforça o caráter educativo e preparatório do evento.
O Clube de Ginástica da cidade, com seus representantes, destaca a importância que a saúde e a disciplina física tinham no ideal de progresso daquele período.
O mar de chapéus e vestes claras indica uma solenidade que uniu desde a alta cúpula política até o cidadão comum e dos aliados.
No lado direito da fotografia, a Pharmacia e Drogaria Americana surge em destaque.
Seu prédio, com elegantes arcadas e letreiros imponentes, era um ponto de referência central no comércio da Rua Halfeld.
A preservação visual deste estabelecimento nesta fotografia permite observar não apenas a arquitetura, mas o cotidiano da publicidade e do consumo no início do século XX.
Ao fundo, o Morro do Imperador observa silencioso a agitação urbana, enquanto as bandeiras e flâmulas dos aliados tremulam, simbolizando o apoio de Minas Gerais à causa internacional e o orgulho local pelas obras e instituições que ali se inauguravam.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

483
Desaparecido Colégio Mineiro
Este raro registro de 1907 oferece uma visão nostálgica da principal artéria de Juiz de Fora, quando o calçamento de paralelepípedos e os trilhos dos bondes ditavam o ritmo da cidade.
O grande destaque arquitetônico da imagem é o Colégio Mineiro.
O prédio, com sua fachada imponente e detalhes ornamentais, era um dos símbolos da vocação educacional da "Manchester Mineira".
A colorização ajuda a destacar a sobriedade dos tons e a riqueza das janelas e sacadas que compunham o cenário.
Situado em um dos pontos mais nobres da Avenida, o colégio era vizinho de outras construções históricas que davam à Rio Branco um ar de boulevard parisiense.
Seguindo a tendência de modernização administrativa da cidade, o belíssimo prédio do Colégio Mineiro foi demolido.
No terreno onde outrora pulsava a vida estudantil, foi erguido o Fórum Benjamin Colucci.
A substituição da arquitetura eclética do colégio pela funcionalidade do fórum marca a transição de Juiz de Fora para uma metrópole de serviços e justiça.
Esta fotografia funciona como um portal para entender a escala humana e o refinamento estético da cidade no início do século passado.
Ver o bonde ao fundo e a arborização ainda jovem permite comparar a tranquilidade de 1907 com o movimento frenético dos dias atuais.
"O Colégio Mineiro hoje existe apenas em papel e pixels, mas sua presença nesta imagem nos lembra da elegância que moldou o DNA urbano de Juiz de Fora."
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão

482
Memória Apagada
O Instituto Santos Anjos
Este registro de 1940 apresenta a imponente fachada do Instituto Santos Anjos, localizado na Avenida Barão do Rio Branco, exatamente em frente à Rua São João.
A fotografia captura a elegância da arquitetura neoclássica que caracterizava os grandes prédios institucionais da "Manchester Mineira" na primeira metade do século XX.
O prédio possuía linhas simétricas, janelas em arco e um gradil trabalhado que conferiam sobriedade e beleza ao trecho.
A colorização destaca o tom pastel das paredes em contraste com a madeira das janelas, trazendo uma sensação de proximidade com o cotidiano daquela década.
O Instituto era gerido pelas irmãs da Congregação dos Santos Anjos, sendo um ponto de referência no ensino e na formação religiosa de gerações de jovens juiz-foranos.
Infelizmente, como muitos outros casarões históricos da Rio Branco, o prédio foi demolido para dar lugar ao crescimento vertical e comercial da cidade.
Para quem transita por Juiz de Fora atualmente, o ponto de referência mudou drasticamente: onde as alunas outrora estudavam, hoje funciona uma agência do Banco Itaú, exemplificando como o setor bancário ocupou os espaços nobres do centro histórico.
Esta imagem cumpre o papel fundamental de "janela para o passado". Através da restauração, conseguimos visualizar com nitidez os adornos da fachada e o poste de iluminação de época, elementos que ajudam a reconstruir a identidade visual de uma Juiz de Fora que se modernizou à custa de seu patrimônio edificado.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão

481
Essa Fotografia é uma relíquia.
A imagem nos transporta diretamente para a década de 1940, um período em que o Bairro Benfica consolidava sua importância como polo industrial e logístico da Zona Norte.
Esta fotografia de 1942 captura um momento cotidiano em frente ao antigo Posto de Fiscalização, localizado estrategicamente diante da Estação de Trem de Benfica.
Mais do que um registro geográfico, a imagem eterniza rostos que fizeram parte da história viva do Bairro: ao centro, a jovem Zizi Garcia, acompanhada pelo rapaz Zé Miranda.
Naquele ano, enquanto o mundo vivia os sobressaltos da Segunda Guerra Mundial, Benfica pulsava ao ritmo da Estrada de Ferro Central do Brasil e do crescimento das vilas operárias.
O Posto de Fiscalização era um ponto nevrálgico, por onde passavam mercadorias e pessoas que ajudaram a transformar o antigo distrito em um dos pulmões econômicos de Juiz de Fora.
A arquitetura simples do posto e a proximidade com a linha férrea reforçam a identidade Rodoviária e Ferroviária do bairro.
A presença de Zizi Garcia e Zé Miranda confere nome e humanidade à paisagem urbana de 84 anos atrás.
O vestuário e a atmosfera da foto são testemunhos fiéis do cotidiano juiz-forano na década de 1940.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Cruz, (In Memoriam).
480
O Adeus ao Gigante da Avenida Barão do Rio Branco
A Demolição do Stella Matutina
Esta imagem é um registro doloroso, mas necessário, da transformação de Juiz de Fora.
Em junho de 1978, o olhar atento de Jorge Couri capturou o exato momento em que as tesouras de madeira do telhado do Colégio Stella Matutina ficavam expostas ao céu, um prenúncio do fim de uma era arquitetônica na Avenida Barão do Rio Branco, próximo à esquina com a então Avenida Independência (hoje Presidente Itamar Franco).
Onde hoje pulsa o concreto do centro comercial e o fluxo intenso de veículos, antes erguia-se a imponência neogótica desta instituição que marcou gerações.
Na cena, a vida cotidiana da década de 1970 seguia seu ritmo: os icônicos ônibus da TUSMIL e o tráfego de época contrastam com a fragilidade do edifício em processo de desmonte ao fundo.
Graças ao trabalho de restauração e colorização digital, a cena ganha uma nova camada de realismo, permitindo-nos sentir a luz e as cores daquela tarde de inverno em 1978.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Jorge Couri

479
Essa imagem é um registro doloroso, mas fundamental, para entender as cicatrizes urbanas de Juiz de Fora.
Para dar lugar à modernidade representada pela Avenida Independência (hoje Avenida Presidente Itamar Franco), o poder público decidiu que o traçado da via deveria passar exatamente por onde ficava a ala esquerda do majestoso prédio da Escola Normal de Juiz de Fora (atual Instituto de Educação).
A demolição, ocorrida no final da década de 1960, não derrubou o prédio inteiro, mas sim uma de suas torres laterais e parte das salas de aula.
A fotografia mostra o esqueleto do que restou, expondo as entranhas de um edifício que foi projetado para ser simétrico e imponente.
Naquela época, a mentalidade de "progresso a qualquer custo" imperava.
A abertura da avenida visava ligar a parte baixa à parte alta da cidade (São Mateus, Cascatinha), desafogando o trânsito central.
Houve resistência de intelectuais e ex-alunos, mas a preservação do patrimônio histórico ainda não tinha a força institucional que ganhou décadas depois.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

478
Fazenda Salvaterra
A Memória de um Patrimônio que o Tempo Levou
Esta fotografia é um registro precioso de um marco histórico de Juiz de Fora que, infelizmente, não existe mais.
A sede da Fazenda Salvaterra, que por mais de um século observou o crescimento da zona sul da cidade, hoje vive apenas nas lembranças e em registros raros.
Localizada nas proximidades da atual BR-040, a cerca de 01 km da Faculdade Suprema, a fazenda foi muito mais que uma propriedade rural:
Nas décadas de 1910 e 1920, o casarão serviu como base para a formação de reservistas, sendo peça-chave na estrutura militar e social da Manchester Mineira naquele período.
Anos mais tarde, transformou-se no Hotel Fazenda Salvaterra, permitindo que muitos juiz-foranos desfrutassem de sua arquitetura colonial e do clima bucólico da região.
O relato de Carlos Marcelino de Oliveira nos ajuda a geolocalizar essa memória: a entrada se dava pela estrada da Salvaterra, logo após a lanchonete Santa Maria.
Ele recorda que, além da sede imponente agora desaparecida, o complexo contava com uma capela, símbolo da religiosidade que permeava as grandes fazendas mineiras.
Com a demolição ou desaparecimento físico da sede, esta imagem colorizada e restaurada deixa de ser apenas uma lembrança para se tornar um documento histórico essencial.
A ausência física da Fazenda Salvaterra reforça a missão de garantir que o passado não seja totalmente apagado pelo silêncio das demolições.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

477
Essa é uma das imagens mais emblemáticas da história cultural de Juiz de Fora.
A colorização traz vida a um momento em que a Rua 15 de Novembro (hoje Avenida Presidente Getúlio Vargas) era o coração pulsante do entretenimento popular na cidade.
O Cine Theatro Popular, fundado pelo mestre João Carriço, não era apenas uma sala de exibição; era um símbolo de democratização da arte.
Como bem notado no comentário de Uilmara Machado, a inauguração em 14 de agosto de 1927 foi um marco.
Naquela época, o cinema era muitas vezes frequentado pela elite em trajes de gala.
Carriço quebrou esse paradigma. O "Popular" no nome não era enfeite: ele queria que o operário, o trabalhador e as famílias mais simples tivessem acesso à sétima arte e ao teatro.
Os Cartazes na Calçada: Eles eram o "marketing" da época, pintados à mão ou impressos em grandes formatos, convidando quem passava pela calçada.
O letreiro "Teatro Popular" acima da entrada em arco, com a marquise de ferro trabalhado, mostra o charme da arquitetura eclética que dominava a Getúlio Vargas.
João Carriço foi um visionário.
Além de exibidor, ele foi um dos pioneiros do documentarismo no Brasil com o seu "Carriço Jornal", que registrava o cotidiano, as festas e as obras de Juiz de Fora, projetando essas imagens antes dos filmes principais.
Ele transformou Juiz de Fora em um polo cinematográfico respeitado nacionalmente.
A colorização destaca bem as texturas da fachada e as vestimentas das pessoas na porta (chapéus e paletós), típicos do final da década de 20.
É interessante notar como a iluminação pública (as lâmpadas pendentes na entrada) era simples, mas suficiente para criar a aura mágica das noites de estreia.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo Humberto Ferreira

476
O Solar dos Burnier é um daqueles casarões emblemáticos que personificam a "Juiz de Fora de Antigamente", representando a transição entre o apogeu da elite cafeeira e o crescimento urbano acelerado da década de 1960.
O solar estava situado em uma das esquinas mais nobres da cidade: o cruzamento da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Oscar Vidal.
Essa área era o coração residencial da elite juiz-forana antes da verticalização (construção de prédios) que tomou conta da avenida principal.
A Família Burnier
O nome remete a uma das famílias mais tradicionais da região, de origem francesa (os Diebold-Burnier).
A família teve papel fundamental no desenvolvimento ferroviário e industrial de Minas Gerais.
O casarão não era apenas uma residência, mas um símbolo de status e influência social.
A estrutura mostra um prédio de dois pavimentos com telhado de telhas de barro, múltiplas janelas com venezianas de madeira (que colorizamos em verde, um padrão comum da época) e um muro baixo que permitia a visibilidade do jardim.
Note os trilhos do bonde em primeiro plano e a fiação elétrica, mostrando uma cidade que já era moderna para os padrões da década de 1950/60, mas que ainda mantinha sua arquitetura histórica intacta.
A data provável da foto (década de 1960) captura justamente os últimos anos de glória do imóvel.
Foi nesse período que Juiz de Fora passou por um surto de "modernização" agressiva.
Muitos solares da Rio Branco foram derrubados para dar lugar a edifícios comerciais e de apartamentos.
A demolição do Solar dos Burnier é frequentemente citada por historiadores como uma perda irreparável para o patrimônio arquitetônico da cidade.
É importante destacar que este registro pertence ao acervo de Humberto Ferreira, um nome fundamental para a preservação da memória fotográfica de Juiz de Fora.
Ter essa imagem, permite que as novas gerações entendam a escala e a beleza da cidade antes da sua transformação vertical.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
475
Dispensário Eduardo de Menezes.
O imponente casarão em estilo eclético que vemos em primeiro plano era o Dispensário Eduardo de Menezes.
Ele foi peça fundamental no combate à tuberculose e outras doenças infectocontagiosas na primeira metade do século XX.
Note o refinamento das mansardas no telhado e os detalhes em relevo abaixo das janelas.
Era uma arquitetura que trazia dignidade às instituições de saúde da época.
Infelizmente foi demolido.
Sua estrutura já apresentava sinais de desgaste (visíveis nas pichações e no estado do telhado na fotografia) e o conceito de atendimento de saúde estava mudando para modelos mais centralizados e modernos.
A estrutura de tijolos aparentes que vemos em construção logo atrás do dispensário é o que viria a ser o Palácio da Saúde.
A fotografia captura o exato momento em que o "velho" (o Dispensário) ainda coexistia com o "novo" (o prédio modernista).
É um contraste brutal de estilos: as curvas e adornos do Dispensário contra as linhas retas, pilotis e a funcionalidade do Palácio da Saúde, projeto típico da arquitetura institucional brasileira daquela era.
O chão molhado reflete os paralelepípedos da Avenida dos Andradas, antes do asfalto dominar a via.
A densa rede de fios e os postes de madeira com braçadeiras complexas são marcas registradas da infraestrutura elétrica daquela década.
O homem atravessando a rua e o ciclista dão a escala humana do local, mostrando que, apesar da importância das instituições, a Andradas já era um eixo de grande circulação.
Este registro é um testemunho da verticalização e da modernização da saúde pública em Juiz de Fora, que muitas vezes sacrificou o patrimônio histórico em nome da expansão funcional.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

474
Esta imagem restaurada é um registro imponente do 2º Batalhão de Polícia Militar (2º BPM), conhecido carinhosamente como o "Dois de Ouro", localizado no bairro Santa Terezinha em Juiz de Fora.
A fotografia captura a grandiosidade da arquitetura e o paisagismo que definem essa importante Organização Militar Mineira.
Antes de se tornar a sede da Polícia Militar, esse local tinha uma função social muito diferente.
A Hospedaria Horto Barbosa foi criada para receber imigrantes que chegavam à cidade, funcionando como um centro de acolhimento e triagem. Foi um dos prédios mais históricos da região e explica por que a construção é tão vasta e imponente, projetada para abrigar grandes grupos de pessoas.
A designação "Dois de Ouro" é um título de orgulho para a unidade, refletindo sua excelência e tradição dentro da PMMG.
Na década de 1950, o batalhão já era uma força consolidada na manutenção da ordem em Juiz de Fora e região.
O bairro Santa Terezinha cresceu muito em torno desse complexo.
A Rua Santa Terezinha, onde se localiza o batalhão, é uma das vias mais tradicionais da zona nordeste.
A presença do 2º BPM transformou a dinâmica do bairro, trazendo segurança e tornando-se um ponto de referência visual para qualquer morador de Juiz de Fora.
A demolição de prédios com esse porte e importância, como o da Hospedaria Horto Barbosa representa uma perda significativa para o patrimônio arquitetônico de Juiz de Fora.
Quando o concreto vai ao chão, a fotografia passa a ser a única "escritura" real da existência do lugar.
Sem essas imagens, as gerações futuras não teriam dimensão da grandiosidade do que havia na Rua Santa Terezinha.
Se hoje o batalhão ocupa instalações mais modernas ou diferentes no mesmo terreno, a foto de 1950 serve para mostrar a evolução (ou a substituição) do espaço urbano.
É uma pena que um edifício com essa história, que serviu de abrigo para imigrantes e depois como quartel para o "Dois de Ouro", tenha sido demolido.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
473
A Inauguração do Posto de Fiscalização em Benfica
Este registro de 1948 captura um momento marcante para a zona norte de Juiz de Fora: a inauguração do Posto de Fiscalização do Estado, localizado no Bairro Benfica.
Naquela época, a atual Avenida Presidente Juscelino Kubitschek ainda era a histórica Estrada União e Indústria, a principal artéria de ligação e progresso da região.
O prédio, com sua arquitetura singular e imponente para a época, ficava estrategicamente posicionado no centro da via, entre a saudosa Casa Oliveira e a estação ferroviária.
A imagem revela não apenas a estrutura física, mas o contexto social da década de 40, com as autoridades e populares reunidos para o evento, além de um clássico veículo da época que ajuda a datar visualmente este fragmento da nossa história.
Um testemunho de quando o controle fazendário e o desenvolvimento urbano caminhavam lado a lado na expansão de Juiz de Fora.
Note o estilo Art Déco simplificado do edifício, com linhas geométricas verticais e janelas em quadrantes, típicas das construções públicas e industriais das décadas de 30 e 40 no Brasil. O formato de "torre" permitia uma visão privilegiada do fluxo de veículos que chegavam e saíam da cidade pela antiga Estrada União e Indústria.
A Estrada União e Indústria: Em 1948, esta via era o pulsar econômico de Juiz de Fora.
Como o bairro Benfica era (e é) a porta de entrada da cidade para quem vinha do Rio de Janeiro ou de Belo Horizonte, o posto servia como uma barreira fiscal essencial para o controle de mercadorias.
A proximidade com a Estação Ferroviária de Benfica (da Estrada de Ferro Central do Brasil) tornava esse ponto o verdadeiro "hub" logístico da Zona Norte.
Enquanto o posto fiscal controlava o tráfego rodoviário, a estação vizinha era o principal meio de transporte de passageiros e cargas pesadas.
A menção à Casa Oliveira é um marco afetivo para os moradores antigos.
Era um dos estabelecimentos comerciais mais importantes da região, servindo como ponto de referência geográfico num período em que o bairro ainda tinha muitas áreas abertas e menos densidade urbana.
O carro Vinho à direita (provavelmente um modelo americano do pós-guerra, como um Chevrolet ou Ford da metade da década de 40) reforça a transição para a modernidade automobilística que começava a dominar as estradas brasileiras.
Observe que os homens presentes na inauguração vestem ternos e chapéus, enquanto as autoridades e funcionários do estado usam roupas formais claras, refletindo o rigor social e a importância que se dava aos eventos cívicos naqueles tempos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Vanderlei Dornelas Tomaz

472
Residência - (Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco - 3437
Humberto Ferreira comentou: Outra visão da Escadaria que dava acesso ao Alpendre - Segundo Andar.
Na Fotografia Clovito,(Clóvis José), Tia Nancy e a Menina Madelu em 28 de Dezembro de 1952.
Acervo: Humberto Ferreira

471
Residência - (Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco - 3437
Humberto Ferreira comentou: Escadaria que dava acesso ao Alpendre - Segundo Andar.
Na Fotografia Tia Zilah em 28 de Dezembro de 1952
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

470
Residência - (Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco - 3437
Humberto Ferreira comentou: Aparecem as Janelas do Porão - Ficava no primeiro Patamar da Casa, (Fim da Escada) - Na Fotografia da esquerda para direita: Tia Zezé, Tia Zilah, Vovó Nhanhá e Tia Aparecida em 28 de Dezembro de 1952.
Para ter acesso a este local tinha que subir uma escada.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

469
Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
O Sanatório Doutor Villaça é uma daquelas peças fundamentais do quebra-cabeça histórico de Juiz de Fora.
O sanatório foi idealizado para o tratamento de doenças pulmonares, especificamente a tuberculose, que era um grande desafio de saúde pública na primeira metade do século XX. Juiz de Fora, com seu clima de altitude, era considerada ideal para esse tipo de tratamento sanatorial.
O nome homenageia o Doutor Antônio de Pádua Villaça, um médico de grande prestígio na cidade e um dos pioneiros no combate à tuberculose na região.
A observação sobre a Santa Casa de Misericórdia está correta no que diz respeito ao espaço e à gestão:
O sanatório funcionava em uma área que hoje integra o complexo hospitalar da Santa Casa, na região do Alto dos Passos.
Com o avanço dos antibióticos e a mudança no protocolo de tratamento da tuberculose (que deixou de exigir isolamento em sanatórios), a estrutura passou a ser gerida pela Santa Casa, transformando-se gradualmente em um hospital geral para atender à crescente demanda da cidade.
Embora a assistência a tuberculosos no local tenha raízes um pouco anteriores, o prédio imponente e a fase áurea do Sanatório Villaça como instituição de referência de fato coincidem com o final dos anos 30 e as décadas de 1940 e 1950.
O prédio original acabou sendo demolido para dar lugar às expansões modernas da Santa Casa, que precisava de instalações mais funcionais para a medicina contemporânea.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

468
Cartão Postal
Cadeia demolida
Atualmente o Instituto Estadual de Educação, (Escola Normal).
Rua Espirito Santo
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Como você pode notar na imagem, o prédio tinha um ar austero e sólido, com uma torre central que ostentava um relógio — um elemento de destaque para a época, ajudando a organizar o tempo da vizinhança.
O prédio serviu à segurança pública até que o crescimento da cidade e as novas demandas educacionais exigissem uma mudança.
A estrutura foi demolida para dar lugar a um projeto que refletisse o título de "Atenas Mineira".
A substituição de uma cadeia por uma escola é um símbolo poderoso do ideal de progresso daquela época em Juiz de Fora.
A educação passava a ser a prioridade absoluta para o desenvolvimento da Manchester Mineira.
No local, foi erguido o majestoso prédio da Escola Normal, inaugurada em 1930, foi projetada pelo engenheiro Lourenço Baeta Neves no estilo Art Déco. A execução da obra ficou a cargo da empresa Pantaleone Arcuri, resultando em um edifício icônico no centro da cidade, na interseção da Rua Getúlio Vargas com a Avenida Independência.
inaugurado na década de 1920. É um dos exemplares mais bonitos da arquitetura eclética da cidade, com suas escadarias e colunas icônicas na esquina das ruas Espírito Santo e Rio Branco.
Em 1903, a Rua Espírito Santo ainda era cercada por grandes terrenos e tinha um movimento muito pacato.
A presença de poucas pessoas e a rua de terra batida no postal reforçam essa atmosfera de uma cidade que estava "começando" a se tornar metrópole.
Essa foto é uma "relíquia de transição". Ela mostra uma Juiz de Fora que muitos nem imaginam que existiu, onde o centro das decisões educacionais de hoje era, no passado, o centro da repressão policial.
Muitos moradores antigos ainda guardam histórias ou ouviram relatos sobre a "transferência" dos detentos quando a cadeia foi desativada para a construção da escola.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

467
Cartão Postal
Banco de Crédito Real de Minas Gerais
Primeira sede do Banco
Parte alta da Rua Halfeld
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
O Banco de Crédito Real de Minas Gerais
Fundação e Importância: Fundado em 1889 por decreto do Imperador D. Pedro II, o Crédito Real foi o primeiro banco de emissão e crédito agrícola de Minas Gerais.
Ele foi fundamental para o financiamento da lavoura cafeeira, que impulsionou o crescimento da cidade no final do século XIX.
O prédio visto na imagem de 1903 ficava na Rua Halfeld e apresentava a elegância da arquitetura eclética que começava a dominar o centro de Juiz de Fora.
Era uma estrutura que simbolizava a solidez e a modernidade da instituição frente ao desenvolvimento urbano.
Em 1903, a Rua Halfeld já se consolidava como o principal eixo comercial e administrativo da cidade. A "parte alta" (subindo em direção ao Parque Halfeld) era o local preferido para instituições de prestígio.
O Museu do Crédito Real: Anos depois, o banco construiria uma sede ainda mais monumental no cruzamento da Rua Halfeld com a Avenida Getúlio Vargas, onde hoje funciona o Museu do Crédito Real. O museu preserva o acervo histórico dessa instituição.
Este postal faz parte daquela série histórica que permitiu aos juiz-foranos comparar a cidade do presente com a pujança do início do século XX.
Capturada apenas 14 anos após a fundação do banco, a imagem mostra a rua ainda com calçamento de pedras e a tranquilidade de uma época em que o café era o "ouro verde" que financiava esses casarões imponentes.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
466
Cartão Postal
Sociedade Italiana Umberto I
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
Sociedade Italiana Umberto I, localizada na antiga Rua 15 de Novembro (hoje a movimentada Avenida Getúlio Vargas).
Fundada em 1885, foi uma das primeiras e mais importantes associações de imigrantes da cidade. O nome é uma homenagem ao rei Humberto I da Itália.
Assim como a Sociedade Portuguesa, a Umberto I funcionava como uma rede de apoio mútuo para os italianos, oferecendo assistência médica, social e um espaço para preservar a cultura e o idioma da pátria de origem.
O prédio era um belo exemplo da influência europeia na arquitetura de Juiz de Fora, com linhas clássicas e simetria que conferiam elegância à paisagem urbana da época.
A Rua 15 de Novembro foi renomeada para Avenida Presidente Getúlio Vargas, e ao longo do século XX, tornou-se uma das principais artérias comerciais e de transporte da cidade.
Este registro captura a via ainda no início de seu desenvolvimento, com o casarão da Sociedade Italiana destacando-se em meio a uma Juiz de Fora que crescia rapidamente com o apoio da mão de obra e do empreendedorismo imigrante.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

465
Cartão Postal
Parque Halfeld, com prédio onde funcionaram um Restaurante, uma Biblioteca e uma Radio .
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Esta é uma das imagens mais icônicas da história do Parque Halfeld.
Esse pavilhão de estilo eclético (com toques góticos, como vemos nas janelas em arco da imagem restaurada) ficava localizado onde hoje é a parte central/baixa do parque e foi o coração social de Juiz de Fora por décadas.
O prédio foi inaugurado por volta de 1901-1902, durante a grande reforma que transformou o antigo Largo do Campo em um jardim de estilo inglês.
O Parque Halfeld, em Juiz de Fora, não teve um único arquiteto idealizador original, mas sua configuração marcante de início do século XX foi realizada pela empresa Pantaleone Arcuri & Spinelli, contratada pelo Coronel Francisco Mariano Halfeld em 1901.
A área, adquirida em 1854 do engenheiro Henrique Halfeld, foi reformada e inaugurada com novas características paisagísticas em 1902.
No início do século XX, abrigou um luxuoso café e restaurante, ponto de encontro da elite cafeeira e de políticos.
Era o símbolo do cosmopolitismo da "Manchester Mineira".
Posteriormente, o prédio passou a abrigar a primeira sede da Biblioteca Municipal de Juiz de Fora, antes de sua transferência definitiva.
Um dos capítulos mais charmosos é a instalação da Rádio Industrial (PRB-3) no pavilhão.
Os alto-falantes espalhados pelo parque transmitiam a programação para quem passeava pelos jardins, criando uma atmosfera única na cidade.
Infelizmente, esse prédio foi demolido em meados do século XX para dar lugar a uma visão mais "limpa" e aberta do parque, restando apenas as fotografias e cartões postais para contar essa história.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
464
Cartão Postal
Real Sociedade Auxiliadora Portuguesa
Prédio era localizado na Rua Batista de oliveira
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
A Real Sociedade Auxiliadora Portuguesa
Fundada para prestar assistência mútua, saúde e suporte social aos imigrantes portugueses que chegavam a Juiz de Fora, a sociedade era um ponto de encontro cultural e de preservação das tradições lusitanas.
O prédio, como visto na foto de 1903, exibia uma arquitetura imponente e detalhada, refletindo o prestígio da instituição.
Note os detalhes ornamentais na fachada e a presença da bandeira, elementos comuns em sedes de sociedades estrangeiras da época.
O prédio ficava na Rua Batista de Oliveira, uma das vias mais tradicionais do centro de Juiz de Fora.
Naquela época, a rua ainda mantinha um caráter que misturava residências elegantes com o início do comércio pujante.
Infelizmente, assim como muitos outros marcos arquitetônicos da "Manchester Mineira", o prédio original não existe mais nos moldes de 1903, tendo sido demolido ou profundamente transformado ao longo das décadas para dar lugar ao adensamento comercial do centro.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
463
Cartão Postal
Colégio Andrés, Internato Católico
Avenida dos Andradas
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Essa é uma peça riquíssima da memória urbana de Juiz de Fora.
Essa imagem captura um momento de transição e elegância da Avenida dos Andradas no início do século XX.
O Colégio Andrés (ou Internato Andrés) foi uma instituição de ensino católica de prestígio. Em 1903, Juiz de Fora já se consolidava como o "Atenas Mineira", atraindo famílias de toda a região que buscavam educação de elite para seus filhos.
A imagem revela o estilo eclético típico da época, com detalhes em pedra na fachada e as clássicas venezianas de madeira. O ambiente de "internato" exigia essas grandes estruturas que mesclavam residência e salas de aula.
Observe que em 1903 a via ainda era de terra batida, frequentada por charretes e cavalos, como bem ilustra o detalhe do veículo à direita.
A arborização era vasta e o clima era quase de uma "chácara urbana".
O colégio ficava em uma área que viria a ser o coração estudantil e residencial da cidade, próximo ao que hoje é o Complexo do Museu Mariano Procópio e outras instituições tradicionais.
Essa imagem é um testemunho de uma Juiz de Fora que crescia sob a influência da Igreja e da elite cafeeira, antes da explosão industrial e verticalização da região central.
O letreiro "COLLEGIO ANDRES" no frontão da entrada ajuda a datar e localizar com precisão o imóvel, algo que nem sempre é fácil em fotos de rua daquele período.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

462
Cartão Postal
Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Avenida Barão do Rio Branco
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O Edifício: Sanatório Doutor Villaça
Origem: Inaugurado em 1898, foi uma das primeiras grandes estruturas hospitalares da região. Inicialmente, o foco era o tratamento de doenças pulmonares, especialmente a tuberculose, que era o grande flagelo da época.
O estilo neoclássico e eclético, com os três corpos principais interconectados, era típico das grandes instituições do final do século XIX, projetadas para garantir ventilação e luz solar (essenciais para os "sanatórios").
Uma homenagem ao Doutor José de Villaça, médico de grande relevância que lutou pela melhoria das condições sanitárias da cidade.
A Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora já existia como instituição, mas funcionava em sedes mais modestas. Com o tempo e a necessidade de expansão, a estrutura do Sanatório Villaça foi absorvida e integrada ao complexo hospitalar.
O prédio que vemos na foto foi demolido posteriormente para dar lugar às alas modernas e verticais que conhecemos hoje na Avenida Rio Branco. Ver essa imagem de 1903 é ver o "DNA" arquitetônico que permitiu à Santa Casa se tornar o gigante regional que é atualmente.
Note que em 1903, a vegetação e o terreno ao redor eram muito mais rústicos. A "Lembrança de Juiz de Fora" impressa no topo indica que a cidade já se orgulhava de ser um polo de modernidade e saúde para o Brasil.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
461
Cartão Postal
Mechanica Mineira Fundada em 1889
Fundição de ferro entre Avenidas Presidente Getúlio Vargas e Avenida Barão do Rio Branco.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
Mechanica Mineira, um dos pilares do parque industrial que deu a Juiz de Fora o título de "Manchester Mineira", esse era o coração tecnológico da cidade no século XIX.
Fundada em 1889, o mesmo ano da Usina de Marmelos e da Proclamação da República.
Foi criada para suprir a necessidade de máquinas e peças para as outras indústrias que surgiam, especialmente as têxteis e as de café.
O engenheiro Belizário Penna foi quem Fundou, idealizou e colocou a fundição em funcionamento em 1889.
Ele era um técnico de altíssimo nível, o que explica a qualidade das máquinas e das peças produzidas ali, que eram premiadas em exposições.
A empresa foi essencial para que Juiz de Fora produzisse seus próprios equipamentos de moagem de café e peças de reposição para as fábricas têxteis, garantindo a autonomia tecnológica da cidade.
Era uma fundição de ferro e oficina mecânica de precisão.
Fabricava desde implementos agrícolas e portões de ferro trabalhado até máquinas complexas.
Grande parte do ferro que vemos em casarões antigos de Juiz de Fora saiu dessa fábrica.
A fábrica ocupava um terreno privilegiado no encontro das duas principais artérias da cidade: a Avenida Presidente Getúlio Vargas (antiga Rua da Imperatriz) e a Avenida Barão do Rio Branco (antiga Rua Direita).
Atualmente o cenário é completamente diferente, dominado por prédios comerciais e o intenso tráfego do centro, mas a estrutura imponente que vemos na foto de 1903 dominava a paisagem urbana da época.
Arquitetura Industrial: Note o estilo eclético com toques germânicos (o "enxaimel" visível nas partes superiores laterais).
A fachada principal com o frontão decorado mostra que, na época, as fábricas eram verdadeiros monumentos de prestígio.
Bem à frente da entrada, na restauração, destaca-se um lampião de ferro trabalhado, símbolo do pioneirismo da iluminação pública que discutimos anteriormente.
A fotografia de 1903 mostra as avenidas ainda em terra batida, contrastando a modernidade da fábrica com a infraestrutura urbana que ainda estava se desenvolvendo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
460
Cartão Postal
Fabrica de sacaria para café que funcionou
Rua Roberto de Barros.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001
A Fábrica: Inaugurada por volta de 1890, a fábrica era especializada na produção de sacaria de juta (aniagem) para o transporte de café, atendendo à enorme demanda das fazendas da Zona da Mata e do estado do Rio de Janeiro.
Localizava-se na Rua Roberto de Barros, no centro de Juiz de Fora. Era estrategicamente posicionada próxima à linha férrea, facilitando o escoamento da produção.
A imagem de 1903 mostra a estética industrial clássica da época, com janelas amplas para iluminação natural e o letreiro pintado diretamente na fachada, uma característica marcante das indústrias daquele período.
Os Ornstein foram figuras proeminentes na industrialização local.
Além da fábrica de sacaria, a família teve forte atuação no comércio e na vida social de Juiz de Fora, contribuindo para que a cidade se tornasse o maior polo industrial de Minas Gerais naquela época.
Na foto, é possível ler claramente "FABRICA DE ANIAGENS ORNSTEIN & COMP". O termo "aniagem" caiu em desuso no vocabulário comum, mas era o nome técnico para o tecido grosseiro de cânhamo ou juta.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

459
Cartão Postal
Teatro Juiz de Fora construído por Alfredo Ferreira Lage na Rua Espirito Santo.
Postal publicado pelo jornal Tribuna de Minas em 2001.
O teatro foi construído por Alfredo Ferreira Lage (fundador do Museu Mariano Procópio). Ele foi um grande entusiasta das artes e da preservação histórica.
Situava-se na Rua Espírito Santo, entre as ruas Batista de Oliveira e a Avenida Rio Branco.
Era o centro do entretenimento refinado da cidade na época.
A fachada, visível na foto, apresenta um estilo eclético com elementos neoclássicos. Note o letreiro "THEATRO" no frontão e as sacadas trabalhadas, que a sua colorização ajudou a destacar maravilhosamente.
A "Manchester Mineira": Em 1903, Juiz de Fora vivia uma explosão de riqueza vinda da indústria e do café.
O teatro era o ponto de encontro da elite, recebendo companhias líricas europeias e grandes concertos.
A Rua Espírito Santo: No início do século XX, essa rua era uma das mais elegantes.
A foto mostra o calçamento de pedras (pé-de-moleque) típico do período.
O teatro original infelizmente não existe mais (foi demolido para dar lugar a novas construções), o que torna este postal um documento visual raríssimo da arquitetura desaparecida da cidade.
Muitas das fotos dessa época foram feitas pelo próprio Alfredo Ferreira Lage ou por fotógrafos contratados por ele (como Francisco Sancassani, cujo nome aparece discretamente no canto inferior direito de alguns postais da época, como visto na sua imagem).
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

458
Escola São Jorge
A Rua Barbosa Lima, no coração do Centro, era um polo educacional e comercial importante.
Ter uma escola ali facilitava o acesso de famílias de diversos bairros, como o Poço Rico e o Granbery.
A "extinta Escola São Jorge" ocupava casarões que eram típicos daquela região central, antes da verticalização intensa que ocorreria nas décadas seguintes.
O Professor Saleh (muitas vezes lembrado como Saleh Wassouf) era uma figura central na educação privada da cidade.
Diretores/Proprietários daquela época costumavam ser figuras de grande autoridade e respeito, muitas vezes atuando também como professores em sala de aula.
A escola não era apenas um negócio, mas uma extensão da filosofia educacional do seu mestre.
O fato de ele entregar pessoalmente o diploma demonstra a proximidade e a importância dada ao rito de passagem do Curso Primário.
Em 1958, o Brasil vivia os anos dourados do governo Juscelino Kubitschek. Na educação:
A formatura do "Primário" (o que hoje corresponderia aos primeiros anos do Ensino Fundamental) era um evento de gala. Como vemos na foto, as crianças vestiam-se formalmente (camisa branca impecável) e as solenidades contavam com a Bandeira Nacional, reforçando o civismo.
Receber o diploma de "Grau Primário" era uma conquista significativa, pois muitos alunos paravam de estudar após essa fase para ingressar no mercado de trabalho ou em cursos profissionalizantes.
A presença da bandeira do Brasil ao fundo é um elemento clássico das fotos escolares da época, simbolizando o dever cívico.
O olhar atento e respeitoso do jovem Luiz Cipriano para o Professor Saleh mostra a hierarquia e a admiração que definiam a relação aluno-mestre naqueles anos.
Este é mais um registro precioso, pois documenta não apenas uma instituição que não existe mais fisicamente, mas um método de ensino e uma etiqueta social que definiram Juiz de Fora em meados do século XX.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Luiz Cipriano da Silva

457
Mansão da Família Tostes
A mansão pertencia a uma das famílias mais tradicionais e influentes de Juiz de Fora, os Tostes (nome intimamente ligado à história do Banco de Crédito Real e à industrialização da cidade).
Ocupava um terreno enorme e privilegiado, que ia da Rua Santo Antônio até a Rua Constantino Paleta.
A foto mostra a entrada pela Rua Santo Antônio.
É possível ver, ao fundo e através da vegetação densa, a escadaria que levava ao casarão e parte da fachada com seus arcos e colunas.
O veículo que aparece no canto inferior esquerdo (um Chevette ou similar, comum na época) ajuda a datar a cena e dá a escala da calçada.
No lado direito, a placa "Grupo Solar" já indica a transição comercial da área.
O casarão, nesse período, já enfrentava o avanço imobiliário que acabaria por demolir grande parte das mansões históricas do centro.
Nota-se que na década de 80 a vegetação já estava bem crescida e o muro apresentava marcas do tempo, características de imóveis que estavam prestes a passar por grandes mudanças ou demolições.
Infelizmente, como ocorreu com muitos palacetes da Rua Santo Antônio e da Avenida Rio Branco, a mansão foi demolida para dar lugar a empreendimentos modernos. Hoje, o terreno onde ficava essa entrada e o corpo principal da casa abriga edifícios residenciais e comerciais (como o Edifício Solar Santo Antônio e áreas adjacentes).
Neste registro da década de 1980, vemos a imponente entrada da Mansão da Família Tostes.
Localizado em um dos terrenos mais nobres do centro, o casarão possuía um acesso principal pela Rua Santo Antônio e outro pela lateral, na Rua Constantino Paleta.
A imagem captura um momento de transição: através das grades e da densa vegetação, ainda era possível vislumbrar a escadaria e a arquitetura clássica que outrora recebeu as festas mais elegantes da sociedade juiz-forana. À direita, uma placa do "Grupo Solar" já sinalizava as mudanças que o progresso imobiliário traria para aquele quadrilátero.
Muitos leitores certamente se lembrarão de caminhar por esta calçada e olhar com curiosidade para dentro deste "jardim secreto" no coração da cidade. Hoje, restam apenas as fotos para nos lembrar da grandiosidade da Manchester Mineira que se foi.
Década de 1980.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

456
Elegância e Tradição na Rua Halfeld: A L’astorina & Cia
Rua Halfeld - 615
Telefone - 41
Carmem Benevenuto comentou: Fábrica de meias e gravatas do meu Bisavô Francesco L'astorina e em 1923 esta empresa foi premiada.
A informação de Carmem Benevenuto sobre a fábrica de meias e gravatas de seu bisavô, Francesco L’astorina, é preciosa.
Naquela época, a "Manchester Mineira" não era feita apenas de grandes tecelagens, mas também de manufaturas especializadas de alta qualidade.
O prêmio recebido em 1923 provavelmente refere-se à Exposição Internacional do Centenário da Independência (ou exposições estaduais de destaque), onde produtos de Juiz de Fora eram frequentemente laureados pela qualidade técnica e sofisticação, competindo com produtos importados da Europa.
A fachada é riquíssima em detalhes.
Note o frontão trabalhado com brasões e os balcões em ferro batido. É o estilo que dava à Rua Halfeld a fama de "Paris mineira".
Os toldos (que colorizamos em um tom de vinho clássico) serviam tanto para proteção solar quanto para convidar o cliente a apreciar as vitrines. A presença de cavalheiros vestidos de branco e chapéu palheta (estilo boater) indica a elegância do cotidiano da época.
À esquerda, vemos parte de um prédio com a inscrição "RCIO" (provavelmente Comércio), mostrando a densidade de negócios vizinhos.
Elegância e Tradição na Rua Halfeld: A L’astorina & Cia.
Voltamos à década de 1920 para contemplar a fachada da L’astorina & Cia, situada na Rua Halfeld, 615. Com o telefone de número "41", a empresa era um símbolo de prestígio no centro comercial de Juiz de Fora.
Fundada por Francesco L’astorina, a casa era especializada na fabricação de meias e gravatas, produtos que rendiam à empresa reconhecimento nacional, incluindo uma importante premiação em 1923.
É fascinante observar a elegância dos transeuntes e a arquitetura detalhada que, infelizmente, muitas vezes se perde sob letreiros modernos.
Um agradecimento especial a Carmem Benevenuto, bisneta do fundador, por compartilhar as memórias que dão vida a este registro.
Provavelmente década de 1920
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carmem Benevenuto

455
Bairro São Mateus
Rua Luiz Dets esquina com Rua Cândido Tostes
Residência, (Demolida).
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

454
Antiga casa em estilo normando
Foi demolida e atualmente no local o Edifício Rossi
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Edifício Top Center
David Tavares Ladeira comentou: Ficava entre as Ruas Floriano Peixoto e Afonso Pinto da Mota
Ao lado do antigo Cine Excelsior
Foto provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Beatriz Paiva
453
Residência
A residência do Doutor José Olímpio, na Avenida Barão do Rio Branco, é um exemplo clássico da arquitetura eclética que dominava a principal via da cidade antes da verticalização intensa.
A fotografia mostra uma casa de dois pavimentos com detalhes ornamentais refinados, como as colunas trabalhadas na varanda superior e os arcos.
Existia um consultório na porta do meio ajuda a entender como essas grandes residências eram multifuncionais: a vida privada da família acontecia no andar de cima, enquanto a vida profissional (o consultório dentário) ocupava o térreo, integrando-se diretamente com o movimento da calçada.
Ficava Praticamente em frente ao Círculo Militar e à Rua Oswaldo Aranha, ao lado da casa de Ulysses Mascarenhas, coloca essa residência em um dos trechos mais nobres e movimentados da Rio Branco na década de 1960.
Era uma área onde residiam importantes figuras da sociedade local, médicos, dentistas e empresários.
A Kombi azul e branca "corujinha" e o caminhão de entrega (possivelmente da Coca-Cola, como indica o logotipo circular amarelo) são símbolos máximos dos anos 60 no Brasil.
O calçamento de paralelepípedos e a fiação aérea baixa mostram uma cidade que ainda preservava um ar mais pacato, apesar de já ser um polo industrial e de serviços.
A menção ao Doutor José Olímpio mudando seu consultório para a Galeria Azarias Vilela, ao lado do Cine Central, traça um roteiro da história comercial de Juiz de Fora.
Muitos profissionais liberais migraram das casas de rua para as galerias do centro (como a Azarias Vilela, a Pio X e a Estrela) à medida que os casarões da Rio Branco eram demolidos para dar lugar a prédios ou agências bancárias.
É uma "foto-memória" que ajuda a reconstruir a biografia da Avenida Rio Branco, que já foi chamada de "rua mais bonita do Brasil" por causa dessas palacetes e residências charmosas.
Provavelmente década de 1960
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
452
Avenida Barão do Rio Branco
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
O Colégio Mineiro (Atual Fórum Benjamin Colucci)
O prédio imponente ao fundo é o Colégio Mineiro, fundado em 1894.
Em 1934, ele ainda funcionava como uma das instituições de ensino mais prestigiadas do estado.
Sua fachada neoclássica dominava a perspectiva da Avenida Barão do Rio Branco.
Em 1934, o Parque Halfeld já era o coração social da cidade.
Note que o desenho dos canteiros e a densidade da vegetação eram diferentes.
Era o local das retretas, dos encontros da elite local e dos passeios de domingo.
Naquela época, a integração do parque com a avenida era muito fluida, um verdadeiro jardim público de estilo europeu no meio da "Manchester Mineira".
Em 1934, os bondes elétricos eram os donos da avenida.
O sistema de bondes de Juiz de Fora era um dos mais modernos do país.
A avenida ainda preservava um charme de Belle Époque, com luminárias trabalhadas e pouquíssimos automóveis. Os carros que circulavam eram modelos "calhambeques" (Fords Bigode e similares).
A cidade era horizontal. O horizonte era limpo, permitindo ver as montanhas ao redor com clareza.
Não havia os grandes edifícios de concreto que hoje cercam o Parque Halfeld. A paisagem era composta por telhados de barro e fachadas ornamentadas.
Esta imagem é o retrato de uma Juiz de Fora que ainda respirava o café e a industrialização têxtil, antes de se tornar a metrópole verticalizada que conhecemos.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

451
Colégio Stella Matutina, (Demolido).
No final da década de 1920, o colégio já era uma referência na educação feminina em Juiz de Fora.
A instituição foi fundada por religiosas da Congregação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo.
O prédio imponente, que você possivelmente vê em fotos da época, é um marco da arquitetura educacional da cidade.
Em 1927, Juiz de Fora passava por diversas obras de infraestrutura, incluindo melhorias em bondes e iluminação, o que facilitava o acesso a colégios localizados em áreas centrais.
Naquela época, o colégio oferecia desde o ensino primário até cursos voltados para a formação de normalistas, (professoras).
A disciplina e a formação religiosa e moral eram pilares do ensino.
Alunas de diversas partes da região e até de outros estados estudavam lá, muitas vezes em regime de internato.
O colégio era um ponto de encontro da elite intelectual e social da época.
Data Provável 1927/1928
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
450
Casa América
Rua Halfeld lado direito sentido Rua Batista Oliveira
Quase em frente ao Banco Brasil
Sergio Ibraim Bechara comentou: Pertenceu a família de Alfredo Monteiro
Maria José Monteiro Zeze comentou: Esta foto é da inauguração das vitrines A Loja já existia há muito tempo ...meu pai Monteiro Viana entrou como sócio do Senhor Pinho em 1937 ...Casa da América ...Rua Halfeld 657 ...
Logo abaixo do cine Central ...telefones na época 1098 e 1001
Loja de ferragens e louças ...tradicional por muitos anos em nossa cidade.
Provavelmente década de 1950.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

449
Residência da Família Salgado.
O imóvel foi projetado pelo arquiteto e construtor Arthur Arcuri, (da renomada firma Pantaleone Arcuri) por volta da década de 1930.
A casa é um exemplo de arquitetura residencial com influências do estilo Art Déco e do ecletismo.
O apelido surgiu devido às suas janelas e sacadas em ângulo, (o chamado "estilo bay window"), que se projetam para fora da fachada. Quando vistas em sequência, essas saliências criam um efeito visual de "ziguezague" ou do fole de uma sanfona, daí o nome popular.
A residência ocupava um lugar de destaque no crescimento da cidade, marcando a transição entre o centro histórico e a expansão para a região sul (onde hoje está o Hospital Monte Sinai e o Shopping Independência).
Por décadas, servir como referência geográfica ("ali perto da Casa Sanfona") para os moradores locais.
A casa fez parte do acervo arquitetônico da cidade que remete ao período de ouro da construção civil em Juiz de Fora, quando a família Arcuri transformou a estética urbana com edifícios modernos e arrojados para a época.
Interessante notar que essa região de Juiz de Fora passou por imensas transformações geográficas.
No início do século XX, muitas dessas avenidas eram cercadas por cortes de terra crua, (os barrancos de terra vermelha, típicos da Zona da Mata Mineira), antes da urbanização completa e do asfaltamento das avenidas Independência e Avenida Barão do Rio Branco.
A Casa Sanfona é mais uma das perdas irreparáveis do patrimônio histórico de Juiz de Fora.
A casa foi demolida para dar lugar ao processo de verticalização e expansão urbana da cidade. Naquela esquina (Barão do Rio Branco com a então Avenida Independência), o valor do terreno superou o interesse na preservação da memória arquitetônica.
Atualmente, o espaço que abrigava a residência e seu estilo único é ocupado por edifícios comerciais e residenciais modernos que caracterizam o cruzamento de duas das vias mais movimentadas da cidade.
Década de 1960]
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: Juiz de Fora em imagens

448
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio e Capela do Stella Matutina em 1940, (Demolido).
Data do final do século XIX a criação de escolas secundárias e, posteriormente, de escolas superiores, destinadas a formação de mão de obra.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
447
Praça Almirante Tamandaré
Atualmente Praça CEU
Uma rara publicação que tenho em minha biblioteca é o "ÁLBUM DO PRIMEIRO CENTENÁRIO DE JUIZ DE FORA", publicado no início dos anos 50.
A publicação traz 305 figurinhas/fotos de personalidades, lugares, igrejas, monumentos, escolas e outras imagens da cidade naquele momento
Uma delas é a que publico:a praça Almirante Tamandaré (erroneamente chamada no álbum de "Praça Rio Branco") onde foi construída a Praça C.E.U., em Benfica/Araújo, FEEA.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Vanderlei Dornelas Tomaz

446
Antiga Capela do Colégio Stella Matutina que Posteriormente veio a sediar uma Galeria de Arte em Fevereiro de 1986
Construção de 1926 foi demolida em 1986, atualmente no local encontra-se um prédio empresarial e um Banco.
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Presidente Itamar Franco (antiga Avenida Independência).
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia: Márcio Assis
Acervo: Valeria Neves De Freitas Oliveira

445
Escola Normal
Pátio externo
Segundo informações o prédio que aparece ao fundo foi demolido.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

444
Residência da família Ciampi
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto
Ficava ao lado do Diários Associados
Foi também sede do Prontil e posteriormente o Churraspeto
Atualmente e um estacionamento ao lado do Banco Santander e dos moveis Parma.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

443
Fazenda do Juiz de Fora em Ruínas
Era Localizada na Avenida Sete de Setembro
A Fazenda do Juiz de Fora, (também chamada de Fazenda Velha), ficava exatamente onde mais tarde funcionou a famosa Boate Sayonara, na margem esquerda do Rio Paraibuna.
consequentemente da cidade — surgiu porque o seu proprietário original, o Dr. Luiz Fortes de Bustamante e Sá, detinha o cargo de "Juiz de Fora" (um magistrado nomeado pela Coroa Portuguesa para atuar onde não havia juízes locais).
Naquela época (século XVIII), não havia cidades, apenas matas e o Caminho Novo.
Os tropeiros e viajantes usavam a fazenda como ponto de referência. Eles diziam: "Vou fazer uma parada lá no Juiz de Fora" ou "Nos encontramos na fazenda do Juiz de Fora". Com o tempo, o cargo do proprietário virou o nome da localidade.
O Casarão: Era um sobrado imponente de arquitetura colonial. Ele foi o centro administrativo e social da região por décadas.
Infelizmente, esse marco histórico foi demolido na década de 1940. No local onde ficava o casarão, foi erguida anos depois a construção que abrigou a Boate Sayonara, um ícone da vida noturna de Juiz de Fora no século XX.
Atualmente, nem a fazenda nem a boate original existem mais da forma como eram, mas o terreno permanece como o "marco zero" histórico da identidade juiz-forana.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

442
Casa Cristiano Horn e Bar Marrocos
Rua Halfeld - 678
Atualmente neste local esta localizada a agencia do Banco do Brasil.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz

441
Bondes em Juiz de Fora
Em 1880, Félix Schimidt e Eduardo Batista Roquete Franco, assinaram um contrato com o Governo Provincial para a construção e uso de uma linha Férrea para Bondes
Eles construíram a Companhia Ferro Carril Bondes de Juiz de Fora
A cidade foi a primeira de Minas Gerais a ter Bondes, em 1881, foi inaugurada a primeira linha com tração animal
O trajeto era: Rua do Imperador, Halfeld, Rua do Comércio, Espírito Santo e Rua Direita.
Em junho de 1906, começa a circular os primeiros Bondes elétricos trazidos pela Companhia Mineira de Eletricidade
Os Bondes pararam de circular no dia 09 de abril de 1969, e alguns poucos foram doados para clubes e escolas
Um dos Bondes que fazia a linha São Mateus e outro que transportava crianças para o jardim da infância foi levado para o Parque da Lajinha
Em 1988, estes bondes foram declarados de interesse cultural para o Município
Ponto final do Bonde em 1960 - entre a Avenida Barão do Rio Branco, Rua São João e Rua Santa Rita.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

440
Cine arte Palace
Em cartaz Mulheres Liberadas
Rua Halfeld - 581
Provavelmente década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

439
Bairro Mariano Procópio
Rua Duarte de Abreu
Cine Rex e ao ao lado do podemos ver parte do Colégio Mariano Procópio
Luizmar Fernandes de Mello comentou: Quem se lembra do Senhor Miguel ,lanterninha do Rex ?
Era a brabeza em pessoa.
Demolido em Junho de 2025.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

438
Vista Panorâmica
Avenida Barão do Rio Branco
Parque Halfeld.
Estava sendo feita a demolição do antigo Edifício Clube Juiz de Fora.
E Construção da Santa Casa, como podem ver ao fundo.
Início da década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

437
A Estação de Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG), é um marco fundamental da história ferroviária brasileira.
Inaugurada em 20 de novembro de 1876 pela Estrada de Ferro Dom Pedro II (que se tornaria a Central do Brasil em 1889), ela originalmente se chamava Estação de Rio Novo. O nome foi alterado em 1881 para homenagear o Comendador Mariano Procópio Ferreira Lage, o idealizador da Rodovia União e Indústria e diretor da ferrovia, que havia falecido anos antes.
A estação operava com bitola mista (três trilhos). Isso ocorria porque ela servia de ponto de integração entre duas ferrovias com padrões técnicos diferentes:
Bitola Larga (1,60m): Da Estrada de Ferro Central do Brasil, que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.
Bitola Estreita (1,00m): Utilizada pelo ramal que partia dali em direção a Bom Jardim de Minas, operado inicialmente pela Viação Sapucaí (que depois se tornaria parte da Rede Mineira de Viação - RMV).
A foto que estamos trabalhando (do Álbum de Juiz de Fora de Albino Esteves, 1915) registra exatamente esse momento, mostrando os trilhos extras e, curiosamente, os bondes elétricos que passavam ao lado da estação, na Rua Mariano Procópio.
A estação não era apenas um ponto de carga; ela ficava estrategicamente próxima à Villa Ferreira Lage (hoje o Museu Mariano Procópio). No início do século XX, a área era um polo industrial e cultural, com fábricas de tecelagem e a proximidade do primeiro museu de Minas Gerais.
Com o tempo, o entroncamento para Bom Jardim de Minas foi deslocado para o norte (Benfica), e a bitola métrica foi retirada. A estação continuou atendendo passageiros, especialmente o famoso trem de subúrbio conhecido como Xangai, que ligava Matias Barbosa a Benfica. O serviço de passageiros foi extinto em 1996.
A cobertura metálica da plataforma (gare), que aparece na sua foto original, era considerada única em toda a Linha do Centro. Infelizmente, essa estrutura foi destruída por um acidente com um trem de carga em 2004 e não foi reconstruída durante as restaurações recentes do prédio.
Fotografia do Álbum de Juiz de Fora, Albino Oliveira Esteves de 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
436
Bairro de São Mateus
O Ginásio Bicalho foi fundado em 7 de janeiro de 1911. Seus fundadores foram o Capitão Torquato Bicalho e sua esposa, Dona Áurea Gregorina Bicalho.
Dona Áurea Bicalho: Foi a primeira diretora e uma figura extraordinária. Intelectual negra de destaque em uma época de imenso preconceito, ela foi uma educadora respeitadíssima, sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico de Juiz de Fora e homenageada diversas vezes pela sua contribuição à cultura e educação mineira.
O colégio funcionava no bairro São Mateus, na Rua São Mateus, entre as ruas Coronel de Barros e Pedro Escapim.
O prédio possuía uma arquitetura imponente para a época, com características que remetiam ao estilo neoclássico simplificado, comum em grandes casarões e escolas do início do século XX.
Diferente de muitas escolas da época que eram confessionais (ligadas à Igreja), o Ginásio Bicalho era uma instituição particular que se destacava pela qualidade do ensino secundário. Ele preparou gerações de jovens juiz-foranos para o ingresso em faculdades e para a vida pública.
Infelizmente, o prédio original do Ginásio Bicalho foi demolido.
A demolição é frequentemente citada por historiadores locais como uma perda significativa para o patrimônio arquitetônico da cidade.
Próximo à área onde ficava o ginásio, no próprio bairro São Mateus, existe a Rua Engenheiro Bicalho.
Embora o nome da rua homenageie o engenheiro Francisco Bicalho (que trabalhou na Comissão Construtora de Belo Horizonte), o sobrenome Bicalho é profundamente ligado à identidade dessa região do bairro devido à antiga presença do colégio.
Carteiras Escolar do Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

435
Bairro Alto dos Passos
Avenida Barão do Rio Branco - 3596, esquina com a Rua Doutor José Cesário
Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo, (EEHB), foi a terceira escola criada em Minas Gerais, fundada pelo interventor Doutor João Tavares Corrêa Beraldo em 1946, e recebeu esse nome em homenagem a sua esposa.
Atualmente no Local o Edifício Residencial e Comercial La Defense.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

434
Largo do Riachuelo
Saudoso Jardim da Infância Mariano Procópio
Demolido para dar lugar àquele ao Monumento das Forças Armadas, apelidado de Chapelão.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

433
Igreja da Glória que infelizmente foi consumida por incêndio
O padre Braz Delfino Vieira, CSsr, através de uma mensagem nos informa o seguinte:
"A construção da igreja da Glória dos Alemães começou 1878, e em 1879 foi solenemente consagrada (Tese de mestrado da Srta Paloma Rezende de Oliveira). Capelães: Frei Antônio Américo Hoffer Prags (1869 a 1883; Padre Roque Caetani (1883 a 1884) e Padre Adolfo Januska (de julho de 1889 até 19 de fevereiro de 1893 (data de sua morte).
Em 20 de fevereiro de 1904, assumiram os Redentoristas, sendo criado por Dom Silvério Gomes (bispo auxiliar De Dom Antônio Coreia de Sá e Benevides, bispo de Mariana, MG) o Curato de Nossa Senhora da Glória, no Morro dos Alemães."
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Texto: Padre Braz Delfino Vieira, Missionário Redentorista, da Paróquia Nossa Senhora da Glória.
Fonte: https://www.facebook.com/groups/194771340656735/?tn-str=*F

432
Avenida Barão do Rio Branco em 1934
Foto provavelmente tirada do Edifício Clube Juiz de Fora
Podemos ver a esquerda o Parque Halfeld e ao Fundo o Colégio Mineiro
Atualmente Fórum Benjamin Colucci.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

431
Residência da Família Assis,(Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Maria José Monteiro Zeze comentou: Situava-se em frente ao colégio Stella Matutina.
Tinha um muro de pedras baixo e a rapaziada ficava sentada nele vendo a saída das alunas.
José Eduardo Araújo comentou: Foi a loja da Atel e da Encol, atualmente funciona um estacionamento, cujo terreno foi acrescido com o sobrado que existia.
Provavelmente década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

430
Bairro São Mateus
Residência na Rua Carlos Chagas - 21
Pertenceu a Família Côrtes de Araújo.
Infelizmente foi demolida em 2008
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia datada de 1969
Acervo: Waldir Domingues de Araújo

429
Rua Espírito Santo, esquina com Rua Henrique Surerus.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

428
Bairro São Mateus
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho, (Demolido).
Fundado em 7 de Janeiro de 1911, pelo Capitão Torquato Bicalho e Dona Áurea Gregorina Bicalho, que foi a primeira diretora.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

427
Bairro Nova Era
Neste local hoje se encontra as instalações do Colégio Militar
Década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Léo de Oliveira II
426
Funcionou na Rua da Gratidão, (Morro da Gloria).
Atualmente Avenida dos Andradas.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

425
Cartão Postal
Parque Halfeld
Biblioteca Municipal, (Demolida).
A criação de uma biblioteca pública em Juiz de Fora foi proposta em 1888, pelo vereador Fonseca Hermes e inaugurada oficialmente em 28 de dezembro de 1897, no prédio da Câmara Municipal.
É considerada a instituição cultural mais antiga em funcionamento na cidade e no ano de 1982 recebeu o nome de Biblioteca Municipal Murilo Mendes em homenagem ao poeta juiz-forano.
A Biblioteca passou por diversas sedes até que, em 1996, instalou-se definitivamente no complexo do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, na Avenida Getúlio Vargas, 200, centro.
Em 2001 foi criada a Associação de Amigos da Biblioteca Municipal Murilo Mendes – AABIM – MM, que implementa ações para a revitalização dos serviços da Biblioteca.
Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/biblioteca/historia.php. Acesso em: jan. 2016.
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Desde a sua criação constitui-se como um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Situado entre as suas principais ruas - Halfeld, Marechal Deodoro e Av. Barão do Rio Branco - pode ser considerado, além de área de lazer, um centro político e religioso da cidade.
Com o nome de Largo Municipal, foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome de Juiz de Fora. A área foi adquirida pela Câmara Municipal, em 1854, do engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e nessa época o parque não contava com calçamento.
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e a segunda intervenção urbanística aconteceu em 1901, quando o Largo Municipal foi completamente remodelado pela Cia. Pantaleone Arcuri e Spinelli com o financiamento de Francisco Mariano Halfeld, filho do engenheiro Henrique Halfeld , passando, em virtude disso, a chamar-se Parque Halfeld.
Fizeram levantamento de canteiros, abertura de ruas, fechamento de outras, um pavilhão central, uma casa para o guarda do jardim, repuxos, lagos, pontes e casas rústicas, reforma do gradil, entre outros. O pavilhão, construído em estilo eclético, foi mais tarde sede da Biblioteca Municipal.
Novas reformas paisagísticas aconteceram durante as décadas de 50 e 60 tendo a última ocorrido em 1981, quando o Parque Halfeld teve diversas árvores derrubadas e sua área de terra e areia substituídas por novos passeios de pedra portuguesa. Os únicos elementos remanescentes do projeto de 1901 são a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu e o lago.
O Parque foi tombado pela Prefeitura em 29 de dezembro de 1989.
Disponível em: http://pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/parque_halfeld.php.
Provavelmente década de 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

424
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Parque Halfeld
Inauguração da Sede da Segunda Biblioteca Municipal, Pois a Primeira foi Demolida.
Discurso do Doutor João Penido Filho em Outubro de 1934.
Esta também Demolida no Final dos anos de 1960.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

423
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Era localizada no interior do Parque Halfeld.
A Biblioteca Municipal foi redesenhada pelo arquiteto Raphael Arcuri, em estilo art-déco, sendo inaugurada em meados da década de 1930.
Não há informações precisas de quando esta edificação foi demolida. "Era um prédio lindo, com arquitetura que tinha arabescos e remetia à cultura árabe", Demolida antes desta que esta na Fotografia!
Como disse anteriormente demolida no final da década de 1960.
Ainda encontramos elementos da época da inauguração, como as pontes com corrimão em formato de árvore, algumas estátuas, o monumento que antes ficava na frente e agora fica próximo à Igreja de São Sebastião na Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

422
Residência da Família Assis era de propriedade do Doutor Francisco de Assis e sua esposa Dona Marília.
Depois Loja de Decoração Atel, (Demolida).
No local amplo pátio para estacionamento de veículos.
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto.
Década de 1980
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Dos Reis Oliveira
421
Antiga Lagoa
Atualmente Praça principal, (Presidente Médici).
Provavelmente 1955/1956
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Henrique Paula De Resende

420
Avenida Barão do Rio Branco
Administração Municipal Prefeito Itamar Franco
Derrubada do terminal central dos Bondes próximo do Parque Halfeld
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração pública cometeu, com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S.
Final da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

419
Interior da Casa da América em 1917
Localizada na Rua Halfeld - 657
Era especializada em ferragens e louças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
418
Interior da Casa da América em 1917
Localizada na Rua Halfeld - 657
Era especializada em ferragens e louças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

417
Neste Local hoje funciona a Arpel
Rua Halfeld - 821
Adão Lucio Souza Comentou: Podemos ver nas laterais propaganda de alguns políticos da época, inclusive Juscelino para presidente.
Data Provável: 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
416
Demolida para a abertura para a atual Avenida Brasil
Sérgio Amaral comentou: Ao que me parece seria Rua Halfeld próximo a Ponte
Esta edificação posteriormente foi demolida para prolongamento da Avenida Brasil
Ermógenes Lino comentou: Trabalhei como apontador de pessoal e caminhões por algum tempo em 1965 justamente nessa parte da obra, a construtora era a COENGE que por sinal executou toda a obra da nova avenida
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

415
Avenida Barão do Rio Branco
Inauguração do SAMDU
Hospital de urgências e o posto Rio Branco ficava próximo a Santa Casa.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

414
Bairro Santa Terezinha
Rua Tenente Luís de Freitas
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

413
Bairro Santa Terezinha
Rua Tenente Luís de Freitas
Demolição da Hospedaria Horta Barbosa, Prédio que veio a ser do 2º Batalhão da Policia Militar.
Demolição aconteceu em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

412
Dona Maria de Lourdes Villela Mascarenhas e Luiz de Souza Magalhães
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Gloria Magalhães
411
Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Martha Braga comentou: Não sei preciso
Mas a inauguração e da década de 1940 ou 1950.
Marlene Damaceno Comentou: Mais um tesouro da nossa cidade que foi desfeito!
Nicia Moller Comentou: Minha mãe e minhas tias trabalharam na Santa Casa assim como era, a Igreja continua, o hospital precisava crescer para acolher.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

410
Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Data provável 1900 a 1920
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
409
Capella dos Nosso Senhor dos Passos e um pequeno trecho do Jardim
Localizada no Sanatório Doutor Villaça, (Demolido).
Atual Santa Casa de Misericórdia
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

408
Biblioteca Municipal em estilo Manoelino era localizada no Parque Halfeld em 1915
Vicente De Paulo Clemente comentou: No intervalo para o almoço, ia lá, com um colega de trabalho para ver revistas e jornais...era um Oásis no centro do Parque.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

407
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade
Propriedade do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
406
Bairro Nova Era
Fazenda da Saudade
Propriedade do Coronel Horácio José de Lemos, um dos homens mais ricos de Juiz de Fora.
Era localizada onde atualmente esta a Garagem da Viação São Francisco.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

405
Bairro Nova Era
Esta Cantina era nas proximidades da Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho, foi totalmente demolida, Era localizada na direção do meio campo do 4°GAC, (Era Linda).
A Estação que veio após fica a frente do Colégio Militar, ao lado da Passarela, só ficou a base de concreto, Estruturas, Telhado e telhas já não existem mais, descaso com nossa história..Lamentavel
Foto extraída do livro História do 4º GAC
Autoria do Coronel Oswaldo Pereira Gomes
Livro doado gentilmente ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora em parceria com o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

404
Residência na Avenida Barão do Rio Branco a direita de quem vai para o Alto dos Passos na altura da Rua Sampaio, (Demolida).
João Carlos Da Silva Comentou: Acho que era essa que tinha um letreiro no portão grande.
Estamparia não lembro o nome e o dono era o pai do Fernando Fagundes Neto se não me engano, lembro de minha mãe dizer que era estilo italiano isso na década de 1940.
Marco Fagundes Comentou: Essa casa era do meu avô José Fagundes Netto.,ela ficava justamente onde é a entrada da Avenida Itamar Franco com a Rio Branco.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

403
Padaria Central em 1934
PANIFICAÇÃO CENTRAL E TORREFAÇÃO DE CAFÉ
Lygia Toledo comentou: Padaria Central, na parte baixa da Rua Marechal Deodoro era da Família de Francisco Falci e seus filhos (dentre eles Ângelo Falci)
Atenção para os carrinhos de entrega, em frente às 4 portas do estabelecimento.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Lygia Toledo

402
Interior do Cine Glória, que era localizado onde hoje é a atual Galeria Constança Valadares.
Demolido para construir a atual Galeria.
Década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

401
Bairro São Mateus
Rua São Mateus esquina com Rua Padre Café, atual Galeria Doutor Dirceu de Andrade,(antigo diretor da Maternidade).
Segundo informações não oficiais o nome da Maternidade foi escolhido pelo nascimento da primeira criança na Maternidade com o nome de Therezinha de Jesus.
Meados da década de 1970
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

400
Casa Chic em seus Primórdios
Rua Marechal - 196
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

399
Mechanica Mineira
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Mechanica Mineira foi uma das mais importantes. Fundada pelo engenheiro Belizário Penna em 1889, a construção possuía maquinários para carpintaria, modelagem, fundição de ferro e bronze além de ferraria para montagem de máquinas e veículos de transporte. Em 1901, a firma possuía um potente motor elétrico construído no próprio local. Eclética, com elementos característicos da arquitetura industrial da cidade, a edificação chegou a ser adquirida tempos depois pela Companhia Industrial e pela Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli. No local funcionaria a oficina mecânica, ferraria e fundição da fábrica. No entanto, logo depois, a edificação foi novamente vendida. Ao longo da história, a construção também serviu de sede para os artistas do Núcleo Antônio Parreiras. O edifício foi demolido para a construção do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, inaugurado em maio de 1964.
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

398
Igreja de Santo Antônio Fujão em 1847
Em 1856, ocasião em que a Vila foi transformada
a população urbana ainda era diminuta e contava mais ou menos com seiscentos habitantes.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
397
Bairro Francisco Bernardino, atual Bahamas Mix.
Em Frente ao Antigo Moinho Vera Cruz
Endereço antigo, Estação de Francisco Bernardino.
Lanifício São Sebastião S.A.: Houve um lanifício tradicional e de destaque na cidade, chamado Lanifício São Sebastião S.A., localizado na zona norte. Esta fábrica foi a primeira indústria de tecelagem instalada naquela região e é parte importante da memória industrial de Juiz de Fora.
No entanto, ela não está mais em operação como lanifício, tendo encerrado suas atividades há décadas.
Lanifício Significado: Um lanifício é uma fábrica ou indústria especializada na produção de tecidos e artigos de lã.
A palavra se refere tanto ao local de fabricação quanto ao produto final, como tecidos, cobertores e fios de lã.
Historicamente, os lanifícios eram locais importantes para a economia, produzindo itens que iam desde roupas civis até uniformes militares, como mencionado no caso do Lanifício São Pedro.
Indústria têxtil: Um lanifício é um tipo de indústria têxtil focado na lã.
Os processos envolviam a seleção e limpeza da lã, seguida pela fabricação de tecidos, cobertores, mantas e fios.
Exemplos de produtos: A produção incluía casimiras, sarjas, diagonais, flanelas, ponchos, capas, cobertores, xales, fios para bordados e malharias.
Importância histórica: Muitos lanifícios foram fundamentais para as economias locais, empregando um grande número de pessoas e fornecendo produtos para o mercado nacional e até para o exército.
Sinônimos: Os sinônimos para lanifício incluem "fábrica de lã", "fábrica de artigos de lã", "fabricação de lã" e "fábrica de tecidos ou artefatos de lã".
Fotografia datada do início de 1955
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

396
O empreendimento, com a compra da Companhia Ferrocarrial Bondes de Juiz de Fora, foi tão bem-sucedido que, na década de 1930, a C.M.E. já fabricava seus próprios bondes.
A partir de 1954, no entanto, o serviço foi assumido pelo Departamento Autônomo de Bondes.
A partir dos anos 50, a C.M.E. entrou em decadência e o ritmo de produção de energia não acompanhou a demanda, o que, de certa forma, acabou afetando o progresso de Juiz de Fora.
Em 1980 a companhia foi absorvida pela CEMIG.
Pelo seu incontestável valor histórico, os remanescentes da Companhia Mineira de Eletricidade, foram tombados pelo poder público.
Foi integrado ao Patrimônio Municipal, o edifício da Companhia, localizado na Rua Espírito Santo, 467 (Castelinho), o anexo, construído na década de 1920, seguindo mesma linguagem arquitetônica, além da primeira usina hidrelétrica, transformada em museu.
Década de 1960
Fonte: 1.bp.blogspot
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
395
Bairro Benfica ou Avenida Rosa
Atualmente Bairro Araújo
Rua Maria Eugênia
Residência era situada paralelamente entre a linha do Trem, terminando no córrego.
Bem ao fundo a esquerda podemos ver parte da Estação Ferroviária
Esta casa foi demolida, onde morou a Dona Floricena
Provavelmente nas décadas de 1950/1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

394
Bairro Nova Era
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora.
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
393
Bairro Nova Era
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora.
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
392
Bairro Nova Era
Aeroclube de Juiz de Fora
Provavelmente festa comemorativa pelo aniversario de Juiz de Fora
Atualmente neste local esta as instalações do Colégio Militar.
Ampliando a Fotografia vocês verão a Estação Ferroviária Setembrino de Carvalho na direção do meio Campo de Futebol do 1/4º R/O, Regimente de Obuses.
Atualmente 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha, ali desembarcavam e embarcavam Militares e Funcionários de Aero Clube de Juiz de Fora.
O Bairro Nova Era estava nos seus Primórdios.
Notem que o Trem Xangai esta parado em frente a Estação!
Infelizmente demolida!
Fizeram outra e também foi demolida e restou só o patamar da Estação Próximo a passarela.
Década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

391
Bairro Barreira do Triunfo
Primeira Escola do Bairro
Carlão Miranda comentou: A informação é que faz parte do álbum "Cópia das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do estado de MG em 1939", segundo o MAPRO.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio.

390
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Solange Pereira Gama comentou: Esta foto e de meu primo Pepp Assis: Esta foto é outra raridade
E a primeira Escola da Barreira
Acho que é essa que falam que era a Escola da Dona Cira Guedes Guimarães
Esta Escola depois foi a casa da Dona Heroína, que hoje também não existe mais
Na foto podemos encontrar vários antepassados nossos que estudavam nesta época em que Julieta de Assis já era a professora
Eu não cheguei a conhecer este casarão
Julieta era uma senhora que eu chamava de tia. Ela faleceu com mais de 90 anos
Agora fui descobrir ela era minha prima.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

389
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto e primeira Igreja Igreja que era no cemitério
Solange Comentou: Meu avô ajudou a construir
Data não informada
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

388
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto do lado da primeira Igreja da Barreira que era no cemitério
Solange Pereira Gama comentou: Das três meninas da frente minha Mãe era a do meio, Dulce de Souza Silva
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

387
Data não informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

386
Era Localizada na Rua Halfeld - 112.
Data não Informado
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

385
Dispensário Eduardo de Menezes
Avenida dos Andradas - 222
Foi Inaugurado em 1908.
Demolido após o término da construção do Palácio da Saúde.
Meados da década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
384
Cartão Postal
Parque Halfeld em 06 de Janeiro de 1907
Ao Fundo a Biblioteca e o Chafariz da planta original do Parque.
Esta Biblioteca e citada e mostrada no Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

383
Com 02 torres e o prédio que deu origem ao Sanatório para tuberculosos, (Sanatório Villaça), Construído pelo Doutor Hermenegildo Rodrigues Villaça estava anexo à Santa Casa de Misericórdia.
Foi fundada em 06 de agosto de 1854 pelo Barão da Bertioga, José Antônio da Silva Pinto, e por sua esposa.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

382
Estação Ferroviária Coronel Felício Lima, (Demolida), Para a Construção do Acesso Norte, Foi Inaugurada em 1938.
Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue em 1858, da estação Dom Pedro II até Belém (Japeri) e daí subiu a serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em 1864. Daqui a linha seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875. A intenção era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará. Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro Leopoldo em 1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São Francisco, em 1910. A ponte ali construída foi pouco usada: a estação de Independência, aberta em 1922 do outro lado do rio, foi utilizada por pouco tempo. A própria linha do Centro acabou mudando de direção: entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi construído um ramal para Montes Claros que acabou se tornando o final da linha principal, fazendo com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de Pirapora. Em 1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde havia a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador. Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até Barra do Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho, estações onde tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes desta última, porém, havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica, na estação de Conselheiro Lafayete. Na baixada fluminense andam até hoje os trens de subúrbio. Entre Japeri e Barra Mansa havia o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes Claros e Monte Azul esses trens sobreviveram até 1996, restos do antigo trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe... para trens cargueiros.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

381
Provavelmente década de 1950/1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

380
Rua Marechal Deodoro em 1975.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
379
foi uma iniciativa criada em 1940 pelo governo Vargas que visava melhorar as condições de vida dos trabalhadores através da oferta de refeições acessíveis em restaurantes populares e da promoção da educação alimentar. Ele também incluía a divulgação de princípios de nutrição para os trabalhadores e seus empregadores, além de realizar pesquisas e fornecer apoio técnico. O serviço foi extinto em 1967.
Restauração e alimentação: O SAPS instalou e operou uma rede de restaurantes e refeitórios populares que ofereciam refeições nutritivas a preços baixos.
Educação alimentar: Promovia um programa educacional para divulgar as vantagens de uma alimentação científica e econômica, criticando hábitos alimentares populares e orientando sobre a nutrição adequada.
Ação técnica: Mantinha laboratórios para pesquisar alimentos brasileiros, incluindo análise de vitaminas e métodos de conservação e produção, e possuía uma cozinha-escola para o treinamento de profissionais.
Extinção: Após quase três décadas de funcionamento, o SAPS foi extinto em 1967, com a transferência de seus bens e serviços para outros órgãos, conforme o Decreto-Lei nº 224 de 28 de fevereiro de 1967.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

378
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio Stella Matutina com sua Arquitetura ainda imponente em 1940
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

377
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua São Sebastião em 1977.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

376
Rua Direita - 151
Atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld e que posteriormente veio a ser a prefeitura de Juiz de Fora
Historia:
O Prédio na esquina das ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld ), foi adquirido pela administração publica de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao Paço Municipal
Projetado pelo Arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco foi concluído em 1918
O Edifício tomou o formato que e conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada
Uma ultima ampliação ocorreu em 1944 na parte interna , e o prédio enfim foi finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo Município em 19 de Janeiro de 1983 e deixou de abrigar a sede da Prefeitura
Provavelmente século XIX
Fonte Fotografia no Museu Mariano Procópio
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Marcelo Pascoalini

375
Piscina do Clube do Montesinas, (Demolida).
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

374
Cartão Postal
Tupynambás Futebol Clube, (Demolido).
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

373
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Marcelo Pascoalini comentou: Esta foto e muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914.
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
372
Torres das guaritas de Seguranças que existiram na portaria da Fabrica da FEEA atual IMBEL, (Demolidas).
Provavelmente década de 1950
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
371
Sílvios Restaurante parada obrigatória de Ônibus Estaduais.
Podemos ver a Plataforma de embarque e desembarque de Passageiros e Viajantes.
Era localizado onde hoje esta as Instalações do Supermercado ´Pais & Filhos.
Década de 1970.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
370
Hotel Central, (Demolido).
Rua Halfeld Próximo a Estação Ferroviária Central do Brasil e Leopoldina.
Era de Propriedade de Aristides Maldonado.
Possuía 80 Quartos, Ficava aberto ate as 2:00 Da Manhã e Possuía Guias Turísticos com especialidades sobre a cidade de Juiz de Fora
Provavelmente Século XIX
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Colorizada por Marcelo Pascoalini
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

369
Época glamorosa do cinema em nossa cidade, Atualmente o prédio encontra-se em ruínas,
Data Provável 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
368
Cinema da FEEA hoje atual IMBEL
Época glamorosa do cinema em nossa cidade, Atualmente o prédio encontra-se em ruínas,
Data Provável 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
367
Antiga Ponte Ponte de Madeira já demolida sobre o Rio Paraibuna na época já em ruínas no Bairro Remonta em 1977, Ponte esta que foi usada pelos Revolucionários em 1930 para travessia da Tropa e de Material Bélico para o Confronto na Região onde hoje esta o Bairro Nova Era e Remonta.
A Tropa ficou alojada na Fazenda da Saudade com quase 1,000 Homens.
Este era o único caminho para se chegar a Remonta, tínhamos que atravessar para irmos nadar nas proximidades do Bairro Remonta.
Local que íamos nada se chamava: Rego da Leni.
Observação esta ponte ficava atrás do 4º GAC.
Na Fotografia Meu Irmão Maurilio de Boné e o José Menezes.
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

366
Clube Ginastico em 1950
Era localizado na Avenida Barão do Rio Branco - 1318
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves

365
Cartão Postal
Podemos ver ao Fundo a Sede da 1º Biblioteca Municipal e o antigo chafariz, Ambos Demolidos.
Podemos ver a placa de Proibido apanhar as flores, Com multa caso ocorresse e se desse o devido flagrante no Meliante.
Já hoje tudo e festa......
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão
364
Cartão Postal
Parque Halfeld
Podemos ver ao Fundo a Sede da 1º Biblioteca Municipal e o antigo chafariz, Ambos Demolidos.
Podemos ver a placa de Proibido apanhar as flores, Com multa caso ocorresse e se desse o devido flagrante no Meliante.
Já hoje tudo e festa......
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão

363
Situada na região da Boite Sayonara na Avenida Sete de Setembro
Data não informado
Fonte: https://br.pinterest.com/pin/51650726953857183/
Acervo: Juiz de Fora em imagens

362
Rua Espírito Santo esquina com a Avenida Barão do Rio Branco em 1925.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão

361
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas.
Mechanica Mineira foi uma das mais importantes. Fundada pelo engenheiro Belizário Penna em 1889, a construção possuía maquinários para carpintaria, modelagem, fundição de ferro e bronze além de ferraria para montagem de máquinas e veículos de transporte. Em 1901, a firma possuía um potente motor elétrico construído no próprio local. Eclética, com elementos característicos da arquitetura industrial da cidade, a edificação chegou a ser adquirida tempos depois pela Companhia Industrial e pela Construtora Pantaleone Arcuri & Spinelli. No local funcionaria a oficina mecânica, ferraria e fundição da fábrica. No entanto, logo depois, a edificação foi novamente vendida. Ao longo da história, a construção também serviu de sede para os artistas do Núcleo Antônio Parreiras. O edifício foi demolido para a construção do Terminal Rodoviário Régis Bittencourt, inaugurado em maio de 1964.
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Bianca Barreto
360
Antigo Prédio dos Telégrafos e Bar Redentor em Agosto de 1977
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Batista de Araújo, (In Memoriam). 
359
Rua Espírito Santo com Avenida Barão do Rio Branco em 1981
Renato Saleme Ligeirinho comentou: Bar Redentor
Um encontro de estudantes, poetas, escritores, compositores e sambistas de nossa Princesinha da Minas Gerais
Demolido para dar lugar ao Centro Empresarial Alber Ganimi.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão

358
Avenida Barão do Rio Branco em 1907
Colégio Mineiro, demolido para a construção do Fórum Benjamin Colucci
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão
357
Avenida Barão do Rio Branco em frente à Rua São João em 1940, (Demolido).
Neste local hoje está uma agência do Banco Itaú.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Ramon Brandão

356
Colégio Stella Matutina em processo de demolição
Avenida Barão do Rio Branco próximo a esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em Junho de 1978.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Jorge Couri

355
Demolição de uma das Torres da Escola Normal para a abertura da Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco
Final da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

354
Clube Juiz de Fora
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Fotografia: Alberto Surerus Moutinho
353
Colégio Mineiro
Rua Marechal Deodoro com a Avenida Barão dom Rio Branco
Esse prédio foi demolido e no lugar construído o atual fórum de Juiz de Fora.
Início do século XX
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

352
Avenida Barão do Rio Branco
Derrubada do terminal central dos Bondes próximo do Parque Halfeld
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração pública cometeu, com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S.
Final da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

351
Serraria Procópio Ladeira e Rio Paraibuna
Demolida para a abertura para a atual Avenida Brasil
Sérgio Amaral comentou: Ao que me parece seria Rua Halfeld próximo a Ponte
Esta edificação posteriormente foi demolida para prolongamento da Avenida Brasil
Ermógenes Lino comentou: Trabalhei como apontador de pessoal e caminhões por algum tempo em 1965 justamente nessa parte da obra, a construtora era a COENGE que por sinal executou toda a obra da nova avenida
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
350
Residência da Família Assis era de propriedade do Doutor Francisco de Assis e sua esposa Dona Marília depois Loja de Decoração Atel,(Demolida).
No local amplo pátio para estacionamento de veículos
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Década de 1980
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Margarida Dos Reis Oliveira

349
Dispensário Eduardo de Menezes, (Demolido).
Ao fundo a construção do Palácio da Saúde.
Avenida dos Andradas - 222
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

348
Parque Halfeld
Esta é uma das mais belas imagens que conheço do Parque Halfeld. Reproduzi de um livro raro que possuo: "Impressões do Brazil no Século XX", publicado na Inglaterra em 1913
Várias de suas mil páginas são dedicadas a Juiz de Fora
Vemos o prédio que abrigou a biblioteca municipal no centro do parque e mais adiante o chafariz.
Mauricio Comentou: Era um prédio lindo, com arquitetura que tinha arabescos e remetia à cultura árabe, Foi citado no álbum do Álbum do Município Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915. Era da Planta Original do Parque Halfeld, Demolida para a Construção de outra Biblioteca!
Que também foi demolida no final da década de 1960.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
347
Esta era entrada pela Rua Santo Antônio e uma na lateral que dava para a Rua Constantino Paleta
Década de 1980.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
346
Avenida Barão do Rio Branco - 2960
Residência do Doutor João José Vieira em 1929
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

345
Antiga Capela do Colégio Stella Matutina que Posteriormente veio a sediar uma Galeria de Arte em Fevereiro de 1986
Construção de 1926 foi demolida em 1986, atualmente no local encontra-se um prédio empresarial e um Banco.
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Presidente Itamar Franco (antiga Avenida Independência).
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia: Márcio Assis
Acervo: Valeria Neves De Freitas Oliveira
344
Avenida Barão do Rio Branco
Bonde Passando em frente o Colégio Stella Matutina
Década de 1960
Acervo: Humberto Ferreira
343
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio Stella Matutina em 1940, (Demolido).
Data do final do século XIX a criação de escolas secundárias e, posteriormente, de escolas superiores, destinadas a formação de mão de obra.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

342
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Era localizada no interior do Parque Halfeld.
A Biblioteca Municipal foi redesenhada pelo arquiteto Raphael Arcuri, em estilo art-déco, sendo inaugurada em meados da década de 1930.
Não há informações precisas de quando esta edificação foi demolida. "Era um prédio lindo, com arquitetura que tinha arabescos e remetia à cultura árabe", Demolida antes desta que esta na Fotografia!
Como disse anteriormente demolida no final da década de 1960.
Ainda encontramos elementos da época da inauguração, como as pontes com corrimão em formato de árvore, algumas estátuas, o monumento que antes ficava na frente e agora fica próximo à Igreja de São Sebastião na Rua Santo Antônio.
Provavelmente década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

341
Residência que existiu na Avenida Barão do Rio Branco esquina da Rua José Cesário.
Virou um estabelecimento de Hortifrúti
Atualmente não sei informar o que esta no Local.
Provavelmente inicio da década de 1960.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

340
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho, (Demolido).
Fundado em 7 de Janeiro de 1911, pelo Capitão Torquato Bicalho e Dona Áurea Gregorina Bicalho, que foi a primeira diretora.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

339
Papelaria Central
Rua Direita - 151
Atual Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld e que posteriormente veio a ser a prefeitura de Juiz de Fora, (Paço Municipal).
Historia
O Prédio na esquina das ruas Direita e da Califórnia (respectivamente as atuais Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld ), foi adquirido pela administração publica de Juiz de Fora em 1852 para abrigar a Câmara Municipal e a cadeia local
Esta construção foi demolida por volta de 1915 para dar lugar ao Paço Municipal
Projetado pelo Arquiteto Rafael Arcuri, o núcleo original do imóvel, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco foi concluído em 1918
O Edifício tomou o formato que e conhecido hoje em 1934, quando a fachada lateral foi ampliada
Uma ultima ampliação ocorreu em 1944 na parte interna , e o prédio enfim foi finalizado conforme o projeto de Arcuri
O Paço Municipal foi tombado pelo Município em 19 de Janeiro de 1983 e deixou de abrigar a sede da Prefeitura
Provavelmente século XIX.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fonte: Fotografia no Museu Mariano Procópio.
Acervo: Marcelo Pascoalini

338
Avenida Barão do Rio Branco, sem o Mergulhão
Podemos ver a esquerda o Sport Club Juiz de Fora e a Frente o Senai.
Do lado direito este magnifico Jardim onde atualmente se encontra o Mergulhão
Provavelmente final da década de 1950.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

337
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto e primeira Igreja Igreja que era no cemitério
Solange Comentou: Meu avô ajudou a construir
Data não informada
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama
336
Bairro Barreira do Triunfo
Coreto do lado da primeira Igreja da Barreira que era no cemitério
Solange Pereira Gama comentou: Das três meninas da frente minha Mãe era a do meio, Dulce de Souza Silva
Data não Informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama
335
Bairro Barreira do Triunfo
Primeira Igreja do Bairro
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama

334
Biblioteca Municipal em estilo Manoelino era localizada no Parque Halfeld em 1915
Vicente De Paulo Clemente comentou: No intervalo para o almoço, ia lá, com um colega de trabalho para ver revistas e jornais...era um Oásis no centro do Parque.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
333
Bairro Benfica
Rua Coronel Jeremias Garcia
Antigo Posto Policial, (Demolido), em Janeiro de 1956
A Residência que esta na Fotografia em frente ao Posto era do Saudoso Vereador Ignácio Halfeld.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
332
Bairro Barreira do Triunfo
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Solange Pereira Gama comentou: Esta foto e de meu primo Pepp Assis: Esta foto é outra raridade
E a primeira Escola da Barreira
Acho que é essa que falam que era a Escola da Dona Cira Guedes Guimarães
Esta Escola depois foi a casa da Dona Heroína, que hoje também não existe mais
Na foto podemos encontrar vários antepassados nossos que estudavam nesta época em que Julieta de Assis já era a professora
Eu não cheguei a conhecer este casarão
Julieta era uma senhora que eu chamava de tia. Ela faleceu com mais de 90 anos
Agora fui descobrir ela era minha prima.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Solange Pereira Gama
331
Bairro Barreira do Triunfo
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Carlão Miranda comentou: A informação é que faz parte do álbum "Cópia das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do estado de MG em 1939", segundo o MAPRO.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Museu Mariano Procópio.

330
Bairro Bom Pastor
Lagoa
Década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
329
Palacete de inspiração italiana, (Demolido).
Local não informado
Década de 1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

328
Estrada de Ferro Central do Brasil, (1938-1975).
R.F.F.S.A, (1975-1996).
Linha do Centro - km 287,146, (1960) MG-4085
Inauguração: 1938
Uso atual: demolida com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d (já demolido)
HISTORICO DA LINHA: Primeira linha a ser construída pela E. F. Dom Pedro II, que a partir de 1889 passou a se chamar E. F. Central do Brasil, era a espinha dorsal de todo o seu sistema. O primeiro trecho foi entregue em 1858, da estação Dom Pedro II até Belém (Japeri) e daí subiu a serra das Araras, alcançando Barra do Piraí em 1864. Daqui a linha seguiria para Minas Gerais, atingindo Juiz de Fora em 1875. A intenção era atingir o rio São Francisco e dali partir para Belém do Pará. Depois de passar a leste da futura Belo Horizonte, atingindo Pedro Leopoldo em 1895, os trilhos atingiram Pirapora, às margens do São Francisco, em 1910. A ponte ali construída foi pouco usada: a estação de Independência, aberta em 1922 do outro lado do rio, foi utilizada por pouco tempo. A própria linha do Centro acabou mudando de direção: entre 1914 e 1926, da estação de Corinto foi construído um ramal para Montes Claros que acabou se tornando o final da linha principal, fazendo com que o antigo trecho final se tornasse o ramal de Pirapora. Em 1948, a linha foi prolongada até Monte Azul, final da linha onde havia a ligação com a V. F. Leste Brasileiro que levava o trem até Salvador. Pela linha do Centro passavam os trens para São Paulo (até 1998) até Barra do Piraí, e para Belo Horizonte (até 1980) até Joaquim Murtinho, estações onde tomavam os respectivos ramais para essas cidades. Antes desta última, porém, havia mudança de bitola, de 1m60 para métrica, na estação de Conselheiro Lafayete. Na baixada fluminense andam até hoje os trens de subúrbio. Entre Japeri e Barra Mansa havia o "Barrinha", até 1996, e finalmente, entre Montes Claros e Monte Azul esses trens sobreviveram até 1996, restos do antigo trem que ia para a Bahia. Em resumo, a linha inteira ainda existe... para trens cargueiros.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e pesquisa: Mauricio Lima Corrêa

327
Palácio Episcopal ou Casa do Bispo, (Demolido).
Atualmente Empório Bahamas
Avenida Barão do Rio Branco - 2872
Provavelmente década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

326
Ginásio de Minas ou Colégio Mineiro em 1915
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Halfeld, (Demolido).
No Local o Fórum Benjamim Colucci.
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

325
Cartão Postal
Parque Halfeld
Ao Fundo a Biblioteca em estilo Art. Déco e chafariz ambos demolidos
Provavelmente década de 1920.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
324
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco
Colégio Stella Matutina, (Demolido).
A história do Colégio "Stella Matutina" começou em oito de setembro de 1902. As Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo fundaram em Juiz de Fora a primeira casa da Congregação no país: o Colégio "Stella Matutina". A instituição funcionou primeiro em um antigo sobrado branco, em frente à Santa Casa de Misericórdia. As primeiras aulas tiveram início em janeiro de 1903 e incluíam trabalhos manuais, estudos de música e pintura ministrados pelas irmãs. O Colégio funcionava em regime de internato e externato feminino.
Em 1905 o Colégio, com mais de 100 alunas, passou a funcionar numa outra construção antiga, perto da Catedral Metropolitana. Em 1916, começou a atuar na formação de professores e foi equiparado à Escola Normal Modelo de Belo Horizonte. No ano seguinte, no dia 8 de setembro de 1917, foi inaugurado um novo prédio na Avenida Independência.
O Stella funcionou normalmente neste local até a década de 70 quando parte do terreno foi desapropriado. A medida fez com que a Avenida Independência dividisse o Colégio ao meio, passando no meio do pátio. Para solucionar o problema e não interromper as atividades letivas, foi construída outra casa, onde hoje funciona Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio.
Um século depois, o Colégio instalado na Avenida Independência, continua sua missão pautada nas bases da Filosofia Humanista-Libertadora. Atende alunos de várias religiões e conta com uma infraestrutura completa e cursos extracurriculares.
Fotografia de 1939
Fonte texto: quasetudo
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

323
Saudoso Jardim da Infância Mariano Procópio
Demolido para dar lugar àquele ao Monumento das Forças Armadas, apelidado de Chapelão.
Provavelmente década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

322
Xangai próximo a Estação Ferroviária do Bairro Benfica em 1991
O Trem Urbano de Juiz de Fora, mais conhecido como Trem Xangai foi administrado em seus últimos anos pela R.F.F.S.A, atendia os Municípios de Juiz de Fora e Matias Barbosa, possuía 7 estações e 4 paradas, contava com cerca de 36,5 km de extensão e chegou a transportar cerca de 1.500 usuários/dia.
Acervo: Hugo Caramuru
321
Biblioteca Municipal, (Demolida).
Parque Halfeld
Inauguração da Sede da Segunda Biblioteca Municipal, Pois a Primeira foi Demolida.
Discurso do Doutor João Penido Filho em Outubro de 1934
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
320
Vista interna da Capela do Colégio Stella Matutina
As Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo fundaram, em 8 de Setembro de 1902, a primeira casa da Congregação no país: o Colégio Stella Matutina. A instituição funcionou primeiro em um antigo sobrado branco, em frente à Santa Casa de Misericórdia. As primeiras aulas tiveram início em janeiro de 1903 e incluíam trabalhos manuais, estudos de música e pintura ministrados pelas irmãs. O Colégio funcionava em regime de internato e externato feminino.
Em 1905 o Colégio, com mais de 100 alunas, passou a funcionar em outra construção antiga, perto da Catedral Metropolitana. Em 1916, começou a atuar na formação de professores e foi equiparado à Escola Normal Modelo de Belo Horizonte. No ano seguinte, no dia 8 de setembro de 1917, foi inaugurado um novo prédio na Avenida Independência.
O Stella funcionou normalmente neste local até a década de 70, quando parte do terreno foi desapropriado. A medida fez com que a Avenida Independência dividisse o Colégio ao meio, passando no meio do pátio.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo dos Municípios Brasileiros
Fonte: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=445385

319
Estádio José Paiz Soares, (Demolido).
Data não Informado
Acervo: Humberto Ferreira

318
Bairro São Mateus
Residência na Rua Carlos Chagas - 21
Pertenceu a Família Côrtes de Araújo.
Infelizmente foi demolida em 2008
Fotografia datada de 1969
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.

317
Bairro São Mateus
Residência na Rua Carlos Chagas - 21
Pertenceu a Família Côrtes de Araújo.
Infelizmente foi demolida em 2008
Fotografia datada de 1969
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
316
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
315
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
314
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
313
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
312
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
311
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
310
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
309
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
308
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
307
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
306
Bairro São Mateus
Rua Carlos Chagas - 21
Demolição de Residência em 2008
Acervo: Waldir Domingues de Araújo.
305
Palacete Episcopal
Rua Espírito Santo, esquina com Rua Henrique Surerus
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

304
Bairro Filgueiras
Estação de Comendador Filgueiras, já em alvenaria, sendo demolida em 1986.
Em seu lugar foi erguida a escola Municipal Marília de Dirceu.
Acervo: Hugo Caramuru.

303
Procissão de Enterro
Estada de Ferro Leopoldina
Ramal Juiz de Fora - Furtado Campos
Jornal de Fevereiro de 1972 - Pagina - 23
Acervo: Hugo Caramuru
302
Bairro Barreira do Triunfo
Escola Rural Mista
Primeira Escola do Bairro
Carlão Miranda comentou: A informação é que faz parte do álbum "Cópia das fotografias enviadas ao Serviço Geográfico do estado de MG em 1939", segundo o MAPRO.
Acervo: Museu Mariano Procópio.

301
Avenida Barão do Rio Branco
A cobertura no meio da Avenida Rio Branco era originalmente, parada central de Bondes
Depois, por algum tempo, foi parada de ônibus, após a extinção dos bondes
Demolida, creio quando das obras de reforma da via, nas décadas de 1970
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

300
Jardim do Colégio Magister
Fundado no fim dos anos 1970, o Colégio Magister formou diferentes gerações de estudantes de Juiz de Fora até o encerramento de suas atividades em 2002
Além de ser lembrado com carinho pelas iniciativas pedagógicas progressistas, o colégio também é citado por alunos e por juiz-foranos em geral pelo prédio onde operou, na Rua Braz Bernardino, um raro exemplar da arquitetura modernista na cidade
Com a demolição do imóvel, em 2005, o município perdeu mais uma obra do arquiteto Arthur Arcuri, considerado um dos maiores expoentes da arquitetura modernista da cidade e do país.
“Estudar no Magister foi um privilégio
Penso que em nenhuma outra escola do mundo um aluno foi tratado com tanta humanidade, com tanto respeito e com tanto estímulo ao aprendizado quanto naquele espaço mágico, acolhido entre as paredes de uma antiga casa familiar
Lá, em plena ditadura militar, recebemos nossas primeiras lições de democracia, de feminismo, de igualdade racial e social, aprendemos a valorizar as diferenças e as múltiplas possibilidades de ser
Tínhamos, também, um intenso contato com a natureza: havia uma criação de galinhas que andavam soltas pelo jardim, e que no meio de uma prova apareciam ciscando dentro da sala de aula, para gargalhada geral de alunos e professores. Muitas saudades desse tempo, daquela casa, da árvore centenária cujas raízes, reza a lenda, chegavam ao Rio Paraibuna
Flávia Martins Iasbeck
Foto Flávia Farany/ arquivo pessoal
299
Tecelagem Santa Rosa, atual Bahamas Supermercado antes da ponte do Manoel Honório, ponte Pedro Marques.
Sidney Vieira comentou: Manoel Honório
Aqui era o campo do Santa Rosa, antes da ponte.
Provavelmente década de 1950.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

298
Bairro Progresso
Construção da piscina do Montesinas
Rua Américo Lobo, 2005 - Progresso
Uilmara Machado de Melo comentou: Infelizmente, este clube já foi demolido; Minha família era sócia deste clube e muitas recordações temos deste local!… Muitas saudades! Mas tudo na vida acaba, um dia; só não podem acabar as lembranças!!!
Achei duas datas para a fundação dele:
Fundado em 2 de julho de 1968, o clube está localizado na Rua Américo Lobo. Em 2011 começou uma parceria com o Botafogo, (Rio) para montagem de escolinha do clube carioca na cidade.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
297
Palácio Episcopal
Maria José Monteiro Zeze comentou: Casa do Doutor Joaquim Ribeiro de Oliveira pai de minha colega no Stella Matutina, Lúcia,
Ele doou esta casa que era sua residência para a Igreja Católica que foi Sede do Bispado por muitos anos depois vendida a particulares, hoje onde é o Empório Bahamas na Avenida Barão do Rio Branco antes da Rua Osvaldo Aranha.
Data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

296
Escola Normal
Aparecida Porfírio comentou: Fotos na época da demolição de uma parte do IEE , também chamado como Castelinho onde tem um acesso à última sala para construção da antiga Avenida Independência em 14 de Junho de 1968.
Acervo: Aparecida Porfírio
295
Escola Normal
Aparecida Porfírio comentou: Fotos na época da demolição de uma parte do IEE , também chamado como Castelinho onde tem um acesso à última sala para construção da antiga Avenida Independência em 14 de Junho de 1968.
Acervo: Aparecida Porfírio

294
Escola Normal
Alunas sobre os escombros da Torre que foi demolida para a abertura da antiga Avenida Independência.
Aparecida Porfírio comentou: Fotos na época da demolição de uma parte do IEE , também chamado como Castelinho onde tem um acesso à última sala para construção da antiga Avenida Independência em 14 de Junho de 1968.
Acervo: Aparecida Porfírio
293
Escola Normal
Alunas sobre os escombros da Torre que foi demolida para a abertura da antiga Avenida Independência.
Aparecida Porfírio comentou: Fotos na época da demolição de uma parte do IEE , também chamado como Castelinho onde tem um acesso à última sala para construção da antiga Avenida Independência em 14 de Junho de 1968.
Acervo: Aparecida Porfírio
292
Escola Normal
Alunas sobre os escombros da Torre que foi demolida para a abertura da antiga Avenida Independência.
Aparecida Porfírio comentou: Fotos na época da demolição de uma parte do IEE , também chamado como Castelinho onde tem um acesso à última sala para construção da antiga Avenida Independência em 14 de Junho de 1968.
Acervo: Aparecida Porfírio
291
Escola Normal
Alunas sobre os escombros da Torre que foi demolida para a abertura da antiga Avenida Independência.
Aparecida Porfírio comentou: Fotos na época da demolição de uma parte do IEE , também chamado como Castelinho onde tem um acesso à última sala para construção da antiga Avenida Independência em 14 de Junho de 1968.
Acervo: Aparecida Porfírio
290
Escola Normal
Alunas sobre os escombros da Torre que foi demolida para a abertura da antiga Avenida Independência.
Aparecida Porfírio comentou: Fotos na época da demolição de uma parte do IEE , também chamado como Castelinho onde tem um acesso à última sala para construção da antiga Avenida Independência em 14 de Junho de 1968.
Acervo: Aparecida Porfírio

289
Nesta edificação, (já demolida) funcionou a Escola Técnica de Comércio Vianna Júnior
Avenida Barão do Rio Branco - 2.957
Esquina com a Rua Antônio Carlos
Onde atualmente é o Banco SAFRA.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa

288
Interior da Catedral Metropolitana.
Altar Mor da nossa Catedral
Maria Tereza Villela Tostes comentou: Pinturas originais, ora recuperadas.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
287
Interior da Catedral Metropolitana.
Altar Mor da nossa Catedral
Maria Tereza Villela Tostes comentou: Pinturas originais, ora recuperadas.
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa

286
Escola Normal em 1965
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Parte deste prédio (Escola Normal) e a casa que aparece na foto, foram demolidos para a abertura (passagem) da Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
285
Escola Normal em 1965
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Parte deste prédio (Escola Normal) e a casa que aparece na foto, foram demolidos para a abertura (passagem) da Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

284
Avenida Raul Soares
Demolição de seus casarões, em 1969
Atualmente Avenida Brasil.
Este local ligava o prédio da M.R.S atualmente prefeitura até as proximidades da ponte Carlos Otto.
Abilio Ricardo Palmieri Costa Comentou: Neste local tinha o Moinho da Luz, Bar do Português e no final a Estação da Leopoldina.
Cássia Ferreira Comentou:
Ficava em frente a escada de ferro.
Descendo a Rua chegava também a residência de Dona Rita casada com Senhor Pedro, seus filhos, mais a frente era minha casa, a pensão de Dona Judith e os depósitos se sal, mais a frente chegando perto do rio Paraibuna tinha a fabrica de calçados do Senhor Assis ( Genuina).
Em frente as casas o campo do Leopoldina onde tinha partidas de futebol, circos, (de vez em quando).
Bar da estação cujo proprietário era o Senhor Floriano.
Atrás do campo tinha Avenida,
com casas e moradores
Eu e meu irmão Ronaldo Mineiro tivemos nossa infância toda ali. A distribuidora era do Senhor Adalberto. Fomos felizes ali mesmo com altos e baixos . Mas o respeito por nós moradores nunca faltou.
Poderiam ser " elas" quem fossem. .Saudades.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
283
Avenida Raul Soares
Demolição de seus casarões, em 1969
Atualmente Avenida Brasil.
Este local ligava o prédio da M.R.S atualmente prefeitura até as proximidades da ponte Carlos Otto.
Abilio Ricardo Palmieri Costa Comentou: Neste local tinha o Moinho da Luz, Bar do Português e no final a Estação da Leopoldina.
Cássia Ferreira Comentou:
Ficava em frente a escada de ferro.
Descendo a Rua chegava também a residência de Dona Rita casada com Senhor Pedro, seus filhos, mais a frente era minha casa, a pensão de Dona Judith e os depósitos se sal, mais a frente chegando perto do rio Paraibuna tinha a fabrica de calçados do Senhor Assis ( Genuina).
Em frente as casas o campo do Leopoldina onde tinha partidas de futebol, circos, (de vez em quando).
Bar da estação cujo proprietário era o Senhor Floriano.
Atrás do campo tinha Avenida,
com casas e moradores
Eu e meu irmão Ronaldo Mineiro tivemos nossa infância toda ali. A distribuidora era do Senhor Adalberto. Fomos felizes ali mesmo com altos e baixos . Mas o respeito por nós moradores nunca faltou.
Poderiam ser " elas" quem fossem. .Saudades.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
282
Avenida Raul Soares
Demolição de seus casarões, em 1969
Atualmente Avenida Brasil.
Este local ligava o prédio da M.R.S atualmente prefeitura até as proximidades da ponte Carlos Otto.
Abilio Ricardo Palmieri Costa Comentou: Neste local tinha o Moinho da Luz, Bar do Português e no final a Estação da Leopoldina.
Cássia Ferreira Comentou:
Ficava em frente a escada de ferro.
Descendo a Rua chegava também a residência de Dona Rita casada com Senhor Pedro, seus filhos, mais a frente era minha casa, a pensão de Dona Judith e os depósitos se sal, mais a frente chegando perto do rio Paraibuna tinha a fabrica de calçados do Senhor Assis ( Genuina).
Em frente as casas o campo do Leopoldina onde tinha partidas de futebol, circos, (de vez em quando).
Bar da estação cujo proprietário era o Senhor Floriano.
Atrás do campo tinha Avenida,
com casas e moradores
Eu e meu irmão Ronaldo Mineiro tivemos nossa infância toda ali. A distribuidora era do Senhor Adalberto. Fomos felizes ali mesmo com altos e baixos . Mas o respeito por nós moradores nunca faltou.
Poderiam ser " elas" quem fossem. .Saudades.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

281
Praça do Riachuelo
Ao Fundo a Escola Mariano Procópio.
Aparecida Venancio Porfirio comentou:
Turma do Mariano Procópio.
Margarida Das Graças Correa comentou:
Que lugar maravilhoso estudei ai!
Década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa

280
Trem Xangai
Carro de Passageiros abandonado
Local Pátio Ferroviário Santos Dumont 4º depósito em 20 de Abril de 2020
Fotografia enviada pelo Felipe Vieira
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora

279
Trem Xangai
Carro de Passageiros que foram reformados, antes da privatização na cidade de Santos Dumont
Local Pátio Ferroviário Santos Dumont 4º depósito
Meados da década de 1990
Fotografia enviada pelo Felipe Vieira
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
278
Trem Xangai
Carro de Passageiros que foram reformados, antes da privatização na cidade de Santos Dumont
Local Pátio Ferroviário Santos Dumont 4º depósito
Meados da década de 1990
Fotografia enviada pelo Felipe Vieira
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
277
Trem Xangai
Carro de Passageiros que foram reformados, antes da privatização na cidade de Santos Dumont
Local Pátio Ferroviário Santos Dumont 4º depósito
Meados da década de 1990
Fotografia enviada pelo Felipe Vieira
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora
276
Trem Xangai
Carro de Passageiros que foram reformados, antes da privatização na cidade de Santos Dumont
Local Pátio Ferroviário Santos Dumont 4º depósito
Meados da década de 1990
Fotografia enviada pelo Felipe Vieira
Fotografia Gentilmente doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora

275
Colégio Stella Matutina, (Fundos).
Canalização do Córrego da Avenida Independência.
Final da década de 1960 ou inicio da década de 1970.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
274
Colégio Stella Matutina, (Fundos).
Canalização do Córrego da Avenida Independência.
Final da década de 1960 ou inicio da década de 1970.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

273
Dispensário Eduardo de Menezes, (Demolido)
Ao fundo a construção do Palácio da Saúde.
Avenida dos Andradas - 222
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

272
Confecções Avenida
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Marechal Deodoro.
Este prédio foi demolido como podem ver na faixa.
Provavelmente década de 1950.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

271
Vista interna da Capela do Colégio Stella Matutina
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1950
Fonte: IBGE

270
Parque Halfeld
Biblioteca Municipal, (Demolida).
A criação de uma biblioteca pública em Juiz de Fora foi proposta em 1888, pelo vereador Fonseca Hermes e inaugurada oficialmente em 28 de dezembro de 1897, no prédio da Câmara Municipal.
É considerada a instituição cultural mais antiga em funcionamento na cidade e no ano de 1982 recebeu o nome de Biblioteca Municipal Murilo Mendes em homenagem ao poeta juiz-forano.
A Biblioteca passou por diversas sedes até que, em 1996, instalou-se definitivamente no complexo do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, na Avenida Getúlio Vargas, 200, centro.
Em 2001 foi criada a Associação de Amigos da Biblioteca Municipal Murilo Mendes – AABIM – MM, que implementa ações para a revitalização dos serviços da Biblioteca.
Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/biblioteca/historia.php. Acesso em: jan. 2016.
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Desde a sua criação constitui-se como um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Situado entre as suas principais ruas - Halfeld, Marechal Deodoro e Av. Barão do Rio Branco - pode ser considerado, além de área de lazer, um centro político e religioso da cidade.
Com o nome de Largo Municipal, foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome de Juiz de Fora. A área foi adquirida pela Câmara Municipal, em 1854, do engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e nessa época o parque não contava com calçamento.
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e a segunda intervenção urbanística aconteceu em 1901, quando o Largo Municipal foi completamente remodelado pela Cia. Pantaleone Arcuri e Spinelli com o financiamento de Francisco Mariano Halfeld, filho do engenheiro Henrique Halfeld , passando, em virtude disso, a chamar-se Parque Halfeld.
Fizeram levantamento de canteiros, abertura de ruas, fechamento de outras, um pavilhão central, uma casa para o guarda do jardim, repuxos, lagos, pontes e casas rústicas, reforma do gradil, entre outros. O pavilhão, construído em estilo eclético, foi mais tarde sede da Biblioteca Municipal.
Novas reformas paisagísticas aconteceram durante as décadas de 50 e 60 tendo a última ocorrido em 1981, quando o Parque Halfeld teve diversas árvores derrubadas e sua área de terra e areia substituídas por novos passeios de pedra portuguesa. Os únicos elementos remanescentes do projeto de 1901 são a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu e o lago.
O Parque foi tombado pela Prefeitura em 29 de dezembro de 1989.
Disponível em: http://pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/parque_halfeld.php.
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1940
Acervo Mauricio Lima Corrêa

269
Década provável 1950
Autoria não informado
Fonte: IBGE

268
Colégio Stella Matutina
Data não informado
Autoria não informado
Fonte: IBGE

267
Bairro de São Mateus
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em 1952
Autoria não informado
Fonte: IBGE

266
João Batista De Araújo comentou: Esta agência do Banco Nacional de Minas Gerais, mostrada na foto, funcionava na Rua Halfeld - 788.
Este prédio foi demolido na década de 1960.
Autoria não informado
Fonte: IBGE

265
Antigo Prédio dos Telégrafos e Bar Redentor, (Demolido).
Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Espirito Santo
Data Provável década de 1980
Autoria não Informado
Foto extraída do Facebook do amigo Carlos Antunes
264
DEPOSITO DE MOVEIS LTDA, (Demolido).
Avenida Barão do Rio Branco, Esquina com a Rua Espirito Santo
Antigo prédio dos Telégrafos e Bar Redentor em 1964
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
263
Residência - (Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco - 3437
Humberto Ferreira comentou: Outra visão da Escadaria que dava acesso ao Alpendre - Segundo Andar.
Na Fotografia Clovito,(Clóvis José), Tia Nancy e a Menina Madelu em 28 de Dezembro de 1952.
Acervo Humberto Ferreira
262
Residência - (Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco - 3437
Humberto Ferreira comentou: Escadaria que dava acesso ao Alpendre - Segundo Andar.
Na Fotografia Tia Zilah em 28 de Dezembro de 1952
Acervo Humberto Ferreira
261
Residência - (Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco - 3437
Humberto Ferreira comentou: Aparecem as Janelas do Porão - Ficava no primeiro Patamar da Casa, (Fim da Escada) - Na Fotografia da esquerda para direita: Tia Zezé, Tia Zilah, Vovó Nhanhá e Tia Aparecida em 28 de Dezembro de 1952
Para ter acesso a este local tinha que subir uma escada.
Acervo Humberto Ferreira
260
Residência, (Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco
Bianca Barreto comentou: Esta casa ficava em frente Círculo Militar na Avenida Barão do Rio Branco
Sergio Ibraim Bechara comentou: Em frente Rua Oswaldo Aranha, ao lado casa de Ulysses Mascarenhas.
Quem morava ai era meu dentista Doutor Jose Olímpio
O consultório era na porta do meio.
Ele morava em cima antes de mudar para Rua Carlos Otto, o consultório para galeria Azarias Vilela ao lado cine central.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
259
Residência demolida
Avenida Presidente Itamar Franco ao lado do Palacete dos Fellet em 1949
Na Fotografia José de Andrade com 12 anos
Artur Andrade comentou: Ele esta vivo e com 83 anos
Acervo Artur Andrade
258
Rua Domingos Lopes
Castelinho Abandonado e demolido depois de um incêndio
Data 2005/2006
Acervo Artur Andrade
257
Bairro Eldorado
Rua Domingos Lopes
Castelinho Abandonado e demolido depois de um incêndio
Data 2005/2006
Acervo Artur Andrade

Banco do Brasil
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 255
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo 255
Banco do Brasil
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

254 Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Banco Crédito e comércio de Minas Gerais
Era localizado na Rua Halfeld - 821 em Agosto de 1955
Neste Local hoje funciona a Arpel
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo253
Era localizado na Rua Halfeld - 821 em Agosto de 1955
Neste Local hoje funciona a Arpel
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo253
Banco Crédito e comércio de Minas Gerais
Era localizado na Rua Halfeld - 821 em Agosto de 1955
Neste Local hoje funciona a Arpel
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

252 Era localizado na Rua Halfeld - 821 em Agosto de 1955
Neste Local hoje funciona a Arpel
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Residência que existiu na Avenida Barão do Rio Branco esquina da Rua José Cesário
Hoje no local um estabelecimento de Hortifrúti
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Hoje no local um estabelecimento de Hortifrúti
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

251
Bairro Nova Era
Esta Cantina
provavelmente era nas proximidades da Estação Ferroviária Setembrino de
Carvalho parcialmente demolida onde só existe o patamar da mesma
Foto extraída do livro História do 4º GAC
Autoria do Coronel Oswaldo Pereira Gomes
Livro doado gentilmente ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora em parceria com o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha
Detalhes na própria legenda da Fotografia
Foto extraída do livro História do 4º GAC
Autoria do Coronel Oswaldo Pereira Gomes
Livro doado gentilmente ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora em parceria com o 4º Grupo de Artilharia de Campanha Leve de Montanha
Detalhes na própria legenda da Fotografia
250
Largo do Riachuelo
Saudoso Jardim da Infância Mariano Procópio
Demolido para dar lugar àquele ao Monumento das Forças Armadas, apelidado de Chapelão.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Saudoso Jardim da Infância Mariano Procópio
Demolido para dar lugar àquele ao Monumento das Forças Armadas, apelidado de Chapelão.
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
249
Residência,(Demolida).
Bairro São Mateus
Rua Luiz Dets esquina com Rua Cândido Tostes
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Bairro São Mateus
Rua Luiz Dets esquina com Rua Cândido Tostes
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
248
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Oscar Vidal
Antigo Solar dos Burnier (Demolido).
Década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Antigo Solar dos Burnier (Demolido).
Década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
247
Residência
M. R. D Comentou: Antiga casa da Rua Santo Antônio - 765, (Demolida)
Hoje há o Hotel Constantino nesse local
Era a paisagem da janela da minha casa
Data não informado
Acervo M. R. D
M. R. D Comentou: Antiga casa da Rua Santo Antônio - 765, (Demolida)
Hoje há o Hotel Constantino nesse local
Era a paisagem da janela da minha casa
Data não informado
Acervo M. R. D
246
Residência
M. R. D Comentou: Antiga casa da Rua Santo Antônio - 765, (Demolida)
Hoje há o Hotel Constantino nesse local
Era a paisagem da janela da minha casa
Data não informado
Acervo M. R. D
M. R. D Comentou: Antiga casa da Rua Santo Antônio - 765, (Demolida)
Hoje há o Hotel Constantino nesse local
Era a paisagem da janela da minha casa
Data não informado
Acervo M. R. D
245
Bairro Fabrica
Colégio Luis Gama
Quando, em algum momento, alguém for dedicar-se a escrever a história da educação em Juiz de Fora, sobre os nossos mestres e os centenas de templos de ensino, tenho certeza que um capítulo será destinado a uma das mais tradicionais escolas da cidade, responsável pela formação de milhares de estudantes: o extinto Colégio Luis Gama.
Embora situado na zona norte, precisamente no bairro Fábrica, para ele se dirigiam alunos dos mais diversos e distantes lugares da cidade, dado a qualidade do ensino ali aplicado.
Sua origem reside no sonho de um visionário economista da extinta Rede Ferroviária Federal S.A., morador do Fábrica, Sebastião Santana, que teve a iniciativa de fundar em seu próprio bairro, em 1962, o Colégio Luis Gama. Na ocasião, ocupou um pequeno prédio localizado à Rua Eduardo Weiss, nº 103. A este prédio outro veio somar-se disponibilizando 25 salas de aula, funcionando nos turnos da manhã e noite.
No princípio, a escola oferecia apenas o 1º ano do antigo curso ginasial. Em 1963, passaram a funcionar salas dos 2º e 3º anos. A partir de 1964, o ciclo foi completado quando passou a atender também o 4º ano.
Foi neste último ano que um jovem professor de História, OSPB e Educação Moral e Cívica, Carlos Alberto Barra Portes – então com 23 anos, começava ali a lecionar. No ano seguinte, assumia a sua direção, tornando-se o mais jovem diretor de uma instituição de ensino da cidade. Em 1968, Carlos Alberto tornava-se o Diretor Pedagógico e presidente da entidade mantenedora: a Sociedade Para Expansão do Ensino Secundário. Seu irmão, José Carlos Barra Portes, era o Diretor Administrativo. Outro importante colaborador, Doraci Ferreira do Nascimento, veio somar-se à equipe na função de Diretor Econômico-financeiro.
A partir de 1970, a escola sofreu grande expansão, com a implantação do antigo curso científico (2º grau ou ensino médio) e dos cursos profissionalizantes. Centenas de juiz-foranos ali se formaram em Enfermagem, Contabilidade, Informática e Magistério.
Foi um tempo de grande efervescência nos procedimentos de atração de novos alunos. A escola viveu importante afirmação no seu setor. Em uma inédita parceria com a prefeitura de Juiz de Fora, a Rede Ferroviária Federal e Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o colégio passou a disponibilizar bolsas de estudos o que permitiu que milhares de jovens frequentassem suas salas de aulas.
A disciplina de Educação Física era aplicada em dois lugares: no campo do Amambaí e em um terreno na Rua Maria Luiza Tostes, 95.
Participações em olimpíadas escolares, gincanas, torneios esportivos entre as classes, artes marciais e festivais de música popular eram eventos muito concorridos e que mobilizavam todos os alunos e suas famílias.
As atividades da escola encerraram-se em 1995.
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
Colégio Luis Gama
Quando, em algum momento, alguém for dedicar-se a escrever a história da educação em Juiz de Fora, sobre os nossos mestres e os centenas de templos de ensino, tenho certeza que um capítulo será destinado a uma das mais tradicionais escolas da cidade, responsável pela formação de milhares de estudantes: o extinto Colégio Luis Gama.
Embora situado na zona norte, precisamente no bairro Fábrica, para ele se dirigiam alunos dos mais diversos e distantes lugares da cidade, dado a qualidade do ensino ali aplicado.
Sua origem reside no sonho de um visionário economista da extinta Rede Ferroviária Federal S.A., morador do Fábrica, Sebastião Santana, que teve a iniciativa de fundar em seu próprio bairro, em 1962, o Colégio Luis Gama. Na ocasião, ocupou um pequeno prédio localizado à Rua Eduardo Weiss, nº 103. A este prédio outro veio somar-se disponibilizando 25 salas de aula, funcionando nos turnos da manhã e noite.
No princípio, a escola oferecia apenas o 1º ano do antigo curso ginasial. Em 1963, passaram a funcionar salas dos 2º e 3º anos. A partir de 1964, o ciclo foi completado quando passou a atender também o 4º ano.
Foi neste último ano que um jovem professor de História, OSPB e Educação Moral e Cívica, Carlos Alberto Barra Portes – então com 23 anos, começava ali a lecionar. No ano seguinte, assumia a sua direção, tornando-se o mais jovem diretor de uma instituição de ensino da cidade. Em 1968, Carlos Alberto tornava-se o Diretor Pedagógico e presidente da entidade mantenedora: a Sociedade Para Expansão do Ensino Secundário. Seu irmão, José Carlos Barra Portes, era o Diretor Administrativo. Outro importante colaborador, Doraci Ferreira do Nascimento, veio somar-se à equipe na função de Diretor Econômico-financeiro.
A partir de 1970, a escola sofreu grande expansão, com a implantação do antigo curso científico (2º grau ou ensino médio) e dos cursos profissionalizantes. Centenas de juiz-foranos ali se formaram em Enfermagem, Contabilidade, Informática e Magistério.
Foi um tempo de grande efervescência nos procedimentos de atração de novos alunos. A escola viveu importante afirmação no seu setor. Em uma inédita parceria com a prefeitura de Juiz de Fora, a Rede Ferroviária Federal e Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o colégio passou a disponibilizar bolsas de estudos o que permitiu que milhares de jovens frequentassem suas salas de aulas.
A disciplina de Educação Física era aplicada em dois lugares: no campo do Amambaí e em um terreno na Rua Maria Luiza Tostes, 95.
Participações em olimpíadas escolares, gincanas, torneios esportivos entre as classes, artes marciais e festivais de música popular eram eventos muito concorridos e que mobilizavam todos os alunos e suas famílias.
As atividades da escola encerraram-se em 1995.
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
244
Antiga casa em estilo normando
Foi demolida e atualmente no local o Edifício Rossi
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Edifício Top Center
David Tavares Ladeira comentou: Ficava entre as Ruas Floriano Peixoto e Afonso Pinto da Mota
Ao lado do antigo Cine Excelsior
Foto provavelmente década de 1970
Acervo Beatriz Paiva
Foi demolida e atualmente no local o Edifício Rossi
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Edifício Top Center
David Tavares Ladeira comentou: Ficava entre as Ruas Floriano Peixoto e Afonso Pinto da Mota
Ao lado do antigo Cine Excelsior
Foto provavelmente década de 1970
Acervo Beatriz Paiva
243
Serraria Procópio Ladeira e Rio Paraibuna
Demolida para a abertura para a atual Avenida Brasil
Sérgio Amaral comentou: Ao que me parece seria Rua Halfeld próximo a Ponte
Esta edificação posteriormente foi demolida para prolongamento da Avenida Brasil
Ermógenes Lino comentou:Trabalhei como apontador de pessoal e caminhões por algum tempo em 1965 justamente nessa parte da obra, a construtora era a COENGE que por sinal executou toda a obra da nova avenida
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Demolida para a abertura para a atual Avenida Brasil
Sérgio Amaral comentou: Ao que me parece seria Rua Halfeld próximo a Ponte
Esta edificação posteriormente foi demolida para prolongamento da Avenida Brasil
Ermógenes Lino comentou:Trabalhei como apontador de pessoal e caminhões por algum tempo em 1965 justamente nessa parte da obra, a construtora era a COENGE que por sinal executou toda a obra da nova avenida
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
242
Residência da Família Assis era de propriedade do Doutor
Francisco de Assis e sua esposa Dona Marília depois Loja de Decoração
Atel,(Demolida).
No local amplo pátio para estacionamento de veículos
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Década de 1980
Acervo Margarida Dos Reis Oliveira
No local amplo pátio para estacionamento de veículos
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Década de 1980
Acervo Margarida Dos Reis Oliveira
241
Bairro Santo Antonio
Crianças brincando no antigo campo do Bairro em Novembro de 1974
Atualmente no local a Escola Dante Jaime Brochado
Acervo Antônio Carlos
Crianças brincando no antigo campo do Bairro em Novembro de 1974
Atualmente no local a Escola Dante Jaime Brochado
Acervo Antônio Carlos
240
Bairro de São Mateus
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
239
Bairro de São Mateus
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
238
Bairro de São Mateus
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
237
Bairro de São Mateus
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
236
Bairro de São Mateus
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Rua São Mateus
Ginásio Bicalho em Outubro de 1952
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
235
Bairro Santa Terezinha
Antigas Instalações do 2º Batalhão de Polícia Militar em 1988
Hospedaria Horta Barbosa
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
Antigas Instalações do 2º Batalhão de Polícia Militar em 1988
Hospedaria Horta Barbosa
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
234
Monumento que existiu onde atualmente se encontra a piscina da A.B.C.R na IMBEL antiga FEEA
Lia Rezende Oliveira comentou: noivado da minha irmã Marina
Na foto tem eu, Edna, Cida, Fátima e Wilson
Os outros são parentes do meu cunhado que moram no Rio de Janeiro
Foto de Dezembro de 1972
Acervo Lia Rezende Oliveira
Lia Rezende Oliveira comentou: noivado da minha irmã Marina
Na foto tem eu, Edna, Cida, Fátima e Wilson
Os outros são parentes do meu cunhado que moram no Rio de Janeiro
Foto de Dezembro de 1972
Acervo Lia Rezende Oliveira
233
Loja,(Demolida)
Rua São Sebastião esquina com a Rua Batista de Oliveira
Foto encontrada na Feira Livre de Domingo, em Maio de 2002
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua São Sebastião esquina com a Rua Batista de Oliveira
Foto encontrada na Feira Livre de Domingo, em Maio de 2002
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
232
Loja,(Demolida)
Rua São Sebastião esquina com a Rua Batista de Oliveira
Foto encontrada na Feira Livre de Domingo, em Maio de 2002
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua São Sebastião esquina com a Rua Batista de Oliveira
Foto encontrada na Feira Livre de Domingo, em Maio de 2002
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
231
Residência da família Ciampi
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto
Ficava ao lado do Diários Associados
Foi também sede do Prontil e posteriormente o Churraspeto
Atualmente e um estacionamento ao lado do Banco Santander e dos moveis Parma
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto
Ficava ao lado do Diários Associados
Foi também sede do Prontil e posteriormente o Churraspeto
Atualmente e um estacionamento ao lado do Banco Santander e dos moveis Parma
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
230
Residência da família Ciampi
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto
Ficava ao lado do Diários Associados
Foi também sede do Prontil e posteriormente o Churraspeto
Atualmente e um estacionamento ao lado do Banco Santander e dos moveis Parma
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Avenida Barão do Rio Branco quase esquina com Rua Floriano Peixoto
Ficava ao lado do Diários Associados
Foi também sede do Prontil e posteriormente o Churraspeto
Atualmente e um estacionamento ao lado do Banco Santander e dos moveis Parma
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
229
Bairro Santa Terezinha
Demolição do antigo Prédio do 2º Batalhão em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
Demolição do antigo Prédio do 2º Batalhão em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
228
Bairro Santa Terezinha
Demolição do antigo Prédio do 2º Batalhão em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
Demolição do antigo Prédio do 2º Batalhão em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
227
Bairro Santa Terezinha
Demolição do antigo Prédio do 2º Batalhão em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
Demolição do antigo Prédio do 2º Batalhão em 1972
Foto doada ao Blog Mauricio Resgatando o Passado a Historia de Juiz de Fora pelo 2º Batalhão de Polícia Militar Dois de Ouro
226
Bairro São Mateus
Cine Paraíso na Rua São Mateus em frente a Rua Antonio Passarela,(Demolido).
José Luiz Britto Bastos comentou: Nunca pensei que poderia ver de novo o CINE PARAÍSO, que um dia derrubaram para construir um prédio. Eu trabalhava por trás do basculante que aparece na foto, ali era a sala de projeção com dois projetores de 30 mm. O meu chefe era um vizinho que a vida toda trabalhou nos cinemas de Juiz de Fora, chamava-se Pedro Pedroso Mariosa, infelizmente faleceu bem novo.
Milton Gervason Macedo comentou: Uma Curiosidade , quando criança ,nós Católicos tínhamos restrições para frequenta-lo , pois era administrado por uma entidade Espírita
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Cine Paraíso na Rua São Mateus em frente a Rua Antonio Passarela,(Demolido).
José Luiz Britto Bastos comentou: Nunca pensei que poderia ver de novo o CINE PARAÍSO, que um dia derrubaram para construir um prédio. Eu trabalhava por trás do basculante que aparece na foto, ali era a sala de projeção com dois projetores de 30 mm. O meu chefe era um vizinho que a vida toda trabalhou nos cinemas de Juiz de Fora, chamava-se Pedro Pedroso Mariosa, infelizmente faleceu bem novo.
Milton Gervason Macedo comentou: Uma Curiosidade , quando criança ,nós Católicos tínhamos restrições para frequenta-lo , pois era administrado por uma entidade Espírita
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
225
Avenida Raul Soares atual Avenida Brasil com algumas alterações 1930
Infelizmente não existe mais
Acervo Elton Belo Reis
Infelizmente não existe mais
Acervo Elton Belo Reis
224
Demolição
Residência da Família Tostes
Rua Doutor Constantino Paleta esquina com Rua Santo Antônio
Provavelmente década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Residência da Família Tostes
Rua Doutor Constantino Paleta esquina com Rua Santo Antônio
Provavelmente década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
223
Demolição
Residência da Família Tostes
Rua Doutor Constantino Paleta esquina com Rua Santo Antônio
Provavelmente década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Residência da Família Tostes
Rua Doutor Constantino Paleta esquina com Rua Santo Antônio
Provavelmente década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
222
Residência da Senhorita Anita Meurer
Logo depois veio a ser Centro Médico de Diagnóstico Computadorizados pertencente ao Instituto Oncológico
Atualmente agência do Banco do Brasil
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Sampaio
Provavelmente inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Logo depois veio a ser Centro Médico de Diagnóstico Computadorizados pertencente ao Instituto Oncológico
Atualmente agência do Banco do Brasil
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Sampaio
Provavelmente inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
221
Residência da Senhorita Anita Meurer
Logo depois veio a ser Centro Médico de Diagnóstico Computadorizados pertencente a AME ,Assistência Médica a Empresas
Atualmente agência do Banco do Brasil
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Sampaio
Provavelmente inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Logo depois veio a ser Centro Médico de Diagnóstico Computadorizados pertencente a AME ,Assistência Médica a Empresas
Atualmente agência do Banco do Brasil
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Sampaio
Provavelmente inicio da década de 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
220
Avenida Barão do Rio Branco
Demolição da Fabrica de Meias Massilia de Pedro Calil
Ficava em Frente ao Cine Excelsior
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Demolição da Fabrica de Meias Massilia de Pedro Calil
Ficava em Frente ao Cine Excelsior
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
219
Avenida Barão do Rio Branco
Demolição da Fabrica de Meias Massilia de Pedro Calil
Ficava em Frente ao Cine Excelsior
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Demolição da Fabrica de Meias Massilia de Pedro Calil
Ficava em Frente ao Cine Excelsior
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
218
Avenida Barão do Rio Branco
Demolição da Fabrica de Meias Massilia de Pedro Calil
Ficava em Frente ao Cine Excelsior
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Demolição da Fabrica de Meias Massilia de Pedro Calil
Ficava em Frente ao Cine Excelsior
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
217
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
216
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
215
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
214
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
213
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
212
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
211
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
210
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
209
Fazenda Hotel Salvaterra era localizada onde atualmente e o trevo da Avenida Deusdedith Salgado com a BR 040
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Operou também como Tiro de Guerra 17 nas décadas de 1910/1920
Provavelmente inicio da década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
208
Desenvolvimento comercial em Juiz de Fora em 1921
Fachada da Empresa Ercore Marelli
Acervo Elton Belo Reis
Fachada da Empresa Ercore Marelli
Acervo Elton Belo Reis
207
Bonde servindo de enfeite, praticamente destruído
Local não informado
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
206
Palácio Episcopal ou Casa do Bispo.(Demolido).
Atualmente Empório Bahamas
Avenida Barão do Rio Branco - 2872
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Atualmente Empório Bahamas
Avenida Barão do Rio Branco - 2872
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
205
Palácio Episcopal ou Casa do Bispo.(Demolido).
Atualmente Empório Bahamas
Avenida Barão do Rio Branco - 2872
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Atualmente Empório Bahamas
Avenida Barão do Rio Branco - 2872
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
204
Residência da Família Assis,(Demolida).
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Maria José Monteiro Zeze comentou:Situava-se em frente ao colégio Stella Matutina
Tinha um muro de pedras baixo e a rapaziada ficava sentada nele vendo a saída das alunas
José Eduardo Araújo comentou:foi a loja da Atel e da Encol ,atualmente funciona um estacionamento, cujo terreno foi acrescido com o sobrado que existia
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Rei Alberto
Maria José Monteiro Zeze comentou:Situava-se em frente ao colégio Stella Matutina
Tinha um muro de pedras baixo e a rapaziada ficava sentada nele vendo a saída das alunas
José Eduardo Araújo comentou:foi a loja da Atel e da Encol ,atualmente funciona um estacionamento, cujo terreno foi acrescido com o sobrado que existia
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
203
Demolição
Rua Halfeld com Rua Batista de Oliveira
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Rua Halfeld com Rua Batista de Oliveira
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
202
Residência, (Foto trabalhada).
Rua Barão de Cataguases,(demolida).
Munir Yazbeck comentou:Rua Barão de Cataguases,ao lado da Igreja Adventista,
De propriedade do Doutor Albertino Gonçalves Vieira
Eram duas casas germinadas,onde moravam as famílias Simão Jacometti
Entre as Ruas Santo Antonio e João Pinheiro
Provavelmente 1986/1987
Acervo Hugo Caramuru
Rua Barão de Cataguases,(demolida).
Munir Yazbeck comentou:Rua Barão de Cataguases,ao lado da Igreja Adventista,
De propriedade do Doutor Albertino Gonçalves Vieira
Eram duas casas germinadas,onde moravam as famílias Simão Jacometti
Entre as Ruas Santo Antonio e João Pinheiro
Provavelmente 1986/1987
Acervo Hugo Caramuru
201
Bairro Mariano Procópio
Rua Mariano Procópio
Neste prédio que existiu a Farmácia Barbosa em 1931
Foi em 1910 que a formula de um Tonico fabricado em Juiz de Fora ganhou grande repercussão
Acervo Elton Belo Reis
Rua Mariano Procópio
Neste prédio que existiu a Farmácia Barbosa em 1931
Foi em 1910 que a formula de um Tonico fabricado em Juiz de Fora ganhou grande repercussão
Acervo Elton Belo Reis
200
Avenida Barão do Rio Branco
Demolição da Capela do colégio Stella Matutina em 1982
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Demolição da Capela do colégio Stella Matutina em 1982
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
199
Parque Halfeld
Sede da Segunda Biblioteca Municipal
Provavelmente final da década de 1930
Acervo Humberto Ferreira
Sede da Segunda Biblioteca Municipal
Provavelmente final da década de 1930
Acervo Humberto Ferreira
198
Parque Halfeld
Sede da Segunda Biblioteca Municipal
Provavelmente final da década de 1930
Acervo Humberto Ferreira
Sede da Segunda Biblioteca Municipal
Provavelmente final da década de 1930
Acervo Humberto Ferreira
197
Bairro Bom Pastor
Obras de Aterro da Lagoa
Obras de Aterro da Lagoa
Atual Praça
Provavelmente década de 1970
Acervo Guto Pestana
Provavelmente década de 1970
Acervo Guto Pestana
196
Bairro São Mateus
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho,(Demolido).
Fundado em 7 de Janeiro de 1911, pelo Capitão Torquato Bicalho e Dona Áurea Gregorina Bicalho, que foi a primeira diretora
Acervo dos Municípios Brasileiros
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho,(Demolido).
Fundado em 7 de Janeiro de 1911, pelo Capitão Torquato Bicalho e Dona Áurea Gregorina Bicalho, que foi a primeira diretora
Acervo dos Municípios Brasileiros
195
Bairro São Mateus
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho(Demolido).
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Rua São Mateus, entre Coronel de Barros e Pedro Escapim
Ginásio Bicalho(Demolido).
Provavelmente década de 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
194
Cartão Postal Raro
Cadeia em 1914
Avenida Presidente Getúlio Vargas(Demolida)
No Local esta as instalações da Escola Normal
Acervo Elton Belo Reis
Cadeia em 1914
Avenida Presidente Getúlio Vargas(Demolida)
No Local esta as instalações da Escola Normal
Acervo Elton Belo Reis
193
Bairro São Mateus
Gruta de Nossa Senhora
Muito conhecida pelos moradores antigos do Bairro
Anexa ao adro da igreja de São Mateus,e que foi demolida
Foto tirada Provavelmente em 2000
Acervo e Autoria Uirassu Resende
Gruta de Nossa Senhora
Muito conhecida pelos moradores antigos do Bairro
Anexa ao adro da igreja de São Mateus,e que foi demolida
Foto tirada Provavelmente em 2000
Acervo e Autoria Uirassu Resende
192
Clube Ginástico em 1950
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
Acervo Carlos Eduardo Silva Gonçalves
191
Residência
Rua Barão de Cataguases,(demolida).
Munir Yazbeck comentou:Rua Barão de Cataguases,ao lado da Igreja Adventista,
De propriedade do Doutor Albertino Gonçalves Vieira
Eram duas casas germinadas,onde moravam as famílias Simão Jacometti
Entre as Ruas Santo Antonio e João Pinheiro
Provavelmente 1986/1987
Acervo Hugo Caramuru
Rua Barão de Cataguases,(demolida).
Munir Yazbeck comentou:Rua Barão de Cataguases,ao lado da Igreja Adventista,
De propriedade do Doutor Albertino Gonçalves Vieira
Eram duas casas germinadas,onde moravam as famílias Simão Jacometti
Entre as Ruas Santo Antonio e João Pinheiro
Provavelmente 1986/1987
Acervo Hugo Caramuru
190
Foto tirada do jardim da casa do Senhor Nestor
Vejam a fileira de casas da Avenida Ministro Espírito Santo, na antiga FEEA (hoje, Imbel).
Foram construídas como Residências para servidores da fábrica
A maior parte dessas casas foi demolida.
Provavelmente década de 1970
Acervo Luiza França
Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
Vejam a fileira de casas da Avenida Ministro Espírito Santo, na antiga FEEA (hoje, Imbel).
Foram construídas como Residências para servidores da fábrica
A maior parte dessas casas foi demolida.
Provavelmente década de 1970
Acervo Luiza França
Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
189
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
188
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
187
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
186
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
185
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
184
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
183
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
182
Bairro Mariano Procópio
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Companhia e Fiação e Tecelagem Industrial Mineira
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
181
Incêndio do Edifício Clube Juiz de Fora em 21 de Fevereiro de 1950
O incêndio ocorreu na madrugada ,depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais:Drogaria Rio Branco,Joalheria Windsor,Casa Schuerye Casa das Crianças
O incêndio ocorreu na madrugada ,depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais:Drogaria Rio Branco,Joalheria Windsor,Casa Schuerye Casa das Crianças
180
Morro da Glória
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
179
Morro da Glória
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
178
Morro da Glória
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
177
Morro da Glória
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida dos Andradas - 731
C.C.P.L - Cooperativa Central dos Produtores de Leite de Juiz de Fora
Atualmente neste local, Universidade Salgado de Oliveira (Universo).
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
176
Restaurante Faisão Dourado em 2003
O Restaurante, foi inaugurado em 1947, na galeria ao lado do Cine Teatro Central, posteriormente, transferido para a parte baixa da Rua Halfeld
É uma pena, mas esse restaurante fechou
Possuía nas paredes fotos de pessoas famosas que foram ao local
Acervo Augusto de Santo
O Restaurante, foi inaugurado em 1947, na galeria ao lado do Cine Teatro Central, posteriormente, transferido para a parte baixa da Rua Halfeld
É uma pena, mas esse restaurante fechou
Possuía nas paredes fotos de pessoas famosas que foram ao local
Acervo Augusto de Santo
175
Mechanica Mineira
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local
Data não informado
Acervo João Carlos Da Silva
174
Residência na Avenida Barão do Rio Branco a direita de quem vai para o Alto dos Passos na altura da Rua Sampaio
Acho que era essa que tinha um letreiro no portão grande
Estamparia não lembro o nome e o dono era o pai do Fernando Fagundes Neto se não me engano,lembro de minha mãe dizer que era estilo italiano isso na década de 1940
Acervo João Carlos Da Silva
Acho que era essa que tinha um letreiro no portão grande
Estamparia não lembro o nome e o dono era o pai do Fernando Fagundes Neto se não me engano,lembro de minha mãe dizer que era estilo italiano isso na década de 1940
Acervo João Carlos Da Silva
173
Casarão abandonado em 1982
Rua São Sebastião com a Avenida Barão do Rio Branco.
Rua São Sebastião com a Avenida Barão do Rio Branco.
172
Casarão em ruínas em 1998
Rua São Sebastião com a Avenida Barão do Rio Branco.
Rua São Sebastião com a Avenida Barão do Rio Branco.
171
Casarão em ruínas em 1998
Rua São Sebastião com a Avenida Barão do Rio Branco.
Rua São Sebastião com a Avenida Barão do Rio Branco.
170
Residência dos Pedroso (demolida),na década de 1950 (em 1954).
Alto da Rua Paleta
Década de 1950
Acervo Tetê Alencar
Alto da Rua Paleta
Década de 1950
Acervo Tetê Alencar
169
Residência
Era localizada na Rua Santo Antônio
João Duboc comentou:Quando eu ainda morava em Juiz de Fora era uma vídeo locadora e depois se não me engano foi um Empório, próximo ao curso "opção" vestibulares, entre a Rua São Sebastião e a Rua Benjamin Constant
Miriam Travassos comentou:Antes de ser uma vídeo locadora havia sido uma clínica de Psicologia por alguns anos
Pablo Costa comentou:Eu que fiz o registro documental antes da demolição.
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Era localizada na Rua Santo Antônio
João Duboc comentou:Quando eu ainda morava em Juiz de Fora era uma vídeo locadora e depois se não me engano foi um Empório, próximo ao curso "opção" vestibulares, entre a Rua São Sebastião e a Rua Benjamin Constant
Miriam Travassos comentou:Antes de ser uma vídeo locadora havia sido uma clínica de Psicologia por alguns anos
Pablo Costa comentou:Eu que fiz o registro documental antes da demolição.
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
168
Casarão(demolido)
Rua Santo Antônio
Década de 1990
Acervo Jornalista Miguel R.Gomide
Rua Santo Antônio
Década de 1990
Acervo Jornalista Miguel R.Gomide
167
Casarão(demolido)
Rua Santo Antônio
Década de 1990
Acervo Jornalista Miguel R.Gomide
Rua Santo Antônio
Década de 1990
Acervo Jornalista Miguel R.Gomide
166
Casarão na Rua Espírito Santo demolida para dar passagem Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco
Década de 1960
Década de 1960
165
Demolição de parte do prédio do Instituto Estadual de
Educação - Escola Normal Oficial de Juiz de Fora - para construção da
Avenida Independência (atual Presidente Itamar Franco em 10 de Janeiro
de 1968
Fonte IEE News
Fonte IEE News
164
Bairro Mariano Procópio
Rua Duarte de Abreu
Imóvel de estilo eclético do início do séc XX que fazia parte da história arquitetônica do entorno do Museu
Foi para o chão rapidamente
Data não informado
Acervo Alvino Sandokan
Rua Duarte de Abreu
Imóvel de estilo eclético do início do séc XX que fazia parte da história arquitetônica do entorno do Museu
Foi para o chão rapidamente
Data não informado
Acervo Alvino Sandokan
163
Solar dos Tostes
Rua Santo Antonio - 732
Data não Informado
Acervo Claudia Andrada Tostes Vinhaes
Rua Santo Antonio - 732
Data não Informado
Acervo Claudia Andrada Tostes Vinhaes
162
Solar dos Tostes
Rua Santo Antonio - 732
Data não Informado
Acervo Claudia Andrada Tostes Vinhaes
Rua Santo Antonio - 732
Data não Informado
Acervo Claudia Andrada Tostes Vinhaes
161
Avenida Independência - 1936
Atual Avenida Presidente Itamar Franco em Março de 1979
Abel de Lemos Pires comentou:Hoje, neste local, Edifício Abel de Lemos (entrada pela Rua Doutor Romualdo - 555), meu avô materno.
O prédio foi construído no terreno onde morávamos e/ou ao lado dele, desabou, devido à instabilidade do talude dos fundos, onde a P.M.J.F. escavou para canalizar o córrego e fazer a Avenida Independência.
Doutor Alfredo Castro de Lemos, falecido
Advogado, foi proprietário da Independência Imóveis, Filho de Floriano de Lemos e Regina Castro de Lemos
Acervo e Foto Doutor Alfredo Castro de Lemos
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Atual Avenida Presidente Itamar Franco em Março de 1979
Abel de Lemos Pires comentou:Hoje, neste local, Edifício Abel de Lemos (entrada pela Rua Doutor Romualdo - 555), meu avô materno.
O prédio foi construído no terreno onde morávamos e/ou ao lado dele, desabou, devido à instabilidade do talude dos fundos, onde a P.M.J.F. escavou para canalizar o córrego e fazer a Avenida Independência.
Doutor Alfredo Castro de Lemos, falecido
Advogado, foi proprietário da Independência Imóveis, Filho de Floriano de Lemos e Regina Castro de Lemos
Acervo e Foto Doutor Alfredo Castro de Lemos
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
160
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
159
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
158
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
157
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
156
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
155
Casa da Dona Chiquita
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
Avenida Barão do Rio Branco - 1883, ao lado do Cine Excelsior em 28 de Julho de 2003
Acervo e Foto João Batista de Araújo
154
Vista do conjunto Arquitetônico não mais existente
Pertencente a firma Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Pertencente a firma Pantaleone Arcuri & Spinelli
Data não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
153
Obras para demolição de uma das torres da Escola Normal para a passagem da Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1968
Nas palavras do Professor Panisset um verdadeiro desastre
Acervo IEE News
Nas palavras do Professor Panisset um verdadeiro desastre
Acervo IEE News
152
Castelinho
Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto em 1981
Parte dos fundos do anexo Demolido
Acervo Ramon Brandão
Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto em 1981
Parte dos fundos do anexo Demolido
Acervo Ramon Brandão
151
Castelinho
Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto em 1981
Parte dos fundos do anexo Demolido
Acervo Ramon Brandão
Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto em 1981
Parte dos fundos do anexo Demolido
Acervo Ramon Brandão
150
Castelinho
Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto em 1981
Anexo a Rua Tiradentes já Demolido
Acervo Ramon Brandão
Rua Tiradentes com Rua Floriano Peixoto em 1981
Anexo a Rua Tiradentes já Demolido
Acervo Ramon Brandão
149
Rua São Sebastião entre Rua Santo Antonio e Avenida Barão do Rio Branco em 1986
Demolida no Final da década de 1980
Acervo Ramon Brandão
Demolida no Final da década de 1980
Acervo Ramon Brandão
148
Rua São Sebastião entre Rua Santo Antonio e Avenida Barão do Rio Branco em 1986
Demolida no Final da década de 1980
Acervo Ramon Brandão
Demolida no Final da década de 1980
Acervo Ramon Brandão
147
Rua São Sebastião entre Rua Santo Antonio e Avenida Barão do Rio Branco em 1986
Demolida no Final da década de 1980
Acervo Ramon Brandão
Demolida no Final da década de 1980
Acervo Ramon Brandão
146
Esquina da Rua Batista de Oliveira com Rua Santa Rita
Marcelo Visentin comentou:Não lembro quando foi a data da foto
Eles derrubaram tudo
Fotografei antes de ir ao chão
Acredito que seja final da década de 1990
Acervo Marcelo Visentin
Marcelo Visentin comentou:Não lembro quando foi a data da foto
Eles derrubaram tudo
Fotografei antes de ir ao chão
Acredito que seja final da década de 1990
Acervo Marcelo Visentin
145
Bairro Bom Pastor
Aloysio Barbosa Gomes comentou:Uma das primeiras casas que foi construída no Bairro Bom Pastor, agora está sendo demolida
Data não informada
Acervo Aloysio Barbosa Gomes
Aloysio Barbosa Gomes comentou:Uma das primeiras casas que foi construída no Bairro Bom Pastor, agora está sendo demolida
Data não informada
Acervo Aloysio Barbosa Gomes
144
Residência na Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
143
Residência na Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
142
Residência na Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
141
Residência na Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
Demolida entre 1987 e 1993
Acervo Ramon Brandão
140
Prédio do "Telegrapho Nacional" em demolição para a construção do Centro Empresarial Alber Ganimi
Rua Espírito Santo com a Avenida Barão do Rio Branco em 1986
Acervo Ramon Brandão
Rua Espírito Santo com a Avenida Barão do Rio Branco em 1986
Acervo Ramon Brandão
139
Vista Parcial do Presépio Glória
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
138
Rua Batista de Oliveira em 1986
Demolida em 1987
Acervo Ramon Brandão
Demolida em 1987
Acervo Ramon Brandão
137
Bairro Manoel Honório
Rua Américo Lobo - 121
Casa de Antônio Aquino Guedes e Ana Aquino Guedes (Demolida).
Década de 1960
Pode se ver a construção da Escola Estadual Sebastião Patrus de Souza
Acervo da Família Rita Guedes
Rua Américo Lobo - 121
Casa de Antônio Aquino Guedes e Ana Aquino Guedes (Demolida).
Década de 1960
Pode se ver a construção da Escola Estadual Sebastião Patrus de Souza
Acervo da Família Rita Guedes
136
Bairro Mariano Procópio
Fábrica do Ingleses depois da demolição
Datas prováveis 1997 ou 1998
Acervo Louise Torga
Fábrica do Ingleses depois da demolição
Datas prováveis 1997 ou 1998
Acervo Louise Torga
135
Bairro Mariano Procópio
Fábrica do Ingleses antes da demolição
Datas prováveis 1997 ou 1998
Acervo Louise Torga
Fábrica do Ingleses antes da demolição
Datas prováveis 1997 ou 1998
Acervo Louise Torga
134
Terreno da Antiga Casa do Bispo
Avenida Barão do Rio Branco, que deu lugar, mais tarde, ao Plaza Tower
Fonte:Jornal Tribuna da Tarde Outubro de 1991
Fonte:Jornal Tribuna da Tarde Outubro de 1991
133
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Espaço Mascarenhas fechado para reformas em Outubro de 1991
Espaço Mascarenhas fechado para reformas em Outubro de 1991
132
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Espaço Mascarenhas fechado para reformas em Outubro de 1991
Espaço Mascarenhas fechado para reformas em Outubro de 1991
131
Colégio Stella Matutina
Data não informado
Data não informado
130
Administração Municipal Itamar Franco derrubada do terminal central dos Bondes próximo do Parque Halfeld
Avenida Barão do Rio Branco
Final da década de 1960
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração publica cometeu com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S
Avenida Barão do Rio Branco
Final da década de 1960
Em minha opinião este foi um dos maiores erros que uma administração publica cometeu com a retirada dos trilhos que hoje poderiam estar sendo usada para V.L.T.S
129
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto em 2002
Estas construções foram demolidas para a construção do Supermercado Bahamas
Estas construções foram demolidas para a construção do Supermercado Bahamas
128
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto em 2002
Estas construções foram demolidas para a construção do Supermercado Bahamas
Estas construções foram demolidas para a construção do Supermercado Bahamas
127
Faisão Dourado ficava na Galeria Azarias Vilella - 30
Foi demolido para a abertura da Galeria General Roberto Neves
Data não informada
Foi demolido para a abertura da Galeria General Roberto Neves
Data não informada
126
Faisão Dourado ficava na Galeria Azarias Vilella - 30
Foi demolido para a abertura da Galeria General Roberto Neves
Data não informado
Foi demolido para a abertura da Galeria General Roberto Neves
Data não informado
125
Bar e Restaurante Faisão Dourado
Galeria Azarias Vilela, nº30 em 1980
O prédio do Faisão Dourado foi demolida para dar lugar à Galeria General Roberto Neves ao lado do Cine Teatro Central
Galeria Azarias Vilela, nº30 em 1980
O prédio do Faisão Dourado foi demolida para dar lugar à Galeria General Roberto Neves ao lado do Cine Teatro Central
124
Bar e Restaurante Faisão Dourado
Galeria Azarias Vilela, nº30 em 1980
O prédio do Faisão Dourado foi demolida para dar lugar à Galeria General Roberto Neves ao lado do Cine Teatro Central
Galeria Azarias Vilela, nº30 em 1980
O prédio do Faisão Dourado foi demolida para dar lugar à Galeria General Roberto Neves ao lado do Cine Teatro Central
123
Bar e Restaurante Faisão Dourado
Galeria Azarias Vilela, ao lado do Cine Teatro Central, em 1980
Demolido para dar lugar à Galeria General Roberto Neves
Acervo João Batista Araújo
Galeria Azarias Vilela, ao lado do Cine Teatro Central, em 1980
Demolido para dar lugar à Galeria General Roberto Neves
Acervo João Batista Araújo
122
Bar e Restaurante Faisão Dourado
Galeria Azarias Vilela, ao lado do Cine Teatro Central, em 1980
Demolido para dar lugar à Galeria General Roberto Neves
Acervo João Batista Araújo
Galeria Azarias Vilela, ao lado do Cine Teatro Central, em 1980
Demolido para dar lugar à Galeria General Roberto Neves
Acervo João Batista Araújo
121
Bar e Restaurante Faisão Dourado
Galeria Azarias Vilela, ao lado do Cine Teatro Central, em 1980
Demolido para dar lugar à Galeria General Roberto Neves
Acervo João Batista Araújo
Galeria Azarias Vilela, ao lado do Cine Teatro Central, em 1980
Demolido para dar lugar à Galeria General Roberto Neves
Acervo João Batista Araújo
120
Rua Halfeld esquina com Rua Batista de Oliveira em Janeiro de 1974
119
Demolição em Novembro de 1965
Local não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
118
Retirada dos Trilhos onde circulavam os Bondes
Avenida Barão do Rio Branco
Governo Itamar Franco
Final da década de 1960
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida Barão do Rio Branco
Governo Itamar Franco
Final da década de 1960
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
117
Retirada dos Trilhos onde circulavam os Bondes
Avenida Barão do Rio Branco
Governo Itamar Franco
Final da década de 1960
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida Barão do Rio Branco
Governo Itamar Franco
Final da década de 1960
Acervo Roberto Dornellas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
116
Igreja Luterana
Rua Bernardo Mascarenhas "Demolida
Foto Encontrada na Gaveta da Escrivaninha do Padre
Data não informado
Acervo Original Pertence a Jorge Borboleta
Rua Bernardo Mascarenhas "Demolida
Foto Encontrada na Gaveta da Escrivaninha do Padre
Data não informado
Acervo Original Pertence a Jorge Borboleta
115
Colégio Stella Matutina em 1932
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
114
Colégio Stella Matutina em 1927
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
113
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Doutor Romualdo
Revista O Lince de 1970
Acervo Ramon Brandão
Revista O Lince de 1970
Acervo Ramon Brandão
112
Avenida Barão do Rio Branco - 2960
Casa do Doutor João José Vieira em 1929
Acervo Ramon Brandão
Casa do Doutor João José Vieira em 1929
Acervo Ramon Brandão
111
Bairro Manoel Honório
Praça já demolida
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Governador Valadares em 1988
Acervo Marcelo José Lemos
Praça já demolida
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Governador Valadares em 1988
Acervo Marcelo José Lemos
110
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Delfim Moreira em 1985
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
109
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Delfim Moreira em 1985
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
108
B.C.G e ABREUGRAFIAS
Avenida Barão do Rio Branco com Barão de Cataguases em 1986
Acervo Ramon Brandão
Avenida Barão do Rio Branco com Barão de Cataguases em 1986
Acervo Ramon Brandão
107
B.C.G e ABREUGRAFIAS
Avenida Barão do Rio Branco com Barão de Cataguases em 1986
Acervo Ramon Brandão
Avenida Barão do Rio Branco com Barão de Cataguases em 1986
Acervo Ramon Brandão
106
Casa Da Aliança
Largo do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco em 1997
Acervo Ramon Brandão
Largo do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco em 1997
Acervo Ramon Brandão
105
Casa Da Aliança
Largo do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco em 1997
Acervo Ramon Brandão
Largo do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco em 1997
Acervo Ramon Brandão
104
Antigo Prédio dos Telégrafos e Bar Redentor em 1977
já demolido
Acervo João Batista de Araújo
já demolido
Acervo João Batista de Araújo
103
Antigo Prédio dos Telégrafos e Bar Redentor em Agosto de 1977
Acervo João Batista de Araújo
Acervo João Batista de Araújo
102
Antigo Prédio dos Telégrafos e Bar Redentor em Agosto de 1977
Acervo João Batista de Araújo
Acervo João Batista de Araújo
101
Rua Santo Antônio Esquina com Rua Halfeld
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
Data não informada
Acervo Ramon Brandão
100
Rua Santo Antônio esquina Com Rua Halfeld
Data não informado
Acervo e Colorização feita por Ramon Brandão
Data não informado
Acervo e Colorização feita por Ramon Brandão
99
Vista Panorâmica
Em destaque o Colégio Stella Matutina infelizmente demolido,Catedral Metropolitana entre tantos outros.
Acervo Ramon Brandão
Em destaque o Colégio Stella Matutina infelizmente demolido,Catedral Metropolitana entre tantos outros.
Acervo Ramon Brandão
98
Vista Parcial
Podemos ver o imponente e demolido Colégio Stella Matutina
Data não informado
Acervo Marcelo Lemos
Podemos ver o imponente e demolido Colégio Stella Matutina
Data não informado
Acervo Marcelo Lemos
97
Farmácia do Lawall
Bairro São Mateus
Rua São Mateus esquina de Monsenhor Gustavo Freire em 1981 dias depois foi demolida
Acervo Ramon Brandão
Bairro São Mateus
Rua São Mateus esquina de Monsenhor Gustavo Freire em 1981 dias depois foi demolida
Acervo Ramon Brandão
96
Farmácia do Lawall
Bairro São Mateus
Rua São Mateus esquina de Monsenhor Gustavo Freire
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
Bairro São Mateus
Rua São Mateus esquina de Monsenhor Gustavo Freire
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
95
Rua São Sebastião esquina com Avenida Francisco Bernardino em 1981
A casa da direita foi demolida em 1985 e a da esquerda no final da década de 1990
Acervo Ramon Brandão
A casa da direita foi demolida em 1985 e a da esquerda no final da década de 1990
Acervo Ramon Brandão
94
Bairro Mariano Procópio
Rua Mariano Procópio próximo a Rua Antônio Lagrotta em 1983
Demolida em 1996
Acervo Ramon Brandão
Rua Mariano Procópio próximo a Rua Antônio Lagrotta em 1983
Demolida em 1996
Acervo Ramon Brandão
93
Avenida dos Andradas em 1984
Demolida em 1988
Acervo Ramon Brandão
Demolida em 1988
Acervo Ramon Brandão
92
Bonde abandonado
Represa Doutor João Penido
Data provável década de 1970
Acervo Humberto Ferreira
Represa Doutor João Penido
Data provável década de 1970
Acervo Humberto Ferreira
91
Rua Espírito Santo com a Avenida Barão do Rio Branco em 1986
Prédio do Telegrapho Nacional em demolição para a construção do Centro Empresarial Alber Ganimi
Acervo Ramon Brandão
Prédio do Telegrapho Nacional em demolição para a construção do Centro Empresarial Alber Ganimi
Acervo Ramon Brandão
90
Avenida Barão do Rio Branco
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
89
Avenida Barão do Rio Branco
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
88
Avenida Barão do Rio Branco
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
87
Avenida Barão do Rio Branco
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
Residência da Família Ekmam em 1985
Demolida em 1985 para a construção do Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
86
Parque Halfeld
Biblioteca Municipal
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Biblioteca Municipal
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
85
Colégio Stella Matutina em junho de 1978
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Jorge Couri
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Jorge Couri
84
Colégio Stella Matutina
Capela em 1980
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Jorge Couri
Capela em 1980
Avenida Barão do Rio Branco
Acervo Jorge Couri
83
Avenida Barão do Rio Branco
Companhia Mineira de Eletricidade
Data não informada
Funcionou neste local: Companhia Mineira de Eletricidade, Colégio Mineiro e atualmente o Fórum Benjamin Colucci.
Acervo Humberto Ferreira
Companhia Mineira de Eletricidade
Data não informada
Funcionou neste local: Companhia Mineira de Eletricidade, Colégio Mineiro e atualmente o Fórum Benjamin Colucci.
Acervo Humberto Ferreira
82
Avenida Barão do Rio Branco
Companhia Mineira de Eletricidade
Data não informada
Funcionou neste local: Companhia Mineira de Eletricidade, Colégio Mineiro e atualmente o Fórum Benjamin Colucci.
Acervo Humberto Ferreira
Companhia Mineira de Eletricidade
Data não informada
Funcionou neste local: Companhia Mineira de Eletricidade, Colégio Mineiro e atualmente o Fórum Benjamin Colucci.
Acervo Humberto Ferreira
81
Cine Glória
Rua Halfeld
Década de 1960
Rua Halfeld
Década de 1960
80
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Sírio e Libanês
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
79
Avenida Barão do Rio Branco ao lado do Sírio e Libanês
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
78
Bairro Poço Rico
Rua Osório de Almeida
Acervo Ramon Brandão
Rua Osório de Almeida
Acervo Ramon Brandão
77
Avenida Barão do Rio Branco em 1930
Residência da Família Ekmam atualmente Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
Residência da Família Ekmam atualmente Shopping Rio Branco
Acervo Ramon Brandão
76
Solar dos Quinet de Andrade
Rua Espírito Santo esquina com a Avenida Barão do Rio Branco em 1925
Acervo Ramon Brandão
Rua Espírito Santo esquina com a Avenida Barão do Rio Branco em 1925
Acervo Ramon Brandão
75
Mechanica Mineira
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local
Acervo Bianca Barreto
Avenida Barão do Rio Branco com Avenida Presidente Getúlio Vargas
Demolida para a construção da Rodoviária que funcionou nesta área até meados da década de 1980
Atualmente a CESAMA ocupa esse local
Acervo Bianca Barreto
74
Vista panorâmica
Bairro Vitorino Braga em julho de 1971
Rua Victorino Braga, todas as casas que se vê foram demolidas ou descaracterizadas
Bairro Vitorino Braga em julho de 1971
Rua Victorino Braga, todas as casas que se vê foram demolidas ou descaracterizadas
73
Avenida Sete de Setembro em 1986
Demolida em 1987
Acervo Ramon Brandão
Demolida em 1987
Acervo Ramon Brandão
72
Rua Fonseca Hermes em 1986
Demolida em 2009
Acervo Ramon Brandão
Demolida em 2009
Acervo Ramon Brandão
71
Praça da Estação
Rua Halfeld em 1982
Foto tirada de cima da passarela da Rede Ferroviária.
O prédio e a casa da frente foram demolidas em 1984
Acervo Ramon Brandão
Rua Halfeld em 1982
Foto tirada de cima da passarela da Rede Ferroviária.
O prédio e a casa da frente foram demolidas em 1984
Acervo Ramon Brandão
70
Avenida Barão do Rio Branco - 1863
Casa do Doutor Alberto Andrés (casa maior) e ao seu lado casa estilo Normando em Fevereiro de 1973
Casa do Doutor Alberto Andrés (casa maior) e ao seu lado casa estilo Normando em Fevereiro de 1973
Neste local foi erguido o Edifício Top Center e a
Galeria Doutor Alberto Andrés
Acervo João Batista de Araújo
Acervo João Batista de Araújo
69
Avenida Barão do Rio Branco - 2340 em Dezembro de 1978
Casa onde morou o Doutor José Batista de Oliveira
Seu telefone era :1943
Neste local hoje Caixa Econômica Federal
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Casa onde morou o Doutor José Batista de Oliveira
Seu telefone era :1943
Neste local hoje Caixa Econômica Federal
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
68
Avenida Barão do Rio Branco - 2340 em Dezembro de 1978
Casa onde morou o Doutor José Batista de Oliveira
Seu telefone era, 1943
Neste local hoje Caixa Econômica Federal
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Casa onde morou o Doutor José Batista de Oliveira
Seu telefone era, 1943
Neste local hoje Caixa Econômica Federal
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
67
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Floriano Peixoto em Fevereiro de 1970
Neste local atualmente o Supermercado Bretas e Edifício Garagem Hércules
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Neste local atualmente o Supermercado Bretas e Edifício Garagem Hércules
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
66
Rua Batista de Oliveira - 809, quase em frente à Rua Braz Bernadino
Data não informado
Esta casa foi residência de Paulo A. Alves, dono dos Biscoitos Gelco
Acervo Benito Maddalena
Data não informado
Esta casa foi residência de Paulo A. Alves, dono dos Biscoitos Gelco
Acervo Benito Maddalena
65
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Data não informado
Neste sobrado funcionava uma pensão e era localizado onde é hoje o Condomínio Edifício Centro Empresarial, nº 828
Acervo Otávio Aníbal - Bolinha 1
Data não informado
Neste sobrado funcionava uma pensão e era localizado onde é hoje o Condomínio Edifício Centro Empresarial, nº 828
Acervo Otávio Aníbal - Bolinha 1
64
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Data não informado
Neste sobrado funcionava uma pensão e era localizado onde é hoje o Condomínio Edifício Centro Empresarial, nº 828
Acervo Otávio Aníbal - Bolinha 1
Data não informado
Neste sobrado funcionava uma pensão e era localizado onde é hoje o Condomínio Edifício Centro Empresarial, nº 828
Acervo Otávio Aníbal - Bolinha 1
63
Abrigo de Bondes e oficinas
Construção de um Bonde no portão da nova unidade por volta de 1910
Era localizado ao lado onde hoje e o Castelinho da CEMIG
Construção de um Bonde no portão da nova unidade por volta de 1910
Era localizado ao lado onde hoje e o Castelinho da CEMIG
62
Palacete Fellet
Rua Espírito Santo - 764
Rua Espírito Santo - 764
Esquina com a Avenida Presidente Itamar Franco (Independência)
Acervo Tribuna de Minas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Tribuna de Minas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
61
Palacete dos Tostes
Demolido
Rua Santo Antônio - 732 em 06 de Novembro de 1980
Demolido
Rua Santo Antônio - 732 em 06 de Novembro de 1980
Acervo João Batista Araujo
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
60
Restaurante Popular, SAPS
Avenida dos Andradas
Década de 1950 ou início de 1960
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Neste local funciona o SUS
Avenida dos Andradas
Década de 1950 ou início de 1960
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Neste local funciona o SUS
59
Sede de fazenda Centenária Próximo ao Bairro Benfica nas proximidades da U.P.A Norte
Demolida
Acervo Mauricio Lima Correa
Demolida
Acervo Mauricio Lima Correa
58
PRAÇAS CONSTRUÍDAS PELA ANTIGA FEEA
O conjunto formado pelas praças Duque de Caxias, Almirante Tamandaré e Santos Dumont foi construído pela extinta Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército – FEEA/FJF (atual Imbel JF) em terreno daquela empresa. O busto do Almirante Tamandaré foi oferecido pelo Ministério da Marinha
O monumento em homenagem ao Pai da Aviação possuía uma imensa águia de bronze.
Sua inauguração aconteceu em 31 de maio de 1951, às 10 horas da manhã, e é a praça pública mais antiga da zona norte
O ato fez parte da programação de festejos do 101º aniversário de Juiz de Fora
Na solenidade esteve presente, além do Prefeito Olavo Costa, o representante do presidente Getúlio Vargas, Geraldo Mascarenhas da Silva, oficial de gabinete da Presidência da República.
Em 22 de agosto de 1952, o prefeito Olavo Costa assinou o Decreto nº 153 que dispõe sobre a denominação das praças
Em sua exposição de motivos, Olavo Costa considerou “a inestimável contribuição que representa para o patrimônio urbanístico da cidade, a entrega que vem de lhe ser feita pela Fábrica de Juiz de Fora, de três praças públicas por ela construídas e que passam à guarda, zelo e conservação da Prefeitura Municipal, para o uso e gozo dos munícipes.”
Este é um dos mais nobres espaços públicos da região
Ao lado de duas grandes e tradicionais escolas: Almirante Barroso e Professor Francisco Faria. Na margem da mais importante e movimentada via da zona norte: a Avenida JK. São 11 mil metros quadrados de área plana.
Neste momento, toda essa área passa por um processo de revitalização total. Está sendo construída ali a Praça PEC (Praça dos Esportes e da Cultura). A área foi cedida pelo Ministério da Defesa, por meio da Imbel (que é a dona do imóvel). Conta com a parceria da prefeitura de Juiz de Fora (a quem caberá sua manutenção e organização da ocupação por meio de um conselho gestor). Os recursos da construção são do Governo Federal. Ali haverá uma grande rampa para skate, quadra poliesportiva coberta, quadra para vôlei de areia, aparelhos de ginástica, teatro/cinema com 140 lugares, sala multimídia com 12 computadores, e outros atrativos. Um belíssimo projeto que merece ser protegido por todos.
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
O conjunto formado pelas praças Duque de Caxias, Almirante Tamandaré e Santos Dumont foi construído pela extinta Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército – FEEA/FJF (atual Imbel JF) em terreno daquela empresa. O busto do Almirante Tamandaré foi oferecido pelo Ministério da Marinha
O monumento em homenagem ao Pai da Aviação possuía uma imensa águia de bronze.
Sua inauguração aconteceu em 31 de maio de 1951, às 10 horas da manhã, e é a praça pública mais antiga da zona norte
O ato fez parte da programação de festejos do 101º aniversário de Juiz de Fora
Na solenidade esteve presente, além do Prefeito Olavo Costa, o representante do presidente Getúlio Vargas, Geraldo Mascarenhas da Silva, oficial de gabinete da Presidência da República.
Em 22 de agosto de 1952, o prefeito Olavo Costa assinou o Decreto nº 153 que dispõe sobre a denominação das praças
Em sua exposição de motivos, Olavo Costa considerou “a inestimável contribuição que representa para o patrimônio urbanístico da cidade, a entrega que vem de lhe ser feita pela Fábrica de Juiz de Fora, de três praças públicas por ela construídas e que passam à guarda, zelo e conservação da Prefeitura Municipal, para o uso e gozo dos munícipes.”
Este é um dos mais nobres espaços públicos da região
Ao lado de duas grandes e tradicionais escolas: Almirante Barroso e Professor Francisco Faria. Na margem da mais importante e movimentada via da zona norte: a Avenida JK. São 11 mil metros quadrados de área plana.
Neste momento, toda essa área passa por um processo de revitalização total. Está sendo construída ali a Praça PEC (Praça dos Esportes e da Cultura). A área foi cedida pelo Ministério da Defesa, por meio da Imbel (que é a dona do imóvel). Conta com a parceria da prefeitura de Juiz de Fora (a quem caberá sua manutenção e organização da ocupação por meio de um conselho gestor). Os recursos da construção são do Governo Federal. Ali haverá uma grande rampa para skate, quadra poliesportiva coberta, quadra para vôlei de areia, aparelhos de ginástica, teatro/cinema com 140 lugares, sala multimídia com 12 computadores, e outros atrativos. Um belíssimo projeto que merece ser protegido por todos.
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
57
Matéria do Jornal Tribuna de Minas em 03 de fevereiro de 2011
Fazenda Ribeirão das Rosas também quer ficar de pé
No dia 5 de dezembro do ano passado, o jornal Tribuna de Minas, de Juiz de Fora estampou na capa de seu caderno de cultura uma matéria sobre a luta para a preservação da Fazenda Ribeirão das Rosas, localizada entre os bairros de Barbosa Lage e Remonta, em Juiz de Fora
Neste caso, a Fazenda é uma propriedade do Exército Brasileiro, mas assim mesmo foi preciso que o Ministério Público Federal entrasse na história para que ações de emergência fossem tomadas com vistas à proteção da integridade do imóvel que corre risco de desabar. Representantes da Funalfa (fundação de cultura local) , Prefeitura de Juiz de Fora e do Exército visitaram o local na ocasião, para avaliar a recuperação e um uso para o prédio histórico. A matéria informa que nas imediações da Fazenda está um marco do Instituto Estrada Real indicando que “por ali estendeu-se o Caminho Novo”. Enquanto os recursos para a restauração da Fazenda Ribeirão das Rosas não aparecem, escoramentos e lonas protegem o rico acervo arquitetônico que poderá ter sua dignidade resgatada ao abrigar um Centro de Educação Ambiental.
A casa pertenceu originalmente à Sesmaria de Manuel Vidal Lage, irmão do inconfidente Domingos Vidal Barbosa. Como em muitas propriedades da região, à Fazenda Ribeirão das Rosas é atribuída a função ancestral de posto de registro do ouro e mercadorias que circulavam pelo Caminho Novo
Fazenda Ribeirão das Rosas também quer ficar de pé
No dia 5 de dezembro do ano passado, o jornal Tribuna de Minas, de Juiz de Fora estampou na capa de seu caderno de cultura uma matéria sobre a luta para a preservação da Fazenda Ribeirão das Rosas, localizada entre os bairros de Barbosa Lage e Remonta, em Juiz de Fora
Neste caso, a Fazenda é uma propriedade do Exército Brasileiro, mas assim mesmo foi preciso que o Ministério Público Federal entrasse na história para que ações de emergência fossem tomadas com vistas à proteção da integridade do imóvel que corre risco de desabar. Representantes da Funalfa (fundação de cultura local) , Prefeitura de Juiz de Fora e do Exército visitaram o local na ocasião, para avaliar a recuperação e um uso para o prédio histórico. A matéria informa que nas imediações da Fazenda está um marco do Instituto Estrada Real indicando que “por ali estendeu-se o Caminho Novo”. Enquanto os recursos para a restauração da Fazenda Ribeirão das Rosas não aparecem, escoramentos e lonas protegem o rico acervo arquitetônico que poderá ter sua dignidade resgatada ao abrigar um Centro de Educação Ambiental.
A casa pertenceu originalmente à Sesmaria de Manuel Vidal Lage, irmão do inconfidente Domingos Vidal Barbosa. Como em muitas propriedades da região, à Fazenda Ribeirão das Rosas é atribuída a função ancestral de posto de registro do ouro e mercadorias que circulavam pelo Caminho Novo
56
Rua Marechal Deodoro com a Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida em 1986
Acervo Ramon Brandão
Demolida em 1986
Acervo Ramon Brandão
55
Rua Marechal Deodoro com a Avenida Barão do Rio Branco em 1985
Demolida em 1986
Acervo Ramon Brandão
Demolida em 1986
Acervo Ramon Brandão
54
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Capela do Colégio Stella Matutina que antes de ser demolida
Acervo Ramon Brandão
Capela do Colégio Stella Matutina que antes de ser demolida
Acervo Ramon Brandão
53
Residência da Família Tostes
Rua Santo Antônio
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
Rua Santo Antônio
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
52
Biblioteca Municipal
Parque Halfeld
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
Parque Halfeld
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
51
Telegrafo Nacional
Rua Espírito Santo com Avenida Barão do Rio Branco em 1981
Demolido para dar lugar ao Centro Empresarial Alber Ganimi
Acervo Ramon Brandão
Rua Espírito Santo com Avenida Barão do Rio Branco em 1981
Demolido para dar lugar ao Centro Empresarial Alber Ganimi
Acervo Ramon Brandão
50
Avenida Barão do Rio Branco -1883
Ao lado do Cine Excelsior em 28 de julho de 2003
Acervo João Batista de Araújo
Ao lado do Cine Excelsior em 28 de julho de 2003
Acervo João Batista de Araújo
49
Avenida Barão do Rio Branco em 1907
Colégio Mineiro, demolido para a construção do Fórum Benjamin Colucci
Acervo Ramon Brandão
Colégio Mineiro, demolido para a construção do Fórum Benjamin Colucci
Acervo Ramon Brandão
48
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Oswaldo Aranha
Década de 1980
Na década seguinte, o edifício da esquina foi demolido pelos proprietários enquanto o processo de tombamento tramitava na prefeitura
Acervo Ramon Brandão
Década de 1980
Na década seguinte, o edifício da esquina foi demolido pelos proprietários enquanto o processo de tombamento tramitava na prefeitura
Acervo Ramon Brandão
47
Rua Santo Antônio esquina com Rua Oswaldo Cruz em 1986
Casa demolida em Fevereiro de 2011
Acervo Ramon Brandão
Casa demolida em Fevereiro de 2011
Acervo Ramon Brandão
46
Instituto Santos Anjos
Avenida Barão do Rio Branco em frente à Rua São João em 1940
Demolido
Neste local hoje está uma agência do Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
Avenida Barão do Rio Branco em frente à Rua São João em 1940
Demolido
Neste local hoje está uma agência do Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
45
Colégio Stella Matutina em processo de demolição
Avenida Barão do Rio Branco próximo a esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em Junho de 1978
Acervo Jorge Couri
Avenida Barão do Rio Branco próximo a esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em Junho de 1978
Acervo Jorge Couri
44
Demolição de uma das Torres da Escola Normal para a abertura da Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
43
Palácio Episcopal em 1982
42
Dispensário Eduardo de Menezes
Atualmente Palácio da Saúde em 1928
Acervo Júlio Sarchis
Atualmente Palácio da Saúde em 1928
Acervo Júlio Sarchis
41
Rua Hipólito Caron e Rua Floriano Peixoto
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
40
Henrique Surerus e Irmãos
Rua Batista de Oliveira em 1914
Acervo Alberto Surerus Moutinho
Rua Batista de Oliveira em 1914
Acervo Alberto Surerus Moutinho
39
Rua Sampaio com Rua Batista de Oliveira em 1926
Neste Local foi construído o Edifício Lander
A escrita na frente da foto é de Mister Moore.
Acervo Alberto Surerus Moutinho
Neste Local foi construído o Edifício Lander
A escrita na frente da foto é de Mister Moore.
Acervo Alberto Surerus Moutinho
38
Bairro Santa Terezinha
Rua Alencar Tristão e ao fundo o Bairro Bom Clima em 1998
Demolida
Acervo Ramon Brandão
Rua Alencar Tristão e ao fundo o Bairro Bom Clima em 1998
Demolida
Acervo Ramon Brandão
37
Bairro Santa Terezinha
Rua Paracatu com a Avenida Rui Barbosa em 1998
Demolida em 2010
Acervo Ramon Brandão
Rua Paracatu com a Avenida Rui Barbosa em 1998
Demolida em 2010
Acervo Ramon Brandão
36
Bairro Santa Terezinha
Rua Alencar Tristão com a Avenida Rui Barbosa em 1998
Demolida em 2010
Acervo Ramon Brandão
Rua Alencar Tristão com a Avenida Rui Barbosa em 1998
Demolida em 2010
Acervo Ramon Brandão
35
Rua Benjamim Constant
Publicação da Revista Mecânica de 1991
As casas que se vê, ficavam em frente ao Hiper Bretas e foram demolidas para a construção de um prédio
Acervo Ramon Brandão
Publicação da Revista Mecânica de 1991
As casas que se vê, ficavam em frente ao Hiper Bretas e foram demolidas para a construção de um prédio
Acervo Ramon Brandão
34
Cine Glória
Década de 1960
O Cine Glória foi demolido para dar lugar a Galeria Constança Valadares
Década de 1960
O Cine Glória foi demolido para dar lugar a Galeria Constança Valadares
33
Abrigo de Bondes
Este abrigo de Bondes ficava na Rua Espírito Santo ao lado do Castelinho da CEMIG
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Este abrigo de Bondes ficava na Rua Espírito Santo ao lado do Castelinho da CEMIG
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
32
Avenida Barão do Rio Branco em 1981
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
31
Avenida Barão do Rio Branco em 1981
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
30
Avenida Barão do Rio Branco em 1981
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
29
Avenida Barão do Rio Branco em 1981
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
Prédios demolidos para as construções, da Caixa Econômica Federal e Banco Itaú
Acervo Ramon Brandão
28
Capela do Colégio Stella Matutina
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Acervo Ramon Brandão
Capela do Colégio Stella Matutina
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Acervo Ramon Brandão
27
Capela do Colégio Stella Matutina
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Acervo Ramon Brandão
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Avenida Independência atual Avenida Presidente Itamar Franco em 1986
Acervo Ramon Brandão
26
Cobertura no meio da Avenida Barão do Rio Branco era originalmente, parada central dos Bondes
Década de 1960
Depois, por algum tempo, foi parada de ônibus, após a extinção dos Bondes
Demolida, creio quando das obras de reforma da via, nas décadas de 1970
Acervo Humberto Ferreira
Década de 1960
Depois, por algum tempo, foi parada de ônibus, após a extinção dos Bondes
Demolida, creio quando das obras de reforma da via, nas décadas de 1970
Acervo Humberto Ferreira
25
Colégio São José
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Doutor Romualdo em Março de 1973
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Doutor Romualdo em Março de 1973
24
Colégio São José
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Doutor Romualdo em Março de 1973
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Doutor Romualdo em Março de 1973
23
Avenida Barão do Rio Branco
Parque Halfeld, em 1950
Estava sendo feita a demolição do antigo Edifício Clube Juiz de Fora
Acervo Humberto Ferreira
Parque Halfeld, em 1950
Estava sendo feita a demolição do antigo Edifício Clube Juiz de Fora
Acervo Humberto Ferreira
22
Avenida Raul Soares
Demolição de seus casarões, em fevereiro de 1969
Esta Avenida ficou "mal vista" na cidade, devido a prostituição e barracos construídos no local. Este fato culminou com a demolição das edificações e o fim da avenida
Avenida Raul Soares então tornou- se parte da Avenida Brasil. Trecho que corresponde desde o atual prédio da prefeitura até a ponte Carlos Otto
Demolição de seus casarões, em fevereiro de 1969
Esta Avenida ficou "mal vista" na cidade, devido a prostituição e barracos construídos no local. Este fato culminou com a demolição das edificações e o fim da avenida
Avenida Raul Soares então tornou- se parte da Avenida Brasil. Trecho que corresponde desde o atual prédio da prefeitura até a ponte Carlos Otto
21
Avenida Raul Soares
Demolição de seus casarões, em fevereiro de 1969
Esta Avenida ficou "mal vista" na cidade, devido a prostituição e barracos construídos no local. Este fato culminou com a demolição das edificações e o fim da avenida
Avenida Raul Soares então tornou- se parte da Avenida Brasil. Trecho que corresponde desde o atual prédio da prefeitura até a ponte Carlos Otto
Demolição de seus casarões, em fevereiro de 1969
Esta Avenida ficou "mal vista" na cidade, devido a prostituição e barracos construídos no local. Este fato culminou com a demolição das edificações e o fim da avenida
Avenida Raul Soares então tornou- se parte da Avenida Brasil. Trecho que corresponde desde o atual prédio da prefeitura até a ponte Carlos Otto
20
Avenida Raul Soares
Demolição de seus casarões, em fevereiro de 1969
Esta Avenida ficou "mal vista" na cidade, devido a prostituição e barracos construídos no local. Este fato culminou com a demolição das edificações e o fim da avenida
Avenida Raul Soares então tornou- se parte da Avenida Brasil. Trecho que corresponde desde o atual prédio da prefeitura até a ponte Carlos Otto
Demolição de seus casarões, em fevereiro de 1969
Esta Avenida ficou "mal vista" na cidade, devido a prostituição e barracos construídos no local. Este fato culminou com a demolição das edificações e o fim da avenida
Avenida Raul Soares então tornou- se parte da Avenida Brasil. Trecho que corresponde desde o atual prédio da prefeitura até a ponte Carlos Otto
19
Prainha de Chapéu D`uvas
Rio Paraibuna em Fevereiro de 1974
Acervo Felipe Diversões
Rio Paraibuna em Fevereiro de 1974
Acervo Felipe Diversões
18
Prainha de Chapéu D' uvas
Década de 1970
Acervo Vanderlei Dornelas Tomaz
Década de 1970
Acervo Vanderlei Dornelas Tomaz
17
Estação Ferroviária Coronel Felício Lima
Era Localizada em Frente a Escola Estadual Almirante Barroso
Era a parada para funcionários da F.E.E.A atual IMBEL embarcarem e desembarcarem para o trabalho na Fabrica
Hoje demolida
Acervo Mauricio Lima Correa
Era Localizada em Frente a Escola Estadual Almirante Barroso
Era a parada para funcionários da F.E.E.A atual IMBEL embarcarem e desembarcarem para o trabalho na Fabrica
Hoje demolida
Acervo Mauricio Lima Correa
16
Praça Almirante Tamandaré
Próximo a IMBEL
Década de 2000
Neste local hoje esta a praça C.E.U
Acervo Mauricio Lima Correa
Próximo a IMBEL
Década de 2000
Neste local hoje esta a praça C.E.U
Acervo Mauricio Lima Correa
15
Travessia e Estação Ferroviária Coronel Felício Lima do antigo Bairro Ipase na IMBEL, década de 1980
A linha de trem da direita e que segue sentido centro e a outra seguia para FEEA atual IMBEL onde era feito o carregamento de munição para o exterior só ficou a foto pois não existe mais estes trilhos a esquerda ao fundo pode se ver a fachada da entrada da IMBEL
Acervo Mauricio Lima Correa
A linha de trem da direita e que segue sentido centro e a outra seguia para FEEA atual IMBEL onde era feito o carregamento de munição para o exterior só ficou a foto pois não existe mais estes trilhos a esquerda ao fundo pode se ver a fachada da entrada da IMBEL
Acervo Mauricio Lima Correa
14
Casas da Avenida Raul Soares já demolidas
Trator dando continuidade para o ligamento da Avenida Brasil a Rua Halfeld
Trator dando continuidade para o ligamento da Avenida Brasil a Rua Halfeld
13
Rua Santo Antônio - 765, em frente à Rua Constantino Paletta
Solar dos Tostes. Neste local foi construído um hotel
Solar dos Tostes. Neste local foi construído um hotel
12
Rua Santo Antônio
Década de 1980
Década de 1980
11
Avenida Barão do Rio Branco
Década de 1980
A casa que aparece no centro da foto era Residência da Família Ekmam e que residia a primeira Miss Juiz de Fora, a Srta. Maria Luiza Paletta Ekmam
Neste local hoje, funciona o Shopping Rio Branco
Década de 1980
A casa que aparece no centro da foto era Residência da Família Ekmam e que residia a primeira Miss Juiz de Fora, a Srta. Maria Luiza Paletta Ekmam
Neste local hoje, funciona o Shopping Rio Branco
10
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Final do século XIX ou início do século XX
Final do século XIX ou início do século XX
09
Clube Juiz de Fora
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Foto: Antigo Clube Juiz de Fora- Alberto Surerus Moutinho
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Foto: Antigo Clube Juiz de Fora- Alberto Surerus Moutinho
08
Antiga casa em estilo normando em 1980
Foi demolida para dar lugar a um estacionamento
Foi demolida para dar lugar a um estacionamento
07
Antigo palacete na Avenida Barão do Rio Branco em 1930
Hoje nesse local foi construído o Shopping Rio Branco
Hoje nesse local foi construído o Shopping Rio Branco
06
Palacete de inspiração italiana
Década de 1930
Década de 1930
Local não informado
05
Antigo prédio do Telégrafo Nacional em 1915
Funcionou na esquina da Avenida Barão Rio Branco com Espírito Santo
Funcionou na esquina da Avenida Barão Rio Branco com Espírito Santo
04
Colégio Mineiro em 1930
Rua Marechal Deodoro
Esse prédio já não existe mais, no lugar foi construído o atual fórum da cidade.
Rua Marechal Deodoro
Esse prédio já não existe mais, no lugar foi construído o atual fórum da cidade.
03
Mercado Municipal
Avenida Dos Andradas
Início do século XX
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
02
Fazenda Centenária (Demolida).
Era localizado entre os Bairros Nova Era e Benfica próximo a este Local foi construida a UPA da Zona Norte
Acervo Mauricio Lima Correa
Era localizado entre os Bairros Nova Era e Benfica próximo a este Local foi construida a UPA da Zona Norte
Acervo Mauricio Lima Correa
01
Moinho de Fazenda Centenária (Demolido).
Era localizado entre os Bairros Nova Era e Benfica próximo a este Local foi construída a UPA da Zona Norte
Acervo Mauricio Lima Correa
Era localizado entre os Bairros Nova Era e Benfica próximo a este Local foi construída a UPA da Zona Norte
Acervo Mauricio Lima Correa














































































































































































































































































Simplesmente amei o blog! Sou atraída por registros antigos e fico preocupada com a escassez deles sobre diversas cidades (moro em Fortaleza); então fiquei muito feliz com sua partilha (e de outros, como pude observar nas identificações das fotos). Desejo tudo de bom.
ResponderExcluirKelva.
Boa noite Kelva Cristina
ExcluirMuito obrigado pelo carinhoso comentário e volte sempre
Abraço
Bom dia prezada Lalita
ResponderExcluirMuito obrigado
Volte sempre e um prazer poder ver comentários construtivos
Abraços
FOTO 16: tem muitas fotos bacanas nessa sessão do blog, mas a foto 16 me faz recordar de um tempo que eu apreciava. O extenso gramado sempre alto que impedia a gente de andar de bicicleta. O chafariz era o unico lugar para brincar pois era cimentado. Eu ficava olhando todas aquelas casas simples, com suas frágeis portas de madeira diretamente para a rua, a primeira delas do lado direito de quem olha da avenida com um dos poucos pés de abricot da cidade. Sempre que regressávamos de viagem sabíamos que estávamos "chegando" em Juiz de Fora por conta das casinhas ao longe, mal iluminadas, com uma luz amarelada nas madrugadas frias dos meses de inverno, geralmente cobertas por neblina, isso nos idos de 1970/1975. Hoje a praça atual descaracterizou o lugar. Certas coisas não deveriam mudar jamais.
ResponderExcluirBom Dia Prezado
ExcluirMuito obrigado pela participação.
Volte Sempre
Forte Abraço
FOTOS 07 e 08: casas típicas dos filmes de terror. Morcegos habitando os telhados, corujas piando de madrugada, construídas em uma época onde não existiam grades nas janelas nem muros altos com arame farpado em cima. Pensando bem, hoje é que vivemos em um filme de terror.
ResponderExcluirBom Dia Prezado
ExcluirMuito obrigado pela participação.
Volte Sempre
Forte Abraço
FOTO 30: em 1979 eu estava para repetir o ano na Academia (houve uma época em que a gente repetia o ano por conta de notas baixas) quando faltando 2 meses me matriculei no Curso IAC que ficava nessa construção, inclusive a foto mostra as faixas com o nome do curso. Passei de ano.
ResponderExcluirNaquela época a grana estava curta e então o que eu ganhava para levar para o lanche não dava para comer coxinhas, então eu comia ovo cozido empanado, que custava quase 3 vezes menos do que a coxinha. Comia os ovos tomando guaraná Americana de garrafa de vidro. Os ovos eram gostosos pois eram empanados com a mesma massa que as coxinhas eram feitas, era uma espécie de coxinha de pobre. A verdadeira pobreza é a espiritual, a pobreza material pode ou não ser passageira. É sempre bom lembrar que Deus escolheu se revelar ao mundo como filho de um carpinteiro, não como filho de um rei, de um imperador ou de um homem rico.
Bom Dia Prezado
ExcluirMuito obrigado pela participação.
Volte Sempre
Forte Abraço
Final dos anos 60 ou início dos 70, visitei a Fazenda Hotel Salvaterra com meus pais e segundo comentários de pessoas que estavam no local, Getúlio Vargas já teria se hospedado nela.
ResponderExcluirBom dia prezado Fatonir!
ExcluirJá ouvi comentários a respeito e busco fotografias para confirmar a veracidade,
Muito obrigado pela participação.
Forte Abraço
FOTO 249: Uma bonita e simples casa de esquina. Reparem como as janelas não tem grades e são relativamente baixas, de um tempo onde os ladrões não entravam com tanta facilidade nas casas. Por isso as casas construídas nos anos 40, 50 e 60 apresentavam janelas baixas, sem grades, muito vidro a partir dos anos 60 (vidraças) bem como um muro de 1 metro de altura que permitia que se visse o jardim florido na frente da casa, bem como aqueles enfeites de gesso ou ceramica como sapos, anões, cataventos, etc
ResponderExcluirMinha Casa ate hoje mantem a originalidade com muros baixos, Abraço
ExcluirFOTO 16 (NOVAMENTE): Voltei para falar novamente da foto 16. Sem sombra de dúvida esse extenso gramado, de um verde exuberante no verão, era muito mais bonito do que a atual configuração, uma praça com esculturas feias e muito cimento e concreto. Ainda que aparentemente a praça possa ser mais útil à comunidade, forçoso constatar que o gramado era mais bonito e até mesmo afastava pessoas suspeitas, pois das casas podia-se identificar facilmente qualquer pessoa estranha que por ali adentrasse. Saudades de uma Juiz de Fora bucólica e muito mais verde.
ResponderExcluirConseguiram acabar com nossa cidade com administrações infelizes e incapazes.
ExcluirFOTO 07: Que magnífica construção! Juiz de Fora, que recebeu em tempos de outrora o epíteto de Manchester Mineira, infelizmente não conservou seus casarões centenários. Tivesse conservado seu patrimonio arquitetônico, tal qual existia no início do século XX, Juiz de Fora estaria no mesmo nível de cidades européias que preservaram tal patrimônio, especialmente as inglesas e alemãs. Depois da Segunda Guerra mundial, quantas casas européias não foram restauradas, quando seria muito mais fácil derrubar tudo. É desolador que preciosidades arquitetônicas tenham sido derrubadas da noite para o dia em Juiz de Fora, quando poderiam ter sido conservadas, preservando e valorizando a história da cidade. Trocaram uma linda casa por um shopping onde muitas das lojas ficam desocupadas, pois ninguém vai lá!
ResponderExcluirGrande Manchester Mineira que ficou na saudade e nossos descendentes esquecidos na historia.
ExcluirÉ triste ver construções antigas serem demolidas.
ResponderExcluirBom dia, Uma Cidade sem memoria, Forte Abraço
Excluir