31
Este é um registro histórico de imenso valor sentimental para Juiz de Fora, retratando o que muitos consideravam o "coração elegante" da cidade no início do século XX.
O Edifício Clube Juiz de Fora, situado na icônica esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Rua Halfeld, era o ponto de encontro da elite e o marco da arquitetura eclética local.
Em 1919, o prédio vivia seu apogeu.
Com suas sacadas arredondadas, colunas ornamentadas e grandes vitrines no térreo, ele representava o desejo de Juiz de Fora de se espelhar nos boulevards europeus.
No pavimento superior, funcionava o prestigiado Clube Juiz de Fora, palco de grandes bailes e decisões políticas.
No térreo, a filial do Armazém Santos Carvalho & Cia. era o endereço da sofisticação.
Ali, os moradores encontravam produtos importados, finos gêneros alimentícios e artigos de luxo, consolidando aquela esquina como o principal polo comercial da época.
O destino deste edifício foi selado por uma tragédia que ainda é lembrada na cronologia urbana da cidade.
No terceiro dia de Carnaval de 1950, um incêndio de grandes proporções iniciou-se no prédio. Devido à estrutura interna de madeira (comum nas construções daquela época) e à dificuldade de combate às chamas na época, o edifício foi completamente destruído.
A perda não foi apenas material, mas cultural.
O evento marcou o fim de uma era arquitetônica naquela esquina.
No lugar das ruínas, anos depois, foi erguido o atual Edifício Clube Juiz de Fora, com uma estética moderna e funcionalista, totalmente diferente do original.
A fotografia pertencente ao acervo de Elton Belo Reis é uma peça fundamental para o resgate da memória visual da cidade.
Ela permite observar detalhes que o fogo apagou, como os trilhos do bonde que passavam à porta e o mobiliário urbano (como os postes de iluminação e a fiação aérea) que caracterizava a paisagem de 1919.
Este edifício era o símbolo de uma Juiz de Fora que se orgulhava de ser a "Manchester Mineira", unindo a força do comércio à sofisticação social em seu cruzamento mais famoso.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis

30
A antiga Igreja da Glória antes do fatídico evento de 1923.
O relato de Uilmara Machado de Melo é preciso e ajuda a contextualizar a importância dessa imagem para a memória da cidade.
A construção que vemos ao fundo era a igreja original dos missionários Redentoristas.
Com um estilo arquitetônico mais simples e rústico se comparado à majestosa igreja atual, ela era o coração da comunidade na região da Rua Padre Mathias e arredores do Morro da Glória.
A imagem revela muito sobre a Juiz de Fora do início do século XX:
A Rua Padre Mathias: Ainda em terra batida, com cavalos e mulas estacionados, mostrando que o transporte animal era a força motriz da época.
As Crianças e o Religioso: A presença do padre junto às crianças sugere o papel central da igreja na educação e na vida social do bairro.
A Cervejaria Americana: O fato de o alarme do incêndio ter sido dado por um rondante da cervejaria (que ficava nas proximidades) reforça o caráter industrial que a região da Glória e de Mariano Procópio já possuía.
O Incêndio de 12 de Abril de 1923
Como bem mencionado, o incêndio foi um choque para a cidade.
O detalhe de que a nova igreja já estava quase pronta foi o que permitiu que o culto continuasse e que a Paróquia da Glória se tornasse o complexo arquitetônico que conhecemos hoje. A destruição foi total, mas o salvamento das imagens permitiu que um pedaço daquela igreja antiga continuasse presente na nova construção.
A presença do prefeito Doutor José Mariano Procópio no local do incêndio demonstra a relevância do templo para a cidade.
Juiz de Fora vivia seu auge como a "Manchester Mineira", e a perda de um patrimônio como esse era uma questão de estado.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Arquivo da Biblioteca Redentorista

29
Primeira Capela que foi consumida por um incêndio e depois veio a ser Igreja da Glória.
Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915
Foto anterior a 1915
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira

28
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Preto e Branco com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

27
O incêndio ocorreu na madrugada, depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918.
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuery e Casa das Crianças.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

26
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Fotografia: Alberto Surerus Moutinho

25
Combate a incêndio perto do prédio da Pantaleone Arcuri.
Mas não era no prédio.
As Ruas eram ainda em pedra.
Década de 1950.
Acervo Mauricio Lima Corrêa
24
Castelinho Abandonado e demolido depois de um incêndio
Data 2005/2006
Acervo Artur Andrade
23
Bairro Eldorado
Rua Domingos Lopes
Castelinho Abandonado e demolido depois de um incêndio
Data 2005/2006
Acervo Artur Andrade

Galeria Constança Valadares
Provavelmente principio de incêndio
José Eduardo Araújo Comentou: Realmente é a Galeria Constança Valadares pela entrada da Rua Halfeld, onde pode ser visto o letreiro da loja de roupas Masculinas O GANSO, cuja família possuía lojas na Rua Marechal Deodoro com nomes de PATO, PATINHO E MARRECO
Pode ser visto que na Rua Halfeld havia trânsito de veículos e pela aglomeração de público deve ter havido algum princípio de incêndio, pois na entrada da Galeria existe um caminhão do Corpo de Bombeiros, tendo ao lado um soldado do fogo
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Provavelmente principio de incêndio
José Eduardo Araújo Comentou: Realmente é a Galeria Constança Valadares pela entrada da Rua Halfeld, onde pode ser visto o letreiro da loja de roupas Masculinas O GANSO, cuja família possuía lojas na Rua Marechal Deodoro com nomes de PATO, PATINHO E MARRECO
Pode ser visto que na Rua Halfeld havia trânsito de veículos e pela aglomeração de público deve ter havido algum princípio de incêndio, pois na entrada da Galeria existe um caminhão do Corpo de Bombeiros, tendo ao lado um soldado do fogo
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
21
Incêndio do Edifício Clube Juiz de Fora em 21 de Fevereiro de 1950
O incêndio ocorreu na madrugada ,depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuerye Casa das Crianças
O incêndio ocorreu na madrugada ,depois do segundo baile de carnaval
Era um Edifício de três andares e inaugurado em 1918
Ficava na esquina da Rua Halfeld com a Avenida Barão do Rio Branco
Como consequência foram desalojados os seguintes estabelecimentos comerciais: Drogaria Rio Branco, Joalheria Windsor, Casa Schuerye Casa das Crianças
20
Incêndio
Local e data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local e data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
19
Incêndio
Local e data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local e data não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
18
Incêndio
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
17
Boate Le Roy (Lerroá).
Rua Santo Antônio - 597 em Julho de 1974
A Boate Le Roy funcionava em uma casa na Rua Santo Antonio,597 Juntamente com o Restaurante de mesmo nome, onde hoje existe o Edifício residencial Solar Le Roy
Foi inaugurada em 1974 e o proprietário era o médico João Tibúrcio Resende Salgado
Na madrugada de domingo de 02 de Maio de 1976, um
incêndio destruiu o Restaurante, atingindo também a Boate
Ambos encerraram aí suas atividades
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Rua Santo Antônio - 597 em Julho de 1974
A Boate Le Roy funcionava em uma casa na Rua Santo Antonio,597 Juntamente com o Restaurante de mesmo nome, onde hoje existe o Edifício residencial Solar Le Roy
Foi inaugurada em 1974 e o proprietário era o médico João Tibúrcio Resende Salgado
Na madrugada de domingo de 02 de Maio de 1976, um
incêndio destruiu o Restaurante, atingindo também a Boate
Ambos encerraram aí suas atividades
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
16
Boate Le Roy (Lerroá).
Rua Santo Antônio - 597 em Julho de 1974
A Boate Le Roy funcionava em uma casa na Rua Santo Antonio,597 Juntamente com o Restaurante de mesmo nome, onde hoje existe o Edifício residencial Solar Le Roy
Foi inaugurada em 1974 e o proprietário era o médico João Tibúrcio Resende Salgado
Na madrugada de domingo de 02 de Maio de 1976, um
incêndio destruiu o Restaurante, atingindo também a Boate
Ambos encerraram aí suas atividades
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
A Boate Le Roy funcionava em uma casa na Rua Santo Antonio,597 Juntamente com o Restaurante de mesmo nome, onde hoje existe o Edifício residencial Solar Le Roy
Foi inaugurada em 1974 e o proprietário era o médico João Tibúrcio Resende Salgado
Na madrugada de domingo de 02 de Maio de 1976, um
incêndio destruiu o Restaurante, atingindo também a Boate
Ambos encerraram aí suas atividades
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
15
Boate Le Roy (Lerroá).
Rua Santo Antônio - 597 em Julho de 1974
A Boate Le Roy funcionava em uma casa na Rua Santo Antonio,597 Juntamente com o Restaurante de mesmo nome, onde hoje existe o Edifício residencial Solar Le Roy
Foi inaugurada em 1974 e o proprietário era o médico João Tibúrcio Resende Salgado
Na madrugada de domingo de 02 de Maio de 1976, um
incêndio destruiu o Restaurante, atingindo também a Boate
Ambos encerraram aí suas atividades
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Rua Santo Antônio - 597 em Julho de 1974
A Boate Le Roy funcionava em uma casa na Rua Santo Antonio,597 Juntamente com o Restaurante de mesmo nome, onde hoje existe o Edifício residencial Solar Le Roy
Foi inaugurada em 1974 e o proprietário era o médico João Tibúrcio Resende Salgado
Na madrugada de domingo de 02 de Maio de 1976, um
incêndio destruiu o Restaurante, atingindo também a Boate
Ambos encerraram aí suas atividades
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
14
Avenida Presidente Getúlio Vargas defronte a Rua Mister Moore
Incêndio em Dezembro de 1964
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Incêndio em Dezembro de 1964
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
13
Avenida Presidente Getúlio Vargas defronte a Rua Mister Moore
Incêndio em Dezembro de 1964
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Incêndio em Dezembro de 1964
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
12
Chevrolet 1928 consumido pelo fogo em Fevereiro de 1955
Acervo Bastos Barreto
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Bastos Barreto
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
11
Incêndio
Galeria Prefeito Álvaro Braga em Setembro de 1963
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Galeria Prefeito Álvaro Braga em Setembro de 1963
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
10
Incêndio
Prédio de Representação do Açúcar Pérola
Rua Halfeld - 165
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
Incêndio
Prédio de Representação do Açúcar Pérola
Rua Halfeld - 165
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
09
Incêndio
Prédio de Representação do Açúcar Pérola
Rua Halfeld - 165
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
Incêndio
Prédio de Representação do Açúcar Pérola
Rua Halfeld - 165
Data não informado
Acervo Ramon Brandão
08
Incêndio na Rua Halfeld
Antiga Rua Califórnia em 1930
Rua Halfeld esquina com a Avenida Barão do Rio Branco
Rua Halfeld esquina com a Avenida Barão do Rio Branco
07
ECONOMISA
Incêndio ocorrido em 05 de junho de 1978
Rua Halfeld - 792 em 30 de julho de 1978
Acervo e Fotografia João Batista de Araujo
ECONOMISA
Incêndio ocorrido em 05 de junho de 1978
Rua Halfeld - 792 em 30 de julho de 1978
Acervo e Fotografia João Batista de Araujo
06
ECONOMISA
Incêndio ocorrido em 05 de junho de 1978
Rua Halfeld - 792 em 30 de julho de 1978
Acervo e Fotografia João Batista de Araujo
ECONOMISA
Incêndio ocorrido em 05 de junho de 1978
Rua Halfeld - 792 em 30 de julho de 1978
Acervo e Fotografia João Batista de Araujo
05
ECONOMISA
Incêndio ocorrido em 05 de junho de 1978
Rua Halfeld - 792 em 30 de julho de 1978
Acervo e Fotografia João Batista de Araujo
ECONOMISA
Incêndio ocorrido em 05 de junho de 1978
Rua Halfeld - 792 em 30 de julho de 1978
Acervo e Fotografia João Batista de Araujo
04
Equipe do Corpo de Bombeiros de Juiz de Fora em setembro de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
03
Avenida Presidente Getúlio Vargas com Rua Floriano Peixoto em outubro de 2011
Neste local houve um incêndio e os prédios de esquina infelizmente não existem mais.
Acervo Marcelo J. Lemos
Neste local houve um incêndio e os prédios de esquina infelizmente não existem mais.
Acervo Marcelo J. Lemos
02
Clube Juiz de Fora
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Foto: Antigo Clube Juiz de Fora- Alberto Surerus Moutinho
Localizado na Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua Halfeld
O local recebia famosos e políticos importantes da época. O prédio foi construído em 1918, no estilo europeu
No carnaval de 1950, um incêndio destruiu o prédio de três andares.
Em 1958, foi construído um novo prédio de 16 andares no mesmo local ( o Edifício Clube Juiz de Fora).
O Clube Juiz de Fora ficou com os últimos seis andares e o terraço, mas nunca conseguiu ser o mesmo.
No décimo sexto andar era a famosa boate 16.
Foto: Antigo Clube Juiz de Fora- Alberto Surerus Moutinho
01
Companhia Fiação e Tecelagem São Vicente é destruída por incêndio em Junho de 1983
O incêndio durou 3 horas e foi controlado por bombeiros, voluntários e funcionários da fábrica.
Acervo Humberto Nicoline
O incêndio durou 3 horas e foi controlado por bombeiros, voluntários e funcionários da fábrica.
Acervo Humberto Nicoline




















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