28
Vista Áerea
Regiao da Praça da Estaçao
Podemos ver a Estação da Leopoldina, Estação Central do Brasil entre outros Prédios.
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru
27
Banco do Brasil
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A.
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria.
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas.
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
26
Motoristas Pioneiros Rodoviários de Juiz de Fora
Local não informado
Sandra Valéria Machado Comentou: Da esquerda para direita: O meu pai, Paulo Cândido Marchado, depois o José Dutra e seu ajudante Sebastião Tedesco.
Essa foto é de 1960, (Data estimada).
O último a minha irmã não lembrou quem era.
Local não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sandra Valéria Machado
25
Vista Aérea
Região da Praça da Estação de 06 de Novembro de 1937
Podemos ver a Estação da Leopoldina com a Maria Fumaça saindo em Viagem, Estação Central do Brasil entre outros Prédios
Fonte: Escola de Aviação Militar, Museu Aeroespacial.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru
24
Vista Aérea
Bairro Ipase, (Atual Bairro Araújo).
Podemos ver, Casas dos Oficiais do Exercito
Estação Ferroviária Coronel Felício Lima e Posto de Fiscalização da Policia Rodoviária Federal os dois últimos demolidos
Data Provável inicio da década de 1970
Este local e Próximo a Escola Estadual Almirante Barroso Zona Norte de Juiz de Fora.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa
23
Parte do Parque e Lago do Museu Mariano Procópio
Provavelmente década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
22
Imagem de Menina
Photographia Moraes & Brand
Juiz de Fora Provavelmente 1900
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
21
Facit
Esta foi uma das mais tradicionais empresas da cidade
Sua construção teve início em 1956, às margens da antiga BR-3 (atual Avenida Juscelino Kubitschek de frente para o Jóquei Clube II).
Sua inauguração aconteceu em Outubro de 1961
A FACIT S.A. era filial de uma tradicional indústria da Suécia que tinha mais de 500 anos de existência
De sua linha de produção saíram máquinas de escrever, calculadoras, mimeógrafos e caixas registradoras
Era uma das mais modernas do mundo no seu ramo e chegou a ter mais de 200 funcionários
Seu declínio e fechamento teve origem quando foi vendida para a concorrente Sharp no início dos anos 90.
Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
Adilson Ferreira De Paiva Paiva comentou: A Facit teve uma bela história em Juiz de Fora. As fabricações de máquinas de escrever (manuais e elétricas) mimeógrafos e calculadoras eram o seu segmento. Ela empregava numerosas pessoas e, lá, havia uma boa relação de trabalho com seus funcionários. Tanto, no que tange na parte financeira (remuneração justa), como social. Eu me lembro, seus funcionários trabalhavam motivados. Possuía uma excelente equipe de futebol.
Bons tempos, àqueles que por lá passaram.
Provavelmente inicio da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
20
Exéquias ao Doutor Francisco Bernardino Rodrigues da Silva pai de Cypriano
Lage em 1920
Exéquias são ritos e orações com os quais a comunidade cristã acompanha seus mortos e os encomenda a Deus
Em todos os povos e em todos os tempos encontram-se ritos relacionados com os defuntos e com os que choram a morte de algum familiar
Também conhecido por "Ritual de Exéquias".
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Francisco Bernardino Rodrigues da Silva (16/10/1853 - 07/04/1920), casado com Dona Maria Perpétua Vidal Lage da Silva, pais de Cypriano Lage
É o homenageado pela Avenida Francisco Bernardino
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
19
Cartão Postal
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Raro postal circulando na Europa, Precisamente na França: Une Fabrique de Tissus a Juiz de Fora Minas Gerais, (Fábrica de Tecidos em Juiz de Fora Minas Gerais).
Imagem com Bonde elétrico e pessoas
Esta imagem prova que parcialmente a Avenida Presidente Getúlio Vargas já teve circulação de Bondes.
Década de 1920
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
18
Bairro Bom Pastor
Praça Bom Pastor
Antiga Lagoa e agora uma excelente Praça
Provavelmente década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Guto Pestana
17
Cartão Postal
Igreja Nossa Senhora da Gloria
Morro da Glória
Avenida dos Andradas - 854
Em 1878, a Companhia União e Indústria doou ao Culto Católico da colônia alemã um terreno, no Morro da Gratidão, próxima à Estação de Diligências, para a construção de uma capela “ sob a invocação de Nossa Senhora da Glória”
A obra projetada pelo arquiteto Miguel Lallemant foi financiada com recursos obtidos através de doações dos colonos, em dinheiro ou material
Um dos que contribuíram foi o Frei Capuchinho Américo Hoffer de Prags, o primeiro capelão da colônia alemã.
A primeira Igreja da Gloria foi consagrada em agosto de 1879, e seria palco de uma disputa judicial e de acontecimentos trágicos.
Em 1883, o frei Américo de Prags decidiu retornar à sua terra natal, na Europa, alegando motivos de saúde
A diretoria do Culto Católico, decidiu, então, contratar outro capelão, o italiano Roque Gaetani
Menos de um ano depois, o frei Prags retorna e tenta ser reintegrado ao cargo
Apela aos paroquianos, que organizavam abaixo-assinados
a seu favor.
Sem sucesso, o frei decide recorrer ao bispo de Mariana, que o nomeia vigário da colônia
Mas, proibido de reassumir pela comissão diretora, que ignora a determinação do bispo, o frei leva o caso à justiça
Angustiado com a demora da questão, resolve tomar o seu lugar à força
Impedido de entrar na igreja, passa mal e morre
Por volta de 1920, a igreja já não comportava o aumento de fiéis
A torre, que ameaçava ruir, teve de ser demolida
Os paroquianos já providenciavam a construção de uma nova igreja, quando, em 1923, a velha capela foi invadida e destruída em um incêndio criminoso
Em 25 de agosto do mesmo ano, a atual Igreja da Gloria foi inaugurada e benta
No terreno do lado, já existia, desde 1860, um cemitério para os colonos
O cemitério foi dividido em uma parte católica e outra evangélica, devido à intolerância do padre Tiago, que proibiu sepultamentos conjuntos.
A história de Juiz de Fora sempre foi marcada por rivalidades, consentidas ou não
Católicos e protestantes, brancos e negros e moradores do núcleo formado por Mariano Procópio, no Morro da Gratidão, e os do centro da cidade
Em torno da Companhia União Indústria, surgiu o povoado de colonos alemães que vieram trabalhar na empresa do Comendador Mariano. Em torno da companhia, instalada na rua Bernardo Mascarenhas, trabalhavam cerda de 150 operários livres e cem aprendizes
Com eles foram, surgindo a escola agrícola, os armazéns, os depósitos de café, a chácara do comendador – hoje Museu Mariano Procópio, e a Estação da estrada de ferro Pedro II
Com a decadência da companhia, a partir de 1878, a área, urbanizada pelo arquiteto Miguel Lallemond, foi loteada e começou a ser vendida
Os próprios colonos adquiriram o terreno e formaram o bairro que chegou a ser chamado de Marianópolis
Texto Fonte: Tribuna de Minas
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
16
Bairro Alto dos Passos
Avenida Barão do Rio Branco - 3596, esquina com a Rua Doutor José Cesário
Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo
Atualmente no Local o Edifício Residencial e Comercial La Defense.
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
15
Rua Santo Antonio - 416
Residência projetada por Mario Rapozo Bandeira e construída por Jose Abramo para o Senhor Henrique Surerus Sobrinho e família.
Podemos ver a calçada da Rua santo Antonio ainda em Pé-de-moleque.
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
14
Familiares não informado posando para Fotografia no Parque Halfeld em 15 de Novembro de 1930
Ao fundo podemos ver a antiga Biblioteca Municipal, (Demolida).
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
13
Parque Halfeld
Garotinho não identificado
Os Meninos que aparecem no Monumento ao Fundo estavam no local de Origem.
Vejam ao fundo da Fotografia
Observando Melhor, dá para ver o Antigo Edifício Clube de Juiz de Fora.
Provavelmente década de 1940.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
12
Cartão Postal
Paço Municipal
Avenida Barão do Rio Branco
O núcleo original, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi construído em 1918.
A primeira ampliação ocorreu em 1934 na fachada lateral, mantendo-se as mesmas características arquitetônicas do existente, e que resultou na configuração atual do prédio.
A última ampliação deu-se em 1944, na área interna.
Final da década de 1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
11
Inauguração do Mergulhão em 1982 pelo então prefeito Mello Reis Reconhecido por obras de grande porte na estrutura urbana de Juiz de Fora
Criado para permitir que o tráfego de veículos na Avenida Barão do Rio Branco não fosse interrompido pela malha ferroviária que passa pelo local, permitindo agilidade ao trânsito da cidade.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
10
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Alunas do Colégio Machado Sobrinho posando para a Foto ao lado do Busto Machado Sobrinho
No lado direito da foto temos: Regina Maura de Castro Barbosa e Amigas
Turma de 1958.
Coordenador Helio Noronha Filho
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Memorial Machadense
09
Bairro São Benedito
Escola Cândido Mota Filho
Edson Luiz Oliveira comentou: O que eu sei este colégio fica localizado na Rua José Zacarias dos Santos no Bairro Vila São Benedito antigo Arado no meados dos anos de 1970 foi extinto hoje e uma creche este colégio se chamava Candido Mota Filho
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
08
Vista Parcial de parte da Praça João Penido ou Praça da Estação como é conhecida pelo nosso povo.
Data Provável 1940/1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva
07
Capela São Roque
Avenida dos Andradas - 383
O culto a “ San Rocco” era praticado por imigrantes italianos
São Roque viveu na Itália, no século XV e, segundo registros, curava os enfermos de peste , apenas fazendo o sinal da cruz diante deles. Seu dia é comemorado em 16 de agosto e a festa é tradicionalmente realizada “ in un spaccio di generi alimentaria”.
Na cidade, a irmandade de São Roque foi fundada em 08 de agosto de 1902 e a construção do templo, em maio de 1904, com direito à polêmica e conflito com os redentoristas
Inaugurada em 1907, teve o seu período de abertura, desativação e a reabertura em 1920
A Irmandade de São Roque, a beira da insolvência financeira e exausta psicologicamente, decidiu doar o templo à comunidade católica
Situada à Avenida dos Andradas, bem defronte ao Largo de São Roque, o pequeno templo assistiu a passagem das décadas do século XX
O templo completou um século e, é um expoente e exemplo de estilo barroco, com aplicações pseudo-góticas
No final da década de 60, encontrava-se fechado e em completo abandono, mas, foi reaberto e restaurado
Provavelmente década de 1950
Texto Fonte http://www.ricardoarcuri.com.br/.../igsroque/index.html
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
06
Bairro Monte Castelo
Rua Itatiaia em 1977
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Henrique Teixeira Martins
05
Missa Campal
Entrada da antiga Fábrica Bernardo Mascarenhas, em frente a Praça Antônio Carlos
Atualmente Prédio do CCBM, Biblioteca Municipal e Mercado Municipal
José Eduardo Araújo comentou: Realmente é o saudoso Padre Wilson Vale da Costa, fazendo uma pregação e ao seu lado fazendo a reportagem para a Rádio Industrial o locutor Maurício de Campos Bastos
O Padre Wilson rezava a Oração da Ave Maria na PRB-3 e logo em seguida fazia o programa Problemas da Vida que falava de tudo a respeito das pessoas e da cidade
Certo dia soltou esta pérola: Se peitinho de moça fosse buzina, ninguém ia dormir no Morro da Glória.
Final da década de 1950 ou inicio da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo

04
Parque Halfeld
Estátua em tamanho real do jovem escoteiro Caio Viana Martins é uma das curiosas esculturas que se tornaram parte da paisagem do Parque Halfeld, praça com o maior número de monumentos na cidade.
Caio Viana Martins tinha 14 anos quando ingressou no Grupo de Escoteiros Afonso Arinos, em Belo Horizonte, para onde havia se mudado seis anos antes. Cinco meses depois de completar 15 anos, em 1938, o jovem integrou a excursão que levaria o grupo até São Paulo. A viagem era de trem, na primeira classe. Na madrugada, entre as estações Sítio e João Aires, na altura do município de Antônio Carlos, o trem de passageiros se chocou contra um cargueiro que vinha na direção contrária. Dois dos 25 escoteiros morreram na hora. Outros se feriram gravemente. Monitor da Patrulha Lobo, Caio ajudou a fazer fogueiras para melhor visualizar as vítimas e a construir macas artesanais. Quando a equipe de socorro chegou ao local, cinco horas mais tarde, não havia macas para todos, e o jovem, mesmo sentindo dores, recusou-se a ocupar uma delas. “Um escoteiro caminha com as próprias pernas”, disse, e seguiu andando rumo a Barbacena. Caio percorreu mais de 20km a pé até chegar a um hotel, onde passou mal e foi levado a um hospital próximo. Sofria de uma silenciosa hemorragia que o calou horas depois, no dia 20 de dezembro daquele já distante 1938.
Passados exatos seis anos do acidente, o Grupo de Escoteiros Caiuás do Instituto Granbery financiou a instalação de uma estátua do jovem Caio, em tamanho real, no centro do Parque Halfeld. O monumento, que fica de costas para a Igreja Metodista, divide espaço com outros tantos bustos e estátuas na mesma praça e na cidade. De acordo com o levantamento realizado pelo arquiteto e pesquisador Fabrício Teixeira Viana, Juiz de Fora possui, atualmente, 44 monumentos entre bustos, estátuas, painéis e esculturas. Metade deles foi instalada nas cinco primeiras décadas do século XX, como o que homenageia Caio. Em dois processos, de 2000 e 2005, 31 deles foram tombados pelo município. Num momento em que diferentes países do globo questionam seus monumentos, com ataques a estátuas como a do Padre Antônio Vieira, destruída em Portugal, e a de Cristóvão Colombo, decapitada nos Estados Unidos, o que contam as homenagens feitas em Juiz de Fora?
“Essa produção começa com a construção do seu primeiro monumento, o obelisco em comemoração ao início das obras de saneamento da cidade, em 1894, e se estende até os dias de hoje, com a produção de arte pública contemporânea. Nessa caminhada temporal, podemos observar a produção de inúmeros bustos que dão destaque a muitas personalidades na esfera municipal (como Henrique Halfeld e Mariano Procópio) e também de grandes nomes da história política nacional (como Getúlio Vargas e, mais recentemente, Itamar Franco)”, pontua Viana, explicando que a cidade é “a sobreposição de diversas camadas temporais, contando com variados suportes e tipos de linguagem” que auxiliam na formação da memória coletiva e da história urbana. “Acredito que essa diversidade de escolhas em se homenagear diferentes personalidades reflete o desenvolvimento de uma sociedade plural. Além disso indica qual personalidade teve destaque em um dado momento da história da cidade”, afirma ele, referindo-se a uma multiplicidade que reúne num mesmo espaço, como o Parque Halfeld, políticos locais, poetas e o escoteiro Caio Martins.
Provavelmente década de 1940
Autoria Desconhecido
Fonte: IBGE
Texto Fonte: https://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/21-06-2020/conhece-a-historia-dos-monumentos-de-jf-especialistas-discutem-a-relevancia-das-nossas-estatuas-e-bustos.html
Fotografia Fonte: IBGE
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa

03
Avenida Presidente Getúlio Presidente Vargas em frente a Praça Antônio Carlos em 1940
A Rodoviária de Juiz de Fora funcionava na esquina da Getúlio com São João, por isso os ônibus estacionados.
Podemos dizer que foi a primeira Rodoviária de Juiz de Fora.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

02
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco, Carros de Praça estacionado a Frente do Parque Halfeld
Podemos ver o Antigo Prédio do Edifício Juiz de Fora e o de Santa Helena
Final da década de 1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

01
Ambulatório da Igreja da Gloria
A história do Ambulatório da Glória começa em Março de 1953, quando Padre Jaime Snoek e o vice provincial da Província Redentorista do Rio de Janeiro, Padre Gregório Wuts, juntamente com o professor Salvador Bergo, Fernando Dias e Raphael Medeiros Moreira criaram a instituição e o Dispensário Nossa Senhora da Glória, em parceria com o Círculo Operário de Juiz de Fora. Com o desligamento deste, surge, em outubro do mesmo ano, a Assistência Nossa Senhora da Glória. Padre Jaime, recém-chegado de Roma, se inspirou nos exemplos da capital italiana para conseguir recursos holandeses e adquirir a casa no Mariano Procópio.
De lá para cá, o espaço foi ampliado e hoje conta com diversas salas, consultórios, salão e uma capela, mantendo-se fiel ao seu primeiro estatuto. Nos próximos meses, neste espaço do Novo Tempo, você vai acompanhar a história dos pioneiros e de pessoas que, diariamente, doam seus talentos aos mais necessitados
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fonte:www.paroquiadagloria.org.br
Acervo: Mauricio Lima Corrêa























