quarta-feira, 1 de julho de 2026

Fotografias Colorizadas ll com 68 Fotografias

68
Carnaval
O primeiro desfile oficial
Regina Siqueira comentou: Em 1966 como destaque da Escola de Samba Feliz Lembrança, em Juiz de Fora
Ganhei todos os prêmios da cidade e a escola, que era bem pobre e tinha muitas dificuldades, subiu para o grupo especial.
Tempos felizes!
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Regina Siqueira
67
Bairro  Mariano Procópio  
Estação Ferroviária Mariano Procópio 
Podemos ver uma Automotriz, veículo Ferroviário provido de motor próprio, de combustão interna, ou elétrico, conjugando assim as funções de locomotiva com Duas cabines para pilotagem e vagão de passageiros, (Litorina). Juntamente com uma Vagão de apoio.
Novembro de 1994
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sergio Magalhães
66
Vista Aérea
Daniel Moratori comentou: Rua Bernardo Mascarenhas, no Bairro Fábrica. 
Da pra ver o curtume, a linha de trem, a Mata do Krambeck ao fundo onde pode ser observado até mesmo a ponte existe no rio Paraibuna.
É na redondeza do atual IFET e shopping Jardim Norte.
Silvio Pensando JF comentou: O Curtume Krambeck era o maior dos inúmeros que Juiz de Fora tinha e funcionava em 3 turnos.
Tempos áureos de uma Juiz de Fora que não existe mais infelizmente!
Década de 1950 ou 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
65
Vista Aérea
Parte do Bairro Nova Era nos seus primórdios 
Embaixo é o 4°GAC, da para ver os pavilhões. 
Observa-se a avenida Juscelino Kubitschek, Fazenda da Saudade onde atualmente se encontra a Viação São Francisco.
Não existia a entrada da 267 como se pode observar.
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
64
Carnaval de 1977
Escola de Samba União de Santa Luzia
Rubens Dutra comentou: Ai sou eu e meu amigo Poeira com as meninas do Bairro.
Eu, Yara, Léa e meu amigo Gilson.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Rubens Dutra 
63
Avenida Barão do Rio Branco
Crianças jogando Bolas de Gude em pleno canteiro Central da Avenida.
Izabel Ávila comentou: Legal!
Pena que o crescimento da população e outros mais, não podemos ver esta cena nem nos nossos Bairros.
Luciano Gulart Gulart comentou: Coisas que não Veremos nunca Mais ....Nem Hoje e Nem o Amanhã.
Renato Saleme Ligeirinho comentou: Hoje a situação e bem diferente, mesmo com os outros espaços que existe para jogar bola de gude, jogar pião, soltar papagaio, brincar de pique lata, pular amarelinha, e jogar bola etc.
As crianças passam horas frente tablete, e celular e deixam de brincar.
Provavelmente década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
62
9° Etapa da primeira volta ciclística do Brasil
Reuniu ciclistas do mundo todo
Prova realizada na Avenida Barão do Rio Branco, entre as Ruas Benjamin Constant e a Avenida Independência.
Prova esta que foi acompanhada por cerca de dez mil pessoas e tendo como Campeão o Francês Bruno Le Brás em 1987
Podemos ver a Loja Arapuã e parte do Parque Halfeld.
Ricardo Leite comentou: Incrível como Juiz de Fora tem o DNA esportivo, excelente recordações, estava lá e que movimentação trouxe para cidade, bora reviver esses tempos!
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: João Carlos Da Silva 
61
Linha Juiz de Fora / Chácara.
Adilson Ramos comentou: Foto raridade, Baú de família
Meu avô Sebastião Mendes Ferreira, todo estiloso, fazendo pose para fotografia (provavelmente um fotógrafo lambe lambe") na década de 1930, com seu ônibus de madeira tipo "Jardineira".
Ele foi um jovem pioneiro como Chofer
Aqui nesta foto - "linha Juiz de Fora / Chácara".(Pela data da foto, 1930, ele estaria com 24 anos).
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Adilson Ramos
60
Bairro Mariano Procópio
Clube dos Subtenentes e Sargentos, (ASE).
Rua Mariano Procópio perto do, (Obelisco), Marco Central de Juiz de Fora.
Provavelmente meados da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
59
Estrada União & Industria
Data provável final do Século XIX
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
58
Estádio Doutor José Procópio Teixeira ou Estádio Sport Clube Juiz de Fora 
Carlos Cesar de Lima comentou: Flamenguinho do Futrica com os nomes dos jogadores, etc. 
Eu comecei a jogar no Flamenguinho um pouco depois desta foto, levado pelo Ademir, que era meu colega no Colégio Estadual. Inclusive o Ademir eu ainda não o localizei 
Informaram-me no Bar do Futrica em Novembro passado que ele mora no Estado de São Paulo, e uma vez ou outra aparece no Bar.
Data 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Cesar de Lima
57
Vista interna da Casa Maternal Maria Helena 
Uilmara Machado de Melo comentou: Casa Maternal - Avenida dos Andradas, 275 - Centro, Juiz de Fora - MG, 36036-000 /// ao lado ficava o instituto Virgem Poderosa - Rua Barão de Cataguases, 32 - Centro, Juiz de Fora - MG, 36015-370 - Uma pena, não funcionam mais aí - fiquei na Casa Maternal, depois estudei no Instituto! - Leiam: https://www.pjf.mg.gov.br/e_atos/e_atos_vis.php?id=46911
Gilson Costa Comentou: Na esquina dá para ver a placa da antiga Farmácia Vera Cruz, de propriedade do Senhor Felício Pífano.
Expedito Carlos Fernandes comentou: A Casa Maternal está localizada na esquinas da Avenida dos Andradas com Rua Barão de Cataguases. 
Hoje ainda em atividade e abrigando também uma escola maternal Instituto Virgem Poderosa, sob a direção das irmãs que administram a Casa Maternal. 
Beth Brega Daibert Comentou: o prédio em baixo à farmácia Vera Cruz, na época dos Pífano, em cima a Creche, Casa Maternal Maria Helena.
Rodolfo Jacomedes comentou: Tornou-se a Escolinha Virgem Poderosa.
Autoria Desconhecido
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Fonte: IBGE
56
Bairro Benfica
Rua Diogo Alvares
Vejam a praça de Benfica à esquerda.
À direita, na outra esquina
ficava a sede da TELEMUSA, (a companhia telefônica municipal).
Início dos anos de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Vanderlei Dornelas Tomaz
55
Pensão
Rua Espírito Santo
O prédio de dois andares ao lado existe até hoje
Em frente era a Faculdade de Farmácia e Odontologia, cujo prédio existe também até hoje
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
54
Carnaval
Ministrinho (à direita) pela Escola Turunas do Riachuelo em 1946
Feito para dançar, sorrir ou, com as melhores letras, até mesmo chorar, o samba veio pra ficar. Essa é uma certeza destacada pelos talentos que representam o som em Juiz de Fora. Com harmonia, o samba chegou às avenidas da cidade em 1934, consequente à fundação da Turunas do Riachuelo, a primeira escola de samba de Minas Gerais e a quarta em atividade no país. O nome foi inspirado em um evento semanal do Rio de Janeiro que despertou a paixão do cantor, sambista e compositor Armando Toschi, o Ministrinho, que, junto aos irmãos, fundaram a agremiação
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia: Cezira Toschi/ Acervo Pessoal 
53
Avenida Barão do Rio Branco - 2056
Carnaval de 1935
Garage e Officinas Santos Dumont
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
52
Fotografia Raríssima
Santa Casa de Misericórdia
Igreja Nosso Senhor dos Passos em 1891
Missa Solene de Exéquias de Dom Pedro II
Exéquias Significado: Funerais; cerimônias prestadas aos mortos. [Por Extensão] Orações com o auxílio das quais a comunidade cristã acompanha e homenageia seus mortos. Etimologia (origem da palavra exéquias).
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Newton Barbosa de Castro
51
Catedral Metropolitana em 1913
Em 1850, aconteceu a emancipação do Município
Desta forma a igreja foi transformada na Paróquia Santo Antônio
Até a chegada dos Padres Redentoristas em 1900, a igreja foi a única da cidade
Com o crescimento do Município, o Templo começou a ficar pequeno para o número de fiéis
Assim, em 1864, a capela foi derrubada para a construção de uma maior e um ano depois, em 1865, o cemitério foi transferido para a estrada União e Indústria, onde hoje é o Cemitério Municipal, no Bairro Poço Rico.
A Catedral possuía um muro de pedras de cerca de cinco metros de altura, que a protegia
Mas, no início do século XX, ele foi demolido e o material aproveitado no calçamento de diversas Ruas do Município
Os recursos obtidos pela venda das pedras foram aplicados na construção das Ruas e dos jardins em torno do templo
Após dois anos de construção, a nova matriz foi inaugurada, com espaço mais amplo e na parte superior do prédio original
Em 1924, o então arcebispo, Dom Justino José de Sant’Ana, realizou algumas reformas na igreja. Na década de 1940, ele lançou a ideia de transformar a igreja numa "Catedral Gótica".
Porém, não conseguiu a verba necessária e fez apenas algumas obras, como as varandas da porta central, a cúpula e ampliação das laterais
Foram dezesseis anos de obras, de 1950 a 1966.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
50
Cine Teatro Central
Graça Lessa comentou: solenidade de formatura, de que colégio? não sei!
Mas estão todos de branco.
Provavelmente década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
49
Bairro São Dimas
Isaias Laval Comentou: Mata Krambeck à esquerda, curva acentuada para a direita. Esse trecho parece ser o da Curva da Miséria, com a Várzea do Euclides à esquerda logo em frente.
A foto foi tirada do princípio da Rua Olavo Bilac.
Elias Gabriel comentou: Curva da miséria na antiga B3.
Adilson Ferreira De Paiva Paiva comentou: Curva da Miséria
Que linda foto, expressiva e histórica.
O local em que foi construída a via de acesso Norte-Centro, antes da Avenida Brasil.
Salve melhor juízo. Neste exato ponto, se dá à junção das Ruas: Bernardo Mascarenhas com a Olavo Bilac. Ou seja, o limite entre os Bairros: Fábrica e Cerâmica. A foto é "emoldurada" pela enorme ribanceira do Bairro Esplanada (sentido centro) e a Várzea do Eucldes (Bairro São Dimas); onde se faz a curva derradeira.
Na belíssima foto, percebe-se uma discreta trilha ou minha "ilusão de ótica". Praticamente, que seria um esboço da curva.
Um local emblemático na época dos anos 70, em que houve vários acidentes automobilísticos, com vítimas fatais.
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
48
Parque Halfeld
Chafariz do Parque Halfeld
Podemos ver a Câmara Municipal e parte do quiosque
Provavelmente década de 1910
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira   
47
Inauguração da Parada de Trem na cidade de Lima Duarte, mais tarde Parada Diocleciano Vasconcellos.
Provavelmente década de 1920
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Afranio de Paula 
46
Viação Cometa
Avenida Presidente Getúlio Vargas com antiga Rua Assis
Atual Rua Mister Moore.
Data provável década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
45
Fotografia Histórica
Italianos em Juiz de Fora
Inauguração do Consulado Italiano e da Casa D'Italia
Na Foto Pantaleone Arcuri, Nardelli, Embaixador Giacomo Bisaglia, Consul Professor Di Giacomo, (Um dos Construtores do Palace Hotel), Cautiero, (Avo de Itamar Franco), Rômulo Bisaglia, (Pai do Ministro Hildebrando Bisaglia, Scartelli, Bisagio, Spinelli, Palleta, Lagrota, Bigi, Bellini, Bicaglio, Bellei,
E muitos outros Cujos descendentes Poderão Identificar.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Data não Informado
Acervo: Maestro Bisaglia Jacomo
44
Passagem de Nível da Rua Halfeld
Praça da estação
Ali tinha estas linhas para manobras dos trens e de observar ao fundo a direita acho que é o cemitério Municipal, onde é hoje a Associação dos Ferroviários, do lado da Subsistência.
Podemos ver a guarita ou alojamento onde ficavam os guardas para fazer o controle do tráfego Ferroviário e de pedestres.
Provavelmente década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
43
Cartão postal 
Fotografia tirada do interior do Parque Halfeld 
Podemos ver parte da Avenida Barão do Rio Branco, o Antigo Edifício Clube Juiz de Fora, Paço Municipal entre outros.
Provavelmente década de 1940
Acervo: Humberto Ferreira 
42
Cartão postal 
Fotografia tirada do interior do Parque Halfeld 
Podemos ver parte da Avenida Barão do Rio Branco, o Antigo Edifício Clube Juiz de Fora, Paço Municipal entre outros.
Provavelmente década de 1940
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira 
41
Veiculo da IAPTEC
Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Trabalhadores de Entregas e Cargas
José Francisco comentou: Rua Floriano Peixoto. De, fronte ao Bretas. 
Provavelmente década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
40
Parque Halfeld 
Biblioteca Municipal, (Demolida).
A criação de uma biblioteca pública em Juiz de Fora foi proposta em 1888, pelo vereador Fonseca Hermes e inaugurada oficialmente em 28 de dezembro de 1897, no prédio da Câmara Municipal.
É considerada a instituição cultural mais antiga em funcionamento na cidade e no ano de 1982 recebeu o nome de Biblioteca Municipal Murilo Mendes em homenagem ao poeta juiz-forano.
A Biblioteca passou por diversas sedes até que, em 1996, instalou-se definitivamente no complexo do Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, na Avenida Getúlio Vargas, 200, centro.
Em 2001 foi criada a Associação de Amigos da Biblioteca Municipal Murilo Mendes – AABIM – MM, que implementa ações para a revitalização dos serviços da Biblioteca.
Disponível em: https://www.pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/biblioteca/historia.php. Acesso em: jan. 2016.
O Antigo Jardim Municipal era o local escolhido para instalação das diversões itinerantes que passavam pela cidade, já que Juiz de Fora não possuía nenhuma forma regular de entretenimento. Desde a sua criação constitui-se como um dos mais importantes símbolos de Juiz de Fora. Situado entre as suas principais ruas - Halfeld, Marechal Deodoro e Av. Barão do Rio Branco - pode ser considerado, além de área de lazer, um centro político e religioso da cidade.
Com o nome de Largo Municipal, foi o primeiro logradouro público da então Vila de Santo Antônio do Paraibuna, antigo nome de Juiz de Fora. A área foi adquirida pela Câmara Municipal, em 1854, do engenheiro Henrique Guilherme Fernando Halfeld e nessa época o parque não contava com calçamento.
Sua primeira reforma data de 1879 quando foi ajardinado e a segunda intervenção urbanística aconteceu em 1901, quando o Largo Municipal foi completamente remodelado pela Cia. Pantaleone Arcuri e Spinelli com o financiamento de Francisco Mariano Halfeld, filho do engenheiro Henrique Halfeld , passando, em virtude disso, a chamar-se Parque Halfeld.
Fizeram levantamento de canteiros, abertura de ruas, fechamento de outras, um pavilhão central, uma casa para o guarda do jardim, repuxos, lagos, pontes e casas rústicas, reforma do gradil, entre outros. O pavilhão, construído em estilo eclético, foi mais tarde sede da Biblioteca Municipal.
Novas reformas paisagísticas aconteceram durante as décadas de 50 e 60 tendo a última ocorrido em 1981, quando o Parque Halfeld teve diversas árvores derrubadas e sua área de terra e areia substituídas por novos passeios de pedra portuguesa. Os únicos elementos remanescentes do projeto de 1901 são a ponte e o quiosque com estrutura imitando bambu e o lago.
O Parque foi tombado pela Prefeitura em 29 de dezembro de 1989.
Disponível em: http://pjf.mg.gov.br/administracao_indireta/funalfa/patrimonio/historico/parque_halfeld.php.
Autoria Desconhecido
Provavelmente década de 1940
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
39
Margarida, africana do Congo
Foto de 1910 com a idade de 125 anos
Foto de Brun na Fazenda Boa Esperança em Juiz de Fora.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Elton Belo Reis
38
Guarnição ou Quartel do corpo de Bombeiro
Avenida Barão do Rio Branco
Expedito Carlos Fernandes Comentou: Se não me engano, lembro que ao lado (sob a arquibancada do Sport Club), funcionava a fábrica da Coca-Cola. 
Criança, ficava parado em frente ao janelão vendo o "desfile" das garrafas na esteira para o envasamento.
José Lúcio Fernandes Comentou: Sob as arquibancadas do Sport funcionava a Boate Vivabella,
Data provável década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
37
Morro da Gratidão, atual Avenida dos Andradas
Pode se ver a Igreja de São Roque e ao fundo a Igreja da Glória
José Eduardo Araújo Comentou: Esta foto deve ser da década de 1940. 
As árvores que existem até hoje, ainda pequenas, a esquina da Rua Andradas com a Rua Mariano Procópio onde tem diversas árvores, hoje tem um posto de gasolina. Deve ser observado o bonde vindo da região do Mariano e das outras regiões que era servida pelos bondes como Fábrica, Santa Terezinha e Bonfim. Hoje a Rua Mariano Procópio fechada cria um transtorno para o trânsito na Andradas, razão pela qual hoje estão projetando um viaduto sobre a linha do trem que vai facilitar o trânsito na região. Outra obra importante é a ligação da Rua Bernardo Mascarenhas com a Av dos Andradas por trás da Estação, uma obra que não é tão cara, podendo ser fechada a passagem de nível da Andradas e a Rua Teresa Cristina ficaria aberta na passagem de nível. O fluxo de trânsito iria fluir com muito mais intensidade.
Provavelmente década de 1940
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
36
Bairro São Mateus
Rua Padre Café - 131
José Luiz Britto Bastos comentou: Me lembro muito bem dessa casa. Era uma das mais bonitas casas da Padre Café
Casa da família do Senhor Alfredo Costa.
Bons tempos!!
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Flavio Atilio Costa 
35
Praça Antonio Carlos
Ao Fundo a Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas em 1934.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
34
Avenida dos Andradas
Descendo para a Rua Mariano Procópio, podemos ver o Quartel General, (Q.G), Atual 4° Brigada de Infantaria Leve de Montanha e parte do Museu Mariano Procópio
Década de 1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
33
Família Imperial em Casa Próximo ao Museu Mariano Procópio onde ficaram hospedados em 1861, onde vieram para inauguração da estrada União Industria
Elisângela Esteves Mendes disse: D.Pedro II estava em Juiz de Fora nesta ocasião para a inauguração do "castelo" dos Ferreira Lage construído para recebe-los, mas que não ficou totalmente pronto a tempo.
A Família Imperial se hospedou então nesta casa, que era a fazenda de Mariano.
Seu filho, Frederico, anos mais tarde irá demolir a casa e construir a que hoje abriga o quartel.
E o castelo dos Ferreira Lage é hoje o Museu, doado por Alfredo Ferreira Lage ao município.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Fotografia enviada por Francisco Barroso 
32
Rua Batista esquina com Rua Halfeld, lado oposto ao Cine Palace.
A loja era a Rádio Serviço Moderno, de Celso Borelli da Fonseca.
José Eduardo Araújo comentou: Loja pertencente ao Celso Borelli que começou na Rua Marechal Deodoro com Rádio Serviço Moderno, representante dos rádios SEMP.
Depois foi para a esquina da Rua Halfeld com Batista representante de toda linha PHILLIPS, inclusive instalando as primeiras lâmpadas a vapor de mercúrio em frente ao Parque Halfeld, na segunda administração do Doutor Adhemar
Era um idealista, inclusive foi candidato a Prefeito tendo como símbolo uma Locomotiva, tendo feito uma réplica da mesma para a campanha, que era comandada pelo Pedro Paulo que trabalhava como locutor do Programa do Tio Teteco na B-3. Hoje já aposentado o Doutor
Pedro Paulo, formou-se em Direito, no cargo de desembargador. Juiz de Fora tem muita história para contar.
Década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
31
Rua Santo Antonio
Sopa dos Pobres
Rogério De Campos Teixeira comentou: Existe até hoje e os pobres continuam existindo até hoje a até aumentando
No prédio funcionou um Tiro de Guerra (nunca entendi direito o que era isto, acho que ainda existe até hoje). Lembro-me que meu pai falou que serviu num deles. Como ele nasceu em 1907 deve ter sido por volta de 1925.
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo…
30
Bairro Mariano Procópio
Escola Mariano Procópio
Figurinha de nº 136 extraída do Álbum do Primeiro Centenário de Juiz de Fora de 1950.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves
29
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Halfeld
Marcelo Pascoalini comentou: Esta foto è muito rara, pois, é a única conhecida da sede da Prefeitura, antes da construção do prédio que conhecemos que é de 1914
Foto Extraída do Álbum do Município de Juiz de Fora de Albino de Oliveira Esteves de 1915.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Correa

28
Vista Aérea 
Região da Praça da Estação 
Podemos ver a Estação da Leopoldina, Estação Central do Brasil entre outros Prédios.
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru 
27
Banco do Brasil
Rua Halfeld em 1955
José Eduardo Araújo comentou: O Prédio da Agência do Banco do Brasil S/A, ficava na parte baixa da Rua Halfeld, ao lado onde foi construído o Prédio do Banco Mineiro da Produção S/A. 
Foi demolido e posteriormente feito um Prédio cuja entrada é pela Galeria Álvaro Braga, que faz parte da construção do Edifício com lojas no térreo, sendo duas de frente para a Rua Halfeld e as demais dentro da galeria. 
Esta galeria não tinha saída e posteriormente teve sua ligação com um Prédio construído na Rua Marechal Deodoro, assim ligando as duas ruas. 
Vale observar na fotografia a construção ao lado do Banco Mineiro da Produção S/A.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
26
Motoristas Pioneiros Rodoviários de Juiz de Fora 
Local não informado
Sandra Valéria Machado Comentou: Da esquerda para direita: O meu pai, Paulo Cândido Marchado, depois o José Dutra  e seu ajudante Sebastião Tedesco.
Essa foto é de 1960, (Data estimada).
O último a minha irmã não lembrou quem era.
Local não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Sandra Valéria Machado
25
Vista Aérea 
Região da Praça da Estação de 06 de Novembro de 1937
Podemos ver a Estação da Leopoldina com a Maria Fumaça saindo em Viagem, Estação Central do Brasil entre outros Prédios
Fonte: Escola de Aviação Militar, Museu Aeroespacial.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Hugo Caramuru
24
Vista Aérea
Bairro Ipase, (Atual Bairro Araújo).
Podemos ver, Casas dos Oficiais do Exercito
Estação Ferroviária Coronel Felício Lima e Posto de Fiscalização da Policia Rodoviária Federal os dois últimos demolidos
Data Provável inicio da década de 1970
Este local e Próximo a Escola Estadual Almirante Barroso Zona Norte de Juiz de Fora.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Correa
23
Parte do Parque e Lago do Museu Mariano Procópio
Provavelmente década de 1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: João Carlos Da Silva
22
Imagem de Menina
Photographia Moraes & Brand  
Juiz de Fora Provavelmente 1900
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Elton Belo Reis
21
Facit
Esta foi uma das mais tradicionais empresas da cidade
Sua construção teve início em 1956, às margens da antiga BR-3 (atual Avenida Juscelino Kubitschek de frente para o Jóquei Clube II).
Sua inauguração aconteceu em Outubro de 1961
A FACIT S.A. era filial de uma tradicional indústria da Suécia que tinha mais de 500 anos de existência
De sua linha de produção saíram máquinas de escrever, calculadoras, mimeógrafos e caixas registradoras
Era uma das mais modernas do mundo no seu ramo e chegou a ter mais de 200 funcionários
Seu declínio e fechamento teve origem quando foi vendida para a concorrente Sharp no início dos anos 90.
Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
Adilson Ferreira De Paiva Paiva comentou: A Facit teve uma bela história em Juiz de Fora. As fabricações de máquinas de escrever (manuais e elétricas) mimeógrafos e calculadoras eram o seu segmento. Ela empregava numerosas pessoas e, lá, havia uma boa relação de trabalho com seus funcionários. Tanto, no que tange na parte financeira (remuneração justa), como social. Eu me lembro, seus funcionários trabalhavam motivados. Possuía uma excelente equipe de futebol.
Bons tempos, àqueles que por lá passaram.
Provavelmente inicio da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
20
Exéquias ao Doutor Francisco Bernardino Rodrigues da Silva pai de Cypriano 
Lage em 1920 
Exéquias são ritos e orações com os quais a comunidade cristã acompanha seus mortos e os encomenda a Deus
Em todos os povos e em todos os tempos encontram-se ritos relacionados com os defuntos e com os que choram a morte de algum familiar
Também conhecido por "Ritual de Exéquias".
Humberto Rodrigues de Sá comentou: Francisco Bernardino Rodrigues da Silva (16/10/1853 - 07/04/1920), casado com Dona Maria Perpétua Vidal Lage da Silva, pais de Cypriano Lage
É o homenageado pela Avenida Francisco Bernardino
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Elton Belo Reis 
19
Cartão Postal
Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas
Avenida Presidente Getúlio Vargas
Raro postal circulando na Europa, Precisamente na França: Une Fabrique de Tissus a Juiz de Fora Minas Gerais, (Fábrica de Tecidos em Juiz de Fora Minas Gerais).
Imagem com Bonde elétrico e pessoas
Esta imagem prova que parcialmente a Avenida Presidente Getúlio Vargas já teve circulação de Bondes.
Década de 1920
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Elton Belo Reis
18
Bairro Bom Pastor
Praça Bom Pastor
Antiga Lagoa e agora uma excelente Praça
Provavelmente década de 1970
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Guto Pestana

17
Cartão Postal 
Igreja Nossa Senhora da Gloria
Morro da Glória
Avenida dos Andradas - 854
Em 1878, a Companhia União e Indústria doou ao Culto Católico da colônia alemã um terreno, no Morro da Gratidão, próxima à Estação de Diligências, para a construção de uma capela “ sob a invocação de Nossa Senhora da Glória”
A obra projetada pelo arquiteto Miguel Lallemant foi financiada com recursos obtidos através de doações dos colonos, em dinheiro ou material
Um dos que contribuíram foi o Frei Capuchinho Américo Hoffer de Prags, o primeiro capelão da colônia alemã.
A primeira Igreja da Gloria foi consagrada em agosto de 1879, e seria palco de uma disputa judicial e de acontecimentos trágicos.
Em 1883, o frei Américo de Prags decidiu retornar à sua terra natal, na Europa, alegando motivos de saúde
A diretoria do Culto Católico, decidiu, então, contratar outro capelão, o italiano Roque Gaetani
Menos de um ano depois, o frei Prags retorna e tenta ser reintegrado ao cargo
Apela aos paroquianos, que organizavam abaixo-assinados
a seu favor.
Sem sucesso, o frei decide recorrer ao bispo de Mariana, que o nomeia vigário da colônia
Mas, proibido de reassumir pela comissão diretora, que ignora a determinação do bispo, o frei leva o caso à justiça
Angustiado com a demora da questão, resolve tomar o seu lugar à força
Impedido de entrar na igreja, passa mal e morre
Por volta de 1920, a igreja já não comportava o aumento de fiéis
A torre, que ameaçava ruir, teve de ser demolida
Os paroquianos já providenciavam a construção de uma nova igreja, quando, em 1923, a velha capela foi invadida e destruída em um incêndio criminoso
Em 25 de agosto do mesmo ano, a atual Igreja da Gloria foi inaugurada e benta
No terreno do lado, já existia, desde 1860, um cemitério para os colonos
O cemitério foi dividido em uma parte católica e outra evangélica, devido à intolerância do padre Tiago, que proibiu sepultamentos conjuntos.
A história de Juiz de Fora sempre foi marcada por rivalidades, consentidas ou não
Católicos e protestantes, brancos e negros e moradores do núcleo formado por Mariano Procópio, no Morro da Gratidão, e os do centro da cidade
Em torno da Companhia União Indústria, surgiu o povoado de colonos alemães que vieram trabalhar na empresa do Comendador Mariano. Em torno da companhia, instalada na rua Bernardo Mascarenhas, trabalhavam cerda de 150 operários livres e cem aprendizes
Com eles foram, surgindo a escola agrícola, os armazéns, os depósitos de café, a chácara do comendador – hoje Museu Mariano Procópio, e a Estação da estrada de ferro Pedro II
Com a decadência da companhia, a partir de 1878, a área, urbanizada pelo arquiteto Miguel Lallemond, foi loteada e começou a ser vendida
Os próprios colonos adquiriram o terreno e formaram o bairro que chegou a ser chamado de Marianópolis
Texto Fonte: Tribuna de Minas
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves 
16
Bairro Alto dos Passos
Avenida Barão do Rio Branco - 3596, esquina com a Rua Doutor José Cesário
Escola de Enfermagem Hermantina Beraldo
Atualmente no Local o Edifício Residencial e Comercial La Defense.
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
15
Rua Santo Antonio - 416 
Residência projetada por Mario Rapozo Bandeira e construída por Jose Abramo para o Senhor Henrique Surerus Sobrinho e família.
Podemos ver a calçada da Rua santo Antonio ainda em Pé-de-moleque.
Data não informado
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira 
14
Familiares não informado posando para Fotografia no Parque Halfeld em 15 de Novembro de 1930
Ao fundo podemos ver a antiga Biblioteca Municipal, (Demolida).
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Elton Belo Reis
13
Parque Halfeld 
Garotinho não identificado 
Os Meninos que aparecem no Monumento ao Fundo estavam no local de Origem.
Vejam ao fundo da Fotografia 
Observando Melhor, dá para ver o Antigo Edifício Clube de Juiz de Fora.
Provavelmente década de 1940.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Humberto Ferreira 
12
Cartão Postal
Paço Municipal
Avenida Barão do Rio Branco
O núcleo original, voltado para a Avenida Barão do Rio Branco, foi construído em 1918. 
A primeira ampliação ocorreu em 1934 na fachada lateral, mantendo-se as mesmas características arquitetônicas do existente, e que resultou na configuração atual do prédio. 
A última ampliação deu-se em 1944, na área interna.
Final da década de 1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
11
Inauguração do Mergulhão em 1982 pelo então prefeito Mello Reis Reconhecido por obras de grande porte na estrutura urbana de Juiz de Fora
Criado para permitir que o tráfego de veículos na Avenida Barão do Rio Branco não fosse interrompido pela malha ferroviária que passa pelo local, permitindo agilidade ao trânsito da cidade.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
10
Fundação Educacional Machado Sobrinho
Alunas do Colégio Machado Sobrinho posando para a Foto ao lado do Busto Machado Sobrinho
No lado direito da foto temos: Regina Maura de Castro Barbosa e Amigas
Turma de 1958.
Coordenador Helio Noronha Filho
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Memorial Machadense 
09
Bairro São Benedito
Escola Cândido Mota Filho
Edson Luiz Oliveira comentou: O que eu sei este colégio fica localizado na Rua José Zacarias dos Santos no Bairro Vila São Benedito antigo Arado no meados dos anos de 1970 foi extinto hoje e uma creche este colégio se chamava Candido Mota Filho
Provavelmente década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
08
Vista Parcial de parte da Praça João Penido ou Praça da Estação como é conhecida pelo nosso povo.
Data Provável 1940/1950
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: João Carlos Da Silva
07
Capela São Roque
Avenida dos Andradas - 383
O culto a “ San Rocco” era praticado por imigrantes italianos
São Roque viveu na Itália, no século XV e, segundo registros, curava os enfermos de peste , apenas fazendo o sinal da cruz diante deles. Seu dia é comemorado em 16 de agosto e a festa é tradicionalmente realizada “ in un spaccio di generi alimentaria”.
Na cidade, a irmandade de São Roque foi fundada em 08 de agosto de 1902 e a construção do templo, em maio de 1904, com direito à polêmica e conflito com os redentoristas
Inaugurada em 1907, teve o seu período de abertura, desativação e a reabertura em 1920
A Irmandade de São Roque, a beira da insolvência financeira e exausta psicologicamente, decidiu doar o templo à comunidade católica
Situada à Avenida dos Andradas, bem defronte ao Largo de São Roque, o pequeno templo assistiu a passagem das décadas do século XX
O templo completou um século e, é um expoente e exemplo de estilo barroco, com aplicações pseudo-góticas
No final da década de 60, encontrava-se fechado e em completo abandono, mas, foi reaberto e restaurado
Provavelmente década de 1950
Texto Fonte http://www.ricardoarcuri.com.br/.../igsroque/index.html
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Carlos Eduardo Silva Gonçalves 
06
Bairro Monte Castelo
Rua Itatiaia em 1977
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Henrique Teixeira Martins
05
Missa Campal
Entrada da antiga Fábrica Bernardo Mascarenhas, em frente a Praça Antônio Carlos
Atualmente Prédio do CCBM, Biblioteca Municipal e Mercado Municipal
José Eduardo Araújo comentou: Realmente é o saudoso Padre Wilson Vale da Costa, fazendo uma pregação e ao seu lado fazendo a reportagem para a Rádio Industrial o locutor Maurício de Campos Bastos
O Padre Wilson rezava a Oração da Ave Maria na PRB-3 e logo em seguida fazia o programa Problemas da Vida que falava de tudo a respeito das pessoas e da cidade
Certo dia soltou esta pérola: Se peitinho de moça fosse buzina, ninguém ia dormir no Morro da Glória.
Final da década de 1950 ou inicio da década de 1960
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo 
04
Parque Halfeld 
Estátua em tamanho real do jovem escoteiro Caio Viana Martins é uma das curiosas esculturas que se tornaram parte da paisagem do Parque Halfeld, praça com o maior número de monumentos na cidade. 
Caio Viana Martins tinha 14 anos quando ingressou no Grupo de Escoteiros Afonso Arinos, em Belo Horizonte, para onde havia se mudado seis anos antes. Cinco meses depois de completar 15 anos, em 1938, o jovem integrou a excursão que levaria o grupo até São Paulo. A viagem era de trem, na primeira classe. Na madrugada, entre as estações Sítio e João Aires, na altura do município de Antônio Carlos, o trem de passageiros se chocou contra um cargueiro que vinha na direção contrária. Dois dos 25 escoteiros morreram na hora. Outros se feriram gravemente. Monitor da Patrulha Lobo, Caio ajudou a fazer fogueiras para melhor visualizar as vítimas e a construir macas artesanais. Quando a equipe de socorro chegou ao local, cinco horas mais tarde, não havia macas para todos, e o jovem, mesmo sentindo dores, recusou-se a ocupar uma delas. “Um escoteiro caminha com as próprias pernas”, disse, e seguiu andando rumo a Barbacena. Caio percorreu mais de 20km a pé até chegar a um hotel, onde passou mal e foi levado a um hospital próximo. Sofria de uma silenciosa hemorragia que o calou horas depois, no dia 20 de dezembro daquele já distante 1938.
Passados exatos seis anos do acidente, o Grupo de Escoteiros Caiuás do Instituto Granbery financiou a instalação de uma estátua do jovem Caio, em tamanho real, no centro do Parque Halfeld. O monumento, que fica de costas para a Igreja Metodista, divide espaço com outros tantos bustos e estátuas na mesma praça e na cidade. De acordo com o levantamento realizado pelo arquiteto e pesquisador Fabrício Teixeira Viana, Juiz de Fora possui, atualmente, 44 monumentos entre bustos, estátuas, painéis e esculturas. Metade deles foi instalada nas cinco primeiras décadas do século XX, como o que homenageia Caio. Em dois processos, de 2000 e 2005, 31 deles foram tombados pelo município. Num momento em que diferentes países do globo questionam seus monumentos, com ataques a estátuas como a do Padre Antônio Vieira, destruída em Portugal, e a de Cristóvão Colombo, decapitada nos Estados Unidos, o que contam as homenagens feitas em Juiz de Fora?
“Essa produção começa com a construção do seu primeiro monumento, o obelisco em comemoração ao início das obras de saneamento da cidade, em 1894, e se estende até os dias de hoje, com a produção de arte pública contemporânea. Nessa caminhada temporal, podemos observar a produção de inúmeros bustos que dão destaque a muitas personalidades na esfera municipal (como Henrique Halfeld e Mariano Procópio) e também de grandes nomes da história política nacional (como Getúlio Vargas e, mais recentemente, Itamar Franco)”, pontua Viana, explicando que a cidade é “a sobreposição de diversas camadas temporais, contando com variados suportes e tipos de linguagem” que auxiliam na formação da memória coletiva e da história urbana. “Acredito que essa diversidade de escolhas em se homenagear diferentes personalidades reflete o desenvolvimento de uma sociedade plural. Além disso indica qual personalidade teve destaque em um dado momento da história da cidade”, afirma ele, referindo-se a uma multiplicidade que reúne num mesmo espaço, como o Parque Halfeld, políticos locais, poetas e o escoteiro Caio Martins.
Provavelmente década de 1940
Autoria Desconhecido
Fonte: IBGE
Texto Fonte: https://tribunademinas.com.br/noticias/cultura/21-06-2020/conhece-a-historia-dos-monumentos-de-jf-especialistas-discutem-a-relevancia-das-nossas-estatuas-e-bustos.html
Fotografia Fonte: IBGE
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
03
Avenida Presidente Getúlio Presidente Vargas em frente a Praça Antônio Carlos em 1940
A Rodoviária de Juiz de Fora funcionava na esquina da Getúlio com São João, por isso os ônibus estacionados.
Podemos dizer que foi a primeira Rodoviária de Juiz de Fora.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
02
Cartão Postal
Avenida Barão do Rio Branco, Carros de Praça estacionado a Frente do Parque Halfeld  
Podemos ver o Antigo Prédio do Edifício Juiz de Fora e o de Santa Helena 
Final da década de 1930
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
01
Ambulatório da Igreja da Gloria
A história do Ambulatório da Glória começa em Março de 1953, quando Padre Jaime Snoek e o vice provincial da Província Redentorista do Rio de Janeiro, Padre Gregório Wuts, juntamente com o professor Salvador Bergo, Fernando Dias e Raphael Medeiros Moreira criaram a instituição e o Dispensário Nossa Senhora da Glória, em parceria com o Círculo Operário de Juiz de Fora. Com o desligamento deste, surge, em outubro do mesmo ano, a Assistência Nossa Senhora da Glória. Padre Jaime, recém-chegado de Roma, se inspirou nos exemplos da capital italiana para conseguir recursos holandeses e adquirir a casa no Mariano Procópio.
De lá para cá, o espaço foi ampliado e hoje conta com diversas salas, consultórios, salão e uma capela, mantendo-se fiel ao seu primeiro estatuto. Nos próximos meses, neste espaço do Novo Tempo, você vai acompanhar a história dos pioneiros e de pessoas que, diariamente, doam seus talentos aos mais necessitados
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa 
Fonte:www.paroquiadagloria.org.br
Acervo: Mauricio Lima Corrêa