172
O Dia em que o Céu "Pousou" no Bairro Cerâmica
O cotidiano da parte alta do Bairro Cerâmica foi abruptamente interrompido em um dia de 1996.
O registro fotográfico resgatado, traz à memória o acidente com um avião monomotor (Prefixo PT-BKP), que acabou realizando um pouso forçado — ou uma queda controlada — em um dos descampados da região.
Nas lentes da época, vemos uma multidão de curiosos que escalou o morro para ver de perto a aeronave azul, que ostentava a inscrição "FLY" na cauda. O contraste entre a engenharia aeronáutica e o relevo acidentado do bairro transformou o local em um verdadeiro cenário de cinema para os moradores.
Um detalhe precioso desta fotografia é a presença do comunicador Léo de Oliveira. Naquele momento, Léo atuava como repórter e voz ativa da Rádio Juiz de Fora AM 910 (a histórica rádio que hoje opera como Rádio Globo).
Na imagem, ele aparece em primeiro plano, segurando o que parece ser um rádio ou telefone — a ferramenta de trabalho que levava o fato, em tempo real, para os lares juiz-foranos.
É um registro raro que une a história dos bairros de Juiz de Fora à história da nossa imprensa falada.
Detalhes Técnicos da Aeronave
O prefixo PT-BKP refere-se a um Cessna 172, um dos monomotores mais icônicos e seguros da história da aviação. Pela imagem, o modelo azul possui asas altas, característica clássica da Cessna que permite maior estabilidade e visibilidade do solo — o que curiosamente ajudou a evitar uma tragédia maior no terreno acidentado do Cerâmica.
A Inscrição "FLY": A marca no leme de direção (cauda) indica que a aeronave provavelmente pertencia a uma escola de aviação ou empresa de táxi aéreo da região, reforçando o uso constante do Aeroporto da Serrinha para treinamentos e voos locais.
O "Milagre" do Cerâmica: Observando a foto, nota-se que o avião permaneceu relativamente íntegro após o impacto.
Na época, comentou-se que a perícia do piloto em buscar uma área de "pastagem" na parte alta do bairro evitou que a aeronave atingisse as casas que já começavam a densificar a região.
Naquela década, o rádio AM era o "reduto da rapidez". A foto mostra Léo de Oliveira exatamente no exercício do Radio jornalismo de Campo.
Sem a facilidade da internet móvel de hoje, o repórter dependia de radiofrequência ou telefones celulares "tijolões" (como o que parece estar em sua mão) para entrar ao vivo.
A Rádio Juiz de Fora AM era a líder em audiência para esse tipo de cobertura factual, e a presença de Léo no local transformou o acidente em um "evento de cidade", atraindo a multidão que você vê ao fundo.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Léo de Oliveira

171
Abalroamento na Barão com Riachuelo (1962)
Uma imagem que impressiona não apenas pelo estrago material, mas pelo que revela sobre o cotidiano de Juiz de Fora há mais de seis décadas.
Em 24 de agosto de 1962, o cruzamento da Avenida Barão do Rio Branco com a região da Praça do Riachuelo foi palco deste grave abalroamento.
O protagonista da foto é um robusto caminhão Chevrolet (o famoso "Brasil"), com sua carroceria de madeira e placa de licenciamento antiga.
O impacto na dianteira foi severo, deixando o chassi exposto e a lataria retorcida, testemunhando a força da colisão em uma era onde a segurança veicular era mínima.
A Rural Willys estacionada e a movimentação de populares com suas bicicletas.
O chão molhado sugere que a chuva — fator recorrente em nossa Manchester Mineira — pode ter contribuído para o acidente.
A Praça do Riachuelo, já naquela época, era um ponto de convergência vital para o tráfego de carga e transporte coletivo que cortava o coração da cidade.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
170
Memória do Jardim Glória
Impacto na João Pinheiro
Este registro fotográfico da década de 1970 nos leva ao Bairro Jardim Glória, um reduto histórico e residencial de Juiz de Fora.
A imagem captura as consequências de um sério acidente ocorrido na Rua Doutor João Pinheiro, a principal via de acesso e circulação do bairro.
O flagrante noturno enfatiza a violência da colisão, que destruiu a frente da icônica Kombi amarela, um dos veículos de carga e transporte mais populares daquela época.
Conhecida por sua inclinação e por ser o eixo que conecta o Jardim Glória ao Centro e a outros bairros da região alta, a via sempre exigiu atenção redobrada dos motoristas.
Note o detalhe do vaso ornamental de estilo clássico em primeiro plano e os escombros de tijolos.
Isso sugere que o impacto pode ter ocorrido contra o muro ou jardim de uma das muitas casas senhoriais que caracterizavam o bairro naquele período.
A colorização ajuda a identificar a tonalidade típica das Kombis dos anos 70, além de evidenciar o contraste entre o metal retorcido e a vegetação do entorno (como a agave ao lado do vaso).
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Alba Watson Renault

169
Acidente na Rio Branco
Esta fotografia captura um momento de tensão e curiosidade popular em um dos pontos mais estratégicos de Juiz de Fora na década de 1970.
O cenário é a Avenida Barão do Rio Branco, na saída do que era o pulsante centro logístico da cidade.
O Antigo Terminal Rodoviário Régis Bittencourt situava-se historicamente na esquina da Avenida Barão do Rio Branco com a Avenida Presidente Getúlio Vargas.
O registro mostra o envolvimento de um clássico ônibus da Viação Coimbra (carro 203), empresa que faz parte da memória afetiva de gerações de juiz-foranos.
A imagem revela a rápida formação de uma multidão ao redor de um Fusca capotado, um "evento" que literalmente parava o trânsito e atraía olhares de quem passava pela principal artéria da cidade.
Além do ônibus da Coimbra, vemos ícones como o VW Fusca e caminhões Ford da época, compondo o cenário típico do transporte dos anos 70.
A localização era o epicentro das viagens intermunicipais e interestaduais, tornando qualquer incidente nesse trecho um grande transtorno para o fluxo da Rio Branco.
Mais do que o registro de um acidente, esta fotografia preservada é uma peça valiosa para entender a evolução do transporte e a ocupação da região central de Juiz de Fora antes da transferência da rodoviária para o bairro São Dimas.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
168
O Mergulho do Fusca (Anos 70)
Esta fotografia é um testemunho das transformações geográficas e estruturais de Juiz de Fora.
O Registro, provavelmente da década de 1970, captura um acidente (ou incidente de enchente) envolvendo um Volkswagen Fusca, um ícone das ruas brasileiras, em meio a um cenário de obras e terraplenagem.
O local, identificado por Robson Rocha, revela uma Juiz de Fora que não existe mais da mesma forma.
O prédio de arquitetura imponente que se vê ao fundo foi demolido para dar lugar à modernização do traçado urbano.
A cena ocorre onde hoje se encontra a Rua Ângelo Falci, especificamente no trecho que liga a Rua da Bahia à Praça da Estação.
A edificação ao fundo é um marco visual da época, cuja demolição alterou significativamente a paisagem do entorno da linha férrea e da região central.
Assim como em outros registros, nota-se a fileira de pessoas no topo do barranco, observando a operação de resgate ou o estado do veículo — um reflexo de como esses acontecimentos mobilizavam a atenção da vizinhança.
A presença da manilha de concreto e o solo exposto sugerem que a área passava por canalização ou mudanças no sistema de escoamento, algo comum naquele período de expansão urbana.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
167
O Pouso Forçado no Jardim São João
Um Domingo que Parou o Bairro
Na década de 1970, o silêncio rotineiro do Bairro Jardim São João — encravado entre o Monte Castelo e a Cerâmica — foi rompido pelo ronco irregular de um motor que insistia em parar.
O que se seguiu foi uma demonstração de perícia: um dos aviões do Aeroclube de Juiz de Fora realizava um pouso de emergência em plena encosta.
A imagem colorizada revela detalhes que o tempo teimava em desbotar.
A aeronave, com o prefixo PP visível na asa, repousa sobre a vegetação rasteira enquanto uma multidão de curiosos, vindos de todas as direções, observa o trabalho da equipe de manutenção.
Como bem observado por Sergio Ibraim Bechara, a fotografia imortaliza figuras fundamentais da nossa aviação local.
Entre os homens que cercam a cabine, destaca-se Adair, o mecânico de roupa escura, debruçado sobre o motor em uma tentativa de diagnosticar a falha técnica em pleno terreno acidentado.
O local do pouso reflete a topografia característica da nossa região.
Ao fundo, a encosta do Jardim São João serve de arquibancada natural para dezenas de moradores.
O contraste entre a tecnologia da aeronave e o terreno rústico da época ilustra bem o crescimento da cidade, que avançava para além do centro comercial.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

166
A Colisão entre um Bonde e o Pesado International
Em mais um resgate histórico, trazemos uma cena que ilustra bem os desafios do trânsito juiz-forano em meados do século passado.
A fotografia registra um acidente entre um dos clássicos bondes de tração elétrica da cidade e um imponente caminhão International, modelo que marcou época pelo seu design robusto e força.
Embora a data exata deste registro não tenha sido informada, as características dos veículos e o vestuário das pessoas presentes sugerem um período entre o final da década de 1950 e meados de 1960.
O que torna esta imagem especial não é apenas o acidente em si, mas os detalhes que a cercam:
O modelo International verde, com seus para-lamas curvos e grade característica, era o símbolo do progresso e do transporte de carga que começava a ganhar força sobre os trilhos.
Vemos a estrutura de madeira do bonde, que por décadas foi o principal meio de transporte da nossa "Manchester Mineira".
Como era comum na época, o incidente atraiu uma pequena multidão.
Note a expressão dos populares e até de uma criança em primeiro plano, compondo um retrato social autêntico daquele momento.
Este tipo de ocorrência tornou-se mais frequente à medida que o número de veículos automotores crescia em Juiz de Fora, disputando o espaço limitado das ruas centrais com os bondes, que tinham rotas fixas e pouca margem para manobras de emergência.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
165
Um Dia Movimentado na Praça do Riachuelo
Esta fotografia nos leva diretamente ao dia 24 de agosto de 1962, capturando um acidente (abalroamento) em um dos pontos mais icônicos da nossa cidade: o encontro da Avenida Barão do Rio Branco com a Praça do Riachuelo.
Na cena, vemos um robusto caminhão Ford F-600 verde, que parece ter sido o protagonista do incidente. O local, sempre pulsante, atraiu a atenção de dezenas de curiosos que pararam para observar o trabalho das autoridades e a movimentação no paralelepípedo molhado.
O que torna esta restauração especial são os elementos que compõem o cenário da Juiz de Fora de 64 anos atrás:
Ao fundo, as fachadas dos prédios históricos que emolduram a Praça do Riachuelo, mantendo viva a identidade visual da região central.
À direita, um Volkswagen Sedan (Fusca) bege e, à esquerda, o detalhe de uma bicicleta, mostrando a diversidade de modais que já dividiam as ruas com os veículos de carga.
Episódios como este abalroamento eram eventos que paravam o centro da "Manchester Mineira", servindo como testemunho do crescimento do fluxo de veículos na nossa principal avenida.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo Humberto Ferreira

164
Colisão de Bondes
Mais um registro impactante, que nos ajuda a reconstruir o cotidiano da Juiz de Fora de antigamente.
Esta fotografia, datada provavelmente da década de 1960,
captura as consequências de um sério acidente envolvendo o sistema de Bondes da cidade.
Na imagem, é possível observar o descarrilamento e a destruição de postes e fiação aérea, evidenciando a força do impacto.
O curioso olhar dos transeuntes e a presença das autoridades locais na cena mostram como episódios assim mobilizavam a área central.
Os Bondes foram o coração do transporte público juiz-forano por décadas, até serem definitivamente substituídos pelos ônibus em 10 de Abril de 1969.
Registros como este são fundamentais para entendermos os desafios da mobilidade urbana em um período de transição e crescimento acelerado da nossa Manchester Mineira.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
163
Abalroamento ocorrido em 24 de Agosto de 1962, na interseção da Avenida Barão do Rio Branco com a região da Praça do Riachuelo.
Este registro é uma peça valiosa que ilustra não apenas um acidente, mas a dinâmica do transporte e a paisagem da cidade no início da década de 60.
A Praça do Riachuelo sempre foi um ponto nevrálgico da cidade, servindo como um importante nó de ligação entre o centro comercial e a principal artéria da cidade, a Avenida Barão do Rio Branco.
Em 1962, a área já apresentava um tráfego intenso de caminhões de carga e ônibus coletivos.
O destaque da foto é o caminhão Chevrolet (modelo "Brasil" ou similar da época), com a frente completamente destruída pelo impacto.
Note o detalhe da placa de licenciamento antiga e a estrutura de madeira da carroceria, típicas do transporte de carga daquele período.
Ao fundo, é possível observar outros veículos icônicos, como uma Rural Willys e um ônibus de transporte público, que ajudam a datar a cena e mostram a diversidade da frota juiz-forana de então.
O chão molhado sugere que a pista escorregadia pode ter sido um fator contribuinte para o acidente.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Humberto Ferreira
162
O Acidente de Novembro de 1990
A memória de Juiz de Fora é feita de grandes obras, mas também de episódios que mudaram a nossa forma de circular pela cidade.
Hoje, resgatamos um registro histórico e impressionante do acervo: um grave acidente envolvendo dois ônibus urbanos no interior do Mergulhão, na Região Central, ocorrido em novembro de 1990.
Na imagem, podemos ver a magnitude da colisão.
Um dos veículos, da empresa Ansal (carro 20), aparece severamente danificado após o impacto contra a estrutura e o outro coletivo.
O cenário de vidros estilhaçados e a posição dos veículos dão a dimensão do susto que paralisou uma das principais vias de escoamento do trânsito juiz-forano na época.
Este acidente não ficou registrado apenas em fotografias; ele gerou mudanças práticas na legislação de trânsito local.
Até aquele momento, a velocidade no Mergulhão era pouco controlada, o que tornava o trecho perigoso devido à sua geometria e visibilidade reduzida.
Foi a partir deste episódio que as autoridades de trânsito decidiram implantar limites de velocidade rigorosos dentro da passagem subterrânea.
A sinalização foi reforçada para alertar os motoristas sobre os riscos de manobras bruscas no local.
A fotografia nos ajuda a entender por que certas regras existem hoje.
Ver um policial da época (com a clássica farda marrom da PMMG) em meio aos destroços nos transporta diretamente para aquela Juiz de Fora de 36 anos atrás.
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Toninho Carvalho

161
Queda de Marquise
Bar e Restaurante Canta Galo
Gabriel Vieira Barra Comentou: Este bar ficava na Avenida Presidente Getúlio Vargas onde hoje é um grande Hotel, pois meu pai tinha um perto quase na Rua Santa Rita.
Provavelmente década de 1960
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Simón Eugénio Sáenz Arévalo
160
Bairro Araújo
Avenida Ministro Espirito Santo - 51
Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia (FEEA), hoje unidade da IMBEL (Indústria de Material Bélico do Brasil).
Criada por Getúlio Vargas na década de 1930 (início das operações em 1934), a FEEA foi o grande motor de desenvolvimento do bairro Benfica.
Antes da fábrica, a região era predominantemente agrária; com ela, transformou-se em um polo industrial e residencial para os operários.
Naquela época, a fábrica era quase uma "cidade independente", possuindo vilas residenciais, escola, maternidade e até o Cine-Teatro Auditorium (inaugurado em 1949).
Um fato marcante e triste dessa década foi a grande explosão ocorrida em 7 de março de 1944, que vitimou 14 pessoas (a maioria mulheres). Esse evento é lembrado até hoje pelos antigos moradores como um momento em que a cidade parou.
A tragédia aconteceu exatamente às 08h20 da manhã. O epicentro foi a Oficina nº 4 (Seção de Carregamento de Artefatos). Naquele momento, a fábrica operava em ritmo frenético devido ao esforço da guerra, já que o Brasil estava nas Fronteiras se preparando para eventual combate com nossos Soldados, (Pracinhas Heróis de Guerra).
Ao todo, 14 operários perderam a vida. O que torna este evento ainda mais marcante na memória local é que a maioria das vítimas (12 mulheres) trabalhava na manipulação direta de explosivos sensíveis e na montagem das cabeças de guerra — tarefas que, na época, eram confiadas às mulheres pela suposta "delicadeza e precisão" no manuseio.
O estrondo foi tão violento que foi ouvido nitidamente no Centro de Juiz de Fora, a quilômetros de distância de Benfica.
A Oficina 4 foi completamente pulverizada.
Máquinas, telhados e materiais foram lançados ao ar.
Relatos da época descrevem uma cena de guerra, com destroços e restos mortais espalhados por uma grande área.
Muitos moradores de Benfica e arredores acharam que a cidade estava sendo alvo de um bombardeio nazista, dado o contexto da guerra em 1944.
Documentos secretos do Ministério da Guerra, liberados anos depois, classificaram o evento como causado por "causas fortuitas" (acidentais), possivelmente pela instabilidade do material químico ou um erro técnico sob a pressão da alta produtividade exigida.
O cortejo fúnebre foi um dos maiores já vistos na cidade.
Os corpos saíram do Hospital Militar (no bairro Fábrica) e foram carregados a pé por companheiros de trabalho e familiares até o Cemitério Municipal, sob um clima de luto profundo em toda a região norte.
É interessante notar que, apesar da destruição da oficina em 1944, o prédio principal (da torre e da caixa d'água) permaneceu como o símbolo de resistência da unidade.
Curiosamente, a construção da fábrica ajudou a melhorar o abastecimento de toda Juiz de Fora.
A adutora trazida da Alemanha em 1937 não servia apenas à produção bélica, mas também injetou água na rede urbana da cidade.
Em termos de impacto imediato, número de vítimas fatais em um único evento de trabalho e comoção social, a explosão da FEEA em 1944 é amplamente considerada o maior e mais trágico acidente da história de Juiz de Fora.
Embora a cidade tenha registrado outros episódios tristes ao longo das décadas (como grandes enchentes ou descarrilamentos ferroviários), a explosão em Benfica carrega um peso histórico e simbólico sem paralelos por alguns motivos específicos.
Como as vítimas eram majoritariamente jovens mulheres da própria comunidade de Benfica e arredores, o acidente não atingiu apenas "uma fábrica", mas destruiu famílias inteiras da Zona Norte.
Havia um sentimento de que aquelas pessoas eram "soldados da retaguarda". Morrer produzindo munição para combater o nazi fascismo deu ao evento uma aura de sacrifício nacional, o que intensificou o trauma na memória da cidade.
Por ser uma unidade de segurança nacional em tempo de guerra, muitas informações foram censuradas ou retidas na época, o que gerou lendas urbanas e um sentimento de mistério que perdurou por gerações no imaginário juiz-forano.
Provavelmente década de 1940
Texto de Autoria: Mauricio Lima Corrêa
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa
159
A explosão, nos paióis da FEEA
Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, uma tragédia, em Juiz de Fora, dividiu as manchetes dos jornais com as notícias do campo de batalha na Europa. Foi a explosão, nos paióis da FEEA - Fábrica de Espoletas e Armamentos - localizada em Benfica. O acidente tirou a vida de muitos e mutilou outros tantos trabalhadores da cidade. Ao todo, foram 14 mortos, além de vários feridos gravemente, naquele que foi, sem dúvida alguma, a maior tragédia já registrada em Juiz de Fora nestes 150 anos. A explosão levou para os ares os galpões da FEEA e foi ouvida em quase todo o município. Além disso, chegou a quebrar vidraças de casas no centro da cidade, numa distância de mais de 15 quilômetros do local da explosão. Como era época da Guerra Mundial, chegaram a falar em sabotagem, espionagem. Mas, na realidade, nunca se apurou se isto era realmente verdade ou não. O sepultamento dos 14 mortos aconteceu no Cemitério Municipal e, literalmente, parou a cidade. As pessoas que testemunharam o fato ainda se lembram, nos dias de hoje, da tristeza que se abateu sobre a população. Aquelas que trabalhavam na FEEA, naquela época, chegam a chorar ao recordar este momento de tristeza da história de Juiz de Fora. Atualmente, no local, está sediada a fábrica da Imbel, que passa por alterações trabalhistas, podendo, inclusive, ser privatizada.
Foto foi tirada em 07 de março de 1945, no interior da atual IMBEL
Nesse dia estava sendo inaugurado um obelisco como monumento em homenagem às 13 vítimas fatais da explosão ocorrida no ano anterior na antiga Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército - FEEA
Essa foi a maior tragédia da história de Juiz de Fora.
Fotografia trabalhada com Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo e Texto: Maria José Silvério De Assis Silvério

158
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Marechal Deodoro
Sequestro que terminou na Rua das Margaridas, Bairro Aeroporto
Mariana Cruz comentou: Famoso leitão bandido de Juiz de Fora que conduziu o carro forte até a Avenida Rio Branco junto com seus comparsas
Juiz de Fora viveu o sequestro mais longo de sua história no ano de 1990
O episódio que se tornou conhecido como "O sequestro da Rua das Margaridas" atemorizou a cidade e ganhou projeção nacional através da imprensa, que acompanhou por 12 dias as negociações da polícia no Bairro Aeroporto
Em agosto de 1990, durante uma rebelião na Penitenciária de Contagem, um grupo de cinco presos, liderados por Wellington da Silva, o Leitão, fez três oficiais da Polícia Militar de reféns e conseguiu fugir num carro forte para Juiz de Fora
No dia 25 de agosto, o sequestro parou a cidade
Os cinco sequestradores, fortemente armados, mataram um dos reféns dentro do carro forte e abandonaram o veículo, tomando uma família de Juiz de Fora como refém. O grupo fugiu para uma casa da Rua das Margaridas
Na casa, os reféns foram sendo libertados, restando, até o final das negociações, o Coronel Edgar, da PM
Os cinco sequestradores acabaram se rendendo e foram transferidos para presídios do Estado.
Fotografia trabalhada em Inteligência Artificial por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

157
Acidente
Avenida Barão do Rio Branco, Próximo ao Cenáculo.
Adão Lucio Souza comentou: Na fotografia um ônibus carroceria Metropolitana e um famoso DKW mais conhecido como Vemaguete, e também um Bonde com passageiros.
Belo registro.
Colorizada por Mauricio Lima Corrêa
Acervo: Mauricio Lima Corrêa

156
Acidente
Avenida Barão do Rio Branco, Próximo ao Cenáculo.
Adao Lucio Souza comentou: Na fotografia um ônibus carroceria Metropolitana e um famoso DKW mais conhecido como Vemaguete, e também um Bonde com passageiros.
Belo registro.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

155
Bairro Barbosa Lage
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek 1964
Acidente Ferroviário envolvendo uma Colisão com Gordini
Acervo Mauricio Lima Corrêa

154
Acidente Ferroviário na Altura do Bairro Barbosa Lage.
Paulo Roberto Comentou: Este é o Trem Bacural, Fazia o percurso de Juiz de Fora ao Bairro Benfica.
Circulava aos Domingos, por causa do Jockey Club. Sua composição era formada de carros do Trem Elétrico Suburbano do Rio de Janeiro.
Final da década de 1960 ou inicio da década de 1970.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
153
Acidente Ferroviário na Altura do Bairro Barbosa Lage.
Paulo Roberto Comentou: Este é o Trem Bacural, Fazia o percurso de Juiz de Fora ao Bairro Benfica.
Circulava aos Domingos, por causa do Jockey Club. Sua composição era formada de carros do Trem Elétrico Suburbano do Rio de Janeiro.
Final da década de 1960 ou inicio da década de 1970.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
152
Acidente Ferroviário na Altura do Bairro Barbosa Lage.
Paulo Roberto Comentou: Este é o Trem Bacural, Fazia o percurso de Juiz de Fora ao Bairro Benfica.
Circulava aos Domingos, por causa do Jockey Club. Sua composição era formada de carros do Trem Elétrico Suburbano do Rio de Janeiro.
Final da década de 1960 ou inicio da década de 1970.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

151
Acidente com Caminhão no Rio Paraibuna
Provavelmente década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa
150
Acidente com Caminhão no Rio Paraibuna
Provavelmente década de 1960
Acervo Mauricio Lima Corrêa

149
Pouso Forçado de Avião
Bairro Jardim São João
Entre o Bairro Cerâmica e o Bairro Monte Castelo.
Sergio Ibraim Bechara comentou: Não deu para ver qual avião do Aero Clube mas o Adair o mecânico de roupa escura.
Década de 1970
Acervo Mauricio Lima Corrêa

148
Crime bárbaro que abalou a sociedade Juiz-Forana em 1914
Assassinou a noiva e atirou no delegado ao tentar fugir.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

147
Crime bárbaro que abalou a sociedade Juiz-forana em 1914.
Assassinou a noiva e atirou no delegado ao tentar fugir
Na Fotografia a Vitima, Assassino, Delegado e Legista.
Acervo Mauricio Lima Corrêa

146
Reconstituição de Crime
Crime do Aleijado como foi noticiado na época em 1965
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
145
Reconstituição de Crime
Crime do Aleijado como foi noticiado na época em 1965
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
144
Reconstituição de Crime
Crime do Aleijado como foi noticiado na época em 1965
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

143
Rio Paraibuna
Possivelmente os Barqueiros Resgatando um corpo no Rio.
Elias Gabriel Comentou: Avenida Brasil, (Beira Rio), à direita está a ponte que liga o Bairro Mariano Procópio ao Bairro Santa Terezinha. às vezes os carros que vinham da Rua Bernardo Mascarenhas, antiga BR3, passavam direto e caiam no Rio.
Tinha uma fábrica de moveis bem no entroncamento da Rua que também ficava a Oficina da CIAMP automóveis.
Na foto é a ação de resgate por parte dos bombeiros.
Nota-se ainda que antes de chegar à ponte tem uma banca de extração de areia.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
142
Rio Paraibuna
Possivelmente os Barqueiros Resgatando um corpo no Rio.
Elias Gabriel Comentou: Avenida Brasil, (Beira Rio), à direita está a ponte que liga o Bairro Mariano Procópio ao Bairro Santa Terezinha. às vezes os carros que vinham da Rua Bernardo Mascarenhas, antiga BR3, passavam direto e caiam no Rio.
Tinha uma fábrica de moveis bem no entroncamento da Rua que também ficava a Oficina da CIAMP automóveis.
Na foto é a ação de resgate por parte dos bombeiros.
Nota-se ainda que antes de chegar à ponte tem uma banca de extração de areia.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
141
Queda de Marquise
Bar e Restaurante Canta Galo
Gabriel Vieira Barra Comentou: Este bar ficava na Avenida Presidente Getúlio Vargas onde hoje é um grande Hotel, pois meu pai tinha um perto quase na Rua Santa Rita.
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
140
Capotamento nas proximidades do Parque Halfeld
Rua Santo Antônio
Provavelmente inicio da década de 1960
Colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Bairro Mariano Procópio
Rua Mariano Procópio esquina com a Avenida dos Andradas em 1958
Acidente com ônibus da Viação Cometa
Bar Mariano Procópio
Atualmente Bar Pro Copão
João Vianey Belgo Comentou: Essa foto com certeza é de onde hoje é o Procopão
Os galpões são da Industrial Mineira
Reconheço pelo muro e pela guarita da Rede Ferroviária
À direita é o caminho vai dar no Borboleta
Vicente De Paulo Clemente comentou: O João Vianey Belgomatou a charada
Realmente procede
O Guarda-cancela, ao ouvir o barulho do trem vindo, corria a empurrar duas cancelas sobre os trilhos, fechando a passagem dos carros e pessoas
Não existia a cancela e sinal elétricos
Ali perto da casinha dele, havia um laranjeiro, Senhor Geraldo, que descascava diligentemente suculentas laranjas campistas e serra-d'água e vendia no ponto do ônibus da Borboleta, ali defronte esses galpões.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

138 Rua Mariano Procópio esquina com a Avenida dos Andradas em 1958
Acidente com ônibus da Viação Cometa
Bar Mariano Procópio
Atualmente Bar Pro Copão
João Vianey Belgo Comentou: Essa foto com certeza é de onde hoje é o Procopão
Os galpões são da Industrial Mineira
Reconheço pelo muro e pela guarita da Rede Ferroviária
À direita é o caminho vai dar no Borboleta
Vicente De Paulo Clemente comentou: O João Vianey Belgomatou a charada
Realmente procede
O Guarda-cancela, ao ouvir o barulho do trem vindo, corria a empurrar duas cancelas sobre os trilhos, fechando a passagem dos carros e pessoas
Não existia a cancela e sinal elétricos
Ali perto da casinha dele, havia um laranjeiro, Senhor Geraldo, que descascava diligentemente suculentas laranjas campistas e serra-d'água e vendia no ponto do ônibus da Borboleta, ali defronte esses galpões.
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo

Bairro Cerâmica
Avenida Olavo Bilac
Forte vendaval que destelhou parte do deposito da Esso
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Avenida Olavo Bilac
Forte vendaval que destelhou parte do deposito da Esso
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
137
Uma das sobreviventes da explosão da Fabrica FEEA em 1944
Aline Lima comentou: Minha avó Sylvia e minha tia Nagla
Dois exemplos de mulheres: lindas, extremamente elegantes e guerreiras, dignas da minha eterna admiração
Minha avó era funcionária da antiga FEEA, e, nesse ano, quando o mundo vivia a Segunda Guerra Mundial, minha avó juntamente com muitos funcionários passaram pela explosão na fábrica de munições
Na minha infância, lembro dela contando sobre esse dia
Foto da década de 1940
Local e criança não Informado
Foto colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Aline Lima
Aline Lima comentou: Minha avó Sylvia e minha tia Nagla
Dois exemplos de mulheres: lindas, extremamente elegantes e guerreiras, dignas da minha eterna admiração
Minha avó era funcionária da antiga FEEA, e, nesse ano, quando o mundo vivia a Segunda Guerra Mundial, minha avó juntamente com muitos funcionários passaram pela explosão na fábrica de munições
Na minha infância, lembro dela contando sobre esse dia
Foto da década de 1940
Local e criança não Informado
Foto colorizada por Rafael Loureiro
Acervo Aline Lima
136
Acidente, local não informado
Walnibia Aparecida Lobo comentou: Acidente com Ônibus da Rio Lux pertencia aos irmãos Walmer Lobo meu pai e Gilson Lobo
Nos dia de hoje é a Útil filhos de Francisco Lobo Sobrinho dono do Café Astória na década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Walnibia Aparecida Lobo comentou: Acidente com Ônibus da Rio Lux pertencia aos irmãos Walmer Lobo meu pai e Gilson Lobo
Nos dia de hoje é a Útil filhos de Francisco Lobo Sobrinho dono do Café Astória na década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
135
Acidente
Local não informado
Colisão frontal entre a caminhonete da telefônica e outra caminhonete
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Colisão frontal entre a caminhonete da telefônica e outra caminhonete
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
134
Acidente
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
133
Acidente
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio
Provavelmente inicio da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
132
Bairro Fabrica
Acidente
Rua Bernardo Mascarenhas perto do curtume
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Acidente
Rua Bernardo Mascarenhas perto do curtume
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
131
Bairro Fabrica
Acidente
Rua Bernardo Mascarenhas perto do curtume
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Acidente
Rua Bernardo Mascarenhas perto do curtume
Provavelmente década de 1950
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
130
Bairro Cerâmica parte alta
Queda de um avião monomotor em 1996
Na Foto Léo de Oliveira II que Na época era repórter e comunicador da Rádio Juiz de Fora Am, 910, hoje Rádio Globo.
Acervo Léo de Oliveira II
Queda de um avião monomotor em 1996
Na Foto Léo de Oliveira II que Na época era repórter e comunicador da Rádio Juiz de Fora Am, 910, hoje Rádio Globo.
Acervo Léo de Oliveira II
129
Uma das sobreviventes da explosão da Fabrica FEEA em 1944
Aline Lima comentou: Minha avó Sylvia e minha tia Nagla
Dois exemplos de mulheres: lindas, extremamente elegantes e guerreiras, dignas da minha eterna admiração
Minha avó era funcionária da antiga FEEA, e, nesse ano, quando o mundo vivia a Segunda Guerra Mundial, minha avó juntamente com muitos funcionários passaram pela explosão na fábrica de munições
Na minha infância, lembro dela contando sobre esse dia
Foto da década de 1940
Local e criança não Informado
Acervo Aline Lima
Aline Lima comentou: Minha avó Sylvia e minha tia Nagla
Dois exemplos de mulheres: lindas, extremamente elegantes e guerreiras, dignas da minha eterna admiração
Minha avó era funcionária da antiga FEEA, e, nesse ano, quando o mundo vivia a Segunda Guerra Mundial, minha avó juntamente com muitos funcionários passaram pela explosão na fábrica de munições
Na minha infância, lembro dela contando sobre esse dia
Foto da década de 1940
Local e criança não Informado
Acervo Aline Lima
128
Acidente
Avenida Barão do Rio Branco, próximo ao Largo do Riachuelo
Rogério De Campos Teixeira comentou: O caminhão é um Mack, da década de 1950, no capô lá na frente tem um cachorro buldogue com as patas dianteiras levantadas. Eu era bem pequeno - uns 6 anos - e gostava de observar da varanda da minha casa, um sobrado, na Rua Osório de Almeida o trânsito na rua que era intenso pois pois ali era o caminho para o Rio. Lembro-me de uns comboios de caminhões transportavam minério de ferro, todos era Mack
Provavelmente décadas de 1950/1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Avenida Barão do Rio Branco, próximo ao Largo do Riachuelo
Rogério De Campos Teixeira comentou: O caminhão é um Mack, da década de 1950, no capô lá na frente tem um cachorro buldogue com as patas dianteiras levantadas. Eu era bem pequeno - uns 6 anos - e gostava de observar da varanda da minha casa, um sobrado, na Rua Osório de Almeida o trânsito na rua que era intenso pois pois ali era o caminho para o Rio. Lembro-me de uns comboios de caminhões transportavam minério de ferro, todos era Mack
Provavelmente décadas de 1950/1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
127
Estrada União Indústria próximo Usina de Marmelos.
Parece se socorro a um ciclista vitima de atropelamento ou tombo
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Parece se socorro a um ciclista vitima de atropelamento ou tombo
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
126
Rio Paraibuna
Ponte do Ladeira
Grupamento do Corpo de Bombeiros,Curiosos a procura de uma provável vitima de afogamento.
Ao Fundo podemos ver a abertura da Garganta do Dilermando
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Ponte do Ladeira
Grupamento do Corpo de Bombeiros,Curiosos a procura de uma provável vitima de afogamento.
Ao Fundo podemos ver a abertura da Garganta do Dilermando
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
125
Rio Paraibuna
Ponte do Ladeira
Grupamento do Corpo de Bombeiros,Curiosos a procura de uma provável vitima de afogamento.
Ao Fundo podemos ver a abertura da Garganta do Dilermando
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Ponte do Ladeira
Grupamento do Corpo de Bombeiros,Curiosos a procura de uma provável vitima de afogamento.
Ao Fundo podemos ver a abertura da Garganta do Dilermando
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
124
Acidente Ferroviário
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
123
Acidente Ferroviário
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
122
Acidente Ferroviário
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
121
Acidente Ferroviário
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
120
Acidente Ferroviário
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
119
Acidente Ferroviário
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento de Trem
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
118
Acidente/atropelamento em algum lugar de Juiz de Fora
Em Novembro de 1969
Acervo e fotografia autoria provável: Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Em Novembro de 1969
Acervo e fotografia autoria provável: Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
117
Acidente
Local não informado
Provavelmente final da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Provavelmente final da década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
116
Acidente
Bairro Jardim Glória
Acidente na Rua Doutor João Pinheiro
Década de 1990
Acervo Alba Watson Renault
Bairro Jardim Glória
Acidente na Rua Doutor João Pinheiro
Década de 1990
Acervo Alba Watson Renault
115
Acidente
Bairro Jardim Glória
Acidente na Rua Doutor João Pinheiro
Década de 1970
Acervo Alba Watson Renault
Bairro Jardim Glória
Acidente na Rua Doutor João Pinheiro
Década de 1970
Acervo Alba Watson Renault
114
Acidente
Local não informado
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
113
Acidente com um Volkswagen
Robson Rocha comentou:O prédio ao fundo foi demolido, onde é hoje a Rua Ângelo Falci,(Trecho entre a Rua da Bahia e a Praça da Estação).
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Robson Rocha comentou:O prédio ao fundo foi demolido, onde é hoje a Rua Ângelo Falci,(Trecho entre a Rua da Bahia e a Praça da Estação).
Provavelmente década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
112
Explosão da FEEA atualmente IMBEL em Março de 1944
14 Mortos Sendo 11 Mulheres: Esta Foi a maior tragédia da Historia de Juiz de Fora
Cinco horas da manhã de 07 de março de 1944.
O céu ainda estava escuro e um despertador une-se a outro, e este a outro, e os mesmos a tantos outros em toda a cidade formando um coro convocando milhares de trabalhadores para o cumprimento do calendário na mineira Juiz de Fora.
Nesse tempo de muitos quintais ainda havia galos que, oniscientes, participavam que já era dia. Dia de acordar ligeiro e de levantar disposto. Dia de fazer o café e abençoar cada filho. Dia de despedir-se da porta que se tranca atrás. Dia de correria pra tomar o ônibus da Viação Diana que levaria a Benfica ou embarcar no trem Xangai que vinha de Matias Barbosa e parava na estação da praça. Dia de descer na Parada Felício Lima. De passar pelo portão da Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército (a FEEA) e registrar a presença no cartão. Dia de trocar a roupa pelo uniforme de trabalho. De atravessar as ruas calçadas de paralelepípedos e entrar na Oficina 4, onde se carregavam artefatos.
Homens e mulheres dividiam responsabilidades parecidas. Os riscos os tornavam iguais. Fabricar cartuchos, preencher com explosivos, acondicionar nos caixotes, transportar aos paióis e preparar o embarque eram rotinas diárias e tão perigosas que faziam dessas pessoas trabalhadoras especiais.
Naquela hora acontecia a Segunda Grande Guerra e em campos da Itália, no litoral e fronteiras brasileiras, milhares de desconhecidos que se fizeram cúmplices carregavam suas armas. Fora os que atuavam na Europa, os soldados que aqui guardavam nossas divisas eram abastecidos com as munições fabricadas na FEEA.
Mas, os campos beligerantes de lá não eram diferentes do daqui. O país estava em estado de guerra declarada. Juiz de Fora era lugar estratégico. O Presidente Getúlio Vargas, por Decreto, indicou a cidade – dentre outras – como “zona de guerra”. Os operários da fábrica de munições trabalhavam como convocados para a luta. A ausência não justificada e nem comunicada à chefia por antecipação era considerada deserção. Havia todo um ritual de punição a cumprir por quem faltasse ao trabalho ou se ausentasse da cidade no período. Pressão pra se atingir metas de produção, e o sentimento de medo daquilo que se manuseava nas oficinas e do resultado do que se fabricava. A unidade era nova e seus equipamentos importados eram os mais modernos instalados no país.
Oito horas e vinte minutos. Feito um vulcão a romper o telhado, uma forte explosão eclode na Oficina 4 e vai ser ouvida no centro da cidade. Um erro técnico de procedimento pode ter causado a detonação. Voam aos ares máquinas, instrumentos de trabalho, materiais de construção, produção do dia estocada e corpos humanos. Pedaços de membros se espalhavam em mistura aos destroços. Sangue e corpos estilhaçados emolduravam um pavor impressionante. Juiz de Fora nunca viu nada parecido. A impressão que se tinha era que um míssil intercontinental partiu da Alemanha nazista e, traiçoeiramente, veio ferir de morte aqueles pobres operários na pacata Benfica. Uma cena de guerra. Lembrava que o lugar foi alvo de um bombardeiro.
Depois disso, era preciso contabilizar o tamanho da tragédia. Centenas de feridos se acumulavam debaixo dos escombros, se alinhavam nas vias externas das oficinas e gemiam. Os gritos chegavam de todos os lados. Vinham dos sobreviventes ilesos estupefatos pelo que assistiam, das famílias que se aglomeravam nos portões da fábrica buscando notícias, e das autoridades que se dirigiam ao lugar à procura de explicações para o sinistro.
Os hospitais não davam conta. A Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Militar e a Maternidade prestavam naquela hora um tipo de atendimento nunca experimentado. Parecia que eram assistidos ali os feridos de uma guerra.
Morreram nessa tragédia 14 operários, sendo 11 mulheres. Desses 14, os corpos de 2 nunca foram recompostos. A explosão resultou, ainda, em trabalhadores mutilados com a perda de mãos, braços e pernas. Outros tiveram cicatrizes horríveis, queimaduras e problemas de audição ou psiquiátricos para o resto da vida.
Os dias que se seguiram foram os mais tristes da história da cidade. Partindo do Hospital Militar, no bairro Fábrica, os caixões dos operários seguiam sendo carregados pelos companheiros e parentes, passando em cortejo pelo centro da cidade em direção ao Cemitério Municipal. Uma multidão acompanhava em um percurso a pé que durou 4 horas.
Naquele ano o Diretor da FEEA era o Coronel Otávio da Luz Pinto, o Prefeito de Juiz de Fora (nomeado pelo Interventor do Estado de MG) era José Celso Valadares Pinto, e o Presidente da República era Getúlio Vargas.
Morreram os seguintes heróis de guerra: ANA DA CONCEIÇÃO SILVA, AUDILHA DE ALBUQUERQUE, IRACY SILVA, MARIA DE SOUZA TERROR, MARIA SOARES DE NAZARETH, ZILDA MIRANDA, GERALDA MARIA XAVIER, LINDAURA SENNA EVELING, MARIA JOSÉ REIS, OLINDA GONÇALVES FRANCO, CONCEIÇÃO FERNANDES, ANTÔNIO MAURÍCIO DE SOUZA, CARLOS FUINI e FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES.
A foto mostra a capa da revista O LINCE com a imagem do cortejo carregando os corpos a pé, vindo do Hospital Militar indo para o Cemitério Municipal.
O dia mais triste da história da cidade!
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
14 Mortos Sendo 11 Mulheres: Esta Foi a maior tragédia da Historia de Juiz de Fora
Cinco horas da manhã de 07 de março de 1944.
O céu ainda estava escuro e um despertador une-se a outro, e este a outro, e os mesmos a tantos outros em toda a cidade formando um coro convocando milhares de trabalhadores para o cumprimento do calendário na mineira Juiz de Fora.
Nesse tempo de muitos quintais ainda havia galos que, oniscientes, participavam que já era dia. Dia de acordar ligeiro e de levantar disposto. Dia de fazer o café e abençoar cada filho. Dia de despedir-se da porta que se tranca atrás. Dia de correria pra tomar o ônibus da Viação Diana que levaria a Benfica ou embarcar no trem Xangai que vinha de Matias Barbosa e parava na estação da praça. Dia de descer na Parada Felício Lima. De passar pelo portão da Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército (a FEEA) e registrar a presença no cartão. Dia de trocar a roupa pelo uniforme de trabalho. De atravessar as ruas calçadas de paralelepípedos e entrar na Oficina 4, onde se carregavam artefatos.
Homens e mulheres dividiam responsabilidades parecidas. Os riscos os tornavam iguais. Fabricar cartuchos, preencher com explosivos, acondicionar nos caixotes, transportar aos paióis e preparar o embarque eram rotinas diárias e tão perigosas que faziam dessas pessoas trabalhadoras especiais.
Naquela hora acontecia a Segunda Grande Guerra e em campos da Itália, no litoral e fronteiras brasileiras, milhares de desconhecidos que se fizeram cúmplices carregavam suas armas. Fora os que atuavam na Europa, os soldados que aqui guardavam nossas divisas eram abastecidos com as munições fabricadas na FEEA.
Mas, os campos beligerantes de lá não eram diferentes do daqui. O país estava em estado de guerra declarada. Juiz de Fora era lugar estratégico. O Presidente Getúlio Vargas, por Decreto, indicou a cidade – dentre outras – como “zona de guerra”. Os operários da fábrica de munições trabalhavam como convocados para a luta. A ausência não justificada e nem comunicada à chefia por antecipação era considerada deserção. Havia todo um ritual de punição a cumprir por quem faltasse ao trabalho ou se ausentasse da cidade no período. Pressão pra se atingir metas de produção, e o sentimento de medo daquilo que se manuseava nas oficinas e do resultado do que se fabricava. A unidade era nova e seus equipamentos importados eram os mais modernos instalados no país.
Oito horas e vinte minutos. Feito um vulcão a romper o telhado, uma forte explosão eclode na Oficina 4 e vai ser ouvida no centro da cidade. Um erro técnico de procedimento pode ter causado a detonação. Voam aos ares máquinas, instrumentos de trabalho, materiais de construção, produção do dia estocada e corpos humanos. Pedaços de membros se espalhavam em mistura aos destroços. Sangue e corpos estilhaçados emolduravam um pavor impressionante. Juiz de Fora nunca viu nada parecido. A impressão que se tinha era que um míssil intercontinental partiu da Alemanha nazista e, traiçoeiramente, veio ferir de morte aqueles pobres operários na pacata Benfica. Uma cena de guerra. Lembrava que o lugar foi alvo de um bombardeiro.
Depois disso, era preciso contabilizar o tamanho da tragédia. Centenas de feridos se acumulavam debaixo dos escombros, se alinhavam nas vias externas das oficinas e gemiam. Os gritos chegavam de todos os lados. Vinham dos sobreviventes ilesos estupefatos pelo que assistiam, das famílias que se aglomeravam nos portões da fábrica buscando notícias, e das autoridades que se dirigiam ao lugar à procura de explicações para o sinistro.
Os hospitais não davam conta. A Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Militar e a Maternidade prestavam naquela hora um tipo de atendimento nunca experimentado. Parecia que eram assistidos ali os feridos de uma guerra.
Morreram nessa tragédia 14 operários, sendo 11 mulheres. Desses 14, os corpos de 2 nunca foram recompostos. A explosão resultou, ainda, em trabalhadores mutilados com a perda de mãos, braços e pernas. Outros tiveram cicatrizes horríveis, queimaduras e problemas de audição ou psiquiátricos para o resto da vida.
Os dias que se seguiram foram os mais tristes da história da cidade. Partindo do Hospital Militar, no bairro Fábrica, os caixões dos operários seguiam sendo carregados pelos companheiros e parentes, passando em cortejo pelo centro da cidade em direção ao Cemitério Municipal. Uma multidão acompanhava em um percurso a pé que durou 4 horas.
Naquele ano o Diretor da FEEA era o Coronel Otávio da Luz Pinto, o Prefeito de Juiz de Fora (nomeado pelo Interventor do Estado de MG) era José Celso Valadares Pinto, e o Presidente da República era Getúlio Vargas.
Morreram os seguintes heróis de guerra: ANA DA CONCEIÇÃO SILVA, AUDILHA DE ALBUQUERQUE, IRACY SILVA, MARIA DE SOUZA TERROR, MARIA SOARES DE NAZARETH, ZILDA MIRANDA, GERALDA MARIA XAVIER, LINDAURA SENNA EVELING, MARIA JOSÉ REIS, OLINDA GONÇALVES FRANCO, CONCEIÇÃO FERNANDES, ANTÔNIO MAURÍCIO DE SOUZA, CARLOS FUINI e FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES.
A foto mostra a capa da revista O LINCE com a imagem do cortejo carregando os corpos a pé, vindo do Hospital Militar indo para o Cemitério Municipal.
O dia mais triste da história da cidade!
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
111
Acidente que deixou sete mortos e 34 feridos
Gustavo Mansur Moreira comentou:Acidente entre um caminhão caçamba e um ônibus perto da antiga Favor em 1996
Onde uma amiga minha foi vitimada, a primeira a receber o impacto da Caçamba
Acervo João Carlos Da Silva
Gustavo Mansur Moreira comentou:Acidente entre um caminhão caçamba e um ônibus perto da antiga Favor em 1996
Onde uma amiga minha foi vitimada, a primeira a receber o impacto da Caçamba
Acervo João Carlos Da Silva
110
Acidente na MG - 126
Gustavo Mansur Moreira comentou:Tragédia, resultado de um racha entre um médico e um empresário que vitimou uma família inteira em 1996
Acervo João Carlos Da Silva
Gustavo Mansur Moreira comentou:Tragédia, resultado de um racha entre um médico e um empresário que vitimou uma família inteira em 1996
Acervo João Carlos Da Silva
109
Guarnição do Corpo de Bombeiros atuando em acidente de trânsito
Data e Local não informado
Fotografia de autoria provável: Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Data e Local não informado
Fotografia de autoria provável: Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
108
Guarnição do Corpo de Bombeiros atuando em acidente de trânsito
Data e Local não informado
Fotografia de autoria provável: Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Data e Local não informado
Fotografia de autoria provável: Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
107
Suicídio ou queda
Local não informado
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
106
Acidente com Ônibus
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
105
Acidente com Ônibus
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Década de 1960
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
104
Acidente com Fusca no Rio Paraibuna em 1980
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
103
Acidente com Fusca no Rio Paraibuna
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
102
Acidente com Fusca no Rio Paraibuna
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
101
Acidente com automóvel na BR3 em Janeiro de 1965
BR-3 era a denominação de parte da atual BR-040 até 1964 no trecho que ia da cidade do Rio de Janeiro até Belo Horizonte, passando por Duque de Caxias, Petrópolis, Areal, Três Rios e Comendador Levy Gasparian no estado do Rio de Janeiro e Simão Pereira, Matias Barbosa, Juiz de Fora, Barbacena e Conselheiro Lafaiete em Minas Gerais
Texto Wikipédia
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
BR-3 era a denominação de parte da atual BR-040 até 1964 no trecho que ia da cidade do Rio de Janeiro até Belo Horizonte, passando por Duque de Caxias, Petrópolis, Areal, Três Rios e Comendador Levy Gasparian no estado do Rio de Janeiro e Simão Pereira, Matias Barbosa, Juiz de Fora, Barbacena e Conselheiro Lafaiete em Minas Gerais
Texto Wikipédia
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
100
Acidente com Antigo ônibus da Viação Coimbra....
Gustavo Mansur Moreira comentou:Foi na Avenida Barão do Rio Branco na saída da antiga Rodoviária.
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Gustavo Mansur Moreira comentou:Foi na Avenida Barão do Rio Branco na saída da antiga Rodoviária.
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
99
Desmoronamento
Paulo Angela Gonsales comentou: não tenho certeza mas acho que foi na Rua Luis Rocha no Bairro Eldorado
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Paulo Angela Gonsales comentou: não tenho certeza mas acho que foi na Rua Luis Rocha no Bairro Eldorado
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
98
Acidente com Caminhão
Local não informado
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Década de 1970
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
97
Acidente Ferroviário
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
96
Acidente Ferroviário
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
95
Acidente Ferroviário
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
94
Acidente Ferroviário
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Descarrilamento
Data e local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
93
Acidente envolvendo um ônibus com Vemag, em frente ao Cenáculo São João Evangelista
Avenida Barão do Rio Branco - 2848 em 1967
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Avenida Barão do Rio Branco - 2848 em 1967
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
92
Acidente com uma Kombi e Bicicleta em Julho de 1969
Local não informado.
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Local não informado.
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
91
Bairro São Mateus
Acidente com ônibus Linha Teixeiras, Via Passos, no Bairro São Mateus em Março de 1963
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acidente com ônibus Linha Teixeiras, Via Passos, no Bairro São Mateus em Março de 1963
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
90
Acidente na Rua Paulo de Frontin em 1922
89
Local não informado
Motoneta, acidente em Novembro de 1964
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Motoneta, acidente em Novembro de 1964
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
88
Acidente com caminhão
Rua Floriano Peixoto - 912 em Outubro de 1956
Acervo Bastos Barreto
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua Floriano Peixoto - 912 em Outubro de 1956
Acervo Bastos Barreto
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
87
Desastre
Local não informada em Fevereiro de 1970
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Local não informada em Fevereiro de 1970
Acervo Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
86
Rua Batista ou Rua Espírito Santo em Agosto de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
85
Rua Batista ou Rua Espírito Santo em Agosto de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
84
Praça do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
83
Praça do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
82
Praça do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
81
Praça do Riachuelo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Avenida Barão do Rio Branco
Abalroamento em 24 de Agosto de 1962
Acervo Humberto Ferreira
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
80
Acidente
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio em Setembro de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio em Setembro de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
79
Acidente
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio em Setembro de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Parque Halfeld
Rua Santo Antônio em Setembro de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
78
Explosão de caminhão que transportava formicida em Maio 1955
Acervo Olavo Bastos Freire
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Olavo Bastos Freire
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
77
Explosão de caminhão que transportava formicida em Maio 1955
Acervo Olavo Bastos Freire
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Olavo Bastos Freire
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
76
Ponte do Bairro Santa Terezinha
Colisão Ford 1928/29 com uma Bicicleta em Outubro de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Colisão Ford 1928/29 com uma Bicicleta em Outubro de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
75
Ponte do Bairro Santa Terezinha
Colisão Ford 1928/29 com uma Bicicleta em Outubro de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Colisão Ford 1928/29 com uma Bicicleta em Outubro de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
74
Bairro Fabrica
Rua Bernardo Mascarenhas em Junho de 1956
Está escrito na foto: Desastre na Rua Bernardo Mascarenhas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua Bernardo Mascarenhas em Junho de 1956
Está escrito na foto: Desastre na Rua Bernardo Mascarenhas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
73
Bairro Fabrica
Rua Bernardo Mascarenhas em Junho de 1956
Está escrito na foto: Desastre na Rua Bernardo Mascarenhas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua Bernardo Mascarenhas em Junho de 1956
Está escrito na foto: Desastre na Rua Bernardo Mascarenhas
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
72
Acidente com caminhão de leite no Bairro Teixeiras em Junho de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
71
Acidente com caminhão de leite no Bairro Teixeiras em Junho de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
70
Acidente com caminhão de leite no Bairro Teixeiras em Junho de 1969
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
69
Trem com 86 vagões descarrila na ponte do Bairro de Lurdes em Janeiro de 1989
5 vagões caíram no Rio Paraibuna e 19 tombaram
9 Mil toneladas de minério estavam sendo levadas para o porto de Guaíba no Rio de Janeiro
5 vagões caíram no Rio Paraibuna e 19 tombaram
9 Mil toneladas de minério estavam sendo levadas para o porto de Guaíba no Rio de Janeiro
68
A MAIOR TRAGÉDIA DA HISTÓRIA DE JUIZ DE FORA
Escrevi este texto esta semana para contar como foi o dia mais terrível da história de Juiz de Fora.
Cinco horas da manhã do dia 07 de março de 1944. Céu ainda escuro e um despertador une-se a outro, e este a outro, e eles a tantos outros em toda a cidade formando um coro convocando milhares de trabalhadores para o cumprimento do calendário na mineira Juiz de Fora.
Nesse tempo de muitos quintais ainda havia galos que, oniscientes, participavam que já era dia. Dia de acordar ligeiro. Dia de levantar disposto. Dia de fazer o último café e abençoar cada filho. Dia de dizer adeus à porta que se tranca atrás. Dia de correria pra tomar o ônibus da Viação Diana que levaria a Benfica ou embarcar no trem Xangai que vinha de Matias Barbosa e parava na estação da praça. Dia de descer na Parada Felício Lima. De passar pelo portão da Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército (a FEEA) e registrar a derradeira presença no cartão. Dia de trocar a roupa pelo último uniforme. De atravessar as ruas calçadas de paralelepípedos e entrar na fatídica Oficina 4, onde se carregavam artefatos.
Homens e mulheres dividiam responsabilidades parecidas. Os riscos os tornavam iguais. Fabricar cartuchos, preenche-los com explosivos, acondicionar nos caixotes, transportar aos paióis e preparar o embarque eram rotinas diárias e tão perigosas que faziam dessas pessoas trabalhadores especiais.
Naquela hora acontecia a Segunda Grande Guerra e em campos da Itália, no litoral e fronteiras brasileiras, milhares de desconhecidos que se fizeram cúmplices carregavam suas armas. Fora os que atuavam na Europa, os soldados que aqui guardavam nossas divisas eram abastecidos com as munições fabricadas na FEEA.
Mas, os campos beligerantes de lá não eram diferentes do daqui. O país estava em estado de guerra declarada. Juiz de Fora era zona militar estratégica. Os operários da fábrica de munições trabalhavam como convocados para a luta. A ausência não justificada e nem comunicada à chefia por antecipação era considerada deserção. Havia todo um ritual de punição a cumprir por quem faltasse ao trabalho ou se ausentasse da cidade no período. Pressão pra se atingir metas de produção, e o sentimento de medo daquilo que se manuseava nas oficinas e do resultado do que se fabricava. A unidade era nova e seus equipamentos importados eram os mais modernos instalados no país.
Oito horas da manhã. Feito um vulcão a romper o telhado, uma forte explosão eclode na Oficina 4 e vai ser ouvida no centro da cidade. Voam aos ares máquinas, instrumentos de trabalho, materiais de construção, produção do dia estocada e corpos humanos. Pedaços de membros se espalhavam em mistura aos destroços. O pavor era impressionante. Juiz de Fora nunca viu nada parecido. A impressão que se tinha era que um míssil intercontinental partiu da Alemanha nazista e veio, traiçoeiramente, ferir de morte aqueles pobres operários da pacata Benfica.
Depois disso, era preciso contabilizar o tamanho da tragédia. Centenas de feridos se acumulavam debaixo dos escombros, se alinhavam nas vias externas das oficinas e gemiam. Os gritos chegavam de todos os lados. Vinham dos sobreviventes ilesos estupefatos pelo que assistiam, das famílias que se aglomeravam nos portões da fábrica à procura de notícias, e das autoridades que se dirigiam ao lugar à procura de explicações para o sinistro.
Os hospitais não davam conta. A Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Militar e a Maternidade prestavam naquela hora um tipo de atendimento nunca experimentado. Parecia que eram assistidos ali os feridos de uma guerra.
Morreram nessa tragédia 14 operários, sendo 11 mulheres. Desses 14, os corpos de 2 nunca foram recompostos.
Os dias que se seguiram foram os mais tristes da história da cidade. Partindo do Hospital Militar, no bairro Fábrica, os caixões dos operários seguiam sendo carregados pelos companheiros e parentes, passando em cortejo pelo centro da cidade em direção ao Cemitério Municipal. Uma multidão acompanhava em um percurso a pé que durou 4 horas.
Naquele ano o Diretor da FEEA era o Coronel Otávio da Luz Pinto, o Prefeito de Juiz de Fora (nomeado pelo Interventor do Estado de MG) era José Celso Valadares Pinto, e o Presidente da República era Getúlio Vargas.
Morreram os seguintes heróis de guerra: ANA DA CONCEIÇÃO SILVA, AUDILHA DE ALBUQUERQUE, IRACY SILVA, MARIA DE SOUZA TERROR, MARIA SOARES DE NAZARETH, ZILDA MIRANDA, GERALDA MARIA XAVIER, LINDAURA SENNA EVELING, MARIA JOSÉ REIS, OLINDA GONÇALVES FRANCO, CONCEIÇÃO FERNANDES, ANTÔNIO MAURÍCIO DE SOUZA, CARLOS FUINI e FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES.
Dos sobreviventes (alguns ainda vivos) dezenas conviveram com marcas dos ferimentos pelo resto da vida.
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
Escrevi este texto esta semana para contar como foi o dia mais terrível da história de Juiz de Fora.
Cinco horas da manhã do dia 07 de março de 1944. Céu ainda escuro e um despertador une-se a outro, e este a outro, e eles a tantos outros em toda a cidade formando um coro convocando milhares de trabalhadores para o cumprimento do calendário na mineira Juiz de Fora.
Nesse tempo de muitos quintais ainda havia galos que, oniscientes, participavam que já era dia. Dia de acordar ligeiro. Dia de levantar disposto. Dia de fazer o último café e abençoar cada filho. Dia de dizer adeus à porta que se tranca atrás. Dia de correria pra tomar o ônibus da Viação Diana que levaria a Benfica ou embarcar no trem Xangai que vinha de Matias Barbosa e parava na estação da praça. Dia de descer na Parada Felício Lima. De passar pelo portão da Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército (a FEEA) e registrar a derradeira presença no cartão. Dia de trocar a roupa pelo último uniforme. De atravessar as ruas calçadas de paralelepípedos e entrar na fatídica Oficina 4, onde se carregavam artefatos.
Homens e mulheres dividiam responsabilidades parecidas. Os riscos os tornavam iguais. Fabricar cartuchos, preenche-los com explosivos, acondicionar nos caixotes, transportar aos paióis e preparar o embarque eram rotinas diárias e tão perigosas que faziam dessas pessoas trabalhadores especiais.
Naquela hora acontecia a Segunda Grande Guerra e em campos da Itália, no litoral e fronteiras brasileiras, milhares de desconhecidos que se fizeram cúmplices carregavam suas armas. Fora os que atuavam na Europa, os soldados que aqui guardavam nossas divisas eram abastecidos com as munições fabricadas na FEEA.
Mas, os campos beligerantes de lá não eram diferentes do daqui. O país estava em estado de guerra declarada. Juiz de Fora era zona militar estratégica. Os operários da fábrica de munições trabalhavam como convocados para a luta. A ausência não justificada e nem comunicada à chefia por antecipação era considerada deserção. Havia todo um ritual de punição a cumprir por quem faltasse ao trabalho ou se ausentasse da cidade no período. Pressão pra se atingir metas de produção, e o sentimento de medo daquilo que se manuseava nas oficinas e do resultado do que se fabricava. A unidade era nova e seus equipamentos importados eram os mais modernos instalados no país.
Oito horas da manhã. Feito um vulcão a romper o telhado, uma forte explosão eclode na Oficina 4 e vai ser ouvida no centro da cidade. Voam aos ares máquinas, instrumentos de trabalho, materiais de construção, produção do dia estocada e corpos humanos. Pedaços de membros se espalhavam em mistura aos destroços. O pavor era impressionante. Juiz de Fora nunca viu nada parecido. A impressão que se tinha era que um míssil intercontinental partiu da Alemanha nazista e veio, traiçoeiramente, ferir de morte aqueles pobres operários da pacata Benfica.
Depois disso, era preciso contabilizar o tamanho da tragédia. Centenas de feridos se acumulavam debaixo dos escombros, se alinhavam nas vias externas das oficinas e gemiam. Os gritos chegavam de todos os lados. Vinham dos sobreviventes ilesos estupefatos pelo que assistiam, das famílias que se aglomeravam nos portões da fábrica à procura de notícias, e das autoridades que se dirigiam ao lugar à procura de explicações para o sinistro.
Os hospitais não davam conta. A Santa Casa de Misericórdia, o Hospital Militar e a Maternidade prestavam naquela hora um tipo de atendimento nunca experimentado. Parecia que eram assistidos ali os feridos de uma guerra.
Morreram nessa tragédia 14 operários, sendo 11 mulheres. Desses 14, os corpos de 2 nunca foram recompostos.
Os dias que se seguiram foram os mais tristes da história da cidade. Partindo do Hospital Militar, no bairro Fábrica, os caixões dos operários seguiam sendo carregados pelos companheiros e parentes, passando em cortejo pelo centro da cidade em direção ao Cemitério Municipal. Uma multidão acompanhava em um percurso a pé que durou 4 horas.
Naquele ano o Diretor da FEEA era o Coronel Otávio da Luz Pinto, o Prefeito de Juiz de Fora (nomeado pelo Interventor do Estado de MG) era José Celso Valadares Pinto, e o Presidente da República era Getúlio Vargas.
Morreram os seguintes heróis de guerra: ANA DA CONCEIÇÃO SILVA, AUDILHA DE ALBUQUERQUE, IRACY SILVA, MARIA DE SOUZA TERROR, MARIA SOARES DE NAZARETH, ZILDA MIRANDA, GERALDA MARIA XAVIER, LINDAURA SENNA EVELING, MARIA JOSÉ REIS, OLINDA GONÇALVES FRANCO, CONCEIÇÃO FERNANDES, ANTÔNIO MAURÍCIO DE SOUZA, CARLOS FUINI e FRANCISCO DE PAULA RODRIGUES.
Dos sobreviventes (alguns ainda vivos) dezenas conviveram com marcas dos ferimentos pelo resto da vida.
Acervo e Texto Vanderlei Dornelas Tomaz
67
Avenida Brasil próximo à ponte da Rua Benjamin Constant em Março de 1970
Vítima de afogamento no Rio Paraibuna
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Vítima de afogamento no Rio Paraibuna
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
66
Acidente com camionete a serviço do Diário da Manhã.
Rua Espírito Santo em 11 de Novembro de 1963
Rua Espírito Santo em 11 de Novembro de 1963
65
Acidente com camionete a serviço do Diário da Manhã.
Rua Espírito Santo em 11 de Novembro de 1963
Rua Espírito Santo em 11 de Novembro de 1963
64
Acidente
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Benjamim Constant em Setembro 1971
Avenida Barão do Rio Branco com Rua Benjamim Constant em Setembro 1971
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
63
Acidente com o Ônibus do Bairro Santa Luzia e uma Kombi
Revista O Lince de 1963
Acervo Ramon Brandão
Revista O Lince de 1963
Acervo Ramon Brandão
62
Bairro Furtado de Menezes
Década de 1950 ou 1960
Acidente com ônibus da linha Vila Furtado de Menezes
Década de 1950 ou 1960
Acidente com ônibus da linha Vila Furtado de Menezes
61
Acidente envolvendo Bonde com um caminhão International
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data não informado
Acervo Humberto Ferreira
60
Acidente envolvendo Bonde com Carroça
Data provável década de 1960
Data provável década de 1960
59
Acidente envolvendo Bondes
Data provável década de 1960
Acervo Humberto Ferreira
Data provável década de 1960
Acervo Humberto Ferreira
58
Descarrilamento de composições Ferroviárias
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
57
Descarrilamento de composições Ferroviárias
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
56
Descarrilamento de composições Ferroviárias
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
55
Descarrilamento de composições Ferroviárias
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
54
Descarrilamento de composições Ferroviárias
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
Data e local não informado
Acervo Humberto Ferreira
53
Acidente fatal com um Simca Chambord em Dezembro 1971
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
52
Avenida Barão do Rio Branco esquina com Rua Espírito Santo em Novembro de 1963
Muro do solar dos Quinet de Andrade
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Muro do solar dos Quinet de Andrade
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
51
Manchete do Diário Mercantil de 1982
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
50
Acidente envolvendo um Bonde da linha Bairro São Mateus com um caminhão International em Março de 1952
49
Acidente envolvendo um Kombi com Vemag
Avenida Brasil, em frente ao Olímpico Atlético Clube
Década de 1960
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Avenida Brasil, em frente ao Olímpico Atlético Clube
Década de 1960
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
48
Acidente envolvendo um Kombi com Vemag
Avenida Brasil, em frente ao Olímpico Atlético Clube
Década de 1960
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Avenida Brasil, em frente ao Olímpico Atlético Clube
Década de 1960
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
47
Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, uma tragédia,
em Juiz de Fora, dividiu as manchetes dos jornais com as notícias do
campo de batalha na Europa. Foi a explosão, nos paióis da FEEA - Fábrica
de Espoletas e Armamentos - localizada em Benfica. O acidente tirou a
vida de muitos e mutilou outros tantos trabalhadores da cidade. Ao todo,
foram 14 mortos, além de vários feridos gravemente, naquele que foi,
sem dúvida alguma, a maior tragédia já registrada em Juiz de Fora nestes
150 anos. A explosão levou para os ares os galpões da FEEA e foi ouvida
em quase todo o município. Além disso, chegou a quebrar vidraças de
casas no centro da cidade, numa distância de mais de 15 quilômetros do
local da explosão. Como era época da Guerra Mundial, chegaram a falar em
sabotagem, espionagem. Mas, na realidade, nunca se apurou se isto era
realmente verdade ou não. O sepultamento dos 14 mortos aconteceu no
Cemitério Municipal e, literalmente, parou a cidade. As pessoas que
testemunharam o fato ainda se lembram, nos dias de hoje, da tristeza que
se abateu sobre a população. Aquelas que trabalhavam na FEEA, naquela
época, chegam a chorar ao recordar este momento de tristeza da história
de Juiz de Fora. Atualmente, no local, está sediada a fábrica da Imbel,
que passa por alterações trabalhistas, podendo, inclusive, ser
privatizada.
Foto foi tirada em 07 de março de 1945, no interior da atual IMBEL
Nesse dia estava sendo inaugurado um obelisco como monumento em homenagem às 13 vítimas fatais da explosão ocorrida no ano anterior na antiga Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército - FEEA
Essa foi a maior tragédia da história de Juiz de Fora
Acervo Maria José Silvério De Assis Silvério
Foto foi tirada em 07 de março de 1945, no interior da atual IMBEL
Nesse dia estava sendo inaugurado um obelisco como monumento em homenagem às 13 vítimas fatais da explosão ocorrida no ano anterior na antiga Fábrica de Estojos e Espoletas de Artilharia do Exército - FEEA
Essa foi a maior tragédia da história de Juiz de Fora
Acervo Maria José Silvério De Assis Silvério
46
Acidente de Trânsito em 4 de janeiro de 1952
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
45
Acidente de Trânsito, ônibus da linha Bairro Eldorado Acervo Ramon Brandão
44
Acidente de Trânsito envolvendo um Bonde com um caminhão
Acervo Ramon Brandão
Acervo Ramon Brandão
43
Colisão em abril de 1952
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
42
Acidente em Fevereiro de 1965
Local não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Local não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
41
Acidente em Fevereiro de 1965
Local não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Local não informado
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
40
Acidente em Fevereiro de 1965
Local não informada
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Local não informada
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
39
Acidente com avião próximo a pista do Aeroporto da Serrinha em abril de 1990
Acervo Roberto Fulgêncio do Livro Tribuna de Minas 30 Anos
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acervo Roberto Fulgêncio do Livro Tribuna de Minas 30 Anos
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
38
Acidente com o Trem Juiz de Fora-São Geraldo em 1932, numa ponte entre São Geraldo e Visconde do Rio Branco
Aparentemente, nessa época ainda não eram mistos, batendo com o que os horários desse ano, até 1941, apontavam, chamando-o de "S41". (Foto da revista Noite Ilustrada, acervo Ralph M. Giesbrecht)
Aparentemente, nessa época ainda não eram mistos, batendo com o que os horários desse ano, até 1941, apontavam, chamando-o de "S41". (Foto da revista Noite Ilustrada, acervo Ralph M. Giesbrecht)
37
Acidente com Trem Juiz de Fora-São Geraldo em 1932
(Foto da revista Noite Ilustrada, acervo Ralph M. Giesbrecht).
À direita, o mesmo local com a ponte, hoje, abandonada
(Foto da revista Noite Ilustrada, acervo Ralph M. Giesbrecht).
À direita, o mesmo local com a ponte, hoje, abandonada
36
Bairro São Mateus
Rua São Mateus esquina com a Rua Hélio Ruy de Mello em março 1963
Parece ser um acidente com ônibus
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua São Mateus esquina com a Rua Hélio Ruy de Mello em março 1963
Parece ser um acidente com ônibus
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
35
Bairro Poço Rico
Acidente Ferroviário em Abril de 1971
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Acidente Ferroviário em Abril de 1971
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
34
Bairro Poço Rico
Acidente Ferroviário em Abril de 1971
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Acidente Ferroviário em Abril de 1971
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
33
Acidente entre ônibus urbanos no Mergulhão
Região Central de Juiz de Fora em Novembro de 1990
Desde então foi implantado um limite de velocidade no Mergulhão
Acervo Toninho Carvalho
Região Central de Juiz de Fora em Novembro de 1990
Desde então foi implantado um limite de velocidade no Mergulhão
Acervo Toninho Carvalho
32
Acidente de trânsito envolvendo um Bonde e uma Simca
Data provável década de 1960
Acervo Ramon Brandão
Data provável década de 1960
Acervo Ramon Brandão
31
Bairro Retiro
Acidente envolvendo caminhões em julho de 1952
À esquerda da foto, onde estão as pessoas, é possível visualizar os trilhos de Trem.
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acidente envolvendo caminhões em julho de 1952
À esquerda da foto, onde estão as pessoas, é possível visualizar os trilhos de Trem.
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
30
Bairro Mariano Procópio
Rua Mariano Procópio esquina com a Avenida dos Andradas em fevereiro de 1958
Bar Procopão
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Rua Mariano Procópio esquina com a Avenida dos Andradas em fevereiro de 1958
Bar Procopão
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
29
Acidente de carro
Foto do Diário Mercantil de 1982
Acervo Ramon Brandão
Foto do Diário Mercantil de 1982
Acervo Ramon Brandão
28
Bairro Santa Luzia
Queda de um Ford 1929 dentro do córrego Santa Luzia
Data não informado
Queda de um Ford 1929 dentro do córrego Santa Luzia
Data não informado
27
Acidente com Ônibus em Maio de 1971
Local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
26
Acidente com Ônibus da Viação UTIL em Julho de 1971
Local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
Local não informado
Acervo Simón Eugénio Sáenz Arévalo
25
Avenida Barão do Rio Branco em Dezembro de 1970
Acidente com um Fusca
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
Acidente com um Fusca
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Foto Extraída do Blog Maria do Resguardo
24
Acidente com Aeronave
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Local não informado
Provavelmente década de 1960
23
Acidente com Aeronave
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Local não informado
Provavelmente década de 1960
22
Acidente com Aeronave
Local não informado
Provavelmente década de 1960
Local não informado
Provavelmente década de 1960
21
Acidente com ônibus da Viação São Vicente
Bairro Cerâmica
Avenida Olavo Bilac em agosto de 1955
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Bairro Cerâmica
Avenida Olavo Bilac em agosto de 1955
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
20
Casas Regente
Acidente Próximo a Loja
Rua Marechal Deodoro Março de 1952
Acidente Próximo a Loja
Rua Marechal Deodoro Março de 1952
19
Acidente com ônibus do Bairro Monte Castelo Dezembro de 1956
Acervo Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Dornellas ou Jorge Couri
18
Acidente com ônibus do Bairro Vila Ideal outubro de 1963
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
17
Acidente com ônibus do Bairro Santa Terezinha em Fevereiro de 1955
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
16
Acidente com ônibus da Viação São Vicente em Junho de 1956
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
15
Colisão em Poste na Avenida Barão do Rio Branco em abril de 1952
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
14
Colisão em Poste na Avenida Barão do Rio Branco em abril de 1952
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
13
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua São Sebastião em Fevereiro de 1965
Atropelamento com vitima fatal
Acervo Roberto Dornellas
Atropelamento com vitima fatal
Acervo Roberto Dornellas
12
Avenida Barão do Rio Branco esquina com a Rua São Sebastião em Fevereiro de 1965
Atropelamento com vitima fatal
Acervo Roberto Dornellas
Atropelamento com vitima fatal
Acervo Roberto Dornellas
11
Avenida Barão do Rio Branco, em março de 1963
Ônibus linha Santa Terezinha após colisão com bicicleta e árvore
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Ônibus linha Santa Terezinha após colisão com bicicleta e árvore
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
10
Acidente com ônibus da Viação Popular em junho de 1955
Ônibus linha Ubá Juiz de Fora
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acidente com ônibus da Viação Popular em junho de 1955
Ônibus linha Ubá Juiz de Fora
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
09
Acidente com ônibus da Viação Popular em junho de 1955
Ônibus linha Ubá Juiz de Fora
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Ônibus linha Ubá Juiz de Fora
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
08
Acidente com ônibus da Viação Popular em Junho de 1955
Ônibus linha Ubá Juiz de Fora
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Ônibus linha Ubá Juiz de Fora
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
07
Acidente na Rua Marechal Deodoro esquina com Rua Santo Antônio em abril de 1964
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
06
Estrada do Bairro Retiro ou da Grama
Acervo Fernando Mec
Acervo Fernando Mec
05
Batida entre um Bonde e um Ford 22 na Rua Paulo de Frontin
Acervo Eduardo Tipotti
Acervo Eduardo Tipotti
04
Bairro Santa Terezinha
Ônibus acidente
Avenida Rui Barbosa esquina com Rua Alencar Tristão em Janeiro de 1963
O prédio da foto é onde funciona hoje a Beneficência do Segundo B.P.M, na esquina com Rua Alencar Tristão
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Ônibus acidente
Avenida Rui Barbosa esquina com Rua Alencar Tristão em Janeiro de 1963
O prédio da foto é onde funciona hoje a Beneficência do Segundo B.P.M, na esquina com Rua Alencar Tristão
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
03
Bairro Barbosa Lage
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek em Dezembro de 1964
Colisão de Trem com Gordini
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek em Dezembro de 1964
Colisão de Trem com Gordini
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
02
Bairro Barbosa Lage
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek em Dezembro de 1964
Colisão de Trem com Gordini
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek em Dezembro de 1964
Colisão de Trem com Gordini
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
01
Bairro Barbosa Lage
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek em Dezembro de 1964
Colisão de Trem com Gordini
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek em Dezembro de 1964
Colisão de Trem com Gordini
Acervo Roberto Dornellas ou Jorge Couri










































































































































Maurício, com certeza a sua foto do atropelamento com vítima fatal é na Rua São Sebastião. Observe aquele prédio velho que existia à direta da foto; compare as edificações que ainda existem e toda a extensão da rua que dará na Igreja Melquita que aprece só a pontinha, lá em cima! Se, por ventura, eu estiver enganada, desculpe-me e que alguém se manifeste! Abraço.
ResponderExcluirBom dia Prezada Uilmara muito obrigado pelas maravilhosas informações e com certeza corretíssimas e estarei atualizano ,paz e bem , abraço
ResponderExcluirMaurício você tem notícias dos passageiros do ônibus de 63? A primeira foto da página...vi uma postagem em que a pessoa dizia ter sonhado que estava nesse local, mas a pessoa tinha nascido em 89 era como se ele tivesse lembrado de sua morte em outra vida. Fiquei bastante intrigada
ResponderExcluirBom dia prezada Daniela infelizmente irei lhe ficar lhe devendo a resposta precisa , mais estarei vendo ao grupo de colaboradores e se aparece algo eu lhe repasso , paz e bem , abraço
ExcluirSobre o acidente com o ônibus da Útil em 1971, vítimas?
ResponderExcluirBoa Noite
ExcluirInfelizmente repassei como recebido e não tenho maiores informações
Abraço
Boa noite, me lembro bem do acidente da foto 111, foi logo cedo, por volta das 6:00. passei no local ás 8:00, a caminho da escola, tinha 15 anos na época. Foi uma visão trágica, nem gosto de me lembrar.
ResponderExcluirBom dia prezado Joneiton
ExcluirRealmente foi um acidente trágico
Muito obrigado pela participação
Volte sempre
Um Abraço
Ola Boa noite, meu nome e marcelli richter estou a procira de informações sobre um acidente entre carro e caminhao da estrada rio Petrópolis ou mas precisamente na descida da serra a data nao sei ao certo mas provavelmente na decada de 40 ou 50.agradeço desde já
ResponderExcluirMarcelli.richter@hotmail.com
Bom dia Marcelli
ExcluirInfelizmente ate o presente momento não temos nada relativo
Um abraço
Olá gostaria de saber se tem alguma informação relacionada a um acidente que ocorreu em 1992 de um ônibus que acabou matando um Cadete da Aman( academia Militar das agulhas negras) e tbm deixou a pergunta para quem fez parte da turma de 1990 da infantaria da ExpCex
ResponderExcluirNo caso o acidente ocorreu em 1992 em juiz de fora minas gerais
ResponderExcluirBoa Tarde
ExcluirInfelizmente ate o presente momento nada chegou relativo ao seu pedido
Acredito que possa chegar alguma coisa
Agradeço a participação
Abraço
Oi então, caso tenha dúvidas. Aconteceu pelo dia 30 ou 31/08/1992 entre um ônibus do exército (AMAN) e um trem.
ResponderExcluirBom Dia
ExcluirMuito Obrigado
Estarei repassando para o Grupo de Contribuidores
Abraço
Ok qualquer informação que tiver manda para mim no email amjumdo19@gmail.com
ResponderExcluirBom Dia
ExcluirSerá um Prazer
Forte Abraço
Bom dia!
ResponderExcluirParabéns pelo espaço! Vocês teriam alguma informação sobre um acidente ocorrido no ano de 1991, entre um ônibus de turistas (que voltavam do paraguai). Muitos passagem eram de Campinas! O acidente ocorreu na BR 369 em Ubiratã no Pr.
Bom Dia!!!
ExcluirDesde já agradecemos a visita e comentário.
Infelizmente ate o presente momento nada nos foi informado ou enviado
Abraço
Olá, tem mais alguma informação sobre o acidente em julho de 1952 entre caminhões?
ResponderExcluirInfelizmente não!!!!!!!!
ExcluirBoa tarde, gostaria de saber quando foi aquele acidente com vítima fatal que um caminhão desgovernado pegou uma mulher!
ResponderExcluirNão tenho esta informação, Abraço
ExcluirNa rua espírito santo!
ResponderExcluirNão tenho esta informação, Abraço
ExcluirAs pessoas acham que esse blog é sobre notícias de desgraças, kkkkkk. Nada disso. As fotos recebidas são publicadas, contando-se a história que é enviada junto com as fotos. Eu me recordo sim de um acidente na Rua Espírito Santo, um caminhão acho que de transporte de concreto, perdeu o freio e matou uma senhora, infelizmente. Deve ter uns 35 anos isso...
ExcluirBoa Noite prezado
ExcluirForam muitas tragédias e também glorias na nossa Juiz de Fora
Infelizmente muitos destes ocorridos ficam para um grupo seleto onde eu não tenho o devido acesso,
Muito Obrigado pela participação
Forte Abraço
Lembro desse acidente na Espirito Santos. Morava pertinho, na Praça do Cruzeiro e ficamos sabendo que uma senhora foi prensada pelo caminhão. Minha mãe estava na rua. Fiquei desesperado até ela aparecer bem. Foi uma tarde muito triste.
ExcluirBom Dia Prezado. Muito obrigado em informar, Abraço
ExcluirEu me recordo que na primeira metade dos anos 70 a Útil tinha um cachorro magro desenhado na lateral de seus ônibus. Era a imagem de um cachorro correndo. O desenho era bastante parecido com a logomarca da empresa norte-americada Greyhound, que existe até hoje. Parece que a empresa descobriu que a Útil utilizava sem licença e proibiu o desenho, que foi retirado. Quem se lembra?
ResponderExcluirBoa Noite
ExcluirMe lembro e desconhecia o fato!
Muito obrigado
Abraço